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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Trump diz ver chances de acordos com Cuba e Irã que impeçam ação militar dos EUA

Segunda, 02 de fevereiro de 2026

Foto: Mark Schiefelbein/AP

Os Estados Unidos avaliam a possibilidade de acordos diplomáticos com Cuba e o Irã para evitar uma escalada militar, segundo declarou o presidente Donald Trump neste domingo (1º). Ao mesmo tempo, Washington mantém pressão econômica intensa, sobretudo sobre Havana, com novas ameaças tarifárias ligadas ao fornecimento de petróleo.

“Cuba é uma nação falida há muito tempo. Acho que faremos um acordo”, declarou.

Trump afirmou que já há conversas em andamento com autoridades cubanas e disse acreditar em um entendimento. Segundo ele, as sanções podem levar o governo da ilha a negociar.

Na semana passada, o presidente assinou uma ordem executiva que autoriza tarifas contra países que vendem petróleo a Cuba, o que pode agravar a crise energética da ilha. A medida afeta diretamente o México, principal fornecedor após a suspensão do petróleo venezuelano pelos EUA. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, alertou para o risco de uma crise humanitária.

Trump minimizou a possibilidade e disse que as sanções podem acelerar um acordo: “Eles provavelmente viriam até nós para negociar”.

Irã

No caso do Irã, Trump também demonstrou otimismo com uma saída diplomática, embora tenha reiterado ameaças militares caso Teerã não aceite o acordo de não proliferação nuclear proposto por Washington. O impasse gira em torno da exigência americana de encerrar o enriquecimento de urânio, ponto rejeitado pelos iranianos.

O presidente confirmou o envio de uma força naval dos EUA à região, sem detalhar o objetivo. Paralelamente, segundo o site Axios, Catar, Turquia e Egito tentam mediar um encontro entre representantes dos dois governos. EUA e Irã já tiveram um acordo nuclear firmado no governo Barack Obama, abandonado pelo próprio Trump em 2018.

TCU identifica manobras do governo Lula para driblar regras fiscais e gastar “por fora”

Segunda, 02 de fevereiro de 2026

Foto: Ahmad Gharabli/AFP

Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) identificaram práticas do governo Lula que permitem gastos e financiamentos fora do Orçamento Geral da União, o que, segundo a corte, compromete a transparência fiscal e enfraquece a credibilidade da política econômica.

O alerta consta em relatório da Unidade de Auditoria Especializada em Orçamento, Tributação e Gestão Fiscal (AudFiscal), elaborado para o gabinete do ministro Bruno Dantas. O documento propõe prazos entre 30 e 180 dias para que ministérios, estatais e órgãos de controle corrijam os mecanismos apontados.

A auditoria foi aberta após o TCU detectar execução de recursos do programa Pé-de-Meia fora do Orçamento. O relatório ainda será analisado por Dantas antes de seguir ao plenário da Corte.

Entre os problemas identificados estão o uso de fundos públicos fora das regras fiscais, a ampliação do papel de estatais, a capitalização de fundos privados com dinheiro público e o não recolhimento de receitas à Conta Única do Tesouro Nacional.

Gastos fora do Orçamento expõem perda de credibilidade do arcabouço fiscal

O TCU aponta que a fragilização do arcabouço fiscal se intensificou com a aprovação da LDO de 2026, que excluiu do cálculo fiscal despesas da Petrobras, da ENBPar e até R$ 5 bilhões do Novo PAC.

A lei também autorizou retirar até R$ 10 bilhões do resultado primário das estatais e permitiu que o governo mire apenas o piso da meta fiscal. Desde o início do mandato, o governo já acumulou R$ 336,9 bilhões em gastos fora das regras fiscais.

Esse montante inclui recursos da PEC da Transição, pagamento de precatórios atrasados, despesas emergenciais no Rio Grande do Sul e socorro a setores afetados pelo tarifaço dos EUA.

“Dribles” envolvem uso de dinheiro que não passa pela Conta Única do Tesouro

A auditoria identificou dois principais mecanismos de afastamento de receitas do Orçamento. O primeiro é a descaracterização de receitas públicas, direcionadas diretamente a fundos privados como os dos programas Pé-de-Meia e Mover, além do Fundo Rio Doce.

O segundo mecanismo é o não recolhimento de receitas à Conta Única, com repasses diretos a estatais ou contas paralelas. Um exemplo é a remuneração da PPSA descontada antes do repasse ao Fundo Social, que pode gerar um “orçamento paralelo” de até R$ 466 bilhões até 2033, segundo o TCU.

