martins em pauta

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Empresário que fez repasses para ‘Dark Horse’ passa por audiência com auxiliar de Mendonça e diz que delação sobre Master foi voluntária

Quinta, 10 de setembro de 2026

Foto: Divulgação

O empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como Mineiro, prestou depoimento nesta terça-feira (8) a um juiz auxiliar do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para confirmar a voluntariedade de sua delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Mendonça é o relator do caso Master.

Mineiro é responsável pela Entre Investimentos e segundo sua delação, realizou repasses para o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Os valores, estimados em US$ 12,3 milhões, foram destinados a um fundo nos Estados Unidos ligado a um advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

Segundo o empresário, ele movimentou cerca de R$ 1,3 bilhão entre 2020 e 2025, a pedido do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e de pessoas ligadas a ele. Parte dos valores era convertida em dinheiro vivo e entregue a operadores do esquema.

Mineiro afirmou que os pedidos eram feitos por WhatsApp. Para obter o dinheiro, ele transferia recursos para empresas indicadas pelos operadores, que providenciavam as quantias em espécie. O dinheiro era posteriormente entregue na sede da Entre Investimentos, empresa de Mineiro, em São Paulo.

O empresário relatou ainda que combinava pelo WhatsApp a entrega das malas de dinheiro a Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Segundo ele, as entregas ocorriam geralmente no mesmo dia, em estacionamentos e garagens para reduzir o risco de armazenamento.

Como parte da colaboração, Mineiro apresentou à PGR recibos de compra de malas, contratos de mútuo usados para justificar pagamentos, comprovantes de transferências bancárias e uma tabela com valores e datas das operações. A delação ainda não foi homologada por André Mendonça. Não há prazo definido para a decisão.


Dino e integrantes do governo Lula teriam articulado retorno de Andrei à direção da PF e pegam Fachin de surpresa

Quinta, 10 de setembro de 2026

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O presidente do STF, Edson Fachin, teria sido surpreendido pela decisão do ministro Flávio Dino de reintegrar Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal. Segundo reportagem do Poder 360, integrantes do governo Lula já articulavam com Dino, desde a noite de terça-feira (8), uma forma de reverter o afastamento determinado por André Mendonça.

A articulação teria ocorrido paralelamente às tratativas conduzidas por Fachin para buscar uma solução para a crise. O presidente do STF havia dado três dias para Mendonça se manifestar sobre o recurso da AGU contra o afastamento de Andrei.

Nesta quarta-feira (9), ao menos quatro ministros questionaram Fachin sobre a decisão de Dino, segundo a reportagem. Na avaliação desses magistrados, o ministro deveria ter remetido o caso à Presidência do STF, já que o recurso da AGU estava sob análise de Fachin.

A decisão também aumenta a pressão sobre Mendonça, cuja relatoria do caso Banco Master é contestada por ministros como Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes.

Segundo a publicação, Fachin agora enfrenta pressão dos dois grupos do Supremo. Se não reagir à decisão de Dino, poderá ser acusado de favorecer o grupo ligado a Moraes e de enfraquecer a própria autoridade como presidente da Corte.

Com informações de Poder 360


Novo reage à decisão de Dino com forte ofensiva jurídica em 9 frentes

Quinta, 10 de setembro de 2026

O partido Novo prepara uma ofensiva jurídica em nove frentes contra a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o retorno de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Entre as medidas estão pedido de impeachment, notícia-crime contra o ministro, ações para suspender a decisão e pedido de investigação sobre relatórios de inteligência da Polícia Federal utilizados no caso.

O partido apresentará pedido de impeachment contra Flávio Dino e uma notícia-crime contra o ministro, sob o argumento de que a decisão embaraça a investigação envolvendo organização criminosa e pode caracterizar abuso de autoridade.

O Novo também ingressará com Reclamação Constitucional perante o ministro André Mendonça, para fazer valer a autoridade de sua decisão, e com pedido de suspensão de liminar ao presidente do STF, Edson Fachin, contra a decisão de Dino. A legenda apresentará ainda pedido de suspeição e impedimento de Dino no caso relacionado à decisão de Mendonça, além de um mandado de segurança contra o ato do ministro.

