martins em pauta

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Lua de sangue poderá ser vista do RN durante eclipse lunar em agosto

Terça, 11 de agosto de 2026

Screenshot

Foto: Reprodução 

Moradores do Rio Grande do Norte poderão observar, a olho nu, um eclipse lunar parcial na madrugada do dia 28 de agosto. O fenômeno, que pode deixar a Lua com aparência avermelhada, será visível em todo o Brasil. A fase parcial começa na noite do dia 27 e segue pela madrugada do dia 28.

O eclipse será o segundo fenômeno desse tipo registrado em agosto. Antes dele, no dia 12, ocorrerá um eclipse solar total, mas o evento não poderá ser observado do Brasil.

A observação começa ainda na noite de quinta-feira (27). A fase parcial do eclipse terá início por volta das 23h33 e atingirá o ponto máximo às 1h12 da sexta-feira (28). A fase parcial termina às 2h51, enquanto a etapa penumbral segue até as 4h01.

O fenômeno poderá ser acompanhado sem equipamentos especiais, desde que as condições do céu estejam favoráveis. A melhor visualização ocorre em locais com pouca iluminação artificial e com o horizonte livre.

No eclipse lunar, a Terra fica posicionada entre o Sol e a Lua. Com isso, a sombra do planeta atinge a superfície lunar e faz com que parte do satélite natural fique escurecida. Em determinadas condições, a Lua pode adquirir uma tonalidade avermelhada, fenômeno popularmente conhecido como “Lua de sangue”.

Tribuna do Norte

Michelle vai participar do programa eleitoral de Flávio Bolsonaro, confirma Valdemar

Terça, 11 de agosto de 2026

Fotos: Redes sociais/Reprodução | Carlos Moura/Agência Senado

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contará com a participação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) no horário eleitoral. Segundo o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ela já sinalizou que irá gravar com o enteado, segundo apuração da revista Veja.

Michelle, que também é candidata ao Senado pelo Distrito Federal, voltou a produzir vídeos de apoio a candidatas do partido. Segundo Valdemar, ela deve conciliar a agenda eleitoral com a campanha presidencial de Flávio.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), também deverá participar dos programas. Ele deu sinal verde à equipe de marketing de Flávio após se reunir com o marqueteiro Duda Lima.

Outro nome que terá espaço na propaganda será o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), escolhido como vice de Flávio. Relator da CPMI do INSS, ele deverá abordar as investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas e fazer críticas a integrantes ligados ao governo Lula.

A estratégia prevê que Gaspar tenha um papel mais combativo, enquanto Flávio deverá buscar acenos ao centro e apresentar uma imagem mais moderada em relação à do pai, Jair Bolsonaro.

Com informações de Veja

Justiça mantém preso ex-marido de Maria da Penha após audiência de custódia em Natal

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Divulgação

A Justiça decidiu manter a prisão preventiva de Marco Antônio Heredia Viveros, ex-marido de Maria da Penha, após audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (10), em Natal. O colombiano foi detido na capital potiguar no domingo (9). As informações são do G1.

Viveros está preso por determinação da Justiça do Ceará após, segundo o Ministério Público do Ceará (MPCE), descumprir medidas protetivas que impedem a divulgação de informações sobre o processo de violência contra Maria da Penha e sobre as vítimas.

A defesa pretende pedir que a prisão preventiva seja convertida em prisão domiciliar. Os advogados devem apresentar como argumentos a idade e as condições de saúde de Viveros. O pedido ainda precisa ser analisado pela Justiça.

O caso chegou à Justiça após Viveros conceder uma entrevista à TV Record na qual falou sobre o episódio de violência contra Maria da Penha. A decisão judicial considerou que havia elementos indicando o descumprimento das medidas protetivas e determinou também a retirada de conteúdos relacionados à entrevista das plataformas onde foram publicados.

As medidas protetivas foram determinadas em 2024 pelo 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza. A decisão protege Maria da Penha e duas das três filhas do casal.

