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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Flávio Dino manda PF apurar onda de ataques a imagens e espaços religiosos no país

Quarta, 01 de outubro de 2026

Foto: Luiz Silveira/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (30) que a Polícia Federal investigue uma série de ataques a imagens e espaços religiosos registrados em sete estados brasileiros. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também deverá avaliar a necessidade de abertura de um processo.

A decisão ocorre em meio à polêmica envolvendo publicações nas redes sociais que associam o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) a uma suposta proposta de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Flávio nega a existência de qualquer iniciativa nesse sentido.

Segundo Dino, seu gabinete recebeu relatos de uma aparente onda de ataques nos últimos meses. Entre os episódios citados estão a destruição de imagens católicas na Bahia, no Paraná, no Rio Grande do Sul, em Alagoas, em Mato Grosso e no Pará, além de ataques a terreiros e símbolos de religiões de matriz africana em Minas Gerais e na Bahia.

No último domingo (27), Dino havia suspendido uma decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinava a retirada de publicações sobre Nossa Senhora Aparecida. Posteriormente, o ministro Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino.

Com informações do g1

Opinião dos leitores

  1. Esses ataques tem o dedo da esquerda eles estão cientes que irão perder e como disse a Dilma, eles farão o diabo para ganhar as eleições

  2. São as famosas “narrativas” de Lula. Eles criam e espalham como se fosse verdade. “Nós temos que mentir” (Lula da Silva)

Lula e seu governo são desaprovados por mais da metade dos brasileiros, aponta Futura

Quinta, 01 de outubro de 2026

Reprodução

O presidente Lula (PT) é desaprovado por 52,8% dos brasileiros, enquanto 44,1% aprovam sua gestão, segundo levantamento da Futura/100% Cidades divulgado nesta quarta-feira (30). Outros 3,1% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

A avaliação do governo também registra índices negativos. Para 48,2% dos eleitores, o trabalho de Lula é “ruim” ou “péssimo”. Já 36,3% consideram a gestão “ótima” ou “boa”, enquanto 14,6% avaliam como “regular”. Outros 0,9% não souberam responder.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores, por telefone, entre os dias 25 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Instituto Futura, custou R$ 160 mil e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01122/2026.


Fonte: Blog do BG

[ÁUDIO] “Xandão é melhor amigo do Daniel. Tô contando com ele. Melhor amigo, faz jantar junto, sai junto”, diz Zettel em áudio sobre relação de Moraes com Vorcaro

Quinta, 01 de outubro de 2026

Uma gravação obtida pela revista Piauí revela que Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, comentou com uma mulher sobre a relação entre o dono do Banco Master e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No áudio, Zettel afirma: “O Xandão é melhor amigo do Daniel. Tô contando com ele. Melhor amigo, faz jantar junto, sai junto.”

A conversa faz parte de uma série de áudios e mensagens trocados entre Zettel e uma suposta amante durante o período em que teriam mantido um relacionamento. Segundo a revista Piauí, os diálogos também tratam dos bastidores da crise envolvendo o Banco Master. Na conversa, Zettel não explica o que significava estar “contando” com Moraes.

Em outro trecho, Zettel relata que havia viajado ao exterior para esconder dinheiro diante do risco de bloqueio de seus bens. “Eu fui lá [no exterior], escondi um dinheiro, porque se der tudo errado e der uma merda danada e tudo meu for bloqueado, eu tenho que ter um dinheiro pra poder continuar vivendo e mantendo as coisas”, afirmou.

Dias depois, o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central e Vorcaro acabou preso pela Polícia Federal. Zettel também relatou à interlocutora dos áudios que teve um telefone escondido em um compartimento de seu carro e que passou a tomar “todo o cuidado do mundo” após as medidas contra o grupo.

Fonte: Blog do BG


Netanyahu diz que copiloto queria derrubar avião após esfaquear colega e fala em terrorismo

Quinta, 01 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o copiloto de um voo da Flydubai tentou derrubar a aeronave após esfaquear o comandante durante o voo e classificou o episódio como um possível ato de terrorismo. O avião, que seguia de Dubai para Tel Aviv, foi desviado e pousou em segurança na Arábia Saudita.

“Aparentemente, ele tentou derrubar o avião com seus ocupantes”, afirmou Netanyahu em um vídeo. Segundo autoridades israelenses, o suspeito é cidadão de Omã e foi preso pelas autoridades sauditas.

