A Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Norte (PRF-RN) ainda não possui drogômetro, equipamento usado para detectar o consumo de drogas como maconha e cocaína por motoristas. Segundo a corporação, também não há previsão para a chegada do aparelho ao estado.
A falta do equipamento ocorre após o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovar novas regras para as fiscalizações da Lei Seca, que passam a incluir procedimentos para identificar o uso de outras substâncias psicoativas, além do álcool.
A PRF-RN informou que já testou cinco marcas de drogômetros desde 2019. No entanto, mesmo sem o aparelho, a fiscalização pode identificar alteração da capacidade psicomotora por outros meios, como avaliação de sinais apresentados pelo motorista, exames, imagens e vídeos.
As novas regras entram em vigor após publicação no Diário Oficial da União, com prazo de 60 dias para adaptação dos órgãos de trânsito.
Circulam em grupos de WhatsApp e nas redes sociais prints de aplicativos de GPS, sinalizando ‘alerta de segurança’ ou ‘área perigosa’ no entorno da Arena das Dunas, em Natal, nesta quinta-feira (20), data na qual o presidente Lula participa de um ato da campanha pela reeleição no local.
O que chama a atenção é que o ícone que representa o alerta possui a imagem de um bandido. A ‘brincadeira’ não é inédita, e costuma ser feita por usuários do aplicativo que são opositores do presidente nas cidades por onde ele passa.
O aplicativo funciona baseado em alertas que são enviados ao sistema pelos próprios usuários. Eles podem sinalizar desde acidentes, veículos parados e também buracos na pista, por exemplo.
A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) emitiu nota oficial negando que o Banco do Brasil tenha bloqueado depósitos judiciais destinados ao pagamento de dívidas de precatórios após o Governo do Estado não recompor o Fundo Garantidor. A notícia foi dada pela Tribuna do Norte e reproduzida pelo Blog do BG.
“Os depósitos judiciais e o Fundo Garantidor são geridos pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). Atualmente, não há qualquer impedimento para que o Governo do Estado tenha acesso aos recursos destinados ao pagamento de precatórios”, diz a nota.
Ainda segunda a Sefaz, o governo estadual “está em dia com o plano de pagamento de precatórios, cumprindo regularmente os compromissos estabelecidos”.
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na Justiça de São Paulo contra Flávio Bolsonaro por causa de um vídeo produzido com inteligência artificial que o associa às fraudes envolvendo aposentados e pensionistas do INSS. Lulinha pede a retirada do conteúdo das redes sociais e uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.
Publicado por Flávio Bolsonaro em julho, o vídeo usa recursos de IA para criar uma narrativa satírica na qual o senador aparece em uma suposta missão para localizar Lulinha. A produção afirma que ele seria suspeito de ter roubado milhões de idosos.
Na ação, os advogados de Lulinha alegam que o conteúdo ultrapassa os limites da crítica política e apresenta como fato uma acusação que, segundo a defesa, não foi comprovada. Também afirmam que não existe investigação, indiciamento ou denúncia que atribua diretamente a Lulinha a execução das fraudes contra beneficiários do INSS.
Os advogados reconhecem que o nome de Lulinha aparece em uma apuração relacionada à Operação Sem Desconto, mas sustentam que isso não significa participação direta no esquema.
O caso ainda não teve decisão judicial. Lulinha pede que o vídeo seja removido do X e do Instagram, que Flávio seja impedido de republicá-lo e que seja aplicada multa em caso de descumprimento. Ao final, a defesa também solicita indenização de R$ 10 mil.
As investigações citadas na ação incluem apurações autorizadas pelo STF envolvendo suspeitas de tráfico de influência, possíveis favorecimentos e negócios considerados suspeitos. No caso relacionado ao INSS, a Polícia Federal investiga transferências de R$ 1,5 milhão feitas pelo empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, para a lobista Roberta Luchsinger, incluindo uma referência ao “filho do rapaz”, cuja possível ligação com Lulinha é investigada.
Lulinha nega irregularidades. Sua defesa afirma que ele atua na iniciativa privada e sustenta que as apurações realizadas até o momento não comprovaram práticas ilegais.
