martins em pauta

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

[ÁUDIO] Vorcaro pediu ao pastor Valadão para cobrar ‘de que lado’ Nikolas Ferreira estava

Sexta, 04 de setembro de 2026

Foto: Montagem

O banqueiro Daniel Vorcaro disse ao líder da Igreja Batista da Lagoinha, pastor André Valadão, que precisava descobrir se o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) estava “do mesmo lado” que ele ou se os dois estavam agora “um contra o outro”.

Em áudio enviado em abril de 2024, quando o deputado criticou um evento financiado pelo banco em Londres e que contou com a presença de ministros do STJ, STF e TSE, Vorcaro afirmou ainda que queria saber se Nikolas pretendia “entrar num embate” sobre o assunto.

A conversa integra o conjunto de mensagens revelado nesta quinta-feira (3) pela colunista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. Como mostrou a jornalista, Vorcaro se irritou com a manifestação pública de Nikolas e mobilizou pessoas próximas ao deputado para tentar compreender e conter a repercussão.

Nas conversas com Valadão, porém, Vorcaro deixa explícita uma preocupação que ia além do conteúdo da publicação: queria entender qual era a posição de Nikolas em relação a ele.

“Só preciso saber se estamos do mesmo lado ou agora estamos um contra o outro”, escreveu o banqueiro.

A mensagem foi enviada depois de um áudio em que Vorcaro explicou por que considerava necessário descobrir a posição do congressista.

“Pra eu entender qual é a visão dele, né?”, afirmou.

Segundo Vorcaro, situações anteriores poderiam ser atribuídas ao desconhecimento de Nikolas sobre seu envolvimento. Naquele episódio, porém, o banqueiro avaliava que a situação era diferente.

“Antes eram coisas que ele não sabia, ele tava sem previsão, mas nessa ele pegou um negócio com meu nome direto”, disse.

Vorcaro então colocou de maneira explícita a possibilidade de um confronto com o deputado.

“Então tem que entender qual é o ponto e se ele vai querer entrar num embate com relação a isso.”

As mensagens indicam, portanto, que o banqueiro esperava esclarecer não apenas uma crítica pontual, mas o tipo de relação que mantinha com Nikolas. Ao procurar Valadão, Vorcaro tratou o episódio em termos de alinhamento: queria saber se estavam “do mesmo lado”.

Valadão intermediou contato entre o deputado e o banqueiro e afirmou que pediu a Nikolas para não atacar o Banco Master.

As informações são do ICL Notícias


[VÍDEO] Em meio à crise no STF, Mendonça pede que Deus abençoe integrantes do Judiciário para honrar a confiança do povo

Sexta, 04 de setembro de 2026

Em meio à crise no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro André Mendonça pediu que Deus abençoe integrantes do Judiciário para que possam “honrar a confiança” depositada neles pelos cidadãos.

A declaração ocorreu nesta quinta-feira (3) durante cerimônia no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que assinou um pacto com organizações religiosas para promover “paz e tolerância” nas eleições. Mendonça destacou o papel dos líderes religiosos na orientação dos eleitores e defendeu que eles reforcem a importância do voto e da participação social.

“Que Deus os abençoe nessa missão e nos abençoe, desse lado da mesa, a e todos que representam o Poder Judiciário e o sistema de Justiça. Que nós possamos honrar a confiança que o povo, o cidadão, deposita em nós e em cada um dos senhores”, afirmou.

A fala ocorreu um dia após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal com mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo os documentos, Vorcaro teria pedido a atuação de Moraes junto ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para conter investigações sobre o banco.

Câmara aprova MP que acaba com a “taxa das blusinhas”; texto vai ao Senado

Sexta, 04 de setembro de 2026

Foto: Kaio Magalhães

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (3) a MP (medida provisória) que coloca fim à taxa de 20% nas compras internacionais de até US$ 50. A MP que acaba com a chamada “taxa das blusinhas” precisava ser votada nesta semana de esforço concentrado, já que perderá validade em 8 de setembro.

Agora os parlamentares votarão os destaques, que são dispositivos que podem alterar os efeitos da medida provisória. Vencida esta etapa, a proposta segue para o plenário do Senado.

O texto foi aprovado na comissão mista nesta quarta, após um acordo costurado pela relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF). Ela encontrou resistência do setor produtivo brasileiro, que afirma ser prejudicado com a entrada de produtos importados com baixa cobrança de impostos. Os empresários alegam que isso desequilibra a concorrência no país.

