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sábado, 15 de janeiro de 2022

Prefeito de Sobral, Ivo Gomes, é vítima de golpe pelo Whatsapp e faz alerta a contatos

Sábado, 15 de Janeiro de 2022


O prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), usou as redes sociais, nesta sexta-feira, 14, para alertar seus contatos de que foi vítima de um golpe por um usuário do WhatsApp. Na publicação, o pedetista afirma que alguém estaria usando um número desconhecido com sua foto de perfil para aplicar golpes financeiros pelo aplicativo de mensagens.

"Alerta de golpe. Estão usando esse número para se passar por mim e aplicar golpes financeiros no WhatsApp", escreveu o prefeito em foto divulgada no seu Instagram. Em 2021, outros políticos cearenses também foram vítimas do uso das redes sociais para crimes virtuais. É o que ocorreu com o governador do Ceará, Camilo Santana (PT).

Em agosto, o petista que teve o telefone celular invadido por hackers. Segundo o gestor, os criminosos roubaram dados da sua agenda de contatos e enviaram mensagens no nome dele, na tentativa de aplicar golpes financeiros. Um estudo divulgado pela empresa de segurança digital Kaspersky concluiu que quase 90% dos golpes pela internet no Brasil se propagam via WhatsApp.

Para denunciar golpes virtuais, a população pode denunciar os casos, links e anúncios suspeitos por meio de Boletim Eletrônico ou no telefone do Disque-denúncia, o 181. Além disso, as vítimas podem procurar a Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE), na Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), no número (85) 3101-2505, ou no Departamento de Inteligência Policial (DIP) pelo telefone (85) 3101-2511.

(O Povo) / Sobral 24 Horas

Ao saber de pedido de abertura de nova CPI, Hang ‘tira onda’ e diz: "Me chama que eu vou"

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

"Senadores querem mais uma temporada da CPI da Pandemia, será que dessa vez vai estar disponível na @netflixbrasil? kkkk. Infelizmente, só querem palco para causar barulho, realizar acusações infundadas e gastar dinheiro público. A primeira temporada da CPI durou seis meses e qual benefício trouxe para o combate a pandemia? Desde o início tenho dito que o nosso único inimigo é o vírus, mas alguns não entendem isso. Se quiserem me chamar novamente para participar desse seriado, que está mais para novela mexicana, eu aceito, desde que seja para discutir ideias com o intuito de sair dessa crise, pensando nos interesses de toda a população e não de meia dúzia de políticos. Você concorda?"

Este foi o post do empresário Luciano Hang em suas redes sociais, assim que ficou sabendo que o senador ‘Dpvat’, Randolfe Rodrigues, está ingressando com pedido de abertura de nova CPI.

O novo colegiado teria o mesmo objetivo do anterior ou seja, ‘investigar’ supostos crimes do governo federal no âmbito das ações de combate contra a pandemia, mas, desta vez, teria incidência ‘sobre fatos’ ocorridos após o encerramento da primeira CPI.

Hang ainda postou um cartaz nas redes, com as frases “me chama que vou”, 'já estou com a roupa de ir', muito provavelmente com o objetivo de retomar o verdadeiro ‘baile’ que ele deu em seus ‘inquisidores’.

É preciso reconhecer, entretanto, que uma nova CPI, se aprovada, considerando-se a duração de seis meses e um início, por exemplo, em março, seria encerrada a apenas dois meses do primeiro turno das eleições, tornando-se apropriada para a esquerda e os opositores do governo Bolsonaro explorarem suas narrativas infundadas, porém barulhentas, nas mãos de uma velha mídia ‘vendida e militante’.

Definitivamente, ‘eles têm método’ e irão fazer de tudo, até o trabalho mais sujo, para ‘tomar’ o poder.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Bolsonaro revela como ministros do STF tentaram atrapalhar o aumento do Bolsa Família (veja o vídeo)

Sábado, 15 de Janeiro de 2022

Governar o Brasil tem sido uma tarefa árdua para o presidente Jair Bolsonaro.

