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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Quanto mais armas, menos mortes? A queda das narrativas tendenciosas e falaciosas da esquerda

 Segunda, 14 de Fevereiro de 2022

Há diversos indicadores de violência para saber se um país é seguro ou não.

Convencionalmente, é utilizado como balizador a taxa de homicídios a cada 100 mil habitantes, dados que além da proporcionalidade da população, leva em conta a gravidade de crimes contra a vida, como homicídios, lesões corporais seguidas de morte e latrocínios.

Na década de 80, o Brasil apresentava cerca de 10 mortes para cada 100 mil habitantes. De lá pra cá, adotou políticas restritivas de armas culminando com o Estatuto do Desarmamento em 2003, que mesmo rejeitado por 64% dos brasileiros no Referendo das Armas, foi implementado e serviu para desarmar apenas o cidadão de bem, armando cada vez mais a criminalidade e a deixando a vontade para cometer seus crimes.

O Brasil assistiu assim, um crescimento exponencial de violência chegando ao seu ápice em 2017 com cerca de 30 mortes/100 mil. 

O Governo Bolsonaro iniciou em 2019 facilitando ao cidadão de bem o acesso a armas legalizadas. Mesmo com o ativismo desarmamentista da suprema corte, por diversas vezes suspendendo decretos e portarias do governo federal, numa clara tentativa de impedir o armamento civil, os números mostram que o número de armas legalizadas cresceu no Brasil ao mesmo tempo que os homicídios apresentaram queda histórica. 

Novos registros de armas quadruplicaram na Polícia Federal, e passaram de 51 mil em 2018 para 204 mil em 2021. A concessão de portes de armas também cresceu 57%. O número de CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores), atividades fiscalizadas pelo Exército Brasileiro, que era de aproximadamente 130 mil pessoas (2018) com 360 mil armas, chegou a 410 mil pessoas com 700 mil armas no final de 2021. 

Enquanto isso, os homicídios no Brasil tiveram em 2019, primeiro ano do Governo Bolsonaro, queda de 22%, atingindo a taxa de 20 mortes a cada 100 mil habitantes, a maior redução de toda série histórica e que não era tão baixo de 1993. O mesmo patamar foi mantido em 2020.

Esses dados desmontam cada vez mais as narrativas tendenciosas e falaciosas de políticos e partidos de esquerda, além de institutos e ONGs desarmamentistas que proliferam o discurso desonesto de que quanto mais armas, mais crimes e mais mortes. O Brasil de Bolsonaro está aí para comprovar.

Quanto mais armas nas mão certas, mais vidas são salvas. Coincidências?

Acredite quem quiser, ou, quem não quiser ver.

Fonte: Jornal da Cidade Online

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