Assim como o Magazine Luiza, a Natura, empresa proprietária das marcas Avon International, Natura, Aesop e The Body Shop, cujo proprietário apoiou a candidatura do ex-presidiário Lula (PT) à presidência, também amargou prejuízo no 3º trimestre.
O rombo foi de R$ 559,8 milhões.
Algo realmente gigantesco se comparado ao mesmo período de 2021, quando alcançou um lucro de R$ 272,9 milhões.
A Natura, como o Magalu, também atribui à alta da inflação (se bem que o Brasil teve deflação), controladores, perdas do EBITDA e despesas financeiras milionárias da companhia.
Diante desse quadro, a Natura achou melhor trocar o presidente-executivo da empresa e anunciou Fábio Barbosa como o novo CEO.
A expectativa, agora, é a de que Barbosa consiga aumentar as vendas e tornar as ações da Bolsa mais valorizadas; porque, no acumulado do ano já desmoronaram 48%.
Não está nada fácil para os jornalistas conservadores...
Luís Ernesto Lacombe, se junta a Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Caio Coppolla, Ana Paula Henkel e é mais um comunicador sem emprego nesse momento conturbado que vive o Brasil.
Assim como a Jovem Pan, a RedeTV! parece ter começado um 'facão' na emissora.
Não se sabe ao certo os motivos que levaram a essa decisão.
Pelo jeito, tanto a RedeTV! como a Jovem Pan já estão pensando em novas maneiras de trabalhar diante do novo governo que deve começar em janeiro de 2023.
Essa é uma triste realidade...
Porém, nós do Jornal da Cidade Online temos uma ótima notícia para você patriota e conservador: Não vamos desistir do Brasil!
Somos milhões de patriotas espalhados por todo o Brasil em busca de um país melhor.
Lançamos novidades imperdíveis como a Revista A Verdade - um lugar onde a censura não chega, a TV JCO no Youtube - com programas diários e, por último, o aplicativo JCO onde você tem a informação na palma da mão e será notificado sempre que algo urgente acontecer.
O jornalista da GloboNews, Otávio Guedes, buscou uma explicação, no mínimo, "inusitada" para justificar o caos que Lula (PT) deixou no mercado financeiro, esta semana, ao afirmar que romperia o teto de gastos do Governo e que a estabilidade fiscal não era "necessária".
Sem ter como esclarecer a imediata alta dos juros a 8%, o dólar com aumento de 4% e a Bolsa caindo 4%, o global inovou na "elucidação" e disse que o mercado era "bolsonarista".
"O mercado não é uma 'entidade maligna', mas é um 'ator' bolsonarista. (...)" - afirmou o "sábio" comunicador.
A colega de palco, Andreia Saadi, concordou "em partes" com Guedes, mas ressaltou que "nem todo o mercado é assim".
O influencer Monark teve seu canal no YouTube derrubado.
Segundo ele, a conta saiu do ar, a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Fui censurado pelo STF… Não vivemos em uma democracia. Me acompanhe no Rumble/Monark! Quantos dias até a polícia vir na minha casa? Alexandre de Moraes age como um ditador”, disse Monark no Twitter.
“Este canal não está disponível em seu país”, diz a mensagem exibida pela plataforma.
O curioso foi que Monark recebeu a notícia ao vivo quando entrevistava, em seu podcast na plataforma Rumble, um dos principais líderes do malfadado MBL, o ex-deputado ‘Mamãe Falei’..
O apresentador enfurecido começou a criticar a censura e para a surpresa de ninguém, o líder do MBL, Mamãe Falei, passou a defender a censura.
Durante todo o seu governo, nosso Presidente falou com a nação quase que diariamente.
Nas chegadas e saídas, nas concorridas “lives” das quintas-feiras, nas centenas de entrevistas que deu, nos “podcast’s”, nas motociatas, nas cerquinhas do Palácio.
Enfim, estamos acostumados com um líder que sempre foi franco, claro e objetivo.
Agora, passadas duas semanas das eleições, o Presidente guarda um silêncio absoluto.
Falou uma única vez e ainda não disse claramente ter aceitado o resultado das urnas.