Além de conviver diariamente com os ataques da esquerda e da velha mídia, ainda precisa aturar as seguidas interferências do Legislativo e do Judiciário.

O próprio Supremo, em diversas oportunidades, já agiu para frear as decisões do Executivo.

Recentemente, Bolsonaro revelou que ministros do STF chegaram até a atrapalhar o aumento do Bolsa Família.

"Para majorar o programa Bolsa Família, o STF falou que eu tinha que pagar uma dívida de R$ 90 Bilhões que vinha desde FHC, passou por Lula, Dilma, Temer, e [era] pra eu pagar de uma vez só", disse o presidente.

Confira:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Velha mídia surta após Bolsonaro chamar Flavio Dino de “gordo”

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

A mídia está surtando porque Bolsonaro chamou Flávio Dino, o esbelto e malhadíssimo governador do Maranhão, de gordo.

O mesmo governador já chamou Bolsonaro de genocida, psicopata e serial killer.

Nestes casos, a mídia se manteve em um silêncio ensurdecedor.

Neste mundo do politicamente correto, dois fatos se destacam:

1 - Uma verdade ofende mais do que muitas mentiras.
2 - Não importa O QUE é dito. Só importa QUEM diz.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Influenciadora que fez o polêmico vídeo do Bradesco reaparece e novamente complica o banco

Sábado, 15 de Janeiro de 2022


Uma delas dizia ainda que a criação de gado contribui para a emissão dos gases de efeito estufa.

A reação da categoria foi imediata e extremamente forte. Pecuaristas e entidades ligadas ao setor começaram a retirar suas contas e aplicações junto ao Bradesco.

O rombo certamente foi enorme.

No momento seguinte, o vídeo foi retirado do ar e o banco emitiu um comunicado se isentando de qualquer responsabilidade sobre o ocorrido e reiterando sua confiança e apoio ao setor.

Mariana Prado Nunes, uma das influenciadoras que participou do vídeo, acaba de desmascarar o Bradesco.

Segundo ela, o roteiro e a versão final do vídeo foram validados e aprovados previamente pelo banco.

Mariana ainda se diz frustrada com a atitude da instituição financeira de retirar o vídeo do ar.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Moro elogia Lula e web se revolta com tamanha insensatez e cara de pau (veja o vídeo)

Sábado, 15 de Janeiro de 2022

O pré-candidato à Presidência Sergio Moro compartilhou em suas redes sociais um vídeo muito estranho.

Em determinado trecho, o ex-juiz diz não ter problema pessoal com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, acredite se quiser, chega a elogiar a "política social" de Lula.

“Agora, não é uma questão pessoal.

Eu nunca tive nenhum problema pessoal com o ex-presidente Lula, acho que, durante o governo dele, essa ênfase na política social foi importante”, disse Moro.
“Embora tenha sido uma continuidade do Bolsa Escola, do presidente Fernando Henrique”, emendou.

Inacreditável!

Na web, os internautas estão criticando Moro sem parar.

Confira:

Ministro da Saúde desmoraliza Doria

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022


Queiroga acusou o governador de usar a vacina contra Covid-19 como “palanque eleitoral”.

O ministro ficou indignado com a participação do governador, visivelmente eleitoreira, na vacinação contra a doença da primeira criança brasileira.

O detalhe é que todos os imunizantes aplicados no Brasil, inclusive as doses pediátricas, foram totalmente adquiridos pelo governo Bolsonaro.

A participação de Doria no evento, da forma como ocorreu, só demonstra que por detrás de seu discurso empolado se esconde a personificação do que existe de mais abjeto na política brasileira.

De qualquer forma, Doria não engana mais ninguém...

Vive o seu derradeiro momento como político com mandato.

