Quarta, 20 de maio de 2026
Segundo relatos obtidos durante a apuração, uma das principais testemunhas ouvidas pela polícia afirmou não ter presenciado a suposta agressão atribuída ao senador. Diante da análise dos elementos reunidos no processo, os investigadores concluíram que não existiam provas suficientes para responsabilizar criminalmente o parlamentar.
O caso teve início após uma técnica em radiologia denunciar ter sido agredida durante um exame realizado no dia 30 de abril no Hospital DF Star.
De acordo com o depoimento da profissional, ela acompanhava Magno Malta durante um procedimento de angiotomografia de tórax e coronárias quando o equipamento interrompeu automaticamente a aplicação do contraste ao detectar uma obstrução no acesso venoso.
A técnica relatou à polícia que percebeu o extravasamento do líquido no braço do senador e se aproximou para prestar atendimento. Conforme a ocorrência registrada, nesse momento o parlamentar teria reagido de forma agressiva, levantando-se da maca e desferindo um tapa em seu rosto. Ela também afirmou ter sido chamada de “imunda” e “incompetente”.
Magno Malta negou as acusações desde o início das investigações. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador declarou:
“Eu nunca encostei a mão em ninguém, nem nas minhas filhas, nem em nenhuma mulher. Isso é falsa comunicação de crime”.
A defesa do parlamentar também divulgou nota afirmando que o senador estava sob efeito de medicações fortes e com a cognição comprometida no momento do exame. Segundo os advogados, a reação teria sido causada pela dor provocada pelo procedimento médico, e não direcionada à profissional de saúde.
A técnica de enfermagem responsável pela denúncia segue afastada das atividades profissionais desde o episódio ocorrido no hospital em Brasília.

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