Também foram citados repasses diretos à Caixa no Auxílio Gás, uso de multas ambientais fora do Orçamento, honorários advocatícios da União sem registro orçamentário e receitas próprias de instituições científicas fora dos limites fiscais.

Uso de fundos públicos pode mascarar contas públicas, diz TCU

O tribunal alertou para o uso de fundos públicos em políticas de crédito, especialmente via BNDES, que podem gerar uma percepção artificial de melhora fiscal.

Entre 2023 e 2024, os recursos de fundos públicos no banco quase dobraram, passando de R$ 39,2 bilhões para R$ 75,5 bilhões. No mesmo período, o BNDES repassou R$ 29,5 bilhões em dividendos ao Tesouro e recebeu R$ 30,4 bilhões em aportes de fundos.

O TCU também chamou atenção para a perpetuação de fundos garantidores criados em caráter excepcional, como os do Pronampe e do PEAC, que mantêm saldos sem regras claras de devolução à União.

TCU propõe prazos para órgãos do governo adequarem gastos às regras fiscais

O relatório propõe medidas para regularizar o recolhimento de receitas ao Tesouro, ampliar a transparência e adequar fundos públicos e privados ao arcabouço fiscal.

Entre as determinações, estão prazos para que o MME e a PPSA recolham receitas à Conta Única, para que a CGU mapeie e divulgue receitas fora do Orçamento e para que o Ministério do Planejamento impeça transferências sem registro orçamentário.

Também é proposto que Fazenda, MPO, BNDES e Finep apresentem um plano para mensurar os subsídios ocultos em operações financeiras com fundos públicos. Ao Banco Central, o TCU recomenda ajustes no registro fiscal de repasses do FNDCT à Finep.

O tribunal conclui com um alerta: manter gastos e financiamentos fora do Orçamento compromete a credibilidade fiscal, aumenta a opacidade das contas públicas e pode gerar conflitos com a política monetária.

Com informações de Gazeta do Povo

Auditores fiscas da Receita Federal veem “ciúme institucional” da PF em veto a gravação da série ‘Área Restrita’ em aeroportos

Segunda, 02 de fevereiro de 2026

Foto: divulgação/Área Restrita

A Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) se manifestou após a Polícia Federal proibir as filmagens da série Aeroporto: Área Restrita.

Em entrevista ao Metrópoles, o presidente da entidade, Kleber Cabral, classificou a decisão como fruto de “ciúme institucional”, já que o programa passou a dar mais destaque ao trabalho da Receita Federal.

“É ridículo, chega a parecer infantil. É muito grave que um órgão da importância da Polícia esteja a serviço desse tipo de sentimento. Não consegue conviver institucionalmente com a exposição positiva de outro órgão, que é um parceiro”, afirmou o auditor.

O presidente da Unafisco também destacou que Aeroporto: Área Restrita é gravada há quase dez anos em diferentes países, sem que jamais tenha sido alvo de proibição. Para ele, a mudança de postura da Polícia Federal precisa ser esclarecida.

“A norma não mudou e os fatos não mudaram: são as mesmas filmagens e a mesma produtora. Ou a Polícia antes estava sendo leniente, colocando em risco a aviação civil brasileira, ou agora está cometendo abuso de autoridade. É preciso responder qual das duas situações ocorreu”, concluiu.

O que diz a PF

Em nota, a Polícia Federal negou que exista “qualquer disputa institucional no episódio”. “As competências da Receita Federal do Brasil, enquanto autoridade aduaneira, são plenamente reconhecidas e respeitadas. Contudo, tais atribuições não se confundem com a responsabilidade constitucional da Polícia Federal pela supervisão da segurança aeroportuária, que prevalece em Áreas Restritas de Segurança, inclusive em recintos alfandegados, conforme previsto no ordenamento jurídico”, diz o texto.

Entenda o caso

As gravações da oitava temporada de Aeroporto: Área Restrita foram suspensas em vários terminais por decisão da Polícia Federal. Em nota, a corporação informou que a medida decorre do cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares relacionadas à segurança da aviação civil no Brasil.

A Moonshot, produtora responsável por Aeroporto: Área Restrita, afirmou que a produção da oitava temporada teve início em dezembro de 2025 e que a Polícia Federal havia concedido autorização para as filmagens nos aeroportos de Viracopos (VCP), Galeão (GIG) e Pinto Martins (FOR).

No entanto, em janeiro de 2026, a corporação voltou atrás, negou o credenciamento da equipe para acessar áreas restritas do Aeroporto de Guarulhos e também revogou as autorizações concedidas para gravações nos demais terminais.

