martins em pauta

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Filhas planejaram o assassinato da mãe e o pai ajudou, conclui a polícia sobre crime ocorrido no Natal de 2025

Quinta, 09 de abril de 2026





O corpo de Deise Carmem foi encontrado no dia 1º de janeiro de 2026. Um morador da região avistou o cadáver boiando no Rio Santa Tereza, em área rural. O corpo estava em estado avançado de decomposição. A empresária havia desaparecido logo após o Natal de 2025.

A 94ª Delegacia de Polícia de Peixe conduziu o inquérito. A 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado de Gurupi prestou apoio. As apurações indicaram que o crime teria sido motivado por conflitos familiares e interesses financeiros. O delegado João Paulo Sousa Ribeiro, responsável pelo caso, afirmou que as filhas viam a mãe como um "obstáculo" para acessar os bens da família.

As investigações revelaram que as suspeitas adquiriram um aparelho celular registrado em nome da vítima. Após o assassinato, as filhas utilizaram o dispositivo para enviar mensagens aos parentes. As mensagens simulavam que a empresária havia deixado a cidade por vontade própria. A tática tinha como objetivo atrasar as buscas e desviar a atenção dos investigadores.

O assassinato ocorreu no dia 26 de dezembro de 2025. Deise Carmem foi levada para uma área rural próxima à Vila Quixaba. No local, a vítima foi morta com vários golpes de faca. O corpo foi descartado no Rio Santa Tereza. Permaneceu no rio até ser encontrado seis dias depois.

O delegado João Paulo Sousa Ribeiro declarou que "a investigação demonstrou, de forma consistente, a premeditação e a atuação conjunta das investigadas, que utilizaram inclusive meios tecnológicos para tentar ocultar o crime". Os três indiciados estão presos preventivamente desde fevereiro de 2026. A Justiça determinou a custódia cautelar naquele mês.

O inquérito policial foi finalizado. O material foi encaminhado para análise do Ministério Público Estadual do Tocantins. Caberá aos promotores de Justiça avaliar os elementos reunidos durante a investigação. Os promotores decidirão se apresentam denúncia criminal contra os três indiciados. A partir da eventual denúncia, o caso seguirá para a fase judicial.

A defesa técnica de Déborah de Oliveira Ribeiro, Roberta de Oliveira Ribeiro e José Roberto Ribeiro divulgou nota sobre a conclusão das investigações. Os advogados informaram que receberam com absoluta serenidade o relatório final apresentado pela autoridade policial em 1º de abril de 2026. Segundo a defesa, a conclusão do inquérito é uma etapa natural do rito processual.

Os defensores afirmaram que a finalização da investigação representa o início da oportunidade de confrontar judicialmente as hipóteses levantadas na fase inquisitorial. A defesa reconheceu o trabalho desempenhado pela Polícia Judiciária e pela Superintendência da Polícia Científica do Estado do Tocantins. Os advogados ressaltaram que inúmeras lacunas fundamentais restam a ser preenchidas.

Na nota divulgada, os advogados sublinharam que a narrativa policial, em diversos pontos, carece de lastro probatório técnico. A defesa afirmou que as conclusões se baseiam em interpretações que serão devidamente contestadas no foro adequado. Os defensores destacaram que a própria autoridade policial, em seu relatório final, admitiu não ter reunido elementos suficientes para vincular José Roberto à execução do homicídio ou à ocultação do cadáver.

Segundo os defensores, o indiciamento de José Roberto Ribeiro restringe-se exclusivamente a uma suposta supressão de mensagens digitais. Os advogados argumentam que esse fato afasta qualquer participação do acusado nos crimes investigados. A defesa técnica indicou que apresentará contestação detalhada das conclusões policiais durante a tramitação judicial do processo, caso o Ministério Público ofereça denúncia contra os investigados.

A defesa informou que tomará todas as medidas legais cabíveis para assegurar que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude. Os advogados manifestaram confiança de que, sob o crivo do Poder Judiciário e com a devida paridade de armas, as lacunas existentes serão sanadas. Os defensores afirmaram que esperam o restabelecimento da justiça e da verdade real sobre os fatos. A defesa diz que permanece à disposição das autoridades e da sociedade, reiterando o compromisso com a legalidade e a presunção de inocência.

