Sexta, 20 de fevereiro de 2026
Veja que ele simula “isenção”, condenando tanto o uso da escola de samba como ferramenta de propaganda eleitoral, mas afirmando que “a comemoração da derrota do oponente seria AINDA PIOR”.
Ou seja, comemorar o fato de que um crime eleitoral não tenha gerado completamente o resultado almejado seria pior do que o próprio crime.
É por isso que o sujeito recebe Lula e critica quem o vaia, em suposta defesa da “institucionalidade”, da “figura do presidente”.
Ora, se o presidente foi condenado no maior escândalo da história e depois descondenado para ser alçado ao poder, representando e protegendo o que há de mais podre no establishment brasileiro, defender a sua legitimidade é defender a mesma podridão.
É por isso que essa figura lamentável é pior que o PT: acaba enganando os incautos de forma mais efetiva.
Leandro Ruschel.

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