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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Atentado contra o culto religioso e a cumplicidade silenciosa da CNBB

 Quinta, 10 de Fevereiro de 2022

Um grupo de marginais, bandoleiros, arruaceiros, intolerantes radicais, invadiram com violência a Igreja Nossa Senhora do Rosário de São Benedito, no bairro São Francisco em Curitiba/PR no último sábado (05/02/22). 

A horda liderada pelo desqualifico vereador do PT Renato Freitas, munida de bandeiras do PT e do PC do B, interrompeu e acabou com uma missa.

O fato é sem precedentes na nossa história e caracteriza um ato criminoso de cerceamento de liberdade de culto e de liberdade religiosa. 

A agressão que chegou às raias da barbárie, também ofende a liberdade de pensamento, liberdade de crença, liberdade de organização religiosa e liberdade de expressão. 

A liberdade de culto compreende a liberdade de orar e a de praticar atos litúrgicos. 

A Declaração Universal dos Direitos Humanos protege a liberdade de religião e de opinião. 

A Constituição Federal brasileira, no artigo 5º, VI, estipula ser "inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias".

Já o Código Penal brasileiro estabelece: 

“Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso: 
Pena - reclusão, de um a três anos e multa."

O que ocorreu em Curitiba/PR, portanto, é um fato gravíssimo e um ato criminoso explícito.

Um atentado à Democracia e uma afronta contundente à Comunidade Católica, Cristã e a todas as religiões do Brasil.

E, como fato público - exposto em vídeos que correm o mundo - cabe ao Ministério Público oferecer denúncia penal contra todos e todas as pessoas direta e indiretamente envolvidas nessa ação de terror.

Tão grave como os atos de ódio praticados dentro de um templo religioso indevassável no curso de um ritual sagrado é o silêncio cúmplice da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil CNBB, que tem a obrigação moral e institucional de defender a Comunidade Católica brasileira.

A CNBB, em sua atual composição, é dominada por uma minoria de líderes radicais que não representam a Igreja em seu conceito coletivo, já que agem motivados por convicção ideológicas socialistas, incompatíveis com o Cristianismo. 

A escolha do caminho do silêncio é a afirmação institucional da sua absoluta falta de sintonia com os Católicos do Brasil e do Mundo.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

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