Quarta, 18 de fevereiro de 2026
Cláudio Duarte conclama a todos os brasileiros de bem que se manifestem.
“Não dá mais pra esconder. O que vimos e ouvimos nos últimos meses, anos, sobre o governo Lula, já nos dá um basta”.
Veja o vídeo:
Quarta, 18 de fevereiro de 2026

Cláudio Duarte conclama a todos os brasileiros de bem que se manifestem.
“Não dá mais pra esconder. O que vimos e ouvimos nos últimos meses, anos, sobre o governo Lula, já nos dá um basta”.
Veja o vídeo:
Quarta, 18 de fevereiro de 2026

O episódio ocorreu em pleno ar, obrigando a tripulação a acionar o procedimento de emergência para garantir a segurança de todos.
O confronto começou quando dois passageiros entraram em desentendimento, e rapidamente a discussão se transformou em agressão física, envolvendo outras pessoas no momento. Testemunhas a bordo relataram que socos foram trocados e que a situação ficou tão tensa que os comissários de bordo tiveram dificuldade para controlar a confusão. Com a escalada da violência, a decisão de interromper o voo foi tomada pelo piloto, que comunicou a todos os ocupantes sobre a situação e realizou o pouso emergencial em um aeroporto ainda não especificado.
Viajantes que presenciaram a cena contaram que momentos de pânico e gritos tomaram a cabine de passageiros, com vários envolvidos caídos no chão da aeronave. Equipes de resgate e agentes de segurança aguardavam o avião no solo para atender os feridos e tomar as providências cabíveis.
Ao chegar ao aeroporto, equipes médicas prestaram socorro imediato às vítimas da briga, enquanto as autoridades competentes iniciaram a apuração dos fatos para identificar os envolvidos e responsabilizá-los criminalmente. Não foram divulgados nomes, nem a condição de saúde atual dos feridos, mas a reportagem destacou que a agressão foi intensa e deixou marcas visíveis nos envolvidos.
O voo era da companhia aérea britânica Jet2, partindo de Antalya, na Turquia, com destino a Manchester, no Reino Unido, e teve que ser desviado para a Bélgica.
Especialistas em aviação ouvidos pela imprensa reforçaram que situações como essa são extremamente perigosas, não apenas para os passageiros que se enfrentam, mas para todos os ocupantes e a tripulação, podendo comprometer a segurança do voo.
Quarta, 18 de fevereiro de 2026

Lula desafiou despudoradamente as leis eleitorais e colocou o Tribunal Superior Eleitoral sob desconfiança. Quando parte da imprensa admite abusos, mas dá a entender que ficará por isso mesmo, sinaliza para a sociedade que a nossa democracia é de faz de conta, que a Justiça Eleitoral não é séria e tem lado. Ou seja: Lula colocou o nosso sistema eleitoral sob escrutínio, desconfiança e riscos de deslegitimação.
Não há volta: ou a Justiça Eleitoral trata o abuso de poder econômico e político como tal ou a sua desmoralização e do processo eleitoral estarão consumados.
Veja o vídeo:
Quarta, 18 de fevereiro de 2026

Muitos se perguntam onde estava o Conselho de Valores Mobiliários (CVM), no caso do Banco Master, que deixou passar batido os descalabros praticados por Daniel Vorcaro que, ao final de cada trimestre, hipervalorizava os títulos públicos, em carteiras, a modo de fechar balanços de forma fraudulenta.
O que não é divulgado é que o CVM é uma estrutura que perdeu musculatura, tendo hoje cerca de 280 conselheiros para fiscalizar o inteiro Sistema Financeiro nacional e que perdeu metade do orçamento em 10 anos, de cerca R$ 60 milhões para R$ 31 milhões.
Hoje, observada a influência política e jurisdicional no Sistema Financeiro do Brasil, considerada a liquidação pregressa do Banco Santos, entende-se melhor a fragilização do CVM.
João Pedro Nascimento, então presidente do CVM, renunciou a presidência do conselho, ao sofrer pressões políticas para deixar passar sucessivos relatórios que apontavam fraudes e manipulações de balanço e operações no Banco Master, denunciando a interferência política deletéria sobre órgãos reguladores, não somente do Sistema Financeiro nacional.
Não se pense que essa interferência se limite às esquerdas e ao PT, no caso, de Jacques Wagner, do PT baiano, que colocou Vorcaro no gabinete de Lula, por exemplo.
Ciro Nogueira, do União Brasil, envolvido no escândalo até o pescoço, queria porque queria que Nunes Marques relatasse o caso Banco Master, pelo fato de ter sido ele quem indicou o ministro do STF a Jair Messias Bolsonaro.
Explica também do porquê o BRB, dirigido de forma indireta por Ibaneis Rocha, governador do DF, comprou R$ 12 bilhões de títulos fraudados do Banco Master sem checar a origem, a custódia pregressa destes títulos.
Não se pense também que investidores, se é que se pode chamar de investidores, deixaram de comprar títulos ofertados a taxas de 120%, no caso, ofertados pelo BRB, e que acharam compradores, agora, depois da eclosão do escândalo!
De todo e qualquer modo, o que está em jogo é a credibilidade dos bancos e instituições financeiras brasileiras, sem a qual, tudo vai abaixo, sobretudo, em um sistema que parece ser mais gerido por políticos e magistrados, que por banqueiros.
Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.
Fonte: Jornal da Cidade Online