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domingo, 5 de julho de 2026

Governistas só venceram 3 das últimas 20 eleições presidenciais na América do Sul

Domingo, 05 de julho de 2026

Foto: Mercosul/divulgação

Os candidatos apoiados pelos governos venceram apenas três das últimas 20 eleições presidenciais realizadas em países da América do Sul, segundo levantamento do g1.

Desde 2018, apenas Paraguai e Equador registraram vitórias governistas, sendo que o Paraguai foi o único país a repetir o feito, com duas vitórias consecutivas do Partido Colorado.

Eleições mais recentes

As eleições mais recentes, realizadas na Colômbia e no Peru, terminaram com a vitória de candidatos da oposição. Em diversos países, os governos chegaram ao fim do mandato com baixa popularidade ou envolvidos em escândalos, e, em alguns casos, sequer lançaram candidatos.

O levantamento destaca que a derrota de governistas nem sempre representa uma alternância entre esquerda e direita, já que as mudanças de poder ocorreram em diferentes espectros políticos.

Venezuela fora

A pesquisa considerou apenas os países independentes da América do Sul que realizaram eleições reconhecidas pela comunidade internacional. A Venezuela ficou de fora por não ter eleições consideradas livres e justas.

Veja o desempenho do governismo do continente nas últimas eleições:

  • 2018 – Paraguai: vitória governista

Horacio Cartes entregou o poder a Mario Abdo Benítez, ambos do Partido Colorado, de direita.

  • 2018 – Colômbia: governismo não ganha

Juan Manuel Santos (considerado centrista) entregou o poder para Iván Duque, do Centro Democrático (direita). Duque se opôs ao acordo de paz que Santos costurou com os guerrilheiros das Farc e se aliou a Álvaro Uribe, com quem Santos havia rompido anos antes.

  • 2018 – Brasil: governismo não ganha

Michel Temer (MDB) passou a faixa para Bolsonaro (então no PSL). O candidato do MDB, Henrique Meirelles, teve apenas 1,20% dos votos válidos no primeiro turno, e o partido liberou seus filiados para apoiar quem quisessem no segundo turno.

  • 2019 – Argentina: governismo não ganha

Mauricio Macri, liberal não peronista, perdeu a reeleição para Alberto Fernández, peronista de esquerda, apoiado por Cristina Kirchner.

  • 2019 – Uruguai: governismo não ganha

Tabaré Vázquez, de esquerda, perdeu para Luis Lacalle Pou, da direita liberal.

  • 2020 – Bolívia: governismo não ganha

Jeanine Áñez, de direita, era presidente interina e cumpria mandato-tampão após queda de Evo Morales. Ela passou a faixa para Luis Arce, então aliado de Morales.

  • 2021 – Equador: governismo não ganha

O então presidente Lenín Moreno havia se distanciado da esquerda “correísta” de seu antigo aliado, Rafael Correa e se tornado um político de centro-direita durante seu mandato. Impopular, Moreno não teve representante governista nas eleições. Guillermo Lasso venceu o correísmo “raiz” de seu rival, Andrés Arauz.

  • 2021 – Peru – governismo não ganha

Francisco Sagasti, escolhido presidente pelo Congresso porque o cargo estava vago após anos de instabilidade política, era do Partido Morado, de centro. Foi sucedido por Pedro Castillo, representante da esquerda conservadora.

  • 2021 – Chile: governismo não ganha

Gabriel Boric, de esquerda, foi eleito sucessor de Sebastián Piñera, direitista.

  • 2022 – Colômbia: governismo não ganha

Iván Duque, de direita, foi sucedido pelo esquerdista Gustavo Petro, que já havia sido seu rival na eleição anterior.

  • 2022 – Brasil: governismo não ganha

Jair Bolsonaro (PL) tentou a reeleição, mas perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em votação apertada.

  • 2023 – Paraguai: vitória do governismo

Mario Abdo Benítez passou a faixa para Santiago Peña, ambos do Partido Colorado, de direita.

  • 2023 – Equador: governismo não ganha

Guillermo Lasso convocou eleições antecipadas após perda de apoio por escândalos de sua administração. Ele não apoiou nenhum candidato e seu partido tampouco apresentou uma candidatura. O vencedor do pleito, Daniel Noboa, é do mesmo espectro político.

  • 2023 – Argentina: governismo não ganha

O kirchnerismo (peronismo de esquerda), no poder com Alberto Fernández, lança Sergio Massa como candidato, mas ele perde para Javier Milei, de direita.

  • 2024 – Uruguai: governismo não ganha

Yamandú Orsi, da esquerda, vence o candidato da direita e apoiado por Lacalle Pou, Álvaro Delgado.

  • 2025 – Bolívia: governismo não ganha

Luis Arce perde as eleições para Rodrigo Paz, de direita, e encerra um ciclo de 20 anos de vitórias eleitorais da esquerda no país.

  • 2025 – Equador: vitória do governismo

Daniel Noboa obtém a reeleição, desta vez para um mandato completo.

