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quarta-feira, 4 de março de 2026

De forma inesperada, SBT interrompe gravações do programa de Danilo Gentili

Quarta, 04 de março de 2026




Desde o início de 2026, Gentili vinha atuando de maneira informal na emissora fundada por Silvio Santos (1930-2024). No entanto, diante da falta de assinatura de um novo contrato, a direção optou por interromper as gravações para evitar possíveis questionamentos jurídicos.

O impasse entre o apresentador e o SBT não é recente. Em 2024, Gentili já havia manifestado insatisfação com a emissora, citando, entre outros pontos, suposta falta de investimentos no talk show — o único exibido diariamente na televisão aberta brasileira, no ar há 12 anos consecutivos.

Outro fator de desconforto teria sido a chegada da influenciadora Virginia Fonseca ao SBT. Com a estreia do programa Sabadou, que saiu do ar neste início de ano, Gentili precisou dividir o mesmo diretor de seu programa, situação que teria gerado tensão nos bastidores.

Também houve divergências quanto à permanência da banda Ultraje a Rigor, que acompanha o apresentador desde a época do Agora é Tarde, exibido na Band. Em mais de uma ocasião, segundo relatos, a emissora sugeriu a retirada do grupo da atração.

Além disso, há questionamentos sobre a gestão do canal do The Noite no YouTube, que ultrapassa 13 milhões de inscritos. Os vídeos não têm alcance internacional e ficam bloqueados nos Estados Unidos por decisão da emissora. Gentili também não recebe monetização da plataforma, o que teria ampliado o desgaste.

Apesar das divergências, os índices de audiência do programa seguem competitivos. O talk show frequentemente supera atrações exibidas durante o dia e, em algumas ocasiões, chega a disputar a liderança no Ibope.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Dra. Mychelle Garcia destaca avanços e desafios da reprodução humana assistida em pesquisa sobre biotecnologia e longevidade

Quarta, 04 de março de 2026

Evoto

O avanço da medicina reprodutiva no Brasil tem nomes que unem técnica, pesquisa e sensibilidade. Entre eles, está a Dra. Mychelle Garcia, especialista em reprodução humana assistida e integrante da equipe do DNA Fértil, referência no Rio Grande do Norte quando o assunto é tecnologia aliada ao cuidado individualizado.

Com atuação pautada pela ciência e pelo olhar humanizado, Dra. Mychelle tem aprofundado seus estudos em Biotecnologia, área que hoje sustenta grande parte das inovações na reprodução assistida. Para ela, dois eixos caminham lado a lado na medicina contemporânea: tecnologia e longevidade.

“Observo duas áreas avançando de forma muito consistente e acelerada: a tecnologia aplicada à reprodução assistida e as pesquisas relacionadas à longevidade e à saúde reprodutiva ao longo do tempo. Compreender como esses dois campos se conectam é fundamental, pois essa integração nos permite individualizar estratégias, otimizar o preparo do organismo e, consequentemente, ampliar de maneira segura e científica as chances de sucesso dos tratamentos”.

Em sua recente pesquisa de doutorado, a médica dedicou-se ao estudo do endométrio — camada interna do útero, essencial para a implantação do embrião. A qualidade e a receptividade desse tecido exercem papel determinante no sucesso de tratamentos como a Fertilização in Vitro (FIV), uma vez que é nesse ambiente que o embrião precisa encontrar as condições ideais para se fixar e iniciar o desenvolvimento da gestação.

Para que a implantação aconteça com sucesso, esse ambiente precisa estar cuidadosamente preparado: com espessura adequada, estrutura organizada e uma sofisticada interação de substâncias bioquímicas e hormonais que regulam a chamada janela de implantação.Somente quando esses elementos estão em perfeita harmonia o embrião encontra as condições ideais para se fixar com segurança e dar início ao desenvolvimento da gestação.

Os avanços nessa área vêm sendo incorporados aos protocolos clínicos, permitindo uma preparação mais precisa do ambiente uterino antes da transferência embrionária — etapa determinante no resultado do tratamento.

