Quarta, 03 de junho de 2026
O caso foi denunciado por Alex, um ex-funcionário de um restaurante com unidade na cidade e em outras regiões do interior de SP e em Florianópolis. Ele revelou ter participado de um esquema de adulteração de bebidas alcoólicas durante vários anos. Sem se identificar, ele afirmou que trabalhou no estabelecimento e decidiu expor práticas que, segundo seu relato, incluíam tanto a falsificação de bebidas quanto problemas relacionados às condições de higiene nas áreas de preparo de alimentos.
A denúncia ganhou grande repercussão em 2025 em meio às fiscalizações realizadas em bares e restaurantes de diversas cidades de São Paulo, que resultaram na apreensão de garrafas consideradas suspeitas.
De acordo com o ex-funcionário, o método consistia em adquirir bebidas mais baratas e transferi-las para recipientes de marcas reconhecidas e de valor superior, criando a aparência de um produto premium. Segundo ele, essa prática era aplicada principalmente com vodcas e uísques comercializados no estabelecimento.
Na época, Alex compartilhou vídeos que mostravam falhas sanitárias em cozinhas e áreas de manipulação de alimentos. As imagens exibiam equipamentos e estruturas em condições inadequadas de uso. Veja:
Porém, ao fazer essas denúncias, ele acabou colocando sua própria vida em risco. Após revelar o esquema, o ex-funcionário passou a receber ameaças de morte e descobriu que seu antigo trabalho estava seriamente envolvido com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
A última ameaça que recebeu é assustadora. Um integrante do PCC, em áudio, afirma:
"Nós já tem seu endereço, sua casa, tem tudo. Se nós tiver que ir aí na sua casa não vai ficar legal. Já 'bréca' essas palhaçadas falando do 'Varanda'..."
Ouça o áudio:

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