martins em pauta

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Alcolumbre prepara votação da PEC do fim da escala 6×1 antes do 2º turno das eleições

Terça, 13 de outubro de 2026


Foto: Luís Nova/Metrópoles

O Senado Federal inicia a semana sob expectativa e articulações intensas em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1. A pauta, considerada prioritária pelo Palácio do Planalto e pela base do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ingressa na fase final de discussões e pode ir a voto nos próximos dias, antecedendo o segundo turno das eleições.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), indicou que pretende pautar a matéria no plenário. O cronograma da Casa prevê sessões de discussão em formato semipresencial na terça e na quarta-feira. Aliados do governo trabalham para aprovar um calendário especial que permita encerrar as discussões e votar a proposta no mesmo dia, garantindo o desfecho da matéria a poucos dias do pleito.

Mudança de Clima Político e Bastidores em Brasília

A aceleração da tramitação ocorre em um momento de reposicionamento político de Alcolumbre. Após um período de atritos com o governo federal, o presidente da Casa reforçou a aproximação com o Palácio do Planalto. O movimento, contudo, ampliou o distanciamento do parlamentar com alas da oposição ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).

Desde que reassumiu o comando do Senado, Alcolumbre manteve postura de contenção diante das pressões da oposição para dar andamento a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com foco principal em Alexandre de Moraes, especialmente após os desdobramentos do chamado Caso Master.

Compromisso de Votação Pós-Primeiro Turno

Inicialmente, o Executivo desejava deliberar sobre a redução da jornada de trabalho antes do primeiro turno das eleições. Alcolumbre, contudo, segurou a apreciação para evitar interferências diretas no cenário eleitoral dos senadores. Concluída a primeira etapa das urnas, o presidente da Casa sinalizou a retomada do andamento regimental da proposta.

“Cada senador e cada senadora desta legislatura terá o livre arbítrio de votar com o seu coração, com a sua consciência e com a sua convicção. Se acha razoável nós diminuirmos a escala de trabalho de quase 40 milhões de brasileiros que vivem na escala 6×1 há décadas ou se acham razoável os trabalhadores brasileiros terem a condição de ter mais um dia na sua vida de descanso para viver, para ficar com a família e para descansar”, declarou Alcolumbre ao comentar a pauta.

Com informações do Metrópoles

Com 21 eleições estaduais definidas, Lula e Flávio enfrentam grande desafio para conter abstenção no 2º turno

Terça, 13 de outubro de 2026


Foto: Pedro Kirilos/Estadão e Werther Santana/Estadao

Na reta final da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrentam um obstáculo adicional: manter os eleitores mobilizados em Estados onde as eleições estaduais já foram encerradas e onde o histórico aponta um crescimento médio da abstenção no segundo turno.

Um total de 21 governadores foi eleito logo na primeira rodada, estabelecendo um recorde desde a redemocratização. Esse grupo abrange São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três principais colégios eleitorais do país, além de oito dos nove estados nordestinos. Juntas, essas 20 unidades respondem por aproximadamente 84% do eleitorado nacional.

O desafio ganha peso redobrado considerando que mais de 33 milhões de brasileiros deixaram de votar no primeiro turno, o maior patamar absoluto de ausências registrado em uma eleição geral. Esse contingente de abstenções torna-se ainda mais crítico diante da vantagem estreita de apenas 1,87 ponto porcentual entre os candidatos, a menor diferença já observada entre os dois primeiros colocados em um primeiro turno presidencial. Flávio liderou a etapa inicial com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Cientistas políticos ouvidos pelo jornal Estadão apontam que o encerramento antecipado das disputas para o governo estadual gera um impacto duplo sobre as campanhas. Sem uma corrida eleitoral própria para o governo pela frente, o incentivo para prefeitos, deputados e lideranças locais manterem suas bases estruturadas e ativas tende a diminuir. Por outro lado, os governadores já vitoriosos ficam desobrigados de suas próprias campanhas, ganhando margem para canalizar suas redes políticas em prol da disputa nacional.

