martins em pauta

terça-feira, 1 de setembro de 2026

[VÍDEO] Renan Santos publica vídeo em tom de despedida após decisão de Toffoli que suspendeu campanha nas redes

Terça, 01 de setembro de 2026

Imagem: Reprodução

O candidato à Presidência da República Renan Santos, do partido Missão, publicou nesta segunda-feira (31) um vídeo em tom de despedida após uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), restringir a campanha digital da chapa.

No vídeo, Renan afirma que não poderá produzir ou publicar conteúdos nas redes sociais, participar de debates e sabatinas. Ele também critica a decisão e a classifica como “ilegal” e “persecutória”.

Segundo o candidato, a suspensão ocorreu após um problema técnico no registro dos perfis utilizados pela campanha. Ele nega ter cometido abuso de poder econômico e afirma que vai recorrer ao TSE para tentar derrubar a decisão.

Renan também relacionou a medida às manifestações que organizou contra Dias Toffoli e outros integrantes do Judiciário. Ao final do vídeo, pediu que apoiadores salvem e compartilhem a gravação, afirmando que não pretende desistir da disputa.

A decisão de Toffoli suspendeu a transmissão de conteúdos em 16 perfis não informados dentro do prazo legal, manteve liberados apenas um site e uma conta no X declarados no registro inicial e determinou a suspensão de repasses do Fundo Eleitoral. A medida também prevê restrições à participação da chapa em debates e sabatinas.

Com informações do Via Certa Natal


[VÍDEO] Flávio Bolsonaro diz que Lula é quem deve explicações sobre Banco Master: “Não sabemos se é patrocinador, conselheiro ou sócio”

Terça, 01 de setembro de 2026

Flávio Bolsonaro afirmou em entrevista à TV Record que o presidente Lula é quem precisa dar explicações sobre o Banco Master. O candidato citou uma reunião do presidente com representantes da instituição e questionou a relação do governo com Daniel Vorcaro.

“Lula deve explicações, porque a gente não sabe até hoje se ele é o patrocinador, se ele é o conselheiro, se ele é um sócio do Banco Master”, afirmou Flávio.

Segundo ele, Lula teria prometido aos representantes do banco que poderiam “esperar um pouquinho” pela troca no comando do Banco Central, porque, a partir daí, o governo teria uma forma de ajudar Vorcaro a resolver os problemas da instituição.

Flávio também afirmou que as suspeitas envolvendo sua família não se sustentam e voltou as cobranças para integrantes e pessoas ligadas ao governo.

“Com relação à sua relação com o governo Lula, com o Jaques Wagner, com o Rui Costa, com o Guido Mantega, com o Lewandowski, toda aquela galera que cerca ali o núcleo duro do Lula, incluindo o seu filho, todos ali têm muito a explicar”, disse.


“SOLTARAM A MINHA MÃO”: Ivan Baron reclama de tratamento desigual do PT, diz que foi “expulso” e anuncia que vai “encontrar outro caminho”

Terça, 01 de agosto de 2026

Foto: Reprodução/O Globo

O candidato a deputado estadual Ivan Baron (PT), que ficou nacionalmente conhecido ao subir a rampa do Palácio do Planalto ao lado do presidente Lula (PT), na posse do petista em 2023, disse que irá “encontrar outro caminho” e reclamou de ter sido “expulso” pelo partido em razão da falta de apoio para sua candidatura à Assembleia Legislativa. Ele afirmou que, na tarde dessa segunda-feira (31), se reunirá com apoiadores para “ver o que vamos fazer”.

A queixa está relacionada ao tratamento desigual na distribuição dos recursos do fundo partidário entre os integrantes da nominata da Federação Brasil da Esperança, formada pelo PT, PV e PCdoB. Ele disse que foi “surpreendido” pela imprensa e pelo site do TSE com a notícia de que “receberia apenas R$ 24 mil de apoio partidário”.

