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domingo, 26 de julho de 2026

Realidade urgente: O caminho para mudar a nação

Domingo, 26 de julho de 2026








O jornalismo verdadeiro deve funcionar como um contraponto rigoroso aos discursos oficiais. É preciso confrontar a propaganda governamental com indicadores concretos, contextualizando as estatísticas com o cotidiano de mais de 213 milhões de brasileiros. Somente a verdade nua e crua é capaz de romper o ciclo de promessas vazias e apontar os caminhos para as mudanças estruturais que a nação exige.

Quando analisamos a economia, o contraste entre o potencial do país e a realidade de seu povo é alarmante. O Brasil se posiciona entre as dez maiores economias globais, ostentando um PIB - Produto Interno Bruto expressivo (US$ 2,15 trilhões). Contudo, no ranking do PIB 'per capita' (US$10.687/percapita-ano), o país despenca para posições vergonhosas (75ª posição), situando-se bem abaixo da média mundial (US$14.630/ percapita-ano). Essa disparidade evidencia um modelo econômico concentrador, que gera riqueza na teoria, mas falha gravemente na distribuição de renda e na garantia de qualidade de vida. A massa salarial dos trabalhadores representa uma pequena fatia do PIB, colocando o Brasil na contramão das nações que compõem a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, notadamente face a enorme informalidade na economia nacional.

A crise social se aprofunda quando observamos os dados do emprego e da assistência pública. Em quase metade das unidades da Federação - com destaque para as regiões Norte e Nordeste -, o número de beneficiários de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, (Norte: 39% e Nordeste: 47% do total das famílias) supera o de trabalhadores com carteira assinada. Embora o amparo social seja fundamental para a sobrevivência imediata, o sucesso de uma política de combate à pobreza deveria ser medido pelo número de cidadãos que conquistam a emancipação econômica, e não pela expansão contínua do contingente de dependentes do Estado.

A penúria da população é traduzida em números dramáticos: milhões de famílias vivem na pobreza, e uma parcela esmagadora dos trabalhadores ativos sequer atinge a marca de dois salários-mínimos mensais. O diagnóstico de mobilidade social aponta para o fracasso generalizado das políticas públicas atuais. O modelo educacional patina, comprometendo o futuro das próximas gerações, e insistir nas mesmas fórmulas assistencialistas e paliativas claramente não trará resultados diferentes.

Para justificar tais deficiências, o poder público frequentemente recorre à demonização do setor produtivo, alegando uma suposta sonegação ou falta de patriotismo das classes empresariais. Os dados, porém, desmentem essa tese. O cidadão brasileiro trabalha quase cinco meses do ano apenas para quitar seus tributos. A carga tributária nacional consome mais de um terço de toda a riqueza produzida no território. Portanto, o Estado não sofre por falta de arrecadação, mas sim por uma incapacidade crônica de gestão e de retorno social desse montante trilionário.

Outro vício da política nacional é a transferência perpétua de culpa para administrações passadas. Gestores são eleitos para solucionar problemas, não para justificar a própria inércia através do retrovisor, especialmente grupos políticos que já comandaram o país por grande parte das últimas décadas. Faltam debates honestos e sobram promessas de palanque que desmoronariam diante de qualquer teste de integridade.

A grande transformação que o Brasil precisa enfrentar exige respostas a perguntas fundamentais: Qual é o nosso plano de metas de curto, médio e longo prazos? Qual porcentagem da arrecadação trilionária é efetivamente revertida em investimentos de infraestrutura (menos de 1% do PIB)? Onde estão os avanços reais no saneamento básico, essencial para a saúde pública? Quantas famílias estão de fato ascendendo socialmente e deixando a vulnerabilidade?

O modelo estatal brasileiro consolidou-se como perdulário, avesso ao corte de gastos correntes, tímido na transparência e excessivamente generoso na concessão de privilégios e subsídios a grupos de interesse. Enquanto isso, faltam recursos para estruturar a educação em tempo integral e para conter a crise de segurança pública, que hoje figura como uma das maiores preocupações da sociedade. Governa-se sob uma lógica de sigilos e blindagem, como se os administradores públicos não devessem contas a ninguém.

A mudança de rumo requer reformas institucionais profundas. A começar pelo aperfeiçoamento dos órgãos de controle, como o TCU - Tribunal de Contas da União e suas instâncias estaduais. A composição desses tribunais não pode continuar servindo de moeda de troca para compadrios políticos; os cargos técnicos e deliberativos devem ser preenchidos por concursos públicos rigorosos, com avaliações periódicas e o fim da vitaliciedade automática.