A primeira mudança acordada é uma avaliação periódica dos impactos da medida. O texto aprovado determina que a primeira análise vai ocorrer após três meses de vigência da medida provisória. Depois, o Ministério da Fazenda deverá fazer avaliações semestrais. O Congresso também fará um estudo anual sobre os impactos.

A relatora também incluiu um dispositivo autorizando o Poder Executivo a estabelecer limites quantitativos ou de frequência por pessoa física para compras internacionais. A intenção é coibir o fracionamento de remessas e a utilização do desconto no imposto para fins comerciais.

O relatório estabelece seis áreas a serem avaliadas periodicamente: emprego e renda; competitividade da indústria e comércio nacional; preços de bens; compras internacionais; diferença entre bens importados e nacionais; e efeitos na arrecadação.

A avaliação abrangerá obrigatoriamente os seguintes setores: têxteis e vestuário; calçados; acessórios; brinquedos e cosméticos.

O texto aprovado também determina que o regime de tributação simplificada das remessas postais internacionais será objeto de avaliação anual pelo Congresso. A análise terá como base um relatório de avaliação de impacto fiscal e econômico a ser apresentado pelo Poder Executivo até 30 de abril de cada ano.

Alguns pontos que estavam sendo estudados ficaram de fora, como a exigência de que as empresas beneficiadas usem os Correios para realizarem as entregas. Outro ponto que havia sido especulado, mas que também não foi incluído, era a implementação de um cashback para os consumidores. De acordo com os congressistas, esse tema será tratado na reforma tributária.

A taxa das blusinhas estava em vigor desde agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, que criou o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 no programa Remessa Conforme, que tinha como objetivo regularizar o setor de comércio eletrônico aos parâmetros da Receita Federal.

Depois da repercussão negativa da taxação, o governo editou em maio deste ano a medida provisória que colocava fim à essa cobrança. A MP perde a validade em 8 de setembro e precisa ser aprovada no Congresso até o final desta semana para se tornar lei em definitivo.

A nova regra produzirá efeitos a partir da data estabelecida pelo governo, que terá prazo máximo de 180 dias após a publicação da regra para colocá-la em vigor depois da aprovação no Senado.

O avanço da MP foi costurado na semana passada em um almoço entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Com informações da CNN


Emissoras cobram Lula e Flávio em debate do dia 14: ‘Respeito ao eleitor’

Sexta, 04 de setembro de 2026

Foto: Reprodução/Band

O pool de 11 veículos de imprensa pressionou publicamente, nesta quinta-feira (3), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e presidente Lula (PT) para que confirmem presença no debate presidencial marcado para o dia 14 deste mês de setembro. Emissoras como CNN Brasil, RedeTV! e SBT ressaltaram que a aceitação do convite pelos líderes da disputa pelo governo do Brasil representaria uma atitude respeitosa com a democracia e eleitores.

Em comunicado público, o pool estabeleceu a próxima segunda-feira (7) como limite para uma definição da presença ou ausência de Lula e Flávio no debate denominado “O Momento da Decisão”. E lembrou que os demais convidados, Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) já confirmaram presença.

“O debate presidencial é uma oportunidade fundamental para que os eleitores conheçam e comparem diretamente as propostas, posições e visões de país dos candidatos à Presidência da República, em um ambiente comum, submetido às mesmas regras e ao contraditório. A participação dos candidatos em um encontro dessa relevância representa respeito ao debate público, ao processo democrático e, sobretudo, ao eleitor, que tem o direito de conhecer e confrontar as propostas daqueles que pretendem governar o País”, diz o trecho final da cobrança pública a Lula e Flávio.

As emissoras ressaltam ainda que o pool é a maior e histórica parceria entre veículos de comunicação brasileiros para realizar debates eleitorais e nasceu para atender a uma demanda dos próprios partidos políticos, como forma de evitar a multiplicação de encontros no período de campanha nas ruas, que foi encurtado de 90 dias para 45 dias, desde as eleições de 2016.

Além de Lula e Flávio, Romeu Zema faltou ao primeiro debate presidencial em TV aberta destas eleições, no último dia 23 de agosto, na Band. Eles foram convidados, seus representantes participaram das reuniões na emissora. E seus púlpitos ficaram vazios no estúdio, durante a transmissão com Renan Santos, Caiado e Cury.

