O governo dos Estados Unidos afirmou ter identificado a atuação do PCC e do Comando Vermelho em 12 estados americanos. A informação foi confirmada neste sábado (30) pelo Departamento de Estado, após as duas facções serem classificadas como organizações terroristas.
Segundo a porta-voz Amanda Roberson, PCC e CV estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e expandiram suas atividades para além das fronteiras brasileiras. Os estados onde elas atuariam não foram divulgados.
A medida anunciada pelo governo Trump inclui duas classificações: Organização Terrorista Estrangeira (FTO) e Terrorista Global Especialmente Designado (SDGT).
Na prática, a decisão criminaliza o fornecimento de apoio financeiro, material ou logístico às facções em território americano, além de permitir punições a pessoas e empresas que mantenham relações com os grupos.
A designação também prevê o bloqueio de bens e ativos ligados ao PCC e ao Comando Vermelho nos Estados Unidos, além da possibilidade de sanções contra instituições financeiras que facilitem operações envolvendo as organizações.
Uma operação da PRF resultou na apreensão de mais de 1,5 tonelada de lagosta nesta sexta-feira (29), durante fiscalização na BR-406, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.
O caminhão foi abordado durante a ação de rotina e, no veículo, os policiais encontraram uma carga de lagosta verde e lagosta vermelha com irregularidades na documentação apresentada.
Segundo a PRF, as notas fiscais apresentavam inconsistências e a carga não respeitava os percentuais exigidos pela legislação ambiental, que determina que pelo menos 70% do produto deve estar vivo e até 30% pode estar limpo ou congelado.
De acordo com a documentação, o total apreendido ultrapassa 1,5 tonelada. A pesagem oficial será realizada pelo Ibama, responsável pela verificação final da carga.
Reincidente
O caso ganha ainda mais destaque porque, segundo a PRF, este é o quarto flagrante envolvendo o mesmo veículo em situações de transporte irregular de pescado.
Diante das irregularidades, o caminhão e toda a carga foram encaminhados para a sede do Ibama em Natal, onde serão adotadas as medidas administrativas e realizadas as apurações ambientais cabíveis.
A fiscalização tem como objetivo coibir o transporte irregular de pescado e garantir o cumprimento das normas que regulam a exploração sustentável das espécies no litoral brasileiro.
A Anvisa autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada das atividades da fábrica da Química Amparo, responsável pelos produtos Ypê, após uma nova inspeção conjunta com órgãos de vigilância sanitária de São Paulo. A liberação, no entanto, não atinge todos os produtos da empresa.
Os lotes com numeração final 1, fabricados antes da interdição determinada em 7 de maio, seguem com comercialização, distribuição e uso suspensos, segundo o Poder360.
Segundo a agência, a decisão foi tomada após uma reinspeção que avaliou as medidas corretivas adotadas pela empresa, que apresentou um plano para cumprir 76 exigências sanitárias apontadas em auditoria anterior.
Na inspeção de abril, fiscais identificaram problemas como corrosão em equipamentos utilizados na produção de detergentes e lava-roupas, o que levou à suspensão de duas linhas de fabricação.
A Anvisa também reconheceu um erro em comunicado inicial divulgado sobre o caso.
O texto havia informado de forma incorreta que produtos fabricados após 1º de abril poderiam ser usados normalmente. A agência corrigiu a informação e reforçou que os itens dos lotes anteriores à interdição permanecem suspensos.
Em nota, a própria Anvisa confirmou a falha na comunicação: “Nossa primeira nota saiu errada. Os produtos fabricados antes da interdição seguem interditados”, disse o órgão.
O caso ganhou repercussão após dúvidas sobre a liberação dos produtos circularem no Google e nas redes sociais. A agência reforça que a restrição continua válida para os lotes atingidos pela interdição inicial, enquanto a fábrica já pode retomar suas atividades após adequações exigidas pela fiscalização.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato de um lote de coco ralado da marca Casa de Mãe, fabricado pela Qualicoco, após a identificação de níveis elevados de dióxido de enxofre no produto. A decisão também suspende a comercialização, distribuição, propaganda e utilização do lote 13/25 em todo o território nacional.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira, 28 de maio. Segundo a Anvisa, análises realizadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) apontaram concentração de 826 mg/kg de dióxido de enxofre, quantidade acima do limite permitido pelas normas sanitárias brasileiras.
O dióxido de enxofre é utilizado pela indústria alimentícia como conservante, auxiliando na preservação dos alimentos. Entretanto, quando presente em níveis excessivos, pode provocar reações adversas em pessoas mais sensíveis, incluindo irritações respiratórias, dores de cabeça, crises asmáticas e reações alérgicas.
