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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Eis as novas regras impostas por Moraes na cela de Bolsonaro

 Segunda, 19 de janeiro de 2026

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a instalação de uma grade de proteção na cama que será utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro no batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

A decisão ocorre após a defesa informar que Bolsonaro sofreu uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal, onde estava custodiado anteriormente, episódio que resultou em traumatismo craniano leve no início do ano.

Ao determinar a transferência do ex-presidente para a unidade da Polícia Militar do Distrito Federal, Moraes deixou explícito que Bolsonaro poderá instalar grades de proteção e barras de apoio não apenas na cama, mas também em outros pontos da acomodação, desde que as adaptações sejam providenciadas por seus advogados.

Além disso, o magistrado autorizou a instalação de equipamentos de fisioterapia, seguindo recomendações médicas recentemente apresentadas pela defesa ao STF. O ex-presidente enfrenta uma série de complicações de saúde decorrentes do atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018.

A decisão também prevê assistência religiosa semanal, além de visitas regulares da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e de seus filhos, em caráter permanente. Moraes ainda autorizou alimentação diferenciada e acompanhamento fisioterapêutico contínuo.

No despacho, o ministro registrou que, em caso de emergência médica, Bolsonaro deverá ser removido de forma imediata para atendimento hospitalar adequado.

A medida reforça que, mesmo sob forte vigilância judicial, o estado de saúde do ex-presidente segue exigindo cuidados especiais — um ponto frequentemente ignorado por seus críticos, mas reiteradamente comprovado por laudos médicos.

URGENTE: UE prepara retaliação com imposição de tarifas a empresas americanas de até US$ 100 bilhões

 Segunda, 19 de janeiro de 2026




O encontro de emergência ocorre sob a presidência rotativa do Chipre no Conselho da UE. A crise se intensificou após Trump anunciar tarifas de 10% contra Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia, com possível aumento para 25% a partir de junho.

O pacote de retaliação europeu estava preparado desde o ano passado e havia sido suspenso até 6 de fevereiro. A UE também considera acionar seu instrumento anticoerção, que permite limitar o acesso de empresas estrangeiras ao mercado europeu.

Líderes europeus classificaram no sábado (17) as ameaças de Trump como uma "perigosa escalada" e reafirmaram apoio à soberania da Dinamarca sobre a Groenlândia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, garantiu que o bloco permanecerá "unido e coordenado" na defesa de sua soberania.

O presidente francês Emmanuel Macron rejeitou as ameaças tarifárias americanas. "Não nos deixaremos chantagear", declarou, refletindo o posicionamento de outros líderes europeus.

A primeira-ministra da Noruega também se manifestou: "Ameaças não têm lugar entre aliados. A posição da Noruega é firme: a Groenlândia faz parte do Reino da Dinamarca".

O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, defendeu o diálogo como solução. "O diálogo com os Estados Unidos continua. Tarifas prejudicariam a relação transatlântica e poderiam levar a uma espiral descendente perigosa", afirmou em comunicado.

O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Rasmussen, alertou que a ordem mundial "como a conhecemos" e o futuro da OTAN estão em risco.

Na quarta-feira (14), Dinamarca e Groenlândia anunciaram o aumento de sua presença militar na ilha e no Ártico, em coordenação com outros países da OTAN. A decisão reforça que a Groenlândia permanecerá sob soberania dinamarquesa.

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, informou ter conversado com Trump "sobre a situação de segurança na Groenlândia e no Ártico". Ele acrescentou: "Continuaremos trabalhando nisso e espero vê-los em Davos no fim desta semana".

A Rússia protesta contra a presença da OTAN no Ártico e acusa os europeus de terem "planos beligerantes". A aliança militar mantém atividades regulares na região. Os exercícios mais recentes ocorreram no início desta semana, com a organização divulgando imagens de "treinamento no Ártico".

Em setembro de 2025, a Dinamarca realizou manobras militares com aliados da OTAN ao redor da Groenlândia. Em março de 2024, Noruega, Suécia e Finlândia conduziram treinamentos conjuntos no norte norueguês.

A OTAN programou dois exercícios militares no Ártico para 2026, em fevereiro e março, na costa da Noruega. Trump intensifica sua ofensiva para que a Groenlândia se torne parte dos Estados Unidos, enquanto autoridades dinamarquesas rejeitam negociar sua soberania sobre o território.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Com uma simples frase, Tarcísio destrói narrativas sobre Flávio

Segunda, 19 de janeiro de 2026





“A direita vai estar unida em torno de um nome. E o meu nome é o Flávio”, afirmou o governador, encerrando especulações sobre uma eventual disputa interna no campo conservador.

A declaração foi feita durante visita ao município de Suzano, na região metropolitana de São Paulo, onde Tarcísio participou do lançamento das obras das alças de acesso ao Trecho Leste do Rodoanel Mário Covas. Em conversa com jornalistas, ele voltou a descartar qualquer plano de concorrer à Presidência da República.

Segundo o governador, nunca existiu um projeto pessoal voltado a Brasília.

“Brasília não, com certeza. Nunca teve essa candidatura. Meu projeto sempre foi a reeleição ao governo de São Paulo”, reforçou.

Ao comentar falas recentes em eventos empresariais, nas quais afirmou que o Brasil precisa de um “novo CEO”, Tarcísio explicou que se trata de uma crítica direta ao atual governo petista, e não de uma sinalização eleitoral pessoal.

“A mensagem é um desabafo contra o PT. O Brasil precisa de um gestor de verdade, alguém com liderança para enfrentar os grandes desafios. Existe uma crise fiscal contratada, mas mais grave ainda é a crise moral que estamos assistindo”, afirmou.

O governador também negou que publicações com tom nacional feitas após seu retorno de férias indiquem intenção de disputar a Presidência, mesmo diante de interpretações de aliados e da imprensa.

Contato : (84) 9 9151-0643

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