Diante desse cenário, as duas campanhas buscam alternativas estratégicas distintas para impedir a desmobilização nesses Estados e assegurar que as estruturas permaneçam ativas até o desfecho do pleito.

Histórico aponta alta abstenção

O histórico das eleições presidenciais fundamenta a preocupação das equipes de campanha. Um levantamento do Estadão sobre os pleitos realizados desde 2002 demonstra que, atribuindo o mesmo peso a cada Estado, a média de abstenção nas unidades que já haviam definido seus governadores subiu de 19,1% no primeiro turno para 22,4% no segundo, o que representa um acréscimo médio de 3,4 pontos porcentuais. O índice mais expressivo da série ocorreu em 2002, quando a taxa disparou de 20% para 26,1%, configurando uma variação de 6,1 pontos.

Com informações do Estadão 

[VÍDEO] DESASTRE NO NEPAL: Enchente e deslizamentos deixam mais de 100 estrangeiros ilhados

Terça, 13 de outubro de 2026


Vídeo: Reprodução/X

Uma forte enchente registrada no distrito de Gorkha, no Nepal, deixou mais de 100 cidadãos estrangeiros presos em diferentes pontos da região. Um deslizamento ocorrido no domingo (11) destruiu pontes, trilhas e parte de uma usina hidrelétrica, provocando cheias severas e o bloqueio do rio Budhi Gandaki, a aproximadamente 100 quilômetros a oeste de Katmandu, capital do país.

Diante da gravidade da situação, as autoridades nepalesas emitiram alertas para que os moradores deixem as áreas de risco. Conforme dados divulgados pela agência Reuters, equipes de salvamento já conseguiram resgatar 96 pessoas até o momento, incluindo nove estrangeiros.

Histórico de Alertas e Operações de Resgate

O rio Budhi Gandaki funciona como um afluente do rio Trishuli, situado abaixo de outro afluente afetado em agosto por um colapso de geleira que desencadeou uma enchente catastrófica. Naquela ocasião, o desastre deixou pelo menos 1.457 mortos e milhares de desaparecidos.

Nesta segunda-feira (12/10), o Exército nepalense deu continuidade às operações de resgate e busca na região afetada. Até o fechamento desta reportagem, não há registros de mortes confirmadas, mas cinco moradores de vilarejos locais permanecem incomunicáveis.

Com informações do Metrópoles

Rapidamente, TSE age e determina nova exibição de propaganda de Flávio Bolsonaro

 Terça, 13 de outubro de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconheceu, nesta segunda-feira (12), uma falha técnica que deixou sem áudio a propaganda eleitoral do senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o horário eleitoral gratuito na televisão. A Corte informou que o problema foi corrigido e que o material será exibido novamente, mas não divulgou a data nem o horário da retransmissão.

Segundo o tribunal, a falha ocorreu no Pool de Mídias, sistema utilizado na preparação dos arquivos destinados à transmissão das propagandas eleitorais. O problema foi identificado durante a finalização dos materiais que seriam exibidos no bloco das 13h, quando os áudios das campanhas de Flávio Bolsonaro e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foram carregados corretamente.

A equipe técnica conseguiu solucionar o problema antes da transmissão da propaganda de Lula, que seria exibida em segundo lugar na sequência prevista. Com isso, o programa do presidente foi ao ar normalmente, enquanto a peça de campanha de Flávio, apresentada primeiro, acabou sendo transmitida sem som.

Em comunicado, o TSE confirmou a correção do arquivo e informou que a propaganda do senador será reexibida conforme as regras estabelecidas pela Resolução nº 23. A Corte, entretanto, não especificou quando ocorrerá a nova transmissão.

Flávio questiona falha e pede compartilhamento de propaganda

Após o episódio, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo no Instagram em que comentou a diferença entre as transmissões das duas campanhas e levantou dúvidas sobre as circunstâncias da ocorrência.

“O do Lula tava com som tudo aqui, mas o meu transmitido sem som”, declarou o senador. 

Em seguida, questionou:

“Você acredita em coincidência? Cara, não. Não acredito.”

