martins em pauta

terça-feira, 31 de março de 2026

MPF vai à Justiça para apagar marcas da ditadura militar em ruas e bens de Natal

Terça, 31 de março de 2026

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra o município do Natal para garantir a alteração do nome de bens e logradouros públicos que fazem apologia ao golpe militar de 1964 ou a agentes da ditadura (que durou até 1985). A iniciativa busca enfrentar os chamados ‘legados da ditadura’, que ainda persistem na capital potiguar, e foi tomada depois de a prefeitura e a Câmara Municipal demonstrarem omissão sobre o assunto.

De acordo com a ação, assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Emanuel Ferreira, a manutenção de homenagens a figuras ligadas à repressão não é apenas uma questão de nomes em placas, mas uma prática que ajuda a naturalizar ideologias extremistas, como as que levaram à tentativa recente de golpe de estado, em janeiro de 2023, que teve em Natal um dos núcleos de apoio, com os acampamentos e protestos realizados na avenida Hermes da Fonseca, em frente a um quartel do Exército.

Celebrar o período autoritário enfraquece o regime democrático e pode incentivar movimentos que buscam a abolição violenta do Estado de Direito. A existência de homenagens como as das ruas “31 de Março”, “Presidente Costa e Silva” e “Presidente Médici” em bairros de Natal fere a Constituição Federal e os direitos humanos.

Lei específica

A ação destaca que a alteração de nomes de bens públicos depende apenas de um ato do prefeito, enquanto a mudança no nome de ruas exige que a Câmara Municipal crie uma lei específica. A prefeitura, no entanto, sequer respondeu à recomendação encaminhada pelo MPF, “mesmo diante de reiterações do expediente e da ressalva de que a ausência de resposta seria interpretada como recusa”.

Ao mesmo tempo, a Câmara Municipal também nunca aprovou normas que retirem as homenagens indevidas e proíbam novas irregularidades do tipo, apesar de já haver precedentes, como a lei que impede homenagens a pedófilos e estupradores em Natal.

O procurador reforça que o Brasil já foi condenado em cortes internacionais por não tratar adequadamente os reflexos da ditadura e a mudança desses nomes é um passo essencial para a justiça de transição e para a preservação da memória das vítimas.

Além de a Constituição Federal já estar em vigor há 37 anos, a expectativa para que todas as instâncias legislativas do país adotem legislações nesse sentido se intensificou nas últimas décadas, com a publicação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, em 2014, e devido a mais uma tentativa de golpe de estado, em 8 de janeiro de 2023.

“Nenhum desses eventos, infelizmente, foi capaz de sensibilizar o poder legislativo local para que, exercendo o necessário papel de guardião político da democracia, editasse lei proibindo as homenagens objeto desta ação”, lamenta Emanuel Ferreira. Uma proposta de lei sobre o tema só surgiu após a recomendação do MPF, porém, mais de um ano depois, ainda não foi aprovada. Além disso, a proposta chegou a ter parecer contrário na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final.

Pedidos – Na ação apresentada à Justiça, o MPF requer que a prefeitura e a Câmara Municipal de Natal sejam obrigados a:

* Realizar um estudo técnico, em até 90 dias, para identificar todos os bens públicos com nomes de colaboradores da ditadura, sejam prédios, salas, auditórios, centros culturais, escolas, vias, bairros e qualquer outro bem ou monumento público.

* Modificar, no prazo de 120 dias, do nome desses bens e logradouros indicados no estudo técnico.

* Publicar, também no prazo de 120 dias, nos sites, redes sociais e no diário oficial, os bens e logradouros renomeados e as razões das mudanças.

Além disso, o MPF pede que a Justiça Federal fixe um prazo para que a Câmara Municipal elabore uma norma proibindo nomes de vias e logradouros públicos que contenham referências, elogios ou homenagens a colaboradores da ditadura.

