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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Política é acusada de desviar R$ 41 mil para pagar mãe de santo por ‘amarração amorosa’

Sexta, 19 de junho de 2026

Foto: Reprodução

A vice-prefeita de Ribeira (SP), Juliana Maria Teixeira da Costa, está afastada do cargo desde agosto e pode enfrentar consequências mais severas caso seja condenada pelas acusações apresentadas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Uma eventual sentença desfavorável pode resultar na perda definitiva do mandato, na devolução de recursos públicos e até em pena de prisão.

Juliana foi denunciada pelo MP-SP sob suspeita de utilizar verba pública para contratar uma mãe de santo com a finalidade de realizar um ritual de amarração amorosa. A defesa da vice-prefeita não comentou a acusação, segundo reportagem do G1.

Além dela, também foram denunciados Lauro Olegário da Silva Filho, então coordenador municipal de Saúde, e Willian Felipe da Silva, proprietário da empresa W.F. Da Silva Treinamentos, que prestava serviços à prefeitura.

Segundo a denúncia, os três teriam integrado uma associação criminosa entre 2021 e 2024 para fraudar licitações da área da Saúde em Ribeira. O Ministério Público aponta irregularidades em contratos, emissão de notas fiscais falsas e desvio de recursos públicos.

De acordo com a promotoria, Juliana teria desviado R$ 41,2 mil para custear o suposto ritual, com o objetivo de afastar Lauro da esposa e iniciar um relacionamento com ele. O pagamento à mãe de santo teria sido realizado por intermédio da empresa W.F. Da Silva Treinamentos.

Em razão das suspeitas, a Justiça determinou a suspensão dos contratos relacionados aos pregões investigados. A mãe de santo envolvida no caso, conhecida como Mentora Samantha, afirmou ter sofrido prejuízo superior a R$ 300 mil.

“O valor do trabalho ficou R$ 380 mil. Expliquei para ela que era um sacrifício muito forte, que a espiritualidade ia dar ele por inteiro para ela”, declarou.

Correio 24h / Blog do BG

Única parlamentar do RN, Carla Dickson participa de homenagem nacional aos 122 anos da Assembleia de Deus no Brasil

Sexta, 19 de junho de 2026

Foto: Divulgação

A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) participou, nesta quarta-feira (17), no Congresso Nacional, da solenidade festiva em homenagem aos 122 anos Evangélica Assembleia de Deus no Brasil. O evento reuniu pastores, lideranças evangélicas e parlamentares, para celebrar a trajetória da igreja, reconhecida pelo trabalho de evangelização, assistência social e fortalecimento da fé cristã no país. A celebração faz referência à fundação da Assembleia, em 18 de junho de 1911, em Belém (PA), pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren.

Carla Dickson foi a única representante da bancada federal do Rio Grande do Norte presente na solenidade, reforçando sua proximidade com o segmento evangélico e seu compromisso com a defesa da liberdade religiosa e dos valores cristãos.

“Foi uma honra representar meu Estado nesse momento tão significativo para milhões de brasileiros. A Assembleia de Deus tem uma história centenária de evangelização, acolhimento e transformação social, levando esperança às famílias e desenvolvendo um trabalho que ultrapassa os templos e chega nas comunidades em todo o país”, destacou a parlamentar.

A solenidade também prestou homenagem ao pastor-presidente das Assembleias de Deus no Brasil, Wellington da Costa Júnior, em reconhecimento à liderança e à contribuição para o fortalecimento da obra pentecostal no país. O evento marcou a celebração da história, expansão e relevância social da igreja, considerada uma das maiores denominações evangélicas do Brasil e do mundo.

Fonte: Blog do BG

Moraes perde prazo para se defender e deve ser julgado à revelia nos EUA

 Sexta, 19 de junho de 2026




As empresas sustentam que o magistrado não apresentou defesa nem adotou qualquer medida formal dentro do prazo estabelecido pela legislação processual americana. Segundo os autores da ação, Moraes foi notificado por e-mail em maio e deveria ter se manifestado até a última segunda-feira (15).

De acordo com Martin de Luca, advogado que representa as duas plataformas, a ausência de resposta do ministro autorizaria o prosseguimento do processo sem sua participação direta. Na petição apresentada ao tribunal, o defensor argumentou que o réu não respondeu à ação nem solicitou prazo adicional para apresentar sua contestação.

“O réu não compareceu, respondeu, solicitou tempo adicional ou defendeu esta ação dentro do prazo prescrito pelas Regras Federais de Processo Civil. A inação do réu é injustificada”, afirmou o advogado no documento encaminhado à Justiça norte-americana.

Enquanto isso, a Advocacia-Geral da União (AGU) busca participar do processo em nome do Estado brasileiro. O órgão apresentou pedido para ser habilitado na ação, defendendo que a discussão envolve atos praticados por um integrante da Suprema Corte brasileira no exercício de suas funções institucionais.

Segundo a AGU, permitir que decisões do Judiciário brasileiro sejam analisadas ou invalidadas por tribunais estrangeiros representaria afronta ao princípio da imunidade de jurisdição, amplamente reconhecido pelo Direito Internacional e também pela legislação dos Estados Unidos.

