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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Um em cada cinco eleitores brasileiros já foi alvo de tentativa de compra de voto, diz pesquisa Ipsos-Ipec

Segunda, 11 de maio de 2026

Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senad

Pesquisa da Ipsos-Ipec mostra que 22% dos brasileiros afirmam já ter recebido oferta para vender o voto em algum período eleitoral. O levantamento foi encomendado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

Segundo a pesquisa, vereadores aparecem como os principais responsáveis pelas abordagens, citados por 59% dos entrevistados que relataram tentativa de compra de votos. Prefeitos foram mencionados por 43%.

O estudo também aponta que a prática é percebida como frequente por grande parte da população. Para 39% dos entrevistados, a compra de votos acontece “sempre” em suas cidades. Outros 30% afirmam que ocorre “frequentemente” ou “às vezes”.

Além da oferta direta de dinheiro, especialistas alertam que favores como consultas médicas, acesso facilitado a benefícios sociais, festas e distribuição de alimentos também podem configurar compra de votos, embora muitos eleitores não reconheçam essas práticas como crime.

O Nordeste apresentou o maior índice de pessoas que disseram já ter recebido propostas para vender o voto, com 32%, acima da média nacional.

A pesquisa revelou ainda que a maioria da população não sabe como denunciar o crime. Cerca de 62% afirmaram desconhecer os canais de denúncia, enquanto 52% disseram não se sentir seguros para relatar os casos às autoridades.

A compra de votos, chamada legalmente de “captação ilícita de sufrágio”, pode levar a pena de até quatro anos de prisão. As denúncias podem ser feitas por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, além de delegacias e Ministérios Públicos.

A pesquisa foi feita pelo Ipsos-Ipec entre 4 e 8 de dezembro do ano passado, com 2000 entrevistas em 131 municípios. O nível de confiança utilizado é de 95%. A margem de erro para as perguntas que englobam toda a amostra é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


Arco do Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis em Patu é demolido após ser atingido por veículo

Segunda, 11 de maio de 2026

Foto: Reprodução

O arco do Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, em Patu, precisou ser demolido na manhã de sábado (9) após ser atingido por um veículo.

Segundo a Guarda Civil Municipal de Patu, o acidente ocorreu por volta das 9h40. Quando as equipes chegaram ao local, o veículo já havia deixado a área. Moradores relataram que o automóvel envolvido seria um caminhão.

A estrutura, considerada um dos principais símbolos históricos e religiosos da cidade, sofreu danos que comprometeram sua estabilidade. Por risco de desabamento, a área foi isolada e o arco acabou demolido por questões de segurança.

Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte informou que orientou o isolamento do local e o acionamento da equipe de engenharia da prefeitura para avaliação da estrutura.

Moradores lamentaram a destruição do monumento, que dá acesso à barragem e à serra do município.

Segundo informações iniciais, o arco deverá ser reconstruído. Pedras da estrutura foram numeradas para preservar ao máximo as características originais do monumento durante a futura obra.

Fonte: Blog do BG

Decisão de suspender dosimetria expõe regime de exceção imposto por Moraes, denuncia advogado (veja o vídeo)

Segunda, 11 de maio de 2026



Ele lembrou que colocaram uma das figuras mais controversas da política nacional para ser o relator do projeto de anistia. 

“Paulinho da Força teve a audácia de esvaziar o significado do projeto aprovado e transformá-lo em dosimetria, com apoio de Aécio Neves e Michel Temer. 
E foram aconselhados por Moraes...”, apontou. 

Carmona questionou se ainda vivemos em uma democracia:

“É um regime de exceção. O objetivo não é jurídico, é a manutenção de uma hegemonia, tanto quanto um tribunal revolucionário, eles pegam processos e congelam, como o Inquérito das Fake News, que se arrasta há sete anos”, ressaltou. 

