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domingo, 10 de abril de 2022

Na foto oficial da chapa Lula-Alckmin, as 'mentiras que são contadas mil vezes' e uma pegadinha nada patriótica

Domingo, 10 de Abril de 2022

A foto oficial registrada após a confirmação do acordo que ratificou o embarque de Geraldo Alckmin como vice do ex-presidiáro Lula na chapa que vai disputar a presidência nas próximas eleições, diz muito mais do que a sociedade brasileira imagina.

Nela, há dados sócio-econômicos que revelam a grande e eterna mentira, difundida como verdade pelo PT e os partidos de esquerda que o orbitam, e tem até mesmo uma pegadinha de cunho patriótico criada pelo marketing de campanha.

Quem aqui, entre os leitores do JCO, nunca ouviu os discursos ideológicos dos esquerdopatas, como a necessidade de igualdade ou mesmo de paridade de gênero não apenas nos direitos relacionados ‘no mudo aqui fora’, mas também na ocupação de cargos na política e nas vagas de emprego em geral?

E quantas vezes não escutamos os discursos sobre inclusão de índios, negros, LGBTs, representantes das classes mais pobres?

Mas quando olhamos essa imagem, a amostragem é justamente o oposto do que pregam:

São 19 pessoas, sendo 17 homens e apenas duas mulheres (isso sem contar o fotógrafo, que também é do sexo masculino)

Não há negros ou indígenas;

Não há representantes declaradamente LGBT;

Não há, sem dúvida alguma, representantes das classes mais baixas.

Um internauta criou até uma legenda sobre esta foto, que já viraliza nas redes, com as porcentagens da ‘desigualdade’ descritas em legendas sobrepostas. Observe abaixo:

Mas como diz o título desta matéria, há também a pegadinha patriótica explorada pelos marqueteiros da campanha petista.

Na foto, o vermelho, marca do lulopetistismo e da ideologia comunista pregada pelos esquerdopatas, praticamente não aparece.

A exceção é o tapete, cujo tom está relacionado apenas à decoração do ambiente utilizado para festas e eventos, a calça da noiva de Lula, Rosângela da Silva (Janja) e a camisa do senador Paulo Rocha (PT-PA).

Os demais ostentam, em sua grande maioria, pelo menos uma camisa, um paletó ou uma calça azul ou com tons similares.

E este azul não foi escolhido à toa, mas porque é a cor ‘que sobrou’ dos símbolos que representam o Brasil, como a bandeira nacional.

Como se sabe, o verde e amarelo acabaram se tornando, de maneira orgânica, as cores utilizadas pelos milhões de apoiadores do presidente Bolsonaro.

Mas e o vermelho, e a estrelinha do PT, a paridade entre sexos, os representantes de classe, raça, credo ou identidade de gênero... Onde estão nesta foto?

Não significa que eles, de uma hora para a outra tornaram-se patriotas, mas comprova que esquerda continua a seguir a velha cartilha, cujo ensinamento é o de contar ‘mil vezes’ a mesma mentira para que se torne ‘verdade’.

Você vai cair nesta?

Fonte: Jornal da Cidade Online

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