O ostracismo o aguarda.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Balança comercial registra maior superávit da série histórica em 2021; Exportações mais as importações atingiram recorde de US$ 500 bilhões

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Indicador de Comércio Exterior (Icomex), divulgado hoje (14) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta que a balança comercial brasileira registrou, no ano passado, o maior superávit da série histórica, no valor de US$ 61,2 bilhões, US$ 10,8 bilhões a mais em relação ao saldo de 2020.

A corrente de comércio, que soma exportações mais importações, atingiu recorde de US$ 500 bilhões, resultado do aumento de 34,2% nas exportações e de 38,2% nas importações em 2021, ante o ano anterior. Segundo a FGV, contribuiu para o aumento das exportações a variação dos preços, que subiram 29,3%, enquanto o volume evoluiu apenas 3,2%. Já nas importações, o volume cresceu 21,9% e os preços aumentaram 13,1%.

As exportações de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) tiveram participação de 67,7% nas exportações totais, mostrando expansão de 37,3% em valor. Os preços tiveram incremento de 38,9%, contra recuo no volume de 1,8%. Já as exportações de não commodities cresceram 28,1%, resultado do aumento dos preços (12,4%) e do volume (13,5%).

Do mesmo modo, as importações de commodities elevaram sua participação na pauta de 7% para 8,5%, na passagem de 2020 para 2021. Essa alta foi associada a uma variação de 69,5% em valor, com aumento nos preços de 36,4% e no volume de 23%. No caso das não commodities, que explicaram 91,5% das compras externas do Brasil, a variação em valor foi de 35,8%, com aumento no volume de 22% e nos preços de 11,1%.

De acordo com o Icomex da FGV, não é esperada uma nova onda de aumento nos preços das commodities no mercado internacional, embora este ano mostre um cenário de incertezas em função dos efeitos da seca e da chuva em algumas safras, do menor ritmo de crescimento da China e de uma possível intensificação do uso de subsídios em alguns países, como Estados Unidos, em relação ao mercado de carne bovina. Preocupa também, no âmbito interno, a variação cambial no ano eleitoral.

Composição

O Icomex da FGV mostra que não ocorreram mudanças na composição da pauta brasileira. Os setores de agropecuária e extrativa registraram saldos positivos de U$ 46,6 bilhões e 62,8 bilhões, respectivamente, enquanto a indústria de transformação teve saldo negativo de US$ 45,3 bilhões. “A dependência de commodities primárias na geração de superávits torna o comércio exterior mais sujeito às flutuações de preços”, analisa o documento.

Destinos

A China continua liderando as exportações e importações brasileiras. Embora sua participação nas exportações tenha recuado de 32,4% para 31,3%, em 2021 em comparação a 2020, as exportações para o mercado chinês aumentaram 29,4%. As importações também cresceram em valor (45,2%), com aumento de preços de 9,9% e de 22,5% no volume. O superávit subiu de US$ 33 bilhões para US$ 40,1 bilhões.

Em contrapartida, o déficit comercial com os Estados Unidos, segundo maior parceiro do Brasil, evoluiu de US$ 6,4 bilhões para US$ 8,3 bilhões. Para a Argentina, o superávit de US$ 591 milhões registrado em 2020 deu lugar a um déficit, em 2021, de US$ 69,9 milhões.

O Icomex aponta ainda que, puxada pela China, a Ásia confirmou sua liderança no comércio exterior brasileiro. A participação da região nas exportações do país, sem a China, atingiu 15,1%, superando a da União Europeia (13%). Nas importações, a participação foi de 12,2%, inferior aos 17,4% de participação da União Europeia.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Óbvio, real superdesvalorizado as exportações vai bombar. Meia dúzia de produtores rurais comemoram,.enquanto a população sofre com a inflação galopante. Muuuu

    1. Seu Jorge, o senhor tá sabendo que os governadores esquerdistas vão descongelar o ICMS, pra o preço subir mais e culpar o governo?

Brasileiro roubou nome de criança morta nos EUA e viveu como americano por 25 anos

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

Foto: reprodução/Twitter

“Nome completo?”

