Quarta, 14 de janeiro de 2026
Nas fotos, Trump aparece ao lado de seus principais assessores militares acompanhando o avanço da missão considerada uma das mais complexas já realizadas na região nos últimos anos.
O chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, explicou que a operação foi fruto de meses de planejamento e ensaios.
Segundo ele, a ação foi discreta, precisa e executada durante a madrugada de 3 de janeiro, com mais de 150 aeronaves envolvidas — incluindo caças F-35, F-22 e F-18, bombardeiros B-1 e aviões E-2 de alerta antecipado.
O objetivo era inserir uma força de interdição no centro de Caracas, mantendo o fator surpresa. Enquanto a unidade de elite avançava para capturar Maduro, o Componente Aéreo Conjunto neutralizou os sistemas de defesa aérea venezuelanos.
Caine afirmou que armamentos específicos foram usados para garantir passagem segura aos helicópteros. A chegada ao complexo onde Maduro estava ocorreu às 2h01 (horário local). As equipes isolaram rapidamente a área para proteger o avanço terrestre.
Trump confirmou que um helicóptero foi danificado e dois militares ficaram feridos, mas destacou que não houve mortes e a aeronave retornou à base.
As imagens publicadas no X mostram o acompanhamento direto da Casa Branca sobre a missão. Trump elogiou as forças envolvidas:
“Foi uma operação extraordinária. Maduro foi capturado com sucesso no meio da noite.”
Segundo o presidente, as luzes de Caracas foram desligadas para dificultar reações. Maduro e Cilia Flores agora “enfrentarão a Justiça dos Estados Unidos”, sendo acusados em Nova York por envolvimento com narcotráfico.
Trump classificou o local da captura como “fortaleza militar no coração de Caracas” e concluiu:
“Somos novamente um país respeitado.”
Veja as imagens:







Nenhum comentário:
Postar um comentário