Sábado, 07 de novembro de 2026
A vitória do Partido Democrata nas eleições de meio de mandato deve erguer barreiras significativas à condução da política externa do presidente Donald Trump. Ao assumirem o controle da Câmara dos Representantes e do Senado a partir de janeiro de 2027, os democratas passam a dispor de mecanismos institucionais para fiscalizar atos da Casa Branca, questionar intervenções militares e travar o orçamento destinado a conflitos internacionais.
O resultado inaugura a fase de governo dividido no segundo mandato de Trump. Embora a Constituição preserve a prerrogativa do Executivo para comandar as Forças Armadas e conduzir a diplomacia do país, o presidente enfrentará um Legislativo dominado pela oposição e pouco inclinado a endossar suas diretrizes.
A nova configuração promete acirrar atritos em temas sensíveis, como o conflito com o Irã, o auxílio militar prestado a Israel e à Ucrânia, além das diretrizes de pressão geopolítica sobre a América Latina.
O alcance real dessas restrições, no entanto, dependerá do grau de firmeza com que os democratas utilizarão suas atribuições parlamentares. A maioria oposicionista pode impor obstáculos e restringir repasses financeiros, mas não possui o poder de substituir diretamente as decisões do Poder Executivo.
Em entrevista ao Metrópoles, Leo Braga, professor de Relações Internacionais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, enfatiza que a mudança central residirá na necessidade contínua de barganha entre a Casa Branca e o Capitólio. “Não significa dizer que os democratas terão uma vida muito mais fácil em relação a isso, não”, afirma.
Com informações do Metrópoles




Foto: Reprodução/Redes Sociais

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Opinião dos leitores
Senhoras e senhores, alguém aí tem alguma dúvida, que não estamos em uma ditadura? Nem no regime militar tinha tanta decisão absurda em prol dos interesses de quem tá no poder, na “cara-dura”! Observem, que eles nem se preocupam em esconder os conluios excusos. Não vale mais a pena a pessoa perder um precioso descanso ou lazer de um domingo, pra sair de casa e exercer o tal “ato de cidadania”, também conhecido por votar em uma eleição. Pra quê? Se também na cara-dura eles manipulam as urnas? Melhor mesmo, se puder, é justificar o voto e aproveitar o domingo com a família.
Isso pode, Arnaldo? Só num país sem moral como é que isso é possível.
E essa, pode?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se reuniram em um jantar reservado na noite de 4 de agosto de 2026 na residência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em Brasília
Que vergonha hein “ministros”??
Que país é esse alguns membros do STF virando cabo eleitoral de um ser chamado alcolumbre, ei brasil acabou.
Tem que impichimar esses sujeitos politicos que se encontram no stf destruindo a CONSTITUIÇÃO Brasileira, fora todos.
“Vamos tomar o poder que é diferente de ganhar uma eleição”.
José Dirceu.