martins em pauta

domingo, 9 de agosto de 2026

VÍDEO: Portal g1 chama de “manobra” e destaca a prática do Governo Fátima para inflar artificialmente resultados do Ideb

Domingo, 08  de agosto de 2026

O portal g1 destacou mudanças promovidas pela própria Secretaria de Estado da Educação (Seec) do governo Fátima e chamou de “manobra” ações que podem ter “inflado artificialmente” o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado pelo Inep, e “disfarçado” um desempenho insatisfatório dos estudantes da rede pública estadual do RN.

Em 2025, a Secretaria de Estado da Educação (Seec) publicou uma portaria permitindo que estudantes do 1º e do 2º ano do ensino médio avançassem para a série seguinte mesmo sendo reprovados em até seis disciplinas.

O Ideb 2025, divulgado pelo Inep nesta quarta-feira (5), mostra que a nota do ensino médio potiguar até subiu de 3,2, em 2023, para 4,0 em 2025. O avanço de 0,8 ponto representa crescimento de 25% e tirou o RN da última posição nacional.

Ideb x Saeb e a contradição exposta

Os resultados do Ideb e do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) colocam o RN diante de uma contradição: enquanto o Ideb apresenta uma melhora expressiva, os dados do Saeb que avaliam o nível de aprendizagem mostram que a grande maioria dos estudantes ainda não domina os conhecimentos básicos.

86% dos estudantes do ensino médio da rede estadual do RN permanecem abaixo do nível adequado de aprendizagem em Matemática. Em Língua Portuguesa, o cenário também é preocupante: 74,1% dos alunos não atingiram o padrão esperado, segundo dados preliminares do Saeb.

A contradição entre os dados mostram que avanço registrado no Ideb não representa efetivamente uma melhora na aprendizagem e pode ser explicado pela mudança na forma de contabilizar a aprovação dos alunos.

Embate entre PF e STF gera ambiente hostil, mas delegados não veem risco para investigações

Domingo, 09 de agosto de 2026

Ministro André Mendonça durante sessão da Segunda Turma do STF.

Foto: Reprodução / Folha Press

Delegados da Polícia Federal (PF) avaliam que o embate entre o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça tem provocado ruídos na investigação das fraudes do INSS, mas não a ponto de gerar uma interferência na apuração.

A avaliação na categoria é que tudo não passa de um desentendimento na seara institucional, que não afeta a investigação em si, mas admitem que prejudica a relação dos delegados do caso com o relator na Suprema Corte.

As desavenças entre Andrei e Mendonça começaram quando o ministro do STF determinou que o diretor-geral da corporação ficasse de fora do caso e sem acesso às informações da investigação.

A tensão escalou quando a PF trocou o delegado que comandava a investigação sobre as fraudes do INSS. A partir daí, Mendonça passou a questionar o ritmo mais lento das apurações.

Delegados, no entanto, não veem uma intervenção no trabalho da PF, mas admitem que estão pagando o preço da desconfiança entre as instituições. O clima, avaliam, é hostil e não há harmonia absoluta no processo.

A abertura de inquéritos para investigar o filho de Lula, o Lulinha, agravou ainda mais os ânimos, o que provocou uma reunião institucional entre André Mendonça e o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva.

Folha de São Paulo

Partido Novo manifesta preocupação com eleições no RN e cobra investigação sobre possível abuso de poder de Allyson Bezerra

Sábado, 08 de agosto de 2026

O Partido Novo/RN divulgou uma nota manifestando preocupação sobre a lisura das eleições após novos dados apontarem possível ligação entre uma rede de perfis que promove a candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado e a estrutura da Prefeitura de Mossoró.

Em nota, o partido destacou que cinco perfis já foram suspensos pela Justiça Eleitoral e que Allyson Bezerra recebeu duas multas por propaganda eleitoral antecipada.

O Novo considera especialmente grave a revelação que os assessores de Allyson Bezerra usaram um e-mail institucional da Secretaria de Comunicação (Secom) da Prefeitura de Mossoró para criar um dos perfis que faziam propaganda antecipada do candidato do União Brasil. A legenda cobra investigação para saber quem administrava a rede, quem financiava o conteúdo e se houve uso de estrutura ou recursos públicos.

