martins em pauta

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Ivan Valente finalmente encerra a carreira e deixa definitivamente a Câmara

 Segunda, 04 de maio de 2026


Com o retorno da titular da cadeira, Marina Silva, ele que ocupava o mandato na condição de suplente teve que sair.

Ele já avisou que não será mais candidato. Sua carreira parlamentar está encerrada.

Que bom!

Fonte: Jornal da cidade Online

Flávio, o mestre em farmar aura no novo poder das redes

 

Flávio, o mestre em farmar aura no novo poder das redes

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Farmar aura significa construir influência real, gerar identificação profunda e controlar a narrativa sem precisar gritar ou mendigar engajamento. É acumular respeito, autoridade e poder social enquanto os outros correm atrás de likes. A comunicação deixa de ser técnica e vira arma pura de percepção, atitude e impacto político.

Nas redes sociais, os resultados são brutais: visibilidade explosiva, engajamento fiel, avanço nas percepções públicas e uma base que te defende mesmo quando você fica em silêncio. Quem farma aura posta com autoridade natural, mantém postura de líder, domina o rumo do debate e sempre parece estar no controle da situação. O adversário reage. Ele dita.

Flavio Bolsonaro está fazendo exatamente isso hoje. Com comunicação cirúrgica, presença constante mas estratégica, tom firme e capacidade de pautar o campo conservador sem cair em provocação barata, ele tem farmado uma aura de estadista preparado, experiente e inevitável. Enquanto muitos ainda jogam o velho jogo de briga diária, ele constrói imagem de quem já está vários passos à frente. Isso não é sorte. É aura sendo cultivada com inteligência política de alto nível. Flavio transformou presença digital em capital político real.

O conceito de farmar aura não nasceu do nada. Ele surge da observação fria de como as redes mudaram o jogo político mundial. Veio da análise de líderes que venceram contra narrativas dominantes da grande mídia: Trump com sua força bruta de comunicação direta, Milei com sua energia disruptiva, e no Brasil, o fenômeno Bolsonaro pai, que transformou uma aura de homem comum em movimento de massas. Hoje, os herdeiros políticos que aprenderam a lição estão refinando essa técnica. Farmar aura é a evolução natural dessa guerra cultural travada nas timelines.

Contextualizando: vivemos em um país onde a esquerda perdeu o monopólio da narrativa, mas ainda controla grandes veículos e algoritmos. Quem quer disputar poder de verdade não pode mais depender só de jornalismo amigo ou militância orgânica. Precisa construir sua própria aura, dia após dia, post após post, para que o povo sinta que aquele líder é forte, autêntico e destinado. Flavio Bolsonaro entendeu isso. Enquanto outros reagem, ele planta sementes de liderança futura. Sua base cresce não só por concordar com ideias, mas por sentir que ele representa estabilidade, coragem e continuidade de um projeto vencedor.

Farmar aura exige coragem. Exige abandonar o medo de ser cancelado e abraçar a autenticidade. Exige escolher posicionamentos claros, manter postura mesmo sob ataque e entender que silêncio estratégico às vezes fala mais alto que mil posts desesperados. Não é para fracos. É para quem quer realmente tomar o poder e reconstruir o país.

No final, o recado é direto: pare de produzir conteúdo apenas por produzir. Comece a farmar aura. Porque o futuro do Brasil não será decidido apenas nas urnas. Será decidido também por quem conseguir dominar as redes com presença de líder. E Flavio Bolsonaro está dando o exemplo.

Não é só conteúdo. É presença. É poder.

Foto de Carlos Arouck

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Quando você vê declarações do Lula, do Gilmar Mendes e ações do STF, você associa a matemática? Faça seu próprio juízo! (veja o vídeo)

Segunda, 04 de maio de 2026

Mas não diz nada sobre o voto digital… então, não é tudo, Lula!

Gilmar disse que é preciso manter o inquérito das Fake News, em curso há sete anos, pelo menos até as eleições, dizendo que é relevante…

Mas diz que investigações no Congresso Nacional não podem ser longas quando se trata da CPMI do INSS… então, não é tão relevante assim, Gilmar!

Já o STF abre licitação para contratar empresa para monitorar e analisar o que e quem menciona o STF e seus membros nas redes sociais.

Mas não garante o que vai ser feito com os resultados desse monitoramento e análise, e se é apenas contra o STF e seus membros mesmo… então, façam as contas: Lula + Gilmar = STF!

Foto de Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Independente e Afiliados - AJOIA Brasil - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:  http://livrariafactus.com.br

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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