martins em pauta

terça-feira, 31 de março de 2026

Marinha de Natal coordena resgate de navio africano à deriva por 50 dias no Oceano Atlântico, diz nota oficial

Terça, 31 de março de 2026

Foto: Marinha do Brasil

A Marinha do Brasil conduziu operação de Busca e Salvamento para resgatar o navio-tanque “NW AIDARA”, de bandeira do Togo, que ficou à deriva por quase dois meses no Oceano Atlântico. A embarcação chegou rebocada ao Porto de Fortaleza (CE) na manhã de 27 de março, com os 11 tripulantes em segurança, segundo nota oficial do Comando do 3º Distrito Naval, sediado em Natal.

O Serviço de Busca e Salvamento do Nordeste (Salvamar Nordeste) recebeu a primeira comunicação sobre o navio em 25 de fevereiro. A embarcação estava sem propulsão desde 5 de fevereiro, após falha no sistema hidráulico do leme, e derivou até entrar na área sob jurisdição do MRCC-Natal. A comunicação com o navio era limitada ao rádio VHF.

Durante a operação, a tripulação recebeu mantimentos e atendimento de telemedicina, sendo constatado que todos estavam em boas condições de saúde. Para a ação, foram mobilizados o Navio-Patrulha Oceânico “Araguari”, a Corveta “Caboclo” e o Navio Rebocador de Alto-Mar “Triunfo”, que partiu de Natal para conduzir o reboque até Fortaleza.

Segundo o Comando do 3º Distrito Naval, a prioridade da operação foi a preservação da vida humana, a segurança da navegação e a mitigação de riscos ambientais. A Marinha destacou ainda que a ação contou com apoio de embarcações mercantes e divulgação de avisos à navegação, encerrando com segurança o resgate do navio africano.

MPF vai à Justiça para apagar marcas da ditadura militar em ruas e bens de Natal

Terça, 31 de março de 2026

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública contra o município do Natal para garantir a alteração do nome de bens e logradouros públicos que fazem apologia ao golpe militar de 1964 ou a agentes da ditadura (que durou até 1985). A iniciativa busca enfrentar os chamados ‘legados da ditadura’, que ainda persistem na capital potiguar, e foi tomada depois de a prefeitura e a Câmara Municipal demonstrarem omissão sobre o assunto.

De acordo com a ação, assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Emanuel Ferreira, a manutenção de homenagens a figuras ligadas à repressão não é apenas uma questão de nomes em placas, mas uma prática que ajuda a naturalizar ideologias extremistas, como as que levaram à tentativa recente de golpe de estado, em janeiro de 2023, que teve em Natal um dos núcleos de apoio, com os acampamentos e protestos realizados na avenida Hermes da Fonseca, em frente a um quartel do Exército.

Celebrar o período autoritário enfraquece o regime democrático e pode incentivar movimentos que buscam a abolição violenta do Estado de Direito. A existência de homenagens como as das ruas “31 de Março”, “Presidente Costa e Silva” e “Presidente Médici” em bairros de Natal fere a Constituição Federal e os direitos humanos.

Lei específica

A ação destaca que a alteração de nomes de bens públicos depende apenas de um ato do prefeito, enquanto a mudança no nome de ruas exige que a Câmara Municipal crie uma lei específica. A prefeitura, no entanto, sequer respondeu à recomendação encaminhada pelo MPF, “mesmo diante de reiterações do expediente e da ressalva de que a ausência de resposta seria interpretada como recusa”.

Ao mesmo tempo, a Câmara Municipal também nunca aprovou normas que retirem as homenagens indevidas e proíbam novas irregularidades do tipo, apesar de já haver precedentes, como a lei que impede homenagens a pedófilos e estupradores em Natal.

O procurador reforça que o Brasil já foi condenado em cortes internacionais por não tratar adequadamente os reflexos da ditadura e a mudança desses nomes é um passo essencial para a justiça de transição e para a preservação da memória das vítimas.

Além de a Constituição Federal já estar em vigor há 37 anos, a expectativa para que todas as instâncias legislativas do país adotem legislações nesse sentido se intensificou nas últimas décadas, com a publicação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, em 2014, e devido a mais uma tentativa de golpe de estado, em 8 de janeiro de 2023.

“Nenhum desses eventos, infelizmente, foi capaz de sensibilizar o poder legislativo local para que, exercendo o necessário papel de guardião político da democracia, editasse lei proibindo as homenagens objeto desta ação”, lamenta Emanuel Ferreira. Uma proposta de lei sobre o tema só surgiu após a recomendação do MPF, porém, mais de um ano depois, ainda não foi aprovada. Além disso, a proposta chegou a ter parecer contrário na Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final.

