martins em pauta

sábado, 4 de maio de 2019

Projeto quer acabar com as mordomias do STF e de toda administração pública

Não vêm de hoje as críticas relacionadas aos excessos cometidos pela administração pública quando o assunto versa sobre o dinheiro dos contribuintes.

Embora a maior parte das reprovações recaiam sobre a conduta dos parlamentares, recentemente o Supremo Tribunal Federal foi alvo dos mais duros ataques (até justos, diga-se de passagem) por abrir uma licitação para comprar lagosta, camarão e vinhos para festas e recepções na corte.

O valor total da oferta divulgada é de R$ 1,134 milhão.

O senador Reguffe (sem partido-DF) usou a tribuna do Senado para reforçar o coro daqueles que se sentiram indignados com os abusos realizados pelo Supremo.

De acordo com estudo da ONG Contas Abertas que fora apresentado pelo senador, a administração pública federal gasta, por ano, mais de R$ 1,6 bilhão com combustível, pedágio, manutenção, aluguel e leasing de veículos. Para Reguffe, esses gastos não se justificam de nenhuma forma. Para tanto, pediu apoio ao PLS 547/2018, de sua autoria, que dá fim ao uso de carros oficiais no Brasil, excetuando-se apenas o presidente da República, na condição de chefe de Estado.

Em consulta realizada no próprio site do Senado, embora com pouca participação popular, 100% dos participantes foram favoráveis à proposta, como pode ser visto na imagem a seguir:


Ainda, o senador Reguffe aproveitou a oportunidade e criticou o excesso de renúncias fiscais, de incentivos e desonerações concedidas pelo governo federal a bens e serviços sem um critério justo. Somente em 2019, advertiu o parlamentar, R$ 306,4 bilhões deixarão de entrar nos cofres públicos por causa disso. Inclusive destacou que os produtos que necessitam de incentivos, como os remédios, não têm desoneração fiscal. No entanto, os automóveis e outras áreas menos prioritárias têm.

De acordo com o projeto, fica proibida a utilização de veículos oficiais por autoridades públicas, com exceção do Presidente da República, na condição de Chefe de Estado Brasileiro (art. 1º).

A lei será aplicada aos veículos oficiais de representação à disposição de autoridades públicas, não se aplicando aos veículos oficiais utilizados na prestação direta de serviços públicos específicos à população. De acordo com a justificativa, “o projeto de lei tem por objetivo limitar apenas ao Presidente da República, na condição de Chefe de Estado e mandatário maior da nação, o direito a veículo oficial custeado pelos cofres públicos da União”.

Conforme apresentado no texto do projeto, conforme divulgado pelo Ministério do Planejamento em fevereiro de 2018, no âmbito do Poder Executivo Federal, atualmente 110 (cento e dez) autoridades têm a sua disposição um veículo oficial custeado pelos cofres públicos. Não obstante, o considerável número de cento e dez pessoas que ainda gozam de tal prerrogativa no âmbito do Poder Executivo Federal, esse quantitativo deve ter aumento exponencial ao se levar em consideração a frota à disposição de autoridades dos outros Poderes.

Quanto ao Poder Judiciário, deve-se levar em conta os 5 Tribunais Superiores: STF, STJ, TST, TSE e STM, além de 5 Tribunais Regionais Federais (TRFs), 24 Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), além do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, todos mantidos pela União. Aqui, cabe a inclusão do Conselho Nacional de Justiça. Há inclusive que se considerar o Ministério Público da União (MPU), que compreende os seguintes ramos: Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Militar (MPM), Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), além do Conselho Nacional do Ministério Público, também custeados com recursos orçamentários federais.

Embora o texto do projeto verse tão somente sobre o uso desenfreado de carros oficiais, é uma amostra das mudanças que poderão ocorrer sobre os políticos e agentes públicos em geral pelos próximos anos. Um tipo como Renan Calheiros certamente deve olhar para o passado com saudosismo, lembrando-se dos tempos em que fazia implante capilar com avião oficial e sustentava uma amante com a folha de pagamentos do Senado.

Cesar Augusto Cavazzola Junior

Advogado (OAB/RS 83.859). Mestre em Direito (Unisinos - 2015). Colunista e Editor da Mídia Lócus. Autor dos livros “Manual de Direito Desportivo” (EDIPRO, 2014), “Bacamarte” (Giostri, 2016) e coautor de outras obras jurídicas. Contato: cesar.cavazzola@gmail.com. 