De acordo o partido, a eventual comprovação poderia configurar condutas vedadas, abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

Fonte: Blog do BG

Flávio Bolsonaro critica STF e diz que indicará ministros que “não promovam perseguição” e “respeitem a Constituição”

Domingo, 09 de agosto de 2026

Foto: Vittor Sales

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (8), durante evento em Itapetininga (SP), que, se eleito, indicará ao Supremo Tribunal Federal (STF) ministros que “respeitem a Constituição” e “não promovam perseguição”. Segundo Flávio, o próximo presidente terá a prerrogativa de indicar quatro ministros para a Corte.

Que não promovam perseguição, que não olhem mais capas de processo, que não façam mais com nenhum brasileiro o que eles fizeram com Jair Bolsonaro. E quem descumprir a lei vai pagar por isso, a lei tem que valer para todos, inclusive para ministro do Supremo”, declarou.

O senador também criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que, durante o governo Bolsonaro, criticar ministros do STF teria sido tratado como “um atentado contra a democracia”.

Flávio ainda disse que seus adversários têm “pavor” da possibilidade de sua vitória e afirmou que estariam dispostos a ultrapassar “o limite da maldade” para impedir sua chegada à Presidência. “É isso que a gente está disputando”, afirmou.

“PAI DOS POBRES”: Lula registra candidatura e declara R$ 4,8 milhões em bens ao TSE; veja lista

Domingo, 09 de agosto de 2026

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou R$ 4,8 milhões em bens à Justiça Eleitoral ao registrar sua candidatura à reeleição neste sábado (8). Cerca de 69% do patrimônio está concentrado em dois planos de previdência privada, que somam R$ 3,3 milhões. O maior é um VGBL da Brasilprev, de R$ 1,92 milhão, seguido por outro plano do Bradesco, de R$ 1,38 milhão.

A declaração também inclui imóveis, terrenos, aplicações financeiras, participação em empresa e um veículo. Lula informou ainda possuir 98% do capital da L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, avaliado em R$ 49 mil, e um Chevrolet 2010/2011, declarado por R$ 50 mil.

Patrimônio caiu desde 2018

Em valores nominais, o patrimônio declarado por Lula caiu de R$ 7,99 milhões em 2018 para R$ 4,78 milhões em 2026, redução de 40,2%. Considerando a inflação, a queda é ainda maior. Os R$ 7,99 milhões declarados em 2018 equivaleriam a cerca de R$ 12,08 milhões em valores de junho de 2026. Nesse cálculo, a redução chega a aproximadamente 60%.

Em 2022, Lula havia declarado R$ 7,42 milhões, equivalentes a cerca de R$ 8,86 milhões atualmente. Na comparação corrigida pela inflação, a queda até 2026 foi de aproximadamente 46%.

A série histórica mostra que o patrimônio declarado pelo petista era de cerca de R$ 320 mil em 1998, R$ 423 mil em 2002 e R$ 839 mil em 2006, em valores nominais.

Veja os bens declarados:

Cruel e desumano: Quando até o abraço de um filho se torna suspeito

 Domingo, 09 de agosto de 2026

Moraes manteve a proibição e impediu Bolsonaro de receber três filhos no Dia dos Pais.

Não foi solicitado um comício.

Não foi pedida uma entrevista, uma transmissão pelas redes sociais ou uma reunião partidária.

O pedido apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro possuía uma finalidade declaradamente familiar: permitir que o ex-presidente recebesse os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan durante algumas horas no domingo, 9 de agosto, Dia dos Pais. O pedido foi negado.

Neste sábado, 8 de agosto, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, considerou a solicitação “prejudicada” porque uma decisão anterior já havia suspendido por 30 dias as visitas a Bolsonaro, mantendo apenas o acesso de médicos, fisioterapeutas e advogados.

Assim, por força de uma restrição que já estava em vigor, o ex-presidente permanecerá sem receber os filhos na data comemorativa.

A notícia é verdadeira. Mas a decisão suscita uma pergunta que nenhuma fórmula processual consegue apagar:

Em que momento o cumprimento de uma medida judicial precisa deixar de reconhecer a existência de um pai e de seus filhos?

COMO TUDO COMEÇOU

A suspensão das visitas foi determinada depois que o senador Flávio Bolsonaro divulgou, durante uma transmissão pelas redes sociais, uma carta escrita por Jair Bolsonaro.

O documento possuía conteúdo político e defendia a união da família em torno da candidatura presidencial de Flávio.

