Janja nunca havia viajado tanto. Mal conhecia o exterior. Hoje, representa um custo altíssimo para o pagador de impostos, um dinheiro praticamente jogado na lata do lixo.
O jornalista Sílvio Navarro definiu isso como “custo Janja”:
“170 dias fora do Brasil desde 2023. Enquanto o brasileiro é taxado, a primeira-dama acumula viagens ao exterior com dinheiro do pagador de impostos.
Isso tem nome: custo Janja.
Não foi eleita, não presta contas, mas viaja como chefe de Estado.”
O Rio Grande do Norte aparece na 26ª posição, penúltimo lugar, no ranking nacional de solidez fiscal, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estado fica à frente apenas do Rio Grande do Sul, último colocado.
O RN também já apareceu mal ranqueado recentemente nos quesitos educação e oferta de serviços públicos digitais.
O indicador de solidez fiscal mede a capacidade dos estados de equilibrar receitas e despesas, sendo considerado essencial para garantir investimentos e a manutenção de serviços públicos. Baixo desempenho nesse critério pode indicar dificuldades financeiras, aumento do endividamento e perda de credibilidade junto a investidores.
O ranking leva em conta dados como resultado primário, nível de endividamento, liquidez, gastos com pessoal e taxa de investimentos. Os resultados refletem os desafios enfrentados pelos estados para manter a sustentabilidade das contas públicas e assegurar o desenvolvimento econômico no longo prazo.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro comprove a qualificação de Carlos Eduardo Antunes Torres para atuar como cuidador durante a prisão domiciliar.
Torres, irmão de criação de Michelle Bolsonaro, foi indicado pelos advogados, mas, segundo Moraes, não há comprovação de formação como enfermeiro ou técnico de enfermagem. O ministro deu prazo para a apresentação das credenciais profissionais.
Ao autorizar a prisão domiciliar, Moraes impôs restrições, permitindo apenas visitas de médicos, advogados e familiares diretos. Por não se enquadrar nesse grupo, Torres depende de autorização judicial para ter acesso à residência.
Antes, no regime fechado, ele auxiliava na entrega de alimentação ao ex-presidente. Agora, a defesa pede que ele atue como cuidador.
Torres também é pré-candidato a deputado distrital pelo PL no Distrito Federal e afirmou que, se autorizado, priorizará os cuidados com Bolsonaro, conciliando com a agenda política.
Eduardo Bolsonaro chamou a atenção de todos ao publicar um vídeo com a seguinte frase:
"Nikolas x Eduardo. Compartilhe ao máximo."
No vídeo, porém, Eduardo ao invés de dar atenção a essa briga desnecessária, surpreende a todos ao ensinar os brasileiros uma coisa muito importante sobre as eleições. Veja:
O deputado federal Lindbergh Farias (PT) apresentou ao STF, nesta segunda-feira (6), um pedido de prisão preventiva contra Eduardo Bolsonaro (PL) após declarações do ex-deputado sobre o processo eleitoral brasileiro. A informação consta em representação protocolada na Corte, conforme o Metrópoles.
De acordo com a manifestação, a iniciativa ocorre após entrevista em que Eduardo Bolsonaro afirmou que poderá denunciar ao governo dos Estados Unidos eventuais irregularidades envolvendo autoridades do TSE durante a disputa presidencial.
Na representação encaminhada ao STF, Lindbergh afirma que a declaração indicaria continuidade de uma estratégia de pressão sobre instituições brasileiras com apoio externo, especialmente em relação ao processo eleitoral. Segundo o deputado, a situação exigiria análise do Supremo.
Além do pedido de prisão preventiva, Lindbergh também solicitou que o caso seja encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF) para avaliação e eventual aprofundamento das investigações, além da adoção de medidas cautelares.
Em entrevista citada na representação, Eduardo Bolsonaro afirmou que autoridades do TSE poderiam ser alvo de sanções por parte dos Estados Unidos caso o governo americano entenda necessário. Segundo ele, eventuais denúncias poderiam ser feitas em tempo real durante o processo eleitoral.
O ex-deputado também declarou que, em sua avaliação, ministros do tribunal teriam adotado critérios diferentes ao julgar ações envolvendo Lula e Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.
Uma manobra perigosa terminou em um grave acidente na manhã de sábado (4), na BR-226, em Patu, região Oeste do Rio Grande do Norte. Uma mulher de 35 anos ficou gravemente ferida após colidir frontalmente com um caminhão.