Em manifestação oficial, o órgão argumentou que a apreciação de atos da Justiça brasileira por cortes estrangeiras poderia gerar impactos relevantes na soberania nacional e no equilíbrio das relações entre os países.

As empresas autoras da ação, contudo, contestam essa posição. Na avaliação da Trump Media e da Rumble, a AGU não possui legitimidade para substituir Alexandre de Moraes no processo, uma vez que a ação teria sido direcionada especificamente ao ministro, e não ao Estado brasileiro.

O caso gira em torno de decisões judiciais que determinaram bloqueios de perfis e remoções de conteúdos em plataformas digitais. As empresas alegam que tais medidas alcançaram usuários e serviços localizados nos Estados Unidos, levantando questionamentos sobre possíveis impactos na liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição americana.

Em publicação nas redes sociais, Martin de Luca destacou que o processo poderá influenciar futuras discussões sobre a atuação de autoridades nacionais em ambientes digitais que ultrapassam fronteiras geográficas.

“Em todo o mundo, os governos estão cada vez mais tentando regular a expressão além de suas fronteiras. O que diferencia o caso de Moraes é que um oficial estrangeiro pode agora ser responsabilizado em um tribunal dos EUA por tentar regular a expressão de pessoas americanas dentro dos Estados Unidos.”

Nos próximos passos, caberá ao tribunal federal responsável pela ação decidir se aceita o pedido de revelia apresentado pelas empresas ou se autoriza a participação da Advocacia-Geral da União no processo. A disputa jurídica reúne temas sensíveis, como soberania estatal, imunidade jurisdicional, liberdade de expressão e os limites da atuação de autoridades nacionais em plataformas globais de comunicação.


da Redação / Jornal da Cidade Online

Jaques Wagner rebate acusações e crava: “minha candidatura está absolutamente mantida”

Sexta, 19 de junho de 2026

Foto: Reprodução

O senador Jaques Wagner (PT) se pronunciou na tarde desta quinta-feira (18), após ter sido alvo de uma operação da Polícia Federal. Ao comentar os US$ 55 mil e 33 mil euros – o equivalente a cerca de R$ 471 mil em valores atuais – encontrados em endereços ligados a ele, o parlamentar afirmou que os recursos têm origem em diárias recebidas durante sua atuação no Congresso e em valores adquiridos para viagens ao exterior.

“Estou absolutamente tranquilo. Nunca recebi dinheiro de ninguém do Master. Estou absolutamente à vontade”, declarou em entrevista à BandNews TV.

Wagner também minimizou sua relação com Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Segundo ele, os dois se encontraram apenas duas vezes. Em uma dessas ocasiões, afirmou ter apresentado ao banqueiro o nome do ex-ministro Ricardo Lewandowski.

A investigação da Polícia Federal aponta suspeitas de que o senador tenha recebido um imóvel avaliado em R$ 2,5 milhões e pagamentos que somariam R$ 3,5 milhões, supostamente repassados pelo Banco Master por meio de uma empresa ligada a um familiar. De acordo com os investigadores, a estrutura teria sido utilizada para ocultar vantagens indevidas no contexto das fraudes apuradas na Operação Compliance Zero.

Ao rebater as acusações, Wagner afirmou que o imóvel citado é um apartamento ainda em construção, cuja aquisição negociava para sua filha. O senador também confirmou que teve celulares apreendidos durante a operação.

Questionado sobre os impactos políticos da investigação, Wagner revelou ter conversado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, o assunto não envolveu uma eventual saída da liderança do governo no Senado. De acordo com o parlamentar, Lula manifestou solidariedade diante da situação.

“Continuo na liderança até que o presidente Lula peça para me retirar. Não acho que ele faça isso, mas, se fizer, é um direito dele”, afirmou, ao salientar também que sua pré-candidatura ao Senado está mantida.

“Em relação à minha candidatura, está absolutamente mantida. Estou muito seguro de tudo que fiz”, ressaltou.

Correio 24h

 

Deolane agora é ré sob acusação de lavar dinheiro para o crime organizado

Sexta, 19 de junho de 2026



Com isso, Deolane, que está presa na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado, passa a ser réu no processo e terá dez dias para apresentar resposta à acusação.

A denúncia é desdobramento da Operação Vérnix, realizada a partir de suspeitas de que uma transportadora de fachada era usada para lavar dinheiro do PCC. A operação resultou na prisão de Deolane.

A defesa de Deolane Bezerra afirmou nesta quinta-feira (18) que o recebimento da denúncia não representa qualquer conclusão sobre os fatos investigados. Em nota, os advogados Aury Lopes Jr., Josimary Rocha de Vilhena, Luiz Ricardo Rodrigues Imparato e Rogério Nunes disseram que a medida é apenas uma etapa inicial do processo e que a influenciadora irá se defender das acusações na Justiça.

Os advogados sustentam que Deolane é inocente e não possui qualquer vínculo com organizações criminosas. Também afirmam que os rendimentos da influenciadora possuem origem lícita e foram regularmente declarados aos órgãos competentes.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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