Enquanto a disputa judicial segue, o episódio amplia o embate político entre Flávio Bolsonaro e o grupo ligado ao presidente Lula, em meio à corrida eleitoral de 2026.
A minuta de contrato enviada pela lobista Roberta Luchsinger a Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tinha como objetivo a venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde por valores que poderiam alcançar até R$ 626 milhões. Um documento detalhando o plano de negócios aponta o interesse da empresária e do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, em fornecer ao governo federal 1,2 milhão de frascos divididos em 36 tipos diferentes de remédios, sem a realização de licitação.
O material foi descoberto pela Polícia Federal (PF) nos telefones celulares de Luchsinger e Antunes, ambos investigados por suspeita de tráfico de influência. De acordo com o inquérito policial, a empresária foi contratada pelo lobista para facilitar as tratativas no governo e teria contado com a proximidade de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Mensagens obtidas pela corporação mostram que Luchsinger enviou o modelo contratual ao ex-chefe de gabinete, que confirmou a interlocutores o recebimento do arquivo, embora tenha afirmado que nunca negociou ou encaminhou a proposta.
Antes de chegar ao ex-assessor, a minuta foi debatida pela equipe de Antunes, preso por suspeita de participação em um esquema de desvios de aposentadorias e pensões. Segundo testemunhas e registros localizados pela PF, o plano consistia em entregar termos de referência prontos — manuais técnicos que fundamentam compras governamentais — para que o Ministério da Saúde os adotasse. Áudios e diálogos interceptados evidenciam que a dupla discutia o uso de artifícios legais, como a alegação de cenário de emergência, para justificar a dispensa de licitação.
Em nota oficial, o Ministério da Saúde declarou que a investida não gerou efeitos práticos, ressaltando que o canabidiol não está incorporado ao SUS, que a pasta não realiza compras ou fornecimentos do produto e que nunca houve discussões na atual gestão para inseri-lo na rede pública. Especialistas explicam que aquisições desse tipo ocorrem pontualmente apenas por meio de determinações judiciais para importação direta. Enquanto a defesa do filho do presidente reforçou confiança nas instâncias de apuração, o caso segue sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar eventuais irregularidades na atuação dos investigados junto a órgãos federais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, nesta quinta-feira (20), impedir Pablo Marçal, candidato do PRTB à Presidência, de participar de debates e da propaganda eleitoral no rádio e na TV. A Corte também bloqueou o acesso dele aos fundos eleitoral e partidário.
A decisão é cautelar e vale enquanto o TSE analisa o registro da candidatura de Marçal para as eleições de 2026. Segundo a relatora, ministra Estela Aranha, existe claro risco de uso de recursos públicos e da estrutura de propaganda eleitoral em benefício de uma candidatura que, em análise preliminar, pode ser considerada juridicamente inviável.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) questiona a filiação partidária de Marçal. Segundo o órgão, ele ainda estava filiado ao União Brasil em abril, prazo final para que candidatos estivessem vinculados a um partido para disputar a eleição deste ano. Além disso, o MPE também afirma que Marçal está inelegível até 2032 após condenação por uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2024, quando disputou a Prefeitura de São Paulo.
Vamos olhar o time econômico de Lula: Haddad, Durigan e Gabrielli.
Quando você olha para um time desses você se sente confiante ou assustado? Esperançoso ou com medo? Confiante ou próximo ao desespero?
Haddad já contou que colou de Alexandre Schwartsman em uma prova. Quando se tornou ministro da Fazenda, deveria ter mantido a estratégia: colar de quem entende do assunto. Com isso talvez tivesse poupado o Brasil de muitos erros. Para nossa tristeza, porém, Haddad resolveu ter ideias próprias. O resultado está ai: endividamento recorde, impostos batendo recorde, juros batendo recorde, inadimplência batendo recordes, falências batendo recordes.
E Gabrielli? É o homem para quem a responsabilidade fiscal parece importante, desde que não atrapalhe o governo de gastar onde bem entender. Flerta com controles cambiais e restrições ao fluxo de capitais e apresenta, em pleno 2026, como novidade uma visão econômica importada diretamente dos anos 1950.
Durigan com sua expertise de diretor do whatsapp mostrou a verdade da velha máxima: de onde menos se espera é de onde não sai nada mesmo. O melhor que se pode dizer sobre ele é que pelo menos ele não é o Gabrielli.
