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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Depois de reitor atacar Flávio, IFRN diz que atua com “impessoalidade, isenção e respeito à legislação eleitoral”

Sexta, 09 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) divulgou uma nota de esclarecimento após a repercussão de um vídeo publicado pelo reitor José Arnóbio, no qual ele faz críticas ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Na gravação, o reitor utiliza expressões como “mentiroso”, “rachadinha” e “racha master” ao se referir ao senador.

Na nota, o IFRN afirma que atua com “impessoalidade, isenção e respeito à legislação eleitoral” e ressalta que manifestações individuais não devem ser confundidas com posicionamentos institucionais. A instituição também destaca que servidores e gestores têm direito à manifestação política, desde que não utilizem a estrutura ou os recursos públicos para favorecer candidaturas.

O instituto esclarece ainda que grupos de WhatsApp e perfis administrados por estudantes não são canais oficiais e reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão, a pluralidade de ideias e o cumprimento da legislação eleitoral.

Veja a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante da circulação de informações e manifestações públicas relacionadas a episódios de natureza político-eleitoral envolvendo integrantes da comunidade acadêmica, o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) esclarece que mantém orientação permanente às suas unidades quanto à observância da legislação eleitoral e às condutas aplicáveis durante o período eleitoral.

Como instituição pública, o IFRN atua com impessoalidade, isenção e respeito à legislação eleitoral. A comunicação oficial, portanto, permanece voltada ao interesse público e às finalidades educacionais da Instituição. Essa orientação não impede a liberdade de expressão e a manifestação política da comunidade acadêmica. Estudantes, servidores e gestores têm assegurado o direito à manifestação de opiniões e ao posicionamento político, observados os limites da legislação e das normas institucionais.

Estudantes não se confundem com agentes públicos para fins das regras específicas aplicáveis a eles. Servidores e gestores, por sua vez, também têm assegurado o direito à manifestação política, desde que o exerçam sem utilizar a condição funcional, a estrutura ou os recursos públicos para promoção ou favorecimento de candidaturas, partidos ou posições político-eleitorais, em observância às regras aplicáveis aos agentes públicos durante o período eleitoral.

A liberdade de manifestação política da comunidade acadêmica não se confunde com a utilização dos espaços institucionais para propaganda eleitoral, cuja veiculação em bens públicos é vedada pela legislação eleitoral. A caracterização de determinado conteúdo como propaganda eleitoral depende da análise da legislação e das circunstâncias concretas.

O IFRN esclarece também que grupos de WhatsApp e perfis em redes sociais criados e administrados por estudantes não são canais institucionais e não estão sob gestão da Instituição. O IFRN não administra esses grupos e perfis, não define seus participantes nem controla as mensagens neles compartilhadas. Eventuais situações que demandem providências serão tratadas pelos canais competentes, conforme a legislação e as normas institucionais.

O IFRN considera importante, ainda, que manifestações individuais ou episódios ocorridos em espaços privados não sejam indevidamente apresentados como expressão da Instituição. A circulação fragmentada desses episódios não representa a atuação institucional e não deve ser utilizada para descredibilizar o trabalho desenvolvido pelo IFRN em suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão.

A Instituição reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão, a pluralidade de ideias, a impessoalidade da Administração Pública e o cumprimento da legislação eleitoral, orientando suas unidades a tratar situações dessa natureza com equilíbrio, isonomia e respeito à comunidade acadêmica.


Fonte: Blog do BG


Os segredos do celular que Xandão não entregou

Sexta, 09 de outubro de 2026

Alexandre de Moraes construiu sua imagem de “juiz implacável” sobre a premissa de que ninguém está acima da lei. Quebrou sigilos, determinou prisões arbitrárias, apreendeu celulares e mandou periciar dispositivos de jornalistas, empresários e adversários políticos.

Agora, quando as mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro o colocam no centro do escândalo do Banco Master, o ministro se beneficia da blindagem que nunca concedeu a ninguém.