Em contrapartida milhões de brasileiros seguem pacífica, ordeira e democraticamente nas ruas, exigindo: transparência na apuração dos votos com a entrega pelo TCE dos códigos fontes dos sistemas de contagem dos votos; o fim da censura, do cerceamento da liberdade de expressão; o fim das prisões políticas e do ativismo judiciário do STF e do TSE.
Lula, por sua vez, ainda sem ter sido sequer diplomado, se porta como se já fosse o presidente da República e é recebido festivamente pelo STF.
Tudo muito estranho.
Os Chefes militares das Forças Armadas emitem uma nota lida por um General, dizendo que é direito da Nação protestar e fazer manifestações pacíficas e ordeiras, e que qualquer ato que impeça esse exercício de cidadania é ilegal.
Independentemente da fala do Presidente o povo seguirá nas ruas, praças e avenidas e organiza uma das maiores manifestações populares da nossa história republicana, programada para o feriado da Proclamação da República, no próximo dia 15.
Ante a vergonhosa tentativa do consórcio da mídia esquerdista brasileira de esconder os fatos, o mundo já sabe o que está ocorrendo no Brasil.
Então é de se indagar: não seria hora do Presidente vir à publico e falar para seus 60 milhões de eleitores que constituem sua base política, sólida, atenta e participativa?
Nem que seja para dar uma palavra de solidariedade aos seus, afastando o medo e a insegurança de quem o apoia!
Talvez Bolsonaro tenha alguma estratégia ou siga alguma tática.
Mas o líder que escolhemos deve exercer o dever e o direito de liderar!
E se pode fazê-lo pela própria voz, que o faça!
Sem intermediários, a voz de nenhum porta voz é a voz do Presidente!
Ainda que seja – no que jamais vou acreditar – para dizer aos seus que aceitou o resultado das urnas nas condições como ocorreram.
Ou para dizer que não aceita, expondo os muitos motivos que têm para não aceitar os resultados enquanto a liberdade e a censura não forem extintas no país; e enquanto a Nação não tiver segurança e confiança que a eleição foi limpa!
Ou para dizer que nunca seremos submetidos sob qualquer condição a um regime de força ou de exceção de quem quer que seja!
Editorialista do Jornal da Cidade Online. Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista. @LCNemetz
Em entrevista exclusiva à equipe da TV JCO em Brasília, o Senador Carlos Portinho (PL-RJ) avaliou o papel do Senado, tendo em vista que só o Senado tem prerrogativa de pedir explicações aos ministros do STF por conta de suas ações:
“Fizemos inúmeros convites [para que os ministros, inclusive Alexandre de Moraes, fossem ao Senado], mas foram recusados.
É um dever do poder judiciário, dentro da harmonia entre os poderes, já que conduziu o processo eleitoral, vir aqui e fazer um balanço geral das eleições.
Há um medo, uma covardia, do poder judiciário, achando que vai chegar ao Senado e ser massacrado, ué, quem não deve, não teme”, frisou.
O Senador Portinho também criticou a censura:
“Estamos vivendo em censura e, pior do que isso, censura prévia. Um dos bens maiores do estado democrático de direito é a liberdade de expressão.
Não pode uma pessoa decidir o que outras ou a sociedade pode falar ou não, isso me assusta muito”, ressaltou.
O deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) não perdeu a oportunidade de zoar as falas do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, após Lula deixar o mercado financeiro nervosíssimo, nesta quinta-feira (10).
“Ué, escolheu picolé de bosta e agora tá estranhando o gosto?”, escreveu o deputado federal no Twitter.
O deputado gaúcho se refere ao assustador discurso de Lula no dia de ontem, 11/11, que derrubou as Bolsas e causou uma alta do dólar.
Meirelles foi o primeiro, mas não o único. Hoje, outra economista, Elena Landau, que apoiou Lula no segundo turno se disse decepcionada e reforçou que a ideia de ‘coalizão de forças’ se desfez.
O presidente eleito do Brasil, o ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que esteve, neste sábado (12), realizando exames de rotina no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, está incomodado com uma inflamação na garganta.
Aparentemente, aquela rouquidão na voz do petista e a sequidão na garganta têm o atormentado. Mas, segundo boletim médico da instituição, não foi diagnosticado a volta de tumor, como o que o acometeu em 2011.
