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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Ex-assessor de Trump publica imagem e chama de ‘último retrato de Xandão antes da prisão’

Sexta, 03 de abril de 2026

Foto: Reprodução/X/Jason Miller

Jason Miller, ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou no X uma imagem de um homem calvo segurando uma caneta. Na legenda, escreveu: “O último retrato de Xandão antes de ir para a prisão”, conforme informações da Crusoé.

A publicação ocorre após a divulgação de relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA sobre “ataque à liberdade de expressão no Brasil”. O documento cita o ministro do STF Alexandre de Moraes como suposto responsável por liderar ações que afetariam a liberdade de expressão no país.

Segundo o relatório, Moraes teria emitido ordens globais de remoção de conteúdo, coordenado com entidades estrangeiras e participado de decisões que reduziram proteções legais de plataformas digitais.

O documento ainda menciona plataformas como X, Rumble e Truth Social. “Quando plataformas se recusaram a cumprir integralmente as exigências de censura, o ministro Moraes as multou e ordenou o encerramento de suas operações no Brasil”, diz trecho do relatório.

Fonte: Blog do BG

Com o apoio de Flávio, Moro se encaminha para vencer disputa no 1º turno

Sexta, 03 de abril de 2026





No primeiro cenário analisado, Moro registra 51,5% das preferências. Em seguida, surge Requião Filho com 28,4%, enquanto Rafael Greca aparece com 8,4%. Já Guto Silva soma 5,6%, e Luiz França tem 2,9%. O levantamento ainda aponta 1,5% de votos brancos ou nulos e 1,8% de indecisos.

Em uma segunda simulação, Moro amplia levemente sua vantagem, alcançando 52,8%. Requião Filho mantém a segunda posição com 27%, seguido por Alexandre Curi, que aparece com 9,8%. Greca registra 3,7%, e Luiz França, 3,3%. Nesse cenário, 1,5% optam por branco ou nulo, enquanto 1,7% não sabem em quem votar.

Já no terceiro cenário, o senador mantém a liderança com 52,6%. Requião Filho obtém 28,8%, enquanto Greca marca 7%. Eduardo Pimentel surge com 5%, e Luiz França aparece com 2,7%. Os votos brancos ou nulos somam 2%, e 1,9% dos entrevistados permanecem indecisos.

O estudo também considerou uma hipótese em que os candidatos estariam associados a lideranças nacionais e estaduais. Nesse caso, foi perguntado aos eleitores em quem votariam caso houvesse apoio de figuras políticas específicas. Nessa configuração, Moro atinge 52,1% se apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Já Requião Filho aparece com 30,6% ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto Guto Silva registra 6,1% com apoio do governador Ratinho Júnior.

Em eventuais cenários de segundo turno, Moro também apresenta desempenho superior. Contra Requião Filho, ele alcança 58,4%, frente a 38,7% do adversário, com 2,9% entre brancos, nulos e indecisos. Em outro confronto, contra Greca, o senador registra 55,9%, enquanto o prefeito soma 27,1%, e 17% optam por branco ou nulo.

Nos demais cenários testados, a taxa de eleitores indecisos ou que optam por votos brancos e nulos ultrapassa 20%. Ainda assim, Moro mantém vantagem significativa: 57,9% contra 22% de Eduardo Pimentel; 56,5% frente a 21,3% de Alexandre Curi; e 56,7% diante de 18,8% de Guto Silva.

A pesquisa foi realizada com 1.254 eleitores do Paraná, por meio de recrutamento digital aleatório. O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A coleta dos dados ocorreu entre os dias 25 e 30 de março deste ano.

Eduardo Bolsonaro faz forte desafio a Moraes

 Sexta, 03 de abril de 2026




O conteúdo foi gravado durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), realizada nos Estados Unidos.

A investigação foi iniciada por determinação de Moraes e envolve a suspeita de que o material tenha sido compartilhado com Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar e está impedido de acessar redes sociais. Nesse contexto, Eduardo Bolsonaro afirmou estar disposto a responder formalmente às acusações, desde que seja acionado pelos meios legais.

Em tom crítico, o ex-parlamentar questionou a condução do processo e lançou um desafio direto ao magistrado:

“Se Alexandre de Moraes tiver coragem de mandar uma carta rogatória para eu responder a esses factoides que ele faz sobre mim, essas investigações onde ele é investigador, o julgador e o acusador… Moraes, eu te desafio: mande uma carta rogatória para mim aqui nos Estados Unidos que eu te respondo ainda fazendo uma transmissão ao vivo”.

Durante entrevista, Eduardo Bolsonaro também alegou que a apuração teria caráter intimidatório. Segundo ele, a iniciativa do ministro não teria base concreta e seria motivada por perseguição pessoal.

“Esse vídeo está gravado no meu celular. O Alexandre de Moraes é maluco. Ele tem um fetiche comigo. Eu acho que ele deve sonhar comigo, por isso que ele fica tentando fazer essas ordens. Ele na verdade tenta me intimidar”, afirmou.