O relatório da PF aponta 52 mensagens enviadas por Vorcaro a um contato salvo como “Alexandre de Moraes BRASÍLIA”, com respostas em textos e imagens de visualização única. Há registros de encontros presenciais, inclusive em residências privadas.

A PF recuperou prints apagados e reconstruiu diálogos a partir do aparelho do banqueiro. O celular de Moraes, porém, nunca foi periciado — e ele mesmo trocou de aparelho e chip em fevereiro de 2026, no meio das investigações.

Além disso, há menções a contatos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

O próprio Mendonça determinou ações de investigação contra Moraes “sem autorização específica”, segundo a PF. Enquanto isso, o STF adia a discussão sobre a abertura de inquérito contra seu colega, preservando-o por prazos que nenhum réu comum jamais teria.

A sociedade não aceita mais essa justiça de exceção. Se Moraes quer ser tratado como magistrado íntegro, que entregue seu celular, preste depoimento e responda como qualquer cidadão. Se há algo a esconder, que o impeachment, o processo e a lei se encarreguem do resto. Ninguém — absolutamente ninguém — pode estar acima da lei que ele mesmo jurou defender.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Paes queima último cartucho no STF e é surpreendido com decisão

 Sexta, 09 de outubro de 2026

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, candidato derrotado ao governo do estado, buscou uma última cartada no Supremo Tribunal Federal (STF), na tentativa de obter uma decisão judicial que obrigasse a realização de um segundo turno contra Douglas Ruas.

O recurso para suspender os efeitos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a exclusão dos votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), caiu com o ministro Cristiano Zanin.

O magistrado rejeitou pedido por questões processuais, ao apontar que coligação de Paes ainda não havia apresentado recurso contra decisão do TSE.

Desde quando ministros do STF se preocupam com questões processuais?

Coordenador do plano de Governo de Flávio nega privatização de Petrobras e Banco do Brasil

Sexta, 09 de outubro de 2026

EDU ANDRADE/Ascom/ME)

O economista Adolfo Sachsida, coordenador da área econômica do plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil não serão privatizados caso o candidato seja eleito presidente.

“Nenhuma dessas empresas será tocada”, declarou Sachsida em vídeo publicado nas redes sociais.

O economista também afirmou que o eventual governo pretende preservar e fortalecer programas sociais, reduzir impostos e burocracia e promover um ajuste fiscal com corte de excessos na estrutura do governo.

Sachsida disse ainda que servidores públicos terão “todo o respeito” e criticou remunerações consideradas excessivas. Segundo ele, informações diferentes das apresentadas pela equipe econômica seriam fake news.

Com informações do Poder 360


Augusto Cury declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Sexta, 09 de outubro de 2026

Reprodução

O ex-candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) decidiu, nesta quinta-feira (8),  apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. Cury condicionou sua decisão ao cumprimento de oito acordos assumidos publicamente por Flávio, que assinou um Termo de Compromisso Público com o Brasil.

Entre os pontos estão o fim da reeleição presidencial, uma revolução na educação, valorização dos professores, ampliação da telemedicina no SUS, proteção às mulheres, fortalecimento do cooperativismo, financiamento para microempresas e aumento da produção de alimentos.

O documento também estabelece o compromisso de pacificação nacional, com Flávio afirmando que pretende governar para brasileiros de direita, esquerda, centro e para quem não se identifica com nenhuma corrente ideológica.

Cury afirma que o apoio decorre, entre outros pontos, de sua defesa da alternância de poder. O documento deixa claro ainda que o apoio não impede cobranças, críticas e questionamentos sobre o cumprimento dos compromissos assumidos.

DATAFOLHA: Flávio abre segundo turno com 52% dos votos válidos; Lula tem 48%

Sexta, 09 de outubro de 2026

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula (PT), na primeira pesquisa Datafolha após o primeiro turno. A vantagem numérica é de quatro pontos percentuais.

