martins em pauta

terça-feira, 2 de junho de 2026

PRF prende motorista por dívida de pensão alimentícia na BR-101 em Natal

Terça, 02 de maio de 2026

Foto: Divulgação/PRF

Um homem de 34 anos foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde desta segunda-feira (1º) por falta de pagamento de pensão alimentícia, em Natal, no Rio Grande do Norte.

A prisão ocorreu por volta das 14h15, no km 80 da BR-101, durante uma fiscalização de rotina. Os agentes abordaram um Chevrolet Cruze, de cor bege, e, ao consultarem os sistemas de segurança, identificaram que havia um mandado de prisão civil em aberto contra o motorista. O mandado judicial era referente ao não pagamento de pensão alimentícia.

Após a confirmação, o homem foi detido e encaminhado à 9ª Delegacia de Polícia Civil de Natal, onde foram realizados os procedimentos legais.

Segundo a PRF, ações de fiscalização seguem sendo realizadas nas rodovias federais com o objetivo de garantir o cumprimento da lei e reforçar a segurança nas estradas.

 

[VÍDEO] Dois ataques consecutivos de tubarão aterrorizam Pernambuco


Terça, 02 de junho de 2026

Imagem: Reprodução/NE2

Uma mulher de 19 anos foi mordida por um tubarão na Praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, nesta segunda-feira (1º). O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmaram a ocorrência.

O caso acontece um dia depois de outro ataque registrado na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana.

Imagens registradas por banhistas mostram o momento em que a vítima é retirada do mar e levada para a faixa de areia para receber os primeiros socorros. Inicialmente, ela foi levada para o Hospital Alfa, em Boa Viagem, de onde seria encaminhada para o Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby, na área central da capital.

Com informações do NE2.

 

Marco Legal da IA: Hugo Motta garante levar a votação em plenário ainda em junho

Terça, 02 de junho de 2026

Imagem: Reprodução/Correio Braziliense

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantiu nesta manhã (06/01), ao participar da abertura do XIV Fórum de Lisboa, que vai levar a votação em plenário ainda em junho o marco legal da Inteligência Artificial, o projeto de Lei 2.338/2023.

De autoria do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), a proposta, aprovada pelo Senado em dezembro de 2024, busca garantir segurança jurídica e ética no uso da tecnologia.

As informações são do Correio Braziliense.


Carreiras da AGU receberam R$ 4,5 bilhões acima do teto, diz estudo

Terça, 02 de junho de 2026

Foto: Divulgação

Um relatório da Transparência Brasil e do Movimento Pessoas à Frente divulgado nesta 2ª feira indicou falhas de governança, controle e transparência na gestão dos honorários de sucumbência pagos a integrantes das carreiras jurídicas da AGU (Advocacia-Geral da União).

Segundo o estudo, informa o Poder 360, foram pagos R$ 4,5 bilhões acima do teto constitucional a funcionários ativos e inativos das carreiras jurídicas de janeiro de 2020 a agosto de 2025. No mesmo período, 7.649 beneficiários receberam pagamentos acumulados superiores a R$ 1 milhão em honorários de sucumbência –valores pagos pela parte perdedora de um processo judicial ao advogado da parte vencedora.

O relatório foi divulgado 27 dias depois do anúncio de ampliação dos benefícios da AGU para advogados da União, procuradores federais, procuradores da Fazenda e procuradores do Banco Central. À época, o CCHA (Conselho Curador dos Honorários Advocatícios) informou ao Poder360 que a ampliação havia sido suspensa e que “nem entrou em vigor”.

De acordo com o órgão, “nenhum pagamento foi realizado com base nessas novas coberturas e, por isso, não houve impacto financeiro”.

O levantamento afirma que a distribuição dos recursos ocorre com baixa transparência, problemas de governança no controle interno do governo federal e falta de integração entre sistemas públicos. Para os autores, esse cenário ajuda a explicar como o teto constitucional se tornou “meramente decorativo” para advogados da União.

O relatório indica que nem todos os pagamentos feitos pelo CCHA entram no Siape (Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos), ferramenta que centraliza as informações de folha de pagamento dos funcionários.