“Eric Ladd”, responde Ricardo. “É muito comum a gente dar nome de guerra nos Estados Unidos, isso em todas as companhias [aéreas]. Eles pedem para a gente não divulgar muito o nome completo, peço desculpas, mas por Eric Ladd todo mundo me conhece.”

“Local de nascimento?”

“Atlanta, Geórgia”, diz o homem que, segundo o governo americano, é natural de São Paulo.

É assim que se apresenta, em uma transmissão ao vivo de agosto de 2020 no canal brasileiro de YouTube PandAviation, o sujeito que o Departamento de Estado americano afirma que é Ricardo César Guedes.

Convidado a falar sobre sua história de quase 25 anos como comissário de bordo da United Airlines, uma das maiores companhias aéreas do mundo, Ricardo (ou Eric) conta que nasceu nos Estados Unidos, mas, filho de mãe brasileira —aqui se confunde e diz que “meio que os dois”, pai e mãe, são brasileiros—, foi criado em São Paulo. Arremata afirmando que se considera paulistano e que voltou aos EUA aos 22 para trabalhar com aviação.

Hoje ele está preso. Segundo o governo americano, por roubar a identidade de William Ericson Ladd, este sim nascido em Atlanta, no estado da Geórgia, em 1974 —e morto em um acidente de carro antes que completasse cinco anos de idade.

O brasileiro Ricardo César Guedes obteve passaporte dos EUA, fez carreira na aviação, casou-se e comprou uma série de bens fingindo ser americano durante os mais de 25 anos que assumiu a identidade de uma criança morta em 1979, segundo a acusação.

Considerado comissário sênior, chegou a participar de voos humanitários em meio à retirada das tropas ocidentais do Afeganistão, em agosto do ano passado. Fã da Apple, transportava iPhones para vender no Brasil e apareceu em vários veículos jornalísticos em 2012, inclusive nesta Folha, sempre com o nome de Eric Ladd, como a primeira pessoa a comprar uma nova versão do iPad em Nova York após 30 horas de fila.

Ativo na comunidade da aviação brasileira, participava de eventos e palestras, lembra Lito Sousa, ex-mecânico de aviões e hoje um dos influenciadores mais famosos da área. “Ele me escreveu em 2018 dizendo que viria a um evento no Brasil e queria me conhecer. Trouxe bombons com formato de avião que ele mesmo havia feito. Depois nos encontramos em um voo, ele me tratou superbem. E aí o convidamos para jantar aqui em casa. Uma pessoa agradável, boa de conversa”, conta.

Na semana passada, Sousa recebeu da esposa uma sugestão de tema para seu canal no YouTube: a história de um comissário de bordo brasileiro que fingiu ser americano por mais de duas décadas, contada pela primeira vez pelo jornal Houston Chronicle, da cidade do Texas onde o suposto Eric Ladd vivia.

“Estranhei e reconheci o sobrenome. Mandei uma mensagem para ele, ele não recebeu. Fui ver o Instagram, tinha sido apagado. A gente ficou incrédulo. Ninguém nunca desconfiou de nada.”

Não se sabe exatamente como Guedes conseguiu a identidade da criança morta, mas, segundo o governo americano, ele entrou duas vezes no país com o nome brasileiro e visto de turista, em 1994 e 1996. No ano desta segunda viagem, Guedes conseguiu emitir um número de seguridade social (equivalente ao CPF no Brasil) com o nome de Ladd, morto havia 17 anos, no estado da Carolina do Norte, vizinho da Geórgia. Em 1997, foi contratado pela United Airlines —ele havia feito cursos de comissário de bordo no Brasil.

Seu primeiro passaporte americano foi emitido em 14 de abril de 1998, também sem sustos. Ele renovou ou pediu alterações (como mais páginas, já que pela profissão viajava muito) no documento seis vezes, em 2006, 2007, 2009, 2013, 2015 e 2018. Em todas, sem obstáculos burocráticos.