Com informações do Diário do Poder

Vorcaro escancara relação com Andrei Rodrigues e elucida a dúvida que pairava no ar

Sexta, 04 de setembro de 2026

Em depoimento prestado em 27 de agosto ao gabinete do ministro André Mendonça, do STF, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que fica "desconfortável" em propor uma nova delação premiada porque manteve, nos últimos anos, uma relação "cordial" com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Segundo o ex-dono do Banco Master, a relação incluía eventos conjuntos, charutos, convites para corridas de Fórmula 1 e presença da família em eventos do banco — embora ele faça questão de dizer que "não chegou a ser uma amizade". Andrei nega proximidade e afirma a interlocutores ter estado com Vorcaro uma única vez.

O depoimento, revelado pela colunista Bela Megale foi realizado sem presença de qualquer integrante da PF, confirma o que já circulava como suspeita e elucida a dúvida que pairava no ar: Vorcaro sinalizou que citaria Andrei entre os nomes de uma eventual colaboração, ao lado de "outras pessoas ligadas a um núcleo político" que hoje têm interesse direto no desfecho do caso. Ele foi além, afirmando dispor de informações sobre irregularidades envolvendo integrantes do "atual governo" — declaração que pessoas próximas ao banqueiro usam para justificar a hipótese de que a cúpula da PF trava o acordo justamente para evitar que esses nomes venham à tona, sobretudo em ano eleitoral.

O relato ajuda a explicar um dado que já havia chamado atenção: o rompimento entre Andrei Rodrigues e Mendonça, relator do inquérito Master no STF.

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Estratégia de ministros ligados a Moraes é impedir a investigação e afastar Mendonça da relatoria (veja o vídeo)

 Sexta, 04 de setembro de 2026

O jogo é pesadíssimo. Ministros ligados a Alexandre de Moraes já trabalham no sentido de impedir que ele seja investigado em razão de todas as denúncias relacionadas a suas ligações com o Banco Master e com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Paralelamente, o objetivo é afastar o ministro André Mendonça da relatoria do caso. Eles acreditam que tem maioria no plenário.

Assim, esses magistrados acreditam que colocam um ponto final nessa história.

Pelo menos, é essa a apuração realizada pela Globo News.

Vamos aguardar.

Veja o vídeo:

Em reunião com Lula, Gilmar Mendes defende que PF conteste determinações de Mendonça

Sexta, 04  de setembro  de 2026

Foto: Fellipe Sampaio/STF

O ministro Gilmar Mendes defendeu, em conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a Polícia Federal conteste decisões de André Mendonça que considerar excessivas ou ilegais. A orientação ocorreu em meio à crise entre a PF e o STF envolvendo as investigações sobre o Banco Master e o INSS.

Segundo a Coluna do Estadão, Gilmar avaliou que o governo, o Ministério da Justiça e a própria PF demoraram a reagir às decisões de Mendonça.

Entre os exemplos citados estão a restrição ao acesso de investigadores a parte do material das apurações e a ordem para concentrar processos relacionados aos casos em seu gabinete.

Na avaliação de Gilmar, a direção da PF pode recorrer ao Judiciário contra eventuais ordens ilegais e, em uma situação extrema, até impetrar um mandado de segurança. O ministro, porém, defendeu que o impasse seja resolvido preferencialmente por meio de uma articulação institucional com o presidente do STF, Edson Fachin.

A conversa com Lula ocorreu após novas revelações sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. No mesmo dia, Lula também se reuniu com Fachin.

Com informações da Coluna do Estadão


VORCARO: ‘Achava que tinha construído um sistema para me proteger, e tudo se virou contra mim’

Sexta, 04 de setembro de 2026

Foto: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo

Malu Gaspar – O Globo

No depoimento que concedeu ao gabinete do ministro do Supremo Tribunal (STF) André Mendonça na semana passada, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que, antes de ser preso, acreditava que havia construído “um sistema” para protegê-lo, mas que “tudo se virou” contra ele. A oitiva, revelada pela colunista Bela Megale, foi solicitada pela própria defesa do dono do Banco Master, que alegou estar sofrendo “graves intimidações”. De acordo com a transcrição obtida pela equipe da coluna, ele também relatou que a mãe e a irmã têm sofrido “inúmeras ameaças de morte”, mas não apresentou provas. Nesta quarta-feira à noite, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento da denúncia.

“Eu queria ter a oportunidade de falar, porque hoje eu sei por que tudo aconteceu. Porque eu estava com esse sistema ali, que eu achava que tinha construído um sistema para me proteger e, de repente, todo esse sistema se virou contra mim”, disse Vorcaro a um juiz auxiliar do gabinete de Mendonça, responsável por colher o depoimento, realizado sem a presença da Polícia Federal.

