martins em pauta

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Leia na íntegra a reportagem do The New York Times sobre Flávio Bolsonaro

 Quinta, 05 de novembro de 2026

Flávio Bolsonaro soltou o verbo em um dos maiores jornais do mundo, o The New York Times.

Questionado sobre as circunstâncias de sua saída do país, o parlamentar afirmou:

"Como eu cheguei aqui, levarei isso para o túmulo. [...]
A culpa é toda minha. Não houve ajuda de ninguém, de nenhum governo."

Leia a reportagem na íntegra:

Como Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil? ‘Vou levar isso para o túmulo’, diz ele

De Miami, Flávio Bolsonaro faz alegações infundadas de que houve fraude eleitoral e planeja influenciar a política de seu país à distância, embora seu partido não esteja contestando os resultados.

Flávio Bolsonaro estava deixando o condomínio fechado onde seu pai cumpre prisão domiciliar, contou ele, quando decidiu que preferia deixar o Brasil a correr o risco de enfrentar o mesmo destino.

Essa decisão, que Bolsonaro afirmou ter tomado apenas na manhã seguinte à derrota na eleição presidencial brasileira, levou-o a uma espetacular fuga de 8 mil quilômetros para escapar de investigações criminais, atravessando a América do Sul até finalmente chegar aos Estados Unidos.

O jato que o levou a Miami foi providenciado por um funcionário da Casa Branca, e sua entrada nos Estados Unidos foi autorizada diretamente pelo presidente Trump, segundo autoridades americanas. Ainda há muitas lacunas sobre a viagem, que também levou Bolsonaro ao Equador e à Argentina, onde um dos principais assessores do presidente argentino o encontrou em um aeroporto.

No entanto, em sua primeira entrevista desde que fugiu na semana passada, Bolsonaro afirmou que realizou essa impressionante e secreta viagem inteiramente por conta própria. “Foi tudo obra minha”, disse ele ao The New York Times na tarde de quarta-feira. “Não houve ajuda absolutamente de ninguém, de nenhum governo.”

“Como cheguei aqui”, acrescentou, “vou levar comigo para o túmulo”.

Segundo ele, o plano de partir foi decidido espontaneamente com sua esposa, embora soubesse que tinha amigos no exterior: “Pode ter havido algum incentivo, mas nada além disso”.

Bolsonaro, de 45 anos, que é alvo de diversas investigações relacionadas a lavagem de dinheiro e corrupção no Brasil, fugiu depois que as autoridades brasileiras determinaram que entregasse seus passaportes. Na quarta-feira, Bolsonaro reafirmou sua inocência e insistiu que, se tivesse permanecido no país, teria enfrentado uma condenação praticamente certa.

“Já sei que o resultado final será minha prisão”, afirmou Bolsonaro. Ele classificou o Judiciário como excessivamente rigoroso e politicamente motivado, destacando o ministro do Supremo Tribunal Federal que condenou seu pai à prisão por tentar dar um golpe de Estado após perder a eleição de 2022 para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em uma entrevista de 75 minutos, Bolsonaro, senador de direita, reconheceu em alguns momentos a situação atual de sua família — que passou de estar prestes a retornar ao poder no Brasil a um exílio repentino no exterior. Não apenas seu pai, Jair, enfrenta uma pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe, como também seu irmão Eduardo fugiu para os Estados Unidos, onde permaneceu depois de ser condenado no Brasil por pedir que o governo Trump interferisse no julgamento do pai.

Flávio Bolsonaro não foi acusado de nenhum crime; no entanto, quando seu mandato como senador terminar, no início de 2027, ele perderá sua imunidade parlamentar e poderá ser processado.

Embora seu próprio partido tenha aceitado o resultado eleitoral, Bolsonaro não demonstrou qualquer disposição para reconhecer sua derrota no mês passado para Lula, afirmando, sem apresentar provas, que ela era “matematicamente impossível”.

“Sei que isso não vai levar a lugar nenhum”, disse ele ao falar sobre suas frustrações. “Perdi para o sistema.”

