Quarta, 15 de setembro de 2026
Informações que acabam de surgir dão conta de que os EUA estão preparando um rascunho com possíveis novas sanções a Alexandre de Moraes.
Tudo isso ocorre enquanto o julgamento do ministro ocorre no STF.
Eis o que diz a Band:
Hoje é um dia histórico, em que o Brasil espera que as instituições não virem as costas para o país. As instituições existem para servir à República, e não para se servir dela — seja por meio de todos os tipos de benesses que só se viam na antiga realeza, de salários elevadíssimos ou até mesmo da ideia de que estão acima da Constituição.
O que acontece hoje é muito sério. E a preocupação não se restringe apenas ao Supremo Tribunal Federal, mas alcança também o Senado, o Congresso e o Executivo brasileiro.
A crise brasileira ultrapassou as fronteiras e vem sendo noticiada no mundo inteiro. A agência britânica Reuters classifica o episódio como o maior teste à credibilidade do STF desde a redemocratização do Brasil. O jornal também britânico Financial Times destaca o envolvimento da Corte brasileira no escândalo do Banco Master, de cerca de 10 bilhões de dólares.
O francês Le Monde chama a crise de um escândalo político-financeiro que abala o Supremo Tribunal Federal do Brasil. A emissora catari Al Jazeera chama a atenção para o conflito aberto entre ministros do Supremo, as suspeitas de corrupção, a parcialidade política da Corte brasileira e a interferência na Polícia Federal.
Bom… em meio a todo o imbróglio, o governo americano avalia retomar as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes e integrantes da Corte considerados aliados do ministro. O Tesouro americano já teria preparado um rascunho para a retomada das punições com base na Lei Magnitsky e estaria aguardando o posicionamento oficial do secretário de Estado americano, Marco Rubio.
Essas sanções podem atingir não apenas o ministro, mas também o sistema financeiro do país e diversas empresas. Em 2025, Moraes e sua mulher, Viviane Barci, já haviam sido sancionados, mas as sanções foram rapidamente suspensas após uma negociação do governo Lula com os Estados Unidos. Sendo assim, nem o ministro nem o país sentiram o impacto pleno da lei.
O que acontece hoje no Brasil é de extrema importância. E, como resultado de tudo isso, a sociedade brasileira poderá esclarecer uma dúvida: o artigo 5º da nossa Constituição é realmente válido? Todos os brasileiros são, de fato, iguais perante à lei?
Fonte: Jornal da Cidade Online

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