De acordo com informações apuradas no local, a condutora dirigia uma Toyota Hilux e teria realizado uma manobra conhecida como “cavalo de pau” em um posto de combustíveis momentos antes do acidente. Na sequência, ao acessar a rodovia, perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e acabou atingindo um caminhão que trafegava no sentido oposto.
Testemunhas relataram que a motorista - em claro "surto" - repetiu a manobra arriscada mais de uma vez antes de deixar o posto. Parte da ação foi registrada em vídeos feitos por pessoas que estavam no local, o que ajudou a esclarecer a dinâmica do acidente.
Equipes da Polícia Militar foram acionadas e, ao chegarem, encontraram a vítima com múltiplos ferimentos. O atendimento inicial foi realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que encaminhou a mulher a uma unidade hospitalar da região. Devido à gravidade do quadro clínico, ela precisou ser transferida posteriormente para um hospital em Mossoró.
Ainda conforme relatos colhidos pelos policiais, havia suspeita de que a condutora apresentasse sinais de embriaguez antes do acidente. No entanto, essa informação não foi confirmada oficialmente pelas autoridades até o momento.
O motorista do caminhão, um homem de 39 anos, não sofreu ferimentos e permaneceu no local para prestar esclarecimentos. A ocorrência foi assumida pela Polícia Rodoviária Federal, que dará continuidade à apuração dos fatos.
Um levantamento realizado pela Folha de S.Paulo revela que o governo Lula elevou os gastos com publicidade a R$ 1,5 bilhão em 2025 — o maior valor desde 2017.
O detalhe que chama atenção é a incoerência da gestão na questão da destinação dos recursos. O mesmo Lula que diz que se as big techs "não quiserem regulação, que saiam do Brasil" — gastou mais de R$ 120 milhões com Google e Meta no ano.
O orçamento priorizou comunicação institucional — R$ 924 milhões para promover bandeiras como "Brasil Soberano" e "Gás do Povo" — contra R$ 613 milhões para campanhas de utilidade pública como vacinação. Google e Meta ocupam pela primeira vez o topo do ranking, atrás apenas de Globo e Record.
Apenas o X de Elon Musk foi excluído dos planos — após as críticas de Musk ao STF e a Lula. O governo que processa o X por não cumprir ordens de censura — pagou generosamente a todas as outras plataformas. A conclusão é simples: Lula não é contra as big techs. É contra as big techs que não obedecem.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado federal André Janones (Rede-MG), após a divulgação de um vídeo com críticas direcionadas a ele. O processo foi protocolado no dia 30 de março e tem como base declarações feitas pelo parlamentar sobre a atual situação do ex-chefe do Executivo.
A controvérsia teve origem em um vídeo no qual Janones questiona a condição de saúde de Bolsonaro, sugerindo que o ex-presidente estaria simulando problemas para obter benefícios judiciais. Na gravação, o deputado afirma que a liberação para prisão domiciliar não teria relação genuína com questões médicas, mas sim com interesses estratégicos.
No conteúdo divulgado, Janones utilizou termos contundentes e fez acusações diretas. Ele declarou:
"Xandão caiu na lábia dele. Ele não vai pra casa, para ficar lá com a mulher dele, com os filhinhos cuidando dele. Não, ai, eu tô doente. Esse vagabundo, ladrão que mandou matar o Lula, mandou matar o Alckmin, esse safado está indo para casa para articular contra o fim da escala 6×1. É isso que ele quer para poder articular com o Trump, para ferrar com o povo brasileiro e principalmente para fazer você continuar trabalhando igual um condenado".
Diante dessas falas, a defesa de Bolsonaro sustenta que houve prática de calúnia e difamação, especialmente pelas acusações de que o ex-presidente teria ordenado atentados contra Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, além de alegações sobre articulações políticas com Donald Trump.
Outro ponto levantado pelos advogados diz respeito à impossibilidade de resposta imediata por parte de Bolsonaro. Segundo a defesa, as restrições impostas pela prisão domiciliar — como a proibição do uso de celular e redes sociais — impediram que ele se manifestasse publicamente para rebater as declarações.
Em trecho da ação, os representantes legais afirmam:
“Não há, no discurso impugnado, qualquer elemento que possa ser caracterizado como exercício de crítica política ou dissenso ideológico. O tom empregado é exclusivamente raivoso, pessoal e ofensivo, com o objetivo manifesto de criar uma atmosfera de ódio contra Jair Bolsonaro junto à sociedade“.
Com base nesses argumentos, os advogados solicitam a condenação de André Janones pelos crimes de injúria, calúnia e difamação, além do pagamento de indenização por danos morais. O caso ainda aguarda análise por parte do STF, que deverá avaliar os elementos apresentados pelas partes.