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sábado, 21 de agosto de 2021

AO VIVO: Pacheco sob pressão / Caçada aos conservadores / 7 de setembro proibido? (veja o vídeo)

Sábado, 21 de Agosto de 2021

Para falar sobre o momento tenso que o Brasil está vivendo, o Debate JCO recebe o advogado Renato Gomes e o comentarista político, Gustavo Gayer.

Segundo o artigo 5º da Constituição de 1988, “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização”.

Nesta mesma Constituição, versa que é livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou ideias, por qualquer meio, e sem dependência de censura.

Mas parece que esses trechos foram revogados, mesmo que sejam cláusula pétrea, por quem deveria ser o guardião da Constituição.

Com a tentativa de conter a sanha ditatorial, o presidente Jair Bolsonaro requereu ao Senado o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e, em breve, pedirá também o do ministro Barroso. Bolsonaro está agindo dentro das quatro linhas da Constituição. O que podemos esperar daqui para a frente?

Assista ao Debate JCO, compartilhe!

Com sua ajuda, o Jornal da Cidade Online vai conseguir se manter de pé e continuar sendo a sua voz!

Confira:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Média de mortes por covid-19 no Brasil tem queda de 32% em um mês

Sábado, 21 de Agosto de 2021

Foto: ALEX DE JESUS/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO

O Brasil registrou ontem (20) 807 mortes por covid-19, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Na comparação com um mês antes, quando houve 1.192 óbitos, observou-se uma queda de 32% na média de mortes diárias.

Em relação a duas semanas antes, quando houve 900 óbitos, a queda chegou a 10%. Há dez dias, ou seja, desde o dia 11 de agosto (884 mortes), o país vem apresentando uma média diária de mortes inferior a 900.

As 807 mortes observadas ontem também estão no menor patamar desde 7 de janeiro deste ano, quando foram registrados 793 óbitos.

Na comparação com o pico da pandemia, em 12 de abril, quando foram observados 3.124 óbitos, a queda é de quase quatro vezes.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se os dados do dia em questão com os seis dias anteriores e dividindo-se o resultado por sete.

Agência Brasil


Pacheco se acovarda e ignora pedido de impeachment de Moraes: "Não antevejo fundamentos"

Sábado, 21 de Agosto de 2021

Mesmo após as últimas decisões tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, declarou que não antevê fundamentos para abrir um processo de impeachment contra Moraes, conforme pedido apresentado na última sexta-feira (20), pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Terei muito critério e, sinceramente, não antevejo fundamentos técnicos, políticos e jurídicos para impeachment do ministro do Supremo, como também não antevejo em relação a impeachment de presidente da República”, disse Pacheco. 
No pedido protocolado no Senado, Bolsonaro pediu a abertura de um processo de impeachment contra Moraes, alegando que o ministro vem praticando ‘atentados à liberdade de expressão’.
“Ele prometeu a essa Casa e ao povo brasileiro proteger as liberdades individuais, mas vem, na prática, censurando jornalistas e cometendo abusos contra o presidente da República e contra cidadãos que vêm tendo seus bens apreendidos e suas liberdades de expressão e de pensamento tolhidas”, diz trecho do documento apresentado pelo presidente da República.

O ato parece mais uma das covardias de Pacheco que fechou os olhos para a insanidade que reina dentro da CPI da Covid e agora finge não ver o clamor popular contra ministros que estão extrapolando os limites da Constituição.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Decorridos 16 anos, caso dos “dólares na cueca” está prescrito e punibilidade extinta

Sábado, 21 da Agosto de 2021

Ninguém será punido. É esse o fantástico desfecho do caso dos dólares na cueca.

Há 16 anos atrás, em julho de 2005, durante o governo do ex-presidiário Lula, o cidadão José Adalberto Vieira da Silva, então assessor do deputado José Guimarães (PT) foi preso pela Polícia Federal carregando 100 mil dólares nas roupas íntimas e 200 mil reais numa valise.

O Ministério Público ofereceu denúncia sustentando que o montante encontrado com Adalberto era proveniente de propina obtida a partir de um empréstimo de R$ 300 milhões do Banco do Nordeste (BNB) para construção de uma rede elétrica entre Fortaleza e Teresina.

Adalberto, por sua vez, contou duas versões para a origem da grana.

Inicialmente, disse à polícia que o dinheiro veio da venda de alimentos.

Depois, afirmou que pegou com um amigo chamado João Moura.

Numa outra ocasião, disse que era uma questão que tinha dificuldades de falar, ‘até para um psicólogo’.

