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sábado, 15 de janeiro de 2022

A “elite cultural” e a falsa liberdade

Sábado, 15 de Janeiro de 2022

A chamada "elite cultural" diz que o brasileiro tem "síndrome de vira-latas".

Mas, querem saber? Essa "elite cultural" é que é vira-lata.

Concentrada na região sudeste, especificamente no eixo Rio-São Paulo, a chamada "elite cultural" que não passa de um bando de hipócritas e intelectuais de lixeira criados nos maconhódromos dos DCE´s de universidades públicas, é formada por jornalistas, filósofos de merda, pseudos-artistas e outros alucinados que vivem nas festinhas regadas a cocaína e muita maconha.

São os críticos e os "formadores de opinião", filósofos e especialistas que não entendem nada de coisa alguma, a não ser da qualidade do pó que consomem, mas revestem-se de uma pretensa "sapiência" para soltarem suas lacrações cotidianas.

Isso não vem de agora. Nossa "elite cultural" passou décadas cultuando lixos que vinham de fora, enquanto marginalizava a bossa nova. Precisou a bossa nova ser reconhecida no exterior e vir de fora, para sair da marginalização do Beco das Garrafas e ganhar espaço no seu próprio berço.

Enquanto a "elite cultural" pagava pau (vou pegar a gíria emprestada dos paulistas) para lixos importados, o Agenorzinho, coitado, lavava carros pelas ruas para sobreviver. Quem era o Agenorzinho? O que chamavam de Cartola, que com imensa genialidade e sensibilidade compôs "As Rosas Não Falam", "O Mundo é um Moinho", "Preciso Me Encontrar", "O Sol Nascerá" e outras pedras preciosas cujo brilho não era visto pela "elite cultural". Só reconheceu depois que Cartola morreu.

A "elite cultural" puxou o saco de um analfabeto ladrão chamado Lula, enquanto pregava que um gênio chamado Enéas Carneiro era um doido varrido, e o pior... A maior parte desse povo atrasado que é o brasileiro comprou a ideia. Tão atrasado que só reconheceu a genialidade do Enéas depois que ele morreu.

A elite cultural, que antigamente se reunia em botecos para filosofar sobre causas como Amazônia, índios e etc sem nunca ter saído da Augusta ou do Leblon, hoje vê rebatidas todas as suas desinformações. Não cola mais o "papo cabeça" deles, porque derrubamos com facilidade as merdas que eles falam.

E por que essas coisas aconteciam? Porque disseminavam suas ideias como sendo verdades absolutas? Por que impunham seus conceitos à sociedade que julgavam inferior? Eis a resposta: Porque a "elite cultural" dominava as comunicações, como via de mão única. Eles falavam e o povo apenas ouvia. Eles impunham seus conceitos idiotas e os enlatados que interessavam a eles sobre os outros, e ditavam os modismos. Faziam o povo verdadeiramente de gado, e o povo - sem opinião própria - seguia essa gente.

Hoje as coisas estão mudando. Com as redes sociais, nós, o povo, ganhamos voz. Ganhamos o poder de rebater instantaneamente aqueles que antes eram chamados de formadores de opinião, e desnudamos o caráter deles.

Pelo Twitter, Face, Instagram e etc, nós devolvemos os tapas na cara que eles nos dão, e os enfraquecemos. Não permitimos mais a manipulação, e eles já não ditam mais as regras. Isso fez com que os ditadores da verdade, sejam eles jornalistas, filósofos de merda e intelectuais maconheiros, perdessem força, e mais... O respeito.

Por mais que tentem transformar lixos em ídolos e ídolos em lixo; por mais que tentem nos formatar, suas narrativas não colam e não funcionam. Cada um de nós ganhou a capacidade de criticar e de colocar os lixos nos seus devidos lugares e não dentro de nossas casas como a elite cultural antigamente fazia.

É por isso que quando se fala de "regulação de mídia" e "controle das mídias sociais" os mesmos esquerdistas, que antes formavam a nata da "elite cultural" e que vomitavam a palavra "liberdade" a cada segundo, se cala. Eles não gostam nadinha dessa liberdade que temos, e por eles, manteriam o monopólio das narrativas.

Cartola ídolo, Lula ladrão, comunismo genocida, Chico Buarque um cantor de merda, Enéas um gênio e por aí as coisas vão tomando seus verdadeiros contornos, independente do que a elite cultural tente nos impor.

Estamos dissolvendo os antigos "gênios" e filósofos de botequim e a prova disso é que merdinhas metidos a cineastas, como Wagner Moura, tentam nos jogar as doutrinações, e se tornam fracassos. Tanto é que aqueles "especialistas" e professores de filosofia que antes eram vistos como ápices da sapiência, para nós não passam de maconheiros alucinados. Tanto é que artistas como Ivete Sangalo mandam o Presidente ir "tomar no cu" e minutos depois são mandados para o mesmo lugar.

A elite cultural viu seu fim, e não podemos deixar essa liberdade que hoje temos de demolir as estátuas dos "donos da verdade" ser destruída por tribunais e parlamentares que querem voltar no tempo e retirar nossa liberdade de dizer o que pensamos.

E o que fazem contra nós? Pelos seus braços jurídicos dentro de cortes superiores nos perseguem, nos prendem, desmonetizam nossos canais e tentam nos calar à força.

Mas não vão.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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