martins em pauta

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Lulinha pede que PF e MJ apurem suposto vazamento de dados sigilosos do inquérito da Farra do INSS

Terça, 04 de agosto de 2026

Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo/AE

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pediu ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal a investigação do suposto vazamento de dados obtidos após quebra de sigilo autorizada pelo ministro do STF André Mendonça.

Na petição, os advogados afirmam que há indícios de que as informações relacionadas ao inquérito da Farra do INSS, do qual Lulinha é alvo, teriam chegado à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência.

“O objetivo político dos vazamentos tornou-se irrefutável, uma vez que os dados telemáticos teriam sido entregues à campanha de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência e oponente direto do genitor do peticionário, que estaria avaliando o melhor momento para aproveitar politicamente a divulgação”, diz a defesa.

Os advogados também alegam que o caso ocorre após um suposto vazamento anterior de dados fiscais e bancários de Lulinha e apontam possível falha nos mecanismos de controle de acesso às informações sigilosas.

“Essa reiteração revela, em tese, deficiência dos controles de acesso e de rastreabilidade sobre material obtido por quebra de sigilo judicial, ausência de resposta correicional efetiva ao primeiro vazamento e risco concreto de instrumentalização político-eleitoral da atividade policial federal, em pleno ano de eleição presidencial”, afirmou o advogado Guilherme Suguimori.

Em pedido encaminhado à Corregedoria da PF, a defesa solicita o rastreamento de todas as cópias do material, a identificação de quem teve acesso aos dados, a oitiva dos agentes envolvidos na investigação e, por fim, a realização de buscas e apreensões para localizar provas e dispositivos eletrônicos relacionados ao suposto vazamento.


Governo do RN nega que determinou o fechamento do Aeródromo de Caicó


Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

O Governo do Estado, através da Secretaria de Infraestrutura (SIN-RN), divulgou nota oficial negando que tenha determinado o fechamento do Aeródromo de Caicó.

Na nota, o governo ressalta que tem a delegação para gestão do equipamento e que “continua trabalhando para garantir todas as condições de segurança e de legalidade necessárias ao seu funcionamento, não sendo possível atuar fora dos parâmetros estabelecidos pela legislação e pelas normas técnicas aplicáveis”.

O Blog do BG, no entanto, não noticiou que o fechamento havia sido determinado pela administração estadual, mas sim pela ANAC, a pedido do Governo do Estado, o que não foi negado pela nota da SIN-RN.

O equipamento estava fechado desde janeiro de 2022, mas tinha sido reaberto graças à inciativa da Associação Comunidade Aeronáutica de Caicó, o que desagradou o Governo do Estado, que promete agora adotar “as providências cabíveis para viabilizar os investimentos necessários, com o objetivo de que o Aeródromo Rui Mariz possa receber aportes de recursos, a exemplo do que ocorreu com o Aeroporto de Mossoró”.

Fonte: Blog do BG

PAÍS INSEGURO: 80% dos brasileiros têm medo de sair à noite, diz pesquisa

Terça, 04 de agosto de 2026

Foto: Ilustração

Pesquisa mostra que 60% dos brasileiros evitam sair à noite devido à insegurança, com 30% desistindo do transporte público. O estudo, encomendado pelo Instituto Update e pelo Instituto Fogo Cruzado, foi realizado de 24 a 31 de março com 2 mil pessoas. A percepção de risco é maior entre mulheres, com 68% evitando usar o celular na rua e 92% acreditando que elas estão mais expostas à violência.

A maioria dos brasileiros tem medo de sair à noite. Uma pesquisa divulgada na última sexta-feira, 31, mostra que 60% da população afirmou ter deixado de frequentar lugares de que gostaria de ir por causa da insegurança, enquanto 30% já desistiram de usar o transporte público pelo mesmo motivo. A percepção de risco é ainda mais intensa entre as mulheres.