“É uma coisa minha, de foro íntimo. E não estava na cueca, mas no cós da calça. Também, que diferença faria se eu tivesse guardado o dinheiro de qualquer outra forma? Estando comigo naquela circunstância, sendo quem eu era, o estardalhaço teria sido o mesmo”, disse ele, tentando justificar o dinheiro na cueca.

Depois, pediu para ser esquecido e procurou isentar o deputado e o PT:

"Gostaria que todo mundo me esquecesse. Mas não existe isso que eu estava cumprindo missão partidária".

Parece que foi atendido. José Adalberto foi esquecido...

O prazo prescricional para o caso, de acordo com o Código de Processo Penal, é de 16 anos.

O próprio Ministério Público reconheceu a prescrição. E o juiz federal Danilo Fontenele Sampaio, da 11ª Vara Federal do Ceará, já sentenciou acolhendo o parecer do MP.

A extinção da punibilidade se aplica a todos. Ao próprio deputado, a um então assessor da presidência do banco e ex-assessor do próprio José Guimarães e ao sujeito flagrado com os dólares.

Com o desfecho, o dinheiro que ainda está de posse da PF, certamente será devolvido.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Malafaia diz que Moraes mentiu e se tornou o maior "garoto-propaganda" de 7 de setembro (veja o vídeo)

Sábado, 21 de Agosto de 2021

O pastor Silas Malafaia divulgou um trecho do vídeo em que o ministro do Supremo Tribunal Federal fala ao Congresso Nacional, durante sabatina realizada em 2017, que viria a confirmar sua indicação para uma cadeira na Corte, pelo então presidente Michel Temer.

Alexandre fala, empolgado, sobre os tipos de “liberdade” que defenderia diante de tão importante missão:

“Liberdade individual, intelectual, na liberdade de expressão, na liberdade de crença e cultos religiosos, na liberdade de escolha, afirmando que parece que há um desejo interno por liberdade na alma de cada ser humano”

 

Indignado, Malafaia mostra a chamada de uma reportagem do jornal O Globo, que demonstra que cada palavra de Moraes parece ter sido esquecida, quando o atual ministro decide investigar aqueles que teriam se expressado contra o STF, mas que, segundo seu julgamento monocrático, "teriam cometido crime de opinião".

O pastor chama Moraes de mentiroso e diz que ele se tornou o maior garoto propaganda das manifestações marcadas para o próximo dia 7 de setembro, em todo o Brasil.

Veja o vídeo:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Zambelli escancara abuso de autoridade de Aziz, após justiça anular prisão de ex-servidor pela CPI

 Sábado, 21 de Agosto de 2021

A deputada federal Carla Zambelli comemorou a decisão da Justiça que anulou a prisão do ex-servidor publico do ministério da Saúde, Roberto Dias, bem como todos os seus efeitos.

A decisão de anular o arroubo autoritário de Omar Aziz na condução da CPI circense, foi tomada pelo juiz Francisco Codevila, da 15ª Vara da Justiça Federal, que atendeu a um pedido dos advogados do ex-diretor de logística do Ministério da Saúde Roberto Dias. Segundo os defensores do ex-servidor, houve abuso de autoridade por parte de Aziz, além de inexistência de justa causa para a detenção.

Na época, a ordem do parlamentar amazonense veio de forma teatral e seguida de ameaças, configurando não só o abuso do senador, como também a óbvia finalidade política da CPI, criada para perseguir e investigar o governo federal.

“Ele está preso por mentir, por perjúrio e se eu tiver tendo abuso de autoridade, que advogada dele ou qualquer outro senador me processe, mas ele vai estar detido agora pelo Brasil… E todo depoente que estiver aqui, que achar que pode brincar, terá o mesmo destino dele. Ele que recorra na justiça, mas ele está preso e a sessão está encerrada”.

Desde então, a CPI não conseguiu qualquer prova contra Roberto Dias (exatamente como acontece nas inúmeras acusações infundadas contra o poder executivo), que ainda terá o dinheiro da fiança, pago no dia seguinte ao da prisão, devolvido.

Enquanto isso, a Polícia Federal realiza buscas, apreensões e mandados de prisão por todo o país, apresentando inúmeros casos de corrupção com verbas que deveriam ser destinadas ao combate do vírus.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Projeto que impõe "regime diferenciado" para assassinos de militares é aprovado na Câmara

Sábado, 21 de Agosto de 2021

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (19) projeto de lei que prevê a prisão em regime disciplinar diferenciado de condenados por crime de assassinato de policiais ou militares no exercício da função ou em decorrência dela.

