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terça-feira, 9 de junho de 2026

Irã e Israel afirmam que suspenderam ataques mútuos após pressão de Trump

Fogo e fumaça após ataque de Israel atingir o depósito de petróleo de Shahran, no Irã • Foto: Stringer/Getty Images

Irã e Israel anunciaram nesta segunda-feira (8) a suspensão dos ataques mútuos após pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Apesar da trégua, Teerã avisou que poderá retomar as ofensivas caso Israel continue atacando o Hezbollah no Líbano.

Os confrontos das últimas 24 horas marcaram a escalada mais intensa desde o cessar-fogo firmado em abril. Israel realizou ataques contra instalações ligadas ao programa de mísseis iraniano, incluindo uma fábrica petroquímica em Mahshahr. Em resposta, o Irã atingiu um alvo semelhante na cidade israelense de Haifa.

O comando militar iraniano afirmou ter dado uma “resposta dolorosa” a Israel e declarou a suspensão das operações, mas advertiu que novas ações poderão ser tomadas caso ocorram novos ataques, especialmente no sul do Líbano.

Trump afirmou que as negociações para um acordo de paz continuam e defendeu um cessar-fogo imediato. Segundo fontes, Israel também decidiu interromper temporariamente suas operações contra o Irã.

Mesmo com a trégua, autoridades dos dois países mantiveram um discurso duro. Israel declarou estar preparado para continuar a ofensiva pelo tempo que considerar necessário, enquanto fontes iranianas afirmaram que o país está pronto para um conflito prolongado.

Os ataques recentes elevaram momentaneamente os preços do petróleo, mas a cotação recuou após o anúncio da suspensão das operações militares.

No cenário regional, os Houthis do Iêmen prometeram ampliar ataques contra interesses israelenses e ameaçaram a navegação no Mar Vermelho. Já o embaixador dos EUA no Líbano informou que negociações entre Israel e Líbano deverão ser retomadas em Washington.


Ministério da Saúde suspende vacina da dengue do Butantan após o registro de duas mortes suspeitas

Terça, 09 de junho de 2026

Foto: Instituto Butantan/ Divulgação

O Ministério da Saúde anunciou que vai suspender a imunização contra a dengue com a vacina do Butantan a partir desta segunda-feira (8). De acordo com o governo federal, a medida foi adotada após duas mortes suspeitas registradas.

O anúncio foi feito em uma coletiva de imprensa com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o diretor do instituto Butantan.

Segundo o Ministério da Saúde, até agora, foram aplicadas 500 mil doses e, nesse universo de pacientes, registradas 42 casos de reações severas possivelmente ligadas à vacina. Entre eles, duas mortes, que seguem como suspeitas.

“Nós tivemos três casos graves, desses dois óbitos, sem, até esse momento, nas investigações já feitas pelos sistemas municipais, de vigilância estadual, escutando os especialistas, ter dados suficientes para estabelecer uma causalidade da vacina com a ocorrência”, disse o ministro da saúde, Alexandre Padilha.

Segundo a análise do Ministério da Saúde, a taxa de reação adversa, corresponde a 0,7% do total vacinado e os casos com sinais de alarme, que levaram à suspensão, são 0,008% das pessoas imunizadas.

Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina é a primeira do mundo aplicada em dose única e a primeira totalmente brasileira. A imunização começou no início deste ano com foco nos profissionais de saúde.

E o que acontece agora? 

Estados e municípios vão suspender a aplicação, enquanto os casos de eventos graves e mortes são investigados. O governo informou que vai acionar os estados para reforçar a busca por possíveis efeitos adversos.

E quem já tomou a vacina? 

Quem recebeu doses nos últimos 21 dias deve fazer um acompanhamento e estar atendo a reações como febre, dor abdominal, vômitos, entre outros.

A pasta reforçou que a medida é temporária e de segurança, que todas as mortes são suspeitas e que há confiança no estudo que levou à comprovação de eficácia e segurança da vacina.

“Queria reforçar aqui que o Ministério da Saúde tem toda a confiança na capacidade institucional, científica do Instituto Butantan, de fazer essa investigação, de aprofundar esses estudos. Isso foi apresentado no Comitê de Farmacovigilância Nacional, que foi feito hoje de manhã cedo, e o comitê recomendou de forma consensual essa estratégia de descontinuidade”, disse o ministro Padilha.