Novo Notícias

Paraná pesquisas confirma novamente o voo de Flávio

Terça, 31 de março de 2026


Flávio aparece numericamente à frente de Lula no cenário de 2º turno, em um confronto direto. De acordo com o levantamento, Flávio tem 45,2%, e Lula, 44,1%.

No comparativo entre os dois pré-candidatos, Lula apresentou aumento de 0,3% nas intenções de voto, no comparativo com levantamento divulgado pelo mesmo instituto em fevereiro de 2026. O petista subiu de 43,8% para 44,1%.

Já o senador Flávio Bolsonaro cresceu 0,8%, passando de 44,4% para 45,2% na mesma comparação. Portanto, a vantagem numérica cresceu.

Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre 25 e 28 de março, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Soraya tenta se explicar, mas acaba se enrolando de vez

 Terça, 31 de março de 2026

Ao tentar amenizar a situação caótica na qual se encontra, a senadora se enrolou de vez. Disse ela no X:

Para esclarecer os leigos, mas também os não leigos mal intencionados que estão tumultuando o caso do DNA do Deputado:
Nós não temos o dever de provar absolutamente nada! 
A investigação de paternidade no Brasil tem início sem provas, é óbvio! Caso contrário, não haveria necessidade de se processar (!!!). A rainha das provas, nesse caso, é o exame de DNA. No entanto, se houver recusa do suposto pai em realizá-lo, aplica-se a presunção relativa de paternidade (Súmula 301 STJ). Embora não seja obrigado a fornecer material genético, a recusa, somada a outros indícios, geralmente resulta na declaração de paternidade. O ônus da prova é, em regra, do autor, mas a recusa inverte essa lógica ao presumir o fato. Nesses casos, a parte ré tem o ônus de desconstituir a prova pericial ou os indícios de paternidade apresentados (CPC, art. 373, II). Além disso, estamos tratando de estupro de vulnerável, pois a suposta vítima, na data do fato, era menor de 14 anos, e essa ação penal é pública incondicionada à representação, a partir do momento em que a notícia do crime chega às autoridades competentes, o que já ocorreu no caso concreto. 
Se eu precisar desenhar me avisem, tá? Farei um powerpoint para facilitar a vida dos interessados no caso. 

O jornalista Sam Pancher detonou:

"Francamente, que papel deprimente para qualquer parlamentar se prestar.
Mais ainda: se prestar a esse papel em meio à discussão de um relatório final sobre roubo de aposentados."

VÍDEO: “ANISTIA”: Caiado diz que 1º ato como presidente será anistiar Bolsonaro para “pacificar o Brasil”

Terça, 31 de março de 2026

Imagens: Reprodução/Metrópoles

Anunciado nesta segunda-feira (30) como pré-candidato do PSD à Presidência da República, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que pretende conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso seja eleito. Segundo ele, a medida seria seu primeiro ato no Palácio do Planalto com o objetivo de “pacificar o Brasil”.

O governador disse que defenderá uma anistia “ampla, geral e irrestrita”. “Eu vim com esse objetivo de realmente pacificar o Brasil. Ao anistiar todos, inclusive o ex-presidente, estarei dando uma amostra de que, a partir dali, vou cuidar das pessoas”, afirmou.

A pré-candidatura de Caiado foi anunciada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, durante coletiva de imprensa em São Paulo. De acordo com Kassab, a escolha do governador goiano ocorreu por “questão eleitoral”, avaliando que ele teria mais chances de chegar ao segundo turno da disputa presidencial.

Segundo Kassab, outros nomes chegaram a ser considerados pela legenda, como os governadores Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). Ratinho desistiu da disputa na semana passada, e Leite afirmou em redes sociais que respeita a decisão do partido, embora tenha demonstrado frustração com o processo.

Para o bem do mundo, Donald Trump retornou e está fazendo a assepsia

Terça, 31 de março de 2026

É a dúvida mais frequente que tenho ouvido no dia a dia. Fruto de manipulação por desinformações disseminadas pela grande mídia, a soldo da esquerda mundial, as pessoas nem percebem o quanto estão sendo enganadas e confundidas.

