martins em pauta

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Bruno Gagliasso surta com o irmão e 'reclama com a mamãe' (veja o vídeo)

 Segunda, 13 de abril de 2026

"E o Bruno foi reclamar com a mamãe… ai, ai… (já respondi no Insta). Aos meus amados haters desavisados, que fique claro: não “virei” de direita e apoiador do Bolsonaro porque estava ferrado e não tinha nada, foi o contrário. Eu perdi tudo porque me declarei de direita e apoiei o Bolsonaro, com muito orgulho.
Podia ter ficado quieto em Noronha, com dinheiro de publicidade e frequentando as rodinhas de elite dos artista$ ou virado político do psol, seria mais fácil. Mas sustentei meus valores e posição politica e, por isso, fui cancelado, perdi dinheiro, seguidores, acessos e contatos.
E digo mais: o próprio Jair Bolsonaro me aconselhou a deixar as diferenças de lado e fazer as pazes com o meu irmão. Logo o Jair, que tanto chamam de fascista, radical, genocida etc. Agora pesquisa se o Lula disse o mesmo para o Bruno. Essa é a diferença."

Veja:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Justiça manda prender ex-senador




As vítimas eram filhas de um caseiro que trabalhava em uma das fazendas do político. Na época, ele chegou a ser solto e passou a responder pelo crime em liberdade, diz o G1.

A defesa do ex-senador disse que recebeu com surpresa a decisão da prisão de uma "pessoa idosa com mais de 76 anos de idade, com estado de saúde delicado" e que vai recorrer.

Relembre o caso

Manoel Alencar foi preso no dia 23 de janeiro de 2016, suspeito de abuso sexual e posse de pornografia infantil durante a Operação Confiar da Polícia Federal. O caso foi denunciado após o pai das vítimas, que trabalhava em uma fazenda do político, colocar um celular para gravar o crime para ter provas dos abusos.

Os crimes teriam acontecido várias vezes, entre os meses de dezembro de 2015 e janeiro de 2016, sendo praticados com mais frequência contra a menina mais nova. Na época, o pai das crianças suspeitou dos abusos e então vendeu as galinhas para comprar um celular. As imagens levaram à prisão de Manoel.

O ex-senador chegou a negar as acusações na época e disse que foi vítima de uma armadilha.

"Aquelas crianças estavam torpedeando, pisando, passando a mão em mim, me agarrando. E eu extremamente desacordado, não vi absolutamente nada. As imagens foram montadas. As crianças foram induzidas fazendo um verdadeiro malabarismo, foram conduzidas como atrizes para me induzir àquelas cenas".

Em 2017, Manoel foi condenado a 27 anos e nove meses de prisão. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e levado, para a Casa de Prisão Provisória de Guaraí. Em agosto do mesmo ano, o ex-senador foi solto após ter um pedido de liberdade aceito pelo desembargador José Moura Filho, do Tribunal de Justiça do Tocantins.

Fonte: Jornal da Cidade Online

União Europeia elimina carimbo em passaportes e adota controle digital

Segunda, 13 de abril de 2026

Foto: Reprodução/Unsplash

A União Europeia passou a adotar exclusivamente um sistema digital de controle de fronteiras, substituindo o tradicional carimbo no passaporte para viajantes de fora do bloco.

Desde sexta-feira (10), a medida vale para países do espaço Schengen, como Portugal e Espanha. Agora, passageiros devem escanear seus documentos em totens de autoatendimento ao desembarcar. Irlanda e Chipre são exceções.

Segundo a Comissão Europeia, o objetivo é agilizar a entrada, reforçar a segurança e combater a imigração irregular. A implementação começou em outubro de 2025 e chegou a causar filas em aeroportos, como o de Lisboa.

De acordo com o balanço mais recente, mais de 27 mil pessoas já tiveram a entrada negada no bloco desde o início do sistema, sendo cerca de 700 consideradas ameaça à segurança.

Jovem Pan News


Sesap contrata R$ 16,9 milhões, sem licitação, para eletrodomésticos a empresa que ganhou licitação para o SAMU

Segunda, 13 de abril de 2026

Foto: José Aldenir/Agora RN

Por Dinarte Assunção, Blog do Dina

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) assinou contrato de R$ 16.973.880,00 para aquisição de eletrodomésticos com a empresa Proseg Consultoria e Serviços Especializados usando inexigibilidade de licitação. A modalidade é reservada pela Lei 14.133/2021 para casos onde não há competição possível no mercado.

A contratação direta por inexigibilidade só é permitida quando há singularidade do objeto ou fornecedor único, conforme art. 74 da Lei de Licitações. Para eletrodomésticos — produtos padronizados com amplo mercado fornecedor — a modalidade adequada seria pregão eletrônico, que garante competição e menor preço para o Estado.

A Proseg é a mesma que acabou ganhando a licitação para gerir o SAMU, por valor semelhante ao da compra de, agora, eletrodomésticos e que também perdeu contrato com o MPF por não conseguir gerir contrato de limpeza. Se a compra de eletrodométicos e o SAMU são, como parecem, objetos diferentes, são mais de R$ 32 milhões que podem ser alocados para a mesma empresa.

Contrato de Um Ano

O contrato tem vigência de 12 meses, de maio de 2026 a abril de 2027, conforme extrato publicado no Diário Oficial do RN desta sexta-feira (11). Os recursos vêm do SUS (R$ 8.984.328,00) e de impostos estaduais não vinculados (R$ 7.989.552,00).

A contratação se destina “ao atendimento das demandas dos órgãos e entidades da Administração Pública” estadual por meio de sistema de registro de preços. A fiscalização ficará com servidores do Samu 192 RN, segundo o documento oficial.

