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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Moro dá forte resposta a Gilmar após ser atacado

Sábado, 28 de fevereiro de 2026



Ao discursar sobre os 135 anos da Corte, o magistrado ironizou o ex-juiz da Operação Lava Jato.

Em tom de deboche, Gilmar afirmou:

“Moro precisava de ter ghostwriters, porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra tigela”.

Moro não deixou barato:

"O ministro Gilmar Mendes quer desviar a atenção da opinião pública sobre a matéria da revista The Economist na qual foi retratado de maneira bem negativa. Devia falar sobre ela e não sobre bobagens."

O senador ressaltou um trecho da revista:

“A interação entre empresas e o judiciário é comum. Gilmar Mendes, o juiz do STF com o mandato mais longo, realiza uma festa anual em Lisboa com dezenas dos políticos, magistrados e empresários mais importantes. Muitos dos presentes têm processos pendentes no STF. O evento, apelidado de “Gilmarpalooza” pela imprensa brasileira, é organizado por uma universidade privada fundada por Mendes e agora dirigida por seu filho. Essa universidade já recebeu financiamento da J&F Investimentos, holding que controla a JBS, a maior empresa de processamento de carne do mundo. A J&F tinha processos pendentes no STF na época do financiamento.”


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Um dos maiores grupos econômicos do Brasil faz alerta sobre iminente risco de falência

 Sábado, 28 de fevereiro de 2026

Uma situação extremamente complicada e que vai exigir um gigantesco trabalho de reestruturação.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), uma das maiores redes de varejo alimentar do país, informou ao mercado que enfrenta um cenário financeiro delicado e que existe risco para a continuidade de suas operações diante da pressão sobre o caixa e do elevado endividamento.

Em comunicado recente, a companhia alertou para incertezas relacionadas à sua capacidade de seguir operando normalmente, em meio ao aumento da alavancagem e à necessidade de renegociar dívidas com vencimentos relevantes nos próximos anos. O alerta acendeu preocupação entre investidores e provocou forte volatilidade nas ações da empresa, que acumulam queda próxima de 25% desde o início de 2026. 

Analistas apontam que o principal problema do GPA é a combinação de geração de caixa insuficiente e dívida elevada, estimada em cerca de R$ 2,7 bilhões, valor superior ao próprio valor de mercado da companhia.

A empresa vem registrando queima de caixa há vários trimestres, com custos financeiros consumindo os ganhos operacionais, o que levou o mercado a avaliar a necessidade de uma capitalização entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões para reforçar o caixa. Enquanto tenta implementar cortes de despesas e um plano de reestruturação, o grupo enfrenta ainda incertezas sobre o consumo no varejo e mudanças recentes na liderança executiva, fatores que ampliam o risco percebido pelos investidores quanto à sustentabilidade financeira da companhia no curto prazo.

O presidente do grupo, Alexandre Santoro, declarou que o prejuízo é inaceitável para uma empresa do tamanho e tradição do GPA. 

“Uma companhia com a operação, a marca e a posição de mercado que o GPA possui não pode permanecer anos sem gerar caixa”, declarou Santoro em uma teleconferência na quarta.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Contato : (84) 9 9151-0643

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