martins em pauta

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Lula perde votos em cidades mais dependentes do Bolsa Família; Flávio cresce

Quarta, 07 de outubro de 2026

O presidente Lula (PT) registrou queda na votação nos municípios mais dependentes do Bolsa Família na eleição de 2026. Levantamento do UOL mostra que o percentual do petista nessas cidades passou de 71,5% para 68,7%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 27,3%.

O levantamento considera como altamente dependentes do programa os municípios em que o número de beneficiários corresponde a 50% ou mais da população. O UOL cruzou dados das votações presidenciais das últimas três eleições com a população de cada município e o número de beneficiários do programa.

Em 2022, Jair Bolsonaro havia obtido 23,5% dos votos nesses municípios. Agora, Flávio chegou a 27,3%. As cidades de alta dependência do Bolsa Família concentraram 14,4% dos votos válidos na eleição deste ano.

Os dados também mostram redução do espaço dos demais candidatos nesses municípios. Em 2018, eles somavam 17% dos votos; em 2022, o percentual caiu para 5,04% e, neste ano, ficou em 4%.

Nas cidades com baixa dependência do Bolsa Família, Lula também recuou. O petista havia passado de 20,1% em 2018 para 40% em 2022, mas caiu para 37% em 2026. Já os candidatos bolsonaristas registraram 53,6% em 2018, 50,3% em 2022 e 53,9% neste ano.

O levantamento ressalta que os números não estabelecem uma correlação entre o recebimento do Bolsa Família e o voto em determinado candidato, mas mostram os resultados eleitorais nas cidades de acordo com o grau de dependência do programa.

Com informações do UOL

PROCESSO ARQUIVADO: Alexandre de Moraes extingue investigação contra Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio

Quarta, 07 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

Uma investigação que envolvia os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio foi arquivada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão foi tomada em 10 de setembro, e seguiu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com o arquivamento, Eustáquio afirmou que a decisão representa um “primeiro passo” para seu retorno ao Brasil. A defesa pretende agora pedir a revogação de outra ordem de prisão contra o jornalista.

O caso apurava supostos ataques e a divulgação de dados pessoais do delegado da Polícia Federal Fábio Shor, responsável por investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado.

Allan dos Santos e Eustáquio haviam sido indiciados pela PF por obstrução de Justiça e incitação ao crime. O senador Marcos do Val também era investigado por compartilhar publicações contra o delegado.

Para a PGR não foram encontrados elementos suficientes que comprovassem uma articulação estruturada para incentivar crimes contra agentes públicos ou interferir diretamente nas investigações. A Procuradoria entendeu que os fatos poderiam configurar, no máximo, crimes contra a honra, que dependeriam de representação dos envolvidos.

Com informações da Revista Oeste

[VÍDEO] Pablo Marçal diz que topa vaga no STF se Flávio Bolsonaro ganhar: “Vou tocar o terror lá”

Quarta, 07 de outubro de 2026

Pablo Marçal afirmou que está disposto a ocupar qualquer função em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), incluindo uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O que o Flávio falar, eu estou na guerra. Se o Flávio quiser me por de ministro do STF, eu também tenho o meu diploma de direito, eu vou tocar o terror lá no STF. Se ele quiser me colocar para ser o ministro da ‘Superinteligência’, se quiser me colocar para qualquer coisa eu estou dentro”, disse Marçal. A declaração foi feita no domingo (4), durante o programa da BNTV Brasil, após o resultado do primeiro turno das eleições.

Marçal teve a candidatura à Presidência indeferida por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro. A Corte apontou falta de comprovação de filiação partidária dentro do prazo legal e declarou o empresário inelegível até 2032.


EFEITO FLÁVIO: Queda dos juros após 1º turno pode gerar economia de R$ 66 bilhões para o governo

Quarta, 07 de outubro de 2026

Foto: Folhapress

A queda dos juros futuros registrada após Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente de Lula (PT) pode representar uma economia de R$ 65,8 bilhões para o governo com a dívida pública, caso o novo patamar seja mantido.

Os juros futuros com vencimento para os próximos quatro anos caíram cerca de 1 ponto percentual nesta segunda-feira (5), primeiro pregão após o resultado das eleições. Os cálculos têm como base dados do Banco Central divulgados no relatório de Estatísticas Fiscais de agosto.

