martins em pauta

sábado, 31 de outubro de 2026

Mercado clandestino de bets pode dobrar após proibição e movimentar cerca de R$ 56 bilhões

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O mercado clandestino de apostas no Brasil pode crescer 101% após a proibição das bets, com receitas anuais estimadas em R$ 56 bilhões. A projeção é do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), que calcula que 70% dos apostadores de plataformas regulamentadas migrem para operadores ilegais.

A receita anual do mercado clandestino passaria de R$ 27,9 bilhões para R$ 56 bilhões, um aumento de R$ 28,1 bilhões, de acordo com a estimativa do IBJR. O cálculo considera o Gross Gaming Revenue (GGR), que corresponde à diferença entre o valor apostado e os prêmios pagos, e não ao volume total de apostas.

O levantamento também identificou 60.477 endereços suspeitos de oferecer apostas clandestinas na internet. Desse total, 34.134 apresentavam características como cadastro de usuários, oferta de bônus e pagamentos por Pix. A ferramenta de monitoramento LegitBet também encontrou páginas que utilizam nomes e identidades visuais semelhantes aos de empresas conhecidas, como Betano, Bet365, Novibet e BetMGM.

O IBJR ressalta, porém, que a inclusão de um endereço na base de monitoramento não comprova que ele tenha sido criado após a proibição nem confirma, por si só, a ilegalidade da operação.

O instituto alerta que a migração para plataformas clandestinas pode deixar os apostadores sem mecanismos de proteção exigidos das empresas autorizadas, como verificação de identidade, fiscalização das transações e medidas para impedir o acesso de menores de idade.

A proibição foi estabelecida pelo presidente Lula através da Medida Provisória nº 1.394, publicada em 25 de setembro de 2026. O texto tem validade inicial até 23 de novembro e depende de aprovação do Congresso Nacional para se tornar definitivo. Caso não seja votado no prazo, poderá ser prorrogado por mais 60 dias.

Alcolumbre pauta PEC da Segurança para terça-feira (03) enquanto Governo Lula manobra para evitar derrota na redução da maioridade penal

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima terça-feira(03) a votação da PEC da Segurança Pública após o texto ser retirado da pauta pois o governo não contava com os 49 votos necessários para aprovação.

A tensão principal gira em torno da tentativa do Governo de evitar a inclusão de emendas que tratam da redução da maioridade penal para crimes hediondos, pauta encampada pela oposição. O presidente Lula, que condiciona a própria criação do Ministério da Segurança à promulgação da matéria, tenta adiar o debate sobre a maioridade enquanto articuladores governistas já desenham o fatiamento do texto. A manobra visa promulgar apenas os trechos consensuais de integração das polícias e devolver a pauta do endurecimento penal para a Câmara, evidenciando a incapacidade da bancada governista de liquidar a votação no Senado de forma integral.

A proposta, que estabelece o Sistema Único de Segurança Pública na Constituição para integrar as forças policiais e impor restrições duras ao crime organizado — como o fim das saídas temporárias e a prisão obrigatória em estabelecimentos de segurança máxima —, virou o pivô de um forte impasse entre o Palácio do Planalto e a oposição.

Com informações do G1

Lula endurece critérios para ceder ministérios e exige meta de votos do Centrão no Congresso

Sábado, 31 de outubro de 2026


Foto: Ricardo Stuckert

Após ser reeleito para o seu quarto mandato presidencial em uma virada histórica sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja adotar critérios mais rigorosos na negociação de cargos e ministérios com os partidos do Centrão.

Segundo interlocutores do Partido dos Trabalhadores (PT), a postura de Lula em relação ao bloco que apoiou majoritariamente a candidatura de oposição durante a campanha será marcada pela cobrança prévia de fidelidade parlamentar. A nova diretriz visa exigir das siglas compromissos formais quanto ao número de votos que cada bancada conseguirá entregar às pautas do Executivo no Congresso Nacional.