- (Exames) Estão normais e seguem mostrando completa remissão do tumor diagnosticado em 2011 - diz o comunicado divulgado pelo hospital.
Lula segue com inflamação na garganta “por esforço vocal” e leucoplasia na laringe, umas lesões espessas e brancas no órgão, que é, por sinal, o mesmo no qual ele teve câncer, mais de uma década atrás.
- O exame de nasofibroscopia mostra alterações inflamatórias decorrentes do esforço vocal e pequena área de leucoplasia na laringe - completa o documento.
O ex-condenado da Lava-Jato estava acompanhado pelas equipes médicas coordenadas por Roberto Kalil Filho, Artur Katz e Rubens Brito e realizou exames de imagens de ecocardiograma, angiotomografias e PET scan, uma tomografia computadorizada por emissão de pósitrons.
Apesar do diagnóstico, Alexandre Padilha, que integra o grupo de discussões sobre saúde durante o governo de transição, usou as redes sociais para acalmar os aliados.
- (Ele está) pronto para governar o nosso país. (...) Os exames todos mostram a normalidade e a completa remissão daquele antigo tumor que já faz uma década que teve - despistou.
- (...) A garganta inflamada de quem falou muito, emocionou muita gente com seus discursos durante a campanha eleitoral. Mas está superbem, firme e forte - completou.
Quando Bolsonaro venceu as eleições em outubro de 2018, mesmo antes dele tomar posse, os índices de violência começaram a cair. A marginalidade temendo uma maior repressão instintivamente recuou pois sabia que a Segurança Pública seria um dos pilares daquela administração.
Da mesma forma, bastou o 1º pronunciamento de Lula, se dizendo contra as privatizações e reforçando a manutenção dos privilégios da cúpula do funcionalismo público, que o ‘Mecanismo’ começou a se movimentar.
O primeiro passo para inviabilizar um dos serviços por aplicativo mais populares do mundo, o Uber, foi dado ontem.
A 14ª Turma do TRT da 2ª Região declarou, por maioria, vínculo empregatício entre um motorista e a empresa de transporte por aplicativo Uber Brasil e reconheceu que a dissolução do contrato realizada de forma unilateral pela organização, sem justificativa, equivale a uma dispensa sem justa causa.
A decisão acata recurso do trabalhador, uma vez que sua demanda havia sido indeferida em sentença do juízo de 1º grau.
O magistrado observou ainda a não-eventualidade, justificando que o homem prestou serviços ao longo de cinco anos para a companhia de forma contínua. Nesse aspecto, considerou também outras formas de controle de habitualidade, como a estipulação de metas a serem cumpridas sob pena de desvinculamento da plataforma.
Cabe dizer que por uma análise jurídica semelhante, a empresa brasileira iFood deixou a Colômbia e o México. Esse será nosso caminho daqui para frente uma burocracia estatal se fortalecendo enquanto o capital e os empregos deixam o país.
Os comandantes das três Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) divulgaram uma nota assinada pelo almirante Almir Garnier Santos, pelo general Marco Antônio Freire Gomes. e pelo tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior.
A nota cita a Lei nº 14.197, em vigor desde 1º de setembro de 2021, para, veladamente, criticar decisões judiciais que determinam a retirada de manifestantes que há duas semanas protestam próximo a quartéis, em várias cidades.
“Não constitui crime [...] a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais, por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais”, sustentam os comandantes ao afirmar que as Forças Armadas estão comprometidas com a democracia e com a harmonia política e social.
“A solução a possíveis controvérsias no seio da sociedade deve valer-se dos instrumentos legais do estado democrático de direito”, acrescentam os militares, destacando a importância da independência entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com especial ênfase ao Congresso Nacional, que os comandantes afirmam ser o principal responsável por, de acordo com o “anseios e pleitos da população”, “corrigir possíveis arbitrariedades ou descaminhos autocráticos que possam colocar em risco o bem maior de nossa sociedade, ou seja, sua Liberdade”.
“Como forma essencial para o restabelecimento e a manutenção da paz social, cabe às autoridades da República, instituídas pelo povo, o exercício do poder que “Dele” emana, a imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas da população, bem como a estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências, nos termos da Constituição Federal e da legislação.”
