Domingo, 08 de fevereiro de 2026
O caso envolve suposta extração ilegal de minério de ferro pela empresa Empabra, da qual Kallas se afastou em 2017. Não há ação penal aberta contra ele.
O processo chegou ao STF por decisão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6), que apontou a necessidade de avaliar possíveis conexões com pessoas com foro privilegiado.
Kallas deu plenos poderes ao escritório da família Moraes, onde também atuam os filhos do casal, Alexandre e Giuliana Barci de Moraes.
Kallas é acionista da Biomm, empresa de medicamentos que tem como principal investidor Daniel Vorcaro, do Banco Master.
A investigação sobre mineração não envolve diretamente a Biomm.
A defesa de Kallas argumenta que ele não possui relação com práticas ilegais recentes e que sua participação na Biomm é limitada a uma fatia minoritária de 8% das ações, enquanto Vorcaro detém 25,86%.
O STF ainda não registrou movimentações processuais desde a autuação.
A petição inicial inclui um documento de substabelecimento que transfere poderes ao escritório da família Moraes para atuar exclusivamente na defesa do empresário.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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