Sexta, 26 de junho de 2026
Em sua manifestação, Maduro afirmou:
"Diante do forte terremoto que atingiu nossa pátria, nossas orações estão com as famílias venezuelanas afetadas. Neste momento difícil, clamamos por unidade nacional, serenidade e amor. Nossos corações estão com toda a Venezuela!".
O líder venezuelano também ressaltou a importância da mobilização coletiva para auxiliar os afetados pelo desastre. Segundo ele, as comunidades devem prestar atenção especial às crianças, aos idosos e às pessoas enfermas, além de acompanhar o trabalho das equipes de resgate que atuam nas áreas atingidas.
"Que todos acompanhemos o trabalho das equipes de resgate. Neste momento difícil, apelamos à unidade nacional, à serenidade e ao amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, levantar e reconstruir. A Venezuela enfrentou grandes provações e também sairemos desta mais fortes, com fé, disciplina e solidariedade", acrescentou na publicação.
De acordo com informações citadas pela Agência Reuters, o desastre deixou pelo menos 164 mortos. Além disso, mais de mil pessoas ficaram feridas, enquanto outras permanecem sob os escombros de residências e edifícios que desabaram em consequência dos fortes tremores.
A situação de Maduro nos Estados Unidos teve início em janeiro, quando o presidente norte-americano Donald Trump anunciou uma ampla ofensiva contra a Venezuela. Na ocasião, operações por via aérea e terrestre atingiram Caracas e outras localidades do país.
Após a ação, Trump utilizou as redes sociais para afirmar que a operação havia alcançado seus objetivos. Segundo sua declaração, Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do território venezuelano.
Desde então, Maduro permanece em solo norte-americano aguardando julgamento. Entre as acusações mencionadas estão narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e participação em conspiração criminosa.

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