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segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Vaticínios

Segunda, 24 de Outubro de 2022


A degradação da família e de seu ambiente interior, donde provem a força de uma gente livre e soberana, foi o primeiro alvo daqueles que sempre souberam que sem quebrar esta espinha dorsal desta Nação, nem conseguiriam dar o primeiro passo de sua escalada ultrajante.

O governo do social-comunismo de FHC deu início a essa degradação que continuou com Lula e Dilma e todos se utilizaram da educação como meio de destruição do núcleo familiar, bem como também da miséria das classes menos favorecidas e da falta de cultura destas para abalar seriamente nosso tecido social ou quase o destruir.

Para lograrem seus propósitos não se pejaram de aliciar e comprar os meios de comunicação e seus deformadores de opinião, tanto quanto de se valerem da falta de consciência e da ganância daqueles que a triste existência de vida é dominada pelo dinheiro e pelo lucro.

A utilização do clero católico como meio de amolecer e desestimular a fé religiosa e de corrupção de seus sagrados objetivos foi outra vertente explorada por aqueles que sempre souberam do grande óbice que a cultura judaico-cristã representava para os malditos planos da esquerda marginal.

Da maciça propagação da “teologia da libertação” - idólatra e vermelha - ao incentivo a disseminação das casas e dos “templos de comércio da fé”, tudo foi exponenciado e insuflado a níveis intoleráveis visando a minar a índole e a tendência deste povo naturalmente crédulo e crente.

O ataque à propriedade e a tudo que da terra poderia surgir de bem e de bom neste Brasil de dimensão continental e rico por natureza, sempre esteve na ordem do dia daqueles que degradaram nosso País, pois é justo este requisito singular que pode libertar o povo do jugo dos que pretendem o dividir para dominar.

A exacerbação dos cuidados com o meio ambiente e a criminalização da produção sustentável em nome de uma ecologia de gabinete, foram práticas sórdidas das quais os gigolôs da natureza se valeram para atender os inconfessáveis interesses seus e do mercado internacional, que os tem na coleira.

Se por um lado não trago aqui grandes novidades com a menção de consabidas situações, por outro proponho que se reflita quanto ao cenário básico ou ao pano de fundo que permitiu o Brasil chegar ao ponto de degradação moral e social a que chegou, sem que seu povo tivesse posto fim a toda essa situação, ao cabo de alguns lustros.

Um dia aí no futuro, os tempos de agora merecerão um profundo estudo sociológico acerca da conivente inércia desta geração, que afinal pagou um alto preço pela dominação da “esquerdalha” delinquente.

Em 2018 começamos a consertar este estado de coisas. Avançamos muito, mas o perigo de uma reversão não passou e agora revela seu derradeiro esforço de guerra contra o Brasil. Falando assim, vou vaticinando.

É isto mesmo. Os vermelhos estão em guerra contra a “Nova Ordem Brasileira” e não há um só homem de bem ou das trevas que não esteja plenamente ciente deste tormentoso momento que atravessamos.

Esta luta para implantar no Brasil um regime comunista, ou seja, para “venezuelizar” ou “cubanizar” o País começou logo depois que os governos civis-militares ingenuamente consentiram a volta dos vermelhos e dos ratos que a Revolução de 1964 baniu do território nacional.

No momento atual os sucessores daqueles ratos e comunistas lutam desesperadamente pelo domínio que perderam e podem ser distinguidos a olho nu, posto que estejam bem identificados pela corja togada travestida de ditador tupiniquim prostituída por ex-presidentes corruptos; pela porcariada sem verniz do Parlamento e pelos que foram escorraçados de dentro do Planalto, com a chegada do Capitão e de sua gente.

Os verdadeiros patriotas oferecerão combate e terão que lutar sabendo que alguns maus brasileiros se furtarão ao dever de defender a Pátria em que nasceram.

