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domingo, 27 de fevereiro de 2022

A Ucrânia Desarmada: 200 mil soldados russos armados atacam 41 milhões de ucranianos desarmados

Terça, 27 de Fevereiro de 2022

700.000 Ucranianos (desarmados por campanhas anteriores) estão fugindo de 200.000 soldados (armados) Russos.

200.000 soldados Russos estão atacando 41.000.000 de Ucranianos.

E se todos pudessem ter tido direito as armas, ou tivessem uma única arma em casa, o que Putin teria feito?

Confesso que sou um covarde na questão de armamento familiar.

Sei que seria a obrigação do homem proteger a família em última instância.

Sei que deveria ter uma arma em casa bem guardada.

Sei que deveria treinar pelo menos uma vez por mês.

Mas não tenho arma.

Como a maioria, fico na ilusão de que um policial abnegado irá arriscar sua vida defendendo a minha.

Enquanto sua família fica desprotegida, um policial mal pago, desrespeitado pela imprensa e intelectuais, nós achamos que ele estará prontinho no local para nos proteger.

Isso é uma enorme hipocrisia.

“Que outros nos protejam” não é justo nem ético.

Eu sei que é uma atitude cômoda não ter que lidar com armas, até o dia em que alguém armado entra na sua casa.

Se Putin soubesse que todos os Ucranianos tem uma arma em casa, como os Suíços, acho que pensaria duas vezes.

Não dá para bombardear Kiev, inclusive por questões históricas.

Kiev terá que ser tomada a pé, por isso a demora.

O “direito a ter armas” foi inicialmente uma ideia comunitarista, numa época que exércitos eram um luxo.

Todos da comunidade teriam que defendê-la, de um ataque de um inimigo como agora na Ucrânia.

Quando dizem que agora o mundo mudou, que guerras e violência entraram de volta em cena, essa questão do desarmamento de comunidades e armamento de bandidos precisa ser repensada.

Stephen Kanitz. Consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo.


Fonte: Jornal da Cidade Online

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