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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Um em cada oito municípios no Brasil tem mais eleitores do que moradores

Segunda, 27 de julho de 2026

Foto: Júnior Souza/TRE-AM

O Brasil tem 732 municípios —13,1% do total ou um em cada 8 — com mais eleitores aptos para votar em 2026 do que habitantes. Os dados são de um cruzamento feito pela coluna entre os números do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e as estimativas populacionais mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 13 de janeiro.

A situação, apesar de parecer inusitada, é comum nas eleições do país e tem explicações técnicas, como a manutenção de vínculos afetivos ou políticos fora da cidade onde mora ou mesmo desatualização no cadastro.

A lista fechada do TSE aponta que o Brasil tem 158,7 milhões eleitores aptos a votarem em primeiro e segundo turnos de 2026. Já a população estimada em 2025 (a mais atual do IBGE) é de 213,4 milhões de habitantes.

Pequenas cidades lideram

A maioria das cidades que têm mais eleitores que habitantes são pequenas: somente 33 têm mais de 10 mil habitantes. A maior da lista, Mangaratiba (RJ), por exemplo, tem apenas 43 mil moradores.

A cidade com maior diferença em números absolutos é São João da Barra (RJ), onde há 4.456 mais eleitores que habitantes. Proporcionalmente, a maior é Davinópolis (GO) com o eleitorado correspondente a 220% do número de eleitores.

UOL, por Carlos Madeiro

Laudo da PF descarta “maior apreensão de cocaína do Brasil” em carga de 260 toneladas de madeira

Segunda, 27 de julho de 2026

A suspeita é que a droga, em estado líquido, tenha sido misturada à própria estrutura da madeira. — Foto: Receita Federal

Aquela que foi anunciada inicialmente como a maior apreensão de cocaína da história do Brasil foi descartada pela Polícia Federal após cinco perícias do Instituto Nacional de Criminalística (INC) não encontrarem qualquer vestígio de entorpecentes na carga. A PF concluiu que não havia cocaína nas 260 toneladas de madeira apreendidas durante a Operação Timber Shield.

Os laudos apontam que “os exames realizados em todas as amostras analisadas resultaram NEGATIVAS para COCAÍNA, bem como para qualquer outra substância de interesse forense”. Testes adicionais confirmaram a eficácia da metodologia utilizada, descartando a possibilidade de falso negativo.

Com a conclusão das perícias, a PF abriu um novo inquérito para investigar como surgiu a informação que motivou a operação e quem divulgou a suposta existência da droga. A apuração também avaliará a possível ocorrência do crime de comunicação falsa de crime.

Apesar da ausência de cocaína, a investigação continua para verificar eventual ligação com tráfico internacional de drogas e possíveis crimes ambientais relacionados à carga de madeira.

No dia da operação, antes da conclusão dos exames, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que havia cerca de 50 toneladas de cocaína escondidas na madeira e afirmou que, se confirmada, seria a maior apreensão da história do país.


Fonte: Blog do BG

Eduardo revela qual será uma das primeiras medidas do governo de Flávio Bolsonaro

Segunda, 27 de julho de 2026





Segundo Eduardo Bolsonaro, a candidatura de Flávio representa uma missão voltada ao enfrentamento da esquerda e da criminalidade. Em sua fala, ele também destacou a necessidade de união entre os apoiadores do grupo político.

"Não há mais tempo para ego ou qualquer outro tipo de situação", declarou.

O ex-deputado afirmou ainda que Flávio Bolsonaro passa a enfrentar riscos semelhantes aos vividos por outras lideranças conservadoras da América Latina. De acordo com ele, o candidato agora tem "um alvo" na cabeça, fazendo uma comparação com a situação do presidente da Argentina, Javier Milei, e de outros nomes da direita na região.

Encerrando a mensagem, Eduardo Bolsonaro afirmou que Javier Milei "já está convidado" para participar da posse presidencial de Flávio Bolsonaro no próximo ano. O presidente argentino participou da Convenção Nacional do PL e acompanhou o evento ao lado do candidato oficializado pelo partido.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Neymar se revolta com reportagem que vazou "vestiário" do Santos

Segunda, 27 de julho de 2026




Em dois vídeos publicados em seus perfis, o camisa 10 classificou como falsa a informação de que teria repreendido os atletas mais jovens no vestiário após a partida.

"Fala, rapaziada, não é o domingo que queríamos, é levantar a cabeça e seguir trabalhando. Estou vendo que estão saindo algumas coisas sobre que cobrei os jovens dentro do vestiário, totalmente mentira", disse.

Segundo Neymar, a reunião após o jogo contou com a participação de diversos jogadores experientes e teve como objetivo analisar o desempenho da equipe, sem qualquer cobrança direcionada exclusivamente aos atletas mais novos.

"Quem passou isso, por favor, não faça isso, não faça isso, não minta, pode perguntar para quem quiser, foi uma cobrança para o time, conversamos, eu, Lucas (Veríssimo), Arão, Gabi, todos falamos ali... Brazão, e a gente se cobrou, obviamente, porque somos competitivos e queremos ganhar, vencer, mas não teve cobrança aos jovens, isso não vou aceitar essas mentiras", acrescentou.