A economia potencial de R$ 65,8 bilhões equivale a quase três vezes o custo previsto para o reajuste de 15,04% do Bolsa Família em 2027, estimado em R$ 22,7 bilhões, e supera o impacto de R$ 54,6 bilhões do aumento de R$ 120 no salário mínimo.

Segundo o Poder360, o movimento ocorre porque o mercado avalia que Flávio teria um governo mais disciplinado nas contas públicas, o que abriria espaço para novos cortes na Selic. Na segunda-feira, o Ibovespa também bateu recorde, fechando aos 207 mil pontos, enquanto as empresas ganharam quase R$ 500 bilhões em valor de mercado.

A redução dos juros futuros, porém, não garante que a economia estimada será concretizada. Caso as expectativas para inflação ou contas públicas piorem, as taxas podem voltar a subir.

Com informações do Poder360

BETS: R$ 1,33 bilhão ficam sem resgate; veja como apostadores receberão o dinheiro

Quarta, 07 de outubro de 2026

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Cerca de R$ 1,33 bilhão ainda estavam depositados nas plataformas de apostas na tarde desta segunda-feira (5), poucas horas antes do fim do prazo para saque voluntário. Com os sites e aplicativos obrigados a sair do ar nesta terça-feira (6), os valores que não foram retirados serão devolvidos aos apostadores por meio das instituições financeiras.

Segundo dados do Ministério da Fazenda, desde 26 de setembro os usuários retiraram R$ 775,6 milhões das plataformas. No mesmo período, o número de CPFs com saldo positivo caiu de 28,9 milhões para 26,54 milhões.

O encerramento do prazo para saque voluntário não significa perda do dinheiro. Nesta terça (6) e quarta-feira (7), as bets deverão informar aos bancos os valores restantes vinculados a cada CPF e a conta bancária utilizada pelo apostador para fazer os depósitos.

A devolução deverá ocorrer entre os dias 9 e 14 de outubro. O dinheiro será transferido para uma conta ativa de titularidade do próprio apostador, preferencialmente aquela utilizada anteriormente para enviar recursos à plataforma.

Caso existam dificuldades operacionais para a restituição pelos bancos, os valores serão encaminhados à Caixa Econômica Federal. A partir de 14 de outubro, a instituição ficará responsável por intermediar a devolução aos usuários.

A medida provisória que determinou o encerramento das bets estabelece a restituição integral dos saldos e determina que o dinheiro pertencente aos apostadores permaneça separado do patrimônio das empresas.

Com informações da Veja

A ameaça escancarada de ministros do STF a senadores

 Quarta, 07 de outubro de 2026

O jornal O Globo vazou "ameaças" de ministros do STF diante da real possibilidade de impeachment de magistrados com o novo Senado a partir de 2027.

Eis o que diz o artigo da colunista Bela Megale:

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm conversado sobre estratégias a serem adotadas diante da eleição de senadores que formam uma bancada com grandes chances de fazer impeachment de integrantes da corte e tentar esvaziar a atuação do tribunal.

A avaliação feita por quatro magistrados à coluna é que há duas frentes de atuação. Uma delas seria estabelecer diálogo com correligionários do PL que não são considerados da ala radical, que tem o ataque ao STF como bandeira.

A leitura é que, apesar de todos os senadores eleitos da extrema direita terem feito campanhas com ataques ao tribunal, há espaço para diálogo com uma ala desses parlamentares. Entre os eleitos citados nominalmente por ministros estão Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul, e Eduardo Gomes, do Tocantins.

Outra frente envolve parlamentares que estão na mira de investigações da Polícia Federal sob a relatoria do STF. É o caso do senador do PL eleito pelo Rio de Janeiro, Carlos Jordy, investigado por suposto desvio de cotas parlamentares, e do senador e ex-governador eleito pelo Mato Grosso, Mauro Mendes, que também é investigado por desvios de recursos do seu estado envolvendo uma empresa de telefonia.

Ministros relataram à coluna que as investigações em andamento podem ter desdobramentos até mesmo antes dos senadores eleitos assumirem seus cargos. Com os inquéritos sob relatoria do STF, integrantes da corte avaliam que aqueles que têm situação complicada na Justiça não vão querer dobrar a aposta sobre o impeachment de ministros.

— A valentia vai até a página dois — disse um magistrado à coluna.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Estranhamente, Gilmar toma decisão a favor do vice de Flávio Bolsonaro

Quarta, 07 de outubro de 2026

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (6/10) o arquivamento do pedido de investigação por estupro envolvendo o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato à Vice-Presidência na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Gaspar nega as acusações e chegou a realizar um teste de DNA para contestar as alegações.

