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quinta-feira, 12 de março de 2026

Ex-ministro Luís Roberto Barroso sugere mandato de 12 anos no STF

Quinta, 12 de março de 2026

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

O ex-presidente do Supremo Tribunal FederalLuís Roberto Barroso, defendeu a criação de mandatos para ministros da Corte. Segundo ele, o ideal seria um período de 12 anos, inspirado no modelo adotado na Alemanha.

A declaração foi feita em entrevista ao programa do jornalista Roberto D’Ávila, exibido na GloboNews na terça-feira (10).

Barroso, que anunciou aposentadoria em outubro de 2025, afirmou que a exposição pública prolongada no STF pode se tornar “pessoalmente insuportável” e também afetar familiares.

O ex-ministro também comentou o caso envolvendo o Banco Master e disse que o Supremo vive um “momento difícil”. Segundo ele, ainda há investigações em andamento e não é adequado fazer julgamentos precipitados sobre a instituição.

Barroso acrescentou que frequentemente surgem ataques contra ele nas redes sociais, mas afirmou que não tem preocupação com isso e que não costuma apagar mensagens antigas do celular.


Gonet manda arquivar mais uma “mentira” de Lula

 Quinta, 12 de março de 2026



Porém, a investigação acabou caindo na mesa do procurador da República Paulo Gonet, que arquivou tudo. Lula condenou e prometeu nunca colocar sigilo sobre documentos públicos na campanha contra Bolsonaro. No fim, se mostra o presidente mais ‘sigiloso’ que o Brasil já teve.

Os laços familiares pouco recomendáveis da vice de Maduro, a atual presidente da Venezuela

Quinta, 12 de março de 2023



O pai biológico de Delcy Rodríguez foi Jorge Antonio Rodríguez, guerrilheiro marxista e um dos fundadores da Liga Socialista da Venezuela, que foi preso, torturado e assassinado em 1976 pela Direção de Serviços de Inteligência Policial (Disip), a polícia política do regime venezuelano daquela década.

Ilich Ramírez Sánchez é o terrorista de extrema-esquerda marxista conhecido em todo o mundo como: Carlos, o Chacal, que se casou com s viúva de Jorge Antonio Rodríguez.

Carlos, o Chacal, integrou o BARA (que em Italiano significa caixão), grupo terrorista árabe, pro-Palestina, a partir dos anos 1970, coordenado por Wide Haddad, vinculado à FPLP, fundada e chefiada por Yasser Arafat, depois, denominada ALP.

Carlos, o Chacal, estabeleceu vínculos profundos com o regime cubano de Fidel Castro, servindo de mercenário do terror aos governos da Síria, Líbia de Gueddafi,  Iraque de Saddan Hussein, Sudão, URSS, Alemanha Oriental, Hungria comunista e Romênia, mas não só.

Para estes governos e outros países contrários à existência do Estado de Israel, alinhados aos EUA, Carlos, o Chacal, promoveu, organizou e chefiou comandos para executar assassinatos, atentados a bomba na França (que vitimaram mulheres e crianças), atentados a trens, agindo também na Europa, além de promover e executar o tráfico de armas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, sequestro de políticos, embaixadores e ministros de Estado, inclusive cometendo e comissionando assassinatos seletivos, sequestro de aviões, sempre coligado a grupos terroristas da Alemanha Oriental e Itália, de extrema-esquerda, e principalmente, a ALP de Arafat.

Carlos, o Chacal, planejou o sequestro de israelenses no voo 139 da Air France, em 27 de junho de 1976, na Uganda de Idi Amin Dada, que resultou na morte de 35 soldados ugandenses, que colaboraram com os terrorista, três reféns de Israel, e todos os terroristas, pelas Forças Especiais de Israel, no aeroporto de Entebbe.

O ataque terrorista foi realizado por quatro terroristas que embarcaram em Atenas: dois palestinos da Frente Popular para a Libertação da Palestina - Operações Externas (PFLP-EO) e dois alemães das Células Revolucionárias (RZ), identificados como Wilfried Böse e Brigitte Kuhlmann, ela e ele alemães de extrema-esquerda, que não tiveram nenhum escrúpulo em sequestrar com intenção de matar israelenses, após a Alemanha nazista ter promovido o Holocausto.

Preso na França até hoje, cumprindo prisão perpétua, por vários crimes e pelo assassinato de dois agentes do Serviço Secreto francês, Carlos, o Chacal, foi capturado no Sudão pelo Diretor do Serviço Secreto francês e levado à França.

Mesmo da prisão, conseguiu contatar e reunir integrantes remanescentes dos grupos terroristas de extrema-esquerda em todo o mundo, inclusive José Dirceu, do Brasil, treinado em Cuba, colaborando assim com a fundação do Foro de São Paulo, idealizado por Lula e Fidel Castro.

Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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