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segunda-feira, 21 de março de 2022

Análise didática e impressionante garante que a reeleição de Bolsonaro está se solidificando

 Segunda, 21 de Março de 2022

Bolsonaro caminha cada vez mais firme para a sua reeleição.

Com um partido mais estruturado do que o nanico PSL de 2018, o Partido Liberal tem montado palanques e alianças mais sólidas para a campanha que se avizinha.

Começando pelaregião Sul, no Rio Grande o candidato bolsonarista, Onyx Lorenzoni (PL) já aparece em 2º lugar nas pesquisas, mas o primeiro colocado, o ex-governador José Ivo Sartori (MDB), ainda não definiu se realmente será candidato. 

E na última pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data ainda não se tinha o grande impacto eleitoral que a definição do vice-presidente General Mourão em sair candidato ao senado pelo Rio Grande do Sul.

Essa notícia deve alavancar fortemente a campanha de Onyx.

Em Santa Catarina o governador Carlos Moisés lidera com 15% (pesquisa do site SC em Pauta) seguido do candidato conservador, Jorginho de Melo (PL) com 9% - porém esse 1º lugar do atual governador se deve a um fenômeno chamado ‘recall’, ou seja a lembrança do nome dele por ter disputado as últimas eleições majoritárias no estado. Com forte rejeição no eleitorado bolsonarista, Moisés deve derreter quando a memória do eleitorado catarinense for refrescada. 

No Paraná o governador Ratinho Junior com 50,1% das intenções de voto deve levar no 1º turno. Tanto Ratinho Junior como seu pai, o apresentador do SBT, são aliados de 1ª hora do presidente. Com 14% do eleitorado brasileiro, pode-se garantir que a região sul está fechada com Bolsonaro.

Sudeste: em Minas outro aliado de Bolsonaro lidera as pesquisas, Romeu Zema (Novo) tem 34% e o prefeito de BH, Alexandre Kalil (PSD) 21%, segundo pesquisa da Quaest.

Uma curiosidade é que apesar da diferença não ser tão grande, Zema pode até levar no primeiro turno, devido ao desempenho pífio dos demais candidatos. Nenhum ultrapassa os 2%.

No Rio, o candidato da esquerda Marcelo Freixo (PSB) está empatado com Claudio Castro (PL), 24% a 23% respectivamente. Castro, porém, conta a máquina do estado e a escolha do senador, especialmente se for o Daniel Silveira, pode pesar favoravelmente à reeleição do governador carioca.

O menor estado do sudeste, Espirito Santo deve ficar nas mãos do socialista Renato Casagrande. Mas, com apenas 2,6 milhões de eleitores, Espirito Santo não tem peso eleitoral para mudar o panorama da região sudeste.

A grande alavancada no Sudeste virá de Tarcísio de Freitas, candidato ao governo paulista. Durante a semana, as analistas da Globonews, Natuza Nery e Andreia Sadi alertaram que a candidatura de Tarcísio é ameaça real e eminente tanto à candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo quanto à do próprio Lula.

Lembrando que, em 2018, Jair Bolsonaro teve 46% dos votos em São Paulo, sem um candidato ao governo, com um candidato forte como Tarcísio de Freitas é certo que a votação de Bolsonaro aumentará significativamente no maior estado da federação. 

CANDIDATOS CONSERVADORES – CRESCIMENTO NO NORDESTE.

Juntas as regiões Sul e Sudeste somam 56% do eleitorado nacional.

OCentro Oesteapesar de contar com apenas 7,26% do eleitorado nacional é a região mais hostil à Lula. Com predominância do agronegócio, a declaração de Lula de que “O MST será protagonista no meu governo”, gerou forte reação no MT, MS, TO e Goiás. Os produtores rurais espalharam outdoors por toda região dizendo que Lula não é bem-vindo nessa ou naquela cidade.  

Em 2018, o Nordeste mostrava um mapa totalmente vermelho pois os partidos de esquerda venceram nos 9 estados. Isso não se repetirá em 2022. O maior estado da região, a Bahia, com seus 10,8 milhões de eleitores não ficará nas mãos do PT.

Lá, ACM Neto (UNIÃO) lidera com folga, 45%, seguido por João Roma com 9% apesar de não ser um bolsonarista, ACM Neto é um candidato de direita – o ministro João Roma corre por fora e está prestes a se filiar ao PL e se isso acontecer o seu potencial de crescimento é gigante.

A dependência do PT do nordeste é tão grande que, se perder na Bahia, a eleição de Lula já está inviabilizada.

Bolsonaro apresentará expressiva vitória no Sul, Sudeste e Centro-oeste.

Mesmo que o PT vença nas regiões norte e nordeste, elas somam apenas 34% do eleitorado. E com a eminente derrota no maior estado dessas duas regiões, a Bahia, aniquilação total do Partido dos Trabalhadores parece cada vez mais próxima. 

Fonte: Jornal da Cidade Online

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