Quais são as informações que a velha mídia divulga?

- EUA e Israel promoveram genocídio em Gaza.
- Trump invadiu a Venezuela e sequestrou seu presidente.
- Trump e Israel atacaram o Irã, provocando instabilidade na região e deixando o mundo a beira de uma guerra mundial.

Dito assim, sem contextualizações históricas e geopolíticas, parece razoável supor que o cara é um aloprado que resolveu atacar o mundo inteiro, sem nenhum motivo, apenas por um capricho megalomaníaco, para se declarar o imperador do mundo!

Tentemos resumir um contexto, para entender o que motiva as ações do Laranjão:

A Faixa de Gaza era dominada pelo grupo terrorista Hamas, com financiamento da ditadura dos Aiatolas do Irã, que mantinha o próprio povo palestino refém, submetido a um regime de terror.

O objetivo do Irã, que financia a maior parte dos grupos terroristas do Oriente Médio, é eliminar Israel, os Judeus e a cultura ocidental, a quem consideram infiéis, que devem se converter ao Islã ou serem eliminados.

Isso é explicitamente confessado por eles.

Em 07 de outubro de 2023 o Hamas invadiu o sul de Israel assassinando cerca de 1200 civis, promovendo violências sexuais e sequestrando cerca de 250 inocentes, sem nenhum contexto de guerra, em um ataque covarde.

O resto da história foi reação a esse ataque.

Quem era o louco na história?

Trump. Netanyahu ou o Aiatolá e os dirigentes do Hamas?

O regime bolivariano de Maduro promoveu a maior fuga de Venezuelanos da história, cerca de 8 milhões de pessoas, perseguidas políticas, ou fugindo da fome e devastação econômica provocadas pelo ditador.

Maduro chefiava a maior organização narcotraficante das Américas e financiava organizações terroristas como Hamas, Hezbolah, além de ser aliado de Rússia e China.

Maduro fraudou as eleições Venezuelanas, mesmo após ter firmado acordo com o governo Biden, chancelado pelo governo Lula.

Com provas do envolvimento de Maduro com o narcoterrorismo, a recusa de colaboração no combate às facções, o deboche (lembram das dancinhas?), as afrontas e a continuidade do tráfico para os EUA, Trump prendeu o narcoditador em ação espetacular, sem provocar a morte de nenhum civil.

Quem era o louco?

Trump ou Maduro?

A ditadura iraniana vinha oprimindo o próprio povo havia mais de 40 anos. A população vinha sofrendo com a pobreza, falta de água e liberdade, iniciando protestos de rua, enquanto o dinheiro do petróleo e do povo era utilizado para o financiamento do terrorismo internacional, desenvolvimento de armas nucleares, mísseis, e equipamentos bélicos. Para se ter uma pálida ideia da diferença do nível de vida que o petróleo pode gerar, basta comparar Dubai, Bahrein e Emirados Árabes com o Irã.

O que fez o Aiatolá com os manifestantes de seu próprio povo?

Assassinou cerca de 50 mil e continuou promovendo ataques imotivados contra Israel e financiando o terrorismo.

O que fez Trump?

Eliminou o Aiatolá e sua cúpula governista, praticamente sem baixas de civis inocentes.

Quem era o louco?

Trump ou o Aiatolá, esse sim um genocida?

Rússia e China têm planos de conquista de poder hegemônico mundial, associados à todas estas ditaduras narcoterroristas, tendo como um dos objetivos a destruição do poder dos EUA .

Quem é o louco?

Trump ou Xi e Putin?

Para termos uma ideia um pouco mais aproximada sobre quem é Trump, precisamos analisar contra quem, e contra o que, ele está lutando, praticamente sozinho.

O mundo precisa de mais loucos como Trump.

Pedro Possas. Médico.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

Contato : (84) 9 9151-0643