O ataque ocorreu quando a aeronave se aproximava de Tel Aviv. Um passageiro teria ajudado a imobilizar o copiloto, enquanto outros tripulantes assumiram o controle do avião.

Durante o incidente, o voo FZ1073 perdeu cerca de 4.200 metros de altitude em poucos segundos e acionou o código 7500, usado internacionalmente para indicar uma possível situação de sequestro.

A Flydubai confirmou que houve uma briga na cabine e informou que os dois pilotos ficaram feridos e foram levados a um hospital. A companhia afirmou que todos os passageiros estão seguros e que as causas e motivações do episódio ainda são investigadas.

VEJA TAMBÉM: [VÍDEO] PÂNICO A BORDO: Imagens mostram desespero de passageiros após briga entre pilotos durante voo e perda brusca de altitude



Luciano Huck e Vorcaro negociaram contrato pessoal de R$ 26 milhões e R$ 83 milhões em mídia para a Globo, apontam mensagens encotradas pela PF

Quinta, 01 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

Conversas encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro revelam negociações comerciais e contatos pessoais entre o ex-controlador do Banco Master e o apresentador Luciano Huck. As mensagens foram reveladas pelo Radar, da revista Veja.

Entre os assuntos está uma parceria de mídia com a Globo. Segundo a publicação, Huck informou a Vorcaro que o acordo envolvia R$ 83 milhões em mídia para a emissora e R$ 26 milhões destinados ao apresentador por meio de um “contrato pessoal”.

As conversas, mantidas principalmente ao longo de 2024, também tratam de negócios, encontros e questões relacionadas à imagem pública. Huck teria aconselhado Vorcaro a manter transparência nas negociações com a Globo, inclusive em assuntos de compliance.

Em outubro de 2024, o apresentador agradeceu pela parceria e afirmou que os dois estavam iniciando um “capítulo relevante” na construção de uma marca. O contrato teria sido assinado em dezembro daquele ano.

As mensagens também registram pedidos pessoais. Segundo a Veja, Huck pediu a Vorcaro o empréstimo de um avião para viajar a Canoas (RS) durante as enchentes de 2024. A reportagem afirma que as conversas não indicam ilegalidades cometidas pelo apresentador.

“Eleição não se ganha, se toma”: o PT leva a “interferência estrangeira” a Dino e a rua responde que é no primeiro turno

 Quinta, 01 de  outubro de 2026

Terça-feira, 22 de setembro, noite. A Polymarket saiu do ar no Brasil. Mike Benz, na madrugada de quarta-feira, 23 de setembro, explicou em inglês: a plataforma mostrou pela primeira vez Bolsonaro vencendo, e Lula a baniu. O analista político Clarke de Souza, ainda na terça (22/9):

“A Polymarket foi censurada no país, e isso só mostra o desespero da esquerda e do Lula. Mas eu trago boas notícias de lá: o Flávio está com 61%”.

As pesquisas de casa acompanharam. Na quinta-feira, 24 de setembro, a CNN Brasil publicou a Futura: Flávio Bolsonaro com 49,4% no segundo turno, Lula com 43,7%. Na sexta-feira, 25 de setembro, o Space Liberdade divulgou o Datafolha de Minas: Flávio 46%, Lula 44%, com o que chamou de efeito Nikolas Ferreira. Rogério Marinho havia pedido, na quarta (23/9), o voto útil:

“O único que reúne as condições efetivas de vencer o desgoverno do Lula já no primeiro turno é Flávio Bolsonaro 22”.

Na sexta (25/9), Flávio decretou: “PT jogou a toalha. Vai ser no 1º turno e já começo a arrumar o Brasil mais cedo!”

A rua deu o mesmo recado. Segunda-feira, 21 de setembro, Natal: Marinho falou da “maior carreata da história do Rio Grande do Norte”. Terça (22/9), São Luís: “Maranhão pintado de verde e amarelo!” Quinta (24/9), Teófilo Otoni, no bloquinho de Nikolas:

“Isso é Minas Gerais dando tchau pro PT!!!”

Nikolas, na segunda (21/9), tinha feito a pergunta que explica a semana:

“Por que a Globo esconde isso do povo mineiro? Imagina se não tivéssemos as redes sociais…”

No sábado, 26 de setembro, Jacarepaguá e São João de Meriti; no domingo, 27 de setembro, Aracaju:

“No próximo domingo, faz o 22 para libertar o Brasil no primeiro turno!”

