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sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

O conflito entre Colômbia e Venezuela e o risco que ronda Maduro

 Sexta, 07 de Janeiro de 2022



Desse número, 17 corpos estão no necrotério de Saravena (COL) e seis em Tame (COL) Até agora, 12 famílias foram deslocadas à força (seis em Saravena e outras seis em Tame).

O Provedor de Justiça, Carlos Camargo, lembrou em tweet que o órgão que dirige emitiu advertência em 2019 para alertar sobre os homicídios em Tame, Fortul, Saravena e Arauquita, além do “risco de ameaças e detenções ilegais, recrutamento de crianças e adolescentes e deslocamento forçado”.

A verdade é que a Colômbia perdeu o controle dessa região a décadas para o grupo terrorista FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o grupo para-militar do ELN (Exército de Libertação Nacional). A ditadura venezuelana complicou tudo ao dar guarida para os dissidentes das FARC (Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia) que não aceitaram o acordo de paz selado com o governo colombiano em 2017.

Ao final de uma reunião de segurança na cidade de Cartagena, o presidente colombiano, Ivan Duque, disse que fortalecerá a “inteligência e contra-inteligência” em Arauca, que ampliará “a capacidade de supervisão aerotransportada e de helicópteros” e que usarão drones para patrulhar a área.

Nem a Colômbia muito menos a Venezuela tem força política ou financeira para iniciar uma guerra – sendo assim tanto Maduro quanto Duque devem se limitar aos discursos e as bravatas.

Pensando friamente os gigantes das Américas, Brasil e EUA, ainda que não confessem não ficariam nenhum um pouco tristes, caso eclodisse um conflito, pois isso lhes daria a oportunidade de catapultar, o ditador Maduro mais rapidamente. Esse é o grande risco que pode ameaçar o tirano da Venezuela.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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