Os dados fazem parte do estudo “Mulheres, polícia e facções — O que está no centro do debate sobre segurança pública?”, encomendado pelo Instituto Update e pelo Instituto Fogo Cruzado. O levantamento foi realizado pelo Ideia Instituto de Pesquisa, com entrevistas telefônicas feitas de 24 a 31 de março, em todas as regiões do país. Foram ouvidas 2 mil pessoas, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais.

Segundo o levantamento, 68% dos entrevistados deixaram de usar o celular na rua por receio da violência. Outros 41% disseram que não permitem mais que filhos, crianças e adolescentes, saiam sozinhos.

A pesquisa mostra ainda que 92% da população considera que as mulheres estão mais expostas à violência. Entre os riscos mais citados estão assédio, violência doméstica e abusos físicos e psicológicos.

O estudo reúne também duas pesquisas qualitativas conduzidas pela Estratégia Latina. Os relatos demonstram que muitas mulheres vivem em um “estado de alerta permanente”, adaptando a rotina para reduzir riscos.

“As participantes descrevem uma rotina em que é preciso estar constantemente atenta a riscos de assalto, assédio e violência sexual, mobilizando uma série de microestratégias de proteção — como esconder o celular em compartimentos improvisados, compartilhar localização em aplicativos, vigiar prestadores de serviço dentro de casa ou organizar redes de ‘vigilância’ com vizinhas e amigas”, registra o documento.

Segundo as entrevistadas, essa vigilância constante também interfere em momentos de lazer e nos cuidados com os filhos, principalmente em razão do medo de sequestros, citado por mulheres de Manaus e Fortaleza.

Os meios de transporte aparecem entre os ambientes de maior sensação de insegurança. Ônibus, metrôs, trens, pontos de espera e corridas por aplicativo foram mencionados com frequência. Na pesquisa, 39% das mulheres disseram se sentir inseguras no transporte público, ante 26% dos homens.

Os depoimentos mostram que o receio da violência levou muitas mulheres a restringirem seus deslocamentos à rotina entre casa, trabalho, igreja e supermercado. Elas relataram ter deixado de frequentar shows, academias, bibliotecas, eventos e visitas a familiares, além de evitarem sair em determinados horários.

A pesquisa mostra que a população apoia respostas mais rígidas ao crime, embora demonstre confiança limitada na efetividade das ações de segurança pública. Penas mais duras lideram as prioridades para 42% dos entrevistados. Mesmo assim, apenas 41% afirmam acreditar que a polícia protege efetivamente a população, enquanto 22% percebem melhora da segurança em decorrência de operações policiais.

Quando indagados sobre medidas preventivas, os brasileiros ficaram divididos. Para 49%, prender criminosos contribui de forma considerável ou decisiva para reduzir a violência. Já 45% atribuem esse papel à educação e às políticas sociais.

Revista Oeste

 

 

Inspirado em Milei, Nikolas toca no ponto mais fraco do "sistema"

 Terça, 04 de agosto de 2026





Segundo o parlamentar, a proposta busca fazer com que os próprios agentes políticos arquem com as consequências do desequilíbrio das contas públicas antes que eventuais impactos recaiam sobre a população.

Em uma série de publicações nas redes sociais, Nikolas explicou que o texto prevê a redução e até a suspensão dos salários de autoridades como presidente da República, vice-presidente, ministros, deputados federais e senadores, caso o déficit fiscal persista.

"Se o Estado não cumprir as metas fiscais, os primeiros a perder benefícios e deixar de receber salários são: presidente, vice-presidente, ministros, deputados e senadores", escreveu o deputado.

De acordo com Nikolas Ferreira, a proposta foi inspirada nas medidas econômicas adotadas pelo governo de Javier Milei na Argentina. O parlamentar afirmou que o país vizinho promoveu cortes de gastos públicos, reduziu privilégios e conseguiu reequilibrar as contas do governo.

Na mesma publicação, o deputado também destacou que, segundo sua avaliação, a inflação e os índices de pobreza recuaram na Argentina e que o país voltou a registrar superávit fiscal após as reformas implementadas.

