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domingo, 11 de setembro de 2022

A bandeira hasteada: O resgate do patriotismo da Nação Verde e Amarela

 Domingo, 11 de Setembro de 2022




Suscito como exemplos as torpes ilações jogadas nas redes sociais de uma “militante vermelhinha”, travestida de jornalista - que bem representa o lado podre de uma imprensa venal e vendida - e as ações dos adeptos da trupe dos “Terceiroviistas Inconsolados” que andam divulgando medíocres e desonrosas paródias contra as Forças Armadas e contra seu Comandante Supremo. Estão doentes. Foram infectados e querem infectar o Brasil com o vírus da desunião e da cizânia.

Desta maneira têm eles a vã pretensão de disseminar por aí que Bolsonaro transformou as comemorações dos 200 anos da Independência do Brasil em um reles ato de propaganda política e que está se apropriando do enorme e jamais visto sentimento de brasilidade de nossa gente para turbinar sua reeleição.

Não vale a pena ficar remoendo os tristes procedimentos desses energúmenos da Pátria ou explicitar suas condenáveis atitudes. Entretanto, cabe lembrar de que, quem costumeiramente se valeu dos cofres públicos e da máquina governamental para cobrir o chão deste Brasil de vermelho, sufocar o sentimento de amor à Pátria do nosso povo e acabar por desgraçá-lo, não foram Bolsonaro e seus compatriotas, mas a esquerdalha das quadrilhas de FHC a Temer, ao longo das três últimas décadas.

Foram os governos do social-comunismo que roubaram de nós cidadãos honrados, até conseguirem fornir as algibeiras de suas malditas associações, partidos, sindicatos e as agremiações assassinas do MST ou do PCC, justo para avermelhar nossas antigas comemorações do “Sete de Setembro”, de 1985 para esta parte.

Mataram nosso “Dia da Independência” e colocaram no lugar o nefando, o sectário e discricionário “Primeiro de Maio”, coberto de vermelho de cima abaixo.

Nos tempos de usurpação e de falcatruas, foram aqueles mesmos velhacos que usaram nosso dinheiro suado para nos fazer crer em seus prestígios e em sua força junto ao povo. Isto sim é irregular, imoral e criminoso e é aquilo tudo que agora querem jogar nas costas desta enorme multidão que está arregaçando as mangas para colocar o Brasil da “Nova Ordem” no lugar que bem mercê no concerto das Nações e que diariamente cospe na lapela da “esquerda delinquente”.

A corja togada e seus esbirros no Parlamento que nos censuram, que nos coagem, que nos humilham e que querem amedrontar os patriotas não está obtendo sucesso. Nossa bandeira com as cores deste “Gigante das Américas” está fincada “per omnia saecula saeculorum” e o imenso amor de nossa gente por seu Brasil, se antes não foi erradicado pelos “Desonrados da Pátria” apesar de todo o mal que perpetraram, agora mesmo que não conseguirão jamais.

Contudo, vou vaticinar. Caso aqueles crápulas insistam em por em prática seu perverso projeto de poder, verão que o vermelho que cobrirá o chão desta Terra de Santa Cruz não será o da bandeira da foice e do martelo, mas o do sangue das suas quadrilhas e, obviamente, o de nossa gente rebelada e convicta de que, como um dia disse o poeta com outras palavras: melhor ver o pavilhão verde e amarelo roto na batalha que vê-lo servir a este povo de mortalha.

Ninguém – mas ninguém mesmo – arranca mais deste povo a vontade de lutar por seu País ao lado do Capitão até que a morte separe os patriotas de seu líder.

Corruptos de uma figa, vendidos ou “sequelados” por estranhas ideologias recuem, desertem ou fujam porque o recado que vem das ruas é peremptório: fincamos a bandeira nacional em cada pedaço deste chão brasileiro e se preciso for o povão exausto de tanto sofrimento cravará no peito dos traidores o mastro que a sustenta!

Das mãos da gentalha de Lula e Dilma, bem como assim da tal fracassada “Terceira Via” - todos juntamente com os poderosos e com a nojenta elite usurpadora - custamos, mas arrancamos do controle deles e de debaixo de seus pés imundos nossa bandeira verde e amarela para colocá-la, neste “Sete de Setembro” no altar mais alto deste Brasil continental.

Esta situação dramática me faz recordar de uma cena emblemática da Segunda Grande Guerra Mundial, quando as Nações livres e soberanas lutaram por sua liberdade.

Cinco dias após o início de uma das batalhas mais sangrentas da Guerra do Pacífico, em 23 de fevereiro de 1945, seis fuzileiros navais dos Estados Unidos hastearam uma bandeira norte-americana no topo do monte Suribach, com 168 metros de altura, uma fortaleza japonesa defendida de forma violenta.

O ato se tornou símbolo da coragem, da união e do heroísmo entre os Aliados, contra a dominação japonesa.

O momento ficou imortalizado pela lente de Joe Rosenthal, um fotógrafo da Associated Press autor da foto-símbolo da Segunda Grande Guerra e que cobria a batalha pelo controle da ilha japonesa Iwo Jima - um importante ponto intermediário entre as bases de bombardeiros dos Aliados e o Japão - na qual morreram quase 20 mil japoneses e mais de 6.000 americanos, em uma guerra que só terminaria seis meses depois.

A foto de Rosenthal tirada em um cenário devastado pelo pesado bombardeio do inimigo, onde seis “marines” hastearam sua bandeira de guerra marcou o espírito de um dos momentos mais significativos da Segunda Guerra.

“Penso nisso sempre que vejo nossa bandeira balançando ao vento, até hoje”, disse antes de falecer, um dos então remanescentes dos fuzileiros que levantaram a bandeira do seu País, “Essa bandeira está dizendo para todos nós: ‘Ainda estamos aqui, amigos. Ainda estamos aqui”.

Sempre penso nisso também, nos últimos 3 anos e meio, quando vejo nossa gente honrada, briosa e ordeira saindo de suas casas para dizer ao Brasil e para o mundo que a vermelhada ladra e sem verniz quer nos dominar pelo medo, pela coação e através de uma maldita usurpação dos nossos direitos e garantias individuais e, então, digo: 

“Estamos aqui seus perversos. Ainda estamos aqui e resistiremos”.
Foto de José Maurício de Barcellos

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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