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sábado, 14 de março de 2026

Gilmar Mendes leva suspensão da quebra de sigilo de Lulinha ao plenário do STF

Sábado, 14 de março de 2026

Foto: Luiz Silveira/STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu destaque no julgamento que analisa a decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS, elas a de Lulinha, filho do presidente Lula.

Com o pedido, o processo deixa o plenário virtual e será analisado em sessão presencial do STF, em data a ser definida pelo presidente da Corte, Edson Fachin.

Antes da suspensão, apenas Dino havia votado, defendendo a manutenção de sua própria decisão.

O caso chegou ao Supremo após ação da empresária Roberta Luchsinger, que contestou a quebra de seus sigilos bancário e fiscal determinada pela CPMI. A medida também atingia o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na decisão liminar, Dino suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela comissão, argumentando que medidas desse tipo exigem análise individualizada, o que não ocorreu quando a CPMI aprovou 87 requerimentos em bloco. O ministro indicou que o Congresso pode voltar a analisar os pedidos, desde que faça votação separada para cada caso.

O voto de André Mendonça repleto de revelações impressionantes sobre o esquema criminoso do Banco Master

 Sábado, 14 de março de 2026


A decisão se fundamentou em diversos elementos investigativos. Entre eles estão a presença de grupo armado com participantes ainda não localizados, informações digitais que não passaram por análise, movimentação para venda de aeronave e apurações sobre tentativa de cooptação de influenciadores digitais. O magistrado ressaltou que os elementos probatórios são considerados consistentes. Múltiplas linhas de investigação seguem abertas.

Os advogados de Vorcaro haviam questionado as imputações da Polícia Federal. A defesa sustentou que os acontecimentos seriam anteriores à primeira detenção do investigado. Mendonça não acolheu essa tese. O ministro afirmou existirem indícios adequados de "continuidade delitiva". A argumentação da defesa foi rejeitada com base nos elementos reunidos pela investigação.

O voto trouxe informação sobre o material probatório que embasou a prisão do banqueiro. As evidências utilizadas resultaram do exame de um único aparelho celular. Foram recolhidos nove dispositivos móveis com Vorcaro. As mensagens que fundamentaram a decisão judicial provêm de apenas um desses equipamentos.

"Portanto, além da conclusão das análises relativas ao primeiro celular apreendido, ainda há 8 celulares por examinar", registrou Mendonça.

O magistrado sustentou que a seriedade dos acontecimentos já identificados justifica a medida restritiva por ele determinada. A análise dos demais aparelhos pode revelar novos elementos para a investigação.

A Polícia Federal detém quantidade expressiva de dados coletados que não receberam análise completa. Essa situação foi indicada como um dos fatores que evidenciam a necessidade de preservação da prisão durante o prosseguimento das apurações. O volume de material pendente de exame foi considerado relevante para a decisão.

Mendonça contestou a alegação defensiva de que a existência de grupo direcionado para ações violentas seria "mera ilação" das apurações. Os representantes legais de Vorcaro haviam argumentado que não foi comprovado que o grupo chamado "A Turma", coordenado pelo "Sicário" e com participação de Vorcaro, teria finalidade de práticas ilícitas.

O ministro trouxe no voto situações de perseguição a adversários e ex-empregados do empresário.

"A autoridade policial identificou e comprovou a prática de atos de ameaças concretas, como se exemplifica a partir do episódio envolvendo ex-funcionário", afirmou Mendonça.

Os episódios foram apresentados como demonstração de que as ações não constituem especulação.

Foram obtidas conversas que relatam ameaça ao ex-capitão da embarcação de Vorcaro por sete milicianos. Esse acontecimento foi empregado pelo magistrado para evidenciar que as ações violentas não representam suposição, mas acontecimentos comprovados pela apuração. O caso foi considerado exemplo concreto das práticas investigadas.

O voto apresentou justificativa de que ainda existe risco na investigação. Mendonça trouxe evidências de que ramificações da organização permanecem operantes e representam perigo. A Polícia Federal possui indícios de que a "Turma" pode ser formada por até seis membros. Esses integrantes ainda não foram adequadamente identificados pelas autoridades.

"Portanto, a organização ainda se apresenta como uma perigosa ameaça em estado latente, pois conta com integrantes que ainda estão à solta. Nesse cenário, não se identifica qualquer indício de que as atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa teriam cessado até o momento em que prolatada a decisão ora submetida a referendo", escreveu Mendonça.