A mudança no tom das negociações busca evitar o impasse vivenciado na gestão anterior, quando legendas contempladas com pastas no governo não garantiram o apoio esperado nas votações da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Apesar do endurecimento dos termos, os canais de interlocução já foram abertos. Emissários da gestão petista iniciaram contatos com caciques partidários para estruturar a base governista. Entre os encontros previstos está uma reunião entre Lula e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro cogita disputar a Presidência antes de 2030

Sábado, 31 de outubro de 2026


Vídeo: Reprodução/Metrópoles/Instagram

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em transmissão ao vivo realizada no Instagram a partir dos Estados Unidos nesta sexta-feira (30), que está disposto a disputar a Presidência da República antes do próximo pleito presidencial regular, previsto para 2030. O parlamentar abordou o tema ao comentar os desdobramentos de sua atuação política e a estratégia de oposição no Congresso Nacional.

Durante a transmissão, Flávio declarou que pretende manter atuação pública no exterior e colocou seu nome à disposição para concorrer ao Palácio do Planalto. Em seguida, ressaltou que sua fala não se limitava ao calendário eleitoral ordinário, conclamando seus apoiadores a se manterem unidos.

A declaração ocorre no contexto de ações movidas por interlocutores e aliados de sua base política que buscam contestar a chapa composta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A eventual procedência de recursos dessa natureza poderia, em tese, levar a novas determinações sobre o comando do Executivo federal.

Com informações do Metrópoles

CLÁUSULA DE BARREIRA: MP defende soma de votos de partidos que se unirem após eleição para garantir acesso ao Fundo Partidário

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Isadora Pereira/g1

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) defendeu que o Avante e a Federação Renovação Solidária, formada por Solidariedade e PRD, possam somar os votos obtidos separadamente nas eleições de 2026 para atingir a cláusula de barreira. O parecer foi encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (29) e gerou questionamentos de especialistas.

A soma dos votos permitiria ao grupo cumprir a cláusula de desempenho e ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão. Separadamente, tanto o Avante quanto a federação ficaram abaixo dos critérios exigidos em 2026.

O Avante já aprovou seu ingresso na federação, que também autorizou a entrada do partido. As legendas aguardam agora a decisão do TSE e pedem uma autorização provisória antes de 1º de janeiro de 2027, quando começa a próxima legislatura.

A PGE argumenta que, embora os votos não possam ser somados para alterar o quociente eleitoral ou a distribuição de cadeiras, não há impedimento para que sejam considerados conjuntamente no cálculo da cláusula de barreira.

O entendimento foi criticado pelo professor de Direito Constitucional Gustavo Sampaio, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Para ele, como as legendas disputaram as eleições separadamente, não deveriam ter direito a somar os resultados posteriormente para obter acesso aos recursos públicos.

“Se o partido concorreu isoladamente, se a federação concorreu isoladamente, eu quero acreditar que ela não tendo superado a cláusula de barreira perde acesso ao Fundo Partidário”, afirmou.

A federação, por sua vez, sustenta que a união não altera o resultado eleitoral, a lista de eleitos ou a distribuição de vagas. A PGE também citou uma decisão anterior do presidente do TSE, Nunes Marques, sobre o cálculo da cláusula de barreira, para reforçar o entendimento de que mudanças posteriores podem afetar apenas o acesso aos recursos e à propaganda eleitoral.


Opinião dos leitores

Defesa de Flávio Bolsonaro questiona decisão sobre passaportes e pede a Fachin que Mendonça assuma caso relatado por Moraes

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado e Antonio Augusto/STF

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou três petições ao Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar decisões do ministro Alexandre de Moraes. A defesa pede a devolução de seu passaporte, a suspensão da proibição de deixar o país e a transferência da investigação para o ministro André Mendonça.

Em uma das solicitações, encaminhada ao presidente do STF, Edson Fachin, os advogados argumentam que Mendonça deve assumir o caso por já relatar investigações relacionadas à Operação Sem Desconto e à suposta estrutura de lavagem de dinheiro atribuída ao advogado Willer Thomaz, amigo de Flávio.

