martins em pauta

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

SAÚDE DO RN NA UTI: Coren interdita clínica no João Machado; Em Macaíba, oito morrem por infecção no Alfredo Mesquita

Quinta, 20 de agosto de 2026

Foto: Kleber Teixeira-g1rn

A situação da saúde pública no Rio Grande do Norte é extremamente alarmante. Além da paralisação dos trabalhadores terceirizados, motivada por atrasos nos repasses financeiros do governo Fátima, a crise agora se agravou também na estrutura das unidades hospitalares estaduais.

Em Natal, o Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (Coren-RN) publicou resolução que determina a interdição ética de todas as atividades de enfermagem na Clínica Médica 2 do Hospital Geral Doutor João Machado.

Cinco pontos críticos justificaram a medida: comprometimento da estrutura física, risco elevado de acidentes de trabalho, sistema de climatização inoperante, falta de insumos essenciais e exposição dos profissionais e pacientes a agentes físicos, biológicos e químicos prejudiciais. As irregularidades foram constatadas de forma generalizada em enfermarias, corredores, posto de enfermagem e área administrativa, o que tornou inviável uma interdição apenas parcial.

Já no município de Macaíba, o Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho registrou um surto de microrganismos multirresistentes entre os meses de maio e julho deste ano. Ao todo, foram contabilizados 16 casos de infecção ou colonização em 15 pacientes , oito desses pacientes vieram a óbito durante o período.

O relatório elaborado pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e pelo Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) classificou o ocorrido como “surto de infecção relacionada à assistência à saúde por agentes patogênicos multirresistentes”.

Mesmo com os registros de mortes, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) declarou que não é possível confirmar se as bactérias foram a causa direta dos óbitos. Segundo a pasta, os pacientes apresentavam quadros clínicos diversos, e cada caso deve ser analisado individualmente para estabelecer as causas das mortes.

Com informações do g1rn e Portal 98 FM


MAIS CALOTE: Obras de recuperação das rodoviais estaduais vão parar por falta de pagamento do Governo do Estado

Quinta, 20 de agosto de 2026

Foto: Assecom/Governo do RN

O Blog do BG recebeu e confirmou a informação de que as empresas que estão fazendo a recuperação das estradas no Rio Grande do Norte vão paralisar as obras por falta de pagamento do Governo do Estado.

De acordo com o que o blog apurou, as empresas já não recebem os repasses há algum tempo, o governo promete pagar, mas só enrola e não cumpre a palavra. Isso sem falar que muitas estradas que foram recuperadas no ano passado já começaram a apresentar buracos novamente.

Fonte: Blog do BG

PESQUISA BG/PERFIL – APROVAÇÃO DO GOVERNO FÁTIMA: 56,18% dos potiguares desaprovam e 34,63% aprovam a gestão da governadora

Quinta, 20 de agosto de 2026

O novo levantamento do Instituto Perfil, realizado em parceria com o Blog do BG, também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra (PT) entre os eleitores potiguares.

De acordo com a pesquisa, 56,18% desaprovam o governo Fátima. Já 34,63% afirmam aprovar a gestão da petista, enquanto 9,19% não souberam ou preferiram não responder.

Na comparação com julho, a desaprovação a Fátima caiu de 59,56% para 56,18%, enquanto a aprovação subiu de 31,94% para 34,63%.

DADOS DA PESQUISA

Registro: TSE BR-06188/2026 / TRE RN-00522/2026
Período: 13/08 a 16/08
Margem de erro: 2,45 pontos percentuais
Intervalo de confiança: 95%
Abrangência: Rio Grande do Norte
Amostra: 1.600 eleitores
Realização: BG/Instituto Perfil

Fonte: Blog do BG


PESQUISA BG/PERFIL – APROVAÇÃO DO GOVERNO FÁTIMA: 56,18% dos potiguares desaprovam e 34,63% aprovam a gestão da governadora

Quinta, 20 de agosto de 2026

O novo levantamento do Instituto Perfil, realizado em parceria com o Blog do BG, também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra (PT) entre os eleitores potiguares.

De acordo com a pesquisa, 56,18% desaprovam o governo Fátima. Já 34,63% afirmam aprovar a gestão da petista, enquanto 9,19% não souberam ou preferiram não responder.

Na comparação com julho, a desaprovação a Fátima caiu de 59,56% para 56,18%, enquanto a aprovação subiu de 31,94% para 34,63%.

