Sábado, 21 de fevereiro de 2026
Vídeo: Reprodução/GloboNews
O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, Kleber Cabral, prestou depoimento à Polícia Federal nesta sexta-feira (20), após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Segundo a entidade, Cabral foi ouvido na condição de investigado em razão de declarações concedidas à imprensa.
A decisão gerou reação de entidades e comentaristas. A Transparência Internacional Brasil criticou a medida, afirmando que um presidente de sindicato estaria sendo alvo de intimidação por parte de um juiz constitucional.
No telejornal Em Pauta, o jornalista Demétrio Magnoli classificou o caso como “intimidação aberta”. Segundo ele, a convocação não atinge apenas o dirigente sindical, mas envia um recado à categoria dos auditores-fiscais sobre possíveis consequências de questionamentos envolvendo autoridades.
Magnoli afirmou que Cabral teria se tornado investigado apenas por manifestar opiniões críticas à condução de procedimentos adotados por Moraes. Para o comentarista, a medida representa um avanço preocupante no debate sobre liberdade de expressão e limites de atuação institucional.
Até o momento, o Supremo Tribunal Federal não divulgou detalhes públicos sobre o conteúdo específico das declarações que motivaram o depoimento.
Opinião dos leitores
Chapéu
de otário
é marreta
. Eu acho é pouco!!!


Alvo de Moraes, Unafisco assinou ‘Cartinha da Democracia’
CADÊ O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO? SERÁ QUE NÃO EXISTIA? O AMOR VENCEU E O RESULTADO ESTÁ AÍ.
Entidade que hoje critica operação do STF aderiu em 2022 à carta organizada pela USP em defesa do Estado Democrático de Direito.
Cadê os sindicatos nas ruas , contra essa intimidação e perseguição aos trabalhadores que falarem a verdade, contra esse governo corrupto. Quando se derem conta, já não vão mais poder abrir a boca prá nada. Falar a verdade sobre essa quadrilha de bandidos que se apoderou do governo, agora é crime.