Neste domingo (13), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), diretamente da capital Macapá, fez fortes críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP):
"Eu vi boneco meu enforcado, eu vi cartazes, panfletos me atacando. Eu vi carros com bandeiras, sem pessoas dentro, pra poder vir lá trabalhar o nosso manifestação. Mas sabe o que é interessante? Eu queria ver essa disposição toda pra poder levar água pro Amapá", afirmou.
"Eu queria saber, ô Colômbia, a sua disposição em um Macapá que 85% não tem 40% de esgoto. Eu quero aqui puxar uma salva de palmas pro Davi Alcolumbre, porque esse estado é o estado mais violento do país. Davi Alcolumbre, lave a sua boca pra falar de Nikolas Ferreira", declarou.
"E eu não tenho dúvidas que ano que vem quem vai estar aqui do meu lado vai ser Jair Messias Bolsonaro. Tentaram nos calar, tentaram nos perseguir, mas nós continuaremos", disse.
Um grupo formado por magistrados, empresários, professores, advogados e representantes da sociedade civil declarou apoio às medidas adotadas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.
Ao todo, o documento reúne 199 assinaturas. Os signatários afirmam que as iniciativas tomadas por Fachin têm como objetivo preservar a autoridade da Corte e permitir a apuração das “gravíssimas acusações” que vieram a público nas últimas semanas.
Além de manifestar apoio a Fachin, o documento cobra transparência nas investigações e na sessão plenária extraordinária prevista para terça-feira (15). Na ocasião, o STF transmitirá ao vivo o julgamento do pedido de abertura de investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes no caso relacionado ao Banco Master.
Na avaliação dos signatários, o país atravessa “a mais grave crise da história do Supremo Tribunal Federal” e uma das mais sérias já enfrentadas pelas instituições durante a história republicana brasileira.
A carta defende que os fatos sejam devidamente investigados e que eventuais responsáveis por violações da lei ou da dignidade dos cargos que ocupam sejam responsabilizados. Para os autores, a adoção dessas medidas é fundamental para reconstruir a confiança da população nas instituições e contribuir para a preservação da democracia.
O grupo também considera necessárias mudanças institucionais no funcionamento do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o documento, as reformas devem ampliar a colegialidade, garantir maior imparcialidade nos julgamentos, evitar conflitos de interesse, estabelecer critérios mais rigorosos de conduta e fortalecer a transparência e o controle social sobre o STF e seus integrantes.
Na conclusão, os signatários ressaltam que o Supremo não pode permitir que sua jurisdição seja “capturada por interesses escusos”, sejam eles de natureza pessoal, política ou econômica, que atentem contra a democracia constitucional.