martins em pauta

domingo, 18 de janeiro de 2026

Menina de 1 ano que teve um carregador de celular cravado na testa ao cair da cama recebe alta médica após cirurgia

Domingo, 18 de janeiro de 2026

Foto: Bruno Castro/Arquivo Pessoal

A menina de 1 ano que teve um carregador de celular cravado na testa após cair da cama, em Divinópolis, recebeu alta hospitalar e já está com a família. Apesar da boa recuperação, ela seguirá em acompanhamento neurológico.

Segundo o neurocirurgião Bruno Castro, o cérebro infantil tem grande capacidade de recuperação, o que reduz o risco de sequelas. No entanto, lesões podem causar cicatrizes no cérebro e, no futuro, provocar convulsões ou epilepsia.

A principal hipótese é que a criança segurava o carregador no momento da queda. O objeto perfurou a região frontal da cabeça, perto do olho. “Se tivesse atingido o olho, poderia causar perda da visão”, explicou o médico.

A menina passou por cirurgia de emergência no Complexo de Saúde São João de Deus, onde o objeto foi retirado e a área, reconstruída. O atendimento rápido evitou hemorragia e infecção, incluindo o risco de meningite.

O especialista alertou para os perigos de quedas em casa. “Crianças pequenas caem com facilidade. O ideal é deixá-las em locais seguros, longe de objetos pontiagudos”, afirmou.

VÍDEO: Flávio Bolsonaro cita Michelle e Tarcísio e pede união da direita contra o PT

Domingo, 18 de janeiro de 2026

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu união da direita contra o PT em vídeo publicado neste sábado (17).

Ele afirmou que o governador Tarcísio de Freitas é um “aliado fundamental” e que Michelle Bolsonaro terá um “papel importantíssimo” nas eleições de 2026.

“Se a gente quer unir o Brasil, precisa primeiro unir a direita”, disse.

Flávio defendeu que as lideranças conservadoras se mantenham juntas enquanto Jair Bolsonaro estiver impedido de disputar eleições.

O senador citou possíveis nomes para uma aliança, como Tarcísio, Michelle, Zema e Caiado, e afirmou que o objetivo é “resgatar o Brasil do atual governo”.

Transparência Internacional cobra afastamento de Toffoli do caso Banco Master

Domingo, 18 de janeiro de 2026

Foto: Antônio Augusto/STF

A Transparência Internacional – Brasil afirmou que o histórico do ministro Dias Toffoli, do STF, indica baixa chance de ele se declarar impedido no inquérito sobre o Banco Master.

A entidade avalia, porém, que isso só ocorreria com forte pressão da sociedade civil.

Em nota divulgada na sexta-feira (16), a entidade lembrou decisões anteriores em que Toffoli atuou mesmo citado em investigações, como a anulação da delação de Sérgio Cabral, a invalidação de provas da Odebrecht e a suspensão de multa bilionária da J&F, empresa que tinha sua esposa como advogada.

Segundo a ONG, o pedido formal de impedimento deveria partir da Procuradoria-Geral da República (PGR). Caso Toffoli recusasse, caberia ao plenário do STF decidir.

 

Imagem: reprodução/X

Parlamentares da oposição defendem o afastamento do ministro após reportagem do Estadão revelar que Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, investiu em um resort pertencente aos irmãos de Toffoli.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que, diante das revelações, o ministro deveria se afastar “pela transparência das investigações”. Ela apoia a criação de uma CPMI para apurar o caso e já assinou um pedido de impeachment contra Toffoli.

Fonte: Jornal da Cidade Online

“Ameaça” de Trump põe UE em pânico e reunião de emergência com 27 países é convocada para amanhã

Domingo, 18 de janeiro de 2026





O plano anunciado por Trump prevê taxação de 10% sobre produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia a partir de 1º de fevereiro. As tarifas aumentariam para 25% em 1º de junho caso não haja acordo para a aquisição da ilha.

