Sábado, 22 de agosto de 2026

Foto: Reprodução/ Instagram
A crise humanitária que atinge povos originários da Amazônia avançou no governo do presidente Lula (PT) e ampliou o registro de mortes de indígenas para 1.138 óbitos no território Yanomami, entre os anos 2023 e 2025, de acordo com o Ministério da Saúde. A tragédia virou mote de provocação eleitoral do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), nesta sexta-feira (21), ao fazer referência à retomada do uso do termo “genocida”, atribuído pela esquerda ao seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Já pode chamar de genocida?”, escreveu Flávio Bolsonaro, ao republicar chamada de reportagem da revista Veja, sobre o petista ter superado as 951 mortes de Yanomamis registradas no mandato de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
A escalada de mortes neste terceiro mandato presidencial de Lula permaneceu, mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar, em 2023, que o governo do presidente Lula adotasse, até o final de 2024, um novo plano para retirar invasores de sete terras indígenas: Araribóia, Karipuna, Kayapó, Mundurucu, Trincheira Bacajá, Uru-Eu-Wau-Wau e Yanomami.
Com informações do Diário do Poder
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