martins em pauta

sábado, 3 de outubro de 2026

NEM DISFARÇAM MAIS: Alcolumbre pauta fim da escala 6×1 para dois dias após o 1º turno para ajudar Lula

Sábado, 03 de outubro de 2026

Crédito: José Cruz/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para terça-feira (6), apenas dois dias depois do primeiro turno das eleições, a discussão da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1.

A proposta é uma das principais bandeiras do governo Lula (PT) na campanha pela reeleição. O presidente já havia fechado um acordo com Alcolumbre para destravar o texto no Congresso e afirmou que a medida será aprovada ainda neste ano.

A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salário, e garante dois dias de descanso por semana. O texto já passou pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

Para ser aprovada, a proposta ainda precisa receber pelo menos 49 votos, em dois turnos no plenário. Depois disso, poderá ser promulgada caso não sofra alterações.

Transporte público será gratuito em Natal durante as Eleições 2026

Sábado, 03 de outubro de 2026


Foto: Demis Roussos/ STTU

O transporte público municipal será gratuito para toda a população de Natal durante as Eleições Gerais de 2026. A medida será válida no primeiro turno, no dia 4 de outubro, e, caso haja segundo turno, também no dia 25 de outubro. Durante a operação especial, não será necessário possuir, apresentar ou utilizar o cartão NuBus para embarcar nos ônibus.

A medida tem como objetivo facilitar o deslocamento da população até os locais de votação e evitar que o transporte seja um obstáculo ao exercício do direito ao voto. Diferentemente da gratuidade praticada nos domingos convencionais, a operação eleitoral terá acesso universal.

A operação será coordenada pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), que manterá as 62 linhas do sistema regular em circulação, com itinerários de dia útil, garantindo a cobertura das diferentes regiões da cidade e o acesso aos locais de votação.

Ao longo do dia, estão programadas cerca de 1.836 viagens, número superior às 997 viagens realizadas em um domingo convencional e aproximadamente 2,6 vezes maior que as 694 viagens registradas no segundo turno das eleições de 2022.

Naquele pleito, o sistema municipal transportou aproximadamente 101 mil passageiros. Para 2026, a programação foi dimensionada considerando o comportamento histórico da demanda eleitoral e a necessidade de ampliar a oferta de transporte no dia da votação.

Operação especial

Agentes de mobilidade e fiscais de transporte estarão distribuídos pelos principais corredores viários e terminais de integração para acompanhar a operação, orientar os passageiros e auxiliar no funcionamento do sistema durante o dia.

A STTU orienta a população a utilizar o sistema normalmente, observando os itinerários e horários programados para a operação eleitoral. A grade completa de horários das linhas poderá ser consultada nos canais oficiais da Prefeitura do Natal.

EDITORIAL ESTADÃO: Juízes fazem o diabo para ajudar Lula

Sábado, 03 de outubro de 2026

Já ficou suficientemente claro que há uma força-tarefa no Poder Judiciário dedicada a ajudar a reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Só isso explica as decisões arbitrárias e esdrúxulas que os ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tomaram para inviabilizar a realização do último debate presidencial antes do primeiro turno da eleição.

Em política, como já disse a ex-presidente Dilma Rousseff, faz-se “o diabo” para vencer uma eleição. A novidade agora é que ministros de tribunais superiores mandaram às favas os escrúpulos de consciência e decidiram apelar ao Coisa Ruim para facilitar a vida de Lula e dificultar a de seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL), interferindo diretamente na eleição.

Como se sabe, Lula avisou que não iria ao debate na TV Globo. Conforme as regras assinadas por todos os candidatos, inclusive Lula, a emissora poderia mostrar o púlpito vazio reservado ao petista, e os demais candidatos poderiam direcionar perguntas a ele. Mas eis que o time jurídico de Lula entrou em ação, e a ministra Estela Aranha prontamente acolheu a demanda, proibindo a TV Globo de mostrar o púlpito vazio e que os candidatos presentes fizessem perguntas ao ausente. Desse modo, Estela Aranha rasgou um regulamento com o qual todos haviam concordado.

