martins em pauta

sábado, 10 de outubro de 2026

Vorcaro negocia entrevista com grande emissora

 Sexta, 09 de outubro de 2026

Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, estaria em negociação para conceder uma entrevista exclusiva a uma emissora de televisão sobre a crise que levou à liquidação do banco e terminou com sua prisão.

Pessoas ligadas ao ex-banqueiro teriam procurado a Globo para discutir a possibilidade da conversa. Ao mesmo tempo, Roberto Cabrini, da Record, também teria demonstrado interesse em entrevistar Vorcaro.

A realização da entrevista, no entanto, depende de autorização judicial. Como o ex-banqueiro está preso, a eventual gravação precisaria ocorrer dentro da unidade prisional e seguir as regras de segurança e as condições determinadas pelas autoridades responsáveis pelo caso.

De acordo com a publicação, a preferência de Vorcaro seria por uma entrevista com Roberto Cabrini, no programa “Domingo Espetacular”. A avaliação seria de que a Record teria maior disponibilidade de tempo na programação para uma conversa mais extensa.

A eventual entrevista poderia dar ao ex-banqueiro espaço para apresentar sua versão sobre as acusações e os acontecimentos envolvendo o Banco Master, mas qualquer gravação ainda depende do aval da Justiça.

Fonte: Jornal da Cidade Online

O dado mais importante da pesquisa Datafolha

 Sábado, 10 de outubro de 2026

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8), mostra que o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% dos votos válidos no segundo turno das eleições 2026, enquanto o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marca 48%.

Flávio ampliou a base que o elegeu no 1º turno, enquanto Lula não atraiu indecisos nem eleitores de terceiros.

A campanha petista - baseada em medo, judicialização e assistencialismo - não resiste à comparação com a proposta de mudança.

O eleitorado quer novo rumo, e a pesquisa espelha isso.a

 O Brasil tem a chance histórica de encerrar o ciclo do lulismo.

O Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança de 95%. O levantamento BR-02949/2026 foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Impeachment de Moraes é inegociável e Dino segue na mira

 Sábado, 10 de outubro de 2026

A equipe de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL), considera inegociável o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A campanha do presidenciável entende que o afastamento do magistrado é necessário para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes.

As críticas a Moraes se acumulam desde a abertura do Inquérito das Fake News, em março de 2019. O procedimento foi instaurado de ofício pelo então presidente do STF, Dias Toffoli, sem provocação da Polícia Federal (PF) nem do Ministério Público. Toffoli também designou diretamente Moraes para conduzir a investigação, sem distribuição por sorteio entre os ministros.

De lá para cá, Moraes ordenou o bloqueio de contas bancárias e de perfis em redes sociais, autorizou operações de busca e apreensão contra jornalistas, empresários e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e determinou a remoção de publicações. Algumas dessas medidas foram adotadas sem que os atingidos fossem ouvidos previamente.

Para aliados de Flávio, esses episódios integram o histórico que justifica a responsabilização do magistrado. A equipe considera que a ausência de uma reação efetiva do Senado permitiu a continuidade de decisões abusivas.

Quanto ao ministro Flávio Dino, sua situação também é extremamente delicada e, após a concretização do impeachment de Moraes, fatalmente será a bola da vez.

É a assepsia.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Em vídeo impactante, governadores e senadores eleitos na região Sul declaram apoio a Flávio (veja o vídeo)

Sábado, 10 de outubro de 2026

O movimento em prol da candidatura Flávio Bolsonaro está crescendo com muita força em todo o país.

Tudo leva a crer que a direita vai obter uma vitória completa nas eleições brasileiras e com isso o país também vai passar a integrar o Escudo da Américas.

Isso significa mais segurança para a população e combate direto as facções criminosas, que serão tratadas como organizações terroristas.

O Brasil vai vencer.