A apuração havia sido iniciada em março deste ano, depois de acusações apresentadas contra Alfredo Gaspar pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). O pedido de arquivamento foi apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou contradições nos depoimentos colhidos durante a investigação.

A controvérsia teve origem após um episódio de discussão no Congresso. Na ocasião, Soraya e Lindbergh apresentaram uma notícia de fato à Polícia Federal (PF) contra Gaspar, que naquele período exercia a função de relator da CPMI da Farra do INSS.

Na representação encaminhada às autoridades, os parlamentares afirmaram que o deputado teria mantido relações sexuais com uma adolescente de 13 anos à época. Segundo a acusação, a relação teria resultado no nascimento de uma filha,

O documento apresentado à PF, entretanto, não identificava publicamente as pessoas envolvidas. Lindbergh afirmou, na ocasião, que havia encaminhado os nomes à Polícia Federal sob reserva.

A notícia de fato foi apresentada após um bate-boca entre Lindbergh e Soraya durante uma sessão da CPMI que analisava o relatório final elaborado por Gaspar. A comissão encerrou os trabalhos sem a aprovação do relatório apresentado pelo parlamentar.

Alfredo Gaspar rejeitou as acusações e, como parte de sua contestação, realizou um teste de DNA. O parlamentar sustenta que o resultado afasta as alegações apresentadas contra ele.

Além da investigação relacionada à acusação de estupro, outras apurações no Supremo estão relacionadas ao episódio. Os procedimentos analisam possíveis crimes como denunciação caluniosa e coação, envolvendo Lindbergh Farias, Soraya Thronicke e o próprio Alfredo Gaspar.

Fonte: Jornal da Cidade Online


Rogério Marinho solta o verbo após reunião com Edson Fachin

 Quarta, 07 de outubro de 2026

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta terça-feira (6/10) que o Senado não poderá permanecer omisso diante de eventuais crimes de responsabilidade cometidos por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A declaração ocorreu após Marinho se reunir com o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, durante visita ao Supremo. Segundo o senador, ele já conversou com seis ministros do STF e levou ao tribunal críticas relacionadas à atuação do Judiciário na política e nas eleições.

Marinho afirmou que a campanha de Flávio Bolsonaro não pretende adotar uma postura de retaliação caso o candidato vença a eleição. Segundo ele, o objetivo seria restabelecer a relação entre os Poderes e reforçar o princípio da separação institucional.

“Pelo contrário o que nós queremos é reconstruir o país, queremos normalizar a relação dos Poderes e queremos que a separação seja de fato”, afirmou o senador.

Na avaliação de Marinho, também é necessário preservar a percepção de independência do Judiciário perante a sociedade.

“Não é possível que a sociedade tenha a percepção de que o Judiciário é uma extensão do governo. Isso faz mal à democracia brasileira. Nós queremos a imparcialidade, nós queremos o respeito às instituições. As regras são estabelecidas para o conjunto da sociedade, não para amigos do rei”, ponderou.

Ao abordar a possibilidade de ministros do STF cometerem crimes de responsabilidade, entretanto, o senador defendeu que o Senado cumpra sua atribuição constitucional. Sem citar diretamente o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), Marinho atribuiu ao comando do Senado a responsabilidade pelo que classificou como omissão.

“Mas, ao mesmo tempo, deixamos claro que, na hora em que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do Supremo Tribunal Federal, o Senado não vai se omitir. E hoje ele tem se omitido”, disse.

O coordenador da campanha também criticou o procedimento adotado para a análise dos pedidos de impeachment de ministros do Supremo.

“O Senado da República hoje, infelizmente, é omisso, até porque o regimento do Senado determina que a abertura de um processo — que não significa uma condenação — fique sob a discricionariedade do presidente da Casa. Tem mais de 100 processos que foram entregues e ele sequer submete a constitucionalidade à sua procuradoria.”

Ala do STF vê Alcolumbre enfraquecido e Rogério Marinho ganhando força para presidência do Senado

Quarta, 07 de outubro de 2026

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que o resultado das eleições enfraqueceu politicamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e pode favorecer a candidatura do senador potiguar Rogério Marinho (PL-RN) ao comando da Casa em 2027.

