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quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Alexandre de Moraes: “Na hora que prender 2 ou 3, eles param rapidinho”

Quinta, 20 de Outubro de 2022


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, disse nesta terça-feira (18) que o assédio eleitoral no ambiente de trabalho é crime e será combatido pela Justiça Eleitoral nas eleições.

Durante sessão do TSE, Moraes informou que se reuniu com representantes do Ministério Público Eleitoral (MPE) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) para tratar do combate ao assédio de empresas a funcionários para induzir o voto em determinados candidatos.

Segundo Moraes, o assédio está ocorrendo pelas redes sociais, por meio de ameaças de demissão, declarações sobre fechamento após as eleições, além de casos de tentativa de retenção de documentos.

Para o presidente, o eleitor deve ter liberdade para escolher seus candidatos sem inferências ilícitas.

– O assédio moral é crime e como crime será combatido. Aqueles que praticarem o crime, não só responderão civilmente, como penalmente também – afirmou.

De acordo com o MPT, foram registradas nestas eleições 440 representações envolvendo assédio eleitoral contra trabalhadores. O número correspondente ao dobro registrado nas eleições de 2018.

REUNIÃO COM O PT
De acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, durante reunião com a comitiva do PT nesta segunda (17), Moraes já havia adiantado a possibilidade de prisão por assédio eleitoral, mediante denúncias feitas por Paulinho da Força, apoiador de Lula.

Paulinho teria dito ao ministro que recebeu uma série de denúncias de trabalhadores que estariam sendo constrangidos a votar no presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao que Moraes respondeu:

– Na hora que prender dois ou três, eles param rapidinho.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Sobral 24 Horas

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