Moraes considerou que a divulgação representou uma tentativa de contornar as restrições impostas ao ex-presidente, que está proibido de utilizar as redes sociais direta ou indiretamente.

Em consequência, Flávio ficou impedido de visitar o pai por 90 dias. Posteriormente, outras visitas também foram suspensas por 30 dias, com exceção dos profissionais autorizados.

Pode-se discutir se a carta desrespeitou ou não as condições estabelecidas.

Pode-se discutir se Bolsonaro sabia que o conteúdo seria publicado.

Pode-se até defender que o Judiciário precisa impedir que uma visita familiar seja utilizada para transmitir orientações eleitorais.

O que não deveria ser aceito sem questionamento é a transformação de um episódio político em justificativa automática para impedir todo encontro familiar — inclusive em uma ocasião tão simbólica quanto o Dia dos Pais.

PUNIR O ATO OU INTERROMPER O VÍNCULO?

Se houve desvio na finalidade de uma visita, que se apure o episódio.

Se uma carta violou determinada ordem, que se avalie a responsabilidade de quem a escreveu, de quem decidiu divulgá-la e de quem efetivamente realizou a transmissão.

O Direito deve individualizar condutas e aplicar medidas proporcionais.

Carlos Bolsonaro e Jair Renan não foram apontados como responsáveis pela divulgação daquela carta. Mesmo assim, também ficaram impedidos de abraçar o pai.

A decisão alcançou o núcleo familiar como um todo.

É nesse ponto que a medida deixa de parecer apenas preventiva e passa a produzir um efeito que se assemelha a uma punição coletiva.

O PODER DE ABRIR UMA EXCEÇÃO

A defesa não pediu a revogação definitiva de todas as restrições.

Solicitou uma autorização excepcional, limitada à tarde do Dia dos Pais e fundamentada na preservação dos vínculos familiares.

Moraes possuía duas possibilidades.

Poderia manter a decisão anterior mecanicamente, afirmando que todas as visitas continuavam suspensas.

Ou poderia reconhecer a natureza especial da data e autorizar o encontro sob condições rigorosas:

— presença de agentes de segurança;

— proibição de aparelhos eletrônicos;

— ausência de gravações;

— impedimento de declarações políticas;

— duração previamente determinada;

— advertência de punição em caso de descumprimento.

Havia meios de preservar simultaneamente a autoridade da decisão judicial e o convívio familiar.

A escolha foi pela negativa.

Dizer que o pedido estava “prejudicado” explica o mecanismo processual utilizado.

Não responde, entretanto, à questão humana.

PRISÃO DOMICILIAR NÃO APAGA A FAMÍLIA

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e está submetido a diversas restrições.

O fato de uma pessoa estar presa não significa que todos os seus direitos tenham desaparecido. O próprio sistema de execução penal reconhece a importância do contato familiar, justamente porque a pena ou a medida restritiva não deveria destruir vínculos que não fazem parte da condenação.

Naturalmente, o direito de visita não é absoluto. Ele pode ser limitado por razões de segurança, disciplina ou prevenção de ilícitos.

Mas limitar um direito exige necessidade e proporcionalidade.

O risco apontado era a utilização do encontro para fins político-eleitorais.

Esse risco poderia ser neutralizado com fiscalização e regras específicas.

Impedir completamente a visita é a medida mais severa entre todas as disponíveis.

AUTORIDADE NÃO PRECISA SER INSENSIBILIDADE

Ninguém está acima da lei.

Essa frase vale para Bolsonaro, para seus filhos, para seus apoiadores e também para aqueles que exercem o poder de interpretar e aplicar a lei.

Uma decisão judicial pode possuir justificativa formal e, ainda assim, merecer crítica quanto à sua proporcionalidade.

Questionar a severidade de uma decisão não constitui ataque ao Estado de Direito.

Ao contrário, é justamente em um Estado de Direito que decisões do poder público devem permanecer submetidas ao debate, ao controle, aos recursos e ao escrutínio da sociedade.

O juiz não precisa agir movido por afeto.

Mas também não pode permitir que a linguagem burocrática transforme seres humanos em simples números de processo.

“Pedido prejudicado.”

Duas palavras foram suficientes para impedir que um pai recebesse três filhos no Dia dos Pais.

O documento pode ser curto. O impacto familiar não é.

