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sábado, 14 de maio de 2022

Casos de dengue aumentam 1.233% em Natal

Sábado, 14 de Maio de 2022

Foto: Getty Images

A capital potiguar registrou 3,2 mil casos de dengue notificados entre janeiro deste ano e as duas primeiras semanas de de maio, de acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) de Natal. No comparativo com igual período do ano passado, o aumento de notificações é de 1.233,33%. Natal registrou 240 notificações de dengue entre janeiro e a primeira quinzena de maio do ano passado. Com o cenário atual, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal) declarou que a cidade vive uma epidemia de dengue.

Segundo a diretora do DVS, Vaneska Gadelha, um gabinete de crise foi instalado em razão da epidemia para intensificar os trabalhos de combate e tratamento dos focos do mosquito. No âmbito dos trabalhos, explica Gadelha, o Centro de Controle de Zoonoses de Natal (CCZ) identificou, por exemplo, que o descarte irregular de pneus em vias públicas é o principal criadouro para o Aedes aegypti na cidade.

Vaneska Gadelha afirma que são quase 3 mil pneus recolhidos por semana. Desses, 60% representam foco positivo para a dengue. Todo o material é levado para um galpão coberto da Urbana, de onde é destinado às empresas produtoras de pneus. “Existe uma lei que responsabiliza as empresas pelo lixo que elas produzem. Portanto, é delas o dever de descartar esses produtos”, esclarece a diretora do DVS.

Mas o material recolhido em vias públicas não é a única preocupação do Departamento de Vigilância em Saúde de Natal. A deficiência em vistorias a residências em alguns bairros de Natal também tem mantido aceso o sinal de alerta do DVS. Isso porque, segundo Vaneska Gadelha,  de cada 10 imóveis  visitados, 7 apresentam focos do Aedes aegypti. “A  deficiência não questão das vistorias se dá pela dificuldade das pessoas em aceitar a visita do agente de endemias. Há também o problema dos imóveis fechados”, afirma.

Sobre os imóveis fechados, a diretora do DVS esclarece que há um esforço para a localização dos donos ou responsáveis a fim de que sejam realizadas as vistorias nesses locais. “O CCZ está sempre na situação de tentar localizar o dono e de pedir para alguém responsável vir até a casa para permitir a vistoria”, disse Vaneska Gadelha.

Tribuna do Norte

OPINIÃO DOS LEITORES

  1. O Aedes aegypti deve pertencer ao grupo de risco, só pode ter diversas comorbidades, pois passou dois anos sem sair de casa sem nem se proliferar, deveria está em Home Office. Respeitou rigorosamente abordem do fecha tudo.

    1. Tu ainda quer que o genocida mate mais gente?
      Tá satisfeito não, homi?
      Ah, é só uma gripezinha e todo mundo vai morrer um dia, né?
      Primeira vez que eu vejo um ser humano aplaudir um jumento que evacua pela boca!

  2. Parece que o SARS-COV-2 também matava o mosquito Aedes aegypti. Foi só a taxa de COVID-19 diminuir que o governo logo foi atrás de uma nova endemia.
    Coincidência, né?

  3. Ô mosquito sabido!….foi só o Coronavirus perder as forças, o mosquito voltou das férias. E haja verba agora para enfrentar a dengue…..pode fazer Consórcio Nordeste para o mosquito??????

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