A matéria segue para o Senado. Segundo a Lei de Execução Penal, o regime disciplinar diferenciado tem duração máxima de 360 dias e consiste na permanência do presidiário em cela individual, com limitações ao direito de visita e do direito de saída da cela.

O projeto inclui crimes praticados ou tentados, inclusive contra cônjuge ou parente consanguíneo até o terceiro grau e em razão dessa condição. A regra se aplica mesmo a presos provisórios. A pena qualificada para esse tipo de crime é de reclusão de 12 a 30 anos.

"É parte da estratégia do crime organizado de minar a resistência do Estado e, entre os bandidos, é motivo de comemoração e ascensão na liderança da organização criminosa. Por isto a legislação precisa instrumentalizar o Estado de forma a neutralizar estes criminosos e as ações por eles praticadas", afirmou o relator, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG).

O texto determina ainda que esses presos sejam preferencialmente encaminhados para presídio federal. Nesses casos, o juiz da execução ou da decretação da prisão provisória deverá solicitar ao Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça a reserva de vaga em estabelecimento federal.

A matéria prevê também que durante o tempo de cumprimento da pena sob esse regime, o preso não poderá progredir de regime ou obter o livramento condicional.

"Não raras vezes, esses criminosos continuam a agir dentro do cárcere para que mais vidas policiais sejam perdidas. Ou seja, há um fortalecimento e, de certa forma, um estímulo à prática dessas infrações, pois o praticante desse crime ganha o respeito dentro da prisão e causa temos aos profissionais que temem por suas vidas", argumentou Gonzaga.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Senador Eduardo Girão não poupa ninguém: “O Brasil vive uma grave crise institucional por omissão do Senado” (veja o vídeo)

Sábado, 21 de Agosto de 2021

Em entrevista exclusiva à repórter Berenice Leite, em Brasília, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) não poupou ninguém, nem os colegas.

Para ele, o Brasil vive uma grave crise institucional por omissão do Senado. Até Girão, que é conhecido como moderado, ressaltou que o povo precisa cobrar os senadores e ir para as ruas, por conta do que vem ocorrendo.

“O Senado é o único que tem capacidade, dentro das quatro linhas, de agir, analisando pelo menos os pedidos de impeachment contra ministros do STF. Em 132 anos de República Federativa jamais aconteceu isso.

São dezenas de pedidos, só eu tenho dois. O que está acontecendo com nosso país?
Cadê os cidadãos de bem?
Eles precisam, de maneira respeitosa e pacífica, se manifestarem. Porque a gente chegou num ponto muito preocupante, não apenas por conta das invasões de competências, mas de perseguição a quem pensa diferente, censura à liberdade de expressão.
O Senado não pode fazer de conta que não é com ele.
As pessoas, os cidadãos de bem, precisam contatar cada senador e ir para as ruas também”, ressaltou.

Confira:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

QUADRILHAS DO PIX: sequestro-relâmpago dispara em SP; criminosos migram para novo crime da moda

 Sábado, 21 de Agosto de 2021

Foto: Shutterstock

Sem chamar a atenção, criminosos passam semanas estudando a rotina de moradores de bairros de alto padrão, na cidade de São Paulo. Nesta semana, uma das vítimas escolhidas levou um golpe na cabeça, foi amarrada, teve o celular roubado e, depois de três horas, mais de R$ 100 mil tinham saído da conta dela em transferências via Pix.

Em entrevista à BBC News Brasil, o delegado da Divisão Antissequestro do Garra Dope, da Polícia Civil, Tarcio Severo, o número de sequestros-relâmpago, crime considerado adormecido, disparou após a implantação do Pix no Brasil.

Segundo ele, há inclusive quadrilhas especializadas em outros crimes que estão ‘migrando’ para roubos envolvendo a ferramenta eletrônica.

“A gente observa criminosos especializados em outros segmentos, como roubo e furto de condomínio, que passaram a aproveitar a oportunidade para fazer o sequestro-relâmpago. Eles perceberam que o Pix permite que eles consigam transferir uma grande quantidade de dinheiro num período curto de tempo. Desta forma, eles mantêm a vítima detida e tiram uma vantagem significativa”, afirmou o delegado.

Ele contou que, nessa ocorrência relatada no início da reportagem, os criminosos ainda levaram diversos objetos pessoais da vítima, como relógio e celular.

O Pix entrou em vigência no Brasil em novembro de 2020. A polícia disse à reportagem que ainda não tem dados suficientes para fazer um comparativo mês a mês para fazer um diagnóstico mais completo. No entanto, o delegado do Garra disse que o crime de sequestro-relâmpago cresceu 100% em relação ao mês em que o Pix foi inaugurado.