Foi então que a narrativa mudou de endereço. Quarta (23/9), 10h57, Eduardo Bolsonaro:

“NÃO HÁ NADA GANHO. Estão preparando a narrativa e o terreno para um verdadeiro golpe.” Ele listou a sequência: antes de Gilmar, a Abin vaza relatório sobre interferência estrangeira na eleição; depois de Gilmar, o ministro da Economia diz que a tarifa é interferência eleitoral. Às 20h58, Flávio: “Sabendo que perderá a eleição, lula já prepara a tentativa de golpe com seu ministro comunista do STF. Não adianta, lula, acabou pra você.”

Quinta (24/9), a petição chegou ao Supremo. Alfredo Gaspar: “O PT já começou a fabricar a narrativa de ‘interferência estrangeira’ e tenta transformar o STF em palco da disputa eleitoral, levando o caso à Corte, em ação sob relatoria de Flávio Dino, amigo e ex-ministro de Lula.” O Antagonista deu o título: “STF virou self-service.” Alexandre Ramagem citou o lema: “Interferência estrangeira, o novo golpe do sistema Lula-STF. Começaram a colocar em prática o lema: ‘Eleição não se ganha, se toma’.” Mas a resposta, de fato, o povo vai dar nas urnas. 

Fonte: Jornal da Cidade Online

CRISE NO STF: Gilmar critica vazamentos e uso eleitoral de investigações durante homenagem a Fachin

Quinta, 01 de outubro de 2026

Foto: Luiz Silveira/STF

Durante a homenagem ao primeiro ano de Edson Fachin na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes criticou nesta quarta-feira (30) o que classificou como vazamentos seletivos e uso político-eleitoral de investigações.

Decano da Corte, Gilmar comparou o atual momento com sua atuação ao lado de Fachin durante a Operação Lava Jato. Segundo ele, apesar da sensibilidade dos documentos, não havia vazamentos nos gabinetes dos ministros.

“Naquela quadra não houve notícias de vazamentos seletivos em nossos gabinetes. Apesar da sensibilidade dos documentos que estavam sob nossa responsabilidade. Tampouco qualquer ato que pudesse indicar uso político eleitoral das investigações”, afirmou Gilmar.

Fachin assumiu a relatoria da Lava Jato no STF após a morte do ministro Teori Zavascki. Gilmar destacou que os dois divergiam em questões jurídicas, mas mantinham o entendimento de que a Justiça não deveria ser utilizada para interesses políticos.

“A partir de compreensões distintas sobre o processo penal. Essa divergência, porém, jamais alcançou aquilo que nos unia – a convicção de que o juiz não é parte nem instrumento de causa alguma”, disse.

Ao comentar a gestão de Fachin, Gilmar afirmou que o presidente do STF mantém uma postura sóbria mesmo diante de um ambiente de “temperatura elevada”. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também elogiou Fachin e destacou sua capacidade de diálogo e de saber “como e quando agir”.


André Mendonça "peita" Dino e dobra a aposta

 Quinta, 01 de outubro de 2026

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou nesta quarta-feira, 30, pela manutenção da decisão que determinou a retirada de publicações que associavam, de forma considerada falsa, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) a uma suposta articulação para retirar Nossa Senhora Aparecida da condição de padroeira do Brasil. A medida está em análise no plenário virtual da Corte, em sessão extraordinária, e, até o momento, Mendonça foi o único ministro a apresentar voto.

Ao defender a manutenção de sua decisão, Mendonça afirmou que a determinação não representa censura prévia nem interfere na liberdade religiosa. Segundo o ministro, a medida foi direcionada especificamente ao conteúdo factual considerado falso, sem impedir manifestações, críticas ou discussões mais amplas envolvendo religião e política.

“Não se determinou a indisponibilização de qualquer conteúdo que mencionasse Nossa Senhora Aparecida. Também não se vedou a crítica à família do candidato, o debate acerca da Lei nº 6. 802/1980, a defesa de posições religiosas ou a manifestação de opiniões sobre a relação entre religião e política. A ordem foi vinculada a um enunciado factual específico e determinado”, alegou.

Na avaliação apresentada pelo ministro, portanto, o alcance da decisão não seria a discussão sobre a santa católica ou sobre a legislação relacionada ao tema, mas especificamente a reprodução de uma afirmação factual que ele havia considerado falsa. A decisão original alcançou publicações em diferentes plataformas digitais.

Mendonça também esclareceu a forma como deveria ser aplicada a determinação referente às 1.125 publicações apresentadas pela campanha de Flávio Bolsonaro. De acordo com o ministro, não houve uma ordem para que todas as URLs fossem retiradas automaticamente, sem análise do conteúdo.