Nos votos totais, Flávio tem 49% e Lula, 45%. Outros 5% dizem que votarão em branco ou nulo, enquanto 1% está indeciso. O cálculo dos votos válidos exclui esses grupos.

O levantamento também mostra que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema no primeiro turno pretendem votar em Flávio. Lula recebe 32% nesse grupo, enquanto 15% optam por branco ou nulo.

Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios nos dias 6 e 7 de outubro. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-02949/2026. O segundo turno será realizado em 25 de outubro.

Com informções da Folha de São Paulo

Flávio reúne 14 governadores, dá enorme demonstração de força e acena para Raquel Lyra

Sexta, 09 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro reuniu nesta quinta-feira (8) governadores e parlamentares aliados no Centro Empresarial Brasil 21, em Brasília. Em discurso, o senador acenou à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), que declarou neutralidade no 2º turno das eleições de 2026.

“Quero falar para aqueles governadores e governadores que não nos apoiam ou não são do nosso campo político, como a Raquel Lyra, lá em Pernambuco. Só para ficar um exemplo, que vou ser um presidente da República que vou ajudar os cidadãos de cada Estado, independente da coloração partidária do governador”, disse.

O senador declarou que “não tem eleição ganha” e pediu que sua equipe e apoiadores busquem o voto de eleitores indecisos, que se abstiveram ou que apoiam a oposição.

“Não tem eleição ganha. Todo mundo que está nos assistindo, arruma mais 1 votinho para a gente. Cada votinho que você conseguir convencer de alguém que não foi votar, de alguém que está na dúvida ou até de alguém que votou do lado de lá para dar uma oportunidade para o Flávio Bolsonaro ser presidente”, disse.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Magistrado de 2ª instância no Rio de Janeiro é alvo da PF por suspeita de venda de sentenças

Sexta, 09 de outubro de 2026

Investigado na operação “Em Nome do Pai”, realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (8), o desembargador Alexandre Scisinio tem trajetória familiar no Direito e construiu a maior parte da carreira na Justiça do Rio de Janeiro, especialmente em Niterói, na Região Metropolitana. A operação da PF apura um suposto esquema onde o magistrado teria favorecido empresas dos setores imobiliário e da construção civil por meio de decisões judiciais.

Scisinio foi promovido ao cargo de desembargador pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) em janeiro deste ano. Antes de chegar ao segundo grau, atuou por cerca de duas décadas como titular da 9ª Vara Cível de Niterói. De acordo com informações da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), ele iniciou a carreira jurídica como defensor público, em 1982. Dez anos depois, ingressou na magistratura.

Ao longo da carreira como juiz, passou por diferentes comarcas do estado, entre elas Vassouras, Paty do Alferes, Miguel Pereira, Cabo Frio, São Gonçalo e Niterói. Também atuou nas Turmas Recursais dos Juizados Especiais Cíveis da Região dos Lagos e de Niterói. O magistrado ainda exerceu a função de juiz eleitoral titular da 71ª Zona Eleitoral e foi juiz dirigente do 2º Núcleo Regional (NUR) do TJRJ. Também trabalhou como titular das comarcas de São Pedro da Aldeia e Iguaba Grande, na Região dos Lagos.

Antes de ingressar na magistratura, ele ainda exerceu a advocacia. Uma parte de sua carreira também o levou para sala de aula, onde atuou como professor de Direito Civil e Direito Comercial na Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas e de Direito Empresarial da Fundação Getulio Vargas (FGV).

A trajetória no Direito segue uma tradição familiar: seu pai, Alaor Eduardo Scisinio, era advogado e professor e escreveu livros relacionados à defesa da causa racial.

Segundo a PF, Alexandre é investigado por organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. Agentes federais foram até a casa do magistrado nesta quinta-feira (8) e de seus familiares para investigar se ele teria favorecido empresas dos setores imobiliário e da construção civil por meio de decisões judiciais. Nos endereços, os policiais apreenderam documentos, celulares e dinheiro.