Grupos altamente especializados

O delegado contou à reportagem que as quadrilhas que cometem esse tipo de crime são altamente especializadas e formadas por técnicos em diferentes áreas.

“Eles atuam em duas células. Esse crime é de oportunidade, então eles estudam para encontrar uma vítima em potencial. Geralmente, as mais distraídas e descuidadas, que ficam paradas dentro do carro com o farol aceso e falando ao celular, por exemplo”, explicou o delegado do Garra.

Nessas quadrilhas, há um grupo responsável por fazer a seleção das vítimas. Essas pessoas ficam fazendo rondas em motos, carros e até mesmo a pé em bairros nobres. Elas estudam horários, comportamentos e rotina dessas pessoas antes de atacá-las.

Quando as vítimas são escolhidas, entram em cena outros membros da quadrilha ? aqueles que são especializados em atacar, ameaçar e mantê-la em cárcere. Eles atuam simultaneamente com outros dois grupos: os especialistas em tecnologia e os “laranjas”, que apenas têm suas contas bancárias usadas para receber as transferências dos assaltos e sacar o dinheiro.

“Quando eles obtêm os dados bancários da vítima, eles passam para essa segunda célula, um elo financeiro acostumado a mexer com cartões e Pix. Esse grupo tem contas de aluguel ou de passagem, na qual as pessoas recebem dinheiro ao final do crime”, afirmou o delegado Tarcio Severo.

Ele explica que, nessa célula, há cartões e contas “frias”, principalmente de bancos digitais. O delegado explica que os bandidos as criam em bancos digitais porque não precisam ir a uma agência bancária para abri-la.

Isso facilita que eles mandem uma foto de documento falso para abrir uma conta. Em alguns casos, usam verdadeiros, roubados de vítimas de crimes anteriores. Além disso, os bancos digitais têm a vantagem de fazer transações em valores mais altos

Por que é tão difícil prender essas quadrilhas?

Recentemente, programas de TV têm mostrado ao vivo operações policiais em busca de quadrilhas investigadas por aplicar o “Golpe do Pix”. Em algumas delas, criminosos são presos, mas nem sempre é possível identificá-los ou comprovar os crimes por conta da velocidade em que o dinheiro é retirado das contas que recebem.

O delegado Severo disse que já fez reuniões com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e com o Banco Central para solicitar que as equipes de fraudes monitorem e informem a polícia sobre algumas transações suspeitas. O Banco Central é o responsável pela regulação das transferências bancárias e tem o poder de criar novas regras para o Pix.

“O banco tem que ter uma equipe de anti-fraude que detecte isso. Um cliente que não costuma movimentar dinheiro naquelas quantias, o banco deveria habilitar uma trava até checar essa informação para saber se é realmente o cliente dela que está fazendo aquela transação”, afirmou.

Ele citou como exemplo o caso descrito na reportagem, no qual os criminosos fizeram mais de 20 transações até transferir mais de R$ 100 mil. Na visão dele, o banco “falha na prevenção” e deveria impor ao menos um bloqueio temporário de duas horas na conta em casos como esses.

O delegado contou que os bancos alegam que um mecanismo como esse colocaria a vida das vítimas em risco, uma vez que os criminosos se irritariam pelo fato de não conseguirem dinheiro.

“Mas, por experiência, sabemos que os criminosos estão interessados no patrimônio, não em matar a vítima. As pessoas que cometem esses crimes estão focadas no dinheiro”, afirmou.

Procurado pela reportagem, o Banco Central afirmou que “por seu desenho tecnológico, todas as operações com o Pix são 100% rastreáveis, o que permite a identificação das contas recebedoras de recursos produtos de golpe/crime, permitindo a ação mais incisiva da polícia e da Justiça, o que não acontece com saques em caixas eletrônicos, por exemplo. Dados recentes do Pix mostram haver suspeita de fraude em apenas 0,001% das transações de Pix. Essa fração é ínfima e se mantém constante ao longo do tempo”.

Por fim, o órgão disse que “está à disposição das forças de segurança pública e da Justiça para colaborar no que puder para a prevenção e o combate a golpes/crimes envolvendo o Pix ou qualquer outro meio de transferência de recursos no âmbito do Sistema Financeiro”.

A Febraban informou em nota que, caso alguém seja vítima de assalto ou sequestro-relâmpago e obrigado a fazer um Pix, “deve registrar um boletim de ocorrência e procurar imediatamente seu banco através de um de seus canais de atendimento disponíveis para receber as orientações de como deverá proceder”.