Segundo o estudo, só o rateio ordinário da cota-parte —parcela mensal regular dos honorários— é registrado no sistema. Outros benefícios criados administrativamente pelo CCHA, como auxílio-saúde complementar, auxílio-alimentação complementar, complementação de férias, rateios extraordinários e pagamentos retroativos, são pagos fora do Siape, diz o relatório.

O levantamento afirma que esses pagamentos são distribuídos sem informação efetiva aos órgãos de controle do governo federal. O relatório também cita resposta do MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), segundo a qual lançamentos retroativos no Siape não geram desconto automático de abate-teto, exigindo cálculo manual pela unidade responsável.

O estudo também afirma que a CGU (Controladoria-Geral da União) não exerce fiscalização efetiva sobre esses pagamentos. Segundo o relatório, a Controladoria recebe dados agregados, sem detalhamento suficiente para identificar quanto foi pago a cada beneficiário em cada tipo de verba.

Em resposta ao pedido de informação citado no estudo, a CGU afirmou receber do CCHA/AGU arquivos de remuneração com valores já agregados. Por isso, no Portal da Transparência, aparece um lançamento com observações reunidas, mas sem possibilidade de detalhar quanto corresponde a cada benefício separadamente.

O relatório dá como exemplo uma rubrica de julho de 2025 atrelada ao pagamento de R$ 2 bilhões, que reunia rateio ordinário, correção monetária, juros de mora, auxílio-saúde complementar, auxílio-alimentação complementar e complementação de férias. Segundo o estudo, só o rateio ordinário é registrado no Siape.

Em setembro de 2025, a AGU lançou um painel eletrônico para consulta dos honorários de sucumbência. Segundo o relatório, a ferramenta apresenta dados mais detalhados que os do Portal da Transparência, mas tem limitações que dificultam o controle público dos pagamentos.

Para os autores, essas limitações podem violar regras da LAI (Lei de Acesso à Informação), da Lei do Governo Digital e da Política Nacional de Dados Abertos. O relatório afirma que a AGU recusou inicialmente fornecer a íntegra dos dados em formato aberto, mas reviu a posição depois de recurso à CGU. Em maio de 2026, o ministro-chefe substituto da AGU, Flavio Roman, informou que o órgão concederia acesso integral à base do painel em formato CSV no prazo de 30 dias.

O levantamento também diz que os benefícios pagos com recursos do CCHA são criados por resoluções internas do próprio conselho, mas que essas normas não estão disponíveis ao público nos sites da AGU, do CCHA ou no painel dos honorários.

A resolução mencionada pela AGU é a Resolução CCHA/AGU 16 de 2024, que criou o auxílio-saúde complementar custeado com recursos dos honorários advocatícios. O relatório afirma que a norma estabeleceu pagamentos fixos de R$ 3.000 para beneficiários ativos e R$ 3.500 para inativos. Em 2025, o CCHA substituiu a parcela fixa por ressarcimento de gastos com limite de até 10% do teto constitucional, hoje em torno de R$ 4.600.

URGENTE: Porta-voz dos EUA afirma que Trump vai "eliminar" CV e PCC

Terça, 02 de junho de 2026






Segundo Roberson, a medida integra uma iniciativa mais ampla conduzida pela administração Trump para combater grupos considerados ameaças à segurança. Ela ressaltou que o presidente norte-americano já havia sinalizado desde o início de seu mandato a intenção de ampliar as ações contra organizações criminosas com atuação internacional.

"As designações do CV e do PCC são parte de uma ampla estratégia que Trump está trabalhando na região. Esses dois grupos fazem parte de 17 grupos criminosos designados como organizações terroristas estrangeiras. O presidente Trump está atuando para eliminar esses grupos", declarou Roberson.

Durante a entrevista, a diplomata também esclareceu dúvidas sobre os efeitos práticos da classificação das facções. Ela destacou que a legislação norte-americana prevê uma série de sanções e restrições, mas não autoriza ações militares em decorrência dessa designação.

Questionada sobre uma eventual intervenção militar em território brasileiro, Amanda foi categórica ao afirmar que essa possibilidade não está prevista.

