Quinta, 01 de janeiro de 2026
Lucas Silva, filho da procuradora Maria Nilda Silva, do Ministério Público de Contas vinculado ao Tribunal de Contas de Pernambuco (PE), havia participado do concurso em dezembro de 2022 na modalidade de ampla concorrência. O candidato ficou na 63ª posição geral e solicitou a mudança para a categoria PCD três anos após a realização do certame.
A apresentação do laudo que comprovaria sua condição de pessoa com deficiência ocorreu apenas após esse período, muito depois das inscrições e da realização das provas. A informação foi divulgada pela coluna de Andreza Matais e André Shalders no Metrópoles.
O caso chegou ao Ministério Público estadual por meio de denúncias formalizadas por vereadores da oposição na Câmara Municipal de Recife. Após a repercussão, a administração municipal redirecionou a vaga para Marko Venicio dos Santos, único candidato com deficiência aprovado na primeira homologação do concurso.
A medida tomada pela Prefeitura de Recife restabelece o cumprimento das regras originais do edital quanto às vagas reservadas para PCDs no concurso realizado em 2022.

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