A revista americana The New Yorker publicou na quarta-feira (21) uma análise que trata a campanha de Lula (PT) como uma possível
despedida
. O texto se chama “A Última Dança de Lula”.
Assinado pelo jornalista Ishaan Tharoor, na coluna Global Notes, o artigo afirma que o líder de esquerda, antes imponente, pode ser varrido em breve pela onda de direita na América Latina.
Segundo a revista, Lula enfrenta a possibilidade de uma derrota que pode encerrar a carreira política dele, e as previsões favorecem Flávio Bolsonaro (PL).
O texto lembra que, no primeiro turno, em 4 de outubro, o petista ficou dois pontos atrás de Flávio e chama o resultado de surpreendente.
A análise parte de um vídeo de apoiadores de Lula que viralizou com “Under Pressure”,
sucesso
de Queen e David Bowie lançado em 1981.
O artigo destaca um verso da música: “Esta é a nossa última dança”.
Para o colunista, uma vitória de Flávio pode fazer do Brasil o caso mais marcante da guinada à direita na América Latina, em linha com a visão do presidente americano, Donald Trump.
Há muito tempo a sociedade brasileira tem se indignado pela postura nada profissional e responsável de uma empresa de comunicação, a título de Concessão Pública, que afronta o compromisso que tem com o jornalismo.
Como a maior rede de comunicação do país, o Grupo Globo se mobiliza e se comporta politicamente em defesa de um lado ou outro de um espectro que não faz parte do compromisso que assumiu há décadas para trazer informação, e por óbvio, a verdade, ao povo brasileiro.
Neste momento, o país vive a efervescência de um pleito presidencial que afeta o futuro da sociedade e da república brasileira. Atinge letalmente, ainda como reflexos do seu comportamento, a DEMOCRACIA, a JUSTIÇA, a LIBERDADE DE EXPRESSÃO e a própria LIBERDADE DE IMPRENSA em que ela mesma está inserida.
Face a tudo isso, nesta semana, a poucos dias de uma decisão de suma importância para o povo brasileiro, o Grupo Globo, se escondendo atrás da “liberdade”, prerrogativa que é peculiar a toda a imprensa, inclusive, constitucionalmente, a Rede Globo, envolve um cidadão, o advogado Willer Thomas e um dos candidatos nesta eleição, Flávio Bolsonaro, com inverdades, publicando ilações e induzindo a audiência a uma associação inexistente entre os fatos e os envolvidos por ela, a Globo.
O próprio Willer, vitimado que foi pela matéria (pseudo)jornalística, veio a público esclarecer a verdade.
A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados - AJOIA Brasil, entendendo o momento, em defesa do jornalismo e dos seus profissionais, publicou NOTA DE REPÚDIO, trazendo seu inconformismo para com a posição adotada pelo Grupo Globo de Comunicação.
Segue o vídeo e a Nota:
Em defesa da verdade factual, da ética deontológica e da credibilidade do jornalismo profissional
AAssociação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil, por meio de sua Diretoria Executiva, vem a público manifestar seu mais veemente REPÚDIO à cobertura sensacionalista, distorcida e difamatória veiculada pela Rede Globo de Televisão, emissora comercial que produziu uma falsa ilação com evidente intuito de estigmatizar a imagem de um candidato presidencial, em período eleitoral, com claro intuito de manipular os fatos visando desinformar o eleitor.
O episódio ganha contornos de gravidade ímpar pelo abismo deliberado entre a chamada pública e a realidade do caso. Enquanto a chamada e o lead veiculados em rede nacional anunciaram que aPolícia Federal teria descoberto uma “sala secreta para guardar dinheiro em nome de um advogado amigo de um candidato”, os elementos da própria apuração interna desmentem categoricamente a suspeição, senão vejamos:
Manipulação deliberada entre lead e conteúdo factual: A redação veiculada no site de notícias detinha os dados objetivos da legalidade da estrutura — a ponto de inseri-los no miolo do texto escrito —, mas a emissora escolheu estampar na manchete televisiva e na transmissão da matéria um enquadramento criminoso e bombástico. Essa dissonância calculada comprova o dolo direto de forjar um escândalo artificial perante o público massivo que consome apenas o mancheteamento e lide televisionados;
Desvirtuamento de instalação regular de segurança: O local pejorativamente qualificado como “sala secreta” trata-se, em verdade, de uma sala-cofre regular, situada na sede de uma companhia de transporte aéreo pertencente ao causídico. É uma dependência ostensiva, necessária e plenamente compatível com as exigências normativas de segurança e com as operações comerciais do setor aéreo;
Inexistência de ilícito e descompasso temporal: A diligência policial referida ocorreu meses atrás, sem a constatação de qualquer irregularidade no local ou apreensão de valores ilícitos. Resgatar o fato de forma extemporânea e omitir o desfecho da apuração policial na chamada principal evidencia a intenção preordenada de construir suspeita onde a própria polícia atestou normalidade;
Associação artificiosa por proximidade e ilação delitiva: A tentativa de vincular um candidato a uma conduta pretensamente desonesta pela pecha de “amigo” constitui expediente vil de difamação por contágio, sem qualquer elemento empírico ou investigativo que justifique tal elo.