A presença de integrantes não identificados e potencialmente em atividade constitui elemento relevante para avaliar os riscos associados à eventual liberação do investigado. Essa circunstância foi indicada como justificativa para preservação da medida cautelar. A possibilidade de continuidade das ações ilícitas foi considerada na decisão.

Outros suspeitos já são conhecidos pela polícia e forneceram depoimentos. Durante a deflagração da operação policial foram interceptados suspeitos de integrarem o núcleo tecnológico utilizado pelo grupo para realizar hackeamentos e invasões. A abordagem ocorreu em rodovia federal.

"Na data da deflagração da terceira fase da Operação, através de abordagem realizada pela Polícia Rodoviária Federal, no quilômetro 871 da BR-381, em veículo de propriedade de Phillipi Mourão (o "Sicário"), que estava sendo conduzido por terceiro, identificaram-se dois potenciais integrantes do núcleo da organização criminosa conhecido como "os meninos", os quais seriam responsáveis pelas investidas de hackeamento e invasão digital perpetradas pela "Turma"", escreveu Mendonça.

Os dois suspeitos interceptados prestaram depoimentos às autoridades policiais. A abordagem aconteceu em veículo de propriedade de Phillipi Mourão. O veículo estava sendo conduzido por terceiro. Os suspeitos identificados seriam responsáveis pelas investidas de hackeamento e invasão digital perpetradas pela organização.

Existem outras apurações em curso sobre a atuação ilícita de Daniel Vorcaro após a primeira fase da operação policial. Entre essas apurações está o chamado "Projeto DV". A denominação foi dada a uma tentativa de influenciar publicações nas redes sociais. A investigação específica foi mencionada no voto.

"Não se pode olvidar, ainda, as iniciativas relacionadas ao denominado ‘Projeto DV’, posto em prática após a deflagração da primeira fase da operação, e que, nada obstante seja objeto de investigação específica, foi devidamente abordado pela autoridade policial para demonstrar a contemporaneidade do contexto delitivo identificado", escreveu Mendonça.

O projeto tinha como objetivo arregimentar influenciadores oferecendo propostas de até R$ 2 milhões. Os influenciadores veiculariam conteúdos favoráveis a Vorcaro. Levantariam questões sobre a atuação do Banco Central. A investigação específica sobre o projeto foi abordada pela autoridade policial para demonstrar a contemporaneidade do contexto delitivo identificado.

Mendonça relatou uma série de manobras financeiras ainda em curso pela organização criminosa apontada pela Polícia Federal. Entre essas manobras está a tentativa de venda de uma aeronave. O caso foi apresentado como evidência de risco de dilapidação patrimonial.

"[É] mister realçar que, apesar das diversas ordens de bloqueio das constrições patrimoniais implementadas por ocasião da primeira fase da operação, o risco atual e iminente de dilapidação patrimonial relacionado aos ativos do agravante restou evidenciado, dentre outros fatos, a partir da noticiada tentativa de alienação repentina de aeronave avaliada em aproximadamente R$ 538 milhões de reais e que estaria sendo posta à venda por US$ 80 milhões, o equivalente a R$ 415 milhões", afirmou Mendonça.

O risco de dilapidação patrimonial relacionado aos ativos do agravante restou evidenciado. A aeronave avaliada em aproximadamente R$ 538 milhões estaria sendo posta à venda por US$ 80 milhões. O valor equivale a R$ 415 milhões. A tentativa de alienação repentina ocorreu apesar das diversas ordens de bloqueio das constrições patrimoniais implementadas por ocasião da primeira fase da operação.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Justiça manda colocar tornozeleira em preso sem pernas — e acaba tendo que liberá-lo

Sábado, 14 de março de 2026

Foto: Reprodução

Um homem de 68 anos, cadeirante e sem as duas pernas, teve a prisão domiciliar concedida com uso de tornozeleira eletrônica em Blumenau (SC). O detalhe: o equipamento não pôde ser instalado justamente porque ele não tem as pernas.

O idoso foi preso na segunda-feira (9) para cumprir pena de cinco anos de reclusão em regime inicial semiaberto. A condenação é por um homicídio culposo no trânsito — quando não há intenção de matar — ocorrido há mais de dez anos.