Viveros vive em Natal há aproximadamente 10 anos. Segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, o mandado de prisão preventiva foi expedido no sábado (8), a pedido do MPCE, e cumprido no dia seguinte.

O ex-marido de Maria da Penha foi condenado pela tentativa de homicídio contra ela, ocorrida em 1983, em Fortaleza. O caso ganhou repercussão nacional e internacional e contribuiu para a criação da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006.

A legislação, que estabelece mecanismos de proteção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, completou 20 anos em agosto de 2026.

Foto: Reprodução

g1

Preso suposto líder de grupo criminoso que controlava passeios 4×4 no litoral potiguar

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Divulgação/PCRN

Um homem de 45 anos foi preso nesta segunda-feira (10) suspeito de ser um dos chefes de uma organização criminosa que, segundo a Polícia Civil, buscava controlar os serviços de passeios turísticos em veículos 4×4 no litoral do Rio Grande do Norte.

A prisão ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, com apoio da Polícia Penal. As investigações apontam que o grupo colocava regras e preços aos prestadores de serviço e restringia a atuação de profissionais que não seguissem as determinações.

Segundo a Polícia Civil, entre as práticas atribuídas ao grupo estão ameaças, constrangimentos ilegais, intimidações e danos a veículos.

Ainda segundo a polícia, durante a prisão do homem nesta segunda-feira, foram encontrados indícios de negociação e venda ilegal de armas de fogo, inclusive para pessoas ligadas a facções criminosas.

As investigações tiveram início em 2024 e deram origem à Operação Litoral, em fevereiro de 2025. Na época, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Natal, Parnamirim, Nísia Floresta e João Pessoa, na Paraíba.

Durante a operação, os policiais apreenderam armas de fogo, munições, documentos e outros materiais que passaram a integrar a investigação.

Com o avanço das apurações, a Polícia Civil afirmou ter identificado uma atuação “estável e coordenada” do grupo. Ao fim do inquérito, dez pessoas foram indiciadas, de acordo com a participação atribuída a cada uma, pelos crimes de associação criminosa, constrangimento ilegal e ameaça.


Fonte: Blog do BG


CADEIRA DE BARROSO É SÓ A PRIMEIRA: Próximo presidente da República vai escolher três ministros do STF

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Divulgação/CNJ

Quem vencer a disputa presidencial em outubro, seja Lula (PT) em busca da reeleição, seja Flávio Bolsonaro (PL), segundo colocado nas pesquisas, vai ter nas mãos um poder que atravessa mandatos: a indicação de pelo menos três ministros ao STF (Supremo Tribunal Federal).

O calendário é definido pela aposentadoria compulsória aos 75 anos, regra que vale desde a PEC da Bengala, de 2015. No próximo mandato presidencial, que começa em janeiro de 2027, três ministros batem a idade limite: Luiz Fux, em abril de 2028; Cármen Lúcia, em abril de 2029; e Gilmar Mendes, em dezembro de 2030, no último suspiro do governo seguinte.

A vaga de Barroso que já está travada

Antes mesmo dessas três saídas programadas, há uma cadeira aberta desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Lula tentou emplacar o advogado-geral da União, Jorge Messias, mas o Senado rejeitou a indicação por 42 votos a 34.

Davi Alcolumbre (UNIÃO-AP), prometeu à oposição que a escolha ficará para o presidente eleito em outubro o que faz da vaga de Barroso, na prática, a primeira nomeação do próximo mandato, ainda que o anúncio saia antes da posse.

Lula já indicou quatro dos onze ministros atuais: Cristiano Zanin, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Dias Toffoli. Se vencer a eleição e conseguir emplacar a vaga de Barroso, chega a cinco. Com mais as saídas de Fux e da própria Cármen Lúcia ao longo de um eventual segundo mandato, o petista pode fechar 2030 com seis indicações, a maioria dos assentos da Corte.