A IMAGEM QUE FICARÁ

Neste domingo, milhões de famílias brasileiras estarão reunidas.

Filhos abraçarão seus pais. Alguns levarão presentes. Outros apenas se sentarão à mesa para conversar.

Na casa onde Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, esse encontro não acontecerá.

Não porque os filhos tenham tentado invadir o imóvel. Não porque houvesse demonstração de que levavam equipamentos clandestinos. Não porque Carlos e Jair Renan tenham sido responsabilizados pela divulgação da carta.

O encontro não acontecerá porque uma decisão anterior suspendeu as visitas e o ministro entendeu que não deveria abrir uma exceção nem mesmo no Dia dos Pais.

Pode-se não gostar de Bolsonaro. Pode-se concordar com sua condenação.

Pode-se rejeitar sua atuação política e responsabilizá-lo por tudo aquilo que tenha sido comprovado dentro do devido processo legal.

Nada disso obriga alguém a comemorar a separação entre um pai e seus filhos.

A Justiça demonstra grandeza quando sabe distinguir firmeza de crueldade, prevenção de castigo e autoridade de insensibilidade.

Permitir um abraço fiscalizado não destruiria o Supremo Tribunal Federal.

Não anularia a condenação. Não revogaria as restrições. Não transformaria uma residência em palanque eleitoral.

Seria apenas o reconhecimento de que, por trás do nome que divide o Brasil, existe um homem envelhecido, com problemas de saúde, cumprindo uma pena e impedido de receber os filhos em uma data familiar.

O poder capaz de negar tudo também deveria possuir sabedoria suficiente para saber quando permitir o mínimo.

Neste caso, não permitiu.

Foto de Jayme Rizolli

Jayme Rizolli

Jornalista.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Médica de 30 anos morre após cair de edifício onde morava

 Domingo, 09 de agosto de 2026

Uma jovem médica e também farmacêutica, natural do município de Bom Jesus, no Sertão paraibano, faleceu na manhã deste sábado (8) após cair do terceiro andar do edifício onde ela residia, no Bairro dos Bancários, em João Pessoa.

Thaís Félix de Souza, de 30 anos, trabalhava como médica plantonista no município de Ipaumirim, no Ceará, mas morava na Capital paraibana.

A jovem era filha do empresário José Newton, que atua nos setores de varejo, com supermercado, e materiais de construção, e sobrinha do vice-prefeito de Bom Jesus, Ediney Pereira.

A morte foi confirmada por familiares. O advogado Breno Moreira, primo de Thaís, confirmou a informação e lamentou o falecimento da jovem.

A previsão é de que o corpo seja encaminhado para Bom Jesus, onde deverá ocorrer o velório e o sepultamento, mas os detalhes sobre os procedimentos ainda não foram oficialmente confirmados.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Extrema insegurança na Bahia do PT: 2 irmãos são mortos com mais de 50 tiros

 Domingo, 09 de agosto de 2026

Um crime brutal contra os dois irmãos chamou atenção das autoridades policiais da Bahia.

Eles foram mortos com mais de 50 tiros na madrugada de quinta-feira (6), na zona rural de Feira de Santana, na Bahia, após suspeitos se passarem por policiais.

O crime aconteceu por volta de 0h40, na Estrada de Jaíba, no bairro Aeroporto. As vítimas foram mortas após terem a casa invadida e foram identificadas como Nailson Souza Silva, de 31 anos, e Flávio de Souza Silva, de 27.

Segundo a Policia Civil, os suspeitos chegaram ao imóvel gritando "Polícia". Em seguida, arrombaram a porta dos fundos e entraram na residência.

Os homens obrigaram os irmãos a deitarem de bruços no piso da cozinha e, em seguida, atiraram contra eles.

Testemunhas relataram que, após os primeiros disparos, parte do grupo deixou a residência, enquanto um dos criminosos permaneceu no imóvel, recarregou a arma e voltou a atirar contra as vítimas. Os suspeitos fugiram a pé.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Flávio Bolsonaro faz uma inesperada promessa caso seja eleito

Domingo, 09 de agosto de 2026

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a fazer críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) neste sábado, 8, durante um ato de campanha realizado em Itapetininga, no interior de São Paulo. Na ocasião, afirmou que pretende indicar homens e mulheres para a Corte caso vença a eleição, desde que sejam pessoas comprometidas com a Constituição.