Só é possível compreender a decisão da ministra à luz de suas relações próximas com o governo Lula e com o ministro do STF Flávio Dino, fiel escudeiro do presidente no Supremo e que também está ativamente trabalhando pela campanha petista. Não é papel de uma juíza eleitoral poupar um candidato do desgaste político de se ausentar de um debate por livre e espontânea vontade, muito menos ditar o que um veículo de comunicação pode ou não exibir. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão deu à coisa o nome que ela tem: “Uma agressão à liberdade de imprensa”.

Pior fez o ministro Gilmar Mendes. Atropelando o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que negara o pedido, ele obrigou a TV Globo a incluir no debate o candidato Renan Santos, do Missão, que não tinha vaga assegurada por lei nem foi convidado pela emissora. O pedido, feito pelo partido Solidariedade, foi malandramente enxertado em uma reclamação sobre um caso do Paraná que está no gabinete de Mendes desde maio – o manjado expediente, do qual já tratamos nesta página, de escolher um juiz ao gosto do freguês. O argumento de que entrevistas anteriores criaram uma “legítima expectativa” de participação de Renan no debate não tem amparo em uma vírgula da Lei Eleitoral, como avaliaram juristas consultados pelo Estadão. Foi um ato de força.

Mais uma vez, nada disso veio de graça. Desde a vergonhosa sessão do STF de 15 de setembro, está claríssimo que Gilmar Mendes integra o time do Supremo que joga pesado para impedir que Flávio Bolsonaro se eleja presidente e, conforme previsto, modifique drasticamente o jogo de forças dentro da Corte.

Não é segredo para ninguém que a reeleição de Lula interessa ao grupo integrado por Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Já a vitória de Flávio fortaleceria o grupo de André Mendonça, do qual fazem parte os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. O que está em jogo é o controle sobre os rumos do STF e o destino jurídico de alguns de seus ministros envolvidos no caso Master, principalmente Alexandre de Moraes. Ao longo do próximo mandato presidencial, ao menos quatro cadeiras serão preenchidas, entre elas as de Luiz Fux, de Cármen Lúcia e a do próprio Gilmar Mendes. Essa guerra intestina no STF já interfere diretamente na disputa eleitoral, e os ministros nem sequer se dão mais ao trabalho de disfarçar.

Em nome de seus interesses políticos, Gilmar Mendes e Estela Aranha violaram a liberdade de imprensa e cassaram o direito do eleitor de ouvir as propostas dos candidatos à Presidência da República no que seria o último encontro entre eles antes do primeiro turno. E pela força de canetadas judiciais. É amarga a ironia de que a lisura da campanha eleitoral, defendida a duras penas contra o golpismo bolsonarista, seja agora tisnada justamente por quem tinha o dever de resguardá-la.

Estadão

TJRN limita atuação do TCE em discussão sobre concessões de terrenos na Via Costeira

Sábado, 03 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) concedeu mandado de segurança para impedir que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) avance sobre questão relacionada às concessões de terrenos públicos na Via Costeira de Natal que já havia sido objeto de pronunciamento judicial. A controvérsia envolve, entre outros pontos, os prazos aplicáveis às concessões e aos empreendimentos previstos para as áreas. A decisão estabelece um limite à atuação administrativa da Corte de Contas diante de matéria já apreciada pelo Poder Judiciário.

No caso concreto, a decisão se refere exclusivamente a uma empresa, que vem tentando obter licenciamento ambiental para a realização de empreendimento turístico, sem qualquer resposta dentro do procedimento existente há mais de 15 anos. O TJ reconheceu que a inércia, neste caso, não é da concessionária.

O tema vinha sendo analisado pelo TCE-RN no Processo nº 002201/2025-TC. Em março, a Corte de Contas determinou cautelarmente a suspensão de atos relacionados à renovação, revalidação ou prorrogação de concessões na Via Costeira e estabeleceu providências para a Datanorte.