Ele reclamou longamente dos gastos do governo durante a campanha, alegando que isso concedeu a Lula, um político de esquerda, uma vantagem injusta. Criticou duramente o movimento digital que ajudou a impulsionar seu adversário. E ampliou drasticamente suas alegações de fraude, chegando a repetir teorias conspiratórias que seu pai já havia divulgado sobre as urnas eletrônicas brasileiras, um sistema que especialistas internacionais consideram um dos mais seguros do mundo.

“Tenho minhas suspeitas”, disse Bolsonaro quando questionado sobre suas alegações. “Ninguém pode afirmar com 100% de certeza que estou certo, nem com 100% de certeza que estou errado.”

Quatro anos atrás, as alegações de seu pai encontraram um público receptivo, inspirando apoiadores a acampar em frente a quartéis militares por todo o Brasil. Milhares de manifestantes invadiram as sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, exigindo que o Exército anulasse o resultado apertado da eleição.

O filho mais velho enfrenta um cenário bastante diferente. Lula venceu por uma ampla margem, e importantes lideranças do partido de Bolsonaro afirmaram que não havia provas de fraude. Até agora, poucos brasileiros foram às ruas em protesto contra a derrota de Bolsonaro. Até mesmo seus aliados de direita na América Latina reconheceram a vitória de Lula.

Ainda assim, Bolsonaro afirmou que foi privado da Presidência por meio de fraude.

Até agora, as reclamações de Bolsonaro haviam se concentrado principalmente na prorrogação do horário de votação, que, segundo ele, foi determinada por um ministro motivado politicamente.

Na verdade, os dois candidatos haviam solicitado a mudança porque chuvas torrenciais e atrasos nos ônibus haviam dificultado o deslocamento dos eleitores em algumas regiões. Mas a decisão judicial que concedeu a prorrogação foi anunciada perto do encerramento da votação, provocando confusão em alguns locais, onde houve dificuldades para permanecer abertos.

No fim das contas, a mudança afetou apenas 34 mil votos, um número que, segundo as autoridades eleitorais brasileiras, era pequeno demais para alterar o resultado; Lula venceu por 4,4 milhões de votos.

Mas Bolsonaro, que até então havia adotado um tom mais moderado do que seu pai em muitas questões, inclusive em relação ao sistema eleitoral, ampliou suas acusações.

Ele falou em manipulação de votos e voltou a apresentar alegações já desmentidas sobre uma violação de segurança na sala-cofre onde os computadores contabilizam os votos. A prorrogação do horário de votação, afirmou sem apresentar provas, poderia ter servido de disfarce para acrescentar ilegalmente muitos outros votos à contagem de seu adversário.

O Tribunal Superior Eleitoral, responsável pela supervisão das eleições, rejeitou suas acusações. Observadores internacionais independentes também atestaram a integridade do processo eleitoral, e dezenas de países reconheceram o resultado.

Embora os Estados Unidos não estejam entre os países que reconheceram a vitória de Lula, Trump apenas sugeriu que as eleições brasileiras pareciam “estranhas”, recusando-se a dizer quem havia vencido.

Bolsonaro não o criticou. “Ele não tomou partido, o que é a coisa certa a fazer”, afirmou, agradecendo a Trump por permitir que permanecesse nos Estados Unidos.

E, mesmo depois de Trump ter dito na semana passada que não tinha planos de se encontrar com Bolsonaro, sua equipe mantém a esperança de um encontro durante a Conferência de Ação Política Conservadora, na residência de Trump em Mar-a-Lago, nos próximos dias.

Do exterior, Bolsonaro afirmou que pretende contestar judicialmente a vitória de Lula, embora tenha reconhecido que suas chances de sucesso são pequenas. Também planeja apoiar aliados no Brasil que defendem sua agenda, incluindo a redução da maioridade penal e a busca por anistia para seu pai e para os manifestantes envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

Ao mesmo tempo, Bolsonaro evitou responder a perguntas sobre se também pretende fazer lobby junto ao governo Trump para obter novas medidas americanas contra o Brasil.

