Segunda, 16 de fevereiro de 2026
O primeiro nome cotado é o economista Marcos Cintra, ex-secretário da Receita Federal e conhecido por sua atuação em reformas tributárias e propostas de modernização fiscal. Cintra tem experiência em órgãos públicos e já foi secretário especial da Receita no governo anterior, o que reforça seu perfil técnico e alinhado às propostas de ajuste e simplificação do sistema tributário.
O segundo nome avaliado nos bastidores políticos é o de Fabio Giambiagi, que já foi subsecretário do Tesouro Nacional e ocupa posição de destaque como economista no setor privado. Giambiagi é visto como um profissional com sólida base em finanças públicas e experiência em articulação com o mercado, atributos que agradam a aliados de Flávio Bolsonaro que buscam um perfil capaz de transmitir confiança aos investidores e ao próprio Congresso.
A divulgação dos possíveis nomes ocorre em meio a debates internos na equipe econômica da campanha do senador, enquanto grupos de apoiadores e economistas próximos à candidatura discutem a formação do que seria um governo com foco em ajustes fiscais e estímulo ao crescimento econômico. Há ainda interlocuções com setores produtivos para aferir a receptividade das propostas e dos perfis sugeridos.
Até o momento, nenhum dos dois economistas foi oficialmente convidado ou confirmou interesse em ocupar o posto, e a definição dependerá do desenrolar das negociações políticas e do resultado das urnas em 2026. A escolha do ministro da Fazenda é considerada estratégica para a construção de um programa econômico que combine responsabilidade fiscal com estímulo à atividade privada e geração de empregos em um eventual governo Bolsonaro.
Fonte: Jornal da Cidade online

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