Veja o vídeo:

URGENTE: Fachin diz "não" a Fux

Sábado, 10 de outubro de 2026

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou o acesso integral e imediato solicitado pelo ministro Luiz Fux ao conteúdo do inquérito das fake news. Segundo a Presidência da Corte, ainda existem documentos e procedimentos pendentes de análise antes que o material possa ser disponibilizado publicamente.

Em despacho, Fachin explicou que foram identificados 104 procedimentos relacionados à investigação, incluindo petições e apurações preliminares que ainda aguardam avaliação. A conclusão dessa etapa permitirá definir as providências cabíveis e encaminhar o inquérito para o “arquivamento definitivo”, quando, segundo a Presidência do STF, o acesso integral aos documentos será garantido.

A decisão ocorre após Fux determinar, na quinta-feira (8), que a área técnica do tribunal liberasse, no prazo de até 48 horas, o acesso de seu gabinete a investigações sigilosas em tramitação na Suprema Corte. Entre os casos estão apurações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados.

Além do inquérito das fake news, o ministro pretende examinar os autos relacionados às milícias digitais, às investigações que resultaram nas condenações de Bolsonaro e aliados pela suposta golpista e à apuração sobre a falsificação de cartões de vacina.

Em resposta à determinação, a Presidência do STF informou que três dos quatro procedimentos mencionados já são públicos e podem ser consultados imediatamente por Fux. A restrição, portanto, concentra-se no inquérito das fake news, cujo acesso depende da conclusão da análise dos documentos que permanecem sob sigilo.

Fachin ressaltou que os 104 procedimentos ainda passam por uma etapa de organização e avaliação. Somente após essa fase será possível estabelecer quais medidas deverão ser adotadas em cada caso. Caberá à Procuradoria-Geral da República (PGR) examinar as providências pertinentes, que podem incluir o oferecimento de denúncia ou um pedido de arquivamento.

O presidente do Supremo afirmou que pretende concluir a análise do material pendente e cumprir as etapas processuais necessárias antes de determinar o encerramento definitivo do inquérito. Conforme a posição apresentada pela Presidência, a disponibilização integral dos documentos ocorrerá após a conclusão desse processo.

Pedido de Fux envolve ação apresentada pelo PP

A determinação de Fux para obter acesso aos documentos foi proferida no âmbito de uma ação apresentada pelo Progressistas (PP) em abril de 2024. A legenda, que apoia o senador Flávio Bolsonaro na candidatura à Presidência da República, questiona uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, responsável pela relatoria dos casos.

O partido contesta a determinação de Moraes de apurar separadamente e sob sigilo, por meio de uma petição, os fatos que deram origem à operação Tempus Veritatis. A investigação apurou uma suposta tentativa de golpe envolvendo integrantes da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na ação, o PP sustenta que a condução do caso viola princípios constitucionais, entre eles a dignidade da pessoa humana, o juiz natural, a segurança jurídica, a proibição de juízos de exceção, o devido processo legal e o contraditório.

A legenda também questiona a escolha de Moraes como relator das investigações e aponta a existência de centenas de decisões e despachos sigilosos adotados ao longo dos anos. Fux, por sua vez, argumentou que parte do material já deixou de tramitar sob sigilo e foi disponibilizada aos advogados das partes.

Para o ministro, o acesso aos documentos é necessário para que possa analisar os pedidos apresentados pelo partido. Ao justificar sua determinação, Fux escreveu:

"Se a defesa tem acesso aos elementos documentados, a fortiori o tem o ministro desta Corte a quem incumbe decidir sobre a constitucionalidade do procedimento. O Tribunal não pode saber menos do que as partes sobre o que o Tribunal faz".

Fux também fez questão de esclarecer que sua decisão não representa uma avaliação antecipada do mérito da controvérsia. Segundo ele, ainda não há conclusão sobre a validade do ato questionado, a eventual conexão entre os processos, a competência do STF para conduzir as investigações ou a admissibilidade da ação apresentada pelo PP.

"Nada do que aqui se decide antecipa juízo sobre a validade do ato impugnado, sobre a existência de conexão entre os feitos, sobre a competência desta Corte para as investigações ou sobre o cabimento da arguição. São questões que serão enfrentadas, se for o caso, depois de instruído o feito", afirmou o ministro.