Ao comparar os indicadores brasileiros, Nikolas citou dados sobre a dívida pública durante os governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o parlamentar, o governo Bolsonaro encerrou 2022 com dívida bruta equivalente a 73,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e resultado primário positivo.

"Lula recebeu as contas saneadas. Porém, em maio deste ano, a dívida já está em 81,1% do PIB, cerca de R$ 10,6 trilhões. Contas no azul igual Bolsonaro deixou? Nunca mais vimos desde 2023", afirmou.

Pela proposta apresentada pelo deputado, as restrições seriam aplicadas de forma gradual. Em uma primeira etapa, seriam interrompidos novos contratos administrativos, nomeações, despesas com publicidade institucional, transferências de natureza política e emendas parlamentares que não estivessem vinculadas à manutenção de serviços considerados essenciais.

Caso o desequilíbrio fiscal permanecesse, o projeto prevê a redução progressiva dos benefícios concedidos às autoridades alcançadas pela regra, seguida de um corte de 50% nos salários. Em um estágio posterior, a remuneração dos agentes políticos poderia ser suspensa integralmente enquanto perdurasse o descumprimento das metas fiscais.ries

Nikolas afirmou que a proposta preserva integralmente áreas consideradas prioritárias para a população, como saúde, educação, segurança pública, assistência social e aposentadorias.

"Hospital, aposentadoria, assistência, educação e segurança não param", escreveu o deputado.
"Quando faltar responsabilidade, a máquina política paga primeiro. O cidadão, não."


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Michelle prepara retorno ao PL Mulher após eleições

Terça, 04 de agosto de 2026

Foto: Reprodução

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro deve reassumir o comando do PL Mulher após o período eleitoral deste ano.

Em conversa com a cúpula nacional do partido, Michelle ressaltou que quer se concentrar neste momento na campanha para senadora pelo Distrito Federal.

Até outubro, o posto ficará vago à espera da mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro, que deixou a função após desentendimento com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Michelle deverá ter à sua disposição segurança privada e um espaço para comitê de campanha no Distrito Federal.

Além disso, a cúpula nacional do partido pretende explorar vídeos da ex-primeira-dama para a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

A expectativa era de Michelle fizesse sua primeira aparição ao lado de Flávio neste final de semana, em eventos partidários no Distrito Federal.

Michelle, porém, foi hospitalizada com crise de enxaqueca. E o esperado encontro foi adiado.

O cuidado, segundo relatos à CNN, é pra evitar que eventuais novas crises relacionadas a Flávio afetem a campanha de Michelle ao Senado.

A ideia é que a ex-primeira-dama grave vídeos para Flavio e até mesmo participe das propagandas eleitorais do genro, mas mantenha uma distância “segura” para evitar qualquer risco de abalo de imagem.

Pesquisas qualitativas feitas pelo PL apontam que a imagem de Michelle ainda é vinculada por parcela do eleitorado como de simplicidade e honestidade.

CNN

Empresa para a qual Lulinha teria feito lobby pagou R$ 150 mil a firma que tem Roberta Luchsinger como sócia

Terça, 04 de agosto de 2026

Foto: reprodução

Por Tácio Lorran, Metrópoles

A 3Structure It Ltda, empresa para a qual Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, teria feito lobby junto ao governo federal, pagou R$ 150 mil à empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente Lula. A informação consta em relatório sigiloso da Polícia Federal obtido pela coluna do jornalista Tácio Lorran, do Metrópoles.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou, na sexta-feira (31/7), a abertura de inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência de Lulinha junto à Dataprev e em outros órgãos do governo federal.

O novo inquérito identificou indícios de irregularidades na relação de Lulinha com o empresário Cleber Ribas de Oliveira, sócio da 3Structure It. O filho do presidente é investigado por corrupção e tráfico de influência.

Em nota, a defesa de Lulinha afirmou que setores da Polícia Federal promovem uma “pesca probatória” contra o filho do presidente Lula. O advogado de Roberta Luchsinger não respondeu. Já Cleber Ribas esclareceu ter contratado a lobista para prestar serviços de assessoria “voltados à prospecção de clientes e à identificação de oportunidades de negócios no setor de tecnologia”.

