Usando óculos escuro e boné, sempre de cabeça baixa, o ministro Alexandre de Moraes tentava passear anonimamente em Dubai. Não conseguiu. Foi logo identificado e as imagens inundaram as redes sociais.
Paralelamente, o ministro negou pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No pedido protocolado na quarta-feira (31), antes da alta de Bolsonaro, a defesa alegava que suas condições de saúde podem ser agravadas no cumprimento do regime fechado. Moraes ignorou essa alegação.
De acordo com o ministro, "diferentemente do alegado pela defesa, não houve agravamento da situação de saúde de Jair Messias Bolsonaro, mas sim quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentido, após a realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos".
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) sobre liberdade de expressão no Brasil se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro do escritor Ricardo Lísias, há um ano em vigor.
A CIDH é um órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA).
O livro “Diário da cadeia”, no qual o autor Ricardo Lísias usa o pseudônimo “Eduardo Cunha”, foi censurado por de Moraes em janeiro deste ano. Hoje sua venda está proibida.
Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
O relator especial para liberdade de expressão da CIDH, Pedro Vaca Villareal, aponta no relatório que pediu informações ao gabinete de Alexandre de Moraes sobre a censura, mas nunca foi respondido.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.
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Um homem foi agredido por um grupo de aproximadamente 15 pessoas na Praia de Copacabana, na altura do posto 2. O incidente ocorreu nesta quinta-feira (1º), primeiro dia de 2026, por volta das 8h30 da manhã, quando o indivíduo foi acusado de furtar um aparelho celular.
Banhistas que aproveitavam a manhã na orla após as celebrações de réveillon presenciaram o tumulto. Bombeiros que estavam de serviço na região notaram a confusão e se dirigiram ao calçadão para solicitar apoio de policiais militares.
As autoridades, ao chegarem ao local, encontraram o homem caído na areia recebendo golpes do grupo que o cercava. Testemunhas relataram aos policiais que o indivíduo teria roubado o celular de uma mulher.
O agredido apresentava ferimentos visíveis, incluindo um corte na parte direita da cabeça. Após a intervenção policial, ele foi algemado e conduzido em uma viatura para fora da praia.
O caso aconteceu em uma das áreas mais movimentadas de Copacabana, enquanto cariocas e turistas desfrutavam do primeiro dia do ano na praia.