No campo político, o resgate da moralidade administrativa passa pela abolição definitiva do foro privilegiado para detentores de mandatos eletivos, pelo fim da reeleição nos cargos do Poder Executivo e pela transformação dos crimes contra a administração pública em delitos imprescritíveis. Combater as mentiras institucionalizadas e as estruturas que as protegem é o maior desafio do nosso tempo. A mídia profissional - seja pelo rádio, televisão, jornais ou portais digitais - precisa reassumir seu papel de farol crítico e isento. Só assim será possível municiar o eleitorado com informações verdadeiras, permitindo que a escolha nas urnas seja consciente e baseada na realidade, e não em peças publicitárias destinadas a camuflar as graves deficiências do país. A transformação do Brasil começa pelo resgate inegociável da verdade.

Samuel Hanan. Engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva”, “Caminhos para um país sem rumo” e “Amazônia Brasileira, preservar para viver, responsabilidade mundial”. Site: https://samuelhanan.com.br


Fonte: Jornal da Cidade Online

Letalidade policial é maior em estados governados pela esquerda, aponta Anuário da Segurança

Domingo, 26 de julho de 2026

Foto: Reprodução

Os estados com as maiores taxas de letalidade policial do Brasil em 2025 são governados por políticos de esquerda ou de partidos aliados ao governo Lula, segundo dados do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. As informações são da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Amapá aparece na primeira colocação, com taxa de 17,1 mortes decorrentes de intervenção policial para cada 100 mil habitantes.

Em seguida vêm a Bahia, governada por Jerônimo Rodrigues (PT), com índice de 10,6, e Sergipe, administrado por Fábio Mitidieri (PSD), com taxa de 8,4. O Pará ocupa a quarta posição, com 7,3 mortes por 100 mil habitantes.

Cláudio Humberto destaca que Goiás, governado por Ronaldo Caiado (União Brasil), é o primeiro estado administrado por um político de direita a aparecer no ranking, ocupando a quinta colocação, com taxa de 4,9.

O levantamento também mostra que todos esses estados registraram índices acima da média nacional, que foi de 3,1 mortes por 100 mil habitantes em 2025. O indicador nacional aumentou em relação ao ano anterior, quando era de 2,9, segundo o Anuário.

EUA chamam de “mentira sem fundamento” acusação do governo Lula sobre missão ao Brasil

Domingo, 26 de julho de 2026

Foto: Reprodução

Os Estados Unidos reagiram à polêmica envolvendo a missão de dois diplomatas ao Brasil e classificaram como “mentira sem fundamento” a acusação de que a viagem teria como objetivo interferir nas eleições brasileiras ou colocar em dúvida o sistema de urnas eletrônicas. A manifestação foi feita pelo Departamento de Estado, conforme informações do Diário 360.

Segundo o governo americano, a visita de Riley M. Barnes e Samuel Samson fazia parte de uma agenda diplomática de rotina, com reuniões previstas para tratar de temas como integridade eleitoral, liberdade religiosa e liberdade de expressão.

A manifestação ocorreu após uma reportagem do Washington Post afirmar que a missão teria entre seus objetivos ouvir críticos do sistema eleitoral brasileiro e elaborar avaliações sobre o processo.

Após a repercussão, o governo brasileiro decidiu negar os vistos dos dois representantes americanos.

Em nota, o Departamento de Estado negou qualquer tentativa de interferência política e afirmou que reuniões desse tipo fazem parte da atuação diplomática dos Estados Unidos em diversos países.

A viagem estava prevista para ocorrer entre os dias 27 e 30 de julho, mas foi cancelada após a decisão do Itamaraty.

O episódio amplia a tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos. Apesar da controvérsia, o governo americano reiterou que a missão tinha caráter exclusivamente diplomático e voltou a negar qualquer intenção de interferir no processo eleitoral brasileiro.

TSE dá 48 horas para Lula explicar uso de perfis oficiais para divulgar ações do governo

Domingo, 26 de julho de 2026

Foto: Agência Brasil

O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, determinou que o presidente Lula (PT), a Federação Brasil da Esperança e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, apresentem explicações em até 48 horas sobre a divulgação de conteúdos do governo em perfis oficiais nas redes sociais.

A decisão atende a uma ação apresentada pelo PL, conforme O Antagonista.