Segundo ministros ouvidos pela CNN Brasil, a ampliação da bancada bolsonarista no Senado reduziu as chances de Alcolumbre permanecer na presidência. A avaliação é de que o novo cenário político pode impulsionar Rogério Marinho, que atualmente coordena a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

Alcolumbre também sofreu derrotas políticas em seu reduto eleitoral. No Amapá, seu principal adversário, Dr. Furlan (PSD), foi eleito governador no primeiro turno com mais de 62% dos votos, derrotando Clécio Luís (União), aliado do presidente do Senado.

O grupo de Alcolumbre também não conseguiu conquistar nenhuma das duas vagas do estado para o Senado. Foram eleitos Rayssa Furlan (Podemos), esposa de Dr. Furlan, e Lucas Barreto (PSD), ambos adversários do senador. Alliny Serrão (União), apoiada por Alcolumbre, terminou em quinto lugar, enquanto Randolfe Rodrigues (PT), aliado do presidente da Casa, ficou na terceira colocação.

Na avaliação dessa ala do STF, os resultados indicam perda de influência de Alcolumbre no Amapá e podem ter reflexos tanto na disputa pelo comando do Senado em 2027 quanto em seus planos para 2030, quando deverá disputar a renovação do próprio mandato.

Com informações da CNN Brasil

[VÍDEO] “Concordamos praticamente 115%”: Flávio celebra apoio de Caiado no segundo turno

Quarta, 07 de outubro de 2026


Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que concorda “praticamente 115%” com Ronaldo Caiado (PSD) durante o ato que oficializou o apoio do ex-adversário à sua candidatura à Presidência. O encontro aconteceu nesta terça-feira (6), em Goiânia (GO).

Segundo publicação do Metrópoles, Flávio destacou que o apoio também tinha importância sentimental e disse que os dois têm “vários pontos convergentes”.

Ao mostrar o documento de compromissos para o Brasil apresentado por Caiado, o candidato disse que o texto “não era necessário”, diante da concordância entre eles. “Nós concordamos praticamente 115%”, declarou.


Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que concorda “praticamente 115%” com Ronaldo Caiado (PSD) durante o ato que oficializou o apoio do ex-adversário à sua candidatura à Presidência. O encontro aconteceu nesta terça-feira (6), em Goiânia (GO).

Segundo publicação do Metrópoles, Flávio destacou que o apoio também tinha importância sentimental e disse que os dois têm “vários pontos convergentes”.

Ao mostrar o documento de compromissos para o Brasil apresentado por Caiado, o candidato disse que o texto “não era necessário”, diante da concordância entre eles. “Nós concordamos praticamente 115%”, declarou.

Flávio Bolsonaro ganha dois reforços de peso para o 2º turno

 Quarta, 07 de outubro de 2026

A federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), deve oficializar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. As duas legendas planejam realizar um evento na quarta-feira (7), em Brasília, para anunciar a decisão ao lado do candidato.

A definição formal está prevista para esta terça-feira (6), quando os partidos realizarão reuniões em Brasília. A tendência de adesão à candidatura de Flávio já havia sido apontada nos últimos dias, mas a confirmação depende da posição conjunta das duas siglas, que integram a mesma federação partidária.

No PP, foram chamados para a reunião integrantes da bancada de deputados federais, senadores e representantes dos diretórios estaduais. O presidente nacional da legenda, Ciro Nogueira, já declarou publicamente sua intenção de apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.

No União Brasil, o presidente nacional da sigla, Antonio Rueda, também trabalha com a possibilidade de uma aliança com o candidato do PL. Como União Brasil e PP estão reunidos na Federação União Progressista, a decisão sobre o posicionamento nacional precisa ser tomada de maneira conjunta.

Caso a aprovação ocorra nas reuniões previstas para esta terça-feira, às 16h, a expectativa é que o anúncio oficial seja realizado na quarta-feira, na sede do União Brasil, com a presença de Flávio Bolsonaro.

As negociações entre o candidato do PL e os dirigentes das duas legendas começaram antes mesmo da definição do primeiro turno. Flávio manteve conversas com Ciro Nogueira e Antonio Rueda, enquanto a federação aguardava o resultado das urnas para avaliar a viabilidade de uma eventual aliança.

O desempenho de Flávio no primeiro turno e a nova composição do Congresso contribuíram para acelerar as tratativas. O candidato terminou a primeira etapa da eleição à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto a direita ampliou sua presença no Legislativo.

Apesar da tendência de apoio nacional ao candidato do PL, a federação ainda enfrenta divergências internas. Diretórios do Nordeste manifestaram resistência à aliança e há integrantes que mantêm preferência por Lula. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), por exemplo, sinalizou a interlocutores que pretende continuar apoiando o petista.

