Domingo, 10 de maio de 2026
Segundo a Secretaria de Saúde, fiscais identificaram problemas em lotes de agulhas de aspiração, como ausência de rastreabilidade e falta de informações sobre fabricante, importador e registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Os materiais foram interditados e a clínica autuada. O local já havia recebido três autuações anteriores por outras irregularidades.
Mariana passou pelo procedimento na segunda-feira (4) e, após voltar para casa, começou a sentir dores intensas e frio. Ela retornou à clínica com quadro de hemorragia vaginal, recebeu atendimento inicial e foi encaminhada para a maternidade Mogi Mater, onde ficou internada na UTI e passou por cirurgia.
Na madrugada de quarta-feira (6), a magistrada sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e morreu após tentativas de reanimação. A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso como morte suspeita e solicitou exames ao Instituto Médico-Legal e ao Instituto de Criminalística.
Natural de Niterói, Mariana atuava na Vara Criminal de Sapiranga (RS) e era considerada uma magistrada dedicada e entusiasmada. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decretou luto oficial de três dias pela morte da juíza.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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