Um triunfo de Flávio Bolsonaro inverteria o placar: ele herdaria a vaga de Barroso, mais as saídas de Fux, Cármen Lúcia e, dependendo do calendário eleitoral, também a de Gilmar Mendes decano da Corte e nome historicamente mais próximo do bolsonarismo do que do PT. Seria a chance de o campo conservador reequilibrar uma composição hoje majoritariamente indicada por Lula e Dilma.

Portal NDMais

[VÍDEO] BOMBA: Depoimento de comerciante indica possível trama para forjar acusação de estupro contra vice de Flávio

Terça, 11 de agosto de 2026

O depoimento prestado por um comerciante carioca aponta suposta armação envolvendo o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e pagamentos de pelo menos R$ 16 mil para forjar a acusação de estupro contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), vice na chapa presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A Câmara enviou o depoimento do comerciante ao STF. O relato foi colhido pela Polícia Legislativa de forma virtual em 23 de abril, após a corporação ser acionada pelo próprio Alfredo Gaspar. O parlamentar alagoano relatou que o depoente teria ligado para seu gabinete funcional a fim de denunciar a possível trama. As informações são do portal Metrópoles.


Hugo Motta faz declaração espantosa às vésperas da eleição (veja o vídeo)

 Terça, 11 de agosto de 2026

Hugo Motta assumiu de vez a carapuça...

Em declaração espantosa, Motta afirmou:

"Nós iremos declarar esse apoio ao presidente [Lula] porque ele converge com aquilo que pensamos ser o melhor para o país."

Veja: 


Fonte: Jornal da Cidade Online

Conheça ex-jogadores de futebol que vão concorrer a cargos nas Eleições 2026

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Reprodução

As movimentações para as Eleições de 2026 já começaram, e os partidos já estão definindo seus candidatos. Assim, ex-jogadores que marcaram época no futebol brasileiro surgem como concorrentes a um cargo político neste pleito e contam com suas trajetórias no esporte como um diferencial em suas campanhas.

Com Copa do Mundo no currículo e passagens por grandes clubes no Brasil, como Palmeiras, Corinthians e Vasco, Edmundo concorre a uma vaga como deputado federal no Rio de Janeiro, pelo PSDB. Em suas redes sociais, o ex-atacante vem divulgando sua candidatura, e elementos ligados ao Vasco, clube do qual é ídolo, aparecem com frequência.

Outro atleta que representou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo e está concorrendo a um cargo federal é Luís Fabiano. O ex-atacante, ídolo do São Paulo, é candidato a deputado federal por São Paulo, pelo MDB.

O ex-atacante Finazzi, com passagem pelo Corinthians entre 2007 e 2008, também concorrerá a deputado federal por São Paulo, pelo MDB. Muito lembrado por seu período no time paulista, desde sua aposentadoria vem atuando como treinador e seu último time foi o Sertãozinho, no qual comandou o clube na reta final da segunda divisão do Campeonato Paulista de 2026.

Washington “Coração Valente”, que teve passagens de destaque por Athletico-PR, Fluminense e São Paulo, é mais um ex-jogador que busca uma vaga de deputado federal, pelo MDB, mas, desta vez, no Distrito Federal. Esta é a terceira vez que ele concorre ao cargo e pelo terceiro estado diferente. Em 2014, ele buscou uma vaga pelo Rio Grande do Sul e, em 2022, por Sergipe.

Ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca é candidato a deputado distrital pelo Distrito Federal nas eleições de 2026, pelo Republicanos. Essa não é a primeira tentativa do ex-jogador na política, que já concorreu a cargos pelo PSB e pelo PT, mas ainda não foi eleito.

Outro grande nome do futebol brasileiro que vai buscar sua carreira na política é o treinador Vanderlei Luxemburgo. Ele, um personagem marcante dentro das quatro linhas, concorrerá a uma vaga no Senado pelo estado do Tocantins, pelo Podemos.