DADOS DA PESQUISA

Registro: TSE BR-06188/2026 / TRE RN-00522/2026
Período: 13/08 a 16/08
Margem de erro: 2,45 pontos percentuais
Intervalo de confiança: 95%
Abrangência: Rio Grande do Norte
Amostra: 1.600 eleitores
Realização: BG/Instituto Perfil

Fonte: Blog do BG


Negócios entre Nordeste e EUA pautam 5ª edição do ECON Road Summit

Quinta, 20 de agosto de 2026

Com programação em quatro capitais, imersão reúne autoridades e especialistas para desmistificar a internacionalização e a atração de investimentos.

Em novembro de 2026, o Nordeste recebe a quinta edição do ECON Road Summit, evento focado em educação executiva, estratégias de internacionalização e conexões qualificadas. Com passagens confirmadas por Natal (09/11), João Pessoa (10/11), Recife (11/11) e Fortaleza (12/11), o projeto aproxima empreendedores brasileiros de uma rede de especialistas que atua diretamente no mercado dos Estados Unidos. As inscrições já estão abertas pelo link: https://econbusinesshub.com/

O objetivo do encontro é desmistificar a internacionalização e apresentar os pilares para quem deseja expandir fronteiras comerciais de forma segura. Realizada desde 2022, a iniciativa evoluiu de um encontro local para uma plataforma robusta de negócios, contando com edições anteriores em Natal, João Pessoa, Recife e Brasília (2023), Natal, João Pessoa, Recife e Fortaleza (2024) e em Orlando, na Flórida (2025).

A programação começa às 17h30 em todas as cidades e está desenhada para oferecer conteúdo técnico em painéis objetivos. Para garantir o acesso a informações práticas e oficiais, o projeto reúne um corpo técnico multidisciplinar. O encontro conta com a presença do diplomata Rodrigo Fonseca (ApexBrasil) e de Fábio Yamada (SelectFlorida), além de especialistas como o advogado Vinícius Bicalho (imigração), Mayra Chagas (contabilidade internacional), Eduardo Pyrrho (saúde e inovação) e Fábio Passos (Financiamento Imobiliário Internacional e Estratégias para Investidores).

Integrado ao ECON Business Hub, o encontro se propõe a ir além dos painéis presenciais, pois “internacionalizar um negócio não é apenas sobre abrir uma empresa fora, mas sobre acessar as redes corretas. O ECON traz para as capitais nordestinas os contatos e os caminhos seguros que o empresário levaria anos para construir sozinho nos Estados Unidos”, explica Gláucio Uchoa, liderança do projeto e economista residente em Orlando há 11 anos.

O ECON Road Summit 2026 conta com o patrocínio do Banco do Nordeste, Bicalho Legal, Flow Acc, Sebrae, Sistema Fecomércio (Sesc/Senac) e Sistema Indústria (FIEP, SESI, SENAI, IEL), além do apoio institucional do Consulado-Geral do Brasil em Orlando, da Prefeitura de Orlando (City of Orlando) e da E3L Financial.

SERVIÇO

ECON Road Summit 2026 Datas e locais:

  • 09 de novembro: Natal/RN (Mangai Lagoa Nova)
  • 10 de novembro: João Pessoa/PB (NAU Frutos do Mar)
  • 11 de novembro: Recife/PE (Camarada Camarão)
  • 12 de novembro: Fortaleza/CE (Mangai)

Horário: a partir das 17h30

Informações e inscrições: https://econbusinesshub.com/

VÍDEO: “Matemática de Mossoró acaba custando caro”, diz Álvaro Dias sobre investigação contra Allyson Bezerra

Quinta, 20 de agosto de 2026

Imagem: Reprodução/Instagram

O candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias (PL), publicou nas redes sociais um vídeo que faz referência à “Matemática de Mossoró”, expressão que se popularizou após ter sido usada pelo empresário Oseas Monthalggan, sócio da empresa Dismed, em áudios das investigações da Operação Mederi.

O empresário supostamente explicava a um funcionário como funcionava a divisão de valores e o suposto esquema de superfaturamento em contratos de fornecimento de medicamentos e de pagamento de propinas para a Prefeitura de Mossoró, à época comandada pelo também candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil).