Isso, segundo ele, é “reflexo de como candidaturas de pessoas com deficiência são tratadas na política, principalmente no campo progressista”. “Soltaram a minha mão e, no momento em que eu mais pensei que receberia apoio, acabei ficando para trás”, disse o candidato, acrescentando que “isso não vai ser motivo pra que a gente desista ou abaixe a cabeça”.

“Eu até já sabia que seria difícil, mas jamais imaginei pensar que eu seria expulso dessa maneira. Expulso sim, até porque a gente precisa parar de romantizar a política. Quando não nos é dado o apoio e a oportunidade para que a disputa esteja em nível de equidade junto com os demais acaba se tornando abandono e abandono é exclusão”, afirmou.

Ivan disse que não retirará a candidatura, mas que vai “recalcular a rota” da campanha, que não poderá “acompanhar o ritmo de rua” e investirá mais no digital. Apesar da decepção com o PT, Ivan disse que seguirá filiado à legenda para não incorrer em infidelidade partidária e manterá o apoio a Cadu de Lula ao Governo do Estado.


Opinião dos leitores

  1. Ivan Baron, ainda bem q vc descobriu a tempo quem é essa esquerda brasileira. Pregam uma coisa e fazem outra. Parabéns pela decisão!

Ô LOUCO: Não tomar banho vira tendência entre homens da geração Z

Terça, 01 de setembro de 2026

Foto: Reprodução

Sob a justificativa de que o odor natural é mais atraente, a nova tendência entre homens da geração Z é o Pheromone Maxxing. A geração Z compreende o grupo de pessoas nascidas entre 1997 e 2012. Adeptos ao movimento, meninos e jovens adultos têm deixado de tomar banho, escovar os dentes e usar desodorante antes de encontros, afirmando que essas práticas fazem os feromônios masculinos ficarem mais perceptíveis para possíveis parceiras. Alguns ainda vão além: usam camisas sujas e bebem a própria urina como uma forma de eliminar toxinas pelo suor.

Feromônios são compostos químicos que transmitem sinais entre membros da mesma espécie. Na natureza, já foram documentados entre insetos e outros animais, sendo muito associados a instintos reprodutivos. Entretanto, os estudos sobre feromônios nos seres humanos são inconclusivos, ou seja, não há qualquer evidência científica de que deixar de tomar banho ou usar desodorante aumente as chances de atrair parceiros.

O fenômeno do Pheromone Maxxing surgiu a partir do movimento Looksmaxxing, voltado para a maximização da aparência, no qual os usuários usam as redes sociais para compartilhar o processo de otimização do físico, muitas vezes adotando medidas extremas, como procedimentos cosméticos e dietas drásticas, para alcançar esse objetivo.

Metrópoles – Ilca Maria Estevão


BRASIL: Dívida bruta sobe para R$ 10,9 trilhões e atinge 82,5% do PIB, maior patamar desde 2021

Terça, 01 de setembro de 2026

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) chegou a R$ 10,9 trilhões em julho, equivalente a 82,5% do PIB, informou o Banco Central nesta segunda-feira (31). É o maior patamar desde abril de 2021, quando a dívida estava em 82,6% do PIB. O Governo Geral compreende o governo federal, o INSS, os governos estaduais e municipais.

No acumulado de 2026, a dívida aumentou 3,9 pontos percentuais em relação ao PIB. Quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a Presidência, em janeiro de 2023, a dívida correspondia a 71,38% do PIB.

Em junho, a relação era de 81,9%. A alta de 0,6 ponto percentual no mês foi puxada principalmente pelos juros nominais, que acrescentaram 0,8 ponto, e pelas emissões líquidas de dívida, com impacto de 0,2 ponto. O crescimento do PIB nominal reduziu o indicador em 0,5 ponto.