A defesa também pediu o impedimento e a declaração de suspeição de Moraes. Alega que a investigação envolve uma aeronave cujas cotas teriam sido destinadas ao escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

Em outro pedido, dirigido diretamente a Moraes, os advogados solicitam a revisão da decisão que determinou a apreensão dos passaportes do senador e o proibiu de sair do Brasil.

Flávio afirma que está disposto a colaborar com as investigações. Sobre os elementos citados na decisão, a defesa atribui a relação com Willer Thomaz à amizade entre os dois e contesta a existência de uma conta bancária conjunta.

Fachin devolve investigações sobre fraudes no INSS e Lulinha a Mendonça, e mantém sob sua responsabilidade inquéritos do Master

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu devolver ao ministro André Mendonça as investigações da Operação Sem Desconto, que apura fraudes em benefícios do INSS e envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Já os procedimentos da Operação Compliance Zero, sobre suspeitas de irregularidades no Banco Master, permanecerão sob responsabilidade da Presidência do tribunal por até 90 dias.

A decisão foi tomada na quinta-feira (29) após Mendonça pedir uma definição sobre o destino dos processos, que estavam sob a guarda de Fachin desde setembro. No caso do INSS, o presidente do STF avaliou que não existem elementos concretos que justifiquem a permanência da investigação na Presidência e determinou o retorno dos autos ao relator original.

Em relação ao Banco Master, Fachin manteve os procedimentos temporariamente sob sua responsabilidade porque os relatórios policiais mencionam ministros do Supremo. Ele também determinou que a Polícia Federal apresente um levantamento detalhado dessas referências, que servirá de base para uma nova avaliação.

A questão será submetida ao plenário do STF. Fachin poderá propor o desmembramento das investigações, separando eventuais fatos relacionados a integrantes da Corte dos demais procedimentos.

O impasse começou em setembro, quando Fachin determinou que os processos do INSS e do Banco Master fossem transferidos para a guarda da Presidência, sem alterar formalmente a relatoria de Mendonça. Desde então, pedidos das defesas, incluindo solicitações de liberdade e desbloqueio de bens, ficaram sem análise.

Em ofício enviado em 25 de setembro, Mendonça afirmou que, embora continuasse formalmente responsável pelos casos, não conseguia tomar decisões porque os autos estavam na Presidência. O ministro pediu, então, uma definição sobre a condução das investigações.

[VÍDEO] Marco Rubio nega que os EUA tenham ajudado Flávio Bolsonaro a sair do Brasil

Sábado, 31 de outubro de 2026

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, negou neste sábado (31) que o governo norte-americano tenha ajudado Flávio Bolsonaro (PL) a deixar o Brasil após a derrota nas eleições presidenciais.

“Nós não facilitamos nada. Quer dizer, soubemos que ele chegou aos EUA. Ele já tinha um visto garantido. E o presidente tomou a decisão de permitir que ele entrasse no país. E nós permitimos. Mas não estávamos envolvidos em nenhum dos arranjos para ele sair do país. Pelo menos o governo dos EUA não estava envolvido diretamente em qualquer um dos movimentos que foram feitos”, declarou.

O secretário também disse que Trump havia garantido a Flávio uma autorização especial de entrada, chamada parole, caso ele chegasse a um posto de imigração dos EUA.

A declaração foi dada após Jason Miller, funcionário da área de comunicação da Casa Branca, admitir que organizou o jato particular utilizado pelo senador para chegar ao território norte-americano.

Flávio deixou o Brasil dois dias após o resultado do segundo turno. Na segunda-feira (26), visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e foi informado de que a Polícia Federal o aguardava para comunicar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o recolhimento de seus passaportes.

Com informações de Metrópoles

THE ECONOMIST: Mercado reage mal à vitória inesperada de Lula; revista britânica cita risco de recessão

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Sebastião Moreira/EFE

O Brasil corre o risco de enfrentar uma crise fiscal e uma recessão caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não mude a condução da política econômica. O alerta é da revista britânica The Economist, em análise publicada após a vitória do petista nas eleições presidenciais e reproduzida pelo Estadão.

