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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Tenha compostura Haddad. Só quem usa a bolsa de colostomia sabe a vida que leva! (Veja o Vídeo)

Quinta, 25 de Outubro de 2018

Já escrevi sobre o respeito que todos, inclusive a Folha de São Paulo, precisam ter com a bolsa de colostomia de Jair Bolsonaro e de quem a usa.
O desrespeitoso Haddad disse que "Bolsonaro fede".
Alusão à bolsa, é claro. E sendo a bolsa consequência do crime em Juiz de Fora, alusão perversa e regozijadora à facada, é claro também. Cuidado, Haddad, a Lei do Karma é implacável. Aqui se faz, aqui se paga. Respeite-a.
Ela cobra de todos nós os males que praticamos, há um segundo ou nas vidas e vidas passadas. É inexorável.
Mas não é Bolsonaro que fede, "professor" Haddad. É o mau cheiro que da bolsa exala. De todas as bolsas de colostomia, como explica e demonstra um anônimo brasileiro, de fala simples, sem ostentação, de "figurino" comum de todas as pessoas de bem, como se pode constatar no vídeo a seguir, que o próprio anônimo gravou para explicar e mostrar as agruras de quem utiliza bolsa de colostomia.
Mas o mau cheiro da bolsa de colostomia de Bolsonaro não é o fedor da corrupção, da desonestidade, das justas condenações que a Justiça impôs aos asseclas de Haddad que saquearam os cofres do governo, que punguearam o dinheiro do povo brasileiro e ficaram ricos.
Alguns já estão cumprindo pena no xadrez, nas penitenciárias... Muitos outros estão a caminho.
São pessoas fedorentas de podridão e que não foram vítimas de facada, mas que deram muitas facadas em todo o povo brasileiro, por muitos anos. São assassinos em potencial. Ao invés de faca, usaram o poder e a caneta para destruir a Nação e seus nacionais, desastre de tamanha grandeza e amplitude que levará anos para ser remediado. Reparo, talvez jamais, tão grande é o rombo.
Jair Bolsonaro decidiu que não vai a debate algum. E nem foi após a facada que recebeu na cidade de Juiz de Fora, por um facínora que ostenta o nome-título de "bispo". Decisão acertada. Nem precisa ir.
Primeiro porque debater com néscio é perda de tempo.
Segundo porque, no principal deles, o debate final na TV Globo, o clima será desfavorável e hostil a Bolsonaro que já prometeu distribuir, igualitariamente por toda a imprensa, a verba pública da publicidade governamental que, há anos, só a Globo abocanha 40% dela, conforme o próprio Bolsonaro avisou e antecipou.
E o que sobra é para dividir entre centenas e centenas de outras emissoras e empresas jornalísticas estabelecidas neste país continental.
Com Bolsonaro na presidência, a organização Globo vai ser igual a todas as outras.
E terceiro porque as condições físicas de Bolsonaro não permitem, como explica este grande brasileiro que se expôs a todos nós, com coragem, firmeza, sem vaidade e tomado da sensibilidade das pessoas de bem, como mostra o vídeo a seguir.

Jorge Béja

Advogado no Rio de Janeiro e especialista em Responsabilidade Civil, Pública e Privada (UFRJ e Universidade de Paris, Sorbonne). Membro Efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB)


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