A luz de alerta foi acesa em 2020, quando Ladd se casou com um brasileiro e pediu a alteração do passaporte, para incluir o sobrenome do marido. O Escritório de Assuntos Consulares do Departamento de Estado estranhou que o número de seguridade social tivesse sido emitido só quando ele tinha 22 anos —o documento muitas vezes é expedido para bebês, que precisam ser inscritos em planos de saúde dos pais ou em programas de benefícios do governo.

O órgão então identificou outra pessoa de mesmo nome, data e local de nascimento, o verdadeiro William Ericson Ladd, morto mais de quatro décadas antes. Foi aí que a investigação começou. Ao pesquisar a vida do homem, encontraram uma série de laços com o Brasil —como o fato de ter ido ao país em mais da metade das 40 viagens que fez ao exterior naquele 2020.

Nas redes sociais dele, o governo americano identificou uma brasileira que parecia, pelas fotos e publicações, ser sua mãe. O Consulado Geral dos EUA no Recife foi acionado, e bases de dados apontaram que ela tinha um filho, nascido no Brasil, com mais ou menos a mesma idade do homem.

Os americanos, então, compararam as impressões digitais que o governo brasileiro tinha coletado, nos anos 1990, do filho da mulher e confirmaram que Ricardo César Guedes e aquele que se apresentava como William Ericson Ladd eram a mesma pessoa. O passo seguinte foi consultar a família Ladd, que confirmou a morte do menino e disse que nunca havia visto a pessoa que se passava por ele.

Depois de quase um ano de investigações, Guedes foi preso em 22 de setembro de 2021, no Aeroporto Intercontinental George Bush, em Houston. Os agentes o encontraram no portão de embarque e o levaram até uma sala privada, onde ele se identificou como William Ericson Ladd e apresentou o passaporte.

No interrogatório, ele foi alertado: é crime mentir a um agente federal, e o governo sabia de sua identidade verdadeira. Ele respondeu que nasceu nos EUA, mas foi criado por pais missionários no Brasil.

O processo que tramita na Justiça do Texas relata que um policial afirmou que tinha uma certidão de óbito do verdadeiro Ladd, o que fez Guedes se calar. As autoridades ainda mostraram uma foto do túmulo da criança morta, no Alabama. O brasileiro então invocou seu direito de ficar calado e foi detido.

Na prisão, quando a polícia foi colher suas impressões digitais, Guedes perguntou qual nome deveria preencher no formulário. Segundo o processo, ao ouvir que deveria escrever seu nome verdadeiro, assinou “R. Cesar Guedes”.

Com um mandado de busca e apreensão, autoridades encontraram na casa dele, em Houston, duas cópias da certidão de nascimento de Ladd e um cartão com seu nome verdadeiro. Na ocasião, o marido disse aos agentes que o conhecia desde a infância, no Brasil, e que sabia que ele não era quem dizia ser. Segundo a acusação, o parceiro deve perder a autorização para viver nos EUA, já que entrou com o processo na imigração com base no casamento com um falso cidadão americano.

Guedes, que não tem nenhum outro histórico criminal nos EUA, continua preso no Texas, aguardando o julgamento, marcado para 18 de abril. Procurada, a defesa dele afirmou à Folha que não comentaria o caso. Consta no processo que, no momento da prisão, ele disse aos agentes: “Eu tinha um sonho, e o sonho acabou. Agora preciso encarar a realidade”.

FolhaPress

Filhos matam pai a facadas após ele descumprir medida protetiva, no DF; Decisão judicial proibia o homem de se aproximar deles e da ex-esposa

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

Imagem: reprodução

Dois jovens, de 20 e 23 anos, foram detidos em flagrante na noite desta sexta-feira em Recanto das Emas, no Distrito Federal, após assassinarem o próprio pai a facadas. Em depoimento à polícia, ambos alegaram que a vítima havia descumprido uma decisão judicial que o proibia de se aproximar da família, devido às repetidas ameaças contra os filhos e a ex-companheira.