Ao comparar situações semelhantes, o ex-deputado citou um episódio envolvendo seu irmão:

“O Flávio Bolsonaro gravou um vídeo, postou nas suas redes sociais, disse que em algum momento mostraria para o Jair Bolsonaro e não teve problema nenhum. Por que, quando eu faço, vira problema? Porque ele quer pegar uma base de pessoas que não acompanham a política ou que sejam mais ignorantes, para achar que o Eduardo Bolsonaro está dando dor de cabeça ao Jair Bolsonaro, ou seja, ele quer me calar”.

Outro ponto levantado por Eduardo Bolsonaro diz respeito ao suposto acesso a seus dados pessoais. Ele acusou Moraes de solicitar informações a plataformas digitais, mencionando um relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos como base para a crítica.

Reforçando sua posição, o ex-deputado voltou a cobrar uma ação direta do ministro:

“Eu quero que Alexandre de Moraes me intime. Eu quero que ele pare de ficar pedindo às plataformas, utilizando meios ilícitos para pegar meus dados pessoais, como explanou agora esse relatório da CCJ americana, onde ele pede às plataformas de redes sociais dados pessoais meus”.

Na sequência, ele questionou quais informações estariam sendo buscadas pelas autoridades e levantou hipóteses sobre possíveis medidas que poderiam ser adotadas caso estivesse no Brasil.

“Eu é que tenho que perguntar para o Moraes. Eu é que tenho que saber: Moraes, quais dados pessoais meus você está querendo saber? Você está tentando entrar no meu celular? Se eu estivesse no Brasil, ele já tinha mandado a Polícia Federal ir lá em casa, mesmo eu sendo inocente, um congressista, fazer o chamado ‘fishing expedition’, em que ele pega o seu celular, tenta entrar no seu WhatsApp, nas suas redes sociais, para ver se tem algum tipo de crime e depois fica vazando a conta-gotas para a imprensa para tentar te desgastar politicamente”, disse Eduardo Bolsonaro.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

PT "surta" com manifestação da Casa Branca

Sexta, 03 de abril de 2026




Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (2/4), o partido afirmou:

“Donald Trump, com o apoio de Flávio Bolsonaro, ameaça um dos maiores avanços recentes do país, um sistema que facilitou a vida de milhões de brasileiros e virou referência no mundo. 
'Não é só sobre tecnologia. É sobre soberania'...”.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Deputado do PL faz fortes ataques na Câmara e Dino o proíbe de se aproximar da vítima

Sexta, 03 de abril de 2026





O episódio que motivou a medida ocorreu em 7 de outubro, durante reunião da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que discutia o significado de tatuagens no contexto criminal. Segundo o relato da vítima, o coronel Elias Miler, representante de uma associação nacional de militares estaduais, houve um desentendimento direto com o deputado.

De acordo com o militar, o parlamentar teria se dirigido a ele de forma ofensiva, afirmando:

“Você eu cumprimento, mas esse filho da puta eu não cumprimento”, ao interagir com outro participante da audiência.

O clima de tensão se agravou quando o deputado mencionou uma publicação atribuída à vítima com críticas a sua atuação.

Durante a sessão, Coronel Meira declarou que resolve seus problemas “no braço” e “na bala”, o que foi interpretado como uma ameaça. Em sua fala, afirmou:

“Tá aqui, traidor da tropa e cita meu nome textualmente. Então simplesmente eu cheguei aqui e disse que quem fez isso aqui é um filho da puta, e aí o coronel veio para cima de mim questionando se eu estava falando com ele. Se a carapuça caiu na cabeça dele é problema dele. Agora meus problemas eu resolvo, tá certo, Miler? Aqui dentro no braço, lá fora na bala. Eu não vou ficar desonrado”.

Antes desse episódio, segundo o relato da vítima, já havia ocorrido outra situação envolvendo ofensas, inclusive com menção à mãe do militar, já falecida. Ao ser questionado, o deputado teria respondido que, “se a carapuça coubesse, era ao querelante que ele se referia”.

Na decisão, o ministro destacou a gravidade das declarações e considerou o fato de o parlamentar possivelmente possuir porte de arma de fogo. Assim, determinou que ele não mantenha contato direto ou indireto com a vítima e respeite a distância mínima estipulada. A medida também inclui a proibição de comunicação por telefone, e-mail ou qualquer outro meio.

“Expeça-se um único mandado com dúplice finalidade: intimação do querelado para que tome ciência e cumpra a cautelar deferida nesta decisão; sua notificação […] para, querendo, oferecer resposta no prazo de 15 (quinze) dias”, registra o despacho.

Em resposta, o deputado afirmou que o episódio ocorreu no exercício regular de seu mandato e dentro do ambiente parlamentar. Ele argumenta que a decisão pode dificultar sua atuação na Câmara, especialmente devido à circulação constante nos espaços comuns da Casa.

“A decisão que impõe distância mínima de 50 metros, junto com o credenciamento atual do coronel Elias Miler, acaba criando uma barreira prática dentro da própria Casa. Na hora de circular, de trabalhar e de cumprir meu mandato, isso vira um obstáculo real. E quem perde com isso é o cidadão que me elegeu”, declarou.

O parlamentar também informou que encaminhou pedido ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), solicitando a revisão do credenciamento do militar envolvido, como forma de contornar a restrição imposta pela decisão judicial.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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