De acordo com a agência reguladora, o produto apresentou irregularidades relacionadas às normas federais de composição, rotulagem e segurança alimentar. A Anvisa, porém, não informou quantas unidades do lote foram distribuídas nem os estados onde o produto foi comercializado.
Em nota oficial divulgada no fim da tarde, a Qualicoco afirmou que já iniciou todas as medidas necessárias para apuração do caso e rastreamento do lote afetado. A empresa também informou que o recolhimento do produto já está em andamento e orientou consumidores a entrarem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) pelo telefone (51) 3662-8356.
“A Qualicoco esclarece que a situação refere-se especificamente ao lote mencionado, não abrangendo os demais produtos fabricados e comercializados pela empresa, os quais seguem submetidos aos rigorosos padrões internos de qualidade, segurança alimentar e controle adotados em toda a cadeia produtiva”, destacou a fabricante.
A empresa atua no mercado desde 1992 e reforçou que os demais produtos continuam sendo monitorados dentro dos padrões exigidos pelos órgãos de fiscalização sanitária.
O caso acontece poucas semanas após outra ação de grande repercussão envolvendo a Anvisa. No início de maio, a agência também determinou o recolhimento de lotes de detergentes, lava-roupas e desinfetantes líquidos da marca Ypê por suspeitas relacionadas a falhas no processo de fabricação e risco de contaminação microbiológica.
Na ocasião, produtos fabricados na unidade de Amparo, no interior de São Paulo, tiveram a comercialização suspensa. A fabricante informou que os itens eram seguros e declarou colaboração com as autoridades sanitárias durante a investigação.
A Petrobras anunciou reajuste de R$ 0,48/litro na gasolina A a partir desta sexta, 29, acompanhado de desconto de R$ 0,44/litro referente à subvenção federal anunciada em 13 de maio — deixando impacto residual de apenas R$ 0,04 nas distribuidoras e R$ 0,03 ao consumidor final. Sem a subvenção, o reajuste seria de 17,12%.
No diesel, a subvenção de R$ 1,20/litro incide apenas sobre o produto importado — que representa pouco mais de 20% do mercado do Rio Grande do Norte. Mais de três quartos do diesel consumido no estado não é diretamente alcançado pela medida.
Além disso, quando qualquer combustível sobe, toda a cadeia recalibra suas referências de custo: frete, distribuição e margens varejistas absorvem pressão mesmo quando a subvenção cobre apenas parte do mercado.
Os dados do ciclo 2026 já revelam esse fenômeno: as nove ondas de reajuste da Refinaria Clara Camarão (Brava Energia) acumularam +R$ 1,71/litro na gasolina A (+68,12%) entre fevereiro e maio, enquanto a bomba em Natal registrou alta de apenas R$ 0,45 a R$ 0,50/litro segundo a ANP. Os postos absorveram cerca de R$ 0,75/litro ao longo do ciclo, operando com margem comprimida ou negativa — foram eles, não a subvenção, que seguraram os preços ao consumidor.
A subvenção da gasolina tem prazo: a Portaria MF nº 1.496, de 25 de maio de 2026, prevê vigência de dois meses, com vencimento projetado para o final de julho. Com o reajuste de hoje consumindo praticamente toda a folga criada pela medida, sua renovação torna-se condição para evitar repasse abrupto ao consumidor.
O Rio Grande do Norte vai receber nos dias 07 e 10 de junho, dois grandes eventos do futebol internacional. A Casa de Apostas Arena das Dunas será palco dos amistosos internacionais entre as seleções sub-17 do Brasil e dos Estados Unidos, marcando a primeira fase de preparação para a Copa do Mundo da categoria. As partidas consolidam a Arena como uma das principais sedes esportivas do país e reforça o protagonismo de Natal no calendário nacional e internacional do futebol.
Os confrontos acontecem nos dias 07/06 (domingo, 16h) e 10/06 (quarta-feira, 20h), reunindo em campo duas das principais seleções de base do mundo. A realização dos amistosos em Natal representa mais uma importante conquista para o esporte potiguar, movimentando o turismo, a economia e projetando o estado para o cenário esportivo internacional.
As partidas servirão como preparação da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo Sub-17 da FIFA, que será realizada em novembro, no Catar. O torneio reunirá 48 das principais seleções de base do planeta. O Brasil é o segundo maior campeão da história da competição, com quatro títulos conquistados, atrás apenas da Nigéria, que possui cinco.
Ingressos a partir de R$30 já estão à venda exclusivamente online no site oficial da Arena (casadeapostasarenadasdunas.com.br) ou na plataforma Ingresse. Para acesso ao estádio, será obrigatório o cadastro da facial.
Crianças de até dois anos terão acesso gratuito. Idosos e estudantes possuem direito à meia-entrada, conforme legislação vigente.