Segundo a corporação, a apuração começou a partir de um procedimento administrativo instaurado pela Corregedoria Geral do TJRJ para investigar a conduta dele. De acordo com a PF, vantagens indevidas teriam sido destinadas à família do desembargador por meio de imóveis, descontos comerciais considerados excepcionais e pagamentos indiretos. Pessoas físicas e empresas ligadas aos investigados também teriam sido utilizadas nas operações, segundo a investigação.

Os fatos relacionados à corrupção teriam ocorrido quando o desembargador ainda atuava na primeira instância. Já as suspeitas de lavagem de dinheiro teriam se estendido posteriormente, segundo a PF.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Mais um grande partido abandona a neutralidade e declara apoio a Flávio

 Sexta, 09 de outubro de 2026

Após manter a neutralidade no primeiro turno, o Podemos oficializou nesta quinta-feira (8) seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

A decisão foi anunciada em Brasília, após reunião com lideranças da sigla, presidida por Renata Abreu. O candidato aumenta sua base de apoio, pois já obteve a adesão dos seguintes partidos: Republicanos, Novo, União Brasil e PP.

O movimento mostra a reorganização das alianças partidárias para o segundo turno, em uma disputa na qual o apoio das legendas pode ampliar a articulação política e a estrutura das campanhas.

Mais um grande partido abandona a neutralidade e declara apoio a Flávio

Sexta, 09 de outubro de 2026

Após manter a neutralidade no primeiro turno, o Podemos oficializou nesta quinta-feira (8) seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

A decisão foi anunciada em Brasília, após reunião com lideranças da sigla, presidida por Renata Abreu. O candidato aumenta sua base de apoio, pois já obteve a adesão dos seguintes partidos: Republicanos, Novo, União Brasil e PP.

O movimento mostra a reorganização das alianças partidárias para o segundo turno, em uma disputa na qual o apoio das legendas pode ampliar a articulação política e a estrutura das campanhas.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Rejeição de Lula é maior que a de Flávio e isso engessa possibilidade de reação

 Sexta, 09 de outubro de 2026

A 1ª pesquisa do 2º turno da campanha presidencial acaba de ser divulgada pelo Instituto Poder Data. Flávio ampliou sua vantagem. Está 6 pontos a frente de Lula e em franco crescimento.

Flávio tem 53% dos votos válidos no 2º turno da eleição presidencial, contra 47% de Lula (PT).

Um quadro altamente favorável para a vitória do senador do PL. Uma eventual reação de Lula é ainda prejudicada pela sua rejeição maior que  a de Flávio.

Segundo a pesquisa, Lula tem 46% de eleitores que dizem que não votam nele de jeito nenhum. Enquanto isso, Flávio que tinha também 46% de taxa de rejeição apresenta esse número em queda, perfazendo atualmente 43%.

Os dois candidatos disputam o 2º turno, marcado para 25 de outubro. No 1º turno, Flávio obteve 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula, uma diferença de 1,87 ponto percentual.

Os dados foram coletados de 5 a 7 de outubro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 705 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-08134/2026.


Fonte: Jornal da Cidade Online

DATAFOLHA: 25% dos eleitores de Flávio dizem votar nele para derrotar Lula

Sexta, 09 de outubro de 2026

Foto: ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Um quarto dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) afirma escolher o candidato para derrotar Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Entre os eleitores do presidente, 13% dizem votar nele para derrotar Flávio.

Considerando todo o eleitorado, 76% afirmam escolher quem consideram o melhor candidato, enquanto 19% dizem que o objetivo é derrotar o adversário.

O levantamento também mostra que 94% estão convictos de sua escolha e 6% admitem mudar de voto no segundo turno. A certeza do voto é de 94% tanto entre os eleitores de Flávio quanto entre os de Lula.

Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.

Com informações da Folha de S.Paulo


Contato : (84) 9 9151-0643

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