Por fim, Marcos Braz, que apesar de não contar com uma carreira como jogador, ficou marcado como dirigente do Flamengo entre 2018 e 2024. Agora, disputa uma vaga de deputado federal pelo PSDB no Rio de Janeiro.

Com informações de Pleno News

 

 

Deputado dos EUA surpreende com montagem de Lula preso com garrafa de cachaça

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Reprodução/X

O deputado republicano Carlos Gimenez, da Flórida, publicou nas redes sociais uma montagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma imagem inspirada na fotografia de Nicolás Maduro divulgada por Donald Trump após a prisão do então líder venezuelano. Na postagem, o parlamentar escreveu que aquilo seria “o que o espera”.

Na montagem, Lula aparece com o mesmo moletom cinza usado por Maduro na foto publicada por Trump e segura uma garrafa de cachaça. A publicação foi posteriormente compartilhada pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo influenciador Paulo Figueiredo.

Gimenez é integrante do Partido Republicano e apoiador de Trump. Horas depois da primeira publicação, ele voltou a criticar Lula e afirmou que o presidente brasileiro estaria sob influência de lideranças que chamou de “castrocomunistas”.

“A hostilidade de Lula em relação a Marco Rubio não surpreende. Diante de uma liderança firme que defende a liberdade, a esquerda radical responde com ataques. O Brasil merece mais: liberdade, democracia e um futuro longe da influência ‘castrocomunista’”, escreveu o deputado.

Com informações da Jovem Pan

Ex-presidente dos Correios depõe à PF por suposta fraude em eleições

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-presidente dos Correios Fabiano Silva dos Santos (foto em destaque) prestou depoimento à Polícia Federal, em 9 de julho, em um inquérito que investiga suposta interferência na eleição de 2024 do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco).

A investigação foi instaurada a pedido do procurador Athayde Ribeiro Costa, que fez parte do núcleo duro da finada Operação Lava Jato. Em despacho obtido pela coluna, ele apontou “indícios mínimos” de corrupção, prevaricação e falsidade ideológica na relação entre a estatal e dirigentes do Sindifisco, que representa os servidores de uma das categorias mais bem pagas do país.

À coluna, o advogado Michel Saliba, que representa o ex-presidente dos Correios, afirmou que Athayde age por “vingança” (Fabiano é uma das principais lideranças do Grupo Prerrogativas, crítico da Lava Jato).

O Sindifisco afirma que a investigação representa uma nova tentativa de sustentar uma acusação de fraude que foi rejeitada em diferentes instâncias. Os Correios informaram que ainda não foram oficialmente notificados sobre o caso e que adotarão as medidas administrativas e legais cabíveis quando isso ocorrer.

O caso começou com uma acusação feita por George Alex Lima de Souza, candidato derrotado na disputa pelo comando do Sindifisco.

A denúncia sustenta que os Correios interferiram na eleição ao adotar um procedimento especial para receber cartas-respostas utilizadas na votação. A acusação percorreu diferentes instâncias desde então — e, segundo o Sindifisco, esta é agora a oitava frente aberta pelo candidato derrotado para tentar sustentar a mesma tese.

Fonte: Blog do BG

Sem Lula em debate, Flávio vira vidraça e PL veta participação

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Wilton Junior/Estadão

A arena dos debates na TV começou neste domingo com os embates nos estados. Já na corrida presidencial, a largada será no próximo dia 23. No entanto, o confronto direto entre os dois principais adversários da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), não deve ocorrer no primeiro turno.

Teoricamente, o maior interesse em comparecer aos estúdios é da oposição, que necessita de espaço na mídia para desgastar a gestão atual. Mas, por ora, o PL veta, nos bastidores, a participação do filho “zero um” do ex-presidente Jair Bolsonaro se o petista não estiver presente.