Em julgamento anterior, a Segunda Câmara Cível do TJRN reconheceu a validade e a eficácia de acordo envolvendo concessão de direito real de uso de imóvel na Via Costeira, estabelecendo que os prazos relacionados à implantação do empreendimento deveriam considerar a conclusão dos procedimentos de licenciamento. No próprio processo perante o TCE, a concessionária sustentou que a suspensão do ajuste administrativo atingiria matéria protegida pela coisa julgada e afrontaria a separação dos Poderes

Com o mandado de segurança, o TJRN reafirma, no caso concreto, a prevalência das decisões judiciais sobre atos administrativos que pretendam alcançar o mesmo objeto já submetido à apreciação jurisdicional. A decisão não afasta a competência constitucional de fiscalização do TCE-RN, mas estabelece que essa atuação deve respeitar os limites decorrentes do que já foi decidido pelo Poder Judiciário, preservando a segurança jurídica e a autoridade das decisões judiciais.

 

Justiça Potiguar

“ATO DE IMPÉRIO”: Maierovitch diz que Estela feriu democracia e Gilmar “rasgou a legislação”

Sábado, 03 de outubro de 2026

Fotos: Luiz Roberto/TSE e Victor Piemonte/STF

O jurista Wálter Maierovitch fez duras críticas às decisões que levaram ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo. Para ele, a ministra do TSE Estela Aranha e o ministro do STF Gilmar Mendes cometeram atos que podem configurar crime de responsabilidade e afrontaram direitos como liberdade de imprensa e acesso à informação.

“Estela praticou ato de império numa democracia. Ela legislou, ela quebrou a tradição de debate”, afirmou Maierovitch ao UOL News. A ministra havia proibido a Globo de exibir o púlpito vazio de Lula (PT) e de permitir perguntas ao candidato ausente.

Já sobre Gilmar, que obrigou a emissora a incluir Renan Santos (Missão) no debate, o jurista disse que o ministro “furtou competência” do TSE e desconsiderou a legislação eleitoral. “Ele rasgou a legislação. Essa regra foi jogada no lixo”, declarou.

Para Maierovitch, o episódio expôs um “partidarismo” dentro do Judiciário e atingiu a credibilidade das instituições em plena reta final da eleição.

CRISE NO STF: Após guerra de liminares, Fachin cria regra para evitar que pedidos ao Supremo caiam com ministro específico

Sábado, 03 de outubro de 2026

Foto: Andressa Anholete/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) adotou novas regras para controlar a vinculação de pedidos a processos que já estão em andamento na Corte. A medida, assinada nesta sexta-feira (2) pelo presidente do tribunal, ministro Edson Fachin, busca evitar que novas demandas sejam direcionadas automaticamente a um relator específico.

Pela nova regra, petições apresentadas por terceiros ou que busquem atingir pessoas, atos ou fatos que não estejam relacionados ao processo original passarão por uma análise prévia. Se não houver conexão suficiente, o pedido será transformado em um novo processo e distribuído por sorteio ou prevenção.

A medida ocorre após uma sequência de decisões divergentes entre ministros, que gerou a chamada “guerra de liminares” dentro da Corte. Um dos episódios mais recentes envolveu decisões de André Mendonça, Flávio Dino e Luiz Fux sobre publicações relacionadas ao título de padroeira do Brasil atribuído a Nossa Senhora Aparecida. Em outro caso, Gilmar Mendes também analisou um pedido apresentado dentro de um processo antigo para determinar que a TV Globo incluísse o candidato Renan Santos em um debate presidencial.


Estranhamente, publicação impactante de Caio Coppolla às vésperas da eleição é "derrubada"

Sexta, 03 de outubro de 2026

A Meta retirou do ar, nesta quinta-feira, 1º de outubro de 2026, uma publicação do comentarista político Caio Coppolla no Instagram. No vídeo, Coppolla contestava uma análise da jornalista Vera Magalhães sobre a existência de um “ódio de classe” direcionado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na publicação, o comentarista reproduzia um trecho da análise feita pela jornalista e argumentava que a rejeição a Lula não estaria relacionada a preconceito. Coppolla também mencionava o histórico eleitoral do petista para sustentar sua avaliação.