Integrante da Lócus Online
Fonte: Jornal da Cidade Online

Sergio Moro revela o motivo da escalada de assassinatos de 1998 a 2016

Sábado, 04 de Maio de 2019

PGR quer execução imediata da pena de condenado por tentativa de homicídio da mulher em 1998

Escreveu ele:
Retrato da falência do sistema. Alguma dúvida do motivo da escalada de assassinatos no Brasil entre 1998 e 2016? Remédio: Projeto de lei anticrime. Execução imediata das sentenças do Tribunal do Júri.
Sergio Moro chamou a atenção para impunidade do sistema atual e exemplificou com um caso em que a PGR quer execução imediata da pena de um condenado por tentativa de homicídio a mulher em 1998.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, quer a execução imediata da pena aplicada a um homem condenado por tentativa de homicídio de sua mulher, em 1998. Marcelo Fontenele Maia foi denunciado pelo crime em 1999, condenado em 2007 e ainda não começou a cumprir a pena. Dodge destaca que, em quase 21 anos desde a ocorrência do crime e quase 12 anos após a condenação pelo júri, a defesa tem interposto “sucessivos e descabidos recursos e habeas corpus, marcantemente protelatórios”, para evitar o cumprimento da condenação. Nesse contexto, a PGR também pede a aplicação de multa por litigância de má-fé.
Este caso é só um exemplo no meio de um mar de impunidade que assola a justiça brasileira.
Não resta dúvida que o Projeto de Lei Anticrime precisa ser aprovado urgentemente.
da RedaçãoFonte: Jornal da Cidade Online

“Só o amor constrói”, diz Bolsonaro no Twitter ao exibir comentários de ódio e desejo por morte a Silvio Santos após o apresentador receber o presidente

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro gravou nessa quinta-feira(02) uma entrevista ao Programa Silvio Santos, do SBT. A participação será transmitida no domingo(05). Em seu Twitter, o presidente chamou Silvio Santos de “maior comunicador deste país”. Segundo Bolsonaro, no programa, ele irá falar sobre “assuntos de interesse de todos os brasileiros, incluindo a Nova Previdência”.
Ainda no microblog Twitter, Bolsonaro mostrou nesta sexta-feira(03) mensagens de ódio em redes sociais contra o apresentador e dono do SBT, após ter dado espaço ao presidente com gravação, conforme noticiários, repleta de bom humor e bom relacionamento da dupla. “Só o amor constrói”, disse o capitão sobre os comentários desrespeitosos a Silvio Santos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leonardo
    Quem é mesmo que vomita ódio contra seus opositores?
    Quem é mesmo que deseja o mal as pessoas só porque tem ligação com opositor político?
    Quem é mesmo que não sabe dialogar?
    Quem é mesmo que não sabe ser oposição de forma civilizada e construtiva?
    Quem é mesmo que dá apoio a corrupto e a libertinagem como forma de vida?
    Muito bom essas reações públicas, revelando de forma incontestável o caráter da oposição que julga, culpa e acusa os outros daquilo que ele é!
    Caiu a máscara! Estamos testemunhando a verdadeira face da esquerda.

Poluição e drogas afetam fertilidade masculina, mostra estudo da USP

Sábado, 04 de Maio de 2019

(FOTO: PIXABAY)

De acordo com pesquisas divulgadas pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a poluição e o consumo de drogas como álcool, cocaína, anabolizantes e cigarros afetam a fertilidade masculina. Para os especialistas envolvidos no estudo, parte crucial na prevenção do problema é fazer acompanhamento médico regularmente.

Os dados divulgados pelo grupo mostram que 48% dos homens do Brasil nunca foram ao médico. Em estados como o Mato Grosso, esse número chega a 75%. “Culturalmente, os homens deixam de frequentar o pediatra durante a infância e só voltam ao médico perto dos 50 anos, ou quando algo está errado”, afirma Jorge Hallak, diretor do IEA-USP e do laboratório Androscience, em entrevista à GALILEU.

Poluição

O levantamento mostra que, no Amapá, a população masculina com idades entre 60 e 70 anos tem função sexual praticamente igual a de um indivíduo de 36 anos. Isso porque 96% da área — parte da Amazônia— está preservada, o que dificulta o consumo de carnes vermelhas e alimentos processados.

A situação em regiões metropolitanas poluídas, como a da cidade de São Paulo, por exemplo é bem diferente. “Em regiões industrializadas, como a Sudeste, esse número é bem menor. Isso porque que os hábitos e o estilo de vida afetam a fertilidade”, relata Hallak, que reforça que é necessário desassociar a ideia de reprodução apenas com a população feminina.