O órgão disse ainda que “desde abril, os usuários podem controlar seu limite no sistema de pagamento instantâneo, permitindo que ele reduza ou aumente o valor disponível para realizar transações e pagamentos, seguindo à risca as instruções normativas do Banco Central”.

O Banco Central informou ainda que o Pix tem “três características que previnem a transferência de grandes valores por meio de golpes ou sob coação”.

A primeira são os “motores antifraude” que permitem identificar transações atípicas, que bloqueiam para análise as transações suspeitas por até 30 minutos, durante o dia, ou 60 minutos à noite.

Segundo, os bancos podem estabelecer limites máximos de valores para as transações com base no perfil de cada cliente, titularidade da conta, canal de atendimento e procedimento para iniciação. Podem ser menores à noite e seguir os mesmos padrões de TED e cartão de débito.

E, por último, os clientes podem diminuir os limites pelo aplicativo do banco. “Por razão de segurança, aumentos de limites não são imediatos e são analisados pelas instituições para verificar a compatibilidade ao perfil do cliente”.

Além de transferências em Pix, quadrilhas fazem pagamentos em maquininhas de cartão e sacam dinheiro em outras regiões imediatamente | Foto: divulgação/Polícia Civil

Fazendo o dinheiro ‘sumir’

A polícia tem dificuldade para reprimir as quadrilhas rapidamente porque elas atuam em diferentes áreas da cidade simultaneamente. E, logo depois de cometer o crime, elas conseguem se dispersar rapidamente.

Depois disso, o braço financeiro das “Quadrilhas do Pix” têm diversas técnicas para fazer o dinheiro das vítimas “sumir” do rastro da polícia e dos bancos até que seja dividido entre os criminosos.

Com diversas contas abertas, os criminosos colocam limites elevados ? até R$ 10 mil ? de saque. Desta maneira, assim que a quadrilha faz um Pix para uma dessas contas, outro criminoso saca o valor imediatamente em um caixa eletrônico.

“A gente consegue rastrear onde o saque foi feito, mas muitas vezes não conseguimos chegar a tempo de prender as pessoas. Nos dizem: ‘Acabaram de fazer saques em São Mateus (extremo leste da capital paulista)’, mas nosso deslocamento é enorme até lá”, contou.

O delegado explica que as pessoas que cedem as contas para fazer esses saques são investigadas como coautores do crime.

“Muitas vezes vamos na casa dessas pessoas e elas dizem que apenas sacaram o dinheiro que caiu na conta delas via Pix de um conhecido. Elas falam que não sabiam que a origem daquela quantia era de uma pessoa sequestrada e chegam a falar que a conheceram numa tabacaria, mas dizem que não tem nenhum contato dela, como telefone, nem mesmo são amigas em nenhuma rede social”, relata o delegado.

Ele também explica que, muitas vezes, também são feitas transações com cartões de débito e crédito em maquininhas de pagamento. Com isso, os criminosos passam os cartões em aparelhos adquiridos com documentos falsos e também sacam o valor instantaneamente, enquanto a vítima é mantida refém.

Essa é uma evolução do sequestro tradicional, quando os bandidos precisavam usar os cartões em compras no shopping ou pela internet. Ou até mesmo levá-la a um caixa eletrônico para forçá-la a sacar dinheiro. Dessa maneira, eles se expunham muito mais e corriam o risco de não conseguir a mercadoria. Hoje, tudo acontece de maneira mais rápida e, ao invés de produtos, eles recebem dinheiro.

Questionado pela reportagem, o delegado disse que os bancos costumam reembolsar apenas algumas das vítimas desse tipo de crime. Quem tem seguro do cartão recupera o dinheiro com mais facilidade. Quem não tem, precisa aguardar a conclusão do procedimento administrativo aberto pelo banco.

Ele disse que, nesses casos, orienta que as vítimas façam um protocolo de reclamação no Site do Banco Central ? algo semelhante a um Procon dos bancos.

Mas qual a diferença entre sequestro e sequestro-relâmpago?

O delegado do Garra explica que o primeiro ocorre quando a vítima vai para um cativeiro e quem paga o resgate é outra pessoa e está enquadrada no artigo 159 do Código Penal. No sequestro-relâmpago, a própria vítima é quem paga para ser solta, artigo 158.

Como evitar ser uma vítima

Para efeito de comparação com o sequestro-relâmpago, no primeiro semestre de 2020, foram registrados quatro sequestros em todo o Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública. Já no mesmo período de 2021, foram registradas oito ocorrências, um aumento de 100%.

O delegado disse que é difícil prever e evitar quando um sequestro-relâmpago pode acontecer. Ele cita como exemplo de vulnerabilidade o apresentador Silvio Santos, que já foi sequestrado duas vezes.