O parlamentar também pediu aos apoiadores que compartilhassem o material de sua campanha nas redes sociais, com o objetivo de ampliar o alcance da propaganda que foi exibida sem áudio na televisão.

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Consultoria internacional crava 80% de chance de vitória de Flávio Bolsonaro

Terça, 13 de outubro de 2026

A consultoria de risco político Eurasia Group aumentou de 70% para 80% a probabilidade atribuída à vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, previsto para 25 de outubro. A avaliação foi revisada após a divulgação dos primeiros levantamentos eleitorais realizados depois da votação de 4 de outubro.

Na direção oposta, a estimativa de reeleição de Lula recuou de 30% para 20%. Esses números representam a projeção da consultoria sobre as possibilidades de cada candidato vencer a disputa, e não o percentual de eleitores que declara intenção de votar em cada um.

A mudança na análise ocorreu depois do resultado do primeiro turno, quando Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%. A diferença entre os dois foi de 1,87 ponto percentual.

Os primeiros levantamentos sobre o segundo turno, contudo, mostraram uma distância maior entre os candidatos do que a esperada inicialmente pela Eurasia, que projetava uma vantagem de três a quatro pontos percentuais para o senador.ries

Em relatório assinado por Christopher Garman, diretor-gerente para as Américas da consultoria, a análise aponta que eleitores que apoiaram candidatos eliminados no primeiro turno estariam migrando majoritariamente para Flávio. O documento também avalia que parte dos eleitores ainda indecisos tenderia a favorecer o candidato do PL.

Segundo a consultoria, a manutenção de uma diferença relevante nas pesquisas a pouco mais de duas semanas da eleição influencia sua projeção. A análise considera que uma liderança persistente de Flávio até os dias finais da campanha tornaria mais difícil uma recuperação de Lula.


Fonte: Jornal da Cidade Online

4 novas pesquisas sobre a disputa presidencial

Terça, 13 de outubro de 2026

A disputa entre Flávio (PL) e Lula (PT) terá quatro novas pesquisas nacionais divulgadas nesta semana. O calendário começa na terça-feira (13), com o levantamento BTG/Nexus, segue na quarta-feira (14), com a Quaest e termina na quinta-feira (15), quando estão previstas as publicações de Datafolha e AtlasIntel.

As pesquisas vão apresentar novos retratos da corrida presidencial antes da votação decisiva, marcada para 25 de outubro. Além das intenções de voto, os questionários de Quaest, Datafolha e AtlasIntel incluem perguntas sobre rejeição, possibilidade de mudança de candidato e avaliação do governo federal.

Os levantamentos também vão investigar como os eleitores recebem propostas dos presidenciáveis e percebem temas como segurança pública, economia e mudanças nas regras do Supremo Tribunal Federal (STF). Cada instituto, porém, terá seu próprio conjunto de perguntas e período de coleta.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Tereza Cristina cita desejo de ser a 1ª mulher a presidir o Senado e vê ambiente favorável a impeachment de ministros do STF

Terça, 13 de outubro de 2026

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (12) que pretende disputar a presidência do Senado e se tornar a primeira mulher a ocupar o cargo. Em entrevista à GloboNews, ela revelou que já conversou sobre o assunto com o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

“Eu gostaria de ser a primeira mulher presidente do Senado”, declarou a parlamentar, que está na metade do mandato e ainda não decidiu se tentará a reeleição.

Tereza Cristina afirmou que também conversa com o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ela, por ser de centro-direita, tem maior alinhamento político com o potiguar.

A senadora não descartou uma eventual disputa com Alcolumbre. “Eu sempre disse a ele que eu gostaria de ser a sua sucessora”, afirmou, ressaltando que as articulações dependerão do resultado das eleições.

Na entrevista, Tereza Cristina também defendeu a possibilidade de o Senado discutir pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de 2027. Ela ponderou, porém, que o tema não deve ser a única prioridade da próxima legislatura.