  • 2025 – Chile: governismo não ganha

Gabriel Boric não consegue eleger sua correligionária Jeannette Jara, e José Antonio Kast, que havia perdido a disputa anterior, leva a direita novamente ao Palacio de la Moneda.

  • 2026 – Peru: governismo não ganha

Em mais um período de extrema instabilidade política, Keiko Fujimori é eleita para suceder a José Maria Balcázar, congressista escolhido para preencher um mandato-tampão.

  • 2026 – Colômbia: governismo não ganha

Gustavo Petro apoia Iván Cepeda nas eleições, mas ele perde o segundo turno para Abelardo de la Espriella, candidato à direita do espectro político.

Com informações de g1


PESQUISA DATAFOLHA: 65% dos brasileiros dizem que depender menos do governo melhora a vida

Domingo, 05 de julho de 2026

Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Pesquisa Datafolha mostra que 65% dos brasileiros concordam com a frase: “quanto menos eu depender do governo, melhor estará minha vida”. É o maior percentual da série histórica.

Outros 31% afirmam que “quanto mais benefícios do governo eu tiver, melhor estará minha vida”, enquanto 4% não souberam responder.

Na primeira edição da pesquisa, em 2013, as opiniões estavam empatadas: 47% defendiam menor dependência do governo e 47% preferiam mais benefícios públicos.

Por gênero

Entre os homens, 71% afirmam que preferem depender menos do governo. Entre as mulheres, o índice é de 59%.

Por região

Regionalmente, o Sudeste registra o maior percentual dos que defendem menor dependência do governo, com 70%. Já o Nordeste concentra o maior apoio à ampliação dos benefícios governamentais, com 38%.

Por intenção de voto

No recorte por intenção de voto, 50% dos eleitores de Lula (PT) dizem preferir depender menos do governo, enquanto 45% defendem mais benefícios públicos. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 79% apoiam menor dependência do governo e 18% preferem ampliar os benefícios.

Dados da pesquisa

O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. Nos estratos, a margem varia conforme a base. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.


Ayrton Senna entra para o Livro dos Heróis da Pátria após sanção de lei

Domingo, 05 de julho de 2026

Foto: EBC

Ayrton Senna passou a integrar o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, mantido no Panteão da Pátria, em Brasília. Com a inclusão, o tricampeão mundial de Fórmula 1 tornou-se o 100º homenageado da obra, criada para reconhecer personalidades que contribuíram para a construção e defesa do Brasil.

A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após aprovação do Congresso. A homenagem havia sido proposta pelo senador Marcos Pontes em 2024.

Senna conquistou os títulos mundiais de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991 e morreu aos 34 anos em um acidente durante o GP de San Marino, na Itália, em 1994. Antes dele, apenas os atletas Adhemar Ferreira da Silva e João Carlos de Oliveira, ambos da modalidade salto triplo, haviam recebido a homenagem.

PIB do RN deve crescer apenas 0,5% em 2026, abaixo da média nacional e do Nordeste, projeta consultoria

Domingo, 05 de julho de 2026

Foto: Getty Images

O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Norte deve crescer apenas 0,5% em 2026, segundo projeção da Tendências Consultoria, em reportagem publicada pelo jornal Tribuna do Norte, neste sábado (3).

A estimativa foi reduzida de 1,4% para 0,5% e ficou abaixo das previsões para o Brasil (1,9%) e o Nordeste (2,2%), de acordo com a consultoria.

O estudo mostra que Bahia, Pernambuco e Ceará concentram a maior parte do PIB nordestino, enquanto o RN tem participação bem menor no cenário nacional. Em 2023, o RN respondeu por 0,9% do PIB do país, contra 3,9% da Bahia, 2,5% de Pernambuco e 2,1% do Ceará.

Segundo a consultoria, a revisão foi motivada, principalmente, pelo desempenho mais fraco da indústria e da agropecuária. A queda na produção de petróleo, especialmente em campos maduros, e a retração no refino de combustíveis tiveram impacto direto na economia do estado, aponta o estudo.

A consultoria também prevê dificuldades para a agropecuária, com expectativa de queda na produção de mandioca, leite, ovos e carne bovina. Já para 2027, a projeção feita é de recuperação, com crescimento de 1,8%, impulsionado pela melhora da indústria e do setor agropecuário.

Fonte: Blog do BG

O “foda-se” de Lula para o Brasil

Domingo, 05 de julho de 2026



lula emporcalha a própria imagem da presidência da república, pública e desavergonhadamente.

'Vai subir o morro pedindo voto de novo', como canta Bezerra da Silva, mas a 'rapaziada já sabe quem é o ladrão do povo'.

Enquanto essa praga manda o povo brasileiro que trabalha se ‘foder’, como acaba de fazer - essa é a verdade do gesto -, a direita brazuca emocionada se estapeia em discussões infindáveis sobre o caráter da esposa do presidente preso e calado pela ditadura que o controla.

Se descer mais o nível, luladasilva vai acabar mostrando a bunda num desses eventos e a globo vai comentar constrangida o 'gesto político'.

Misericórdia. Que Deus nos proteja.

Contato : (84) 9 9151-0643

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