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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Agosto pode ser o ponto de virada nos estudos, aponta especialista em tendências educacionais

Quarta, 19 de agosto de 2026

Para muitos estudantes, agosto marca a volta às aulas depois do recesso de julho e o meio do ano letivo. É comum que a sensação de ter ficado para trás no conteúdo apareça justamente nesse momento. Mas, de acordo com o engenheiro e CEO da Kaizen Mentoria, Victor Cornetta, ainda há tempo de reorganizar a forma de estudar antes da reta final do ano — e isso pode fazer toda a diferença.

Cornetta explica que o principal desafio enfrentado pelos alunos não está no conteúdo, mas na forma de organizar a rotina. “A maioria não tem clareza do que precisa fazer, quando fazer e como fazer. Isso gera frustração, procrastinação e perda de desempenho”, afirma o especialista, criador do Método Kaizen.

Por que agosto é um bom momento?

De acordo com Cornetta, a segunda metade do ano letivo pode ser usada como um laboratório de aprendizado. É quando o estudante consegue experimentar uma nova forma de estudar, perceber resultados rápidos e chegar à reta final do ano com mais confiança. “Não se trata de correr contra o tempo, mas de aprender a usá-lo de forma estratégica”, reforça.

Além disso, o especialista reforça que o meio do ano é um marco natural para ajustes de rota. Ao usar esse período para ajustar a forma de estudar, o aluno não apenas encara os últimos meses do ano letivo com mais segurança, como também já se prepara para o próximo ano letivo mais organizado.

“Agosto é a chance de treinar agora aquilo que fará diferença depois. O estudante aprende a usar o tempo a seu favor e chega em janeiro com uma base sólida, em vez de recomeçar do zero”, afirma Cornetta.

Como funciona o método na prática

O Método Kaizen combina princípios da Engenharia com fundamentos da Pedagogia e se apoia em três pilares:

Rotinas semanais definidas – Cada encontro organiza metas específicas e realistas, ajustadas à rotina do estudante. Cornetta destaca que uma sessão de mentoria de três horas pode equivaler, em rendimento, a 40 horas de estudo desorganizado.

Ferramentas práticas de estudo – São utilizadas técnicas adaptadas ao perfil de cada aluno.

Prática Ativa nos encontros semanais – Além de tirar todas as dúvidas de conteúdos na mentoria, o aluno sempre treinará, junto com o mentor, suas técnicas de estudo. Sempre usando como exemplo um conteúdo que seu filho já estudou/estudaria naquela semana, garantindo a integração com as demandas escolares, sem representar um peso para o aluno.

Evidências do impacto

A proposta já ultrapassou a fase teórica. Em menos de dois anos, mais de 400 alunos foram acompanhados pela Kaizen em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte, além de Natal. A expectativa, segundo Cornetta, é expandir a metodologia para ainda mais regiões do país nos próximos meses.

Para o educador, agosto deve ser visto como um ponto de virada. “É um mês simbólico porque marca o meio do ano letivo e porque serve como treino para uma nova fase de aprendizagem. Pequenas mudanças feitas agora podem ter efeitos duradouros”, conclui.

Interessados em ver o impacto da Kaizen nos resultados dos alunos podem agendar uma reunião com um dos diretores, que vão entender suas necessidades e objetivos. A reunião pode ser agendada clicando no link a seguir: https://bit.ly/blogdobg1

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Contato : (84) 9 9151-0643

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