“Sabemos que, do ponto de vista biológico, casais mais jovens tendem a engravidar com maior facilidade. No entanto, vivemos um novo contexto, em que a maternidade e a paternidade muitas vezes são postergadas por razões profissionais, acadêmicas ou pessoais. Por isso, é fundamental orientar e desenvolver estratégias seguras e individualizadas de preservação da fertilidade, permitindo que homens e mulheres possam planejar o futuro reprodutivo com informação, autonomia e respaldo científico.

”No DNA Fértil, esse olhar se traduz em atendimento individualizado e escuta ativa. Cada história é analisada de forma singular, respeitando o tempo, as condições clínicas e os aspectos emocionais envolvidos.
“É atender cada paciente com singularidade, compreender suas necessidades e definir até onde queremos ir juntos. O acolhimento psicológico é indispensável nesse processo. Eu diria que o DNA Fértil é acolhimento, tecnologia e longevidade”, reforça Dra. Mychelle.

Ao integrar pesquisa científica, inovação tecnológica e cuidado humanizado, o DNA Fértil consolida-se como um centro que não apenas acompanha os avanços da medicina reprodutiva, mas participa ativamente da construção de novas possibilidades para quem deseja realizar o projeto de ter filhos — com segurança, estratégia e esperança.

Fonte: Blog do BG

Laudo pericial após exumação do cão Orelha causa reviravolta no caso

Quarta, 04 de março de 2026





Os peritos Igor de Salles Perecin e Paulo Eduardo Miamoto Dias assinaram o laudo após análise completa da estrutura óssea. Apesar disso, o relatório afirma que não foi possível determinar a causa da morte do animal, deixando a investigação em aberto quanto ao desfecho clínico que levou ao óbito.

Em relação às informações que circularam nas redes sociais e em veículos de comunicação sobre a suposta presença de um prego cravado na cabeça do cachorro, os especialistas foram categóricos:

“Sobre a possibilidade de ter sido cravado um prego na cabeça do animal, veiculada em redes sociais e veículos de comunicação, não foi constatado qualquer vestígio que sustente tal hipótese. A penetração de um prego na cabeça do animal deixaria uma fratura circular em crânio, o que não se verificou”.

Ainda assim, o laudo pondera que a inexistência de fraturas não descarta completamente a ocorrência de agressão. Os profissionais registraram que não é possível assegurar que não tenha havido “ação contundente contra a cabeça” de Orelha. Conforme explicam, “A ausência de fraturas no esqueleto do animal não deve ser interpretada como ausência de trauma cranioencefálico ou mesmo em outras partes do corpo. A literatura especializada afirma que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais a morte.”

O cachorro foi exumado neste mês por determinação do Ministério Público de Santa Catarina, no contexto de investigação que busca esclarecer as circunstâncias da morte. O caso provocou forte repercussão nacional diante da suspeita de que o animal pudesse ter sido torturado por adolescentes.

O documento técnico também esclarece aspectos médicos sobre o trauma cranioencefálico.

“Os primários são os que ocorrem no momento da injúria (fratura, contusão cerebral, laceração, etc); os secundários são mais tardios, podendo aparecer em minutos ou dias (exemplos, edema cerebral, inflamação, aumento da pressão intracraniana)”, registraram os peritos.

Eles acrescentam:

“Assim, é plenamente plausível que o animal tenha sofrido um trauma contundente em cabeça em um dia e piorado clinicamente de forma progressiva até o outro. O aparecimento dos efeitos secundários depende de uma resposta individual do animal, tipo de instrumento utilizado, velocidade do golpe, idade do animal, entre outros”.

No momento da exumação, segundo o laudo, o corpo já se encontrava “em fase de esqueletização”, o que comprometeu a análise de tecidos moles. Por essa razão, o exame concentrou-se “à minuciosa avaliação óssea dos remanescentes mortais”, com o objetivo específico de identificar eventuais lesões ósseas decorrentes de ação humana.

Durante a inspeção, foi identificada “uma área de porosidade óssea” na região maxilar esquerda do crânio. De acordo com os peritos, trata-se de um processo crônico, “não havendo qualquer relação com a ação traumática à qual o animal foi submetido, já que entre a ação traumática e o óbito houve o transcurso de apenas um dia”.

Já na coluna vertebral, foram observadas alterações descritas como comuns “em animais idosos e que nada se relaciona com eventual trauma recente”, afastando, nesse ponto, vínculo com possível agressão recente.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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