A publicação afirma que o país enfrenta uma combinação de gastos públicos elevados, juros altos, endividamento crescente e baixo ritmo de crescimento. O déficit orçamentário supera 9% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a dívida pública chegará a 97% do PIB neste ano, ante 84% em 2022.

A revista também destaca que a taxa real de juros está em 9%, resultado, entre outros fatores, da pressão fiscal sobre a política monetária. O custo elevado do crédito prejudica investimentos, empresas e famílias, além de limitar o crescimento econômico.

Para a The Economist, Lula precisará demonstrar compromisso com a disciplina fiscal, começando pela escolha de um ministro da Fazenda que transmita confiança ao mercado e pela apresentação de um plano consistente para controlar as contas públicas.

Entre as medidas apontadas estão a criação de limites para os gastos, a revisão de benefícios tributários concedidos a empresas e o controle do crescimento das despesas previdenciárias, especialmente com aposentadorias de servidores públicos e militares.

A The Economist também critica a promessa de ampliação de subsídios e políticas sociais sem uma fonte sustentável de financiamento. Segundo a análise, as novas iniciativas anunciadas pelo governo podem representar despesas equivalentes a cerca de 2% do PIB até o fim de 2027.

Na avaliação da publicação, a capacidade de Lula de reorganizar a política econômica será decisiva para recuperar a confiança dos investidores, estimular os investimentos e evitar o agravamento do endividamento. Caso mantenha a trajetória atual de gastos, o país poderá enfrentar uma crise fiscal com consequências para toda a economia.

The Economist, via Estadão

ASSÉDIO ELEITORAL: Justiça manda Meta apagar posts que incentivam demissões por voto e prevê multa de R$ 200 mil

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Aurimar Silva/TRE-SP

A Justiça do Trabalho determinou que a Meta retire do ar, em até 24 horas, publicações que incentivam empresários a vigiar, expor ou demitir funcionários por suas escolhas políticas. A decisão prevê multa de R$ 200 mil em caso de descumprimento.

A determinação foi assinada pelo juiz Bruno José Perusso, da 77ª Vara do Trabalho de São Paulo, após ação do Ministério Público do Trabalho (MPT), que também pede indenização de R$ 50 milhões por danos morais coletivos.

A Meta deverá ainda publicar, em até 72 horas, um aviso no Instagram, Facebook e Threads informando que a discriminação política e o assédio eleitoral no trabalho são proibidos. A mensagem deverá permanecer disponível por cinco dias.

Segundo o MPT, foram registradas mais de 1.147 denúncias de assédio eleitoral nas 72 horas seguintes ao segundo turno das eleições presidenciais.

A Meta informou que não comentaria o caso.

Com informações do Poder360

[VÍDEO] Presidente do TST fala em criação de “lista suja” de empresas por assédio eleitoral

Sábado, 31 de outubro de 2026

 

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, afirmou que empresas envolvidas em casos de assédio eleitoral poderão enfrentar restrições a financiamentos e até integrar uma possível “lista suja”. A declaração foi feita durante sessão do tribunal na quinta-feira (29), após denúncias de demissões e ameaças relacionadas às eleições de 2026.

“As consequências daqueles que, irresponsavelmente, estão prosseguindo nessa linha serão muito drásticas, inclusive com restrições ao financiamento de empresas, com a possível criação de uma lista suja”, afirmou o ministro.

Vieira de Mello Filho classificou como grave a prática de demitir ou incentivar a demissão de trabalhadores por suas escolhas políticas. Segundo ele, todos os casos deverão ser investigados e eventuais dispensas discriminatórias poderão resultar em punições.

“A todos é assegurado o voto livre. Ninguém está obrigado a seguir a orientação de quem quer que seja”, declarou.

Na mesma quinta-feira, a Justiça do Trabalho determinou que a Meta retire, em até 24 horas, publicações no Instagram que incentivem empresários a vigiar, expor ou demitir funcionários por causa do voto.