A referida cobertura, portanto, afronta frontalmente preceitos basilares do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (Fenaj), especialmente em cinco dos seus artigos – 2º, 4º, 7º, 9º e 12º.
Tal prática extrapola qualquer abrigo constitucional da liberdade de imprensa e tangencia, no plano legal, o crime de difamação eleitoral tipificado no art. 325 da Lei nº 4.737/1965 (Código Eleitoral), além de configurar abuso inaceitável no uso de concessão pública de radiodifusão.
O jornalismo sério e independente não se confunde com a produção industrial de escândalos vazios baseados em manchetes desonestas.
A AJOIA Brasil solidariza-se com os profissionais e com os cidadãos atingidos por essa agressão e encaminhará representação aos órgãos competentes e às instâncias de autorregulação ética para que as medidas disciplinares cabíveis sejam rigorosamente adotadas.
A conduta parcial, ilegal e antiética, descredibiliza a emissora junto aos pares e o público telespectador. Revela, por fim, desespero e pânico – já expressados desde o primeiro turno, por atos e fatos, pela facção à qual a Globo parece ter aderido.
O Banco Master contratou a apresentadora Fátima Bernardes por R$ 5,4 milhões para ser a garota-propaganda da instituição financeira, entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025. A jornalista, que hoje se apresenta como artista, chegou a receber o valor integral do acordo, rescindiu o contrato diante da crise, mas não devolveu os recursos recebidos do banco de Daniel Vorcaro. As informações são do site Metrópoles.
Os detalhes da negociação com Fátima Bernardes e os valores acertados no contrato constam em conversas de Vorcaro com a equipe de marketing do Master.
A primeira menção à apresentadora foi feita em setembro de 2024, quando a chefe do marketing disse a Vorcaro que Fátima Bernardes “está desimpedida de qq [qualquer] marca a partir de novembro”.
Na mesma mensagem, a executiva citou uma pesquisa sobre o bom posicionamento da jornalista, sugeriu campanha de reputação do Master com o slogan “A economia do Brasil salta pelo Banco Master” e falou de valores: “Ela custa 900k por 4 meses”. Em novembro de 2024, o marketing informou que a campanha duraria seis meses, por R$ 900 mil por mês, o que resultaria em um total de R$ 5,4 milhões.
A equipe do Master também falou sobre o interesse de Fátima Bernardes em conhecer Vorcaro. Em dezembro, uma executiva do banco afirmou que a apresentadora estaria disponível para um café em hotel ou videochamada.
Após o anúncio da tentativa de aquisição do Master pelo BRB, início da crise pública de ambas as instituições, o marketing do banco relatou que, “dados os últimos acontecimentos, paralisamos as ações com a Fátima Bernardes”.
Por meio de sua assessoria de imprensa, Fátima Bernardes disse que o contrato foi assinado antes da crise do Banco Master e continha cláusula de rescisão caso surgisse algum problema reputacional com o cliente ou com o talento, como é de praxe em contratos de figuras públicas e influenciadores.
Segundo Fátima Bernardes, a cláusula foi aplicada e a rescisão informada assim que houve a divulgação da abertura de inquérito do Ministério Público sobre a compra do BRB pelo Banco Master.
O apresentador Ratinho afirmou nesta quinta-feira (22) que está sendo censurado. Segundo ele, o programa que comanda no SBT deixou de ser todo ao vivo e passou a ser gravado.
“Agora eu tô sendo censurado. O meu programa antigamente era todo ao vivo. Hoje, o meu programa é gravado”, disse.
Ele contou que só dois programas ainda vão ao ar ao vivo, e o resto fica gravado para que ele não fale alguma coisa.