Trump declarou que as cobranças permanecerão "até que um acordo seja firmado para a compra total da Groenlândia". Todos os países ameaçados são membros da OTAN e tradicionalmente aliados dos Estados Unidos.

A medida provocou reações imediatas entre líderes europeus. O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou as medidas como "inaceitáveis" e afirmou:

"Nenhuma intimidação nem ameaça nos influenciará, nem na Ucrânia, nem na Groenlândia."

O primeiro-ministro britânico Keir Starmer considerou "completamente errada" a estratégia de Trump de impor tarifas como retaliação à oposição europeia quanto ao controle americano sobre o território da Groenlândia.

A Suécia iniciou articulações diplomáticas com o Reino Unido e outros países europeus para desenvolver uma resposta conjunta. O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, declarou em suas redes sociais:

"Não vamos nos deixar chantagear".

Kristersson também enfatizou a questão da soberania ao afirmar que "apenas a Dinamarca e a Groenlândia decidem sobre questões relativas à Dinamarca e à Groenlândia".

A Groenlândia, território autônomo pertencente à Dinamarca, está no centro desta disputa diplomática que ameaça afetar as relações comerciais transatlânticas. A ilha localizada no Ártico é rica em recursos naturais e já havia despertado o interesse de Trump durante seu primeiro mandato.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Ministros batem em Toffoli: Atuação do magistrado gera incômodo nos bastidores do STF

Domingo, 18 de janeiro de 2026



As decisões do relator, na visão de seus pares, extrapolaram o plano habitual de atuação da Corte e contribuiram para uma escalada de tensão com outros órgão, como exemplo a Polícia Federal.

É justamente esse embate do ministro com a PF que gerou mais incômodo. Segundo  Mariana Muniz, de O Globo, ministros ouvidos reservadamente apontam que a definição de agendas, a interferência em cronogramas de diligências e a condução direta de atos instrutórios fogem do padrão observado em outros inquéritos semelhantes.

“Há, ainda, preocupação com o impacto externo das decisões, especialmente diante do interesse do Congresso no caso e da movimentação de parlamentares que passaram a questionar a atuação de Toffoli. Para ministros do STF, o avanço desse tipo de embate político amplia o risco de desgaste da Corte e pode comprometer a percepção de imparcialidade institucional.
No caso da PF, o clima de atrito ficou evidente depois que Toffoli reduziu o prazo para os investigadores colherem depoimentos dos investigados de cinco para dois dias, com o argumento de que os interrogatórios estavam autorizados desde dezembro e que havia limitações operacionais no STF para realizá-los.
O ministro pediu ainda que a Polícia Federal apresente um novo calendário de oitivas.
A determinação provocou reação nos bastidores da PF, e a corporação cancelou as oitivas previamente marcadas para de 23 a 28 de janeiro, por considerar inviável concentrá-las em um período tão curto diante de restrições de pessoal e estrutura para ouvir todos os investigados.
Outro ponto de atrito ocorreu em torno da destinação e análise de provas apreendidas na segunda fase da Operação Compliance Zero. Toffoli inicialmente determinou que todo o material fosse lacrado e mantido sob custódia do STF, antes de autorizar que peritos indicados por ele fossem integrados ao processo de extração de dados, sob chancela da Procuradoria-Geral da República (PGR).”

Investigadores chegaram a alertar que essa abordagem poderia comprometer a extração eficiente de informações dos celulares e computadores apreendidos.

Na quinta-feira, a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) afirmou em nota ver com preocupação a decisão de Toffoli por considerar que havia “riscos operacionais e técnicos” que poderiam levar à perda de “vestígios relevantes” para a investigação.

Ontem, a pedido da PF, Toffoli prorrogou por mais 60 dias a conclusão das investigações conduzidas pela PF no caso Master. Em seu despacho, o ministro afirmou que os argumentos apresentados pela corporação justificam a prorrogação.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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