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quarta-feira, 14 de abril de 2021

Ser cristã e protestar por seus direitos, esse era o "crime" de idosa covardemente agredida por psicóloga

 Quarta, 14 de Abril de 2021

Um protesto contra o fechamento das igrejas. Uma defesa a um direito Constitucional, garantido no Artigo 5º, inciso VI, da nossa Carta Magna; Cláusula Pétrea que está sendo vergonhosamente violada.

Este era o "crime" que a idosa, de 73 anos, que foi covardemente atingida por uma militante esquerdista, estava cometendo.

E a agressão não partiu de uma ignorante, de uma jovem emocionada, mas de uma PSICÓLOGA, de 53 anos, repetidora dos discursos de "combate à intolerância" tão usados pela esquerda.

Pergunto: E se os papéis se invertessem? E se a agredida fosse uma esquerdista? Imaginem se um participante da Parada Gay fosse atacado por um Evangélico...

Seria a capa de TODOS os jornais brasileiros. O Jornal Nacional dedicaria mais de 10 minutos para a cobertura do caso e o Fantástico faria uma matéria especial sobre "Os perigos do aumento da intolerância da extrema-direita".

Como a agredida era apenas uma idosa Cristã, manifestando-se pelo direito de professar sua fé, a história só ganhou espaço em tímidas notinhas de rodapé, sem nenhum destaque na Extrema-Imprensa.

Não é novidade.

O mesmo aconteceu quando um ex-vereador petista empurrou um manifestante da direita para debaixo de um caminhão.

O mesmo aconteceu todas as vezes que alunos das Faculdades Federais impediram, com uso de violência, palestras conservadoras dentro dos Campus sustentados com dinheiro público.

A marca registrada da esquerda é a violência. As pilhas de cadáveres deixadas pelos regimes socialistas, em todos os lugares em que estes se instalaram, são a prova incontestável disso.

Uma violência silenciada nos livros de história, ocultada na grande mídia e com impunidade garantida pelo aparelhamento da justiça.

Se a tentativa de homicídio contra o Presidente da República, com o autor preso, continua sem solução, após mais de 2 anos, o que esperar das atitudes contra manifestantes anônimos, "meros mortais" que nem têm espaço nos noticiários?

Época estranha onde os "revolucionários" são vovós e pais de família, corajosos o bastante para enfrentar a ira dos jovens intolerantes, agressivos e defensores do establishment.

Admirável mundo novo!

Fonte: Jornal da Cidade Online

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