martins em pauta

quinta-feira, 26 de março de 2026

VÍDEO: Janones alerta que Lula pode “tomar taca” de Flávio na eleição

Quinta, 26 de março de 2026

Apoiador do presidente Lula (PT), o deputado federal André Janones (Avante-MG) fez um alerta nas redes sociais nesta quarta-feira (25/3) dizendo que o petista pode tomar um “couro”, uma “taca”, ou um “c4cete” nas eleições deste ano se seu grupo político “não tirar o r4bo do sofá e começar a sentar o c4cete, descer o bambu, no b4ndido miliciano do Flávio Bolsonaro”.

Janones comentou o resultado da pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta, que mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Lula (47,6% a 46,6% numa simulação de segundo turno, no limite da margem de erro).

Segundo o parlamentar mineiro, não adianta a esquerda achar que a pesquisa está errada, é falsa e que a eleição está ganha.

“Não vamos ganhar com discurso bonito nem com politicamente correto”, seguiu Janones, dizendo ainda que é preciso falar a “linguagem do povo” e expor Flávio e seu grupo político por questões como ligações a pessoas investigadas no escândalo do Banco Master.

Metrópoles


Lulinha foi com sócio da Fictor alvo da PF em viagem de Lula à China

Quinta, 26 de março de 2026

Foto: Rodrigo Rangel

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, foi com o ex-sócio da Fictor Luiz Phillippe Gomes Rubini à China, durante uma visita de Estado de seu pai, o presidente Lula (PT), ao país asiático, em abril de 2024. Na manhã desta quarta-feira (25/3), Rubini foi alvo de busca e apreensão no âmbito da Operação Fallax, deflagrada pela PF para combater fraudes bancárias.

Como mostrou a coluna, o CEO da Fictor, Rafael Góis, tinha Lulinha entre seus amigos. Góis também foi alvo de busca e apreensão na Fallax. A aproximação entre Lulinha e a empresa de investimentos resultou no convite para que Rubini integrasse o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, Lulinha trabalhou como consultor da Fictor — ele nega. Ao jornal, a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), responsável pelo Conselhão, também negou que Lulinha tenha indicado Rubini para o órgão consultivo.

Além de uma numerosa comitiva de políticos e servidores públicos, a viagem de Lula à China em abril de 2023 foi acompanhada por dezenas de empresários de vários setores. Segundo um participante, o grupo era tão grande que os brasileiros se dividiram em dois hotéis na capital chinesa, Pequim.

De acordo com as investigações da Fallax, o grupo integrado pelos executivos da Fictor usava empresas de fachada e estruturas empresariais para esconder a origem de dinheiro ilícito — inclusive da facção criminosa Comando Vermelho (CV).

Nos documentos que embasaram a operação, a Fictor identificou contatos entre os dirigentes da empresa e Thiago Branco de Azevedo, vulgo “Ralado”. Para a PF, Ralado era o responsável pela lavagem de dinheiro do grupo conhecido como “Bonde do Magrelo”, um braço do CV no interior de São Paulo.

Funcionários de bancos como a Caixa Econômica inseriam informações falsas nos sistemas bancários para permitir saques e transferências indevidas. Depois, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptomoedas para dificultar o rastreamento.

Metrópoles

Flávio compreendeu com extrema precisão qual é a sua missão

Quinta, 26 de março de 2026



Isso é muito bom, pois assim fica muito mais difícil da esquerda induzir a direita a perder a eleição para si mesma, como foi em 2022.

Em ano eleitoral, o foco tem que estar 100% em ganhar a eleição. Conversão ideológica se faz a longo prazo e fora desse período.

Ricardo Santi.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Brasil 1964 e El Salvador hoje: O progresso que aparece quando o dinheiro não é subtraído

 Quinta, 26 de março de 2026



A Ponte Rio-Niterói, a Transamazônica e a Usina de Itaipu tornaram-se símbolos de um país que queria se mostrar moderno e pujante. O “milagre econômico” embalava a narrativa oficial: crescimento acelerado, grandes projetos e a promessa de um futuro grandioso.

Hoje, em El Salvador, o governo de Nayib Bukele repete a fórmula com roupagem contemporânea.

A “Bitcoin City” e a política de encarceramento em massa são apresentadas como conquistas históricas.

O país, antes marcado pela violência das gangues, agora ostenta índices de segurança inéditos.

Mas o custo é altíssimo e os resultados obtidos são tão satisfatórios  que já pavimenta o caminho para a reeleição indefinida, porém democrática e sob a chancela do povo.

O paralelo é assombroso. Tanto no Brasil de 1964 quanto em El Salvador de hoje, o discurso oficial se apoia em grandes feitos para legitimar reformas e controles mais afinados no que a esquerda comunista chama de regimes autoritários.

Obras e projetos se tornam vitrines demonstrando que quando o uso do dinheiro público é bem administrado os resultados são imediatos.

No Brasil, através das realizações materiais, o legado foi uma sociedade pronta para reassumir todas as liberdades democráticas que se buscava porém foram enganados pela esquerda.

Em El Salvador, a promessa de segurança e inovação tecnológica pode se transformar em um futuro de crescimento ilimitado e uma participação maior de El Salvador na América do Sul.

É preciso olhar para os resultados com olhar crítico além das fachadas.

O Brasil construiu parte do que ainda hoje sustenta sua infraestrutura, mas pagou caro seu preço, não conseguindo evitar que a esquerda retornasse ao poder.

El Salvador, ao repetir a lógica, corre o risco de se tornar exemplo mundial de recuperação e administração. O sacrifício é pesado e a população está engajada na sua democracia em nome de ordem e progresso.

O jornalismo tem a missão de expor essas contradições: mostrar que progresso sem democracia é apenas uma vitrine brilhante sobre alicerces frágeis, desde que não se tenha controle efetivo de impostos e receitas além de aplicações corretas sem desvios ou corrupção interna no governo. 

Foto de Jayme Rizolli

Jayme Rizolli

Jornalista.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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