Quinta, 01 de janeiro de 2025
Em decisão recente, o Procurador-Geral da República afirma não vislumbrar, a priori, qualquer ilicitude no contrato firmado entre Viviane Barci de Moraes e o Banco Master, afastando a possibilidade de investigação e sustentando que a ingerência do Estado em negócios privados seria incompatível com a autonomia da advocacia.
Ou seja: quando envolve cidadãos comuns, opositores do sistema, a interpretação da lei é expansiva, criativa e implacável.
Quando envolve o entorno do poder, a leitura passa a ser minimalista, cautelosa e seletivamente garantista.
A decisão do PGR é ainda mais reveladora porque CONFIRMA A EXISTÊNCIA DO CONTRATO, fato que vinha sendo negado por militantes de redação alinhados ao petismo.
De onde nada se espera… nada sai mesmo. Gonet atua como extensão do sistema que deveria fiscalizar.
Leandro Ruschel.


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