martins em pauta

domingo, 29 de junho de 2025

6 em cada 10 estudantes com Fies estão inadimplentes

Domingo, 29 de junho de 2025

Foto: Agência Brasil

A taxa de inadimplência do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) alcançou 59,3% em 2024, o maior índice desde a criação do programa. Isso significa que 6 em cada 10 estudantes financiados estão devendo. E a dívida não é pequena: uma média de R$ 46.000 por aluno.

Os dados são do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e foram obtidos via LAI (Lei de Acesso à Informação). As informações são referentes até maio de 2025.

Com mais devedores, menos estudantes se interessam pelo programa. A adesão também caiu: os novos contratos firmados por ano recuaram 88% desde 2015.

A região Sudeste concentra 1,01 milhão de contratos ativos. O Nordeste vem em seguida, com 711 mil.

Neste 1º semestre de 2025, foram apenas 34.000 novos financiamentos. O recuo acompanha mudanças nas regras, como o fim da carência total e o início dos pagamentos durante o curso.

O curso mais financiado é direito (397 mil), seguido por enfermagem (201 mil) e engenharia civil (172 mil).

Em nota, o Ministério da Educação afirmou que trabalha para ampliar o acesso ao ensino superior com condições diferenciadas para alunos de baixa renda. A pasta reconhece a necessidade de aprimorar o programa e afirma que renegociações já somam mais de 387 mil contratos.

Poder 360

Bloqueio orçamentário do governo federal afeta agências e paralisa serviços essenciais na ANP, Aneel e Anatel

Domingo, 29 de junho de 2025


Foto: Agência Brasil

O bloqueio de recursos promovido pelo governo federal em 2025 atingiu em cheio as agências reguladoras, responsáveis por supervisionar setores estratégicos como energia elétrica, combustíveis, saúde e telecomunicações.

Com orçamentos reduzidos e verbas contingenciadas, as autarquias têm paralisado projetos, demitido funcionários terceirizados e diminuído o escopo de suas atividades.

Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), por exemplo, anunciou que irá interromper serviços de fiscalização e atendimento a partir de 1º de julho. A agência sofreu um corte de R$ 38,2 milhões, ou 25% de seu orçamento discricionário.

O impacto será nacional: atendimentos da ouvidoria terão horário reduzido, ações fiscalizatórias com equipes próprias serão limitadas por falta de verba para deslocamentos, e a tradicional pesquisa de satisfação dos consumidores, realizada desde 2000, foi suspensa.

Além disso, 145 funcionários terceirizados serão dispensados. “Hoje o trabalho exercido por esses colaboradores tem sido fundamental para a manutenção das nossas atividades”, afirmou o diretor-geral da agência, Sandoval Feitosa.

ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) também precisou rever suas operações. O LPC (Levantamento de Preços de Combustíveis), feito semanalmente em postos de todo o país, sofreu nova redução.

Em 2024, a cobertura já havia sido cortada em 43%. Agora, com os efeitos do decreto de contingenciamento, o alcance do levantamento foi reduzido para 390 municípios, com 7.034 coletas semanais, quase metade das realizadas anteriormente. A suspensão da ampliação planejada da pesquisa prejudica o monitoramento dos preços e da concorrência no setor.

Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)

Na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o contingenciamento foi de R$ 73 milhões, cerca de 25% do orçamento discricionário. Conforme apurado pelo Poder360, a direção decidiu preservar atividades de fiscalização e manutenção dos contratos de custeio, concentrando os cortes em projetos de investimento.

Como resultado, nenhum projeto novo deve sair do papel neste ano, incluindo a aquisição de drones para monitoramento de radiofrequências e a modernização do parque tecnológico da agência, medida que afetaria o avanço de ações contra pirataria digital, como o bloqueio de TV boxes ilegais e bets clandestinas. Por outro lado, não haverá demissões por ora.

Quadro generalizado

Segundo Fábio Rosa, presidente do Sinagências (Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Reguladoras), o quadro é generalizado. “A gente vive uma situação que é estrutural, sistêmica, com a qual a gente já lida há um certo tempo”, disse.

Ele destacou os impactos na área da saúde, particularmente na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Segundo ele, cerca de R$ 20 bilhões em investimentos do setor farmacêutico estão represados por falta de pessoal suficiente para analisar processos e liberar licenças.

Rosa afirma que o orçamento médio das agências foi reduzido em 41% nos últimos 10 anos, ao mesmo tempo em que essas instituições seguem com 4.127 cargos efetivos vagos. Mesmo sendo superavitárias, com arrecadação estimada em R$ 200 bilhões, o orçamento total das agências está abaixo dos R$ 5 bilhões.