De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o homem, de 46 anos, teria aparecido de surpresa na casa da família. Após iniciarem uma discussão, os vizinhos acionaram a PM às 22h30, alegando que pai e filhos estavam “em vias de fato”, usando facas. Mas, ao chegarem no local, a vítima já estava morta.

Na delegacia, os jovens afirmaram que o crime foi em legítima defesa, após também terem sido ameaçados pelo pai. Os dois rapazes foram levados para o 27º Departamento de Polícia, no Recanto das Emas, onde o caso é investigado. Na 27ª DP, os irmãos foram autuados em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil. Eles devem passar por audiência de custódia neste domingo (16/1).

Com informações de O Globo e Metrópoles

OPINIÃO DOS LEITORES

Taxa de transmissão da covid ultrapassa pico da pandemia no Brasil

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

Foto: Herculano Barreto/UOL

A taxa de transmissão (Rt) do novo coronavírus ultrapassou o pico da pandemia no Brasil, iniciando a terceira onda no país, afirmam especialistas. O Rt no Brasil atingiu hoje a marca de 1,53, contra um índice de 1,29 em 16 e 17 de março do ano passado, momento crítico da segunda onda do coronavírus.

Os dados foram coletados a pedido do UOL pela Info Tracker, plataforma de monitoramento da pandemia das universidades estaduais USP e Unesp.

Os pesquisadores consideram que essa taxa precisa ficar abaixo de 1 para que a pandemia esteja controlada. Quando ela chega a 1, cada pessoa pode contaminar uma outra. Se for maior do que isso, cada doente poderá transmitir o coronavírus para mais de uma pessoa.

“Com um Rt em 1,53, 100 infectados podem contaminar 153 pessoas”, explica a pós-doutoranda da USP e uma das coordenadoras da Info Tracker, a professora da Unesp Marilaine Colnago.

Imagem: reprodução/UOL

Em 2021, o Rt permaneceu acima de 1 durante todo o mês de janeiro, depois caiu e ficou abaixo disso até 23 de fevereiro, quando voltou a ultrapassar esse teto e atingir o pico da segunda onda em 16 e 17 de março, quando marcou 1,29.

Esse patamar só voltou a ficar abaixo de 1 em 18 de abril, superando a marca constantemente até meados do ano, quando, finalmente, baixou a 0,62 no dia 16 de julho.

A pandemia parecia controlada quando, em dezembro, a variante ômicron desembarcou oficialmente no Brasil. Desde então, a taxa de transmissão não parou de subir, voltando a romper o teto de 1 em 26 de dezembro.

No dia 7 de janeiro, o Rt ultrapassou a barreira em todas as regiões do Brasil. No dia 9, a taxa nacional chegou a 1,31 —ultrapassando o pico da pandemia, em março passado— e agora bate em 1,53.

“A taxa de transmissão da ômicron é impressionante. Em nenhum momento da pandemia recebi um número tão grande de pacientes com covid-19 como agora”, afirma o médico infectologista Marco Aurélio Sáfadi, professor na Santa Casa de São Paulo.

“Não há nenhuma dúvida de que estamos na terceira onda. Essa não é uma onda, é um tsunami, como a gente costuma dizer. Ela será a responsável pelo maior número de casos na pandemia. Em dez, 15 dias, acredito que haverá meio milhão de casos diários em São Paulo”, diz Marco Aurélio Sáfadi, infectologista.

“Certamente estamos na terceira onda”, concorda Marilaine Colnago, da Info Tracker. “Nunca tivemos números tão elevados de contágio.”

Hospitais e vacina

Infectologista, a professora de medicina Joana D’arc Gonçalves diz que a boa notícia é que “a ômicron é uma variante mais branda e grande parte da população está imunizada”.

Mesmo assim, afirma, os casos são tantos que “muitos doentes crônicos e não vacinados estão sendo hospitalizados, sobrecarregando a assistência hospitalar”.

