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domingo, 28 de março de 2021

Psicopatas querem “tomar o poder” usando a máscara da sanidade mental e a política do afeto

Domingo, 28 de Março de 2021

Com todas as letras e sem margem a interpretações, apresenta o Lula que desponta no cenário político para salvar o Brasil de Bolsonaro, acusado de todos os crimes, personificação do ódio, da ditadura e da morte.

“Num dos momentos mais críticos da história brasileira, com uma tragédia sanitária sem precedentes agravada por uma torrente de ódio e desejo de morte e retorno da ditadura, é hora, mais que nunca, de abrir o tempo da política do afeto.” 
Para não dar visibilidade e poupar o estômago do leitor, não postaremos o vídeo. Extraí os pontos que nos interessa rebater.

Inicialmente, Mauro fala de si mesmo, de uma doença que teve por conta do estresse que vem sofrendo por causa do trabalho. Só faltou culpar o Bolsonaro por sua condição. Não o fez. Não diretamente.

Mas, em seguida atirou com a sua metralhadora de esquerda:

“Há um ambiente terrível na sociedade Brasileira porque temos um presidente genocida, um psicopata incurável, perverso, incapaz de empatia, pessoa monstruosa, assassino cruel” ...

Na tentativa de se proteger de ser acusado de estar projetando a sua incurável doença no outro, o senhor de cabelos brancos, se apressa em se diagnosticar como “neurótico” e, para suavizar diz que todo mundo é neurótico; que ele próprio faz tratamento com psicanálise para suportar esse mundo cheio de ódio (ai que amor).

Feito esta justificativa, prossegue com discurso de “paz e bem” e com fala pausada e mansa continua o discurso de que o Bolsonaro é um assassino perigoso. Chama a atenção do seu público, para a obrigação que todos os cidadãos têm em combater o presidente genocida:

“Não há possibilidade de conter o Bolsonaro exceto tirando-o do poder, e depois, mantê-lo preso.”

E continua:

“É fundamental reagimos, estabelecer uma contraposição, ou seja: contrapor a política do ódio, da perversidade, com a política do afeto, a política do amor.”

Neste momento, mostra a foto de um bolo de gente com Lula no meio, se emociona, e diz: “Lula é a condensação da política do afeto. Uma cena dessa é impossível ver com Bolsonaro, ele chega perto das pessoas, mas, não chega, é só selfie, não tem abraço. Ele é incapaz de abraço; já Lula não sabe fazer política sem tocar nas pessoas, desarmou e surpreendeu até Chineses com seu toque afetivo.”

De repente, se dá conta de que está santificando o Lula, e se apressa em dizer que Lula é um neurótico, cujo significado, no dicionário dele, é quase normal, tem coração, tem cura.

Com pouco mais de ênfase, aponta como solução a volta de Lula ao poder: “a relevância da volta de Lula, que restabelece, do ponto de vista macrossocial, outra referência de relação: a afetiva.”

E conclui com um apelo aos seus seguidores e adoradores de São Lula:

“É nosso dever dizer que Bolsonaro é um psicopata e lutar para afastá-lo. Temos que tirar um governo de extrema direita perverso, para colocar um governo de esquerda afetivo”.

O vídeo que contêm essa conversa quase privada com os apoiadores de esquerda, tem duração de 36 minutos da mais pura fala psicopática. Manso e sorridente, o sujeito chega a dizer em um momento, que “não é loucura não”, pois, “não há dúvidas que temos um presidente psicopata incurável.”

O sujeito é jornalista. Eu sou psicóloga com experiência clínica de 34 anos. Quero explicar resumidamente, para não confundir o leitor leigo. Não é ético um jornalista banalizar o diagnóstico de qualquer que seja a pessoa e sua doença. Mais absurdo é valer-se de informações que a mídia traz, sempre distorcidas, tiradas do contexto e sem nunca ouvir as reais intenções da pessoa envolvida. O que podemos é levantar hipótese, já o diagnóstico envolve testes psicológicos sofisticados de custosa interpretação, testes esses exclusivos dos psicólogos.

No meu artigo recente, cujo título é explicativo: “Psicopatas são gentis, sedutores e carismáticos: falam o que as pessoas querem ouvir, choram para simular empatia, e às vezes, usam calça apertada”, eu explico que Bolsonaro é grosso demais para ser diagnosticado psicopata. E isso basta.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

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