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sábado, 27 de fevereiro de 2021

Justiça aceita denúncia e torna réu gamer que matou jovem

Domingo, 28 de Fevereiro de 2021

Juiz autorizou a quebra de sigilo do celular de Guilherme Costa e determinou exame de sanidade mental.

Nesta sexta-feira (26), a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra o jovem que assassinou a golpes de faca e espada uma colega de jogos de videogame, em Pirituba, São Paulo. Com a decisão, Guilherme Costa, de 18 anos, se torna réu pelo crime que vitimou Ingrid Bueno, de 19, na última segunda-feira (22).

A denúncia foi recebida pelo juiz Adilson Paukoski Simoni, da 5ª Vara do Júri do Foro Central Criminal. Ele autorizou a quebra de sigilo dos dados do celular do réu. Assim, serão coletadas informações de mensagens, ligações, fotos, e conversas em redes sociais.

A investigação quer saber se Guilherme agiu sozinho e se há mais vítimas, já que o Guilherme afirmou ser um “soldado de um exército” que objetiva fazer ataques à fé cristã.

O magistrado determinou também a realização de um exame de insanidade mental, a fim de detectar alguma doença ou perturbação psicológica.

As motivações do crime ainda são investigadas pela Polícia Civil.

RELEMBRE O CASO

A jogadora profissional Ingrid conheceu o gamer Guilherme em partida online há cerca de um mês. Os dois integravam equipes rivais do jogo de guerra, Call of Duty (Cod). A moça era conhecida como Sol e participava do time FBI E-Sports, e o rapaz era conhecido Flash Asmodeus e integrava o Gamers Elite.

Escondido dos pais, Ingrid foi à casa de Guilherme na última segunda-feira (22), onde acabou morta a golpes de faca e espada no local, apresentando “inúmeros e cruéis ferimentos”, diz a denúncia.

O rapaz chegou a gravar um vídeo do crime e publicou na internet. O conteúdo foi removido das plataformas.

– Vocês ‘tão (sic) achando que é tinta, montagem, mas não é. Eu realmente matei ela. Eu tenho um livro também. Pedi pra um pessoal divulgar – diz ele no vídeo, referindo-se a um diário de 52 páginas, no qual ele descreve seus dias e expressa discursos de ódio.

Quando questionado sobre o porquê de ter cometido o homicídio, ele disse que a jovem havia “atravessado o seu caminho”. Na delegacia, ele garantiu estar em plenas condições mentais.

– Minha sanidade mental tá (sic) completamente apta. Eu quis. Eu quis fazer isso – disse.

(Pleno News)

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