“No que diz respeito às 1. 125 URLs relacionadas nos autos, igualmente não houve determinação de remoção automática e indiferenciada. A decisão condicionou a indisponibilização à verificação, pelas próprias plataformas, de que cada publicação reproduzisse o núcleo factual reconhecido como falso. Nesse sentido, reproduzo o respectivo item do dispositivo da decisão”, disse.

A controvérsia envolvendo as publicações chegou também ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Flávio Dino havia determinado o restabelecimento de conteúdos removidos com base na decisão de Mendonça, após pedido apresentado pelo humorista Antonio Tabet. Posteriormente, o ministro Luiz Fux suspendeu os efeitos da decisão de Dino e restabeleceu a determinação anterior de Mendonça.

O julgamento no TSE segue em ambiente virtual, e os demais ministros ainda precisam apresentar seus votos. O caso envolve, de um lado, a aplicação das regras eleitorais contra conteúdos considerados falsos e, de outro, os limites das decisões judiciais diante da liberdade de expressão e das manifestações relacionadas à religião.

Justiça toma decisão sobre prisão de servidor do Governo Lula

Quinta, 01 de outubro de 2026

A Justiça Eleitoral rejeitou nesta quarta-feira, 30 de setembro, o pedido de prisão preventiva apresentado pela campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) contra George Marques da Silva e Silva, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. O servidor é investigado por republicações relacionadas à falsa narrativa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

Embora tenha negado a prisão, o juiz Mário Jorge Panno de Mattos, da 1ª Zona Eleitoral do Distrito Federal, determinou uma medida cautelar contra o servidor. George Marques fica impedido de publicar, republicar, compartilhar ou disseminar conteúdos de natureza político-eleitoral relacionados à disputa presidencial em suas redes sociais.

A restrição permanecerá em vigor até o encerramento das eleições. Se houver segundo turno, a proibição seguirá até as 23h59 de 25 de outubro. Caso a eleição presidencial seja definida no primeiro turno, a medida será encerrada às 23h59 deste domingo, 4 de outubro.

Segundo a decisão, existem indícios de que o servidor continuou a compartilhar a narrativa mesmo depois de ter conhecimento de uma retratação pública sobre o episódio. O magistrado mencionou pelo menos cinco republicações realizadas no mesmo dia pelo perfil atribuído a George Marques.

Entre os conteúdos analisados está uma publicação que defendia a continuidade da divulgação da informação, mesmo após a correção.

“Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar. (…) Continuem compartilhando que nossa senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte (sic)”.

Na avaliação preliminar do juiz, a republicação é relevante porque fazia referência direta à retratação e defendia que ela não fosse divulgada. Mattos considerou que esse elemento poderia indicar a continuidade da disseminação do conteúdo mesmo após o conhecimento da correção.

“A republicação de conteúdo que se refere expressamente à retratação e propõe sua supressão constitui, contudo, circunstância concreta que, em cognição sumária, indica que a propagação teria prosseguido com ciência da correção pública, aproximando a conduta do elemento subjetivo exigido pelo tipo. Registre-se que a captura correspondente não indica a data e a hora da republicação, dado cuja recuperação depende dos registros mantidos pelo provedor”, escreveu o magistrado.

Ao analisar a medida cautelar, Mattos também afirmou que a restrição temporária estaria diretamente relacionada ao risco identificado no processo, uma vez que a investigação envolve a utilização das redes sociais para a divulgação reiterada do conteúdo questionado.

“Quanto à adequação, indaga-se se a restrição é apta a reduzir o risco identificado. O perigo consiste na difusão reiterada, em redes sociais, de conteúdo eleitoral fundado em núcleo factual provavelmente inverídico, com propósito declarado de ampliação de alcance. A vedação temporária à difusão pública de conteúdo eleitoral pelo investigado nesse ambiente guarda relação instrumental direta com o perigo que se pretende evitar, pois recai exatamente sobre a atividade por meio da qual a conduta investigada teria sido praticada”.

Com a rejeição do pedido de prisão, o caso não foi encerrado. O magistrado determinou que os fatos sejam encaminhados à Polícia Federal para apuração por meio de termo circunstanciado.

A Justiça também ordenou que a plataforma X preserve durante um ano os registros relacionados ao perfil de George Marques referentes ao dia 25 de setembro. A determinação inclui conteúdos que tenham sido apagados, informações de acesso e endereços de IP.