O Departamento de Estado designou neste ano as duas maiores facções criminosas do Brasil como organizações terroristas, e Trump utilizou tarifas e sanções no ano passado para tentar pressionar o Brasil a abandonar o processo contra o pai de Bolsonaro.

Na manhã seguinte à derrota eleitoral, contou Bolsonaro, as autoridades o abordaram quando ele deixava a casa de seu pai para informar que tinha 24 horas para entregar seus passaportes. Segundo Bolsonaro, o homem mais velho, com os olhos marejados de lágrimas, chamou o filho de lado antes de se despedirem.

“Ele olhou nos meus olhos e disse: ‘Você já sabe aonde eles querem chegar com isso, não sabe?’”, recordou.

“Eu disse: ‘Pai, eu já sei’”, acrescentou. “‘E estou preparado, sei o que tenho de fazer.’ Virei as costas e fui embora.” Segundo ele, nenhum dos dois falou sobre um plano de fuga.

Algumas horas depois, Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais dizendo que pretendia entregar seus documentos conforme havia sido determinado. “Nunca pensei em deixar o país”, afirmou no vídeo, prometendo liderar a oposição depois que seu partido conquistou importantes vitórias no Legislativo brasileiro.

Pouco depois, desapareceu — para reaparecer em Miami cerca de 42 horas mais tarde.

Bolsonaro, sua esposa e suas duas filhas agora terão permissão para permanecer nos Estados Unidos por pelo menos um ano, sob uma modalidade de situação imigratória geralmente concedida por razões humanitárias.

Bolsonaro afirmou que ainda não sabe onde sua família vai se estabelecer. Seu irmão mais novo, Eduardo, mora no Texas e recebeu recentemente o status de residente permanente, conhecido como green card.

Mas, depois que um democrata conquistou o governo do Texas nas eleições de meio de mandato desta semana, Paulo Figueiredo, um dos aliados próximos dos Bolsonaro, sugeriu a Flórida como uma base natural para a família.

Bolsonaro afirmou que sua família está se estabelecendo, embora espere que isso seja apenas temporário. “Precisarei seguir em frente com minha vida a partir dos Estados Unidos, pelo menos por enquanto”, disse.

Ainda assim, ele não descartou um retorno à política. “Se houver novas eleições, obviamente serei candidato novamente.”

Fonte: Jornal da Cidade Online

Morre campeão mundial de Fórmula 1

Quinta, 05 de novembro de 2026

Alan Jones, piloto australiano, campeão mundial de Fórmula 1, faleceu nesta quinta-feira (5), poucos dias depois de completar 80 anos.

Vencedor de 12 Grandes Prêmios de F-1, Alan Jones conquistou o título mundial em 1980, juntando-se a Jack Brabham como os únicos australianos que alcançaram a façanha.

Alan Jones - que completou 80 anos na segunda-feira (2) - morreu após uma breve doença, informou a emissora nacional ABC.

"Estamos profundamente tristes em anunciar o falecimento do nosso querido Alan, que morreu em 5 de novembro após uma breve doença", afirma um comunicado divulgado em nome de sua esposa, Amanda Butler-Davis, segundo a ABC.
"Alan dedicou sua vida ao automobilismo, construindo um legado que perdurará em inúmeras pessoas que ele tocou ao longo do caminho. Através de suas conquistas, de sua paixão e de seu inconfundível caráter, tanto dentro quanto fora das pistas, ele deixou uma marca duradoura no esporte", acrescenta o comunicado.

Nascido em Melbourne e cujo pai, Stan, foi piloto de corridas e vencedor do Grande Prêmio da Austrália de 1959, o campeão mundial mudou-se para a Grã-Bretanha em 1970 para perseguir seus sonhos na F-1.

Como piloto da Williams, Alan Jones se tornou campeão mundial uma década depois. Ele se aposentou em 1986. Em uma homenagem, o Grande Prêmio da Austrália afirmou que Alan Jones "ocupa um lugar especial na história do nosso esporte".