Apesar da alta do endividamento, o setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 1,4 bilhão em julho, revertendo o déficit de R$ 66,6 bilhões registrado no mesmo mês de 2025. O governo central teve superávit de R$ 11 bilhões, enquanto governos regionais e estatais registraram déficits de R$ 8,5 bilhões e R$ 1,1 bilhão.

Em 12 meses até julho, porém, o setor público acumulou déficit primário de R$ 89,3 bilhões, equivalente a 0,67% do PIB. No mesmo período, os juros nominais somaram R$ 1,15 trilhão, ou 8,67% do PIB, levando o déficit nominal a R$ 1,24 trilhão (9,34% do PIB).

Com informações de CNN


URGENTE: Toffoli suspende campanha de mais um candidato à Presidência

 Terça, 01 de setembro de 2026

O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a suspensão imediata da propaganda eleitoral em ambiente digital de mais um candidato.

A chapa liderada pelo veterinário Wilson Grassi, candidato do Democrata à Presidência da República, foi atingida pela decisão.

A decisão prevê multa de R$ 50 mil para cada veiculação realizada depois que a chapa for intimada. A penalidade também alcança eventuais publicações feitas em outros perfis, novas contas dos candidatos ou páginas administradas por terceiros.

A determinação impede que a chapa utilize, para propaganda eleitoral, sites, blogs, redes sociais, plataformas de mensagens instantâneas ou aplicações de internet semelhantes que não tenham sido informados ao TSE no momento exigido pela legislação eleitoral.

Toffoli também suspendeu os repasses de recursos do Fundo Eleitoral destinados à chapa e proibiu a realização de despesas com valores que eventualmente já tenham sido transferidos. Em caso de descumprimento dessa parte da decisão, a multa estabelecida corresponde a 1% dos valores envolvidos.

Além das restrições financeiras e digitais, Wilson Grassi fica impedido de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação enquanto a determinação estiver em vigor.

A decisão foi proferida no domingo (30), dentro do processo de registro da candidatura de Grassi. Segundo Toffoli, a campanha não comunicou ao TSE, dentro do prazo previsto, os endereços eletrônicos utilizados pelo candidato na internet. O ministro também apontou que um dos perfis teria começado a divulgar propaganda eleitoral antes de ser regularmente informado à Justiça Eleitoral.

“Oito perfis em redes sociais foram informados 17 dias após o requerimento de registro. Em simples consulta ao primeiro deles, que conta com 156 mil seguidores, constatei que o perfil veicula propaganda eleitoral, conforme print abaixo, extraído em 29/8/2026 do Instagram”, diz Toffoli.

Para o ministro, mesmo sem a identificação imediata de recomendações vinculadas ao perfil, a situação justificaria a adoção de medidas cautelares para interromper eventuais vantagens obtidas a partir da ausência de informação dos endereços.

“Ainda que de plano não se tenha identificado recomendações associadas ao perfil, a constatação é suficiente para, no exercício do poder geral de cautela, determinar, de ofício, medidas necessárias para impedir a continuidade dos benefícios obtidos de forma inidônea em razão da omissão dos endereços”.

Toffoli considerou ainda que havia elementos suficientes para indicar a plausibilidade da irregularidade.

“Primeiramente, prossegue o ministro, “a plausibilidade está demonstrada pela consulta realizada”. “Em juízo perfunctório, constata-se que ao menos um perfil está em utilização irregular para difusão de conteúdo a milhares de seguidores e com potencial favorecimento pelos algoritmos de recomendação“.

O relator também apontou urgência na adoção das medidas. Segundo ele, a campanha eleitoral já havia começado havia 14 dias, enquanto a regularização dos perfis ocorreu somente posteriormente e sem uma justificativa apresentada para o atraso.

“Em segundo lugar, diz ele, “a urgência é inequívoca”. “Já se passaram 14 dias desde o início da campanha. A estratégia de informar os endereços por simples peticionamento nos autos, sem requerimento de urgência ou sequer justificativa para a atuação tardia, impõe a adoção de medidas imediatas”.