Em outro momento da audiência, o banqueiro afirmou que “existem pessoas no núcleo do poder” que “não querem” que ele faça um acordo de colaboração premiada, mas não elencou quais. Como mostrou a coluna, a defesa de Vorcaro avalia que, após as sucessivas recusas, não é mais possível fechar um acordo de colaboração com a PF.

Vorcaro relatou ao gabinete de Mendonça que “se incomodou” com a postura da PF no caso, que não teria demonstrado intenção em ouvi-lo. Ele citou a relação que construiu com o diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, e chegou a sugerir que essa seria uma das razões para acreditar na suposta falta de interesse da PF em avançar nas negociações de um acordo de colaboração premiada.

“Tem motivações políticas por trás dessa virada contra mim, e de tudo que foi feito depois para me deixar preso e calado no mínimo até passar todos os interesses políticos com o passar do tempo”, disse Vorcaro em outro momento.

Apesar dessas afirmações, porém, o ex-banqueiro manteve a mesma postura demonstrada desde que foi preso pela segunda vez, em março deste ano, se recusando a admitir crimes e alegando ser alvo de perseguição. Essa atitude fez com que ele tenha tido duas propostas de delação premiada rejeitadas pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Na avaliação dos investigadores, Vorcaro tentava fazer uma delação seletiva, preservando pessoas e omitindo informações cruciais do processo.

“Eu cometi erros, mas não são esses que estão sendo expostos aí na mídia. O personagem criado ali não é a verdade. Não sou eu. E é uma cortina de fumaça para que a verdade não seja exposta”, afirmou ele, criticado pelos investigadores justamente por não contribuir com o aprofundamento das apurações.

Preso na Papudinha, ele insistiu na linha de defesa de que se tornou alvo de “retaliação” do Banco Central, “ataque maciço” e “perseguição econômica”.

Vorcaro também relatou ter suspeitas de que as supostas intimidações que sofre fazem parte de uma tentativa de esconder “não só ilicitudes, mas atos que não tem um padrão de moralidade ou que podem criar ou afetar questões políticas”.

Em relação às ameaças aos familiares, o banqueiro afirma que elas foram feitas por e-mail de forma anônima, sem entregar o material nem dar mais detalhes. Queixou-se, também, pelo fato de sua família estar “sem homens”, já que seu pai, Henrique Vorcaro, o primo, Felipe, e o cunhado, Fabiano Zettel, estão presos.

Nesta terça-feira (1), Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal, feito a partir do conteúdo extraído do celular de Vorcaro, que detalha conversas dele com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nas mensagens, ele diz a Moraes que precisa da proteção de “Andrei e Paulo”, uma referência ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

“Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”, escreveu Vorcaro a Moraes uma semana antes da primeira prisão dele, em novembro de 2025, segundo informações publicadas inicialmente pelo Estadão e confirmadas pela equipe da coluna.

Um dia antes do pedido para adiar a operação, o banqueiro também fez um desabafo ao ministro do Supremo: “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei? Muita sacanagem isso”, lamentou, segundo a investigação.

No dia 17 de novembro, uma segunda-feira, Vorcaro acabaria preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando tentava embarcar em um jato particular para Dubai, com escala em Malta.

As mensagens obtidas pela PF no bojo das investigações do caso Banco Master também revelam que o banqueiro mantinha uma rotina de reuniões reservadas com Alexandre de Moraes, conforme mostrou o blog.

Dois dias antes de ser preso pela primeira vez, Vorcaro também consultou o magistrado sobre a possibilidade de deixar o país para frustrar as diligências da primeira fase da Operação Compliance Zero. Ele voltou a questionar a ação da polícia “bem na semana” em que estaria “resolvendo tudo”, além de perguntar se o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, estava ciente do andamento do caso.

“Que loucura, bem na semana que estou resolvendo tudo”, disse Vorcaro a Moraes. “O Galípolo está sabendo? Conseguimos fazer algo? Acha que segunda-feira (17/11) já tenho que estar fora?”, completou.

Malu Gaspar – O Globo

O erro crucial de Gonet e o acerto dentro da legalidade de André Mendonça

Sexta, 04 de setembro de 2026

Até mesmo para os integrantes da cúpula da PGR, o pedido de Gonet pela nulidade das investigações é impróprio e o inquérito deveria ficar com o vice-PGR, Hindemburgo Chateaubriand. Entretanto, a decisão final é do próprio PGR, que decidiu continuar no caso. Essa informação foi obtida pelo site pode360, que teria ouvido sob reserva diversos procuradores.

