Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), na véspera do primeiro turno, mostra Luciano Zucco (PL) na liderança da corrida pelo governo do Rio Grande do Sul. O candidato aparece com 52% dos votos válidos, enquanto Juliana Brizola (PDT) registra 35%. Gabriel Souza (MDB) tem 12%, e Marcelo Maranata (PSDB) aparece com 1%.
Na sequência, Cesar Pontes (PCO), Priscila Voigt (UP) e Rejane de Oliveira (PSTU) registram 0% dos votos válidos. Com o percentual apresentado pela pesquisa, Zucco aparece numericamente acima do patamar necessário para encerrar a disputa já no primeiro turno, embora o resultado oficial dependa dos votos efetivamente registrados nas urnas.
Impressionante! Zucco está pronto para mudar o RS!
O levantamento foi encomendado pelo Grupo RBS e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RS-08922/2026.
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu neste sábado (3/10) o registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. A decisão foi tomada um dia antes do primeiro turno e reverte o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia autorizado a participação do ex-procurador da Operação Lava Jato na disputa.
Com a decisão, Floriano determinou que o TRE-PR altere imediatamente a situação do registro para “indeferida”. O ministro também estabeleceu que os votos eventualmente atribuídos a Deltan sejam considerados nulos na apuração, ainda que não haja tempo hábil para a atualização técnica dos sistemas eleitorais antes da votação deste domingo (4).
A decisão é monocrática e ainda será submetida posteriormente ao plenário do TSE.
A determinação foi proferida em resposta a recurso apresentado pela Coligação Paraná para Todos, que apoia Requião Filho (PDT) na disputa pelo governo paranaense. A medida questionava a decisão anterior da Justiça Eleitoral do Paraná que havia permitido que Dallagnol concorresse ao Senado.
Ao analisar o caso, o ministro entendeu que o TRE-PR não apresentou elementos novos capazes de afastar a conclusão adotada pelo próprio TSE em 2023, quando a Corte cassou o registro da candidatura de Dallagnol à Câmara dos Deputados. Na ocasião, o tribunal decidiu por unanimidade pela cassação do registro do então deputado federal eleito.
A controvérsia está relacionada à saída de Dallagnol do Ministério Público Federal. Segundo o entendimento firmado pelo TSE em 2023, o então procurador pediu exoneração em novembro de 2021 enquanto respondia a procedimentos internos que poderiam resultar em sanções. A Corte considerou, naquele julgamento, que a exoneração ocorreu com o objetivo de evitar uma eventual inelegibilidade.
A Lei da Ficha Limpa estabelece oito anos de inelegibilidade para integrantes do Ministério Público que deixam o cargo enquanto respondem a processos administrativos disciplinares nas circunstâncias previstas pela legislação. Foi com base nesse entendimento que o TSE havia cassado o registro de Dallagnol em 2023.
A defesa do ex-procurador sustentou que o contexto havia mudado desde aquele julgamento. Entre os argumentos apresentados estavam o arquivamento de procedimentos no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e a existência de novos documentos relacionados às circunstâncias da saída de Dallagnol do Ministério Público.
Floriano, contudo, rejeitou essa argumentação. Segundo o ministro, decisões posteriores envolvendo os procedimentos administrativos não alterariam a situação existente no momento em que ocorreu a exoneração.
“Por tudo que se tem nos autos, o quadro de 2023 se mantém: a exoneração tida como fraudulenta atingiu o seu objetivo, ocasionando a extinção anômala dos feitos”, escreveu.
Em outro ponto da decisão, o relator avaliou que a interpretação adotada pelo TRE-PR poderia acabar beneficiando Dallagnol justamente em razão da saída do Ministério Público que havia sido considerada irregular pelo TSE.
Floriano também afirmou que o tribunal regional não poderia simplesmente estabelecer interpretação diferente daquela anteriormente fixada pelo TSE sobre os mesmos fatos sem demonstrar uma alteração relevante no quadro jurídico ou factual. “Somente a Corte Superior pode superar sua própria interpretação sobre a mesma causa”, escreveu.
A decisão do ministro divergiu do parecer apresentado pela Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), que havia defendido a manutenção do registro de candidatura de Dallagnol e pedido a rejeição do recurso apresentado pela coligação que contestava sua candidatura.