Na peça, uma professora inicia uma aula sobre a “Matemática de Mossoró”, cita um exemplo fictício utilizando uma compra de 400 quadros para escolas e questiona quantos itens seriam entregues. Um dos alunos logo responde: “400”, mas logo em seguida é retrucado com uma ironia por um colega de sala: “Mas foi em Mossoró. Lá na Prefeitura parece que é normal pagar 400 e receber só 140”, diz, fazendo referência às ordens de compra superfaturadas ou com entrega parcial de produtos citadas na investigação da Polícia Federal.


Fonte: Blog do BG

PF de Lula demorou 7 meses para enviar a Mendonça dados da quebra de sigilo de Lulinha

Quinta, 20 da agosto de 2026

A Polícia Federal levou mais de sete meses para encaminhar ao ministro André Mendonça os dados obtidos a partir das quebras de sigilo fiscal, bancário e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula. A demora teria sido um dos fatores que contribuíram para o desgaste entre o magistrado e a corporação.

Mendonça determinou, em dezembro do ano passado, a quebra dos sigilos de Lulinha no âmbito das investigações sobre supostos desvios envolvendo aposentados e pensionistas. Diante da demora no envio dos resultados e de outras decisões da PF que desagradaram ao ministro, como a mudança na coordenação responsável pela investigação, Mendonça determinou que a corporação encaminhasse ao gabinete dele os dados brutos das diligências.

A determinação provocou reação dentro da Polícia Federal. Segundo integrantes da corporação, a medida poderia representar uma interferência na autonomia investigativa da instituição. A PF chegou a consultar a Advocacia-Geral da União (AGU) sobre a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas nenhuma medida judicial foi apresentada.

Integrantes do governo federal, entre eles o advogado-geral da União, Jorge Messias, também participaram das articulações para reduzir o desgaste entre Mendonça e a cúpula da Polícia Federal.

As investigações apuram a atuação da empresária Roberta Luchsinger e possíveis relações dela com Lulinha e Marco Antônio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. A PF investiga a hipótese de que Lulinha tenha auxiliado Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, na obtenção de contratos com o governo federal.

Fonte: Jornal da Cidade Online

A nota fiscal do Lulinha

Quinta, 20 de agosto de 2026

A Polícia Federal capturou mensagens em que Lulinha manda Roberta Luchsinger emitir uma nota fiscal em desfavor de um empresário que faturou R$ 80 milhões com o governo de seu pai.

O tal empresário é Cleber Ribas, dono da empresa 3Structure IT. Esse diálogo entre a lobista do Careca do INSS e o ‘filho do rapaz’ ocorreu em 24 julho de 2023.

Lulinha enviou a seguinte mensagem:

“Envia a NF pro Cleber”.

Roberta respondeu prontamente:

“Já fiz”.

E o indecoroso ‘filho do rapaz’ comemorou:

“Boa”.

O relatório da PF aponta que a empresa de Cleber Ribas transferiu pelo menos R$ 150 mil para a RL Consultoria (empresa de Roberta Luchsinger) sob a justificativa de "prospecção de clientes".

O fato é que a cada mensagem vazada, o cerco fecha um pouco mais, e a sensação é de que, dessa vez, a Polícia Federal está mirando no alvo certo.


Fonte: Jornal da Cidade Online

O choque do milênio: O "Campeonato de Cortes" de Pablo Marçal que dividiu a Justiça

 Quinta, 20 de agosto de 2026

Imagine um tabuleiro de xadrez onde, de um lado, estão as regras tradicionais da política brasileira — escritas na era do papel e da TV — e, do outro, um jogador que domina as regras invisíveis dos algoritmos da internet. Esse é o cenário real por trás do processo que tenta impedir Pablo Marçal de concorrer à Presidência.

Não se trata de uma simples briga jurídica; é um cabo de guerra inédito que está moldando o futuro da democracia no Brasil.

O DESAFIO: A ESTRATÉGIA QUE QUEBROU O SISTEMA

O nó cego que a Justiça tenta desatar gira em torno de uma jogada audaciosa: o famoso "campeonato de cortes". Em vez de gastar milhões com marqueteiros tradicionais, a campanha utilizou uma dinâmica de competição. Quem criasse o vídeo mais viral do candidato recebia prêmios.

Para os apoiadores e entusiastas do marketing digital, foi uma jogada de mestre. Afinal, fazer cortes de vídeos é algo que todo mundo faz na internet. A diferença é que a estratégia usou a lógica da própria rede para explodir em alcance, transformando o carisma do candidato em combustível para os algoritmos.