Metrópoles

Delegado-geral da Polícia Civil de SC se manifesta sobre caso Orelha e detona a esquerda

Segunda, 02 de fevereiro de 2026






O episódio aconteceu na região da Praia Brava e provocou protestos em diversas cidades do país, além de intensa mobilização nas plataformas digitais. O animal teria sido vítima de agressões graves atribuídas a adolescentes e, devido à extensão dos ferimentos, acabou sendo submetido à eutanásia, o que ampliou a repercussão do caso.

Diante das críticas, Ulisses Gabriel afirmou, em publicações na rede social X, que Santa Catarina estaria sendo alvo de ataques com motivação política. Segundo o delegado, as reações negativas estariam relacionadas ao perfil conservador do estado e a indicadores de segurança pública e sociais que, de acordo com ele, são superiores aos de outras regiões do Brasil. No mesmo contexto, ele direcionou críticas a setores da esquerda e defendeu mudanças na legislação penal.

"E eu que pensava que o propósito da esquerda era paz e amor. Deve ser apenas os pares e para os traficantes. Ao invés de nos atacar, cobrem de seus deputados a redução da maioridade penal, a melhoria das polícias e o recrudescimento das leis penais. Hiprocrisia de momento", escreveu.

Em outra postagem, o chefe da Polícia Civil catarinense respondeu a xingamentos recebidos com a divulgação de dados que, segundo ele, demonstram o desempenho do estado na área de segurança pública. Na publicação, elencou estatísticas e comparações nacionais.

"SC é o Estado com: 1", a melhor segurança do Brasil; 2 – o menor índice de homicídios e roubos do país; 3 – o que resolve mais de 80% das mortes violentas. 4 – e o Estado com a polícia mais tecnológica; 5 – e um Estado referência mundial. Aqui bandido não é vítima da sociedade."

Sobre o andamento das investigações, a Polícia Civil informou que um dos adolescentes inicialmente apontados como envolvido nas agressões teve a participação descartada. Após a análise de imagens e a apresentação de provas pela família, foi confirmado que ele não estava no local no momento dos fatos, passando da condição de suspeito para a de testemunha.

As apurações, no entanto, seguem em curso em relação aos outros três adolescentes mencionados no caso, que ainda deverão ser ouvidos pelas autoridades competentes.

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Moraes dá 10 dias a Cláudio Castro

Segunda, 02 de fevereiro de 2026





O despacho foi assinado nesta quinta-feira (29) e fixa o dia 8 de fevereiro como data-limite para as respostas.

A solicitação de informações ocorre após a Alerj derrubar o veto do próprio governador ao projeto de lei, recriando o mecanismo que ficou conhecido entre críticos como “gratificação faroeste”. Segundo Moraes, o tema possui “relevância da matéria” e “especial significado para a ordem social e a segurança jurídica”, o que justifica a atuação do STF antes de qualquer decisão definitiva.

A norma havia sido aprovada inicialmente em setembro de 2023 e estabelece gratificações que podem variar de 10% a 150% do salário dos agentes de segurança. O benefício é direcionado a policiais civis que “neutralizarem” criminosos ou realizarem a apreensão de armas de alto poder destrutivo, como fuzis, durante operações.

Embora Cláudio Castro tenha vetado o projeto em um primeiro momento, o argumento utilizado não envolveu preocupações com direitos humanos ou com a letalidade policial. A justificativa apresentada pelo governador foi de ordem fiscal. O estado do Rio de Janeiro atravessa uma grave crise financeira, com uma dívida estimada em cerca de R$ 225 bilhões, o que, segundo o Executivo, inviabilizaria a criação de novas despesas permanentes.

Mesmo assim, na última sessão legislativa de 2025, os deputados estaduais reuniram votos suficientes para derrubar o veto, tornando obrigatória a implementação da lei. Com isso, o pagamento das gratificações voltou ao centro do debate público e jurídico no estado.

Entidades ligadas aos direitos humanos e parte da comunidade jurídica manifestaram preocupação com os possíveis efeitos da medida. Para esses grupos, o modelo de bonificação poderia funcionar como um estímulo direto ao aumento da letalidade policial, especialmente em operações realizadas em comunidades fluminenses.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Povo vai às ruas na luta por Justiça no caso Orelha (veja o vídeo)

Segunda, 02 de Fevereiro de 2026


As imagens são impressionantes!

Vários defensores da causa animal estão pedindo a prisão dos responsáveis pela morte de Orelha na Praia Brava, uma das áreas mais nobres de Florianópolis.

O animal foi espancado e teve que ser submetido a uma eutanásia em razão dos profundos ferimentos sofridos durante as agressões.

Veja:

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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