Para resumir, as Forças Armadas estão ao lado do povo...
Não… Não é possível a recontagem de votos e sequer há garantias de que seja permitida fazer uma auditagem real dos votos nas eleições, incluindo a última, encerrada no dia 30 de outubro.
Mas, uma decisão monocrática do ministro Ricardo Lewandowski acaba de permitir um recálculo na contagem de votos e beneficiou diretamente o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP).
Com 122.800 votos, Teixeira entrou com um pedido de "retotalização" no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), logo após a divulgação final dos resultados do primeiro turno, em 2 de outubro.
Em sua alegação, o candidato Pablo Marçal (PROS-SP), que recebeu 243.029 votos, estaria inelegível pois teria perdido o prazo para candidatura.
Apesar da enorme diferença de votos, o petista ficaria com a vaga de Marçal, em função do cálculo do coeficiente eleitoral, uma complicada métrica que faz com que as legendas com maior número de votos na soma total, tenha direito a mais cadeiras e, por consequência, a eleger mais candidatos, ainda que alguns deles tenham menos eleitores do que outros concorrentes.
Em 14 de outubro, o TRE-SP recusou o pedido e confirmou a legitimidade da eleição do candidato do PROS..
Teixeira, então, correu para onde sabia que teria a resposta que sonhava e, após encaminhar uma liminar para o Superior Tribunal Federal (STF), obteve o ‘sim’ de Lewandowski, levando a vaga 'no VAR', como dizem os amantes do futebol.
O caso agora só poderá ser julgado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, até lá, Marçal terá que esperar para saber se estará no congresso nacional em 2023.
Mesmo antes de assumir o governo a situação nas hostes petistas é bem complicada.
Estão todos atordoados e com certeza representam um grave risco para o país.
A malandragem atordoada é um perigo incalculável.
Assim, declarações caóticas e que beiram a insanidade acontecem com uma frequência absurda. E, nesse aspecto, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, tem se destacado.
Nesta sexta-feira (11), a deputada resolveu afrontar e enfrentar a nota das Forças Armadas.
“Não é papel dos comandantes militares opinar sobre o processo político, muito menos sobre a atuação das instituições republicanas.
O direito de manifestação não se aplica a atos contra a democracia, que devem ser tratados pelo nome: golpismo. E combatidos, não são pacíficos nem ordeiros”, declarou.
Coube a um general – o deputado general Girão Monteiro - aplicar o devido ‘corretivo’.
Eis a resposta:
“Se não entendeu a nota, irei traduzir: o POVO é LIVRE. Não será tolerado o atentado contra as garantias constitucionais da livre manifestação. Se precisar de mais explicações práticas, basta a vossa pessoa ou um ditador ir de encontro ao que está contido na Constituição.
Um vídeo divulgado em todos os canais oficiais do Exército Brasileiro na Web, na quinta-feira (10), está viralizando.
E o motivo é justamente o momento de grande tensão em que o mesmo foi disponibilizado, com milhares de pessoas nas portas dos quartéis lutando por liberdade e democracia e a ‘troca de farpas’ mal disfarçada nas notas do ministério da Defesa e as respectivas respostas do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE.
"Como é a preparação e certificação das nossas Forças de Prontidão? Mais de 15 mil militares em prontidão permanente e em condições de serem empregados em ações de defesa da pátria", diz a publicação.
Reprodução: Twitter/Exército Brasileiro
No vídeo, além de imagens desses militares em ação, são mostrados ainda equipamentos e veículos de combate.
Uma demonstração de força e a sinalização de que o Exército está sempre pronto para acatar as ordens de seus comandantes.
Seria essa apenas um material institucional ou há uma mensagem implícita?
Estamos vivendo uma situação de exceção no Brasil.
Censura. Prisões. Retirada de páginas de lideranças das mídias sociais.
Imposição do medo!
Lula debocha das Forças Armadas.
O povo nas ruas pedindo clareza no resultado das urnas.
As Forças Armadas dizendo que não podem confirmar nem negar fraudes por não terem tido acesso aos códigos fontes das urnas.