Posteriormente, o atacante voltou a comentar o assunto e classificou a reportagem como "mal-intencionada" e "mentirosa". Neymar afirmou que cobranças internas fazem parte da rotina de equipes que disputam competições em alto nível e buscam melhores resultados.

"Se tiver que cobrar dentro do vestiário, independente de quem seja, é normal de um grupo que quer vencer. Vocês que estão fazendo essas matérias mal intencionadas e mentirosas, não sabem de nada. Não sabem o que é futebol e não participaram, e nunca participaram de um elenco", declarou.

A reportagem que motivou a manifestação do jogador relatava que Neymar teria feito uma cobrança em tom elevado aos jovens Gabriel Bontempo e João Ananias após o empate contra a Chapecoense. O veículo responsável pela publicação informou que mantém todas as informações divulgadas originalmente.

Ainda neste domingo, também foi informado que Neymar deixou o Centro de Treinamento do Santos sem autorização, segundo apuração da reportagem. Enquanto os atletas que iniciaram a partida realizaram um trabalho regenerativo, os jogadores que atuaram por menos de 45 minutos participaram de atividades em campo sob orientação da comissão técnica.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Quem são os dois auxiliares de Trump que tiveram entrada barrada pelo Brasil

Segunda, 27 de julho de 2026

Foto: Reprodução

O governo brasileiro negou o visto de entrada de dois integrantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos que viajariam ao país em missão oficial.

Segundo o jornal The Washington Post, a visita teria como objetivo reuniões com autoridades eleitorais brasileiras para tratar do sistema eleitoral.

O Ministério das Relações Exteriores confirmou ao Estadão que os vistos foram negados a Riley Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, secretário-assistente adjunto do Departamento de Estado norte-americano. O Itamaraty, no entanto, não informou o motivo da decisão.

Riley Barnes

Riley Barnes atua desde 2025 no Departamento de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho. Formado em Ciência Política e mestre em Relações Internacionais, foi indicado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, para funções relacionadas à liberdade religiosa internacional e às questões tibetanas.

Antes disso, ocupou cargos estratégicos no Departamento de Estado e trabalhou no Atlantic Council.

Samuel Samson

Samuel Samson, de 27 anos, assumiu em maio de 2026 o cargo de secretário-assistente adjunto do mesmo departamento. Natural do Texas, ganhou projeção por sua atuação no movimento conservador dos Estados Unidos.

Ainda na universidade, trabalhou com o senador republicano Ted Cruz e, posteriormente, integrou a organização American Moment, ligada ao vice-presidente JD Vance.

De acordo com o The Washington Post, Barnes e Samson eram os representantes escalados para a missão ao Brasil. Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre o objetivo da viagem.

Segundo o jornal, a agenda estaria vinculada a uma iniciativa do presidente Donald Trump e do secretário de Estado, Marco Rubio, relacionada ao sistema eleitoral brasileiro.

Ex-presidente do PSOL é investigado por estupro de crianças autistas

Domingo, 27 de julho de 2026

De acordo com a Polícia Civil do Maranhão, durante o cumprimento de mandado de busca na residência do investigado foi localizada uma lista contendo nomes de crianças que, segundo a apuração, seriam possíveis vítimas. Conforme informou o delegado Cláudio Mendes, o documento trazia anotações sobre o grau de autismo de algumas delas, sendo que quase todas eram autistas não verbais.

"Encontramos a lista na casa dele no mês passado. Quase todas eram autistas não verbais", afirmou o delegado.

Segundo a investigação, Alberto Luiz é suspeito de ter abusado de pelo menos 11 crianças atendidas pela creche. O procedimento tramita sob sigilo judicial para preservar a identidade das vítimas e de seus familiares.

As apurações também apontam que imagens do sistema de monitoramento da unidade escolar registraram o então diretor-adjunto conduzindo crianças até um depósito isolado, local que não possuía câmeras de vigilância. A suspeita é de que ele retirava os alunos das salas de aula alegando que buscaria brinquedos ou permitiria o uso de telefone celular.

Inicialmente, Alberto Luiz havia sido colocado em liberdade depois que a Justiça revogou sua prisão preventiva ao considerar que o Ministério Público apresentou a denúncia fora do prazo legal. Poucos dias depois, entretanto, ele rompeu a tornozeleira eletrônica que utilizava. Conforme a Polícia Civil, o investigado foi localizado escondido em uma residência situada no bairro São João, em Teresina.

Após a nova prisão, a Prefeitura de Timon informou a exoneração de Alberto Luiz do cargo. O município também afastou toda a direção da creche e decretou intervenção imediata na unidade de ensino, responsável pelo atendimento de 205 crianças.

Trajetória política

Além de sua atuação na área da educação, Alberto Luiz Freitas Monção também teve participação na política partidária. Em junho de 2013, foi escolhido por consenso para presidir o diretório municipal do PSOL em Teresina. Na época, era apresentado como historiador e militante das causas ligadas aos direitos das pessoas com deficiência e do movimento LGBT. Reportagens publicadas naquele período também informavam que ele havia integrado o PT, partido que deixou em 2004.

Segundo certidão obtida junto à Justiça Eleitoral, Alberto Luiz Freitas Monção ainda consta na composição do diretório municipal do PSOL em Teresina como Primeiro Secretário de Combate às Opressões. Até o momento, não há registro de manifestação pública do partido sobre o caso.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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