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domingo, 6 de junho de 2021

Governadores do Nordeste criticam restrições da Anvisa para aplicação da Sputnik V

 Domingo, 06 de Junho de 2021

Foto: AP Photo/Andre Penner

Após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar, em caráter excepcional e temporário, a importação da vacina Sputnik V e da Covaxin, na última sexta-feira (4), alguns governadores do Nordeste tiveram críticas a fazer. Os governantes reclamam do limite imposto pela Anvisa de só poder aplicar o imunizante em até 1% dos habitantes.

Os governadores se reuniram de maneira virtual no sábado (5) para discutir a imunização. Os estados da região que solicitaram a importação da vacina russa foram Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí.

A autorização veio após um veto da vacina pela Anvisa em abril, alegando falta de informações sobre eficácia, segurança e qualidade. Os estados recorreram da decisão. Na nova avaliação, a diretoria colegiada da agência permitiu a aplicação do imunizante no país, mas com restrições. Com base no voto do relator Alex Machado Campos, da Diretoria 5 da Anvisa, apenas 1% do público-alvo das campanhas de vacinação pode receber a Sputnik V – e o mesmo vale para a vacina indiana, a Coavaxin.

Com base nesta regra, a Bahia pode importar o maior número de doses, de 300 mil; seguida por Pernambuco,192 mil doses; Ceará, 183 mil doses; Maranhão, 141 mil doses; Piauí, 66 mil doses; e Sergipe, 46 mil doses.

Rui Costa (PT), governador pela Bahia, comemorou a permissão em sua conta do Twitter, mas criticou a limitação.

“É apenas o início, mas depois de muita luta conseguimos aprovação para importar e aplicar a Sputnik V. A quantidade autorizada pela Anvisa está muito abaixo da real necessidade. Agora, é batalhar para fazer chegar logo o que foi aprovado e vacinar nosso povo. Vacina salva vidas”, escreveu.

Já o governado do Piauí, Wellington Dias (PT), que preside o Consórcio Nordeste, também usou as redes sociais para se pronunciar.

“Ainda que com uma pequena quantidade de doses liberadas, a aprovação da nossa agência reguladora destaca que a vacina é segura e eficaz”.

A vacina, no entanto, ainda não teve o uso emergencial ou registro aprovado pela Anvisa. Ela foi permitida com uma série de restrições para “mitigar riscos”. Dentre elas, está que apenas adultos entre 18 e 60 anos, sem comorbidades podem receber o imunizante. Ficam de fora grávidas, puérperas e mulheres que desejam engravidar nos próximos 12 meses. Novas avaliações podem reprovar a Sputnik V, o que fará a Anvisa paralisar a avaliação.

O Consórcio Nordeste e o Consórcio da Amazônia Legal se reuniram para tratar da vacinação e da importação.

“Nós temos lutado há muitos meses para que a vacinação avance rapidamente”, disse o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). De acordo com Dino, seu Estado possui 4,5 milhões de doses compradas do imunizante. “Os governadores conversaram sobre os próximos passos, visando à execução desses contratos.”.

Já Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco, disse que “acelerar o ritmo da imunização é urgente. Estamos analisando todos os aspectos relevantes para que a utilização de mais esse imunizante nos ajude a ampliar a vacinação da nossa população com segurança, eficácia e obedecendo todos os protocolos sanitários. Vacinas salvam vidas.”

Yahoo Notícias / Blog do BG

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. Pronto. Governadores cientistas. Era só o que estava faltando. Eles deviam pedir aos outros cientistas do STF para retirarem as exigências da Anvisa. Imbecilidade também tem limite.

  2. Só politicagem barata dos governadores que pleiteiam essa vacina Sputinik V. Ela é pior que a Coronavac.
    O que mostra que eles não estão preocupados com a saúde da população. E sim, envolvidos na guerrinha rasteira com o governo federal e, provavelmente, num lobby escuso com o laboratório produtor deste imunizante.
    Vejam a Argentina como está no cenário mundial. Só aplicou Sputinik V.

  3. Esses governadores deveriam analisar o efeito desta vacina na população Argentina. Lá só foi usada a Sputinik V e o povo morrendo e adoecendo absurdamente.

  4. E o Randolfe afirmou em entrevista que a defesa da cloroqiina se deu por dinheiro. E que a cpi tem provas. Que sempre foi por dinheiro a defesa do indefensável, eu sempre soube. A indústria farmacêutica paga bilhôes para divulgar seus produtos e essa turma iria fazer a defesa que faz da cloroquina de graça? Duvido.

  5. E só eles comprarem om dinheiro deles, já que entendem mais que os técnicos, e vassinem eles, os parentes deles ,e os baba ovos deles, q são muitos

  6. Fátima falou, falou, mas não comprou!!!!
    É demais!!! Tudo é discurso, ação que é bom….
    Centros de vacinação vazios!!!
    Haja gestão!

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