Outra medida será uma petição na PET 16.074, com pedido de suspensão da decisão de Dino. O partido também encaminhará ofício a Fachin para requerer o levantamento do sigilo da petição apresentada por Andrei Rodrigues na PET 16.669, que provocou a decisão de Dino e pediu o retorno dele e de Leandro Almada da Costa aos cargos. Segundo o Novo, Dino tornou pública apenas a própria decisão, enquanto o pedido que a provocou permanece sob sigilo.

“O que estamos questionando é um imbróglio jurídico sem precedentes: uma decisão de um ministro é contestada por meio de uma petição incidental, apresentada por quem não tinha legitimidade para recorrer, em outro processo, e acaba sendo revertida por outro ministro. E tudo isso sem que a sociedade possa sequer conhecer o conteúdo do pedido que deu origem à decisão. É exatamente por isso que estamos exigindo transparência e recorrendo a todos os instrumentos jurídicos cabíveis”, afirmou Eduardo Ribeiro, presidente do Novo.

A nona medida será um pedido para que Fachin abra procedimento de investigação sobre os relatórios de inteligência produzidos pela Polícia Federal e utilizados pelo ministro Alexandre de Moraes no caso. O objetivo é apurar a origem, produção, circulação e utilização dos documentos, além de esclarecer eventuais responsabilidades.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) também cobrou uma resposta rápida do presidente do STF diante da sequência de decisões.

“O momento exige que Fachin dê solução rápida para não ficar desmoralizado. A decisão de Flávio Dino passou por cima do pedido de ontem de Fachin para que Mendonça desse explicações em 72 horas. Nós não vamos nos intimidar. Vamos recorrer a todos os instrumentos jurídicos disponíveis para que os fatos envolvendo Andrei Rodrigues sejam devidamente investigados. O momento exige resposta rápida e efetiva da Corte, não o prolongamento de uma situação que envolve fatos gravíssimos”, destacou Marcel.

Para o Novo, a decisão de Dino não encerra as questões envolvendo a Polícia Federal. A legenda afirma que continuará utilizando os instrumentos constitucionais e legais disponíveis para questionar a decisão, garantir transparência sobre os documentos que deram origem ao pronunciamento e buscar a responsabilização de eventuais envolvidos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

DESESPERO: Após pesquisas indicarem virada de Flávio, Lula anuncia medida eleitoreira para baixar preço dos combustíveis; conta já chega a R$ 27 bi

Quinta, 10 de setembro de 2026

Foto: Divulgação

Pesquisas estaduais confirmam vantagem numérica de Flávio Bolsonaro no Sudeste e mostram por que preservar a votação de 2022 pode não bastar para Lula. Diante do sinal de alerta, o presidente anunciou medida eleitoreira para baixar preço dos combustíveis (confira vídeo abaixo).

Na pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8) mostra pela primeira vez Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente de Lula (PT) em Minas Gerais em uma eventual disputa de 2º turno para presidente. Flávio tem 40%, contra 37% de Lula.

A conta do governo Lula para tentar impedir que a alta internacional do petróleo chegue com força às bombas às vésperas da eleição já alcança 27,4 bilhões de reais.

Nesta quarta-feira, o governo abriu mais 6,605 bilhões de reais em crédito extraordinário para financiar subsídios a combustíveis. A maior parcela, de 5,607 bilhões de reais, será destinada ao diesel rodoviário. Outros 998 milhões de reais irão para a produção e a importação de derivados de petróleo.

É a mais recente de uma sequência de medidas adotadas desde março para amortecer no mercado interno a disparada do petróleo provocada pelos conflitos no Oriente Médio. O Brent voltou a superar a barreira dos 100 dólares por barril.