A empresa também deverá divulgar avisos no Instagram, Facebook e Threads informando que o assédio eleitoral e a discriminação política no ambiente de trabalho são proibidos.

Com informações do Metrópoles

Moraes arquiva investigação contra juiz que autorizou soltura de condenado do 8 de Janeiro que destruiu relógio no Planalto

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: Vinicius Schmidt/Metrópoles | Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a investigação contra o juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, que autorizou a progressão de regime de Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado pelos atos de 8 de Janeiro e responsável por destruir um relógio histórico no Palácio do Planalto.

A decisão, assinada na quarta-feira (28), acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou falta de provas de que o magistrado tenha descumprido intencionalmente uma ordem judicial.

Em junho de 2025, o juiz autorizou a passagem de Ferreira do regime fechado para o semiaberto, embora a execução da pena fosse responsabilidade do STF. Moraes determinou o retorno do condenado ao regime fechado e abriu investigação para apurar possível desobediência.

Em depoimento à Polícia Federal, o magistrado alegou que houve um erro no cadastramento eletrônico do processo, que apareceu no sistema como se fosse de competência da Vara de Execuções Penais de Uberlândia.

Apesar do arquivamento da investigação criminal, Moraes determinou que a conduta funcional do juiz continue sendo apurada pelas corregedorias Nacional de Justiça e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

SÓ DE CRACHÁ: Estagiário grava vídeo adulto dentro da Defensoria Pública e acaba demitido

Sábado, 30 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

Um estagiário da Defensoria Pública do Rio de Janeiro foi demitido após gravar conteúdo adulto nas dependências da instituição. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o jovem completamente nu, usando apenas o crachá do órgão.

A Defensoria confirmou o episódio e classificou a gravação como um “ato libidinoso”, registrado dentro de suas instalações e posteriormente divulgado na internet. O local exato onde as imagens foram feitas não foi informado.

Em nota, a instituição repudiou o comportamento e afirmou que o estagiário foi imediatamente desligado.

“Trata-se de uma conduta inaceitável e incompatível com os valores da Instituição”, declarou a Defensoria, acrescentando que medidas legais cabíveis serão adotadas.

O órgão também destacou que ética, respeito, integridade e responsabilidade são princípios inegociáveis e que não tolera comportamentos que comprometam a dignidade do ambiente institucional.

A identidade do estagiário não foi divulgada.

Com informações da CNN Brasil

Papa Leão XIV vota nas eleições dos EUA e entra para a história como primeiro pontífice a participar do pleito

Sábado, 31 de outubro de 2026

Foto: CNS/Lola Gomez

O papa Leão XIV tornou-se o primeiro pontífice a participar de uma eleição nos Estados Unidos. Nascido no país, ele votou por correspondência nas eleições de meio de mandato, marcadas para a próxima terça-feira (3), informou o Vaticano nesta sexta-feira (30).

Segundo comunicado oficial, o papa destacou sua crença no direito e no dever dos cidadãos de participar dos processos democráticos. Ele também afirmou que, durante os seis anos em que viveu no Peru, votou sempre que teve oportunidade.

De acordo com a emissora NBC, Robert Prevost solicitou o envio da cédula eleitoral em 3 de outubro às autoridades de Illinois, estado onde está registrado. Como a votação foi feita pelo correio, o cartório eleitoral de Chicago ainda não havia recebido o documento preenchido.

As eleições de meio de mandato renovarão quase todo o Congresso americano e os governos de 36 estados, em um pleito realizado em meio à relação tensa entre o Vaticano e o presidente Donald Trump.


PAPO DE CAMARADAS: Lulinha e Lobista ironizam farra de ex-ministro de Lula e dizem que prostitutas também merecem champanhe

Sábado, 31 de outubro de 2026

Reprodução

Conversas diárias e trocas de afeto, com apelidos carinhosos de “muso” e “musa”, revelam o alto grau de intimidade entre Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger, segundo dados obtidos pela Polícia Federal.