Dentre estes últimos existem os omissos alimentados pelo ledo engano no sentido de que suas privilegiadas posições os livrarão dos males. Existem os covardes que, se sobreviverem, o Brasil do futuro não guardará os nomes. Existem os ladinos e os espertos que almejam se beneficiar agachando-se ao lado do vencedor e outros que tais que nem vale nomeá-los. São poucos, e na hora “h” não aguentarão o tranco.

Aconteça o que acontecer, vamos manter o controle do País nas mãos dos patriotas. Quanto a isto as Forças Armadas do Brasil já decidiram. É assim se quiserem e se não quiserem será assim também.

Foi emblemática a altiva e serena repulsa do Ministro da Defesa, General Paulo Sérgio Nogueira, em relação à petulante afronta do Presidente do TSE, Ministro Alexandre de Moraes, ao exigir a entrega imediata do relatório conclusivo elaborado pelo Exército brasileiro sobre as urnas eletrônicas.

Aconteça o que acontecer daqui até o dia da posse de Bolsonaro em 01 de janeiro de 2023, o povo não consentirá que os comunistas voltem ao poder. Quem tem ouvidos que ouça.

Pouco se me dá o grau de resistência que os comunistas oferecerão. Embora estejamos padecendo muito nas mãos de Lula e de suas quadrilhas e sofrendo toda sorte de ataques à democracia ou de violação da lei e da ordem por parte daqueles que querem o poder de volta para voltar a roubar e nos envergonhar perante o mundo, desde que o Brasil não volte para as quadrilhas de FHC a Temer, fica tudo certo, vai valer a pena.

Sem dúvida que valerá a pena para Bolsonaro e sua equipe que não esmoreceram e nem dobraram as pernas por um minuto sequer, mesmo pondo em risco a própria vida em defesa da liberdade e dos direitos fundamentais de todos nós.

Digo para os grandes jornalistas independentes, que nunca se venderam para os Barões das Comunicações, que valerá a pena ter suportado cada achaque recebido, ter resistido a cada pressão exercida sobre eles, pois a absoluta liberdade de expressão se restabelecerá e os seus pseudos colegas da “jornadalha” cínica e venal que hoje escarnecem da luta gloriosa que vêm travando contra o arbítrio, não mais terão lugar no Brasil dos patriotas.

E vai valer cada dia sofrido nos últimos anos pelos patriotas porque, muito mais do que defender a o Brasil desta “Nova Ordem”, o povo da Nação Verde e Amarela, tal como gato escaldado e diferentemente dos tempos de 1964, pelo que se depreende das grandiosas manifestações nas redes sociais, já decidiu que, a partir de 2023, o cerco aos traidores da Pátria se fechará em definitivo.

Realmente. Com a autoridade inerente de quem o poder emana, total e completamente, o povo dirá que não poderão restar impunes: os togados que desonraram criminosamente a Constituição do Brasil juntamente com os poderosos das comunicações e seus esbirros que o apoiaram e incentivaram; os que batalharam pela “comunização” do País; os integrantes das organizações criminosas e os seus defensores do Judiciário e do Parlamento; os poderosos que investiram dinheiro arrancado do bolso do trabalhador honesto para promover a volta dos delinquentes encarnados e outros que tais.

O mundo verá que a grande maioria dos brasileiros honrados não desertará como cabe aos verdadeiros patriotas apaixonados pela Terra de Santa Cruz.

Esta gente não almeja a guerra, tanto que pela paz tem padecido heroicamente, porém bem sabe que a rebelião ocorrerá se a honra desta Nação continuar a ser ultrajada. É por isso que já se armou para combater pela lei, pela ordem e por nossa liberdade, custe o que custar.

Foram os vermelhos, os farsantes, os corruptos, os venais e os ladrões de nossas liberdades que nos arrastaram até este estado de beligerância e de insegurança. São eles que devem capitular e para sempre.

Foto de José Maurício de Barcellos

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.


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