"O título mundial de 1980 inspirou uma geração de fãs de automobilismo na Austrália", afirmou em um comunicado.
"A vitória no Grande Prêmio da Austrália no mesmo ano continua sendo a última vez que um piloto australiano venceu seu GP em casa. Ele deixa um legado extraordinário no automobilismo australiano e fará muita falta para a comunidade do esporte em todo o mundo".

Alan Jones estreou em 1975 pela Embassy Hill, com quatro corridas, e Hesketh, em outras quatro. Nas temporadas seguintes passou por, Surtees e Shadow, onde conquistou a primeira vitória em 1977, até chegar à Williams em 1978. Foram cinco anos na equipe inglesa, ficou fora em 1982 e 1984, e voltou por Arrows e Lola, até deixar a categoria em definitivo, em 1986.

Desde sua aposentadoria, nenhum outro piloto australiano conseguiu vencer em casa ou ser campeão de Fórmula 1. Ainda assim, Jones contribuiu para a formação de uma geração de pilotos no país.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Bastidor é revelado e a mais forte entrevista de Flávio Bolsonaro vai ao ar em breve

Quinta, 05 de novembro de 2026

Flávio Bolsonaro soltou o verbo no The New York Times e não vai parar por aí...

Paulo Figueiredo acaba de publicar um "bastidor" em suas redes sociais:

Glenn é, atualmente, um dos maiores algozes de Alexandre de Moraes. A entrevista com Flávio promete...

Fonte: Jornal da Cidade Online

Alcolumbre vai analisar pedido de Randolfe para anular voto de Flávio Bolsonaro no Senado

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou nesta quarta-feira (4) que vai analisar um pedido do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) para anular o voto de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na sessão que aprovou a PEC da Segurança Pública. Flávio participou da votação remotamente, dos Estados Unidos, na terça-feira (3).

Randolfe questiona se Flávio cumpriu o Regimento Interno do Senado, que exige a comunicação oficial de viagens ao exterior. Segundo ele, o senador não teria informado sua saída do país nem solicitado licença.

“Eu não quero censurar nem vetar o voto de ninguém, mas veja que caso curioso: ele pede exílio alegando viver em uma ditadura, mas quer, lá dos Estados Unidos, participar dos debates do Parlamento dessa ‘ditadura’”, afirmou Randolfe.

Alcolumbre explicou que o voto remoto foi permitido porque a sessão ocorreu em formato semipresencial, mas informou que encaminhará o questionamento para análise da Mesa Diretora.

Flávio deixou o Brasil após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Na sessão, votou a favor da PEC da Segurança Pública nos dois turnos. O texto foi aprovado e seguirá para promulgação.

Com informações do Poder360

660 TRANSAÇÕES: Mulher é presa suspeita de furtar R$ 140 mil de idosa de 82 anos no RN

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: Reprodução

Uma mulher de 24 anos foi presa nesta quarta-feira (4), em Carnaubais, no interior do Rio Grande do Norte, suspeita de participar de uma série de furtos que causaram prejuízo de aproximadamente R$ 140 mil a uma idosa de 82 anos.

Segundo a Polícia Civil, o cartão bancário da vítima, que possuía conta na Caixa Econômica Federal, foi furtado e utilizado para realizar cerca de 660 transações financeiras sem autorização entre fevereiro e maio de 2026.

As movimentações tinham valores predominantemente entre R$ 150 e R$ 199. A polícia também investiga a participação do companheiro da suspeita, que não foi localizado e permanece foragido.

A prisão faz parte da Operação Protetor, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. As investigações continuam para localizar o segundo suspeito e esclarecer todos os detalhes do caso.

Com informações do g1 RN


MAIORIDADE PENAL: Câmara pode votar redução para 16 anos ainda em novembro; proposta tramita desde 2015

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados pode votar ainda em novembro uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto, apresentado em 2015, é o mais avançado sobre o tema no Congresso e está em análise em uma comissão especial, que ainda não apresentou o relatório final.

A discussão ganhou força após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidir nesta quarta-feira (4) deixar a votação do tema para a Câmara. A decisão ocorreu depois de divergências entre governo e oposição durante a análise da PEC da Segurança Pública.