A controvérsia teve início após a circulação de uma informação falsa que atribuía a Flávio Bolsonaro a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O Tribunal Superior Eleitoral já havia determinado a remoção de publicações relacionadas à narrativa, considerando falso o núcleo factual que vinculava o candidato à suposta iniciativa.

Antes da decisão desta quarta-feira, o Ministério Público Eleitoral havia se manifestado contra a prisão preventiva de George Marques, embora tenha apontado a existência de indícios a serem investigados e defendido uma restrição sobre o perfil do servidor durante o período eleitoral.

A decisão, portanto, manteve o servidor fora da prisão, mas impôs uma limitação temporária às suas manifestações político-eleitorais nas redes sociais e determinou o prosseguimento da apuração dos fatos pela Polícia Federal.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Revelada a tal "conversa" entre Vorcaro e Nunes Marques

 Quinta, 01 de outubro de 2026

Finalmente, surgiu informações sobre a conversa entre Kassio Nunes Marques e Daniel Vorcaro.

Segundo o colunista Lauro Jardim, dentre as descobertas está um diálogo de Vorcaro com Luiz Rennó, ex-diretor jurídico do Banco Master, sobre pagamentos ao advogado Kevin Marques, filho do ministro.

Eis o que diz o jornalista:

Rennó envia dados de Kevin e cita o valor de R$ 500 mil por mês. Em outra conversa, uma mulher identificada como Rayanna relata que uma "amiga" disse que "ficou com o kassio" e está lhe cobrando. O valor apontado por ela, a pedido do ex-banqueiro, foi de "10" — provavelmente de R$ 10 mil.
Além disso, diálogos obtidos pela PF no celular de Vorcaro apontam que assessores do ex-banqueiro se referiram à advogada Camilla Ramos e ao desembargador do TRF-1 Newton Ramos, seu marido, como "turma do KN", em referência às iniciais do ministro. Camilla bancou uma viagem de Nunes Marques para Maceió e o Master firmou um contrato com o escritório em que ela atua para a liberação de pagamentos de precatórios cujos honorários poderiam chegar a R$ 427 milhões. Beleza.
E o que consta no WhatsApp do ex-banqueiro diretamente na conversa com o ministro?
No contato, identificado por Vorcaro como "Min Kassio Nunes", a PF encontrou apenas a informação, registrada no dia 2 de dezembro de 2024, de que ele "usa uma duração padrão para mensagens temporárias em novas conversas" e que "todas as novas mensagens desaparecerão desta conversa após 7 dias".
  • Fonte: Jornal da Cidade Online

CASO MASTER: Vorcaro preparou almoço “ultra VIP” para Moraes com caviar de até R$ 4,5 mil, vinhos caros e trufas

Quinta, 01 de outubro de 2026

Fotos: Reprodução

Imagens e mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, revelam os detalhes de um almoço de luxo organizado pelo banqueiro para receber o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo reportagem do jornal O Globo, a recepção aconteceu em 30 de dezembro de 2023, no hotel Six Senses Botanique, em Campos do Jordão (SP).

O cardápio incluiu caviar beluga, com latas que podem custar até R$ 4,5 mil, vieiras com ovas de salmão, foie gras, wagyu e trufas brancas, que chegam a R$ 24 mil o quilo. Para acompanhar, Vorcaro selecionou vinhos de safras antigas, incluindo rótulos que podem custar dezenas de milhares de reais por garrafa.

Embora não tenha participado do almoço, o banqueiro acompanhou os preparativos e orientou o chef José Maria Meira sobre cada detalhe. Em uma das mensagens, questionou se as latas de caviar sobre a mesa não deixariam a recepção ostensiva demais. Também pediu que seu nome fosse evitado para não constranger Moraes, a quem chamou de convidado principal.

O encontro durou cerca de quatro horas e meia. As conversas mostram que Vorcaro autorizou a entrega de caixas de vinho como presente aos convidados. Ao final, o chef enviou uma foto com Moraes e informou ao banqueiro que a recepção havia sido concluída.

No mês seguinte, em janeiro de 2024, Vorcaro firmou um contrato de R$ 131 milhões, com duração de três anos, com o escritório de advocacia de Viviane Barci, mulher do ministro. A advogada tem reiterado a legalidade de sua atuação. Procurados pelo jornal O Globo, Moraes, a defesa de Vorcaro e o chef não se manifestaram.


Contato : (84) 9 9151-0643

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