A possível adesão a Flávio também ocorre em um cenário de desgaste entre os presidentes nacionais do PP e do União Brasil e o governo Lula. Ciro Nogueira acumulou divergências com o presidente durante a campanha, especialmente depois de Lula apoiar Júlio César (PSD) na disputa pelo Senado no Piauí, enquanto Ciro buscava a reeleição.

Durante uma visita ao estado, Lula afirmou que precisava de parlamentares “leais”, sem “vira-latas” ao seu lado. A declaração foi interpretada por aliados de Ciro como uma referência ao senador. O episódio ocorreu em meio ao rompimento de um entendimento que havia contribuído para a neutralidade do PP na disputa presidencial no primeiro turno.

Antonio Rueda, por sua vez, também acumulou divergências com Lula. Entre os episódios citados está uma declaração feita pelo presidente durante uma reunião ministerial, quando afirmou que não gostava do dirigente do União Brasil e que sabia que o sentimento era recíproco.

A decisão da federação deverá ser acompanhada de perto por outros partidos do chamado centrão, já que o posicionamento de União Brasil e PP pode influenciar as negociações políticas para o segundo turno e a formação de alianças para o próximo governo.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Surge a incrível reação de Bolsonaro com o resultado do primeiro turno

 Quarta, 07 de outubro de 2026

A colunista Bela Megale afirmou que Jair Bolsonaro acompanhou o resultado do primeiro turno das eleições que colocou seu filho Flávio à frente de Lula e do seu partido, com bancada recorde no Senado e na Câmara.

Diz a jornalista:

A aliados, a ex-primeira-dama e agora senadora eleita Michelle Bolsonaro falou sobre a reação do marido à votação nas urnas. Michelle relatou que essa foi a primeira de muitas noites em que Bolsonaro não sofreu de insônia nem despertares noturnos.

A ex-primeira-dama disse que o marido foi deitar às 23h de domingo e acordou às 9h desta segunda. Michelle chegou a ir duas vezes no quarto para ver se o marido estava respirando.

Quando Bolsonaro acordou, disse:

"Nunca vi você dormir tanto.''

Bolsonaro respondeu:

"É porque dormi do lado de uma senadora."


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Flávio promete mudar Constituição para “redemocratizar o país” e comemora força no Congresso

Quarta, 07 de outubro de 2026

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (6) que pretende mudar a Constituição para “redemocratizar o país”. O candidato à Presidência fez a declaração em Goiânia, durante o ato que oficializou o apoio de Ronaldo Caiado (PSD) à sua candidatura no segundo turno.

“Já temos maioria no Senado e na Câmara, para a gente mudar a Constituição para redemocratizar o país”, declarou Flávio, ao comemorar o resultado das eleições para o Congresso.

O PL passou de 98 deputados federais eleitos em 2022 para 121 neste ano. No Senado, a bancada cresceu de 15 para 28 integrantes. Apesar do avanço, o partido depende de alianças para aprovar mudanças constitucionais, que exigem pelo menos 308 votos na Câmara e 49 no Senado.

A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, também oficializou apoio a Flávio nesta terça-feira. Republicanos, Novo e Podemos devem anunciar suas posições nos próximos dias.

Com informações do Metrópoles

Rogério Marinho nega “clima de vingança” contra ministros do STF em eventual governo de Flávio Bolsonaro, mas diz que Senado não será omisso

 Terça, 06 de outubro de 2026

Foto: CNN Brasil

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira (6) que um eventual governo do candidato não adotará um “clima de vingança” contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não haverá vingança dos bolsonaristas contra os ministros, mas também não haverá omissão”, afirmou. “Deixamos claro que, na hora que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do STF, o Senado não vai se omitir. E hoje ele tem se omitido”, completou.

A declaração ocorreu após Marinho se reunir com o presidente da Corte, Edson Fachin. O senador também disse que a intenção é reconstruir o diálogo entre os Poderes, mas sem deixar de cobrar o que considerar abuso.

Aos jornalistas, Rogério Maarinho disse ter levado a Fachin a preocupação da campanha com uma suposta “interferência continuada” de ministros do STF no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), citando Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. O senador defendeu ainda a separação entre os Poderes e disse que a relação entre Executivo e Judiciário precisa ser “normalizada”.

Contato : (84) 9 9151-0643

Contato : (84) 9 9151-0643