O professor da Santa Casa explica que, além de mais transmissível, a ômicron “tem a capacidade de driblar nosso sistema imune”.

“Vacinados e infectados com versões anteriores do vírus não demonstram resposta imune capaz de impedir reinfecção”, diz o médico, que ressalva:

“Isso não deve ser confundido como perda de importância da vacina. Ao contrário: vacinados têm evolução clínica melhor do que os não imunizados”, diz.

“O principal papel da vacina é reduzir risco de complicações e gravidade. Não tem o poder de eliminar o vírus. Tem o poder de blindar a população para que a gente comece a convier com formas mais transmissíveis e menos graves do vírus”, afirma o infectologista Marco Aurélio.

A professora lembra que “a terceira dose é bem mais eficaz contra a ômicron” e o ideal é “vacinar o máximo de pessoas possível”.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Tomei as três doses, mas continuo andando com todos os cuidados para não contrair essa doença – A COVID. É verdade que o número de óbitos diminuiu consideravelmente, no entanto o contágio subiu às alturas. Podemos tomar até dez vacinas, no entanto vamos continuar contraindo a doença. É fato.

  2. O passaporte serve pra quê? Por que exigir passaporte? Teoricamente, pra não transmitir. Se quem tá vacinado não morre, por que exigir passaporte se todos transmitem? Ou o vírus do não vacinado é pior do que o vacinado? É só uma pergunta.

Empresário da área de vigilância privada é assassinado a tiros no interior do RN

 Sábado, 15 de Janeiro de 2022

Foto: O Câmera

Raimundo Carreiro de Almeida Filho, de 46 anos de idade, foi morto com tiros de pistola 9mm e escopeta calibre 12, quando o mesmo chegava em casa numa motocicleta, na Rua Governador Cortez Pereira, na Vila Brasília, na Serra do Mel, crime que aconteceu na manhã deste sábado, 15 de janeiro.

Não existem muitas informações sobre a motivação para o crime e nem sobre os criminosos, apenas que a vítima era natural da cidade de Fortaleza, no estado do Ceará e mantinha uma empresa de vigilância particular “Agilidade Dez” no município de Porto do Mangue, há pouco mais de 03 anos e fazia segurança para um grupo, dono de salinas na região.

A equipe de perícia criminal do Itep, localizou capsulas e fragmentos das munições utilizadas para matar o vigilante/empresario. Depois dos procedimentos de perícia no local do crime, o corpo foi removido para ser examinada na Unidade Regional do Itep em Mossoró.

Portal Grande Ponto via O Câmera

A “elite cultural” e a falsa liberdade

Sábado, 15 de Janeiro de 2022

A chamada "elite cultural" diz que o brasileiro tem "síndrome de vira-latas".

Mas, querem saber? Essa "elite cultural" é que é vira-lata.

Concentrada na região sudeste, especificamente no eixo Rio-São Paulo, a chamada "elite cultural" que não passa de um bando de hipócritas e intelectuais de lixeira criados nos maconhódromos dos DCE´s de universidades públicas, é formada por jornalistas, filósofos de merda, pseudos-artistas e outros alucinados que vivem nas festinhas regadas a cocaína e muita maconha.

São os críticos e os "formadores de opinião", filósofos e especialistas que não entendem nada de coisa alguma, a não ser da qualidade do pó que consomem, mas revestem-se de uma pretensa "sapiência" para soltarem suas lacrações cotidianas.

Isso não vem de agora. Nossa "elite cultural" passou décadas cultuando lixos que vinham de fora, enquanto marginalizava a bossa nova. Precisou a bossa nova ser reconhecida no exterior e vir de fora, para sair da marginalização do Beco das Garrafas e ganhar espaço no seu próprio berço.