A declaração foi feita na Superlive 22, transmitida pelo canal do senador Flávio Bolsonaro (PL). O candidato a presidente não participou, para comemorar o aniversário da mulher, Fernanda, e a live foi conduzida por convidados.
Ratinho criticou o que vê como limites desiguais à liberdade de expressão e ao humor.
“Um lado não pode, o outro pode tudo”, afirmou.
Para o apresentador, quem trabalha com comunicação passou a medir cada frase.
“Você fica pensando tudo antes de falar”, contou.
Para ele, isso é um absurdo.
Na live, ele também defendeu que quem recebe o Bolsa Família possa trabalhar com carteira assinada sem perder o benefício. Disse que conversou sobre isso com Flávio, que pensa igual.
“É uma burrice não fazer isso. É um governo burro quando não faz isso”, afirmou.
Hoje, a chamada Regra de Proteção deixa a família que passa do limite de renda seguir com parte do valor por um tempo.
Ratinho ainda saiu em defesa de Jair Bolsonaro (PL).
“Pensa num cara injustiçado, né?”, disse.
Ele contestou a tese de tentativa de tomada do poder no 8 de Janeiro e afirmou que não encontraram erro de Bolsonaro nas contas públicas. “Então, pegaram pro outro lado”, completou.
O segundo turno entre Lula e Flávio é neste domingo (25).
O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu apuração para investigar uma licitação da administração federal vencida por uma empresa ligada ao empresário Daniel Vorcaro. O contrato entrou no radar dos auditores após o governo aplicar um reajuste suspeito de 52% no preço máximo permitido para a concorrência — salto que viabilizou a vitória da companhia.
A elevação repentina do teto financeiro acendeu o sinal vermelho no órgão de controle por indícios de sobrepreço e direcionamento do certame. A nova investigação complica ainda mais a situação do empresário em Brasília, ampliando o cerco sobre seus contratos com a máquina pública e exigindo explicações dos órgãos envolvidos no aumento milionário da fatura.
O professor de Direito Roberto Beijato, da PUC-SP, que diz ser alvo de ataques de estudantes de esquerda, não poupou o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
"Não tem que ter qualquer tipo de negociação com um ministro como Alexandre de Moraes", afirmou.
Para Beijato, se o Brasil fosse um país sério, Moraes e a mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, "já estariam presos".
Na entrevista, o professor diz que a população "já despertou para essa realidade" e deu a resposta nas urnas.
Beijato diz ser alvo de intimidação de estudantes desde que publicou um vídeo sobre vandalismo num ato pró-Lula na Avenida Paulista. Ele atribui os ataques ao fato de ser assessor de Lucas Pavanato (PL), eleito deputado federal.
Durante entrevista ao SBT, o presidente Lula (PT) afirmou que pretende avançar na regulamentação das redes sociais no Brasil e declarou que a medida será adotada “doa a quem doer”.
Lula argumentou que a proposta não representa censura, mas a criação de regras para as plataformas digitais. Segundo o presidente, as leis aplicadas à vida real também devem valer no ambiente virtual.
A regulamentação das grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs, integra a agenda do governo federal. Lula também criticou a disseminação de informações falsas e defendeu que as redes não estimulem o ódio.
Na reta final e decisiva da corrida eleitoral, o Palácio do Planalto corre contra o tempo para tentar conter o desgaste com setores produtivos. A apenas dois dias do segundo turno, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que prepara o envio de um projeto de lei ao Congresso Nacional para perdoar dívidas de empresas do setor de eventos, bares e restaurantes enquadradas no Simples Nacional.
A manobra governista ocorre logo após o senador Flávio Bolsonaro (PL) vir a público prometer a retomada integral do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) para socorrer os empresários e profissionais do turismo e do entretenimento sufocados pela crise econômica da gestão petista.
O anúncio foi feito pelo ministro do Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Pereira, após reunião em Brasília.
O deputado federal André Janones (Rede/Psol-MG) não acompanhará Lula no debate presidencial da Rede Globo nesta sexta-feira (23). Segundo o senador Camilo Santana (PT-CE), integrante da campanha petista, a ausência já estava prevista desde o início.
Mas o motivo da ausência pode não ser a mobilização digital. Segundo a CNN Brasil, o PL teria convidado Leandra Guedes, prefeita de Ituiutaba e ex-esposa de Janones, que possui uma medida protetiva contra o deputado, para acompanhar o debate na plateia ao lado da equipe de Flávio Bolsonaro. Ela ainda não confirmou se participará do evento.