O grande desafio de Marçal agora é provar que esse fenômeno foi legítimo. A defesa argumenta que punir essa estratégia é o mesmo que punir o talento, a capacidade de comunicação e o domínio técnico das redes sociais. É a tese de que o alcance veio do interesse real das pessoas, e não de uma trapaça.

POR QUE O ASSUNTO É TÃO DELICADO?

O processo é uma verdadeira batata quente nas mãos dos juízes porque mexe em uma ferida aberta: o que é justo no jogo digital?

A acusação aponta que, ao colocar prêmios financeiros na jogada, a dinâmica deixou de ser um engajamento espontâneo de fãs e virou uma engrenagem profissional. O argumento da Justiça é de que isso cria uma vantagem desproporcional, impossível de ser alcançada por quem joga pelas regras tradicionais de controle de gastos.

A divisão é tão profunda que o próprio Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rachou: a condenação inicial foi decidida pelo placar apertado de 4 votos a 3. Quase metade dos juízes não viu motivos para condená-lo, o que mostra que a própria Justiça está descobrindo como lidar com esse novo mundo em tempo real.

O PRÓXIMO ROUND: A URGÊNCIA DO VOTO CONSCIENTE

Agora, a batalha final sobe para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. Se a decisão for mantida, abre-se um precedente rígido sobre o que pode e o que não pode ser feito na internet. Se for revertida, o modelo de campanha digital no Brasil mudará para sempre.

Enquanto os tribunais decidem o futuro jurídico, cabe ao eleitor enfrentar o seu próprio desafio: aprender a votar na era da hipervelocidade.

As redes sociais são ferramentas fantásticas de conexão, mas também são fábricas de emoções rápidas. Votar com clareza exige que o cidadão gaste alguns minutos saindo da tela do celular para analisar propostas reais, planos de governo palpáveis e a viabilidade das promessas. O futuro do país não é um vídeo de 30 segundos; exige atenção, equilíbrio e, acima de tudo, consciência.


SILÊNCIO: Planalto e campanha de Lula não comentam contrato enviado por amiga de Lulinha a ex-chefe de gabinete

Quinta, 20 de agosto de 2026

Foto: Evaristo Sá/AFP

O Palácio do Planalto e a campanha do presidente Lula não se manifestaram sobre novos desdobramentos da investigação da Polícia Federal envolvendo Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do petista. As informações são do jornal O Globo.

Mensagens obtidas pela PF mostram que Marcola recebeu da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, um modelo de contrato para venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde, com dispensa de licitação. O negócio não chegou a ser concretizado.

Roberta foi contratada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, investigado por suspeita de desvio de recursos de aposentadorias e pensões. Segundo a investigação, ela recebeu R$ 1,5 milhão em cinco parcelas de R$ 300 mil. O trabalho previa viabilizar a venda de canabidiol ao Ministério da Saúde para distribuição pelo SUS.

Marcola confirmou a interlocutores que recebeu o documento, mas afirmou que não o encaminhou e reconheceu que o recebimento foi “inadequado”. A defesa de Roberta informou que não comentará o caso porque o processo tramita sob sigilo.

A mensagem integra uma das investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo a empresária e Lulinha. O filho do presidente é investigado em três inquéritos por suspeita de tráfico de influência no governo.

Juíza de “Nárnia” manda Casas Bahia com lojas fechadas e em recuperação judicial recontratar 1,9 mil funcionários e Hang se revolta

Quinta, 20 de agosto de 2026

Uma juíza do trabalho determinou que o grupo Casas Bahia recontrate quase 2 mil funcionários que foram demitidos em razão do fechamento de 298 lojas do grupo. Sim, os juízes do trabalho parecem viver em Nárnia. Só faltou a magistrada dizer onde vão ficar os funcionários, vez que as lojas foram fechadas e de onde vai sair o dinheiro para pagar os salários dessa gente.