“Não só Lula da Silva foi eleito três vezes, como foi o líder político mais bem avaliado da história do país”, diz o comentarista. 
“Que ódio é esse que se manifesta de forma tão gentil?”.

Em seguida, Coppolla citou o desempenho eleitoral do PT nas últimas eleições presidenciais e relacionou o crescimento do antipetismo aos escândalos de corrupção associados ao partido.

“A rejeição ao Lula não é fruto de preconceito, mas de experiência”, afirma.

O comentarista voltou a publicar o vídeo no início da manhã desta sexta-feira, 2 de outubro. Até o momento, o conteúdo permanece disponível no Instagram.

Coppolla questiona remoção

Após a retirada da publicação, Coppolla utilizou os stories do Instagram para questionar a decisão da Meta e acusar a empresa de censura. O comentarista também perguntou qual seria a justificativa para a remoção do conteúdo durante o período que antecede a eleição.

“É isso mesmo, Meta?”, questiona. 
“Censurar conteúdo orgânico de profissional de imprensa na véspera da eleição? Qual resolução te obriga a censurar conteúdo de crítica política?”.

Na sequência, Coppolla voltou a contestar a medida adotada pela plataforma e afirmou que o vídeo não continha ofensas nem informações falsas.

“Um vídeo meu (crítica política, sem ofensa e sem informação falsa) foi banido do território nacional às vésperas da eleição”, continua. “Sem processo, sem contraditório, sem que ninguém assinasse ordem. (…) Isso tem nome: censura.”

REFORÇO: Tarcísio promete entrar de vez na campanha de Flávio no 2º turno e ajudar até fora de SP

Sábado, 03 de outubro de 2026

Reprodução

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta sexta-feira (2) que pretende reforçar a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno presidencial, inclusive com agendas fora do estado.

“Se acontecer de realmente encerrar a disputa em São Paulo no domingo, eu já estaria também, de qualquer forma, mesmo que não encerrasse, à disposição do Flávio para ajudá-lo muito no segundo turno aqui em São Paulo e até fora do estado”, declarou.

Pesquisas apontam a possibilidade de Tarcísio derrotar Fernando Haddad (PT) ainda no primeiro turno. Já Lula (PT) e Flávio aparecem tecnicamente empatados nos principais cenários presidenciais.

Você não vai acreditar no que diz a Folha de S.Paulo

 Sábado, 03 de outubro de 2026

Em editorial publicado nesta quinta-feira (1º), a Folha de S.Paulo criticou decisões tomadas por integrantes do Judiciário durante a reta final do debate entre candidatos à Presidência realizado pela Rede Globo. O jornal afirmou que autoridades judiciais “rasgam a toga, atropelam os ritos e fazem o diabo para favorecer a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT)”.

A publicação, intitulada Ataque de Juízes Prejudica Neutralidade da Eleição, classificou as intervenções como uma ameaça à imparcialidade do processo eleitoral. Segundo o periódico, decisões tomadas às vésperas do debate teriam contribuído para o cancelamento do programa pela emissora, que alegou “insegurança jurídica”.

"Um patrimônio da democracia brasileira está ameaçado. As constantes e cada vez mais audaciosas intervenções impróprias e partidárias de juízes do Supremo Tribunal Federal no processo eleitoral estão corroendo a autoridade da arbitragem do processo, que deveria ser neutra, previsível e equidistante", disse a Folha.

Um dos episódios citados pelo jornal envolve o ministro Gilmar Mendes. De acordo com o editorial, o magistrado teria “tomado atalho processual e monocrático” ao determinar que a TV Globo permitisse a participação do candidato a presidente Renan Santos (Missão), pouco antes do início do debate, contrariando decisão anterior da ministra Cármen Lúcia.

