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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Damares divulga igrejas e pastores investigados na CPMI do INSS após Malafaia chamar senadora de ‘linguaruda’; veja lista

Sexta, 16 de janeiro de 2026

Foto: Agência Senado/Lula Marques

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou os nomes de igrejas e líderes religiosos citados na CPMI que apura fraudes no INSS.

A publicação ocorreu após críticas do pastor Silas Malafaia, que a chamou de “linguaruda” por mencionar “grandes igrejas” sem revelar os envolvidos.

Segundo Damares, as informações são públicas, constam em documentos oficiais e foram aprovadas pela comissão.

Igrejas investigadas

  • Adoração Church – pedido de quebra de sigilo

  • Assembleia de Deus Ministério do Renovo – pedido de quebra de sigilo

  • Ministério Deus é Fiel Church – pedido de quebra de sigilo

  • Igreja Evangélica Campo de Anatote – pedido de quebra de sigilo

Pastores citados

  • Cesar Belucci – convidado à CPMI

  • André Machado Valadão – convidado e alvo de quebra de sigilo

  • Péricles Albino Gonçalves – convidado

  • Fabiano Campos Zettel – convidado

  • André Fernandes – convidado

Damares afirmou que a possível participação de igrejas em fraudes causa “tristeza”, mas reforçou que a CPMI tem o dever de investigar com imparcialidade e base documental.

Reação de Malafaia

Malafaia acusou a senadora de generalizar acusações e de “denegrir a Igreja Evangélica”. Em vídeo, exigiu que ela apresentasse nomes ou se calasse.

Próximos passos da CPMI

O presidente da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG), defende a prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias. A CPMI já analisou 4.800 documentos, identificou 108 empresas suspeitas e pretende pedir ao STF a suspensão de 2 milhões de contratos de consignado suspeitos.


Flávio se manifesta sobre atitude de Michelle sobre Tarcísio (veja o vídeo)

Sexta, 26 de janeiro de 2026




Questionado sobre o assunto, Flávio afirmou que sua indicação não foi fruto de articulações prévias ou de uma campanha pessoal pelo país.

“Eu nunca costurei, nunca procurei, não rodei o Brasil por isso. Não corri atrás de ser pré-candidato.”

Na última terça-feira, Flávio e Michelle estiveram juntos na visita a Bolsonaro na prisão. Pouco depois de deixar o local, a ex-primeira-dama publicou um vídeo do governador paulista e também curtiu uma postagem da esposa de Tarcísio que defendia um “novo CEO” para o Brasil.

Na manhã desta quarta-feira, Michelle voltou à sede da PF para nova visita a Bolsonaro, mas deixou o local sem falar com jornalistas. Já Flávio, ao conversar com a imprensa, tentou reduzir o peso das divergências. Segundo ele, não houve diálogo recente com a madrasta desde terça-feira, o que teria impedido qualquer esclarecimento sobre as publicações.

O senador afirmou que não pretende alimentar conflitos internos e que sua atuação é voltada à construção de unidade.

Fonte: Jornal da Cidade Online

[VÍDEO] BANCO MASTER: Que situação do judiciário brasileiro, lamentável

Sexta, 16 de janeiro de 2026

Após os novos desdobramentos e ações do ministro Dias Toffoli em relação ao escândalo envolvendo o Banco Master, Bruno Giovanni comenta e traça um panorama geral sobre o tema, e principalmente as ações de Toffoli e em que situação ele deixa o judiciário brasileiro.

O ministro do STF tentou enquadrar a Polícia Federal, e queria decretar sigilo sobre todas as provas apreendidas pela PF, sem conhecimento sequer do MP.

“O que estamos vendo no Brasil não é coisa nem de filme de ficção. O que presenciamos ontem, com esse aparente desespero do ministro Dias Toffoli com essa operação do Banco Master, não tem como o Brasil e a imprensa, nesse momento, não pensar que só existe um motivo para as ações do ministro Dias Toffoli: se preservar ou preservar pessoas muito próximas. Não tem como pensar diferente, infelizmente. Posso estar completamente equivocado e o ministro só estar preocupado com a lei brasileira, mas não é isso que 100% dos brasileiros que se pronunciam nas redes sociais, que falam sobre o assunto, articulistas, jornalistas de todos os veículos de imprensa estejam vendo diferente, se essa foi a intenção do ministro. A única leitura é de autopreservação do ministro“, comentou o BG. Para o BG, “mais do que nunca, se faz necessária uma CPMI no Congresso Nacional”


Fonte: Blog do BG

Novo ministro herda agenda explosiva na Justiça em ano eleitoral

Sexta, 16 de janeiro de 2026

Foto: Ricardo Stuckert/ PR

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, assume a pasta em um dos momentos mais delicados do governo Lula (PT). Em pleno ano eleitoral, a segurança pública voltou ao centro do debate nacional e se tornou estratégica para o Planalto, tanto pelo impacto direto na percepção do eleitor quanto pelo potencial de desgaste político.

Entre os principais desafios está a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública, considerada prioridade absoluta da gestão Lula. O texto, herdado da era Ricardo Lewandowski, enfrenta forte resistência no Congresso e entre governadores, que veem risco à autonomia dos estados. O substitutivo apresentado pelo relator Mendonça Filho (União-PE) alterou pontos centrais da proposta original e incorporou temas sensíveis, como restrições ao voto de presos provisórios e a possibilidade de redução da maioridade penal via referendo.

Outro foco de tensão é o Projeto de Lei Antifacção, criado como resposta ao avanço do crime organizado. Após sofrer mudanças na Câmara e no Senado, o texto retorna agora aos deputados, com o Planalto atuando nos bastidores para evitar novas alterações que esvaziem instrumentos considerados essenciais. Caberá a Lima e Silva decidir entre negociar concessões ou bancar o risco de uma derrota política em um tema-chave para o discurso governista.

Além da articulação política, o ministro terá de enfrentar o crescimento e a sofisticação das facções criminosas, que já atuam de forma transnacional e infiltradas na economia formal. Com a insegurança voltando a figurar entre as principais preocupações da população, a cobrança por resultados rápidos tende a aumentar — justamente em um campo onde avanços estruturais raramente produzem efeitos imediatos.

Com informações do Metrópoles

Revelado o motivo por trás do assassinato de filho de parlamentar

Sexta, 16 de janeiro de 2026



O principal suspeito do homicídio é Paulo Henrique Telles Mathne Marinho, de 26 anos. Testemunhas relataram que o homem, conhecido pelo apelido de “Red”, chegou ao local em uma BMW branca, estacionou em frente a uma distribuidora e desceu do veículo já efetuando disparos.

Segundo informações apuradas, o suspeito possui antecedentes criminais por tráfico de drogas e havia deixado o sistema prisional recentemente. Em abril de 2025, Paulo Henrique foi preso ao lado da própria mãe, acusado de comercializar maconha e lança-perfume.

O assassinato foi registrado por câmeras de segurança instaladas na distribuidora onde Matheus se encontrava no momento do ataque. As imagens mostram um homem vestindo camisa preta se aproximando da vítima, dando início a uma discussão. Pouco depois, o agressor saca a arma e atira contra o jovem.

Ainda conforme depoimentos colhidos no local, o autor dos disparos utilizava uma BMW branca e não estava sozinho. Uma mulher ocupava o banco do passageiro no momento em que o crime foi cometido.

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes, incluindo a dinâmica completa do homicídio e a participação de outras pessoas. As autoridades também analisam as imagens de segurança e colhem novos depoimentos para confirmar as circunstâncias do assassinato.

Contato : (84) 9 9151-0643

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