“Mesmo em condomínios de alto padrão e com equipamentos modernos de segurança, os bandidos entram, roubam, furtam e fica difícil evitar. Mas você pode tomar alguns cuidados. Entre eles, você pode estabelecer limites de transferência na sua conta bancária para que os assaltantes não consigam transferir”, afirmou.

No entanto, o delegado afirmou que a pessoa deve procurar um gerente para alterar esse valor para alterar o limite de transferência da conta, não apenas do Pix. Isso porque o limite da conta se sobrepõe ao das transferências via Pix e, caso ele continue alto, o assaltante conseguirá concluir a operação.

Também há cuidados para não se tornar um alvo fácil dos bandidos. Um deles, segundo o delegado, é não ficar dentro do carro parado na rua ou falando ao celular. Ele também orienta que as pessoas sejam breves ao entrar e sair de casa, pois é um dos principais momentos de distração que os bandidos aproveitam para atacar.

A delegacia antissequestro do Garra tem 13 policiais para investigar todos os sequestros-relâmpago que acontecem na cidade de São Paulo, que possui 12 milhões de habitantes.

“Todo dia a gente está ralando para investigar e prender esses bandidos. Mas a segurança é um dever de todo mundo, então pedimos sempre o apoio dos bancos e da própria população para que a gente evite esse tipo de ocorrência que está crescendo numa proporção enorme”, concluiu o delegado Tarcio Severo.

A pena para quem pratica sequestro-relâmpago pode chegar a mais de 20 anos de prisão, dependendo dos agravantes.

Em média, a pena é de 18 a 22 anos, pois acumula os crimes de roubo e extorsão mediante sequestro. Em alguns casos, também há associação criminosa pela quantidade de integrantes e por envolvimento em outros crimes.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Se a polícia tivesse poder, autonomia e gastasse um mísero projétil com cada féla da puta desse que fosse pego, queria ver os valentes aprontarem outra vez. Brasil, país onde o crime compensa! (independente de partidos e de políticos, ouviram, mimizentos?) E TENHO DITO!!!

PRF prende dupla em São José de Mipibu portando placas clonadas e bloqueador de trava de veículos

 Sábado, 21 de Agosto de 2021

Fotos: PRF

A Polícia Rodoviária Federal prendeu em São José de Mipibu dois homens com idades de 22 e 31 anos portando duas placas clonadas e um “chapolin”, bloqueador de trava de veículos.

Durante fiscalização de combate à criminalidade, os Policiais Rodoviários Federais deram ordem de parada a um veículo, ocupado por dois homens. No decorrer da abordagem, perceberam que o passageiro utilizava tornozeleira eletrônica, por ter cometido um assalto.

Os policiais localizaram, escondidos debaixo do banco traseiro, duas placas de veículos do estado da Paraíba clonadas e um bloqueador de trava de veículos, conhecido como “chapolin”. Este equipamento é um controle remoto que embaralha os sinais eletromagnéticos do alarme e impede que o veículo seja trancado e é muito usado por ladrões nos furtos em automóveis.

A dupla foi encaminhada ao plantão de Polícia Civil da Zona Sul, em Natal.

Fonte: Blog do BG

OPINIÃO DOS LEITORES

Homem é abordado enquanto conversava com vizinhos e morto a tiros na zona rural de São Miguel

 Sábado, 21 de Agosto de 2021

Foto: reprodução

Um homem identificado como Cleiton Alves de Lima, de 22 anos, foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (20) na Zona Rural do município de São Miguel, na região do Alto Oeste. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima estava conversando com vizinhos quando foi abordada por um homem encapuzado.

Testemunhas contaram que o criminoso levou a vítima até a parte de trás do terreno do Sítio Estivas dos Paulinos, onde Cleiton morava e em seguida, eles ouviram vários disparos de arma de fogo. O suspeito fugiu na sequência.

A Polícia Militar foi acionada mas, ao chegar ao local, Cleiton já estava sem vida. O corpo foi removido pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) da cidade de Pau dos Ferros. A PM não tem informações sobre passagens da vítima pelo sistema prisional, mas testemunhas contaram que a vítima era usuária de drogas. O caso será investigado pela Polícia Civil do município.

Com informações de G1-RN

Alexandre de Moraes é alvo de outros seis pedidos de impeachment no Senado

 Sábado, 21 de Agosto de 2021

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Alvo de um pedido de impeachment apresentado pelo presidente Jair Bolsonaro no Senado nesta sexta-feira (20), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes é alvo de outros seis pedidos de afastamento protocolados em 2021.