Pedidos – Na ação apresentada à Justiça, o MPF requer que a prefeitura e a Câmara Municipal de Natal sejam obrigados a:

* Realizar um estudo técnico, em até 90 dias, para identificar todos os bens públicos com nomes de colaboradores da ditadura, sejam prédios, salas, auditórios, centros culturais, escolas, vias, bairros e qualquer outro bem ou monumento público.

* Modificar, no prazo de 120 dias, do nome desses bens e logradouros indicados no estudo técnico.

* Publicar, também no prazo de 120 dias, nos sites, redes sociais e no diário oficial, os bens e logradouros renomeados e as razões das mudanças.

Além disso, o MPF pede que a Justiça Federal fixe um prazo para que a Câmara Municipal elabore uma norma proibindo nomes de vias e logradouros públicos que contenham referências, elogios ou homenagens a colaboradores da ditadura.

Novo Notícias

Paraná pesquisas confirma novamente o voo de Flávio

Terça, 31 de março de 2026


Flávio aparece numericamente à frente de Lula no cenário de 2º turno, em um confronto direto. De acordo com o levantamento, Flávio tem 45,2%, e Lula, 44,1%.

No comparativo entre os dois pré-candidatos, Lula apresentou aumento de 0,3% nas intenções de voto, no comparativo com levantamento divulgado pelo mesmo instituto em fevereiro de 2026. O petista subiu de 43,8% para 44,1%.

Já o senador Flávio Bolsonaro cresceu 0,8%, passando de 44,4% para 45,2% na mesma comparação. Portanto, a vantagem numérica cresceu.

Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre 25 e 28 de março, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Soraya tenta se explicar, mas acaba se enrolando de vez

 Terça, 31 de março de 2026

Ao tentar amenizar a situação caótica na qual se encontra, a senadora se enrolou de vez. Disse ela no X:

Para esclarecer os leigos, mas também os não leigos mal intencionados que estão tumultuando o caso do DNA do Deputado:
Nós não temos o dever de provar absolutamente nada! 
A investigação de paternidade no Brasil tem início sem provas, é óbvio! Caso contrário, não haveria necessidade de se processar (!!!). A rainha das provas, nesse caso, é o exame de DNA. No entanto, se houver recusa do suposto pai em realizá-lo, aplica-se a presunção relativa de paternidade (Súmula 301 STJ). Embora não seja obrigado a fornecer material genético, a recusa, somada a outros indícios, geralmente resulta na declaração de paternidade. O ônus da prova é, em regra, do autor, mas a recusa inverte essa lógica ao presumir o fato. Nesses casos, a parte ré tem o ônus de desconstituir a prova pericial ou os indícios de paternidade apresentados (CPC, art. 373, II). Além disso, estamos tratando de estupro de vulnerável, pois a suposta vítima, na data do fato, era menor de 14 anos, e essa ação penal é pública incondicionada à representação, a partir do momento em que a notícia do crime chega às autoridades competentes, o que já ocorreu no caso concreto. 
Se eu precisar desenhar me avisem, tá? Farei um powerpoint para facilitar a vida dos interessados no caso. 

O jornalista Sam Pancher detonou:

"Francamente, que papel deprimente para qualquer parlamentar se prestar.
Mais ainda: se prestar a esse papel em meio à discussão de um relatório final sobre roubo de aposentados."

VÍDEO: “ANISTIA”: Caiado diz que 1º ato como presidente será anistiar Bolsonaro para “pacificar o Brasil”

Terça, 31 de março de 2026

Imagens: Reprodução/Metrópoles

Anunciado nesta segunda-feira (30) como pré-candidato do PSD à Presidência da República, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que pretende conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso seja eleito. Segundo ele, a medida seria seu primeiro ato no Palácio do Planalto com o objetivo de “pacificar o Brasil”.

O governador disse que defenderá uma anistia “ampla, geral e irrestrita”. “Eu vim com esse objetivo de realmente pacificar o Brasil. Ao anistiar todos, inclusive o ex-presidente, estarei dando uma amostra de que, a partir dali, vou cuidar das pessoas”, afirmou.

A pré-candidatura de Caiado foi anunciada pelo presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, durante coletiva de imprensa em São Paulo. De acordo com Kassab, a escolha do governador goiano ocorreu por “questão eleitoral”, avaliando que ele teria mais chances de chegar ao segundo turno da disputa presidencial.