O Butantan não havia se manifestado até a publicação desta reportagem.

g1


Governo Lula estuda permitir 2º funcionário para MEI depois do fim da escala 6 X 1, diz ministro Paulo Pereira

Terça, 09 de junho de 2026

Foto: Reprodução/Instagram

O governo Lula estuda permitir que microempreendedores individuais (MEIs) contratem um segundo funcionário para compensar os impactos do fim da escala 6×1.

Atualmente, o MEI pode registrar apenas um empregado. Segundo o ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, em entrevista ao site Poder 360, a ampliação está em análise, mas ainda não há decisão final. A medida precisará ser viável do ponto de vista fiscal.

A preocupação do governo é com pequenos negócios, especialmente do comércio, que podem enfrentar aumento de custos trabalhistas com a nova jornada.

Além da possibilidade de mais contratações, o governo discute um programa de apoio aos pequenos empreendedores em parceria com o Sebrae.

Pereira afirmou que a resistência à mudança vem diminuindo. Segundo pesquisa do Sebrae, 27% dos micro e pequenos empresários avaliam negativamente o fim da escala 6×1, índice que já foi de 31%.

O governo defende que a redução da jornada aumentará o consumo, já que os trabalhadores terão mais tempo livre, o que pode beneficiar especialmente o comércio.

Outra medida em estudo é a atualização do teto de faturamento do MEI, congelado em R$ 81 mil por ano há mais de uma década. O setor pede que o limite seja elevado para algo entre R$ 120 mil e R$ 130 mil anuais.

O pacote também deve incluir ações para combater fraudes, como a divisão de faturamento entre familiares para permanecer no regime do MEI e a chamada pejotização, quando empresas substituem empregados formais por prestadores registrados como MEI.

Surgem detalhes das mortes que podem ter acontecido pela vacina

Terça, 09 de junho de 2026

Os três episódios considerados mais graves sob investigação após a aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan foram registrados em profissionais da atenção primária à saúde. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (8).

Entre os casos analisados estão duas mortes e uma ocorrência que exigiu internação em unidade de terapia intensiva (UTI). A paciente hospitalizada recebeu alta após recuperação. Até o momento, o governo Lula destaca que não existem evidências suficientes para confirmar uma relação direta de causa e efeito entre a imunização e esses eventos.

A suspensão temporária da vacinação foi adotada como medida preventiva após o registro de 42 eventos adversos graves entre aproximadamente 500 mil doses aplicadas em todo o país. O objetivo é permitir uma investigação mais aprofundada sobre as ocorrências.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cerca de 417 mil das 500 mil doses distribuídas foram destinadas a profissionais da atenção primária. Esse grupo engloba agentes comunitários de saúde, médicos de família, enfermeiros e demais integrantes das equipes de Saúde da Família, considerados mais suscetíveis à exposição ao vírus da dengue devido ao contato frequente com a população.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Malu Gaspar pega todos de surpresa e detona Lula (veja o vídeo)

Terça, 09 de junho de 2026

Eis o que ela disse:

“A esquerda não faz uma proposta que pare de pé. 
O que o Lula quer para a segurança pública? 
Ele apresentou a PEC da Segurança Pública, mas acabou. 
Isso não seria suficiente, abrindo espaço para exploração política do tema.”

Veja: 

Eis os números bizarros de pesquisa que foi derrubada por Nunes Marques

Terça, 09 de junho de 2026

A medida foi adotada por decisão liminar do ministro Nunes Marques, relator do processo e atual presidente da Corte Eleitoral. 

Os números que motivaram a contestação mostraram mudanças significativas em comparação ao levantamento anterior. Em abril, a AtlasIntel registrava um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. Na ocasião, o senador aparecia com 47,8% das intenções de voto, enquanto Lula alcançava 47,5%.

Já na pesquisa divulgada em 19 de maio, Lula passou a registrar 48,9%, enquanto Flávio Bolsonaro apareceu com 41,8%. Os resultados apontaram uma redução de aproximadamente seis pontos percentuais para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entre uma pesquisa e outra.

Ao recorrer ao TSE, o Partido Liberal sustentou que houve divulgação de pesquisa fraudulenta, contestou os critérios metodológicos empregados e argumentou que “o questionário teria sido estruturado de forma a induzir gravemente uma percepção negativa sobre Flávio Bolsonaro”.

A legenda também alegou que a formulação das perguntas, sua sequência, a apresentação dos temas e as associações feitas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro teriam influenciado os entrevistados. Segundo o partido, esses fatores “contaminam e induzem as respostas dos entrevistados, comprometendo a integridade dos resultados“.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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