Todos estão parados na advocacia do Senado desde que foram protocolados. Alguns versam sobre o inquérito das fake news, relatado por Moraes, outros sobre a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ).

O parlamentar foi preso em fevereiro após fazer apologia ao AI-5, mais duro instrumento de repressão da ditadura militar, e por defender agressões e destituição de ministros do Supremo, segundo Moraes. Ele foi posto em prisão domiciliar, mas voltou a ser preso em junho após violar as regras de uso de sua tornozeleira eletrônica.

O senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) assina dois pedidos: um, de fevereiro de 2021, questiona o inquérito das fake news e pede o afastamento de Moraes por ele ter determinado a prisão de Silveira. No outro, Kajuru assina o pedido com os colegas senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Lasier Martins (Podemos-RS,  Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

Roberto Jefferson, preso na última sexta-feira por decisão de Moraes acusado de incitar a violência e integrar uma suposta milícia digital, também é autor de um dos pedidos de impeachment contra Moraes. Na inicial, protocolada em fevereiro, o presidente nacional do PTB acusa Moraes de agir de forma “político-partidária” na condução do inquérito das Fake News – que tem o ex-deputado federal como alvo.

Os outros pedidos de afastamento de Moraes foram protocolados por cidadãos, incluindo um militar da Marinha. Ao todo o STF tem pelo menos 11 pedidos de impeachment contra ministros do STF. Além dos 7 contra Moraes (6 antigos e mais um, apresentado nesta sexta-feira por Bolsonaro), são alvos de pedidos de afastamento os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin e Carmen Lúcia. Há, ainda, um pedido que pede o afastamento de todos os ministros da Suprema Corte.

CNN Brasil

Presidente afastado da CBF é alvo de nova acusação de assédio sexual

 Sábado, 21 de Agosto de 2021

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) recebeu mais uma acusação de assédio sexual contra o presidente afastado da entidade, Rogério Caboclo. Uma ex-funcionária afirma ter sido agredida física e psicologicamente pelo dirigente. Ele nega as acusações.

Essa é a 2ª denúncia de assédio sexual contra o presidente afastado da CBF. Em 4 de junho, uma funcionária acusou Caboclo de assédio moral e sexual. Em julho, uma 2ª mulher disse ter sido vítima de assédio sexual e moral durante a investigação interna da denúncia, mas não há informações de que essa suposta vítima tenha feito uma denúncia.

Segundo a ex-funcionária, Caboclo tentou agarrá-la à força. Em jantares profissionais, ele também teria tentado abraçá-la e beijá-la. As informações são do Globo Esporte, que teve acesso ao documento com o relato dela.

A acusação foi encaminhada para a CBF na 4ª feira (18.ago.2021), anexada a uma notificação extrajudicial trabalhista. Os casos de assédio teriam ocorrido de 2017 a 2019, quando a funcionária deixou de trabalhar na entidade.

Foram muitas ocasiões. Ele tentou desde me pedir em casamento em sua sala enquanto Diretor Executivo de Gestão, à total insanidade com os assédios físicos os quais descrevo abaixo. Ele não aceitava não como resposta”, diz o relato da ex-funcionária.

Um dos episódios de assédio teria ocorrido em 18 de fevereiro, no apartamento de Caboclo, na Barra da Tijuca (RJ), durante uma reunião de trabalho. Segundo a ex-funcionária, o então presidente da CBF ofereceu vinho, o que ela negou. Ele então a deixou sozinha e voltou com o que parecia ser um shorts de banho.

Neste momento, Caboclo tentou beijar a então funcionária e puxou o cabelo dela para trás “com muita força”. Ela relata que pediu que ele parasse, mas ele continuou.

Ele então me pegou pelo pescoço contra [a] parede e forçou a sua mão entre as minhas pernas, tentando ao mesmo tempo enfiar a mão dentro da minha calcinha. Tentei revidar empurrando com o cotovelo e ele fez mais força no meu pescoço.

Ela conta também que logo depois chegou ao apartamento o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, que também participaria da reunião. Ela teria contado a Feldman sobre a agressão, ao que ele teria respondido: “Entenda, todo gênio é um pouco louco”.

Feldman afirmou ao ge que sabia que Caboclo “constrangia” a funcionária, mas disse que nunca soube o que era esse constrangimento. “Este episódio no apartamento jamais me foi revelado. Soube lendo a matéria, o que me surpreendeu, pois nada testemunhei. A frase a mim atribuída está totalmente fora de contexto. Jamais responderia daquela maneira se este drama me fosse descrito”, afirma.