Essa é a equipe econômica de Lula. Votar em Lula é votar nesses nomes e nessas ideias. Não se esqueça: o PT quebrou o Brasil antes, está repetindo a receita agora e voltará a quebrá-lo se tiver mais quatro anos. Com os dois pés solidamente plantados no rombo fiscal, esses economistas lembram o sapo criado no fundo do poço: olham para o alto, veem apenas um pequeno círculo de luz e acreditam estar diante do céu inteiro. Do fundo de seu abismo fiscal, repetem satisfeitos: “gasto é vida”. Para o povo, porém, sobra a conta.
Doutor em Economia (UnB) e Pós-Doutor (University of Alabama) orientado pelo Prof. Walter Enders. Lecionou economia na University of Texas - Pan American e foi consultor short-term do Banco Mundial para Angola. Atualmente é pesquisador do IPEA. Publicou vários artigos nacional e internacionalmente, sendo de acordo com Faria et al. (2007) um dos pesquisadores brasileiros mais produtivos na área de economia.
A campanha à reeleição do presidente Lula (PT) decidiu aumentar a pressão sobre o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, diante da divulgação de informações de investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Segundo o jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, a coordenação da campanha considera que o ministro está inerte diante dos vazamentos e quer identificar todos os agentes da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF) que tiveram acesso aos dados.
Lulinha é alvo de três inquéritos diferentes na Polícia Federal, órgão subordinado administrativamente ao Ministério da Justiça. As apurações envolvem suspeitas que podem levar a acusações por tráfico de influência, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A estratégia jurídica da campanha inclui cobrar a cadeia de custódia das informações e pressionar PF e STF para interromper novas divulgações. A preocupação já foi levada ao presidente Lula, que publicamente defende a continuidade das investigações, mas afirma que não devem ocorrer abusos.
Assim como fez com Romeu Zema (Novo), o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, processou o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência do PL, por relacioná-lo ao escândalo de desvios e descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.
O filho do presidente Lula (PT) reclama de um vídeo, feito por inteligência artificial, em que o senador pilota uma aeronave para localizar o empresário (foto), alvo de três inquéritos da Polícia Federal.
Segundo o vídeo, Lulinha é “suspeito de ter roubado milhões de idosos no Brasil”.
“O roubo dos velhinhos do INSS não pode ficar impune”, acrescenta.
A defesa alega que o vídeo de Flávio atribui “fato falso, de inequívoca conotação criminosa e finalidade difamatória” ao filho de Lula.
Além da retirada do vídeo dos perfis de Flávio no X e no Instagram em até 24 horas, Lulinha pede à Justiça o pagamento de 10 mil reais por danos morais.
Ele também quer que a Justiça reconheça o “abuso de direito” na divulgação das imagens e no uso da IA “para veicular imputações falsas e difamatórias”.
Antes de o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) vir a público, Lula já havia sido informado sobre o pedido para enviar à primeira instância um dos inquéritos que envolvem seu filho, Fábio Luís da Silva, o Lulinha.. O presidente recebeu o aviso na noite de quarta-feira (19), durante uma reunião no Palácio da Alvorada. A informação é da coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles.
A informação foi repassada pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende o Lulinha. O encontro também contou com a presença do ex-ministro Fernando Haddad.
Marco Aurélio confirmou a conversa com Lula e classificou o pedido como um “caminho natural”, argumentando que Lulinha não possui foro privilegiado.
O pedido foi revelado na manhã desta quinta-feira (20) pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. O teor do requerimento permanece sob sigilo.
Segundo o advogado, a reunião também tratou da eleição para o governo de São Paulo. Marco Aurélio integra a coordenação da campanha de Fernando Haddad.
Um deslizamento de terra em uma mina ilegal de ouro na República Centro-Africana, na fronteira com Camarões, deixou pelo menos 100 mortos.
O acidente ocorreu na tarde de terça-feira (18), na mina de Zamboyé, a cerca de 50 quilômetros de Baboua. As buscas por sobreviventes continuam e o número de vítimas pode ainda aumentar. Fontes locais relatam que muitas pessoas ficaram feridas no mais recente de vários acidentes desse tipo no país, rico em minerais. Pelo menos quatro das vítimas eram camaronesas, segundo o jornal Cameroon Tribune.