Na terça-feira (3), o Senado aprovou a PEC da Segurança sem a redução da maioridade penal. Por 38 votos a 36, os parlamentares decidiram separar as emendas sobre o tema. Uma delas, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), previa reduzir a idade penal para 14 anos em crimes hediondos, tortura, tráfico e terrorismo, e para 16 anos nos demais delitos.

A proposta em discussão na Câmara prevê, originalmente, a responsabilização penal a partir dos 16 anos. A admissibilidade foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em junho, por 44 votos a 18. Agora, os deputados discutem se a redução deve valer para todos os crimes ou apenas para os hediondos.

Há um compromisso entre líderes partidários para votar o texto na comissão especial ainda neste mês. Depois, a PEC seguirá para o plenário da Câmara. Alcolumbre afirmou que pretende levar a proposta ao Senado no dia seguinte à aprovação pelos deputados.

Com informações da CNN Brasil

Bolsonaro pede autorização ao STF para receber Rogério Marinho e Tereza Cristina em meio a articulações para eleição no Senado

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: Beto Barata/PL

Em meio à disputa pela Presidência do Senado, Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para receber em prisão domiciliar os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS).

Os dois manifestaram interesse em disputar o comando da Casa, cuja eleição está prevista para fevereiro do próximo ano. A direita tenta construir um acordo para evitar a divisão de votos e dificultar a recondução do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aliado do governo Lula.

Líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Marinho é o nome preferido de parte do bolsonarismo e teve sua candidatura lançada oficialmente pelo senador. Tereza Cristina reafirmou nesta semana que também pretende concorrer.

Os dois foram ministros no governo Jair Bolsonaro. Marinho comandou o Desenvolvimento Regional, enquanto Tereza Cristina esteve à frente da Agricultura.

Opinião dos leitores

    1. E Lula? Fez o L né. Taxa das blusinhas, bets, impostos do pecado, monjauro, picanha… O encantador de jegues .

    2. Mordomia quem tinha era Lula q até recebia uma mulher para visita íntima… Vá se tratar. Ainda dá pra vc se libertar dessa escravidão mental

Presidente do Paraguai, Santiago Peña, renuncia ao cargo em meio a crise em banco no país

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: EPA

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou nesta quinta-feira (5) que deixará o cargo em meio à crise do banco Ueno e à abertura de um processo de impeachment contra ele. A renúncia ainda precisa ser aceita pelo Congresso, que deverá convocar uma sessão para analisar o caso.

O banco Ueno fechou as portas na terça-feira (3), após o Banco Central iniciar sua liquidação por problemas nos índices de solvência e empréstimos a empresas vinculadas. O Ueno, que pertence ao Grupo Vázquez, tinha cerca de 3 milhões de clientes e US$ 850 milhões (aproximadamente R$ 4,6 bilhões) em depósitos, incluindo recursos da Previdência Social.

Peña foi acionista do grupo até março de 2025. A oposição o acusa de conflito de interesses, manipulação regulatória e encobrimento de irregularidades pelo Banco Central. Durante a sessão que apresentou a acusação, a deputada Rocío Vallejo afirmou: “Nunca antes alguém prejudicou, em um único dia, 3 milhões de pessoas na República do Paraguai, e o senhor conseguiu isso, senhor presidente… o senhor é a origem desse monstro que criou”.

Em publicação nas redes sociais, Peña afirmou que os responsáveis pelas irregularidades serão levados à Justiça, sem exceções. Pouco antes, promulgou uma lei para permitir que os clientes do banco recuperem seus depósitos em menos tempo.

“Peço veementemente a todos os setores políticos que coloquem o interesse dos poupadores acima de qualquer outro interesse”, declarou.

Opinião dos leitores

  1. Não se discute com fanáticos burros, ainda bem que ele renunciou, teve hombridade para sair e deixarem apurar, o daqui foi pego dentro do confre, todo sujo e com sinais de embriaguez visíveis e ainda teve que recorrer ao STF, para descobrir uma estrada vicinal kkkkk

  2. Essa é a diferença se há suspeita com alguém da direita ele deixa o cargo para uma investigação livre, já da esquerda fica até o fim interferindo nas investigação

  3. Que drogaaa!! Agora os retardados bolsonarentos vão voltar para o Brasil. Espero que delirem mais uma vez e encontrem outro “eldorado”, quem sabe a Argentina do Milei.