A situação compromete a capacidade operacional das autarquias e inviabiliza a execução de políticas públicas. “Tem agência que está sem recurso até para emitir multa. No caso da ANP, não há dinheiro para fazer a fiscalização de qualidade dos combustíveis […] Então, soma-se todo esse cenário, [as agências] ficam em condições operacionais muito complicadas”, declarou Rosa.

Poder 360


‘Cadeira do Xandão’: Moraes vota para condenar a 17 anos de pena homem que ocupou seu assento no 8 de Janeiro

Domingo, 29 de junho de 2025

Foto: Fellipe Sampaio /STF | reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para condenar a 17 anos de pena Fábio Alexandre de Oliveira, homem que foi filmado sentado na cadeira do ministro durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Oliveira, que é mecânico, aparece em vídeos sentado na cadeira do ministro gritando frases ofensivas, como: “Cadeira do Xandão aqui, ó! Aqui ó, vagabundo! Aqui é o povo que manda!”. A defesa diz que o acusado apenas exerceu seu direito constitucional de manifestação e que não há provas de materialidade e autoria dos crimes imputados.

Na gravação, ele utiliza luvas, para dificultar sua identificação datiloscópica, e mantém uma máscara de proteção contra gases sobre suas pernas. Para o Ministério Público Federal (MPF), o uso dos equipamentos demonstra “intenção e preparação para a prática de atos de que poderiam resultar em confronto com as forças de segurança pública que guarneciam os prédios invadidos”.

Moraes votou para condenar Oliveira à pena de 17 anos, sendo 15 anos e 5 meses de reclusão e 1 ano e 6 meses de detenção, além de 100 dias de multa – cada um fixado no valor de um terço do salário mínimo.

As penas foram aplicadas pelos crimes de: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; tentativa de golpe de Estado; dano qualificado ao patrimônio público; deterioração do Patrimônio tombado; e associação criminosa armada.

Para Moraes, está comprovado, tanto pela ampla investigação realizada pela Polícia Federal quanto pelas provas documentais e audiovisuais constantes dos autos, que Oliveira “participou ativamente das manifestações antidemocráticas que antecederam os eventos de 8 de janeiro de 2023, aderindo, desde então, ao intento golpista”.

“Suas manifestações públicas, sua presença nos locais invadidos, o uso de equipamentos para dificultar identificação, bem como as comunicações com outros envolvidos, evidenciam que instigou, apoiou e legitimou a atuação das massas que, no dia 8 de janeiro de 2023, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes da República, com o objetivo de depor o governo legitimamente constituído e abolir o Estado Democrático de Direito”, diz o ministro.

O ministro sustenta que os elementos constantes dos autos comprovam que a conduta não foi “episódica, tampouco passiva ou neutra, mas sim engajada, voluntária e com forte adesão ao propósito criminoso de ruptura da ordem constitucional”.

Estadão Conteúdo


Prefeito petista de cidade da Bahia é afastado do cargo após PF encontrar R$ 3,2 milhões em gavetas na casa do ex-prefeito, também do PT

Domingo, 29 de junho de 2025


Fotos: Polícia Federal

A Polícia Federal encontrou um montante de dinheiro em espécie na casa de um dos alvos da Operação Overclean, cuja quarta fase foi deflagrada nesta sexta-feira. As cifras estavam guardadas em maços de R$ 100 e R$ 50 em uma gaveta na residência do ex-prefeito Marcel Carneiro de Carvalho (PT), de Paratinga (BA).

A Polícia Federal calculou que os valores confiscados chegam a R$ 3,2 milhões. O político foi alvo de um mandado de busca e apreensão e teve o sigilo telefônico quebrado.

Em nota, a defesa de Carvalho afirmou que a medida cautelar foi “recebida com absoluta tranquilidade e atendida de forma espontânea, sem qualquer resistência ou oposição”.

“Ressaltamos que o Sr. Marcel Carneiro permanece à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos que se fizerem necessários, confiando no pleno funcionamento das instituições e na observância rigorosa das garantias constitucionais do contraditório e da ampla defesa”, diz o comunicado, destacando que ele tem uma carreira na iniciativa privada.

Prefeitos afastados

A ação mirou em Carvalho e nos prefeitos Humberto Raimundo de Oliveira (PT), de Ibipitanga (BA); e Alan Machado França (PSB), de Boquira (BA). Eles foram afastados do cargo. Um assessor parlamentar do deputado federal Félix Mendonça (PDT-BA) também foi alvo de mandados de busca e apreensão.