Veja o vídeo: 

Fonte: Jornal da Cidade Online

Associação de jornalistas publica Nota de Desagravo contra ABI

Segunda,11 de maio de 2026




No texto, a entidade afirma que parte da mídia brasileira teria abandonado o compromisso com a imparcialidade jornalística para defender interesses ideológicos e institucionais, especialmente após os atos de 8 de janeiro e os debates em torno da chamada Lei da Dosimetria.

leia a nota na íntegra:

NOTA DE DESAGRAVO DA AJOIA BRASIL CONTRA ATO DA ABI 

A Imprensa militante que enterrou a democracia é a sócia ostensiva do autoritarismo no Brasil  

A chamada “imprensa tradicional” vive hoje uma das maiores crises morais e de credibilidade de sua história, e isso não aconteceu por acidente.  

O descrédito crescente da população não é fruto de “ataques bolsonaristas”, como gostam de repetir em coro os seus porta-vozes, mas consequência direta de anos de manipulação narrativa, militância ideológica e submissão política e institucional disfarçadas de jornalismo.

Boa parte das redações dos grandes veículos brasileiros deixou de exercer a função de informar para assumir o papel de braço político da esquerda. Não se trata mais de viés eventual ou preferência editorial: trata-se de ativismo organizado, travestido de compromisso democrático. 

Durante os últimos anos, especialmente após os eventos de 8 de janeiro, o país assistiu a um espetáculo vergonhoso de desumanização promovido por setores da mídia. 

Senhoras idosas, trabalhadores, religiosos e cidadãos comuns foram transformados em “terroristas” de ocasião para justificar prisões arbitrárias, excessos judiciais e penas absolutamente desproporcionais, superiores às aplicadas a criminosos violentos, homicidas e corruptos declarados. E o mais grave: tudo aquilo que estas pessoas denunciaram a respeito da Suprema Corte vem à tona com o recente escândalo envolvendo instituição financeira. 

E onde estava a autoproclamada defensora da democracia? Aplaudindo!

Os mesmos veículos que deveriam questionar abusos de poder preferiram funcionar como departamentos de propaganda institucional, legitimando arbitrariedades em nome de uma suposta “defesa democrática” ao arrepio da ordem constitucional. 

Agora, diante da possibilidade de redução de penas por meio da chamada Lei da Dosimetria, medida que sequer corrige as injustiças cometidas, a militância de redação volta à cena para tentar impedir sua aplicação aos condenados. Inaceitável! 

A atuação da Associação Brasileira de Imprensa - ABI nesse processo escancara aquilo que muitos brasileiros já perceberam há tempos: parte significativa da imprensa abandonou qualquer compromisso com equilíbrio, pluralidade ou honestidade intelectual. A essência do jornalismo, informar e opinar, foi mandada às favas com uma defesa intransigente dos abusos cometidos. 

Tornaram-se agentes políticos, empenhados em sustentar uma narrativa única, perseguir adversários ideológicos e blindar determinados grupos de poder. 

É impossível ignorar também o papel central de grandes conglomerados de mídia nesse cenário de deterioração institucional. Nos últimos anos produziram o ambiente político e psicológico necessário para a reabilitação de Lula da Silva, sua volta ao poder e a consolidação de um modelo de censura seletiva contra setores conservadores da sociedade, tudo embalado cinicamente sob o slogan de “proteção da democracia”. 

Mas há algo profundamente perverso em chamar de democracia um sistema em que o divergente ê censurado, perseguido e intimidado com processos que lhes privam e suprimem liberdades fundamentais. 

Não há democracia quando jornalistas se comportam como militantes partidários e redações funcionam como trincheiras ideológicas de grupos políticos e institucionais. 

A destruição institucional do Brasil possui muitos responsáveis, mas poucos tiveram participação tão decisiva quanto a elite midiática brasileira. A história haverá de ser implacável com os que chutaram a ética jornalística e tornaram-se correias de transmissão dos mandatários do país. 

A “grande mídia” normalizou abusos, ridicularizou vozes dissidentes, manipulou narrativas e ajudou a dividir o país entre “cidadãos aceitáveis” e “inimigos da democracia” – a deles. 

O Brasil só começará a reconstruir sua vida pública e institucional quando a máscara da “grande imprensa” cair, e quando seus setores mais militantes forem finalmente expostos e moralmente confrontados pela sociedade civil organizada. 

AJOIA Brasil - Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados. 

Belo Horizonte, 10 de maio de 2026. 

da Redação / Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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