Modalidade Sob Questionamento

O Tribunal de Contas da União já alertou que a inexigibilidade não pode ser usada como “fuga da licitação” para produtos que têm similares no mercado. Uma checagem do Blog do Dina no Portal Nacional de Contratações Públicas mostra dezenas de pregões para eletrodomésticos em órgãos federais nos últimos meses.

A Lei 14.133/2021 determina que a escolha da modalidade deve privilegiar a ampla competição. Para compras acima de R$ 176 mil, o pregão eletrônico é a regra, permitindo que qualquer empresa qualificada dispute o fornecimento.

O espaço está aberto para manifestação.

Por Dinarte Assunção, Blog do Dina


FGTS passa a ser liberado para fertilização in vitro e amplia acesso à reprodução assistida no Brasil

Segunda, 13 de abril de 2026


Uma mudança recente no Brasil começa a transformar o cenário da reprodução assistida: o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para custear tratamentos de fertilização in vitro (FIV) já está sendo permitido, ampliando o acesso de milhares de brasileiros ao sonho de ter filhos. A medida representa um avanço importante ao reconhecer a infertilidade como uma questão de saúde que também demanda suporte financeiro.

A fertilização in vitro é um dos tratamentos mais eficazes para casais e pessoas com dificuldade para engravidar, mas o custo ainda é um dos principais obstáculos. Com a liberação do FGTS, pacientes passam a contar com uma alternativa viável para iniciar ou dar continuidade ao tratamento, reduzindo o impacto financeiro e possibilitando um planejamento mais acessível.

Especialistas destacam que a medida acompanha uma realidade cada vez mais presente no país: o aumento dos casos de infertilidade, influenciado por fatores como o adiamento da maternidade, estilo de vida e condições clínicas. Ao permitir o uso de um recurso já pertencente ao trabalhador, a iniciativa contribui para democratizar o acesso à medicina reprodutiva e reduzir desigualdades no cuidado com a saúde.

No DNA Fértil, clínica referência em reprodução assistida no Rio Grande do Norte, a novidade é vista como um marco. “A liberação do FGTS para tratamentos como a fertilização in vitro muda completamente a perspectiva de muitos pacientes. Estamos falando de pessoas que, até então, precisavam adiar ou até desistir do sonho de ter um filho por questões financeiras. Essa medida traz esperança concreta e amplia o acesso à realização desse projeto de vida”, afirma a médica especialista em reprodução humana, Dra. Anna Beatriz.

Mendonça não vai aceitar delação se Vorcaro não entregar tudo sobre ministros do STF

Segunda, 13 de abril de 2026



O colunista do O Globo, Merval Pereira, afirmou que Daniel Vorcaro "terá que delatar ministros do STF".

Diz o artigo:

A delação premiada de Vorcaro só valerá se ele der caminhos para provar tudo o que já sabemos e mais o que a gente não sabe – provavelmente muita coisa que a gente não sabe. O ministro André Mendonça está disposto a aceitar a delação desde que ele revele fatos novos ou dê pistas novas para o que já sabemos; não vai aceitar enrolação. 
Por exemplo, se ele não explicar a relação com os ministros do STF, não vai ser aceita. É ridículo fazer delação sem contar o que tudo mundo já sabe, pelas informações que se tem até agora. E vai ter que denunciar o dinheiro – com quanto vai ficar, quanto vai entregar. Mas vai ter que devolver muito, se quiser ficar com algum de sobra.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

URGENTE: Inesperadamente, PF "inocenta" Bolsonaro

 Segunda, 13 de abril de 2026



A reanálise do caso ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a reabertura do inquérito diante de novos questionamentos apresentados ao processo.

Mesmo com a revisão dos dados já coletados anteriormente, a investigação não identificou indícios suficientes para sustentar eventual responsabilização criminal. Em manifestação oficial, o delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo destacou:

“Merece ser mencionado que o IPL 2021.0031208 –CCINT/CGCINT/DIP/PF apurou objeto específico, que, sob a ótica das diligências tomadas em contemporaneidade com os fatos, não revelou informações capazes de justificar imputações penais”.

A apuração teve origem em 2020, após a saída do então ministro da Justiça Sergio Moro, que à época alegou ter sofrido pressão para promover mudanças na direção da Polícia Federal — ponto que motivou a abertura do inquérito.

Posteriormente, em 2022, a própria PF já havia concluído pela inexistência de ingerência, encaminhando o caso para arquivamento. Naquele momento, o então procurador-geral da República, Augusto Aras, também se posicionou pelo encerramento da investigação.

Mesmo com a mudança de governo, o entendimento da corporação foi mantido. A reavaliação recente não alterou as conclusões iniciais, reforçando a ausência de provas contra o ex-presidente.

A reabertura do caso foi autorizada em 16 de outubro do ano passado, após solicitação do atual procurador-geral da República, Paulo Gonet. Entre os elementos apresentados, estavam mensagens enviadas por Bolsonaro a Sergio Moro relacionadas à exoneração do então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, além da divulgação de informações sobre investigações envolvendo aliados do governo.

Segundo Gonet, seria necessário verificar se houve “efetivamente” interferência na atuação da Polícia Federal. Em depoimento, Moro também afirmou que uma das razões mencionadas pelo ex-presidente para a troca no comando da PF seria a “falta de acesso a relatórios de inteligência da PF”, embora tenha reconhecido que Bolsonaro já possuía acesso legal a determinadas informações por meio do Sistema Brasileiro de Inteligência e da Abin.

Contato : (84) 9 9151-0643

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