Com informações de O Globo

[VÍDEO] Tarcísio critica manifestação da esquerda na Avenida Paulista: “Depredação, vandalismo, pichações, intolerância e falta de civilidade”

Terça, 13 de outubro de 2026

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou a depredação registrada na Avenida Paulista após ato do PT e acusou a esquerda de intolerância. Em vídeo publicado nas redes sociais, nesta segunda-feira (12), o governador comparou os episódios registrados no domingo (11) a manifestações anteriores pacíficas da direita no mesmo local e afirmou que o vandalismo demonstra “falta de civilidade”.

“Quem precisa quebrar para ter razão, já perdeu o argumento”, declarou Tarcísio, ao comentar imagens que mostram cenas de depredação e pichações em estações de metrô ao longo da avenida.

O governador afirmou que manifestações da direita na Paulista ocorreram sem intercorrências e classificou esses atos como manifestações de famílias. Em seguida, criticou a ocupação do espaço por apoiadores da esquerda. “Agora, o PT ocupa o espaço e o que a gente tem? Depredação, vandalismo, pichações, intolerância”, disse.

Na gravação, Tarcísio também afirmou que a destruição do patrimônio não representa convicção política. “O vandalismo nunca é ferramenta, é armadilha. Patrimônio destruído não prova convicção, é prova de falta de civilidade”, declarou.

O governador ainda questionou se haveria um pedido de desculpas por parte dos envolvidos e associou a falta de autocrítica à corrupção nos governos do PT. “E a gente pode esperar deles algum mea-culpa? Claro que não!”, afirmou.

Tarcísio também citou a tolerância política ao argumentar que a aceitação de comportamentos intolerantes pode ameaçar a própria convivência democrática. Na avaliação do governador, há uma contradição entre o discurso de defesa da democracia e as atitudes que atribuiu aos responsáveis pela depredação.

Ao final do vídeo, o governador disse se identificar com manifestações que reúnam famílias, idosos, crianças e trabalhadores. “Eu fico com a manifestação do verde e amarelo, das famílias, dos idosos, das crianças, daqueles que trabalham e produzem. E podem ter certeza que um tempo de esperança está chegando para o Brasil”, concluiu.

A frase de Lula que causou revolta nas redes

Terça, 13 de outubro de 2026

Segunda-feira, 28 de setembro, noite, comício em Belém, às vésperas do Círio de Nazaré. Falando de exame de próstata, o presidente da República disse que “homem não gosta de tomar toque” e que “mulher aprende a tomar toque desde pequena”. Jakelyne Loiola registrou as duas frases com o contexto na terça-feira, 29 de setembro, e o contexto não salva nada. Leia de novo, devagar, com uma menina de dez anos em casa. Foi o que o Brasil fez naquela manhã.

A reação começou na madrugada de terça (29/9). Fernando Holiday, 1h48: “Que mulher o presidente conhece e que foi tocada na infância? Quem tocou? Ele denunciou? Ele acha isso normal? Ele tocou em alguma?” Carlos Bolsonaro: “Deixem nossas crianças em paz, canalhas!” Gustavo Gayer e Júlia Zanatta repetiram o mesmo pedido: Lula, não toque nas crianças. Marcel van Hattem chamou a fala de “uma banalização do abuso infantil” e, com Sanderson, representou contra o presidente; na quarta-feira, 30 de setembro, a representação foi parar no SBT.




A resposta mais dura veio de quem tem menina em casa. Flávio Bolsonaro, na terça (29/9), em vídeo: “Lula, eu tenho duas filhas mulheres pequenas, uma de 14 e uma de 12 anos, e elas não estão acostumadas a tomar toque desde criança, não.” Alfredo Gaspar ofereceu duas hipóteses: “Sua fala é criminosa e merece repulsa firme da sociedade ou ele está completamente gaga.” Damares Alves lembrou a geografia: “E foi em Belém, bem perto do Marajó, onde tantas meninas sofrem com esses ‘toques’ que ele agora normaliza.” À tarde, ela foi mais fundo: “Eu fui uma menina vítima de abuso. Conheço essa dor. E, justamente por isso, cobro responsabilidade de quem ocupa o cargo mais alto do país.”