Era com essa proximidade cotidiana que os dois tratavam desde negócios conjuntos até fofocas da vida privada de figuras do governo, como o episódio de agosto de 2023 em que a amiga relatou ter flagrado o então ministro das Comunicações, Juscelino Filho, e o ex-presidente da Telebras em uma suíte do luxuoso hotel Palácio Tangará, em São Paulo, acompanhados de mulheres e bebidas caras, momento em que o filho do presidente debochou ironizando que as acompanhantes também mereciam beber champanhe.

Ao ouvir a descrição, Lulinha reagiu com ironia: “Tadinha… elas também merecem… puta só pode beber Campari agora”. Em outro trecho, ao saber de um relato sobre o suposto uso de voos da FAB por Juscelino para viagens de lazer, comentou: “Esse moço sabe ser feliz”.

Com informações do Metrópoles 

[VÍDEO] Jornalista denuncia abordagem da Polícia Legislativa durante transmissão na Câmara: “Como se fosse uma delinquente”

Sábado, 31 de outubro de 2026

Uma transmissão ao vivo da rádio AuriVerde Brasil foi interrompida nesta sexta-feira (30) após uma abordagem de um policial legislativo à jornalista Déborah Sena, na área externa da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A profissional relatou que chegou ao local por volta das 8h30 e, às 11h, enquanto entrevistava o deputado Sanderson (PL-RS), foi abordada por dois policiais armados. Um dos agentes questionou se ela tinha autorização para permanecer no espaço e cobrou o uso do crachá de identificação.

Déborah afirmou que pediu para concluir a transmissão antes de conversar com o policial, mas não foi atendida. Ao Metrópoles, disse que foi tratada “como se fosse uma delinquente”.

“Eu não questiono protocolo de segurança. Mas não posso aceitar que o corpo de funcionários da Câmara troque a sua própria inércia por intimidação à imprensa durante o exercício do trabalho”, declarou.

A jornalista também criticou a interrupção da entrevista e afirmou que o policial inspecionou seus equipamentos e crachás. Após o episódio, procurou funcionárias do setor administrativo para questionar a abordagem.

A Câmara dos Deputados e o Departamento de Polícia Legislativa foram procurados pela reportagem do site Metrópoles, mas não haviam se manifestado até a publicação da reportagem.

Eleições: O espetáculo da democracia não pode admitir mistérios

 Sábado, 31 de outubro de 2026

O resultado das eleições frustrou uma expressiva parcela da sociedade: certamente os eleitores de Flávio Bolsonaro e todos aqueles que almejavam uma mudança na condução do país, sobretudo quanto ao aumento desenfreado de impostos e à necessidade de redução dos gastos públicos, entre outros pontos cruciais.

Paralelamente, juristas e operadores do Direito também se preocupam com a indicação de ministros para a nossa colenda Suprema Corte, outrora uma das instituições mais respeitadas do país e hoje desacreditada perante expressiva parcela dos jurisdicionados. Segundo pesquisa do instituto Futura, realizada entre 11 e 15 de setembro de 2026 e divulgada pela CNN Brasil em 17 de setembro, 60,4% dos entrevistados desaprovam o STF, e apenas 29,3% o aprovam.

Independentemente das frustrações e decepções com o resultado, em uma democracia a vontade popular deve ser respeitada. Embora seja defensor da legitimidade das urnas eletrônicas, entendo que o sistema merece maior atenção, pois a eleição é o maior espetáculo da democracia: aquele em que o voto de cada indivíduo tem o mesmo peso e o mesmo valor. Justamente por defender a lisura das urnas e o respeito à vontade popular, entendo que a Justiça Eleitoral deve atuar com a maior transparência possível, exatamente para demonstrar aos cidadãos que o sistema eleitoral é praticamente inviolável.

Nestas últimas eleições, alguns fatos precisam ser esclarecidos, para que aqueles que se frustraram com a derrota de seu candidato não propaguem a tese de fraude ou de golpe eleitoral.