Só em créditos extraordinários, o governo abriu 10 bilhões de reais em março para o diesel, 330 milhões de reais em abril para o gás de cozinha, 550 milhões de reais em junho para o diesel, além de 3,339 bilhões e 3,473 bilhões de reais em julho e outros 3,152 bilhões de reais em agosto para diferentes subsídios a combustíveis.

Somado ao crédito desta semana, o volume autorizado chega a 27,449 bilhões de reais. Os recursos são repassados a produtores e importadores mediante mecanismos de subvenção criados pelo governo para evitar que todo o aumento dos custos internacionais seja transferido aos consumidores.

A escalada dos gastos ocorre em um momento particularmente sensível para o Palácio do Planalto. O preço dos combustíveis é uma das principais preocupações econômicas da campanha de Lula, tanto pelo impacto direto sobre o bolso do eleitor quanto pelos efeitos do diesel sobre fretes, alimentos e inflação.

Com informações de Veja e g1


Derrota fragorosa de Paulo Gonet expõe a gravidade da situação

Quinta, 10 de setembro de 2026

O Conselho Superior do Ministério Público Federal impôs uma gigantesca derrota ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet. O órgão abriu procedimento pra apurar menções PGR nas mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Ironicamente, Gonet preside o conselho. Por isso, o pedido, protocolado pelo Partido Novo, foi direcionado ao vice-presidente, o procurador Nicolao Dino, que por sinal, é o irmão mais velho do ministro do STF, Flávio Dino. O caso foi distribuído ao conselheiro Francisco de Assis Sanseverino, que atua como relator, e tramita sob sigilo.

Numa das mensagens, Vorcaro diz o seguinte:

“É importante reforçar com Andrei e Paulo para não deixar ninguém de baixo fazer uma sacanagem, que aí vai tudo pro saco.”

Em seguida, envia nomes de procuradores, agentes da PF e delegados.

O detalhe mais grave, segundo o relatório da PF, um advogado intermediário enviou mensagens que teriam sido escritas pelo próprio Gonet ao banqueiro, incluindo “já com saudade de você”. O mesmo relatório aponta que Vorcaro levou o filho de Gonet a Londres.

Os deputados do Novo pedem que um subprocurador-geral independente conduza a apuração do caso Master que envolve o próprio PGR. Gonet tem prazo de 10 dias para se manifestar, podendo ser convocado depois pra oitiva.

No mesmo dia, o presidente do STF, Edson Fachin, determinou que Gonet, Mendonça, Moraes e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, prestem esclarecimentos sobre os fatos revelados.

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Fachin toma decisão na “guerra” entre Mendonça e Dino

Quinta, 10 de setembro de 2026

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, suspendeu as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino. Ao intervir diretamente na disputa, Fachin afirmou que as decisões sucessivas criaram um “inconciliável conflito de posições judiciais” e determinou que a controvérsia passe a ser tratada pela presidência da Corte.

A situação de Andrei foi alvo de duas decisões opostas em 24 horas. Na terça-feira, ele foi afastado do cargo por decisão de Mendonça. O delegado recorreu em um outro processo, sob relatoria de Dino, que reverteu a decisão do colega e restabeleceu Andrei no posto.

"É grave o quadro em que decisões de ministros passam a ser desafiadas horizontalmente, mormente quando pendentes, tanto o julgamento em curso no âmbito da Segunda Turma deste Tribunal, quanto o pedido de suspensão de liminar que se encontra sob apreciação desta Presidência", escreveu Fachin.

Fachin também intimou Andrei a prestar informações em 48 horas. Segundo a decisão, somente depois dessa manifestação será analisada pela presidência do STF a permanência do delegado no comando da Polícia Federal. O presidente ainda manteve o prazo de 72 horas anteriormente concedido a Mendonça para prestar esclarecimentos a respeito do caso, o que se encerra na sexta-feira.