A ausência do rival cria pontos de tensão para o grupo conservador. A análise é a seguinte: Com o presidente Lula presente, os holofotes se voltam contra a gestão atual, restando a Flávio Bolsonaro apenas alguns confrontos diretos com os outros postulantes ao cargo.

Sem Lula na bancada, o parlamentar fluminense pode atacar o governo livremente. Por outro lado, porém, passa a ser a principal vitrine do programa.

Concorrentes na corrida ao Planalto como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) podem mirar suas baterias contra o congressista do PL, cobrando inclusive o legado do governo de seu pai.

Outra observação levantada é que os outros opositores estão com pontuação baixa na pesquisa, sem chegar aos dois dígitos. Não haveria, portanto, uma necessidade de entrar neste confronto, até porque Flávio pode precisar de todos no segundo turno.

Até chegar o momento de Lula participar de debates, a expectativa é de que Flávio também já esteja mais treinado. Há uma preocupação sobre o preparo físico e emocional do candidato do PL para suportar a pressão do embate ao vivo.

Em 2016, Flávio passou mal e quase desmaiou durante um debate pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Dez anos depois, ele está mais calejado na política. No entanto, ainda não foi submetido a um teste de tamanha tensão nacional.

Passar mal novamente na televisão seria um vexame para a campanha. Sua ausência, contudo, geraria risco de transmitir sinal de fraqueza.

Para a candidatura de Lula, a ausência gera menor desgaste político. Embora a falta continue sendo um desrespeito ao eleitor, que merece o confronto de ideias para decidir seu voto.

Além disso, há um histórico consolidado de ausências. O próprio ex-presidente Jair Bolsonaro faltou a encontros no primeiro turno de 2022, o que limita a margem para que o filho “Zero Um” explore a ausência do petista.

A pragmática história do boicote ao 1º turno

A recusa de candidatos à reeleição em participar de confrontos na TV no primeiro turno é uma tática consolidada no País desde a aprovação da emenda da reeleição, em 1997. O objetivo é sempre o mesmo: preservar a vantagem nas pesquisas e evitar servir de escada para os concorrentes.

  • Fernando Henrique Cardoso (1998): Ausentou-se de todos os debates no primeiro turno. A eleição foi liquidada sem a necessidade de um segundo turno.
  • Luiz Inácio Lula da Silva (2006): Faltou a todos os confrontos da primeira fase da campanha, inclusive aos promovidos por grandes redes como Band e TV Globo, retornando aos estúdios apenas no segundo turno.
  • Dilma Rousseff (2014): Quebrou o padrão dos antecessores e participou dos principais debates no primeiro e no segundo turno.
  • Jair Bolsonaro (2022): Adotou um modelo híbrido. Esteve presente nos debates da TV Bandeirantes e da TV Globo no primeiro turno, mas faltou aos confrontos organizados por pools de imprensa (como Veja/SBT/CNN e TV Aparecida). No segundo turno, compareceu a todos os embates.

    Estadão

Rogério Marinho critica jantar de Lula e Alcolumbre na casa de Moraes: “linha perigosa”

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Edilson Rodrigues

O senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou o encontro que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) tiveram na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em Brasília (DF), na última terça-feira (4). O parlamentar se manifestou por meio de nota.

Segundo Marinho, que é coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, o jantar na casa de Moraes ultrapassa uma linha perigosa.

– Articulação política e construção de maiorias fazem parte da democracia. Mas quando acordos políticos passam a ser costurados na sala de jantar de ministros do STF, ultrapassa-se uma linha perigosa – escreveu.

Ele apontou ainda que ministro do STF não é articulador partidário. Marinho apontou que a resposta será nas urnas.

– Ministro do Supremo não é articulador partidário, fiador de acordos políticos nem operador de sucessões no Congresso. Quando magistrados envolvidos em inquéritos de enorme impacto político e eleitoral participam dessas articulações, a imparcialidade e a separação dos Poderes ficam sob suspeita. O que vemos é um sistema se movimentando para preservar poder e influência e tentando impedir a vitória de Flávio Bolsonaro e do nosso campo político. Nossa resposta será nas urnas. Eles têm os acordos de cúpula. Nós temos o povo.