De fato, dados mostram que, em casais na América Latina, 52% da deficiência reprodutiva está na população masculina. “O homem tem a impressão de que se conseguir ter ereções e ejacular, está tudo bem. Mas isso não significa que ele seja fértil. Espermatozoides podem não estar sendo produzidos, ou podem não estar saudáveis.”

“Há um alerta mundial sobre fertilidade, mas parece que no Brasil ainda ‘não caiu a ficha’ da população. As pessoas deixam para se preocupar com o assunto quando tentam ter filhos e não conseguem, quando, na verdade, hábitos como o consumo de álcool e drogas estão afetando a saúde reprodutiva desde a juventude”, alerta o especialista.

Higiene

A higienização diária da genitália masculina é essencial na prevenção de disfunções e doenças. Pesquisas mostram que mil brasileiros têm o pênis amputado todos os anos como resultado de câncer de pênis, causado pelo vírus HPV (contaminação se dá por falta de higiene).

Hallak afirma que, nesse caso, o Brasil optou pela vacinação contra o HPV, que é a alternativa mais cara. Existem, contudo, outras alternativas: “A circuncisão na primeira infância pode prevenir até 80% dos casos registrados, tal como a educação das pessoas sobre o assunto”.

“A escola é o lugar ideal para educarmos as pessoas sobre saúde sexual. Em outros países, as pessoas fazem exames de testículos desde os 10 anos. Isso deve ser incentivado para que, já na adolescência, os meninos criem o hábito de fazer o exame de toque nos testículos”, conclui.

Galileu

STF nega pedido de habeas corpus a Lula feito por advogados

Sábado, 04 de Maio de 2019

O ex-presidente Lula | Edilson Dantas

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou hoje um pedido de habeas corpus feito em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido foi protocolado em 29 de abril por dois advogados. Após as apresentações do pedido inicial e de duas manifestações, a negativa para o andamento do caso foi definida hoje por Fachin.

A ação de Habeas Corpus foi feita por dois advogados que não integram a defesa constituída pelo ex-presidente. Eles alegaram que a redução da pena de Lula, após decisão do STJ, alterou a contagem para prisão em regime fechado, possibilitando a transferência ao semiaberto.

Blog Alcemo Gois – O Globo

Justiça do Trabalho lança campanha contra o Assédio Moral

Sábado, 05 de Maio de 2019


No Dia Nacional de Combate ao Assédio Moral (2), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) lançaram a campanha Pare e Repare ” Por um Ambiente de Trabalho Mais Positivo, que conta com o apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN).

O objetivo da iniciativa é retratar, em linguagem simples, situações do cotidiano de trabalho que podem resultar em assédio moral.

“A Justiça do Trabalho atua na solução de conflitos, mas é necessário falar sobre a prevenção desse mal que se verificou nos ambientes de trabalho e que adoece grandemente as vítimas”, enfatiza o ministro Brito Pereira, presidente do TST e do CSJT.

Para ele, “é preciso orientar todos sobre a necessidade de se trabalhar em ambientes de respeito mútuo e tratamento cordial”.

Prevenção

A Justiça do Trabalho é o ramo do Poder Judiciário a que milhares de pessoas recorrem quando têm seus direitos trabalhistas desrespeitados.

Em muitos casos, o que se busca é a reparação de danos decorrentes da exposição a situações humilhantes ocorridas repetidamente no ambiente de trabalho ” o assédio moral, que pode levar ao adoecimento físico e psíquico.

“É um mal que contamina não só a vítima, mas toda a sua rede de relacionamento, o que inclui colegas, amigos e a própria família”, reforça o presidente do TST e do CSJT.

Em 2018, mais de 56 mil ações envolvendo assédio moral foram ajuizadas na Justiça do Trabalho. Mas o número pode ser maior, visto que muitas pessoas têm receio de denunciar práticas abusivas como esta.

Tipos

O material educativo aborda os diferentes tipos de assédio moral e retrata as situações mais comuns na rotina de trabalho.

Os vídeos ilustram os quatro principais tipos de assédio moral: vertical descendente (praticado pelo superior hierárquico), vertical ascendente (praticado pelo subordinado ou grupo de subordinados), horizontal (entre colegas) e institucional (praticado pela própria organização).

A ideia é evidenciar que condutas abusivas não podem ser toleradas (Pare) e apresentar atitudes corretas para cada situação (Repare).

A cartilha busca conscientizar o leitor com exemplos práticos de situações que configuram assédio moral, detalhando causas e consequências.

Também são apresentadas medidas para prevenir e combater o assédio moral de forma a tornar o ambiente de trabalho mais colaborativo, próspero e saudável.

