Quarta, 07 de outubro de 2026
Foto: Vittor Sales/Divulgação
Integrantes do alto escalão do Centrão passaram a tratar como certa a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo o Metrópoles, a avaliação ganhou força após o resultado das urnas no primeiro turno, quando Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.
O principal movimento ocorreu com a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, que decidiu apoiar oficialmente Flávio no segundo turno. No primeiro, as duas legendas haviam optado pela neutralidade. A decisão foi confirmada pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), após reunião das bancadas em Brasília.
Segundo Tereza Cristina, foi fechada questão, estabelecendo uma orientação partidária. Integrantes que decidirem apoiar Lula poderão ser punidos. A medida atinge inclusive o recém-eleito senador André Fufuca (PP-MA), que, segundo o presidente do PT, Edinho Silva, sinalizou apoio pessoal ao petista.
Nos bastidores, a aproximação do Centrão também considera a composição do próximo governo e a correlação de forças no Congresso. A campanha de Flávio busca ampliar as alianças e o coordenador-geral, senador Rogério Marinho (PL-RN), procurou dirigentes de outras legendas, entre eles o presidente do Republicanos, Marcos Pereira.
Flávio também recebeu os apoios de Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). O Novo deve oficializar sua aliança com o candidato no segundo turno.
Com informações do Metrópoles
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