Os sobreviventes foram levados a um hospital em Baboua. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a terra cede em uma encosta, com centenas de pessoas nas proximidades. As imagens são impactantes!
A reação do presidente Lula ao saber que seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, usou parte dos cerca de R$ 240 mil emprestados pela lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, para comprar joias para a própria mãe escancarou de vez a crise em relação ao caso.
Segundo fontes próximas a Lula ouvidas pela CNN Brasil, o presidente ficou “revoltado” e “decepcionado”. De acordo com a reportagem da CNN, pesquisas internas diárias da campanha, os chamados trackings, já apontam um impacto negativo relacionado ao caso.
A defesa de Marcola afirma que as joias custaram R$ 9,2 mil e que o valor foi devolvido na quitação do empréstimo. Pessoas próximas a Lulinha afirmam que não há indícios de que ele tenha recebido dinheiro ou bens em troca de tráfico de influência.
Integrantes do PT e da campanha de Lula encomendaram pesquisas internas para medir o impacto das denúncias envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Marco Aurélio Santana, o Marcola, ex-chefe de gabinete e homem de confiança do presidente.
Segundo o Metrópoles, os levantamentos indicam que, até agora, as denúncias contra os dois não provocaram impacto significativo na imagem de Lula. A maior preocupação da campanha, porém, é com Marcola, devido à proximidade que mantinha com o presidente. Ele circulava pela sala de Lula e atuava inclusive como intermediário de ligações.
Em relação a Lulinha, a avaliação interna é de que o filho do presidente já teve o nome envolvido em episódios de eleições anteriores e, por isso, as denúncias atuais ainda não teriam causado desgaste relevante. Esse cenário pode mudar caso novos fatos sejam revelados.
Lulinha e Marcola estão na mira da Polícia Federal por relações com a lobista Roberta Luchsinger. Conforme já revelou o Metrópoles, ela comprou joias de diamantes e deu presentes a Marcola, que também recebeu R$ 249 mil em empréstimo da lobista.
A jornalista Malu Gaspar afirmou que a campanha do presidente Lula ainda não apresentou uma estratégia clara para lidar com o desgaste provocado pelas investigações envolvendo seu filho, Fábio Luiz da Silva, o Lulinha.
“O que a campanha do Lula tá fazendo no momento é tentar não gerenciar essa crise. Isso que tá me chamando atenção”, afirmou Malu durante participação no Jornal da CBN desta quinta-feira (20).
A jornalista destacou que novas informações sobre a relação de Lulinha com a lobista Roberta Luchsinger e os contatos dela com integrantes do governo têm sido divulgadas continuamente, dificultando qualquer tentativa de minimizar o caso.
Na avaliação de Malu, a campanha tenta tratar o episódio como uma questão pessoal do presidente. “Quando você fala com o pessoal da campanha sobre o caso do Lulinha, olha, mas isso não é nosso, isso é do presidente”, relatou.
Para a jornalista, ignorar o caso pode ampliar o desgaste. “Não adianta enfiar a cabeça no buraco porque as notícias não desaparecem. Pode a campanha do Lula tentar se desvencilhar desse caso agora? Vai conseguir? Muito difícil”, concluiu.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro revelou, em declaração recente, que os Estados Unidos estão se preparando para aplicar novamente a Lei Magnitsky contra um ministro do Supremo Tribunal Federal. Eduardo destacou que a possibilidade de retomada das sanções já circula em veículos internacionais de peso, como o Financial Times.
Segundo ele, a medida volta a ser considerada em Washington após a percepção de que o governo Lula não cumpre compromissos assumidos no cenário internacional. Já perceberam que ele tem um discurso para sua plateia e outro para os dirigentes internacionais.
Segundo o próprio Lula: ‘posso mentir para qualquer presidente do mundo, mas eu não tenho direito, porque aprendi com Dona Lindu, de mentir para quem confia em mim’, disse o petista.
A Lei Magnitsky, usada anteriormente contra Alexandre de Moraes, prevê sanções econômicas e restrições a quem é acusado de graves violações de direitos humanos.