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sábado, 18 de junho de 2022

A voz do gigante

 Sábado, 18 de Junho de 2022

Estamos a pouco mais de quatro meses das eleições presidenciais e até aqui a turba oposicionista de um modo geral e os vermelhos em especial não trouxeram uma só proposta, um programa qualquer ou uma simples ideia relativa ao que pretendem se, por ventura, puderem voltar ao poder.

Tudo que proclamam ou pregam para suas cativas plateias se inicia e se consome em um tresloucado objetivo: destruir o Presidente eleito, processar e prender sua família e banir da vida pública sua equipe de ministros e colaboradores, a começar pelos militares.

Essa linha de procedimento lastreada em proposições odientas e absurdas, condenáveis no fundo e na forma, acaba por se voltar contra os próprios proponentes, principalmente porque o governo atual, dando demonstrações de probidade e de competência, vem colecionando resultados extraordinários impossíveis de serem desprezados.

Tudo aquilo quanto os Ministérios de Tereza Cristina e de Tarcísio de Freitas construíram ou o quanto progrediu o País da “Nova Ordem Brasileira” sob o comando do Capitão e de Paulo Guedes tornou-se simplesmente surpreendente, inobstante a mídia dos Barões das Comunicações tenha, “psicoticamente”, tentado escamotear do distinto público, ao longo destes mais de três anos e meio de governo.

Não fossem a rede mundial de computadores e as mídias sociais, o Brasil e o mundo não fariam o menor juízo do descalabro em que se tornou esta guerra insana travada para tentar implantar, nestas plagas, o social-comunismo que, por sua vez, o sujo STF pretende ganhar sob a liderança do “Ogro Descondenado”.

Como são abjetos os medíocres mandarins da Suprema Corte que prestam vassalagem a ex-presidentes corruptos!

Posto que estejam brigando para ver sua Pátria submetida a um regime assassino, contrário à índole e à natureza do nosso povo, deveriam ter escalado um líder a altura dessa tarefa ingente e não um “moleque de rua qualquer”.

Pois é justo isso que este porcaria de nove dedos representa: um moleque de rua, sem origem, sem história de vida honrada, sem respeito a quem quer que seja, capaz inclusive de usar o cadáver da mãe dos seus filhos como álibi em seus crimes e que até o nome de batismo renegou para adotar a alcunha recebida de seus comparsas nas portas dos botequins da vida. Entretanto, sob um determinado aspecto o bruto acertou, qual seja: bandido não é conhecido pelo nome próprio e sim pelo apelido.

Nem mesmo o nefando crepe negro, com o qual a velha imprensa cobre as vistas do povo deste País consegue esconder do mundo a figura deste verme que envergonhou o Brasil perante o concerto das Nações livres e soberanas.

Diferentemente do que ocorre no Brasil, quem quer que viva atualmente no exterior – na Europa ou nos Estados Unidos, por exemplo - bem sabe que a imagem e o conceito do bruto se iguala a de outros governantes corruptos que, em um passado não muito distante, já foram presos ou mortos por crimes praticados contra os povos de seus países, como são os casos dos ex-ditadores: Noriega (Panamá), Morales (Bolívia) e, antes destes, Idi Amim Dada (Uganda); Somoza (Nicarágua) Milosevic (Iugoslávia), todos ladrões e assassinos de triste memória.

Vou parar por aqui. Este é o Brasil do qual não quero tratar. Quero tratar do Brasil que até a Nação mais poderosa do mundo sabe que dele não pode mais prescindir e que a ele precisa estar aliada para não fracassar, nestes tempos de tragédia mundial.

É por isso mesmo que, nesta semana - na qual o Gigante das Américas inicia um novo tempo a partir da privatização da Eletrobrás - quero falar do Brasil que agora se apresenta ao mundo como a terra da promissão, durante a crise de alimentos que já assola o planeta.

Ouça-se a voz do campo. Com base nos dados que se pode colher nos sites das entidades especializadas do agronegócio, destaco este imenso País como principal exportador mundial de soja, suco de laranja, café, açúcar e das carnes bovinas e de frango, que não só tem potencial de produção para alimentar a sua população, mas também por responder pelo abastecimento de vários outros países.

Realmente. Crescendo sem parar, o agronegócio brasileiro multiplicou sua produção e expandiu seu mercado de vendas pelo mundo. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/USP), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o PIB do Agronegócio cresceu 8,36% no ano passado, quando se compara 2021 com 2020. O setor foi responsável por 27,4% no PIB brasileiro, marca não alcançada desde 2004, quando bateu 27,53%.

Esse crescimento está se alinhando com a demanda mundial. O CEPEA destaca que esses números foram alcançados graças a uma produtividade mais eficiente. O ganho de produtividade vem com o avanço da tecnologia no campo.

A população mundial deve chegar a 10 bilhões de pessoas até 2050, segundo a ONU, exigindo mais produção de comida. O Brasil, que tem vocação natural para agropecuária por conta da sua estrutura geográfica, pode ser o protagonista do mercado no futuro, como um grande fornecedor de alimentos.

Somente de grãos, o país deve produzir mais de 270 milhões de toneladas esse ano, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ou seja, em torno de 12 milhões a mais do que o ano passado. Diz o CNA: “[...] os números tendem a se manter em alta. Mercado não falta. Competência para produzir nós temos. E área para plantar a gente tem também, sem precisar desmatar”.

Por sua vez, o Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Viçosa - UFV explica que o Brasil não apenas fornecerá alimentos, mas também desenvolverá novas tecnologias para outros países, atreladas à consciência ambiental, como energias mais limpas e sistemas agroflorestais. “Espera-se crescimento também na produção de fibras, de bioenergia e de papel. Florestas plantadas para produção de celulose também tendem a aumentar bastante, tendo em vista uma maior demanda esperada por produtos renováveis e embalagens”, projeta.

Esse mercado, mais tecnológico, demanda para as universidades a formação de profissionais conectados com a inovação. “A demanda pelos cursos de agronegócio ou relacionados a essa “bioeconomia” tem sido crescente, muito em função do bom resultado econômico do procedimento presente, a boa empregabilidade dos profissionais desse segmento e boas perspectivas de absorção dessa nova mão de obra capacitada para o uso dessas novas ferramentas tecnológicas”, comenta o diretor do CCA da UFV, uma baita universidade onde vi meu filho caçula se formar em engenharia civil, no final da década de 1990.

Quem não tem dúvida alguma quanto a tudo isso é o “Tio Sam” que, durante a IX Cúpula das Américas, viu o Presidente do Brasil ser a estrela do encontro, enquanto algumas almas penadas como Fernandes da Argentina circulavam atônitos, assistindo o Capitão dar lições ao mundo de como se conduz uma Nação livre, independente e que não transige com sua liberdade.

Foto de José Maurício de Barcellos

José Maurício de Barcellos

Ex-Consultor jurídico da CPRM-MME. É advogado.

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