Em nota ao ge, a defesa de Caboclo negou “veementemente” a acusação. Segundo os advogados, a funcionária recebeu proposta de 2 diretores da CBF, Gilnei Botrel e Manoel Flores, para prejudicar Caboclo. Botrel e Flores negaram a acusação e afirmaram que essa é uma “estratégia diversionista” contra o grave novo relato. O advogado da ex-funcionária não respondeu.

Caboclo está impedido de exercer as suas funções desde 6 de junho, não somente no Brasil, mas em todos os países ligados à Fifa. Em 2 de julho o afastamento foi prorrogado por mais 60 dias.

Poder 360

Operação da PF multiplica convocações para caravanas bolsonaristas e ‘guerra’ em 7 de setembro

 Sábado, 21 de Agosto de 2021


Fotos: reprodução/Editoria de Arte – O Globo

As operações da Polícia Federal contra articuladores dos protestos do 7 de setembro convocados por Jair Bolsonaro ensandeceram os grupos de WhatsApp e Telegram a favor do presidente nessa sexta-feira.

Os mandados de busca e apreensão contra o cantor Sergio Reis, o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) e outros alvos do inquérito dos atos antidemocráticos despertaram entre bolsonaristas a cobrança por mais mobilização.

Nas redes, militantes divulgam caravanas gratuitas para os atos de São Paulo e Brasília, enquanto outros tentam caronas ou companhia para rachar o combustível e pedágios.

Uma lista divulgada em diferentes grupos elenca 102 cidades no Rio de Janeiro e São Paulo com ônibus disponíveis para os manifestantes, com destino final na Avenida Paulista, onde bolsonaristas deverão se reunir para protestar contra o Supremo Tribunal Federal.

As ações da PF foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que à noite se tornou alvo de um pedido de impeachment protocolado por Bolsonaro. Entre os seguidores do presidente, a decisão de Moraes foi encarada como o “limite” ultrapassado pelo STF.

Os alvos da PF são acusados de incentivarem atos criminosos e violentos contra a demoracia e as instituições no feriado. A julgar pelo tom dos grupos de WhatsApp e Telegram, é exatamente isso que deseja uma parcela dos bolsonaristas.

“Quem tiver roupa camuflada, leve. Vamos para cima, seremos o exército do presidente!”, bradou um bolsonarista. “É certo que os senadores não farão o impeachment dos ministros do STF, consequência (sic), o povo ocupará o Congresso, fazendo uma intervenção civil. Estando lá dentro, exigiremos que as Forças Armadas destituam os ministros do STF e os senadores por prevaricação! SELVA!”, afirmou outro, se referindo ao grito de guerra do Exército.

Antes de o presidente sinalizar que participaria do protesto do próximo dia 7, apoiadores já construíam a narrativa de uma “batalha final” no feriado da independência.

O discurso bélico de Bolsonaro diante do tensionamento entre os Poderes e a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson engrossaram o caldo. Para completar, houve o vazamento de um áudio do cantor Sérgio Reis mencionando uma suposta paralisação de caminhoneiros para forçar o impeachment de ministros do STF. No áudio que viralizou, o cantor e ex-deputado federal ameaçava invadir o Supremo.

Junto com a autorização para a operação de sexta, o ministro Alexandre de Moraes proibiu o sertanejo de se aproximar da Praça dos Três Poderes no dia 7 de setembro – o que foi encarado pelos bolsonaristas como evidência de que o Brasil está sob uma “ditadura da toga”.

Ganhou força, assim, a narrativa de que o Judiciário conduz uma conspiração contra o governo.

“A última manifestação será em setembro. Eles querem tomar mesmo o poder, como disse Barroso. Depois dessa manifestação, não haverá outra. Nem se quiséssemos, seríamos impedidos. É uma convocação! Não fique com a família, lute por ela!”, defendeu um dos manifestantes.“Sérgio Reis e o Zé Trovão [Marcos Antônio Pereira Gomes, caminhoneiro alvo da PF] podem vir para São Paulo e falar com o povo em Brasília por telão”, sugeriu outro.

Em tom ainda mais sombrio, houve até quem defendesse a antecipação dos protestos, diante da decisão de Moraes.

Imagem: reprodução

“Gente: essas manifestações marcadas para 7.09 já merecem serem antecipadas. Até lá o STF já prendeu todas as lideranças e o filho do Presidente”, desabafou um apoiador de Bolsonaro.

Imagens do Congresso invadido por manifestantes, registradas em junho de 2013, foram usadas como alusão às manifestações pró-Bolsonaro no feriado de 7 de setembro

Por Johanns Eller – O Globo

Contato : (84) 9604-4055

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