Enquanto a "elite cultural" pagava pau (vou pegar a gíria emprestada dos paulistas) para lixos importados, o Agenorzinho, coitado, lavava carros pelas ruas para sobreviver. Quem era o Agenorzinho? O que chamavam de Cartola, que com imensa genialidade e sensibilidade compôs "As Rosas Não Falam", "O Mundo é um Moinho", "Preciso Me Encontrar", "O Sol Nascerá" e outras pedras preciosas cujo brilho não era visto pela "elite cultural". Só reconheceu depois que Cartola morreu.

A "elite cultural" puxou o saco de um analfabeto ladrão chamado Lula, enquanto pregava que um gênio chamado Enéas Carneiro era um doido varrido, e o pior... A maior parte desse povo atrasado que é o brasileiro comprou a ideia. Tão atrasado que só reconheceu a genialidade do Enéas depois que ele morreu.

A elite cultural, que antigamente se reunia em botecos para filosofar sobre causas como Amazônia, índios e etc sem nunca ter saído da Augusta ou do Leblon, hoje vê rebatidas todas as suas desinformações. Não cola mais o "papo cabeça" deles, porque derrubamos com facilidade as merdas que eles falam.

E por que essas coisas aconteciam? Porque disseminavam suas ideias como sendo verdades absolutas? Por que impunham seus conceitos à sociedade que julgavam inferior? Eis a resposta: Porque a "elite cultural" dominava as comunicações, como via de mão única. Eles falavam e o povo apenas ouvia. Eles impunham seus conceitos idiotas e os enlatados que interessavam a eles sobre os outros, e ditavam os modismos. Faziam o povo verdadeiramente de gado, e o povo - sem opinião própria - seguia essa gente.

Hoje as coisas estão mudando. Com as redes sociais, nós, o povo, ganhamos voz. Ganhamos o poder de rebater instantaneamente aqueles que antes eram chamados de formadores de opinião, e desnudamos o caráter deles.

Pelo Twitter, Face, Instagram e etc, nós devolvemos os tapas na cara que eles nos dão, e os enfraquecemos. Não permitimos mais a manipulação, e eles já não ditam mais as regras. Isso fez com que os ditadores da verdade, sejam eles jornalistas, filósofos de merda e intelectuais maconheiros, perdessem força, e mais... O respeito.

Por mais que tentem transformar lixos em ídolos e ídolos em lixo; por mais que tentem nos formatar, suas narrativas não colam e não funcionam. Cada um de nós ganhou a capacidade de criticar e de colocar os lixos nos seus devidos lugares e não dentro de nossas casas como a elite cultural antigamente fazia.

É por isso que quando se fala de "regulação de mídia" e "controle das mídias sociais" os mesmos esquerdistas, que antes formavam a nata da "elite cultural" e que vomitavam a palavra "liberdade" a cada segundo, se cala. Eles não gostam nadinha dessa liberdade que temos, e por eles, manteriam o monopólio das narrativas.

Cartola ídolo, Lula ladrão, comunismo genocida, Chico Buarque um cantor de merda, Enéas um gênio e por aí as coisas vão tomando seus verdadeiros contornos, independente do que a elite cultural tente nos impor.

Estamos dissolvendo os antigos "gênios" e filósofos de botequim e a prova disso é que merdinhas metidos a cineastas, como Wagner Moura, tentam nos jogar as doutrinações, e se tornam fracassos. Tanto é que aqueles "especialistas" e professores de filosofia que antes eram vistos como ápices da sapiência, para nós não passam de maconheiros alucinados. Tanto é que artistas como Ivete Sangalo mandam o Presidente ir "tomar no cu" e minutos depois são mandados para o mesmo lugar.

A elite cultural viu seu fim, e não podemos deixar essa liberdade que hoje temos de demolir as estátuas dos "donos da verdade" ser destruída por tribunais e parlamentares que querem voltar no tempo e retirar nossa liberdade de dizer o que pensamos.

E o que fazem contra nós? Pelos seus braços jurídicos dentro de cortes superiores nos perseguem, nos prendem, desmonetizam nossos canais e tentam nos calar à força.

Mas não vão.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9604-4055

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