Na frente de todos, Lula leva "cortada" de Janja (veja o vídeo)

 Terça, 04 de agosto de 2026



Ao abordar o tema, Lula afirmou que a gestação precoce pode comprometer os projetos de vida de adolescentes e ressaltou a necessidade de políticas de proteção para as jovens.

Disse Lula:

"Uma jovem que fica grávida com 16 anos vai jogar o futuro dela fora, e nós temos que proteger".

Na sequência, Janja interrompeu a fala para acrescentar seu ponto de vista sobre a questão:

"Ela tem que ter filho quando ela quiser", afirmou Janja.

Veja: 

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Viviane Barci sofre dura derrota, é condenada em ação que foi autora e "alvo" se manifesta

Terça, 04 de agosto de 2026




O posicionamento do parlamentar ocorreu após sentença proferida no sábado (1º), quando o juiz Fabio de Souza Pimenta, da 32ª Vara Cível de São Paulo, concluiu que Vieira não acusou os familiares de Moraes de receber recursos diretamente do Primeiro Comando da Capital (PCC) durante entrevista concedida sobre a CPI do Crime Organizado.

Após a divulgação da decisão, o senador comemorou o resultado e afirmou que a sentença reforça a importância da liberdade de expressão dentro dos limites legais.

"A decisão da Justiça de São Paulo é uma vitória da verdade e da liberdade de expressão", declarou Vieira.

Na sequência, o parlamentar acrescentou:

"Ela confirma que estamos no caminho certo nessa luta para transformar o Brasil num país onde a lei vale para todos. Vamos seguir com coragem, consistência técnica e respeito. É disso que o sistema tem medo".

Ao analisar o processo, o magistrado entendeu que, embora Alessandro Vieira tenha mencionado a existência de circulação de recursos envolvendo o PCC, o Banco Master e familiares do ministro Alexandre de Moraes, em nenhum momento afirmou que os autores da ação receberam dinheiro diretamente da organização criminosa.

Segundo a sentença, a entrevista fazia referência aos pagamentos realizados pelo Banco Master ao escritório de advocacia da família de Moraes. Além disso, o senador deixou claro durante a entrevista que não havia elementos para afirmar que esses repasses fossem ilegais.

"A partir do momento em que o requerido deixou claro que os pagamentos não eram ilícitos, tem-se de forma muito clara que não falava de maneira a apontar tais pagamentos como feitos pelo PCC diretamente aos autores, mas sim pelo Banco Master, como remuneração por serviços contratados de forma lícita junto aos autores", escreveu o juiz.

O magistrado também observou que o cenário seria diferente caso houvesse uma acusação direta e sem comprovação contra os familiares do ministro.

"Não há dúvida de que, se tivesse o requerido afirmado, de forma clara e inequívoca, que os autores teriam recebido valores do PCC, sem certeza da veracidade dessa informação e com dolo de causar dano à imagem dos autores, certamente estaria caracterizada situação a extrapolar a sua imunidade parlamentar, de modo a trazer-lhe responsabilidade civil por danos morais", registrou.

Com a improcedência da ação, Viviane Barci de Moraes e os advogados Giulliana Barci de Moraes e Alexandre Barci de Moraes, que integram o escritório da família do ministro Alexandre de Moraes, foram condenados ao pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios, fixados em 10% sobre o valor da causa. A decisão ainda pode ser objeto de recurso.

A ação foi proposta após declarações concedidas por Alessandro Vieira ao SBT News, em 15 de março, quando comentava os trabalhos da CPI do Crime Organizado. Na ocasião, o senador afirmou que o Banco Master funcionava como uma "lavanderia" de recursos do PCC e mencionou haver informações sobre a circulação de recursos entre a instituição financeira e familiares dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

Os autores sustentaram que a expressão utilizada pelo parlamentar fazia referência à facção criminosa. Já a defesa de Vieira argumentou que a declaração dizia respeito exclusivamente ao Banco Master, interpretação que acabou prevalecendo na decisão judicial.