A reunião de Lula e Alcolumbre também foi mediada pelo ex-advogado do petista e atual ministro do STF, Cristiano Zanin. A relação entre Lula e Alcolumbre estava estremecida desde a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, para indicação ao STF no Senado. Alcolumbre teve um papel relevante na derrota do governo Lula nesse episódio.

De acordo com o Globo, o jantar teve duração de três horas, e um dos principais assuntos abordados foi o fim da escala de trabalho 6×1, bandeira eleitoral de Lula. O texto da PEC foi aprovado na Câmara dos Deputados no primeiro semestre deste ano e encontra-se parado no Senado esperando ser pautado.

Na avaliação de interlocutores, o projeto ainda terá que esperar o fim do processo eleitoral. O principal objetivo do encontro foi “aparar as arestas” entre os chefes do Executivo de Legislativo, tendo a conversa transcorrido em “tom amistoso”.

As informações são do Poder360

Revelado como Lula usa Trump para ganhar votos em pleno ano eleitoral

Terça, 11 de agosto de 2026

A postura antiamericana adotada recentemente por Lula e seu governo é mais um exemplo da seletividade petista e da estratégia de fortalecer aliados ideológicos e de priorizar a própria imagem acima de qualquer coisa.

A seletividade fica muito clara diante da mudança brusca de posicionamento em relação aos EUA com a troca de governo entre Biden e Trump. Bastou os democratas passarem o bastão para os republicanos para que, repentinamente, a gestão petista passasse a criticar, por exemplo, as deportações em massa, algo que também era praticado na mesma proporção pelo governo Biden, mas Lula e seus ministros simplesmente optavam pelo silêncio.

O fato de os EUA terem hoje um governo não democrata e, acima de tudo, liderado por uma figura polêmica como Trump representa a oportunidade de ouro para que a esquerda brasileira, especialista em rótulos e narrativas, tenha o inimigo perfeito para manipular o eleitorado.

Quanto ao fortalecimento de aliados, é uma questão que precisa ser analisada pela perspectiva da disputa geopolítica entre Estados Unidos e China. Enquanto os dois gigantes medem forças para garantir domínio sobre setores estratégicos, o Brasil, como parceiro comercial de ambos, se torna ferramenta estratégica no jogo para fortalecer ou enfraquecer um dos lados. Nesse sentido, Lula, como admirador e aliado do Partido Comunista Chinês, coloca nosso país no colo do regime de Xi Jinping, reproduzindo discursos anti-dólar, tensionando a relação com os EUA através de ataques em seus discursos, etc.

Mas o principal fator, na minha visão, ainda é a priorização da própria imagem. A relação estremecida com os EUA e principalmente as sobretaxas impostas pelo governo Trump a determinados produtos brasileiros são a “muleta” perfeita para Lula em ano eleitoral.

Ao longo desses 3 anos e meio o petista fez de tudo para, através da interferência política no IBGE com Márcio Pochmann na presidência do instituto e também de sua aliança com a diretoria da FAO (responsável pelo Mapa da Fome), mascarar o caos criado pela sua política populista, mas os dados oficiais não têm impedido que o cidadão sinta no bolso a realidade de ir ao supermercado e não conseguir comprar metade do que comprava poucos anos atrás com o mesmo valor.

Tal qual fez Dilma em meados de 2015, Lula conseguiu colocar novamente o Brasil em uma crise econômica sem precedentes mesmo sem ter um grande fator externo e alheio ao seu controle, como uma pandemia. No entanto, as tarifas extras dos EUA caíram como uma luva para o discurso petista.

A ausência de relação entre a crise brasileira e as tarifas dos EUA é óbvia para quem acompanha os fatos com um olhar técnico, mas para o eleitorado leigo, que representa um grande percentual da população, isso não é tão óbvio assim e a narrativa de Lula do “grande culpado” pode acabar colando.

