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domingo, 25 de julho de 2021

A hora agora é da verdadeira resistência... Das tradições, das famílias e do senso conservador

 Domingo, 25 de Julho de 2021

Em uma guerra, adotamos posturas que geralmente não gostamos. Abrimos mão não só do nosso orgulho, mas também de alguns privilégios, além de muitas outras coisas. É primordial entender que o objetivo final, é superior ao que se perdeu ou foi cedido nesse processo.

Em zona de combate, fazemos alianças. Deixamos velhas rixas de lado, e nos unimos com pessoas duvidosas, pois dentro da escala de perigo real, o que é dúvida pode ser, e deve ser deixado para depois. É preciso sempre, em primeira mão, combater um mal iminente. Depois se resolve o que ainda ficar de pendência.

Na linha de frente, não deixamos de olhar o horizonte, para criticar ações de aliados. Mesmo em menor número, ou em desigualdade de condições, uma tropa unida e alinhada, pode derrotar exércitos maiores. Já aconteceu inúmeras vezes na história da humanidade. A Inteligência sempre venceu a força, e ainda vence.

Bolsonaro já entendeu que vai ser sabotado, em todas as instâncias, até o último recurso. Não tem base suficiente entre deputados e senadores e luta por uma agenda complicada, que interfere diretamente nos interesses de grandes oligopólios. Sofre pressão da esquerda, das mídias, da política internacional e de grandes corporações, que agora, mais que nunca estão interessadas na sua queda.

Muita gente perdeu fortuna nos últimos dois anos, e já entendeu que com o crescimento do país, vai acabar perdendo mais dinheiro. É claro que é um confronto ideológico, mas não só isso. É também luta por financiamentos milionários e poder.

Mesmo assim, com todos esses problemas, o tal fogo amigo, velho conhecido da direita brasileira, continua a todo vapor. O que mais se escuta e lê, é que Bolsonaro traiu o eleitorado com Roberto Jefferson, traiu com o centrão, traiu com o Fundeb, traiu com Weintraub, traiu com não sei quem...como se o presidente contasse com um grande leque de opções diferentes, e tivesse escolhido sempre as piores. A bola da vez é Ciro Nogueira.

O cara faz o que pode, com o que tem e não entender isso é se enganar a nível Nando Moura. Não temos mais esse tempo.

Essa guerra não está concentrada no Brasil, ela é muito maior, e envolve o planeta inteiro. Os conservadores do mundo estão desde a eleição de Orban, tentando salvar a população de um governo secular central, que quer se estabelecer através de trilionarios unidos em seus clubes de investimentos, dos governos autoritários e da agenda globalista imposta por outras instituições.

É preciso acordar, e parar de achar que isso é teoria da conspiração, porque o jornal da velha mídia insiste em dizer.

Eu não estou falando para que se concorde com tudo que é estabelecido, ignorando divergências. Estou dizendo que existe prioridades, e que não enxergar a importância do que vem primeiro, será decisivo para a vitória dos oponentes da democracia real, não essa ilusória que nos é imposta.

Nós que temos filhos, enxergamos como nossa obrigação deixar um mundo melhor para eles. Então segura a raivinha, e engole a frustração. Se ainda não percebeu o valor de algumas renúncias, você ainda não se tornou adulto como deveria.

O primeiro passo é entender que a mudança é gradual, de passo em passo. Oriente seus parentes e amigos sobre a situação em que vivemos. Insista em falar de política. A escola e as mídias não vão fazer isso por você. Continue apoiando nas redes, e não abandone uma rede social por ter entrado em uma nova. Onde se puder ocupar espaço, ocupe.

A ideia primordial é apoiar o presidente. Como Olavo disse, ele é a última fronteira, e não existe mais direita e nem mesmo conservadorismo, pois esses conceitos não vão sequer existir no Brasil sem a continuidade do presidente. Os liberais não vão te salvar. Se continuarmos nos engolindo toda vez que aparecer uma "polêmicazinha", como poderemos encarar gente tão poderosa?

Não temos mais como descansar.

A hora agora é de resistência. Das tradições, das famílias, e do senso conservador.

É isso ou entregar de bandeja pra eles.

Acabou a brincadeira pessoal.

Postura, apoio e entendimento, em um grande vínculo para não se perder o que foi conquistado, e conquistar o que devemos conquistar.

Victor Vonn Serran

Fonte: Jornal da Cidade Online

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