A candidatura do ex-procurador já estava sob restrições antes da decisão deste sábado. Em setembro, Floriano havia determinado a suspensão dos atos de campanha de Dallagnol, incluindo a utilização de recursos públicos, a participação em propaganda eleitoral no rádio e na televisão e outras atividades relacionadas à campanha. A medida foi posteriormente mantida pelo plenário do TSE.
O TRE-PR havia autorizado a candidatura em setembro. A maioria dos integrantes do tribunal regional entendeu que as circunstâncias verificadas em 2026 permitiam uma conclusão diferente daquela que havia levado à cassação do registro de Dallagnol em 2023.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 3, aponta o petista Lula com 47% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 46%. A diferença de apenas um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos, caracterizando empate técnico entre os candidatos.
Porém, eis um dado inesperado: no levantamento anterior do instituto, divulgado em 1º de outubro, Lula registrava 48%, enquanto Flávio tinha 45%. Assim, a vantagem numérica do petista, que era de três pontos, caiu para apenas um ponto percentual na nova pesquisa.
Algo surpreendente.
No cenário de primeiro turno, a pesquisa aponta Lula com 45% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro com 42%.
O levantamento apresenta margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-01708-2026.
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra Raquel Lyra (PSD) com 52% dos votos válidos e João Campos (PSB) com 47% na disputa pelo Governo de Pernambuco.
1º turno – votos válidos
Raquel Lyra (PSD): 52%
João Campos (PSB): 47%
Ivan Moraes (PSOL): 0%
Renan Hallais (Missão): 0%
Professora Camila (UP): 0%
Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
Victor Assis (PCO): 0%
Votos válidos são a métrica de contagem do resultado final do pleito pela Justiça Eleitoral. Eles excluem os brancos e nulos no dia do voto.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou 2.652 eleitores presencialmente entre os dias 2 e 3 de Outubro e foi encomendado pela TV Globo. O nível de confiança é de 95%. O número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é PE-09665/2026.
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) pela Globo mostra Eduardo Paes (PSD) à frente de Douglas Ruas (PL) na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro.
No cenário de 1ºturno, Paes tem 49% dos votos válidos e Ruas tem 40%.
1º turno – Votos válidos
Eduardo Paes (PSD): 49%
Douglas Ruas (PL): 40%
Garotinho* (Republicanos): 6%
William Siri (PSOL): 3%
André Marinho (Novo): 1%
Coronel Busnello (Missão): 1%
Cyro Garcia (PSTU): 0%
Juliete (UP): 0%
Luan Monteiro (PCO): 9%
*O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou que os votos recebidos por Anthony Garotinho sejam considerados nulos. O julgamento definitivo do registro de candidatura ainda irá ao plenário do TSE.
Votos válidos são a métrica de contagem do resultado final do pleito pela Justiça Eleitoral. Eles excluem os brancos e nulos no dia do voto.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou, presencialmente, 3.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro e foi encomendado pela TV Globo. O nível de confiança é de 95%. O número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é RJ-03032/2026.
Fotos: Douglas Gomes/Lid Republicanos e Diogo Zacarias/Divulgação
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra que Tarcísio de Freitas (Republicanos) deve se reeleger para o governo de São Paulo, em primeiro turno, neste domingo.
O governador de São Paulo e candidato à reeleição tem 60% dos votos válidos, contra 36% do petista.
1º turno – votos válidos
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 60%
Fernando Haddad (PT): 36%
Vera Lúcia (PSTU): 2%
Vivian Mendes (UP): 2%
Carlos Machado (PCB): 0%
Para calcular votos válidos, a Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou, presencialmente, 3.702 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro, e foi encomendado pela TV Globo. O nível de confiança é de 95%. O número de identificação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é SP-04726/2026.
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) pela Globo aponta Cleitinho Azevedo (Republicanos) com 54% das intenções de votos válidos para o governo de Minas Gerais. Em segundo aparece Patrus Ananias (PT), com 23%. Dessa forma, Cleitinho seria eleito no primeiro turno.
1º turno – votos válidos
Cleitinho Azevedo (Republicanos): 54%
Patrus Ananias (PT): 23%
Alexandre Kalil (PDT): 10%
Flávio Roscoe (PL): 6%
Mateus Simões (PSD): 4%
Gabriel (MDB): 2%
Ben Mendes (Missão): 1%
Henrique Áreas (PCO): 0%
Indira Xavier (UP): 0%
Professor Túlio Lopes (PCB): 0%
Rafael Duda (PSTU): 0%
Votos válidos são a métrica de contagem do resultado final do pleito pela Justiça Eleitoral. Eles excluem os brancos e nulos no dia do voto.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento entrevistou, presencialmente, 3.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e registrada no TSE com o número MG-06889/2026.