Na avaliação de Toffoli, Grassi já tinha conhecimento da obrigação de informar previamente os endereços eletrônicos que seriam utilizados na campanha. O candidato também estaria ciente de que esses canais só poderiam ser empregados para propaganda eleitoral depois de transcorridas 48 horas do registro pelo TSE.

“Violou frontalmente a obrigação. Os benefícios já auferidos são irreversíveis. Justifica-se, portanto, que até o esclarecimento da situação de cada perfil e da análise de eventual justificativa para a omissão seja integralmente suspensa a utilização dos perfis de redes sociais arrolados a destempo, bem como de qualquer outras, para a realização de campanha na internet“.

Suspensão da campanha de Renan Santos

No domingo (30), Toffoli também determinou a suspensão da campanha de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República. A medida atingiu a propaganda eleitoral digital da chapa, os repasses de recursos do Fundo Eleitoral e a participação do candidato em debates realizados em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.

A decisão referente a Renan, contudo, não determinou a suspensão de seu registro de candidatura à Presidência. Na condição de relator do pedido de registro, Toffoli apontou que perfis considerados irregulares estariam sendo utilizados para divulgar conteúdo favorável ao candidato.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Lula teve 8 minutos a mais de fala que Flávio Bolsonaro no Jornal Nacional, mostra levantamento

Terça, 01 de setembro de 2026

Foto: Reprodução/Rede Globo

O presidente Lula (PT) teve cerca de 8 minutos a mais de tempo de fala que Flávio Bolsonaro (PL) durante as sabatinas realizadas pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O levantamento, divulgado pela coluna de Cláudio Magnavita, no Correio da Manhã, cronometrou os 40 minutos destinados a cada entrevista.

Segundo os dados, Lula falou por 29 minutos e 5 segundos, enquanto Flávio teve 21 minutos e 34 segundos para responder aos questionamentos dos apresentadores Renata Vasconcellos e César Tralli.

A diferença ocorreu principalmente em razão do tempo utilizado pelos jornalistas.

Na sabatina de Flávio, Tralli e Renata falaram por 18 minutos e 2 segundos.

No caso de Lula, os apresentadores do JN ocuparam 13 minutos e 36 segundos do tempo da entrevista, ou seja, 4 minutos e 26 segundos a menos, comparado ao tempo de fala da dupla quando sabatinou Flávio.

O levantamento aponta que, na prática, o senador do PL teve quase 45% do tempo da entrevista consumido pelas intervenções dos apresentadores, enquanto Lula ficou com uma parcela significativamente maior do tempo total para apresentar suas respostas, mais de 70% do tempo.

Mesmo uma sabatina não estabelecendo uma divisão rígida do tempo entre perguntas e respostas, fica nítida a diferença. No fim das contas, Lula teve um tempo maior para expor suas posições, enquanto Flávio foi mais interrompido pelos apresentadores.

Nem mesmo aliados de Lula perdoam decisão de Dias Toffoli

 Terça, 01 de setembro de 2026

Integrantes do entorno do petista Lula, tanto na campanha de reeleição quanto no Palácio do Planalto, avaliam como “exagerada” e “controversa” a decisão do ministro Dias Toffoli, do STF e do TSE, que suspendeu a campanha de Renan Santos (Missão) à Presidência da República.


A avaliação entre petistas é de que a medida causa estranheza principalmente pelo momento em que foi adotada, com a campanha eleitoral já em andamento. Na visão de aliados de Lula, o ministro poderia ter escolhido uma providência menos severa e concedido prazo adicional para que a campanha corrigisse as irregularidades apontadas.