Os números não deixam a frase virar piada. Alexandre Ramagem, na terça (29/9): “O Brasil registra cerca de 184 casos de estupro de vulnerável por dia entre menores de 14 anos.” Júlia Zanatta lembrou os mais de 84 mil estupros registrados só em 2025. Damares contou outra história: o Congresso aprovou há quase dois anos o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, o governo vetou o trecho que obrigava a permanência do nome do criminoso no cadastro, e a ferramenta até hoje não saiu do papel. É o mesmo governo cujo chefe, no palanque, acha que menina se acostuma.

Faça o teste com a cobertura. André Fernandes, na terça (29/9): “Você percebe o tamanho da besteira que o Lula falou quando vê a mídia modificando por conta própria o que ele disse pra não pegar tão mal.” Filipe Barros juntou as duas censuras da semana: “Ao mesmo tempo que Lula quer poder atribuir a Flávio o que este não disse, também quer impedir você de mostrar o que ele próprio disse.” Jorge Seif Junior fechou o raciocínio: “O presidente que se diz defensor das mulheres, ao vivo, normalizando assédio como se fosse coisa corriqueira. Não é piada. É o que ele pensa.”

Houve mais. Na quarta (30/9), Lula disse ter pena de quem tem diploma e vota em Bolsonaro, como anotou Jorge Seif Junior na quinta-feira, 1º de outubro: “Economista, cientista, universitário com diploma na mão votando no campo conservador é, para ele, sinal de que a pessoa não aprendeu nada.” Chris Tonietto fez a conta inversa: “quanto mais uma pessoa estuda, menos vota no PT”. E, na terça (29/9), tinha feito a pergunta que todo mundo queria fazer: “Será que as feministas ainda vão continuar passando pano depois dessa?”

Rogério Marinho, na terça (29/9): “Tocar uma criança é CRIME e normalizar isso é abjeto!” Alfredo Gaspar lembrou na quinta (1º/10) que, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os feminicídios bateram recorde no ano passado, e Damares cobrou na quarta (30/9) o orçamento de proteção à mulher que o governo, segundo ela, executou em apenas 0,1%. No sábado, 3 de outubro, Flávio fechou a campanha com o tema: “Faz o 22 para proteger nossas crianças!” A dona de casa que ouviu as duas frases da segunda (28/9) não precisou de intérprete.

Essa é uma matéria da Revista A Verdade! Acesse a última edição no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/revistas/averdade/303

da Redação / Jornal da Cidade Online

CASO MASTER: PF vai entregar a Fachin arquivos que citam ministros do STF

Terça, 13 de outubro de 2026

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, recebe nesta terça-feira (13) o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, para tratar de informações do caso Banco Master que mencionam ministros da Corte e seus familiares.

O material que será entregue a Fachin foi extraído dos celulares do banqueiro Daniel Vorcaro e de seu cunhado, Fabiano Zettel. Segundo informações do blog do jornalista Elijonas Maia da CNN, a PF pretende colocar os dados à disposição do Supremo para esclarecer a situação e encerrar controvérsias. A elaboração de relatórios específicos sobre os magistrados dependerá de uma decisão do tribunal.

De acordo com informações do g1, pelo menos seis dos dez ministros do STF ou pessoas de suas famílias são mencionados em diferentes contextos. Os documentos também incluem referências a integrantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Entre os registros já encaminhados a Fachin estavam informações sobre encontros entre Vorcaro e o ministro Dias Toffoli, além de mensagens relacionadas a pagamentos, à empresa familiar do magistrado e ao resort Tayayá, no Paraná. O documento, entregue em fevereiro, reunia dados preliminares e não representava um relatório final de indiciamento.

Após a entrega, Toffoli deixou a relatoria dos processos relacionados ao Master, e André Mendonça assumiu o caso. Posteriormente, Fachin arquivou trechos do relatório referentes à suspeição.

Com informações de CNN Brasil e g1

Contato : (84) 9 9151-0643

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