O parlamentar não foi alvo de nenhum mandado, mas teve o sigilo telefônico quebrado por autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo as investigações, o secretário parlamentar Marcelo Chaves Gomes é suspeito de atuar como operador financeiro do esquema. Ele também foi afastado das suas funções públicas.

Ao GLOBO, o deputado federal afirmou que foi “pego de surpresa” com a operação e que não cometeu nenhuma irregularidade.

“O deputado ressalta que as emendas para custeio ou investimentos nos municípios são solicitadas por prefeitos, ou lideranças, sendo esperado que os recursos sejam aplicados de forma lícita, com a obtenção de ganho exclusivamente político”, acrescenta nota enviada pela assessoria do parlamentar.

Os agentes cumprem 16 mandados de busca e a apreensão nas cidades de Salvador, Camaçari, Boquira, Ibipitanga e Paratinga, todas na Bahia. As ações foram expedidas pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo.

Segundo a PF, o núcleo investigado é suspeito de atuar na liberação de emendas indicadas entre os anos de 2021 e 2024 mediante o pagamento de propina. Nesse período, o parlamentar enviou quatro emendas que somam 4,6 milhões às cidades de Ibipitanga e Boquira.

Os alvos devem responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro.

O Globo

sábado, 28 de junho de 2025

Gilmar pede a Barroso para decidir se ação sobre IOF no Supremo fica com ele ou Moraes

Sábado, 28 de junho de 2025

Foto: Wilton Júnior/Estadão

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, pediu ao presidente da Corte, Luiz Roberto Barroso, que avalie com quem ficará a relatoria da ação do PSOL contra a derrubada do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) – se com o próprio decano da Corte ou com o ministro Alexandre de Moraes.

O Congresso derrubou na quarta-feira, 25, o decreto presidencial que aumentava o IOF. Os primeiros ajustes nas alíquotas do tributo foram anunciados em maio, mas o governo Lula, a Câmara dos Deputados e o Senado não chegaram a um acordo em uma discussão que se estende por mais de um mês.

Gilmar diz que parece haver “coincidência parcial de objetos” entre a ação do PSOL e outro processo que o PL moveu, no início do mês, pela derrubada do decreto do IOF. Esta segunda ação está sob relatoria de Moraes.

“Caso se compreenda inexistir, na espécie, coincidência parcial de objetos, há, no mínimo, segundo penso, risco de prolação de decisões contraditórias”, alertou Gilmar ao pedir que Barroso avalie se é necessária a redistribuição da ação. O despacho foi assinado após a ação do PSOL ser distribuída para o gabinete do decano.

Segundo Gilmar, há a possibilidade de, em uma ação, se entender que os decretos do governo federal são válidos, enquanto na outra ação, se entenda pela constitucionalidade da derrubada.

“Em outras palavras, revela-se indispensável, para deslinde da presente controvérsia, examinar o próprio conteúdo dos Decretos 12.466/2025, 12.467/2025 e 12.499/2025, delineando se o presidente da República exerceu seu poder dentro dos limites regulamentares ou da delegação legislativa, para, na sequência, analisar se o procedimento suspensivo do Parlamento encontra amparo no texto constitucional”, explicou.

Estadão Conteúdo

URGENTE: Preso pelo 8 de janeiro tenta tirar a própria vida

Sábado, 28 de junho de 2025


O preso político Claudinei Pego da Silva, de 45 anos, tentou novamente tirar a própria vida nesta quarta-feira, 25 de junho. Só está vivo porque a corda improvisada que ele usou rompeu antes do fim. Hoje, ele está na enfermaria — física e emocionalmente fragilizado. Segundo sua esposa, Priscila Kellen Oliveira, 34 anos, a situação está insustentável.

A defesa de Claudinei luta pela prisão domiciliar, pedindo que ele possa, ao menos, ser tratado com dignidade. No entanto, desde o dia 23 de maio, aguarda-se o posicionamento do STF que solicitou um parecer de uma junta médica, determinado pelo ministro Alexandre de Moraes. Claudinei permanece enclausurado, silenciosamente desmoronando.

Dor que vem de dentro e de fora

Priscila soube, por meio de outra esposa de um preso político que esteve em visita ontem, 26 de junho, que Claudinei também estaria sendo agredido e humilhado dentro da prisão.

“Jogaram spray de pimenta nos olhos dele, deram um tapa na nuca… disse que ele está muito mais magro e que fala em morrer com frequência. Ele está numa cela escura, dividida com outro preso”, contou, angustiada.
“Tenho medo de que algum policial faça algo contra ele…”.