Fonte: Jornal da Cidade Online

CRISE NO SUPREMO: Maierovitch chama justificativa de Dino para reintegrar chefe da PF de “desculpa esfarrapada”

Quinta, 10 de setembro de 2026

Foto: Isaac Fontana/EFE

O jurista e colunista do UOL Wálter Maierovitch criticou a decisão do ministro Flávio Dino de reintegrar Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Para Maierovitch, a justificativa apresentada pelo integrante do STF para reverter o afastamento determinado pelo ministro André Mendonça não tem consistência jurídica.

Dino afirmou que a PF não poderia ter suas investigações e a produção de relatórios de inteligência interrompidas em razão do afastamento de Rodrigues, determinado pelo ministro André Mendonça e posteriormente referendado pela Segunda Turma do STF. O ministro também questionou a atuação de Mendonça, citando o encontro do magistrado com o empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Para Maierovitch, porém, o argumento apresentado pelo ministro Flávio Dino seria apenas uma tentativa de dar aparência jurídica a uma disputa que se transformou em uma crise dentro do próprio Supremo. “Não dá para o ministro Flávio Dino vir com uma desculpa esfarrapada dessa”, afirmou o jurista durante participação no UOL News.

Maierovitch classificou o atual cenário como uma espécie de “rixa” dentro do STF e também criticou a condução da crise pelo presidente da Corte, Edson Fachin.

Além de Andrei Rodrigues, Dino também determinou a reintegração do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. O afastamento dos dois havia provocado uma crise interna na corporação, com integrantes da cúpula da Polícia Federal colocando os cargos à disposição. A decisão de Dino ampliou ainda mais a tensão entre os ministros do STF e deverá ser analisada pelo plenário da Corte.

A GUERRA CONTINUA: Fachin vê “atropelo” de Dino e cancela sessão do STF para tentar conter crise interna

Quinta, 10 de setembro de 2026

Ministro Edson Fachin, do STF

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, cancelou a sessão plenária prevista para esta quarta-feira (9) em meio ao agravamento da crise entre os ministros. A decisão ocorreu após Flávio Dino determinar a reintegração de Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal, revertendo uma decisão anterior de André Mendonça.

De acordo com informações do UOL, Fachin considerou que Dino “atropelou” o rito que vinha sendo conduzido pela Presidência do Supremo. Fachin havia dado prazo de 72 horas para que Mendonça se manifestasse sobre o caso antes de levar a questão ao colegiado.

A decisão de Dino acabou antecipando a discussão e aumentou a tensão dentro do STF. O ministro justificou a medida alegando que o afastamento dos dirigentes da PF poderia prejudicar investigações em andamento.

Diante do novo impasse, Fachin tenta agora buscar uma saída negociada para reduzir o confronto entre os ministros. Entre as possibilidades está a centralização, pela Presidência do STF, de decisões consideradas sensíveis, numa tentativa de evitar novas decisões individuais que ampliem a crise.

“UNGIDO”: Mendonça ganha apoio de líderes evangélicos em meio à crise com Moraes

Quinta, 10 de setembro de 2026

Foto: Reprodução/Facebook

O ministro André Mendonça passou a receber uma onda de apoio de importantes lideranças evangélicas em meio ao embate com o colega de STF, Alexandre de Moraes. De acordo com O Globo, o episódio também impulsionou o crescimento de Mendonça no Instagram. Em uma semana, ele ganhou mais de 1 milhão de seguidores na rede social.

Mendonça, que é pastor presbiteriano e foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro com o discurso de que seria o ministro “terrivelmente evangélico”, passou a ser descrito por apoiadores como um “ungido” para enfrentar a atual crise na Corte.

O próprio ministro gravou um vídeo direcionado a líderes de igrejas, agradecendo pelas mensagens de apoio e pelas orações. A gravação foi compartilhada por nomes de peso do meio evangélico, como Abner Ferreira (Assembleia de Deus Ministério de Madureira), que escreveu: “Deus é contigo, Excelência”.

Outras lideranças, como Valdemiro Santiago, César Augusto e Jabes Alencar, também manifestaram apoio público ao ministro. Em um culto da Igreja Mundial do Poder de Deus, em São Paulo, Mendonça chegou a ter um vídeo exibido no púlpito.