Em síntese, a manifestação de Gonet alega que “mesmo que, casualmente, fosse encontrado algum indício do que o relator entendesse ser irregularidade de interesse penal, não caberia a ele aprofundar as pesquisas sobre o Colega – vale dizer, não caberia a ele determinar que se investigassem com mais detimento referências ao Colega“.

O colega é Moraes.

O que fez Mendonça?

Ora, Mendonça solicitou à Polícia Federal que identificasse o interlocutor de Vorcaro em conversas cujas mensagens foram apagadas. Os investigadores indicaram que o interlocutor era Moraes. Mendonça então encaminhou o caso para o plenário do STF, como indica o procedimento.

Perfeito. 

Fonte: Jornal da Cidade Online

[VÍDEO] Rogério Marinho responde a presidente: “Lula, ou você é burro, ou é mal-intencionado”

Sexta, 04 de agosto de 2026

Imagem: Reprodução/UOL

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, fez duras críticas ao presidente Lula nesta semana em relação à PEC do fim da escala 6×1, que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas sem redução salarial. A proposta, uma das principais vitrines da campanha de reeleição do petista, avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (2) e agora segue para votação em dois turnos no plenário.

Em discurso incisivo, Marinho classificou a iniciativa como uma tentativa de enganar a população às vésperas das eleições. “Lula, ou você é burro ou mal-intencionado. Como você engana a população há mais de 40 anos, sei que burro não é. Então, posso afirmar com toda a certeza que é mal-intencionado. Você está aplicando o golpe da picanha 2, tentando fazer o povo acreditar que é possível reduzir a jornada sem redução de remuneração e que isso não terá consequências para todos”, afirmou o senador, em referência à antiga polêmica em torno das declarações de Lula sobre o consumo de picanha pelos trabalhadores.

Para o parlamentar, o discurso governista de que a medida não trará impactos econômicos é insustentável e vai recair, paradoxalmente, sobre a própria classe trabalhadora que a proposta pretende beneficiar. “O custo da sua irresponsabilidade será pago pelo trabalhador, que vai encontrar preços mais altos, empresas fechando, desemprego e um empurrão para a informalidade. Você é um ladrão da esperança”, declarou.

Marinho também questionou as motivações políticas por trás da proposta, associando-a a uma estratégia eleitoral em ano de disputa presidencial. “Tem um projeto de poder e não um projeto de país. Eu sei que você já disse que faria o diabo para ganhar as eleições, o problema é que quem vai comer o pão que esse diabo amassou é o trabalhador”, concluiu.

A PEC do fim da 6×1 estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, distribuídas em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução de salários ou pisos, mantendo o mesmo regramento tanto para contratos vigentes quanto futuros. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados em maio, após acordo entre Lula e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ficou meses parada no Senado até ser destravada por acordo entre Lula e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). Agora, o texto precisa do apoio de ao menos 49 senadores em dois turnos de votação no plenário para ser promulgado.

Com informações do blog do Gustavo Negreiros

Haddad usa a mesma estratégia de Lula em relação a lobista do Lulinha (veja o vídeo)

 Sexta, 04 de setembro de 2026

No programa Roda Viva, Fernando Haddad foi questionado sobre sua relação com a lobista Roberta Luchsinger. Deu uma resposta semelhante a que foi dada por Lula na sabatina da Globo. Visivelmente constrangido, disse que não tinha nenhuma relação com Luchsinger. “Zero”, resumiu o ex-ministro da Fazenda.

Haddad, entretanto, foi mais cauteloso e não mencionou nenhum adjetivo que desqualificasse a fiel amiga de Lulinha. Não fez como Lula que a chamou de ‘pilantra’.

De qualquer forma, nas redes sociais também circulam fotos de Haddad com Roberta.

Veja o vídeo:

Artimanha plantada contra Mendonça não durou 24 horas

Sexta, 04 de setembro de 2026

A tentativa de descredibilizar o ministro André Mendonça, tentando colar nele um fictício vínculo com o banqueiro Daniel Vorcaro, não durou 24 horas e não colou.

O magistrado realmente confirmou que certa vez recebeu Vorcaro. Algo comum em se tratando de, na época, um banqueiro respeitável.  Vorcaro foi até Mendonça com o seu advogado tratar de um processo sobre precatórios.

Entretanto, o pedido do então respeitável banqueiro, foi negado pelo magistrado, como demonstra  o memorial que documenta tudo, uma espécie de ‘ata’ da reunião.

Essa a transparência demonstrada por Mendonça, infelizmente não é praxe em outros gabinetes de ministros do STF.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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