  4. Os bolsonaristas colocam azar em tudoooooo.
    Disputam eleição: perdem!
    Fogem p/ EUA: Perdem
    Fogem p/ Paraguai: presidente renuncia.
    Ô maré de azar…kkkk
    Colhendo o que plantaram.

  5. Os bolsonaristas diziam que o Paraguai era um exemplo. Fraude bancária em governo conservador, é um caso bem parecido com o Master, que coincidentemente foi aberto no governo Bolsonaro.

    1. O presidente de lá renunciou, bastava ele dizer que não sabia! Por falar nisso, cadê o Lulinha?

    2. Seria interessante o ilustre presidente do Brasil fazer o mesmo.

Inadimplência entre brasileiros de alta renda dispara quase 40% em um ano

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: Freepik

A inadimplência no crédito avançou quase 40% entre brasileiros de alta renda em um ano, segundo dados do Banco Central. Em agosto, o indicador cresceu 38,8% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos e 35,8% na faixa acima de 20 salários mínimos, na comparação com o mesmo mês de 2025.

Entre os que ganham de 10 a 20 salários mínimos, a taxa passou de 4,59% para 6,37%. Já na faixa superior a 20 salários mínimos, subiu de 5,53% para 7,51%.

Os dados do Sistema de Informações de Créditos (SCR) consideram operações com parcelas atrasadas há mais de 90 dias. Portanto, medem a participação dos créditos em atraso no total da carteira, e não o percentual de pessoas inadimplentes.

No cartão de crédito, a alta foi ainda maior: 50,1% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos, com a taxa passando de 4,37% para 6,56%. Para rendas acima de 20 salários mínimos, o avanço foi de 39,7%, de 2,87% para 4,01%.

O crescimento ocorre em meio aos juros elevados. Em setembro, a taxa média do rotativo do cartão chegou a 451,7% ao ano (15,29% ao mês), enquanto os juros do parcelamento da fatura alcançaram 193% ao ano (9,37% ao mês).


Prefeitura do Natal aponta diferença de R$ 34,3 milhões em repasses do IPVA e cobra explicações do Governo do RN

Quinta, 05 de novembro de 2026

Foto: Joana Lima/Secom Natal

A Prefeitura de Natal identificou uma diferença estimada em R$ 34,3 milhões entre os valores de IPVA informados pelo Governo do RN e os depósitos recebidos pelo município. O levantamento da Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN) considera os anos de 2024, 2025 e 2026.

De acordo com os dados, a divergência seria de R$ 2,46 milhões em 2024, R$ 8,10 milhões em 2025 e R$ 23,75 milhões em 2026. Parte do valor deste ano foi estimada, já que os dados estaduais disponíveis abrangem apenas até maio.

Um dos pontos destacados pela Prefeitura ocorreu em julho e agosto de 2026. Enquanto a arrecadação estadual do IPVA cresceu 17%, os repasses para Natal caíram 40% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Segundo a SEFIN, a capital deveria ter recebido cerca de R$ 29,1 milhões nos dois meses, mas foram depositados R$ 14,3 milhões. A diferença estimada é de R$ 14,85 milhões.

A Prefeitura afirma que comportamento semelhante foi registrado em outros municípios potiguares e solicitará ao Governo do Estado dados detalhados da arrecadação e das transferências, além da conciliação dos valores.

O município também aponta mudanças na frequência dos depósitos. Em 2024, eram registrados, em média, quatro créditos mensais de IPVA. Em 2026, a média caiu para um depósito por mês.

A gestão municipal destaca que os recursos são importantes para o financiamento de serviços públicos, como saúde, educação, limpeza urbana e conservação de ruas.


 Fonte: Blog do BG

Contato : (84) 9 9151-0643

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