Por outro lado, os comandos das três Forças, vem à público dizer que não há nenhuma irregularidade da Nação vir às ruas, praças e avenidas para fazer manifestações democráticas e pacíficas.
Então, temos que ficar atentos e exigir, dentro dos limites da Constituição Federal as devidas providências.
O mundo já observa tudo, ante o silêncio omissivo da grande mídia.
Há indícios fundados em fatos que as eleições não ocorreram com paridade de armas.
Por exemplo: decisões do TSE e do STF impondo vergonhosa censura; outras decisões não investigando denúncias do “radiolão”; derrubada de portais e páginas de mídias sociais de lideranças somente de um dos lados dos que disputaram o pleito; modificações de leis eleitorais no curso do pleito pelo TSE invadindo a competência do Congresso; manifestações pessoais de ministros com nítida parcialidade ideológica em favor de um dos competidores; ativismo escancarado do consórcio de mídia que sem respeitar legislação alguma, foi veículo de campanha de Lula; e muitas outras que não vou narrar aqui para não cansar o leitor.
As Forças Armadas convidadas para ajudar a aferição da regularidade do pleito, afirmam em relatório oficial que não podem negar nem afirmar a presença de fraude ou outras irregularidades (ainda que técnicas) por não terem tido acesso aos códigos fontes das urnas por parte do TSE.
Esses fatos precisam ser investigados para que a verdade venha à tona, trazendo segurança e confiança à Nação, que está nas ruas, praças e avenidas exigindo transparência, de forma democrática, ordeira e pacífica – o que também é garantido pela Carta Constitucional como cláusula pétrea.
Em nossa República, cabe às Forças Armadas a garantia da Lei e da Ordem, segundo a Constituição.
Então, havendo dúvidas (ainda que baseadas em indícios) é legítimo que quem tem o dever e o direito de dissipá-las, o faça imediatamente, de forma firme.
De outro lado, mostrando-se sempre um democrata, o Presidente Bolsonaro aguarda tudo com paciência de Jó, respeitosamente dentro das 4 linhas da Constituição.
Se o TSE não apresenta os códigos fontes das urnas, está descumprindo seu dever de dar publicidade aos atos que fundamentam a democracia.
Então, em tese, atentam contra ela.
O que escondem?
É hora de exigirmos das Forças Armadas que também exijam, prontamente e sem hesitações que o TSE cumpra a obrigação de publicidade que é um comando normativo pétreo da Constituição Federal e apresente para auditagem o código fonte das urnas.
Se não o fizerem de forma espontânea, que o façam sob a força de quem tem o poder e o dever de fazê-lo!
O que está em jogo não é essa ou aquela ideologia. O que está em jogo é a soberania da vontade popular, expressa através do voto.
Que segredos esses códigos fontes têm que meia dúzia de pessoas se negam a mostrá-los, trazendo para a sociedade uma instabilidade e um risco de quebra da ordem?
Que poderes imperiais essa meia dúzia de juízes se arvora ter ante comandos de uma Constituição e uma Nação inquieta?
Soberano é o povo de onde emana todo o poder e em seu nome deve ser exercido.
Se quem deve cumprir esse comando, não o faz, cabe então um outro comando.
E este pertence aos Comandantes.
O povo não deve, não pode e não vai parar e nem se calar ou se vergar sob censura alguma enquanto a verdade pacificadora, não vier à tona para trazer a paz social.
Assista ao vídeo e se inscreva no meu canal no YouTube. Preciso de você!
Editorialista do Jornal da Cidade Online. Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista. @LCNemetz
O STF (Supremo Tribunal Federal) negou, em sessão do plenário virtual, pedidos de redes sociais para o desbloqueio de perfis e canais da sigla de esquerda PCO (Partido da Causa Operária), suspensos pelo ministro Alexandre de Moraes em junho.
Em uma série de recursos à decisão de Moraes, os advogados do Twitter, do Telegram, do Tik Tok, do Google (dono do YouTube) e da Meta (dona do Facebook e do Instagram) afirmaram que a determinação fez censura genérica a conteúdos que muitas vezes são lícitos.
As empresas queriam que as decisões do STF apontassem de forma clara o conteúdo que é ilegal para que as publicações fossem derrubadas pontualmente, e não que seja ordenado o bloqueio de páginas inteiras.