Janones fará uma transmissão ao vivo durante o confronto para verificar as declarações dos candidatos e mobilizar o chamado “Exército do Lula”, grupo digital que reúne cerca de 9,8 milhões de participantes no WhatsApp.
Jair Bolsonaro (PL) continua enfrentando dificuldades crônicas de equilíbrio e episódios de sonolência durante o dia, associados a efeitos colaterais de medicamentos. Apesar da persistência dos sintomas, o ex-presidente permanece clinicamente estável, conforme boletim médico divulgado nesta sexta-feira (23/10).
O documento, assinado pelo médico Brasil Ramos Caiado, informa que Bolsonaro passou a última semana sem relatar queixas ou apresentar sintomas considerados relevantes. Ele segue recebendo acompanhamento médico em casa, onde cumpre prisão domiciliar.
De acordo com o relatório, os efeitos colaterais de medicamentos que atuam no sistema nervoso central continuam provocando alterações no equilíbrio e sonolência diurna. Mesmo com essas condições, os indicadores cardiovasculares e respiratórios permanecem estáveis, sem necessidade de mudanças na prescrição dos remédios de uso contínuo.
A equipe médica também mantém orientações específicas para reduzir possíveis complicações. Bolsonaro segue uma alimentação restrita, com baixo teor de acidez e sal, além de medidas preventivas destinadas a diminuir os riscos de quedas e de refluxo gastroesofágico.
Os profissionais responsáveis pelo acompanhamento recomendaram ainda que o ex-presidente continue realizando atividades físicas, com atenção especial aos exercícios voltados ao fortalecimento muscular.
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde março deste ano, quando recebeu alta hospitalar após enfrentar problemas de saúde. Antes disso, permanecia preso na Papudinha, em Brasília.
Fisioterapia inclui exercícios e tratamento no ombro
Um segundo relatório, assinado pelo fisioterapeuta Kleber Antonio Caiado de Freitas na quarta-feira (21/10), apresenta detalhes de uma sessão de fisioterapia realizada na segunda-feira (19/10).
Durante o atendimento, Bolsonaro executou exercícios de fortalecimento muscular na academia, além de atividades destinadas à mobilidade das articulações e ao alongamento.
O tratamento também incluiu a aplicação de laser na região do ombro, como parte dos cuidados fisioterapêuticos após uma cirurgia realizada no local.
O Partido Liberal (PL), em nome do senador Flávio Bolsonaro (PL), convidou Leandra Guedes (Avante), prefeita de Ituiutaba e ex-esposa do deputado federal André Janones (Rede-MG), para participar do debate entre os candidatos à Presidência da República promovido pela TV Globo nesta sexta-feira (23/10), no Rio de Janeiro. A iniciativa busca impedir a participação de Janones no evento.
A estratégia da campanha de Flávio está relacionada a uma medida protetiva concedida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em abril de 2025 em favor de Leandra. A decisão foi tomada diante de supostas ameaças atribuídas ao ex-marido envolvendo a divulgação de fotos íntimas.
Leandra informou que estava viajando e ainda não havia tomado conhecimento do conteúdo do convite. Questionada sobre a possibilidade de aceitar a participação no debate, a prefeita preferiu não antecipar uma decisão e afirmou que gostaria de analisar a mensagem antes de se manifestar. A expectativa era de que ela se posicionasse ao longo da tarde desta sexta-feira.
Aliados de Janones, por sua vez, afirmaram, quando questionados sobre o episódio, que a situação “não é o foco” do deputado neste momento.
Depois de inúmeras pesquisas mostrando uma estranha queda de Flávio Bolsonaro, finalmente surge um levantamento que parece mais próximo da realidade.
Segundo a Veritá, Flávio Bolsonaro (PL) registra 51,3% dos votos válidos contra 48,7% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O levantamento mostra que Flávio saltou de 50,7%, enquanto Lula caiu de 49,3%.
PT em desespero!
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de outubro e ouviu 15.554 eleitores em todo o Brasil. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança informado é de 95%.
Pesquisa eleitoral divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Veritá realizada com mais de 15 mil eleitores sobre as intenções de voto para a Presidência da República mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% no 2º turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,7%. Os números são referentes ao cenário estimulado, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados.
A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.
O Instituto Veritá perguntou aos eleitores sobre quem eles acham que vai vencer as eleições para presidente da República, independente da escolha do voto.
