martins em pauta

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Na exumação dos corpos dos Mamonas Assassinas algo acontece e impressiona a família de Dinho

Quinta, 26 de fevereiro de 2026



A jaqueta usada no enterro do cantor foi encontrada preservada sobre o caixão. O estado da peça surpreendeu os familiares.

“A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, disse Jorge Santana, primo de Dinho.

Segundo ele, a descoberta foi um dos momentos mais marcantes do procedimento, realizado como parte de um projeto de homenagem ao grupo.

A exumação integra a criação de um memorial vivo dedicado aos músicos. A cerimônia de inauguração do espaço, aberta ao público e gratuita, está prevista para esta sexta-feira (27), às vésperas dos 30 anos do acidente aéreo que matou a banda.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Flávio Bolsonaro vem ao RN para lançar chapa de Álvaro Dias ao Governo do Estado

Quinta, 26 de fevereiro de 2026

Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) estará no RN no fim de março para participar do ato que marcará o lançamento da chapa do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) ao Governo do Estado.

O nome escolhido para vice é o presidente da Federação dos Municípios do RN, Babá Pereira (PL). A informação foi antecipada pelo comentarista Saulo Spinelly, da 98 FM Natal, nesta quarta-feira (25).

O presidente do PL no RN, senador Rogério Marinho, que coordena a campanha eleitoral de Flávio à Presidência da República a pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro, atua também na articulação política em torno da pré-candidatura de Álvaro. A expectativa é que o ato marque também a filiação de Álvaro ao PL, partido de Flávio e Babá.

Nas redes sociais, Álvaro destacou encontros com prefeitos e presidentes de Câmaras Municipais de municípios. Ao lado de Babá, ele afirmou que o foco tem sido o diálogo, os desafios das prefeituras e a construção de caminhos para fortalecer o RN, sinalizando que a disputa de 2026 já está em curso.


Fonte: Blog do BG

Ivete Sangalo é internada em Hospital e aparece com hematomas no rosto

Quinta, 26 de fevereiro de 2026


Segundo a equipe, Ivete, de 53 anos, apresentou uma indisposição pontual e, por orientação médica, procurou a unidade para realizar exames de rotina.

“Ivete teve uma indisposição pontual e, por orientação médica, foi ao hospital para realizar exames de rotina. Ela está sendo acompanhada, passa bem e agradece o carinho e a preocupação de todos”, informou o comunicado.

Horas depois, Ivete publicou um vídeo nas redes sociais para tranquilizar os fãs. Deitada em uma cama hospitalar e com ferimentos no rosto, explicou que sofreu uma infecção intestinal.

Segundo a cantora, ela teve uma virose com sintomas intensos durante a madrugada, incluindo diarreia, o que levou a um quadro de desidratação e queda de pressão.

“Tive infecção intestinal bem violenta, uma virose. [...] Minha pressão baixou e eu caí. Desmaiei e caí.”

Durante a queda, Ivete sofreu um corte na região do supercílio. Ela afirmou que está bem assistida e acompanhada por familiares e equipe próxima.

Veja: 

Reviravolta no caso chocante envolvendo homem de 35 anos e adolescente de 12

Quinta, 26 de fevereiro de 2026






No início de fevereiro, o próprio desembargador havia relatado julgamento que resultou na absolvição do réu, sob o entendimento de que existia “vínculo afetivo consensual” entre ele e a adolescente. Agora, ao reavaliar o caso, manteve a sentença da primeira instância.

Em novembro de 2025, ambos haviam sido condenados pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari a nove anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado. O homem foi responsabilizado por “conjunção carnal e atos libidinosos” contra a menor. A mãe da menina recebeu pena por omissão, diante do conhecimento prévio dos fatos.

Entenda a reviravolta

No julgamento realizado no início deste mês, a 9ª Câmara Criminal Especializada do TJMG havia decidido pela absolvição do acusado e da mãe da vítima. O colegiado entendeu que haveria atipicidade material da conduta — conceito jurídico que indica ausência de lesão relevante ou perigo concreto ao bem jurídico protegido.

Na ocasião, o relator sustentou que não houve violência, ameaça ou fraude, argumentando que o relacionamento seria público, consensual e com ciência dos pais da menor.

“Todo o relacionamento mantido entre o acusado e a menor não decorreu de ato de violência, coação, fraude ou constrangimento, mas sim de um vínculo afetivo consensual, com prévia aquiescência dos genitores da vítima e vivenciado aos olhos de todos”, apontou.

O magistrado também afirmou que a análise da tipicidade não deveria se limitar ao aspecto formal da lei penal.

“A análise da tipicidade não pode se esgotar em sua dimensão meramente formal, impondo-se a verificação da efetiva lesividade da conduta e de sua relevância material à luz dos princípios da ofensividade, da proporcionalidade e da intervenção mínima”, declarou.

Durante o processo, a vítima, em escuta especializada, referiu-se ao acusado como “marido” e manifestou desejo de manter o relacionamento após completar 14 anos ou após eventual liberdade do réu.

Precedentes do STJ e divergência

Apesar da absolvição inicial, a legislação penal brasileira considera irrelevante o consentimento de menor de 14 anos para a configuração do crime de estupro de vulnerável. O entendimento está consolidado na Súmula 593 e no Tema Repetitivo 918 do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na decisão anterior, o relator chegou a mencionar que o próprio STJ teria relativizado a aplicação automática dessa regra em situações excepcionais, ponderando ainda sobre a necessidade de equilibrar a proteção integral à criança e ao adolescente — prevista no artigo 227 da Constituição — com a proteção à família, estabelecida no artigo 226.

A desembargadora Kárin Emmerich, revisora do caso, divergiu e votou pela manutenção da condenação. Para ela, a vulnerabilidade da vítima em razão da idade não admite relativização, sendo irrelevante eventual consentimento ou anuência familiar.

Com a nova decisão que acolheu o recurso do Ministério Público, a condenação de primeira instância foi restaurada, e o réu, que havia obtido alvará de soltura após a absolvição, deverá retornar ao sistema prisional.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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