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domingo, 22 de agosto de 2021

É melhor morrer de pé do que viver de joelhos...

Domingo, 22 de Agosto de 2021

Como eu venho dizendo há tempos, a ruptura JÁ ACONTECEU. Existe uma guerra institucional declarada no país, onde o sistema, STF, agora TSE, (alguns) governadores, senadores da CPI da pandemia, etc., lutam contra o Presidente da República (e seus apoiadores). É guerra mesmo.

Todas as ações que vemos hoje é essa guerra institucional sendo lutada. Não é porque não se vê tanques militares ou soldados de arma em punho nas ruas que ela não existe. O povo pode até não ter entrado FISICAMENTE na guerra (ainda), mas indiretamente ele está fazendo parte.

Nunca foi tão claro saber o que acontece no país, e de qual lado devemos ficar. Ficaremos ao lado da liberdade e da democracia, com o Presidente, enquanto do outro lado está o sistema oligárquico totalitário (com a velha política).

E daí nesse cenário é óbvio que não será apenas contra o Presidente da República que o inimigo agirá (sim, o sistema hoje é o inimigo; chamemos as coisas pelo nome certo). Mas como ele não pode agir contra milhões de pessoas, elegerá alguns como "paradigma" (exemplo) e alvo.

Vêm as prisões de jornalistas e políticos/líderes, as perseguições contra ativistas, a instauração de "lawfare" (guerrilha processual) contra cidadãos relevantes, e muito mais. Eles não vão parar. Eles não sentem compaixão, pena, ou caridade. Assim é em uma guerra.

Eles só vão parar quando houver a capitulação da sociedade, ou então quando o povo (através do Presidente da República) se render.

Eu, particularmente, digo: é melhor morrer de pé do que viver de joelhos.

Vale a pena lutar pelos valores e princípios que nos fazem brasileiros.

Lembro aqui o que foi dito por Chesterton, um dos meus modelos de vida:

"O verdadeiro soldado não combate porque odeia o que está na frente dele, mas porque ama o que está por trás dele.".


Fonte: Jornal da Cidade Online 

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