51,1% dos eleitores responderam que acreditam na vitória de Flávio Bolsonaro, enquanto 44% acham que Lula será o vencedor.
A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com as entrevistas de 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-06070/2026.
O jogador Neymar Jr. apareceu em um vídeo com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), publicado nesta sexta-feira (23) em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Na gravação, Nikolas pergunta qual número Neymar usava no Barcelona. Após responderem que era o número 11, o deputado pergunta quanto é 11 mais 11, e o jogador responde: “22”, fazendo o gesto com as mãos e sorrindo. Ao final, Nikolas afirma ironicamente que o vídeo “não é só política, é só futebol aqui”.
Há uma diferença enorme entre uma conversa na mesa do bar e um pronunciamento de quem ocupa a Presidência da República. No segundo caso, o país inteiro pode pagar pela falta de cuidado com as palavras.
A coletânea apresentada no vídeo ao final do texto reúne episódios de diferentes momentos da trajetória de Lula. Serve também de convite a uma cobrança necessária: quem governa deve saber que espontaneidade não dispensa preparo, precisão e responsabilidade.
Qualquer pessoa pode trocar um nome, confundir uma data ou formular mal uma frase. Um erro isolado pede correção. Já a repetição exige reflexão — principalmente quando o microfone amplifica a voz de quem representa milhões de brasileiros.
O cargo exige mais do que desenvoltura diante de uma plateia. Exige respeito por quem escuta e disposição para reconhecer equívocos. Popularidade alguma deveria funcionar como salvo-conduto para declarações irresponsáveis.
Ao público também cabe atenção: uma coletânea seleciona momentos e não substitui o contexto completo. Isso, porém, não impede a crítica. Apenas exige que ela seja feita com o mesmo rigor que cobramos das autoridades.
Enquanto isso, na nossa ilustração, a assessoria tenta recolher os papéis. Seria mais fácil se pudesse recolher também as palavras depois que saem pelo microfone.
Porque governar exige pensar antes de falar. O esclarecimento posterior nem sempre alcança quem ouviu o primeiro discurso.
A três dias do segundo turno presidencial, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) liderou, nesta quinta-feira (22), o “Bloquinho 22” no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Em discurso direcionado aos apoiadores, o parlamentar classificou o evento como a maior mobilização popular já realizada na Região Nordeste e apostou em um desempenho recorde da direita nas urnas.
“Vocês hoje estão fazendo a maior manifestação de toda a história do Nordeste”, declarou o deputado em cima do trio elétrico. A mobilização na capital pernambucana reuniu lideranças conservadoras nacionais, como os políticos Lucas Pavanato (PL-SP) e Marcel van Hattem (Novo-RS), além de nomes do cenário político local.
Um dos momentos centrais do ato foi marcado por provocações ao ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB). Ao recordar uma antiga declaração em que o socialista afirmava que “em Pernambuco, bolsonarista não se cria”, Nikolas inflamou o público e puxou um coro chamando o ex-gestor de “desempregado”. A alusão diz respeito à derrota eleitoral de João Campos na disputa pelo Governo de Pernambuco no primeiro turno, em 4 de outubro, quando foi superado pela governadora reeleita Raquel Lyra (PSD). Ao deixar a prefeitura para disputar o Palácio do Campo das Princesas, Campos acabou sem mandato eletivo para o próximo período.
“Recife e Pernambuco, dê um tchau pra João Campos”, incitou Nikolas, sob gritos e aplausos dos manifestantes.
Ataques a Lula e Janja
O parlamentar mineiro também reservou críticas e provocações ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à primeira-dama Janja da Silva. Em tom irônico, Nikolas agradeceu à primeira-dama por tê-lo chamado recentemente de “piá”.
“Queria agradecer a Janja, que me chamou de piá, porque todo lugar que eu vou agora eu vejo cartazes ‘somos todos piá’. E Janja, arruma a mala porque você vai virar ex-primeira-dama. E Lula, arruma a mala porque você vai virar ex-presidente do Brasil”, afirmou o parlamentar.
Encerrando o discurso, o deputado expressou otimismo sobre o resultado eleitoral do próximo domingo no Nordeste, região em que a esquerda historicamente obtém expressiva vantagem. “Domingo agora, diferentemente das outras eleições, quando começar a chegar os votos do Nordeste, o Nordeste vai dar a maior votação pra direita da história do país”, concluiu.