Fonte: Ascom – TRT/21ª Região

Coreia do Norte faz grandes cortes em alimentos fornecidos à população; ONU informa que metade sofre com severa escassez de comida

Sábado, 04 de maio de 2019


Coreia do Norte: as doações de alimentos feitas pela Rússia, Canadá, França, Suécia e Suíça não foram o suficiente para suprir a demanda de alimentos do país (Danish Siddiqui/Reuters)

Aproximadamente 10,1 milhões de pessoas na Coreia do Norte, quase metade da população, sofrem com a “severa falta de alimentos” depois que o governo reduziu as porções de comida distribuídas à população para um nível jamais visto para esta época do ano, revelou nesta sexta-feira a ONU.

Uma avaliação da situação alimentícia no país, a pedido do Programa Mundial de Alimentos (PMA), a maior agência de ajuda humanitária das Nações Unidas, descobriu que o consumo de alimentos no país asiático foi bastante reduzido, que sua diversidade é mínima e que as famílias se viram forçadas a reduzir o número de refeições por dia ou a quantidade de comida nas mesmas.

A razão para os cortes é que a Coreia do Norte teve sua pior safra na última década, explicou o porta-voz do PMA em Genebra, Herve Verhoosel.

“Sem apoio humanitário, milhões podem sofrer com a fome”, advertiu Verhoosel em entrevista coletiva.

Especialistas do PMA e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês) visitaram a Coreia do Norte de 29 de março a 12 de abril a pedido do regime de Kim Jong-un para realizar a avaliação.

A missão estabeleceu que a produção agrícola no país no último ano foi de 4,9 milhões de toneladas, o pior número desde 2008-2009 e que representa um déficit de 1,36 milhão de toneladas (incluindo as importações) em relação à quantidade mínima necessária.

Apesar das doações de alimentos de Rússia, Canadá, França, Suécia e Suíça ao país através do PMA, isto está longe de cobrir as necessidades mais vitais da população norte-coreana.

“Tememos que, diante da ausência de uma assistência externa significativa, as porções de alimentos distribuídas pelo governo sofram ainda mais cortes nos meses críticos, que vão de julho a outubro, o período entre safras na Coreia do Norte”, segundo o PMA.

A Coreia do Norte sofreu uma das piores crises de fome na década de 1990 como consequência de safras ruins, o que coincidiu com a desintegração da União Soviética, um dos seus principais apoios econômicos naquela época.

Essa situação gerou uma escassez de alimentos que, segundo alguns especialistas, provocou a morte de aproximadamente 3,5 milhões de pessoas.

Nas últimas décadas, a China foi um dos principais fornecedores de ajuda humanitária à Coreia do Norte, mas esta geralmente foi direta, sem passar por órgãos da ONU.

Exame, com EFE

Bolsonaro diz que Polos de Agricultura Irrigada vão gerar emprego

Sábado, 04 de Maio de 2019

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta sexta-feira (03), em sua conta no Twiter, a portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional estabelecendo os Polos de Agricultura Irrigada.

“Nova Portaria 1.082/19 do @mdregional_br gere os ‘Polos de Agricultura Irrigada’ desenvolvendo e aumentando a produtividade. Foco é gerar emprego e renda, alavancar desenvolvimento dos setores produtivos, organizando esforços e investimentos”, escreveu o presidente.

A portaria define Polos de Agricultura Irrigada como aglomerados agrícolas irrigados onde a agricultura irrigada está presente e que tenha potencial de expansão, considerando, especialmente, disponibilidade de água e de solo.

É necessário que exista organização social na área, com associação de irrigantes organizada. As lideranças locais trabalharão em parceria com entidades de ensino e pesquisa, empresas públicas e privadas, bancos de desenvolvimento, entre outros. Os grupos gestores de cada projeto de irrigação usará recursos próprios e parcerias públicas e privadas.

Segundo o ministério, os polos de produção irrigada da Bacia do Rio Santa Maria (Rio Grande do Sul) e do Vale do Araguaia (Goiás) já realizaram a oficina de Planejamento Estratégico. O primeiro alcança cerca de 120 mil hectares nos municípios de Cacequi, Lavras do Sul, Dom Pedrito, Rosário do Sul, São Gabriel e Santana do Livramento.

Já o segundo integra mais de 100 mil hectares nas cidades de Britânia, Jussara, Santa Fé e Montes Claros de Goiás.

Em junho, será instalada a unidade da região de Cristalina (Goiás). Até o fim do ano, há a previsão de que os polos do Oeste da Bahia e o de Sorriso, este em Mato Grosso, também entrem no processo.

Agência Brasil

Contato : (84) 9 9151-0643

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