A manifestação mais forte veio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao publicar uma foto ao lado de Mendonça, ela afirmou que havia recebido uma revelação sobre a chegada dele ao STF antes mesmo de sua indicação e o chamou de “escolhido e ungido do Senhor”.

URGENTE: Prisão de Janones nas mãos de Mendonça (veja o vídeo)

 Quinta, 10 de setembro de 2026

Uma petição dirigida ao STF decidiu levar os precedentes de Moraes a sério.

O advogado Paulo Faria aplicou a Janones os argumentos usados contra Daniel Silveira.

Veja o que acontece quando devolvem ao Supremo a sua própria lógica: Em vídeo postado em suas redes, Janones chama Mendonça de “vagabundo” e o acusa de afastar o chefe da PF para impedir que uma investigação chegasse ao ministro.

Mas... atacar um ministro não era atacar a instituição?

Ocorre que Janones foi além do xingamento:

Entre os gritos e ameaças, Janones anuncia uma “missão” à militância: compartilhar o vídeo contra Mendonça. Diz com todas as letras que “a guerra começou”.

Imaginem essa linguagem na boca de um deputado de direita.

O caso Daniel Silveira ajuda a examinar essa régua.

Em 16.02.2021, Moraes mandou prender Daniel Silveira após um vídeo com ofensas e bravatas. Mas como justificou o flagrante necessário para prisão preventiva?

Pelo fato de que vídeo continuava na internet. Surgia assim, no direito brasileiro, o Flagrante Perpétuo.

Para Moraes, o vídeo de Daniel Silveira disponível na internet mantinha a infração e o flagrante por período indefinido.

A petição contra Janones retorna à essa lógica: vídeo no ar, então o flagrante está em curso?

O botão de play renovando a urgência da prisão. E a fiança?

Para prender Daniel Silveira, Moraes usou os motivos para prisão preventiva para afastar a fiança. Com o flagrante, abriu a exceção para prender um deputado.

A nova petição contra Janones pede o mesmo caminho.

Mas deputado não tem imunidade?

No caso Daniel Silveira, o STF disse que imunidade não serve de escudo para ilícitos e exige vínculo com o mandato.

A petição contra Janones cobra o mesmo critério. Ou será que a Constituição tem preferência por usuários?

Paulo Faria vê o absurdo e zomba da hipocrisia:

A petição dele contra Janones chama Moraes de “filósofo jurídico” e pede prisão com base no caso Daniel Silveira.

O advogado devolveu ao STF o vocabulário usado pela própria Corte.

Difícil reclamar do figurino sem reconhecer quem o confeccionou.

E agora?

Em 2022, após a prisão de 2021, Daniel Silveira recebeu 8 anos e 9 meses por ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo.

Considero a pena absurda e também critico o fundamento do flagrante.

Janones deve pagar por isso? A resposta é simples.

É óbvio que não, por maior que seja a minha vontade de ver Janones respondendo por seus verdadeiros crimes, como a rachadinha.

Hoje, quem deve pagar é Alexandre de Moraes ...

Veja o vídeo:

Foto de Rodrigo Marcial

Rodrigo Marcial

Autor do Dossiê Moraes. Vereador de Curitiba. Professor, Advogado e Empresário

Fonte: Jornal da Cidade Online

Fachin impõe a 2ª derrota do dia a Moraes e encurrala o ministro

 Quinta, 10 de setembro de 2026

Uma quarta-feira péssima para o ministro Alexandre de Moraes. Excelente para o povo brasileiro.

Primeiro, o ministro Edson Fachin retirou Moraes da relatoria do famigerado Inquérito das Fake News.

Na sequência, o presidente do STF marcou para o dia 15 de setembro, às 10h, o julgamento que analisará o relatório da PF que detalhou a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Os ministros devem decidir se abrirão ou não uma investigação contra Moraes.

Fachin convocou uma sessão pública para analisar o caso.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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