Dois dias depois, ele teve a pena substituída por prisão domiciliar, que foi aceito nesta quinta (12), com a condição de monitoramento eletrônico por tornozeleira. No entanto, o presídio informou que não poderia soltá-lo porque não havia como instalar o equipamento, já que o apenado não possui as duas pernas.

Após novo acionamento do Judiciário, a juíza de plantão revisou a decisão, dispensou a tornozeleira e determinou a liberação imediata do homem, que agora cumpre a pena em prisão domiciliar.


VÍDEO: Paciente cai do teto após tentar fugir por dutos de ventilação em hospital no RJ

Sábado, 14 de março de 2026

Um paciente caiu do teto do Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, no Rio de Janeiro, após tentar fugir pelos dutos de ventilação da unidade. De acordo com as informações divulgadas no local, ele é usuário de drogas e estava internado na ala para pacientes com Covid.

Veja o momento da queda:

O caso foi registrado na noite de quinta-feira (12). As imagens mostram o homem, vestindo roupas de paciente, derrubando o forro e despencando dentro da sala de internação. O teto cede em dois pontos e, ao cair, ele quase atinge outra mulher, que estava acamada no local. Dois funcionários da unidade de saúde tentam conter o paciente.

Segundo o hospital, o homem pediu para ir ao banheiro. Na sequência, ele abriu o duto de ar-condicionado e tentou sair, mas caiu no Centro de Tratamento Intensivo da unidade.

Ele levado para o local de internação original. O homem segue internado em estado estável.

G1

O carcereiro desafia os EUA

Sábado, 14 de março de 2026

O ministro moraes acaba de proibir a visita de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos EUA, a Jair Bolsonaro.

A autorização havia sido dada há dias atrás, mas imagina-se que moraes jamais teve a intenção de permitir a visita.

Ingenuamente, alguns interpretaram a permissão como uma espécie de 'gentileza' do ministro em retribuição às tentativas cordiais de aproximação do candidato Flavio Bolsonaro, espécie de acordo entre cavalheiros. Só que moraes não é um cavalheiro exatamente.

No filme de quinta categoria da ditadura brasileira, alexandre de moraes já foi quase tudo: juiz, investigador, advogado, promotor, vítima e acusador, quem prende e quem solta, e até, há pouco, degustador de whisky com pedigree.

Mas seu melhor papel inquestionavelmente é o de carcereiro da ditadura.

Especialmente no caso icônico do ex presidente Jair Bolsonaro.

Fato: Bolsonaro é um preso político e está isolado ilegalmente.

Se, num ano eleitoral, um líder é mantido isolado para conter a oposição, evidentemente não seria possível permitir que esse líder contasse a verdadeira história a um assessor americano.

E foi feito, está proibido, debaixo de 'considerações' delirantes a respeito do visto de Beattie e 'soberania' brasileira.

O ministro mauro vieira, pouco inteligente, entregou o jogo ao justificar a proibição como ação para preservar o país de 'indevida ingerência' dos EUA.

O que querem preservar mesmo é o poder, e qualquer oposição à reeleição de seu marionete lula será vista mesmo como 'ingerência', nome bacana para autoritarismo, totalitarismo e ditaduras tropicais.

da Redação / Jornal da Cidade Online

Ditador de Cuba demonstra juízo, cede a pressão de Trump e faz anúncio histórico (veja o vídeo)

 Sábado, 14 de março de 2026



Resultado? O fluxo de petróleo para a ilha - prisão dos Castro entrou em colapso.

Sem petróleo venezuelano e sob duras sanções, o regime cubano está encurralado. A crise econômica se aprofunda. A população passa (ainda mais) fome.

E a ditadura começa a procurar uma saída negociada para sobreviver.

Depois de décadas organizando revoluções socialistas na América Latina, Havana agora precisa negociar com Washington para não quebrar.

Se esse processo avançar, estaremos diante de algo histórico: a abertura do regime cubano e o fim de uma das ditaduras mais brutais do século XX.

Na prática, seria um golpe devastador na esquerda latino-americana.

Afinal, quase toda a esquerda da região — do chavismo ao lulismo — orbita politicamente em torno de Havana.

Se Cuba cair, cai também o mito revolucionário que sustenta a narrativa da esquerda continental. Péssima notícia para o Descondenado Lula. E para toda a petralhada brasileira.

Leandro Ruschel.

Contato : (84) 9 9151-0643

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