Segundo Kassab, outros nomes chegaram a ser considerados pela legenda, como os governadores Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). Ratinho desistiu da disputa na semana passada, e Leite afirmou em redes sociais que respeita a decisão do partido, embora tenha demonstrado frustração com o processo.

Para o bem do mundo, Donald Trump retornou e está fazendo a assepsia

Terça, 31 de março de 2026

É a dúvida mais frequente que tenho ouvido no dia a dia. Fruto de manipulação por desinformações disseminadas pela grande mídia, a soldo da esquerda mundial, as pessoas nem percebem o quanto estão sendo enganadas e confundidas.

Quais são as informações que a velha mídia divulga?

- EUA e Israel promoveram genocídio em Gaza.
- Trump invadiu a Venezuela e sequestrou seu presidente.
- Trump e Israel atacaram o Irã, provocando instabilidade na região e deixando o mundo a beira de uma guerra mundial.

Dito assim, sem contextualizações históricas e geopolíticas, parece razoável supor que o cara é um aloprado que resolveu atacar o mundo inteiro, sem nenhum motivo, apenas por um capricho megalomaníaco, para se declarar o imperador do mundo!

Tentemos resumir um contexto, para entender o que motiva as ações do Laranjão:

A Faixa de Gaza era dominada pelo grupo terrorista Hamas, com financiamento da ditadura dos Aiatolas do Irã, que mantinha o próprio povo palestino refém, submetido a um regime de terror.

O objetivo do Irã, que financia a maior parte dos grupos terroristas do Oriente Médio, é eliminar Israel, os Judeus e a cultura ocidental, a quem consideram infiéis, que devem se converter ao Islã ou serem eliminados.

Isso é explicitamente confessado por eles.

Em 07 de outubro de 2023 o Hamas invadiu o sul de Israel assassinando cerca de 1200 civis, promovendo violências sexuais e sequestrando cerca de 250 inocentes, sem nenhum contexto de guerra, em um ataque covarde.

O resto da história foi reação a esse ataque.

Quem era o louco na história?

Trump. Netanyahu ou o Aiatolá e os dirigentes do Hamas?

O regime bolivariano de Maduro promoveu a maior fuga de Venezuelanos da história, cerca de 8 milhões de pessoas, perseguidas políticas, ou fugindo da fome e devastação econômica provocadas pelo ditador.

Maduro chefiava a maior organização narcotraficante das Américas e financiava organizações terroristas como Hamas, Hezbolah, além de ser aliado de Rússia e China.

Maduro fraudou as eleições Venezuelanas, mesmo após ter firmado acordo com o governo Biden, chancelado pelo governo Lula.

Com provas do envolvimento de Maduro com o narcoterrorismo, a recusa de colaboração no combate às facções, o deboche (lembram das dancinhas?), as afrontas e a continuidade do tráfico para os EUA, Trump prendeu o narcoditador em ação espetacular, sem provocar a morte de nenhum civil.

Quem era o louco?

Trump ou Maduro?

A ditadura iraniana vinha oprimindo o próprio povo havia mais de 40 anos. A população vinha sofrendo com a pobreza, falta de água e liberdade, iniciando protestos de rua, enquanto o dinheiro do petróleo e do povo era utilizado para o financiamento do terrorismo internacional, desenvolvimento de armas nucleares, mísseis, e equipamentos bélicos. Para se ter uma pálida ideia da diferença do nível de vida que o petróleo pode gerar, basta comparar Dubai, Bahrein e Emirados Árabes com o Irã.

O que fez o Aiatolá com os manifestantes de seu próprio povo?

Assassinou cerca de 50 mil e continuou promovendo ataques imotivados contra Israel e financiando o terrorismo.

O que fez Trump?

Eliminou o Aiatolá e sua cúpula governista, praticamente sem baixas de civis inocentes.

Quem era o louco?

Trump ou o Aiatolá, esse sim um genocida?

Rússia e China têm planos de conquista de poder hegemônico mundial, associados à todas estas ditaduras narcoterroristas, tendo como um dos objetivos a destruição do poder dos EUA .

Quem é o louco?

Trump ou Xi e Putin?

Para termos uma ideia um pouco mais aproximada sobre quem é Trump, precisamos analisar contra quem, e contra o que, ele está lutando, praticamente sozinho.

O mundo precisa de mais loucos como Trump.

Pedro Possas. Médico.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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