A CPI do Crime Organizado foi encerrada em 14 de abril. O relatório final elaborado por Alessandro Vieira, que defendia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli por supostos crimes de responsabilidade relacionados ao chamado Caso Master, acabou sendo rejeitado pelos integrantes da comissão.

Fonte: Jornal da Cidade Online

‘Meu quarto mandato será para mudar esse país’, afirma Lula em lançamento da candidatura

Terça,, 04 de agosto de 2026

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (2), durante a convenção nacional do partido, que um eventual quarto mandato será voltado à reformulação da relação entre o Executivo e o Congresso Nacional. Segundo ele, a intenção é rever o modelo de distribuição das emendas parlamentares e discutir mudanças nas regras do fundo partidário.

Durante o discurso, Lula disse que o atual sistema de emendas compromete a capacidade de planejamento do governo e reduz a autonomia do Executivo na execução do Orçamento. “Meu quarto mandato será para mudar esse país”, declarou.

O presidente também criticou o crescimento dos recursos destinados ao fundo partidário e afirmou que pretende promover mudanças estruturais caso seja reeleito.

“Fundo partidário não me agrada, porque leva os partidos para a promiscuidade (…). É uma invenção que nós precisamos mudar. Eu quero que vocês saibam que meu quarto mandato será para mandar muita coisa neste país. Vai ter briga com emenda parlamentar (…). Não posso aceitar que o presidente da República perca seus direitos (…). Vai ter briga democrática (…). A gente vai ter que ser mais ousados para mudar muita coisa”, declarou o petista.

“Eu preferia a política antigamente, quando meu partido tinha que vender camiseta para fazer suas ações”, completou Lula. O presidente foi confirmado na disputa eleitoral, que será sua sétima desde 1989. Ele tentará conquistar o seu quarto mandato.

As declarações foram feitas durante a convenção nacional do PT, em São Paulo, evento que oficializou sua candidatura à reeleição e reuniu lideranças do partido e de siglas aliadas.

Com informações de Veja

Revelado o motivo por trás da desistência de Cleitinho

 Terça, 04 de agosto de 2026






Visivelmente emocionado durante o anúncio, Cleitinho afirmou que o momento pessoal vivido nos últimos meses impede que ele participe de uma campanha eleitoral e pediu compreensão aos seus apoiadores.

"Eu preciso me recuperar, cuidar de mim, porque não adianta eu querer cuidar de vocês se eu não estou cuidando de mim. Eu peço perdão, mas neste momento agora eu não vou conseguir", declarou o senador.

Em outro trecho da manifestação, o parlamentar voltou a enfatizar que sua prioridade será o ambiente familiar antes de qualquer projeto político.

"Eu vim com o coração aberto para falar que, neste momento, pelas circunstâncias da minha vida, não tem como eu entrar na campanha agora sem cuidar de mim primeiro e cuidar da minha família", afirmou.
  • Fonte: Jornal da Cidade Online

STF tem de aceitar que decisões sejam contestadas, diz Fachin na reabertura dos trabalhos da Corte

Terça, 04 de agosto de 2026

oto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira (3), na reabertura dos trabalhos da Corte, que os ministros devem conviver com críticas da sociedade, já que julgam temas de grande impacto.

“A força institucional do Supremo não reside na ausência de crítica, mas na capacidade de conviver com ela sem perder a serenidade.”

Segundo Fachin, o debate público sobre as decisões do tribunal fortalece a democracia.

“Essa tensão, quando exercida dentro dos limites republicanos, não fragiliza a instituição. Fortalece a democracia.”

Durante o discurso, o ministro voltou a defender que magistrados atuem com “parcimônia, discrição, celeridade e dedicação” e apontou como desafios da Corte a clareza na comunicação das decisões e a duração dos processos.

Fachin também pregou harmonia entre os Poderes e afirmou que o diálogo permanente entre o STF, a sociedade, o Executivo e o Legislativo é uma tarefa contínua.

Contato : (84) 9 9151-0643

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