"A designação dos grupos como organizações terroristas estrangeiras é algo bem claro na nossa lei. Não contempla nenhum tipo de ação militar. Agora é importante destacar as consequências das designações, que são restrições de vistos para membros desses grupos, bloqueio de seus bens aqui nos EUA, proibição de pessoas dentro dos EUA de realizar qualquer tipo de transação com esses grupos e também classifica como crime fornecer apoio material conscientemente a esses grupos", adicionou.

Outro tema abordado foi a possibilidade de impactos sobre o Pix, sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central do Brasil. De acordo com Roberson, qualquer avaliação sobre eventuais reflexos financeiros decorrentes das novas classificações ficará sob responsabilidade do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

Ela explicou que uma das principais consequências da medida é permitir o bloqueio de transações ligadas aos grupos criminosos, especialmente aquelas utilizadas para movimentação de recursos de origem ilícita. No entanto, evitou comentar situações específicas ou possíveis investigações em andamento.

"Uma das ferramentas que essas designações libera para o governo dos EUA é bloquear qualquer tipo de transação com esses grupos criminosos. Agora a implementação dessas designações é responsabilidade do Departamento do Tesouro. Serão eles que vão se encarregar de fazer análises, investigações. É impossível falar de qualquer caso específico. Mas sabemos que o propósito e a meta é romper as redes financeiras ilícitas que esses grupos usam para financiar as suas operações", assinalou.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

“Nada a ver com o filme”, diz Flávio Bolsonaro sobre operação contra produtora de Dark Horse

Terça, 02 de junho de 2026

Foto: reprodução/redes sociais

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (1º) que a operação da Polícia Civil de São Paulo contra a produtora Go UP Entertainment não tem relação com o filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ao chegar a um evento no Rio de Janeiro, Flávio foi questionado sobre a investigação e respondeu de forma breve: “Não tem nada a ver com o filme”.

A operação apura suspeitas de irregularidades em um contrato firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), responsável pela produção do longa-metragem. O acordo previa a contratação e instalação de redes de wi-fi em comunidades da capital paulista.

Segundo as investigações, há indícios de falhas no processo de contratação. O Tribunal de Contas do Município apontou pelo menos 20 irregularidades no edital, incluindo a escolha de uma organização sem experiência comprovada na área de telecomunicações.


Empresa áerea surpreende a todos em ação especial às vésperas da Copa

 Terça, 02 de junho de 2026




A ação promocional foi realizada em baixa altitude, proporcionando ampla visibilidade ao público presente nas praias e nos arredores. Pouco antes da passagem da aeronave, três aviões de publicidade aérea percorreram a região exibindo mensagens relacionadas à iniciativa, preparando o público para o sobrevoo temático.

Para garantir a segurança da operação, o espaço aéreo da área foi temporariamente restrito por aproximadamente 20 minutos. A execução do voo ocorreu com autorização dos órgãos responsáveis pelo gerenciamento e controle do tráfego aéreo.

O evento aconteceu na véspera da partida que marcou a despedida da Seleção Brasileira antes do embarque para a disputa da Copa do Mundo. A iniciativa teve como objetivo reforçar o clima de expectativa para o torneio e aproximar ainda mais os torcedores da equipe nacional.

Além da exibição aérea, a ação celebrou a parceria firmada entre a Azul e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O acordo possui duração de cinco anos, com vigência até 2030, e abrange todas as seleções administradas pela entidade.

O contrato contempla não apenas a seleção principal masculina, mas também as equipes femininas, categorias de base, futsal, beach soccer e modalidades de e-Sports vinculadas à confederação.

A aeronave temática, apresentada como a nova companhia aérea oficial das seleções brasileiras, decolou do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). A programação teve início às 11h, quando o avião percorreu a faixa litorânea em um voo de baixa altitude como parte das ações de contagem regressiva para a Copa do Mundo.

A próxima edição do torneio será realizada de forma conjunta por Estados Unidos, México e Canadá, e diversas campanhas promocionais já começam a mobilizar torcedores e parceiros comerciais ligados ao futebol brasileiro.

Contato : (84) 9 9151-0643

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