Entendem, no geral, que não se pode determinar a remoção de postagens que não ferem as instituições ou reproduzem fake news, e que impedir usuários de publicarem novos conteúdos é “censura prévia”.
A sessão do plenário virtual começou após o segundo turno das eleições, no último dia 4, e se encerrou ao fim desta sexta-feira (11). Nesse modelo de julgamento, os ministros depositam seus votos no sistema do STF durante um determinado período.
Moraes negou os recursos, sob a alegação jurídica de que as empresas não apresentaram “argumento minimamente apto a desconstituir os óbices apontados” em sua decisão.
O entendimento foi acompanhado pelos demais ministros, exceto Kassio Nunes Marques e André Mendonça, ambos indicados ao Supremo pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Ambos têm se manifestado nos processos contra o bloqueio de perfis de redes sociais, uma bandeira que também é do presidente Jair Bolsonaro.
Rosa Weber defende discussão sobre bloqueios de perfis nas redes sociais
Apesar de ter seguido o voto de Moraes e criticado os ataques do PCO às instituições, a presidente do Supremo, ministra Rosa Weber, defendeu que o tema dos bloqueios integrais de perfis em redes sociais seja tratado, em outro momento, no plenário físico.
“A relevante questão constitucional suscitada pela parte recorrente reclama maiores reflexões e um debate mais aprofundado no âmbito desta Suprema Corte”, afirmou Rosa.
“Cuida-se de tema sensível envolvendo pontos de atrito entre valores constitucionais, ora situados em rota de colisão, que ainda não se acha maduro o suficiente para receber, neste específico procedimento cautelar, ora sob julgamento eletrônico, uma solução definitiva desta casa”, afirmou a ministra.Já Kassio, em seus votos contrários à decisão de Moraes, afirmou que “as redes sociais servem como ferramenta ou instrumento de preservação da democracia e diálogo aberto e direto da sociedade, e, dela (o povo), com o parlamentar”.
“Sem isso, corremos o indesejável risco de nos distanciarmos da liberdade de expressão e liberdade de pensamento; valores que devem ser protegidos por esta Suprema Corte”, afirmou.
Mendonça, que também votou pelo desbloqueio, afirmou que, para remover conteúdo da internet, “cabe o apontamento específico de cada conteúdo ilegal para a exclusão, caso a caso, da respectiva postagem ou vídeo”.
Nesta sexta-feira, o Supremo também concluiu julgamento de recurso relacionado à derrubada do perfil de Ivan Rejane Boa Pinto, militante bolsonarista de Belo Horizonte preso em julho. Apenas Kassio e Mendonça, novamente, discordaram do posicionamento de Moraes.
Ele afirmou em vídeo que iria “caçar” e “pendurar de cabeça para baixo” ministros do Supremo e políticos de esquerda, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No pedido feito ao STF contra a decisão de suspensão do perfil de Ivan Rejane no Twitter, a rede social afirma que, “a despeito do integral cumprimento à determinação”, entende que o bloqueio integral da conta viola leis e a Constituição.
Ao decidir pelo bloqueio dos conteúdos do PCO, Moraes também incluiu o partido no inquérito das fake news, que investiga ainda o presidente Jair Bolsonaro e alguns dos seus apoiadores.
À época, Moraes deu cinco dias para que o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, fosse ouvido pela Polícia Federal.
A decisão do ministro foi tomada após o perfil do partido no Twitter se referir ao ministro como “skinhead de toga” que, em “sanha por ditadura”, “retalha o direito de expressão e prepara um novo golpe nas eleições”. O partido, que se define como “verdadeiramente revolucionário e comunista”, ainda pediu a “dissolução do STF” na postagem.
Segundo Alexandre de Moraes, “o Partido da Causa Operária, além das publicações no Twitter, utiliza sua estrutura para divulgar as mesmas ofensas nos mais diversos canais (Instagram, Facebook, Telegram, Youtube, TikTok)”.
Ele disse que isso amplia “o alcance dos ataques ao Estado Democrático de Direito”, atingindo “o maior número possível de usuários nas redes sociais, que somadas, possuem quase 290 mil seguidores”.