Fonte: Jornal da Cidade Online

VÍDEO: Deputado desnuda propaganda do Governo do Estado e mostra contradições e mentiras

Quinta, 09 de abril de 2026

O deputado estadual Gustavo Carvalho desnudou a propaganda do Governo do Estado, expondo as divergências, contradições e mentiras, entre o que é mostrado na peça publicitária e a realidade em que se encontram as obras na Grande Natal.

Enquanto a propaganda governista mostra uma maquete digital do Hospital Metropolitano, por exemplo, a realidade é que existe apenas o terreno vazio. Gustavo também citou as obras do pró-transporte na Zona Norte de Natal que se arrastam ao longo dos anos.

Veja o que diz a propaganda do Governo do RN, e em seguida as imagens divulgadas pelo deputado estadual Gustavo Carvalho:


O que esperar da menopausa – com clareza e acolhimento

Quinta, 09 de abril de 2026

A menopausa não é uma doença — é uma transição biológica inevitável. Entendê-la com clareza e cuidado multidisciplinar adequado faz toda a diferença para a qualidade de vida que a mulher nessa fase merece.

Dra. Cecília Braz Garcia Cavalcanti
CRM 11009 | RQE 4380  
Médica ginecologista · Membro da Sociedade Brasileira de Climatério

Toda mulher vai passar pela menopausa. Ainda assim, é um dos eventos mais mal compreendidos na saúde feminina. Consultórios lotados de dúvidas, desconforto e, muitas vezes, sofrimento evitável.
Mas afinal, o que é menopausa?

A menopausa é definida clinicamente como a ausência da menstruação por 12 meses consecutivos, marcando o fim da função ovariana. Ela ocorre em média aos 51 anos — mas o processo que a precede, chamado de transição menopausal, pode começar anos antes, com ciclos irregulares e sintomas gradualmente crescentes.

Os sintomas vão muito além dos calorões

Ondas de calor e sudorese noturna são os sintomas mais conhecidos — e os mais estudados, mas a deficiência estrogênica tem um alcance muito mais amplo no organismo feminino. Desde insônia, irritabilidade, indisposição, dores articulares, humor deprimido até sintomas de ressecamento vaginal, dor nas relações sexuais e infecções urinárias recorrentes, a variedade de sintomas e acometimentos é abundante e variável para cada mulher.

Tratamento: o que a ciência diz

As opções terapêuticas disponíveis hoje são mais seguras, mais personalizadas e mais eficazes do que nunca. A decisão sobre o tratamento deve ser sempre individualizada, levando em conta o perfil de saúde pessoal, histórico familiar, preferências e objetivos de cada mulher.

A terapia hormonal da menopausa continua sendo o tratamento mais eficaz para os sintomas vasomotores e urogenitais associados à menopausa. Décadas de desinformação criaram medos exagerados — e a ciência atual permite uma leitura muito mais equilibrada dos benefícios e riscos reais. Em relação a duração do tratamento, não existe limite arbitrário de tempo ou idade máxima que permita o uso. A decisão de continuar, reduzir ou suspender deve ser revisada periodicamente, em conjunto com a paciente, considerando sintomas, qualidade de vida e perfil de risco atual.

Para mulheres que preferem não usar hormônios ou têm contraindicações, existem opções com evidências de eficácia variável, como alguns fitoterápicos e a a terapia cognitivo-comportamental específica para menopausa.

Independentemente da escolha terapêutica, certas mudanças de estilo de vida fazem diferença real nos sintomas e na saúde a longo prazo: parar de fumar, reduzir o consumo de álcool, manter peso saudável e praticar exercício físico regular — especialmente musculação, para preservar massa muscular e densidade óssea. Não são recomendações genéricas: têm evidência específica no contexto da menopausa.

Uma última palavra

A menopausa não precisa ser uma fase silenciada, tolerada ou enfrentada sozinha. Você tem o direito de receber informação clara, de fazer perguntas sem julgamento e de participar ativamente das decisões sobre o seu tratamento. Se sentir que não está sendo ouvida, procure um/a profissional com experiência em saúde da mulher no climatério.

O corpo que chegou até aqui merece todo o cuidado do que ainda está por vir.

