Quarta, 21 de outubro de 2026
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aceitou o desafio lançado pelo presidente Lula (PT) sobre a abertura de sigilos e afirmou que pretende levar a proposta “às últimas consequências”. A declaração foi feita durante um encontro com apoiadores em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, nesta quarta-feira (21).
“Eu não só vou aceitar o desafio, como vou levar até as últimas consequências”, declarou Flávio. Em seguida, afirmou que Lula não tem celular e questionou quem receberia as ligações em nome do presidente.
Flávio também questionou a possibilidade de Lula abrir o próprio sigilo telefônico e cobrou que pessoas ligadas ao presidente sejam submetidas à mesma medida. O senador citou Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-chefe de gabinete do petista, conhecido como Marcola, ao abordar suas críticas ao entorno do presidente. Ele teria recebido valores em dinheiro da lobista Roberta Luchsinger.
O presidenciável também mencionou Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e fez acusações sobre supostas relações com pessoas ligadas ao crime organizado e negócios com ministérios. Flávio ainda voltou a questionar a propriedade do sítio de Atibaia e do triplex no Guarujá, imóveis que estiveram no centro de investigações judiciais envolvendo Lula.
Ao defender a abertura de seus próprios dados, Flávio afirmou que seu patrimônio está declarado à Justiça Eleitoral e à Receita Federal. “Minha vida é um livro aberto”, disse, acrescentando que seus bens foram construídos com trabalho.





