De início, causou estranheza que um ministro do STF — que foi advogado do presidente Lula e por ele indicado à Corte — tenha concedido liminar, com efeito satisfativo, autorizando a prorrogação da votação após as 17 horas, quando inúmeras seções pelo país já haviam encerrado seus trabalhos.

Importa registrar a cronologia fática: pedidos de dilação de horário chegaram a ser submetidos ao Tribunal Superior Eleitoral por coligações partidárias, tendo a Justiça especializada, acertadamente, indeferido o pleito para resguardar a segurança jurídica. Contudo, acolhendo demanda ajuizada de forma exclusiva pelo PT perante a Suprema Corte — sem qualquer adesão ou anuência do PL —, o ministro concedeu a ordem de forma monocrática.

A preocupação se justifica por três fundamentos objetivos:

1.    Incompetência originária e usurpação: A matéria eleitoral deve tramitar e ser decidida nas instâncias da Justiça especializada, e não de forma avulsa e direta perante o STF;
2.    Efeito satisfativo irreversível: O provimento cautelar inviabilizou a apreciação tempestiva pelo colegiado antes do exaurimento de seus efeitos práticos;
3.    Ofensa à isonomia eleitoral: Como inúmeras seções foram regularmente lacradas às 17 horas, eleitores em situação idêntica receberam tratamento desigual pelo simples fato de estarem alocados em zonas que mantiveram suas portas abertas, fragilizando o caráter uniforme do sufrágio.

É verdade que o ministro esclareceu posteriormente que a medida valia apenas para as seções que permaneciam abertas e que, segundo dados do TSE, apenas 35.521 votos foram registrados após as 17 horas — número muito inferior à diferença de cerca de 4,4 milhões de votos entre os concorrentes. Ainda assim, a decisão criou tratamento desigual entre eleitores de diferentes seções, e é isso que merece reflexão. Como ensina a história: à mulher de César não basta ser honesta; é preciso parecer honesta.

Superada essa discussão, outro ponto que chamou bastante atenção foi levantado pelo professor Marcelo Trindade, doutor em Matemática. Ao analisar o gráfico de votação, sustentou suposta anomalia algorítmica decorrente do envio de dados, afirmando textualmente:

"O algoritmo, então, sabendo disso, aciona algum comando em algum lugar que faz o candidato ser penalizado linearmente. O meu ponto é que não pode haver tendência linear parcial dentro de uma apuração de votos cujo envio é aleatório. O algoritmo detecta e [o candidato] começa a cair. Olha o que acontece nos instantes seguintes: o algoritmo é desligado, então ele começa a subir; ele sobe, ele cai, porém, a tendência é de subida. O algoritmo, então, mais uma vez percebe e faz o candidato cair..."

O professor afirma ter certeza de que a eleição foi "roubada", ressaltando atuar com ciência de dados e inteligência artificial há mais de uma década e com matemática há mais de duas. Ressalte-se: tratam-se de afirmações do professor, não comprovadas, que não endosso. Menciono-as apenas porque circularam e merecem resposta técnica e transparente da Justiça Eleitoral.

A virada durante a apuração não constitui, por si só, indício de manipulação. Ainda assim, é precisamente por existir debate e questionamentos técnicos que o TSE deveria apresentar explicações de forma didática, com dados abertos por região e por horário de transmissão, desfazendo as dúvidas em vez de simplesmente ignorá-las.

Circula ainda na internet outro relatório a respeito da apuração, embora apócrifo (não sei se por receio de seu autor em se identificar), tentando demonstrar que a apuração ou a transmissão dos votos das urnas põe em dúvida o resultado das eleições.

Diante de tantos acontecimentos inusitados — que podem ser meras coincidências — e por acreditar pessoalmente na lisura das urnas, entendo que ao Tribunal Superior Eleitoral não basta homologar o resultado. Faz-se imperativo assegurar a abertura irrestrita de dados e viabilizar auditorias públicas e independentes que comprovem, de forma cabal e irrefutável, que a vontade do eleitor não foi maculada. A publicidade integral e a auditabilidade externa não fragilizam o processo; ao contrário, constituem o único alicerce capaz de blindar a confiança cívica no maior espetáculo da democracia!