Em pesquisa divulgada pelo Datafolha na véspera do primeiro turno da eleição deste ano, Lula (PT) registra 45% das intenções de votos válidos, ante 42% de Flávio Bolsonaro (PL), uma situação de empate técnico. Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (1), o presidente marcava 45% e o senador, 40%.
Em votos válidos, longe dos líderes da corrida vêm Ronaldo Caiado (PSD, 4%), Renan Santos (Missão, 3%), Augusto Cury (Avante, 3%) e Romeu Zema (Novo, 1%). Os demais não pontuaram.
Voto válido é como a Justiça Eleitoral realizará o escrutínio no pleito deste domingo (4): excluindo quem optou por branco ou pressionou número inexistente na urna, anulando o sufrágio. No caso das pesquisas, são retirados da conta também aqueles que se declaram indecisos.
Para um candidato vencer no primeiro turno, ele precisa ter 50% dos votos válidos mais um. Levantamentos são indicadores do momento do eleitorado, não projeções, e o resultado é multifatorial, dependendo de abstenção, movimentos de última hora e tendências não reveladas.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo e ouviu 4.006 eleitores de 16 anos ou mais, neste sábado (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95 %. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-01708-2026.
Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (3) mostra Álvaro Dias (PL) à frente de Allyson Bezerra (União) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte e aponta, no cenário pesquisado, Álvaro no segundo turno com Cadu Xavier (PT).
Considerando os votos válidos, Cadu aparece com 44,6%, seguido por Álvaro Dias, com 28,3%, e Allyson, com 25,1%. No cenário com todos os votos, os percentuais são de 43,7% para Cadu, 27,7% para Álvaro e 24,6% para Allyson.
O resultado coloca Álvaro na segunda posição no levantamento, 3,2 pontos percentuais à frente de Allyson nos votos válidos, indicando um cenário de segundo turno entre Álvaro e Cadu caso esses percentuais se confirmem nas urnas.
A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro, com 1.220 eleitores. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-06513/2026.
Fotos: Roque de Sá/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR
Pesquisa da Palver divulgada hoje (3) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) empatados tecnicamente no primeiro turno, com o senador numericamente à frente. O filho ex-presidente Jair Bolsonaro tem 47% dos votos contra 43% do petista. No segundo turno, Flávio lidera.
Primeiro turno – estimulada
Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 44% em 29 de setembro)
Lula (PT): 43% (eram 44%)
Renan Santos (Missão): 7% (eram 8%)
Augusto Cury (Avante): 1% (manteve)
Ronaldo Caiado (PSD): 1% (manteve)
Romeu Zema (Novo): 0% (era 1%)
Outros: 0%
Branco/nulo/não votaria: 0%
Indecisos: 0%
Segundo turno – Lula x Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro (PL): 49% (eram 47% em 29 de setembro)
Lula (PT): 44% (eram 45%)
Branco/nulo/não votaria: 6% (eram 7%)
Indecisos: 1% (manteve)
O levantamento entrevistou 5.000 eleitores por questionário online entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-00198/2026.
A última pesquisa Qauest antes do primeiro turno mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto na segunda etapa do pleito, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (28/2), ambos tinham 42% e agora Flávio aparece numericamente à frente de Lula, no segundo turno, de acordo com a Quaest.
O instituto entrevistou 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e a TV Globo, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-02197/2026.
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do RN.
O resultado mostra uma queda significativa das intençõe de voto em Allyson Bezerra, que tinha 39% em setembro e despencou para 31%.
Cadu de Lula e Álvaro Dias cresceram seis pontos percentuais no mesmo período e agora somam 27% e 24%, respectivamente, ficando tecnicamente empatados.
Veja o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos:
Allyson (UNIÃO): 31% (eram 39% em 25 de setembro)
Cadu de Lula (PT): 27% (eram 21%)
Álvaro Dias (PL): 24% (eram 18%)
Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 1%)
Professor Roberio Paulino (PSOL): 1% (era 0)
Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
Indecisos/não sabe/não respondeu: 2% (eram 10%)
Branco/nulo: 14% (eram 11%)
O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.