Segunda, 09 de fevereiro de 2026
Segundo relatos de alunos que estavam no local, durante a atividade foi percebido um forte cheiro químico, semelhante ao de cloro em alta concentração. Pouco depois, os participantes passaram a sentir ardência nos olhos e nas vias respiratórias, além de náuseas e episódios de vômito.
Entre as vítimas está Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos. Ela chegou a ser socorrida e levada a um hospital em Santo André, mas não resistiu após sofrer uma parada cardíaca. O marido da jovem e outros quatro alunos também foram hospitalizados, alguns deles em estado considerado grave.
A Polícia Civil informou que os responsáveis pela academia fecharam o estabelecimento e deixaram o local sem comunicar previamente as autoridades. De acordo com o delegado Alexandre Bento, titular do 42º Distrito Policial, foi necessário arrombar o imóvel para permitir o trabalho do Instituto de Criminalística e do Corpo de Bombeiros.
A perícia técnica busca esclarecer se houve falha na dosagem de produtos químicos utilizados no tratamento da água ou a aplicação de substâncias inadequadas. A Vigilância Sanitária também foi acionada para vistoriar as instalações e verificar se a academia cumpria as normas exigidas.
O caso foi registrado como morte suspeita e perigo para a vida ou saúde de terceiros. As investigações seguem em andamento, e os proprietários e gerentes da academia deverão ser localizados e intimados a prestar esclarecimentos. Até o momento, a academia citada não se manifestou sobre o ocorrido.
Fonte: Jornal da Cidade Online

Nenhum comentário:
Postar um comentário