CCJ do Senado aprova PEC de Rogério Marinho que protege a liberdade de imprensa

Quinta, 09 de abril de 2026

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 67/2023, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição. O texto altera o artigo 220 da Constituição Federal para reforçar a liberdade de imprensa e de expressão no país. A proposta, aprovada por unanimidade pelo colegiado, estabelece que veículos de comunicação não poderão ser responsabilizados civilmente por declarações feitas por entrevistados, transferindo essa responsabilidade ao autor da fala.

Conhecida como PEC da liberdade de imprensa, a proposta foi apresentada como resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) firmada em novembro de 2023, no julgamento do Tema 995 da repercussão geral. Na ocasião, a Corte definiu que empresas jornalísticas podem ser responsabilizadas civilmente em casos de entrevistas nas quais o entrevistado atribua falsamente a outra pessoa a prática de um crime, entendimento que, na avaliação do parlamentar, fragiliza a livre atuação da imprensa.

O parecer aprovado na CCJ foi apresentado pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). O texto isenta empresas de comunicação de responsabilidade civil por falas de terceiros concedidas em entrevistas, preservando a atividade jornalística e reforçando a proteção à liberdade de expressão. A proposta visa evitar o fenômeno de intimidação da imprensa e a autocensura em suas manifestações por preocupação com sanções e indenizações (“chilling effect”), uma vez que o ordenamento jurídico já prevê mecanismos legais para reparação de eventuais danos sofridos por manifestações.

Em defesa da proposta, Rogério Marinho afirmou que a medida busca corrigir um desequilíbrio institucional produzido pela interpretação firmada pelo Supremo. Para o senador, a legislação brasileira já prevê instrumentos adequados para responsabilizar excessos praticados por indivíduos, sem que se imponha aos veículos de imprensa o ônus de responder civilmente por manifestações de terceiros no exercício da atividade jornalística.

O líder da oposição no Senado destacou o significado da aprovação da PEC e relacionou a iniciativa à preservação de garantias democráticas. “O cerne, a espinha dorsal de uma sociedade democrática, é uma imprensa livre, desassombrada, sem receio de fazer a crítica ao governante de ocasião, sem receio de expor as mazelas de qualquer que seja a administração pública”, afirmou. Para Rogério Marinho, a aprovação unânime da proposta na CCJ representa um passo importante para o reequilíbrio institucional e para a defesa da liberdade de expressão e de imprensa no Brasil.

VÍDEO: “UNIÃO”: Nikolas encontra Flávio Bolsonaro após atritos no PL e diz: “Somos o mesmo time”

Quinta, 9 de abril de 2026

Imagens: Reprodução/Instagram/Nikolas Ferreira

O deputado federal Nikolas Ferreira se encontrou nesta quarta-feira (8) com o senador Flávio Bolsonaro em evento político do PL em Brasília, e afirmou que as candidaturas do partido em Minas Gerais estarão alinhadas ao projeto político de Flávio. O mineiro destacou a necessidade de união dentro do partido e disse que todos estão do mesmo lado na disputa política nacional.

“Somos o mesmo time, com posições diferentes, mas contra o mesmo inimigo”, afirmou Nikolas, segundo registro divulgado pelo próprio deputado nas redes sociais.

O encontro ocorreu dias depois de atritos públicos envolvendo Nikolas e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo havia criticado o parlamentar mineiro e o acusado de colocar Flávio em uma “espiral do silêncio”, questionando o nível de apoio ao senador dentro do grupo político.

Após a repercussão do episódio, Flávio Bolsonaro também comentou o tema e afirmou que o confronto público não ajuda o campo político que integra. Segundo ele, o momento exige que divergências internas sejam deixadas de lado para priorizar objetivos políticos

Zema "abre fogo" contra Moraes

Quinta, 09 de abril de 2026




A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

Após ver a notícia, o pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, abriu fogo contra Moraes:

"O cerco está se fechando, e o intocável supremo me parece saber de algo que a gente AINDA não sabe…
Esse país é uma piada. Enquanto não tiver um presidente capaz de dar um choque de moralidade nesse Supremo, pode esquecer qualquer chance de acabar com essa farra."

Fonte: Jornal da Cidade Online 

Uma pergunta a Moraes: 'Delação do MAURO CID será anulada também?'

Quinta, 09 de abril de 2026



A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

O comentarista político Henrique Oliveira questionou:

"Por que pautar uma ação de 2021 agora em 2026, com a delação de VORCARO a caminho?
E a delação do MAURO CID?
Será anulada também?"