Segundo o PL, cerca de mil publicações foram feitas nos perfis do Canal Gov no Instagram e no X durante o período em que a legislação eleitoral restringe a publicidade institucional.

O partido alega que os canais oficiais foram utilizados para divulgar ações da administração federal em período vedado pela legislação.

Além de solicitar os esclarecimentos, Nunes Marques determinou que as plataformas Facebook e X preservem todas as postagens questionadas para permitir a análise da Justiça Eleitoral.

Na decisão, o ministro afirmou haver “plausibilidade jurídica” nos argumentos apresentados pelo PL.

Pela Lei das Eleições, a publicidade institucional é, em regra, proibida nos três meses que antecedem o pleito, ressalvadas as exceções previstas na própria legislação.

A restrição tem como objetivo evitar o uso da máquina pública para influenciar o processo eleitoral.

Na ação, o PL também pediu a suspensão dos perfis oficiais ou, alternativamente, a proibição de novas publicações.

O presidente do TSE, porém, decidiu analisar primeiro o conjunto do material antes de deliberar sobre eventuais medidas cautelares.


Justiça mantém preso motorista suspeito de atropelar adolescente na Grande Natal

Domingo, 26 de julho de 2026

Foto: Reprodução/Portal da Tropical

O motorista suspeito de atropelar um adolescente em São José de Mipibu, na Grande Natal, vai continuar preso. Em audiência de custódia realizada neste sábado (25), a Justiça converteu a prisão em flagrante de João Maria da Rocha Filho em prisão preventiva, segundo o Tribunal de Justiça do RN.

De acordo com as informações, o motorista apresentava sinais de embriaguez no momento do atropelamento, registrado na noite da última sexta-feira (24).

O acidente aconteceu na rua Jaime Sales, na praça em frente à Igreja Matriz da cidade. Com a força do impacto, o adolescente foi arremessado por vários metros.

A vítima foi socorrida pelo Samu e levada para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, onde permanece internada. O carro envolvido no atropelamento ficou com a parte dianteira completamente destruída.


[VÍDEO] Homens armados invadem estabelecimento, executam duas pessoas e baleiam grávida em Natal

Domingo, 26 de julho de 2026 

Imagens: Reprodução/Portal da Tropical

Um ataque a tiros deixou duas pessoas mortas e uma mulher grávida baleada na noite desta sexta-feira (25), no bairro Nazaré, na zona Oeste de Natal.

Segundo relatos de testemunhas, criminosos chegaram ao local em uma caminhonete, armados com fuzis, invadiram um estabelecimento e efetuaram diversos disparos contra as vítimas. Duas pessoas morreram no local.

Durante o ataque, uma mulher grávida também foi atingida por disparos. Ela conseguiu chegar à UPA da Esperança, onde recebeu atendimento médico.

O estado de saúde da gestante não havia sido informado até a última atualização. As circunstâncias e a motivação do crime deverão ser investigadas pela Polícia Civil.

Opinião dos leitores

  1. Não é plausível dizer que: Só os governos do PT acabam que está tudo sob controle, em relação às ações criminosas das facções. Os dois estados mais importantes do Brasil, é onde as facções são mais contundentes em seus atos criminosos, esses estados são governado pelo PT

PSD lança candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República com Kassab vice

Domingo, 26 de julho de 2026

Foto: Reprodução

O Partido Social Democrático (PSD) oficializou neste domingo (26), em convenção realizada na sede do partido em São Paulo, a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice.

“Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização”, afirmou Caiado no palco do evento, diante de militantes e partidários. O político prometeu, se eleito, implantar um “novo modelo de governo”.

Caiado vai disputar o Palácio do Planalto pela segunda vez. Nas eleições de 1989, terminou em 10º lugar, com 0,72% dos votos no primeiro turno. Em sua carreira política, foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos. Renunciou ao cargo em março para concorrer à Presidência.

O ex-governador chegou à convenção com a chapa definida. Em 1º de julho, anunciou Kassab como vice e disse que o presidente do PSD participaria ativamente de um eventual governo. A escolha formou uma chapa “puro-sangue”, composta apenas por integrantes da legenda. O PSD não fechou coligações até o momento.

Ex-prefeito de São Paulo, Kassab foi ministro nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer e secretário da gestão Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo. Em 2011, fundou o PSD, partido que tem o maior número de prefeitos do país.

Com informações de g1


Contato : (84) 9 9151-0643

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