"Renan não tem respaldo da lei eleitoral para receber assento obrigatório no debate. Ganhou o tíquete de presente de Gilmar porque prometia atazanar Flávio Bolsonaro (PL) no programa. No pretexto do juiz, de preservar a liberdade de expressão, acredita apenas quem não assistiu ao festival de censuras protagonizado pelo Supremo, com o endosso do decano, nos últimos anos", assinalou o periódico.

A Folha também direcionou críticas à decisão da ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Estela Aranha. O jornal classificou a medida como “censura de fato” e “episódio abominável”.

A magistrada havia determinado que a Globo não mantivesse o púlpito destinado a Lula vazio durante o debate. A emissora pretendia permitir que os demais candidatos fizessem perguntas direcionadas ao petista como forma de protesto pela ausência do presidente.

"Na agonia para favorecer o incumbente, agora se decide o que uma emissora pode transmitir ao público num debate. A cadeira vazia, símbolo do desprezo dos candidatos pela prestação de contas, tem uma longa tradição no Brasil. Mas a Lula, casuisticamente, não se aplica. O debate foi cancelado, e só os petistas comemoraram", adicionou.

Ao concluir o editorial, o jornal voltou a questionar a atuação de integrantes do Judiciário na condução do processo eleitoral. A Folha afirmou que “intervir com tal descaramento na mediação do processo” era anteriormente associado a uma “república de bananas”, mas que esse tipo de comportamento teria passado a ser tratado como aceitável.

O periódico também lamentou o que classificou como “autodestruição” da democracia brasileira, afirmando que esse processo estaria sendo conduzido “por quem tem o dever de defender a Carta”.

Fonte: Jornal da Cidade Online

3 casos de “imbecilidade” de Lula

 Sábado, 03 de outubro de 2026

Para o jornalista Claudio Magnavita, Lula está vivendo um momento de desespero e desandou a cometer verdadeiras imbecilidades. Em artigo publicado no Correio da Manhã, Magnavita enumera 3 recentes imbecilidades cometidas pelo petista. Confira:

Um presidente da República chamar o deputado mais votado da história do Brasil de imbecil não é só quebra de decoro. É sinal de desespero. O que está ocorrendo com Lula nos últimos dias da eleição é um raro caso de imbecilidade. Ele, e ainda a primeira-dama, Janja da Silva, resolveram partir para uma agressão sem proporção contra o deputado Nikolas Ferreira.
A maior imbecilidade de Lula foi expor o seu fiel aliado no Supremo Tribunal Federal, o ex-governador do Maranhão e seu ex-ministro da Justiça, Flávio Dino, a um telefonema em palanque no Pará. Em plena crise do uso eleitoral do STF e da atuação dos ministros lulistas pró-reeleição, expor, em palco, o seu afago a Dino desafia qualquer código de ética.
A questão das Bets é outra imbecilidade presidencial. O governo regulamentou e cobrou outorgas e, agora, volta atrás dizendo que a situação causou um efeito crônico na saúde do brasileiro. Jogou a segurança jurídica do Brasil na lata do lixo.
O termo imbecil foi trazido pelo próprio Lula ao contexto político. Um jargão, que pode ser usado agora, já que o próprio Lula fez perder o respeito com uma agressão chula em desespero eleitoral.
A onda do anti-petismo não está na crise do STF ou no Master. Está no caixa de supermercado e na disparada da cesta básica. A ficção da picanha foi, sem dúvida, a primeira imbecilidade eleitoral. O deputado Nikolas Ferreira ganhou um presente de Lula e Janja na semana da eleição. Ele materializa a onda anti-PT que toma conta do país.

Revoltado, Gilmar telefona pessoalmente para donos de veículos de comunicação

 Sábado, 03 de outubro de 2026

Nas últimas semanas, Gilmar Mendes teria procurado diretamente proprietários de veículos de comunicação.

O motivo? Manifestar descontentamento com críticas direcionadas à Corte.

Segundo informações da Revista Oeste, o ministro telefonou para o proprietário de uma grande emissora de televisão e também para o publisher de um jornal de circulação nacional. Nas conversas, Mendes teria demonstrado insatisfação com editoriais e reportagens que apresentavam críticas ao STF.