Tenho Dito!!!

Fonte: Jornal da Cidade Online

Maria Corina está de volta, agradece a Trump e Marco Rubio, e começa campanha

 Sábado, 31 de outubro de 2026

Principal líder da oposição venezuelana, María Corina Machado parabenizou, em fala à imprensa em Caracas nesta quinta (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu secretário de Estado, Marco Rubio, por terem destituído o ex-presidente Nicolás Maduro em janeiro.

A vencedora do Nobel da Paz de 2025 retornou ao país sul-americano no último domingo (25), após quase um ano vivendo no exterior. No mês seguinte ao recebimento do prêmio, Corina ofereceu sua medalha a Trump durante uma reunião na Casa Branca.

"Graças à visão, à coragem e às ações deles (Donald Trump e Marco Rubio) em 3 de janeiro, abriu-se esta porta para a liberdade, que permitirá à Venezuela avançar rumo a uma transição democrática e nos permitirá consolidar nosso país como o maior aliado que os Estados Unidos jamais terão em nossa região", declarou Maria Corina.

Segundo a ex-deputada venezuelana e fundadora do movimento Vente Venezuela, Marco Rubio propôs a realização de eleições na Venezuela em 2027.

"Ele [o secretário de Estado Marco Rubio] também deixou claro que a transição para a democracia é irreversível. Estamos aqui para garantir que ela seja ordenada e pacífica e que atenda às necessidades urgentes de um país que sofre muito", declarou.

Ao ressaltar que o secretário de Trump sublinhou a ocorrência das eleições no próximo ano, Maria Corina acrescentou que irá garantir que todos os cidadãos tenham o direito de votar no pleito futuro:

“Voltei para mobilizar a sociedade e organizar ainda mais todas as nossas equipes e redes cidadãs. Voltei para ouvir cada cidadão e envolver todos os setores, organizações políticas e civis, na construção desta nova visão para o nosso país e para a República emergente. Voltei para concluir uma tarefa e cumprir um mandato.”

A captura de Maduro pelo governo dos EUA, nas palavras da antiga parlamentar, foi responsável por abrir as "comportas da liberdade" e permitir seu retorno ao país no último domingo.

"Nunca mais um venezuelano sofrerá o horror da violência de Estado ou do terrorismo de Estado contra a integridade e a dignidade de um venezuelano", disse.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Oposição já tem 50 votos: Fora Alcolumbre!

 Sábado, 31 de outubro de 2026

Análise do experiente jornalista Cláudio Humberto dá conta de que a oposição já tem fechados pelo menos 50 votos para a eleição da mesa do Senado Federal.

Com isso, a vitória está garantida e Alcolumbre será derrotado. Confira a nota publicada pelo jornalista:

“A oposição já reúne 50 dos 81 senadores, quase dois terços da Casa. Se não se dividir e atrair mais alguns apoios, Davi Alcolumbre (União-AP) pode começar a arrumar as gavetas.
Para eleger o presidente do Senado, bastam 41 votos, e a oposição já tem 50.”

Conquistar a presidência do Senado é fundamental para a oposição se manter viva no país e ter condições de pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, algo fundamental para que a nossa democracia seja restabelecida.

Simples assim.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Cidadão baiano viraliza após amputar um dedo para cumprir promessa por vitória de Lula (veja o vídeo)

Sábado, 31 de outubro de 2026

Um vídeo que está viralizando nas redes sociais mostra um morador de Conceição das Salinas (BA), afirmando ter cortado o próprio dedo mindinho para cumprir uma promessa feita caso Lula vencesse a eleição presidencial.

No vídeo gravado, o homem exibe uma das mãos e afirma que prometeu ficar com apenas nove dedos se o petista ganhasse vencesse a eleição.

Após o episódio, ele passou a se autodenominar como “Raimundo Nove Dedos”, fazendo alusão à característica física de Lula.

Veja o vídeo:

 

Contato : (84) 9 9151-0643

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