A decisão de Toffoli teve como fundamento a suposta omissão de perfis utilizados por Renan Santos nas redes sociais. O ministro também determinou a suspensão desses canais que foram informados fora do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

Apesar das críticas, os aliados de Lula acreditam que a decisão poderá ser revertida. Ao mesmo tempo, existe a avaliação de que a própria suspensão pode acabar favorecendo Renan Santos politicamente, ao ampliar a exposição do candidato e despertar maior interesse público sobre sua campanha.

Quanto às possíveis consequências eleitorais, integrantes do entorno do presidente consideram prematuro fazer uma previsão. Segundo essa avaliação, ainda não há elementos suficientes para dimensionar como a decisão afetará a disputa presidencial.

Uma das hipóteses levantadas, porém, é de que a medida possa atingir principalmente o eleitorado de Augusto Cury (Avante), também candidato à Presidência. Eventuais mudanças na distribuição desses votos poderiam alterar o equilíbrio entre os concorrentes ao longo da campanha.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Comércio, serviços e turismo fazem apelo para que PEC do fim da escala 6×1 não seja votada antes das eleições

Terça, 01 de setembro de 2026

Diante do avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, a principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas 34 federações e sindicatos filiados, lançaram neste fim de semana (29 e 30 de agosto) uma campanha nacional conjunta com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”

Se trata de um apelo aos Senadores que debatem a PEC que limita a carga horária nacionalmente sobre os graves riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica.

O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severos: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recordes das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas.

Impor uma elevação abrupta nos custos operacionais – em um setor onde mais de 90% da mão de obra atua no regime 6×1 – significará repassar esse peso para o consumidor final em forma de inflação, gerando retração de vagas e aumento da informalidade, além do já mapeado prejuízo aos empresários que pagam impostos de importação muito maiores do que são isentados da Taxa da Blusinhas. O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, reforça a necessidade de responsabilidade e ponderação no debate legislativo neste contexto.

“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade. A conta para quem produz e emprega no Brasil já está alta demais. Votarmos esta alteração constitucional drástica nas relações de trabalho, de forma apressada e às vésperas de um processo eleitoral, é colocar em risco a estabilidade de milhões de micro e pequenas empresas e a própria manutenção dos empregos formais de toda a cadeia produtiva. O caminho seguro continua sendo a negociação coletiva, que respeita as realidades de cada região e setor. Agora é o momento de preservar a economia e garantir a segurança jurídica do País”.

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca que o comércio, os serviços e o turismo possuem realidades muito diferentes, e uma regra única pode produzir consequências graves para pequenas empresas, empregos e até para os preços pagos pela população. “A nossa defesa é pelo diálogo, pela negociação coletiva e por uma transição responsável. Trata-se de encontrar um equilíbrio que proteja o trabalhador, preserve as empresas e garanta empregos”, defende.

O Sistema Comércio apela aos senadores da República por sensatez e serenidade, defendendo que a readequação de jornadas ocorra via convenções coletivas de trabalho, em respeito à soberania das decisões negociadas entre trabalhadores e empregadores, conforme previsto na constituição atual desde a reforma trabalhista de 2017. Temas como este e a taxação de importações diretas geram custos e efeitos a curto, médio e longo prazo que demandam um debate maior e sem a pressa dos prazos eleitorais.

Flávio sai em defesa de Renan Santos após decisão de Toffoli

 Terça, 01 de setembro de 2026

Dias Toffoli suspendeu a campanha de Renan Santos (Missão) à Presidência da República. 

Renan está proibido de fazer propaganda eleitoral nos perfis que não foram informados previamente à Justiça Eleitoral. Além disso, a decisão também suspende repasses do Fundo Eleitoral e impede a participação da chapa em debates realizados em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.

Segundo o ministro, possíveis irregularidades relacionadas aos perfis utilizados para promover a candidatura aconteceram. 

No X, Flávio Bolsonaro se manifestou em defesa de Renan:

"Espero que o candidato Renan Santos restabeleça sua candidatura.
O Presidente Jair Bolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil!"

Contato : (84) 9 9151-0643

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