Paulo Baltokoski. Analista político 

Código de ética para o Judiciário proposto por Fachin não prevê punições para descumprimento de regras, nem inclui ministros do STF

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF

O presidente do STF e do CNJ, ministro Edson Fachin, apresentou ao Conselho Nacional de Justiça uma minuta para criar uma política nacional de prevenção e gestão de conflitos de interesse no Judiciário. A proposta, porém, não prevê punições específicas para o descumprimento das regras e não se aplica aos ministros do Supremo.

Apresentado em 4 de agosto, o texto ainda será discutido e votado pelo CNJ. A proposta tem caráter “predominantemente preventivo e orientador” e busca estabelecer mecanismos para identificar situações que possam comprometer a imparcialidade de magistrados e servidores.

Entre as medidas estão consultas preventivas, gestão de riscos e uma declaração de interesses para identificar vínculos familiares, profissionais e econômicos que possam gerar conflitos. A minuta também trata de situações como participação em eventos patrocinados por empresas, recebimento de presentes e hospitalidades e atividades acadêmicas ou empresariais.

O texto não cria novas hipóteses de impedimento, suspeição ou infração disciplinar. Eventuais punições continuariam baseadas na Constituição, na Lei Orgânica da Magistratura e em normas já existentes.

Por que o STF fica de fora?

A exclusão dos ministros do STF decorre dos limites de atuação do CNJ, que não tem competência constitucional para regulamentar a conduta dos integrantes da própria Suprema Corte.

A ausência do STF, no entanto, é apontada por especialistas como uma fragilidade da iniciativa. O código de ética específico para os ministros do Supremo, também defendido por Fachin, ainda não avançou na Corte.

A minuta ainda deverá passar por análise dos integrantes do CNJ antes de uma eventual aprovação.

Com informações de Gazeta do Povo


MARIO SABINO: Programa de governo de Lula: balelas, lorotas e mentiras

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Por Mario Sabino, Metrópoles

O programa de governo de Lula é uma compilação de balelas realizadas, lorotas em andamento e mentiras a ser implantadas.

O partido do chefão está no poder desde 2003, à exceção do intervalo de 5 anos e 7 meses, soma dos mandatos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, e o programa de governo de Lula dá a entender que o Brasil, já um sucesso fenomenal graças a ele e ao PT, irá galgar ainda mais andares no ranking das nações nos próximos quatro anos, caso o chefão petista seja reeleito.

Por Mario Sabino, Metrópoles

Perfis de Lula e do PT gastaram mais de R$ 1 milhão em anúncios nas redes sociais no mês anterior ao início da campanha eleitoral

Terça, 11 de agosto de 2026

Foto: Ricardo Moreira/Getty Images

O PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva gastaram pouco mais de R$ 1 milhão em impulsionamento de publicações no Facebook e no Instagram entre 6 de julho e 4 de agosto, período anterior ao início da campanha eleitoral.

Segundo dados da Meta, o perfil do PT publicou 951 anúncios, com gasto de R$ 747,5 mil. Já a conta de Lula fez 723 publicações patrocinadas, que custaram R$ 263,1 mil.

Com o valor desembolsado, o PT foi a página política que mais gastou com anúncios nas plataformas no período.

Lula também intensificou os gastos na reta final. Dos últimos 90 dias analisados, R$ 226,2 mil foram gastos apenas entre 29 de julho e 4 de agosto.

O impulsionamento permite ampliar o alcance das publicações, que passam a ser exibidas como anúncios para um público maior.

Os gastos ocorrem enquanto o TSE analisa questionamentos sobre a publicidade do governo. Na semana passada, o ministro André Mendonça determinou que o governo federal informe os gastos com publicidade entre 2023 e 2026, após pedido do PL.

Contato : (84) 9 9151-0643

Contato : (84) 9 9151-0643