“O próximo presidente indica quatro ministros do STF e vou colocar lá homens e mulheres, que respeitam a Constituição, que não usem a máquina para enriquecer, que não promovam perseguição.”

Durante o discurso, Flávio também afirmou que ministros do Supremo interessados em atuar na política deveriam deixar o tribunal e disputar eleições. Sem mencionar nomes, declarou:

“Se quer ser presidente do Brasil, renuncia e se candidata”.

Na sequência, acrescentou:

“Se quer mandar no Senado, renuncia e se candidata.”

O evento foi organizado pela deputada federal Simone Marquetto (PP-SP) e também teve como objetivo ampliar a aproximação da campanha com o eleitorado feminino. Nas pesquisas mencionadas no contexto da campanha, Flávio apresenta desempenho inferior ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre as mulheres.

Ex-prefeita de Itapetininga, Simone Marquetto chegou à Câmara dos Deputados após ser eleita em 2022. O nome da parlamentar chegou a ser considerado para ocupar a vice na chapa presidencial de Flávio, mas o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) acabou escolhido para a função.

A campanha do candidato também passou a ampliar a participação de mulheres em suas atividades, entre elas sua mulher, a dentista Fernanda Bolsonaro. Na quarta-feira 5, Flávio anunciou Alfredo Gaspar como candidato a vice-presidente, depois de ter analisado alternativas femininas para a composição da chapa.

Durante o evento, Simone afirmou que não disputará a reeleição e disse que pretende concentrar seus esforços na campanha presidencial de Flávio.

“Hoje a minha grande missão é fazer Flávio Bolsonaro o nosso presidente da República.”

Fonte: Jornal da Cidade Online 

ESCÂNDALO DO INSS: Testemunha-chave ameaçada de morte diz ter ouvido do ‘Careca do INSS’ promessa de pagamento de R$ 25 milhões a Lulinha

Domingo, 09 de agosto de 2026

O ex-diretor da World Cannabis, Edson Claro, e o dono da empresa, Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS –  (Fotos: Divulgação e Edilson Rodrigues/Agência Senado)

A prisão do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, em setembro de 2025, foi decretada, entre outras razões, porque ele tentou intimidar uma testemunha do escândalo dos desvios das aposentadorias dos idosos. O Careca do INSS, antes de ser preso, ameaçou “meter uma bala” na cabeça do subordinado se ele revelasse o que sabia, segundo reportagem da revista VEJA.

O alvo foi Edson Claro, ex-diretor comercial da World Cannabis, empresa que pertence a Antonio Carlos, que revelou, em mais de 80 horas de depoimentos à Polícia Federal, detalhes de como o seu chefe operava o esquema que desviou 6 bilhões de reais dos aposentados do INSS.

Edson apresentou mensagens, planilhas, fotografias e diálogos de celular que abriram caminho para uma série de investigações — três delas envolvendo o Lulinha, filho mais velho do presidente da República.

“A primeira coisa que falei é que muita gente grande estava envolvida”, disse Edson a VEJA.

Falei sobre a comissão de 25 milhões que o Antonio disse que pagaria para o filho do presidente e também sobre o envolvimento de outras pessoas importantes, incluindo o senador Weverton Rocha” completou.

O executivo contou ter ouvido do Careca do INSS que Lulinha receberia R$ 25 milhões de reais por ter conseguido viabilizar um contrato no Ministério da Saúde no valor de 1 bilhão de reais. O negócio envolvia a venda de testes rápidos para dengue e zika.

O ex-diretor contou que Lulinha viajou com Careca para quatro países — Portugal, Alemanha, Suiça e Espanha — para tratar de outros negócios. Ele também também deu o caminho para a PF mapear a distribuição de propinas. Disse aos policiais que Lulinha recebia uma mesada de 300 mil reais paga pela lobista Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente, e pela publicitária Danielle Fonteles, que mora em Portugal.

As revelações de Edson tiveram um custo para sua vida pessoal. A CPMI do INSS tentou incluir o empresário no programa de proteção a testemunhas, sem resultado. Nas últimas semanas, ele tem recebido ligações oriundas dos Estados Unidos, Paraguai e interior de São Paulo. Em um dos telefonemas, uma pessoa advertiu que ele estaria ‘falando muito’.

Veja

Contato : (84) 9 9151-0643

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