Ex-ministro de Bolsonaro aposta na vitória de Flávio e aponta estratégias para resgatar o Brasil (veja o vídeo)

 Quinta, 09 de abril de 2026



Atuando na campanha do pré-candidato Flavio Bolsonaro, Onyx apontou os erros brutais do governo Lula e o que pode ser feito para botar o Brasil de novo no rumo certo do desenvolvimento. 

Com apresentação de experiente jornalista Diogo Forjaz, o JCO Entrevista se destaca por trazer sempre convidados de peso, que contribuem com análises necessárias sobre o Brasil e o mundo. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online!

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Moraes se desespera e autoriza julgamento que pode restringir delações em meio ao caso Master

 Quinta, 09 de abril de 2026



A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

Na ação apresentada ao Supremo, o PT sustenta que o objetivo é “evitar delações que ofendem as garantias fundamentais individuais”. O partido também afirma:

“Objetiva-se coibir interpretações inconstitucionais que conduzam a práticas arbitrárias quando da aplicação do instituto da colaboração premiada”.

Entre os pontos levantados, a legenda pede que o STF estabeleça que uma delação, isoladamente, não seja suficiente para embasar medidas cautelares, o recebimento de denúncias ou até mesmo uma condenação. Além disso, argumenta que o fato de uma delação confirmar outra não deve ser considerado, por si só, como prova corroborativa válida.

O partido ressalta ainda que não pretende revisar casos específicos, mas sim buscar o reconhecimento da “incompatibilidade entre entendimentos e interpretações reiteradas na esfera jurisdicional que atentam contra preceitos fundamentais”.

Outro aspecto destacado pelo PT é a ausência de critérios claros na legislação sobre os benefícios concedidos aos delatores. Segundo a sigla, essa lacuna normativa acabou permitindo práticas amplas nas negociações. Nesse sentido, o texto afirma:

“Esse eloquente silêncio da Lei das Organizações Criminosas apenas reforçou práticas que já ocorriam desde antes de 2013: na ausência de expressa limitação legal ao que pode ser negociado, toda espécie de benefícios passou a ser ajustada no momento da negociação, como se não estivéssemos a tratar de matéria penal, de caráter público”.

Dessa forma, o julgamento no STF poderá estabelecer parâmetros mais objetivos para o uso das delações premiadas, tema que segue no centro de debates jurídicos e políticos no país.

Fonte: Jornal da Cidade Online

No DF, Polícia prendeu homem com arma de fogo e paca morta no início do ano

 Quinta, 09 de abril de 2026


A equipe realizava um ponto de bloqueio quando avistou um veículo realizar uma manobra brusca de retorno ao notar a presença policial. Após a ordem de parada, o condutor obedeceu e foi submetido à abordagem.

Durante a busca veicular, os policiais localizaram uma carabina calibre .22, um carregador contendo sete munições intactas, além de uma munição deflagrada. No interior do automóvel, também foi encontrado um animal silvestre abatido (paca). O condutor assumiu a propriedade do armamento e foi encaminhado à 20ª Delegacia, onde foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e crime contra o meio ambiente. Veja: 


Há poucos dias, a primeira-dama Janja compartilhou um vídeo nas redes sociais em que aparece organizando um almoço de Páscoa ao lado do petista Lula. O destaque do cardápio foi justamente a carne de paca, um roedor de grande porte considerado um animal silvestre no país.

Internautas, autoridades e militantes da causa animal passaram a questionar a procedência da carne utilizada. Em resposta, Janja declarou que se tratava de um “presente de um produtor legalizado”. Porém, ela não apresentou qualquer prova e até o momento o Palácio do Planalto não se manifestou.

Rodrigo Maroni, um dos maiores defensores dos animais do país, soltou o verbo:

"Quem deveria dar exemplo… está em silêncio. A paca é um animal silvestre protegido por lei ambiental no Brasil.
Se não houver comprovação de origem legal, podemos estar diante de um possível crime ambiental.
Por isso, eu vou levar essa denúncia ao Ministério Público Federal, à Procuradoria-Geral da República e ao IBAMA.
Porque proteger a fauna brasileira não é escolha. É obrigação."

Veja:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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