Uma história marcada por tentativas de suicídio

Não foi a primeira vez. Em dezembro de 2023, Claudinei tentou se enforcar com uma camisa na Penitenciária da Papuda. Também naquela ocasião, a morte foi evitada por pouco — agentes conseguiram intervir a tempo.

Desde janeiro de 2023, Claudinei está atrás das grades. A pedido da família, foi transferido para a Penitenciária Nelson Hungria (MG), para que a esposa e os filhos pudessem, ao menos, visitá-lo. Mas mesmo com a proximidade, a ausência pesa mais a cada dia.

A família fragmentada pela prisão

Casado, pai de quatro filhos — três deles menores de idade. O caçula, Gabriel, de apenas 6 anos, não vê mais o pai.

“Ele voltou a fazer xixi na cama. Tem dias que chora e grita sem parar. Sente uma falta imensa do pai”, relata Priscila, referindo-se a Gabriel, único filho do casal.

Sem o provedor da casa, a família sobrevive de doações. Priscila, desempregada, vive hoje com o filho na casa da mãe em Belo Horizonte. A oficina de Claudinei, onde trabalhava para sustentar a família com serviço honesto, fechou as portas. E mesmo preso, ele precisaria continuar arcando com pensão e sustento dos filhos. De onde virá esse dinheiro?

Um erro que não custava tudo isso

A defesa afirma que Claudinei foi à Praça dos Três Poderes para acompanhar um amigo. Quando soube do caos, temeu pelo pior. Foi procurá-lo na tentativa de levá-lo embora — e acabou no lugar errado, na hora errada. Ele foi encontrado num prédio onde buscou abrigo.

Hoje, condenado a 16 anos e meio, já com sentença transitada em julgado desde fevereiro de 2024, Claudinei cumpre pena entre presos comuns — sem tratamento psicológico, sem acompanhamento clínico, sem perspectiva.

da Redação / Jornal da Cidade Online

"Poste" em surto...

Sábado, 28 de junho de 2025

Em mais um capítulo da crise entre os Poderes, o Congresso Nacional impôs uma derrota histórica ao governo Lula ao derrubar, nesta quarta-feira (25/6), o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A medida, altamente impopular, havia sido editada pela equipe econômica para tentar tampar o rombo nas contas públicas.

O revés, aprovado por ampla maioria na Câmara (383 votos contra 93) e referendado no Senado em votação simbólica, marca a primeira vez em mais de 30 anos que o Congresso anula um decreto presidencial — a última vez foi em 1992, no governo Collor.

Diante da derrota, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugeriu recorrer ao STF para tentar reverter a decisão do Parlamento, o que acendeu o alerta sobre uma possível tentativa de judicializar prerrogativas do Legislativo. A Advocacia-Geral da União (AGU), no entanto, tentou conter os danos e informou que ainda não há decisão formal sobre acionar o Judiciário. Segundo nota oficial, qualquer posição jurídica será tomada "após oitiva da equipe econômica".

Haddad reagiu alegando que a decisão do Congresso seria “flagrantemente inconstitucional”, segundo pareceres de juristas aliados ao governo. A fala, no entanto, causou mal-estar no Parlamento. O ministro afirmou que, se AGU ou PGFN considerarem haver inconstitucionalidade, ele defenderá a ida ao STF.

O posicionamento causou ruído, visto como tentativa de passar por cima da vontade democrática dos representantes eleitos, o que pode ampliar ainda mais a tensão entre os Poderes.

O "poste" está em surto...


Fonte: Jornal da Cidade Online

Moraes toma decisão que envolve Eduardo e Carlos Bolsonaro

Sábado, 28 de junho de 2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu as datas para a oitiva de testemunhas relacionadas ao chamado "núcleo 2" da investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado. Entre os nomes que prestarão depoimento estão os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro: o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL-RJ).

Eles foram arrolados como testemunhas de defesa de Filipe Martins, ex-assessor especial da Presidência durante o governo Bolsonaro, e deverão ser ouvidos no próximo dia 16 de julho. Ao todo, 118 testemunhas indicadas tanto pela Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto pelas defesas dos réus estão com depoimentos agendados para o período entre 14 e 21 de julho.

Além dos filhos do ex-presidente, outros parlamentares integram a lista de testemunhas. Estão entre eles os deputados federais Marcel Van Hattem (Novo-SP), Eduardo Pazuello (PL-RJ) e Helio Lopes (PL-RJ), além dos senadores Eduardo Girão (Novo-RS) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), atual presidente do Senado.

As audiências acontecerão por videoconferência, conforme autorização do ministro Moraes.

Resta saber se o deputado Eduardo Bolsonaro, que atualmente reside nos Estados Unidos, participará remotamente...

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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