Um comentário do empresário Luciano Hang, dono da Havan, ilustra bem a situação. Confira:

“Empresa privada é aquela em que o governo manda. Empresa pública é aquela em que ninguém manda.
Parece piada, mas é o Brasil. O governo perde o controle dos gastos, aumenta a dívida pública, pressiona a inflação e ajuda a manter a Selic entre 14 e 15%. Juros altíssimos sufocam o consumo, encarecem o crédito e pesam ainda mais sobre empresas endividadas.
A Casas Bahia enfrenta uma grave crise financeira e está em recuperação judicial. Precisa reduzir custos, fechar lojas e reorganizar sua operação para tentar sobreviver. E o que acontece? A Justiça do trabalho suspende 1.900 demissões e ainda impede novos cortes.
Ou seja, o Estado ajuda a criar um ambiente econômico que agrava a situação das empresas e, quando uma delas tenta tomar medidas para sobreviver, interfere novamente e dificulta a recuperação.
Quem conhece as contas? Quem paga os salários? Quem responde pelas dívidas e pelos prejuízos? Empresa saudável gera empregos. Empresa quebrada não gera emprego para ninguém.”


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Candidatos do PSOL à Câmara dos Deputados criam ‘bancada da macumba’

Quinta, 20 de agosto de 2026

Foto: Reprodução

Um grupo de seis candidatos do PSOL à Câmara dos Deputados anunciou a criação da “bancada da macumba”. A iniciativa reúne representantes de cinco estados brasileiros e tem como foco principal aumentar a presença de integrantes de religiões de matriz africana no Congresso Nacional.

O projeto é formado por Adriano Fiúza, do Distrito Federal, Mãe Su de Nanã, de São Paulo, Renato Fonseca, de Pernambuco, Wesley Mendes e Mãe Bernadete de Oxóssi, da Bahia, e Ariane Magalhães, do Rio de Janeiro. Todos eles disputam ativamente o cargo de deputado federal no pleito de outubro deste ano.

A principal finalidade da articulação é garantir que os praticantes dessas religiões participem de forma direta da criação de leis e da distribuição de orçamentos. Eles rejeitam a ideia de serem tratados somente como alvos folclóricos e exigem espaço nas decisões governamentais.

O grupo alega que a ausência de representatividade prejudica o segmento.

— Ninguém pode falar melhor por nós do que nós mesmos. Enquanto não tivermos macumbeiros e macumbeiras ocupando os parlamentos, continuaremos sendo lembrados de forma pontual — afirmaram, em nota conjunta.

A estrutura da equipe permite a integração de pessoas que não praticam as religiões de matriz africana, como educadores e estudiosos. Outros parlamentares também podem dialogar com a frente, bastando que apoiem de forma pública as propostas elaboradas em defesa desse público.

O diretório do partido confirmou apoio institucional à mobilização, contudo destacou que a ideia partiu dos próprios candidatos, sem interferência da cúpula partidária.

Com informações do Pleno News

CASA DO LOBBY: Lulinha e lobista usavam mansão em Brasília para encontros com ex-chefe de gabinete de Lula

Quinta, 20 de agosto de 2026

Foto: O Globo

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, e a lobista Roberta Luchsinger utilizavam uma mansão no Lago Sul, área nobre de Brasília, para encontros durante passagens pela capital federal. Entre os frequentadores estava Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.

A informação foi publicada pelo jornal O Globo, com base no relato de três pessoas que trabalharam no imóvel. Uma delas, a ex-empregada doméstica Zildeni Souza, descreveu uma rotina de reuniões na residência entre 2024 e 2025.

Lulinha e Roberta aparecem em investigações da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência.

Procurada, a defesa de Lulinha afirmou que ele não morava na mansão e negou qualquer irregularidade.

Um país à deriva: Inadimplência atinge milhões de empresas no Brasil e bate recorde

 Quinta, 20 de agosto de 2026

Mais de 9,1 milhões de CNPJs estão inadimplentes no Brasil. O dado é de junho de 2026. As dívidas acumuladas chegam a R$ 232,9 bilhões em volume financeiro. O número é 16,67% maior do que o registrado no mesmo mês de 2025 e recorde na série histórica iniciada em 2016.

Os dados são do último levantamento da Serasa Experian, e mostram que, em média, cada CNPJ possui uma dívida de R$ 25.508,96, com ticket médio de R$ 3.515,77 e acumulo de 7,3 contas em atraso.

Somente no mês de junho, as dívidas chegam a 66,2 milhões, quase 10 milhões a mais do que o mesmo período do ano anterior, e avanço de quase 1 milhão perante o mês de maio.

A maioria das 9,1 milhões de empresas estão situadas em São Paulo (3.126.658), seguido por Minas Gerais (907.558) e Rio de Janeiro (874.385). Na sequência, aparecem Paraná (601.986) e Rio Grande do Sul (527.555).

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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