Os contatos ocorreram em meio ao aumento das críticas de veículos tradicionais aos ministros do Supremo. 

Entre os assuntos que ampliaram a tensão estão as repercussões do escândalo envolvendo o Banco Master e, mais recentemente, as intervenções da Corte em questões relacionadas à Justiça Eleitoral.

Fonte: Jornal da Cidade Online

FALOU GROSSO: Fachin diz que fatos envolvendo ministros no caso Master devem ser apurados “sem exceção”

Sábado, 03 de outubro de 2026

Reprodução

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que fatos envolvendo ministros da instituição nas investigações do Banco Master devem ser apurados “sem exceção de pessoa”. A manifestação foi enviada nesta sexta-feira (2) ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

No ofício, Fachin disse que todas as comunicações encaminhadas ao Supremo, desde que apresentadas de forma integral, receberão os “encaminhamentos devidos”.

O ministro também defendeu que as apurações respeitem as regras constitucionais e processuais, preservando tanto a autonomia da PF quanto as competências do STF.

Fachin deverá se reunir com representantes da Polícia Federal na segunda semana de outubro para tratar das menções a integrantes da Corte encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.


Um dos mais renomados juristas do país vai pra cima de Moraes

 Sábado, 03 de outubro de 2026

O jurista Ives Gandra comentou os episódios envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao tratar do caso, Gandra ressaltou que prefere analisar circunstâncias, documentos e fatos concretos, em vez de fazer avaliações pessoais, mas afirmou que alguns pontos ainda precisam ser esclarecidos.

Entre os assuntos abordados esteve o contrato firmado entre o escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci, e o Banco Master. Segundo Gandra, os valores previstos no acordo chamam atenção quando comparados à sua experiência de décadas na advocacia. O contrato envolvia R$ 129 milhões.

"É muito estranho o contrato. Em advocacia, nos melhores escritórios do Brasil, eu só vejo contratos com valores elevados quando você tem uma questão judicial de valor muito elevado, uma discussão séria real", disse.

O jurista também colocou em dúvida a natureza dos serviços estabelecidos no contrato. De acordo com sua experiência profissional, valores dessa magnitude não seriam habituais em trabalhos relacionados à assessoria interna de uma instituição.

Outro ponto levantado durante a entrevista foi a relação entre Vorcaro e Moraes. Para Gandra, a dinâmica dos contatos entre os dois também é uma questão que deveria ser explicada.

"Se ele contratou a esposa, por que só tinha contato com o marido? Nos momentos mais cruciais que ele estava para ser preso, por que que ele não ligava para a sua advogada, mas ligava pro marido da advogada?", questionou.

Na avaliação do jurista, a falta de esclarecimentos públicos sobre determinados aspectos do episódio acaba alimentando dúvidas e ampliando o desgaste em torno da imagem do Supremo Tribunal Federal. Gandra defendeu que situações capazes de gerar questionamentos sejam devidamente explicadas pelas autoridades envolvidas.

"Sempre explicar é muito melhor do que deixar a imaginação popular funcionar", apontou.

Para o jurista, esclarecimentos sobre o caso poderiam ajudar a diminuir a repercussão da crise institucional e impedir que o episódio continue produzindo impactos sobre a percepção pública a respeito do STF.

Apesar das críticas e questionamentos, Gandra fez uma ressalva sobre a necessidade de examinar todos os elementos disponíveis antes de formular conclusões. Ao relembrar sua trajetória como advogado e professor, afirmou que não considera apropriado fazer julgamentos antecipados sem conhecer integralmente os detalhes de uma questão.

"Não faço nunca como advogado juízos de valor antecipado. Eu ensinava pros meus alunos… coloco no decálogo do advogado que fiz para todos os meus alunos das diversas universidades no Brasil e no exterior. Sempre devemos só julgar depois de conter todas as peças, conhecer todos os detalhes de uma questão."


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Contato : (84) 9 9151-0643

Contato : (84) 9 9151-0643