Com isso, o acesso integral de Fux ao inquérito das fake news permanece condicionado à análise dos procedimentos pendentes, enquanto a ação apresentada pelo PP aguarda o exame das questões jurídicas levantadas pela legenda.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Precisamos falar daquela paradinha na apuração… e já!

 Sábado, 10 de outubro de 2026

No futebol, a paradinha na cobrança do pênalti é considerada uma conduta antidesportiva, pois ao simular um chute (que não foi dado), o objetivo do batedor é o de enganar, ludibriar o adversário, no caso, o goleiro. Essa ação é proibida pela FIFA.

É controverso, é verdade, afinal o goleiro também pode simular pular para o lado direito e pular para outro lado ou simplesmente ficar estático A diferença, diriam alguns, poderia se dar na ideia de que o ato do batedor é o de enganar, já o ato do goleiro é o de induzir. Enfim…

E o TSE, a FIFA das eleições, tem o poder de proibir a paradinha nas apurações?

Para começar; não é a primeira, nem a segunda e nem a terceira vez que o sistema de apuração das eleições apresenta a tal “paradinha”, digamos, muito polêmica, como no último domingo. Diga-se, não estou falando de fraude, mas sim de fatos que deixam vestígios para desconfianças. Para se definir como fraude, ou qualquer outra conclusão, é preciso que o TSE convença o eleitor com suas justificativas.

O ministro Kássio Nunes Marques, em coletiva, justificou que a paradinha nas apurações decorreu de um congestionamento de dados no sistema da corte.

Bem, se por um lado não se pode provar qualquer irregularidade com as desconfianças, por outro, não há como comprovar a justificativa apresentada. Há vestígios, em ambas, mas não evidências. No fim, vale a palavra do rei, como diria o outro.

Oi… bem que a FIFA, digo, o TSE poderia acionar a materialidade do voto. Isso acabaria com a polêmica!

Dito isso, vamos ao que está contido no contexto do fato eleitoral (a paradinha) e que gera tanta desconfiança.

Como o ponto político nevrálgico é o Nordeste, onde se concentram as maiores percepções de indícios, eu levantei os números nos nove estados da região para criar uma relação entre os votos válidos com os votos dados aos governadores, senadores, e aos presidenciáveis que foram para o 2º turno. Quem sabe uma correlação nisso…

Como existem multifatores e variantes para se relacionar, à medida da observação de cada olhar, deixo os quadros abaixo para análise de todos - um quadro com os senadores eleitos por estado e outro quadro com votação dos envolvidos - governadores, senadores (e partidos) e aos presidenciáveis - na relação criada, a fim de verificar se identificamos associação estranha.

1º quadro - Senadores eleitos e votos por estado (em vermelho, o partido alvo da polêmica) 

Da minha parte, vou citar, e questionar, o estado da Bahia, por percepção pessoal. A Bahia é o único estado do Nordeste que fez barba, cabelo e bigode no tocante a um partido (no caso, o PT), ou seja, reelegeu o governador, fez os dois senadores e deu vantagem no estado ao seu candidato na disputa presidencial.

2ª quadro - Dados: 

O que chama a atenção

 Lula apresentou acima de um milhão de votos a mais do que o governador eleito e um milhão e meio de votos a mais do que a média dos votos dos senadores petistas. Isso nos leva a crer que muita gente que votou no Lula, não votou no governador eleito (1.038.262 eleitores) e nem nos dois senadores eleitos (1.503.828 eleitores).

Ainda há uma interseção aqui nas diferenças de votos apresentados. 

Qual é o significado da interseção observada? A interseção indica que 465.566 eleitores votaram no Lula e nos dois senadores eleitos, mas não votaram para o governador eleito. Faz sentido? Muita gente, né?

Se já não fazia sentido tanto eleitor votar para presidente, mas não votar “nus cumpanhêro” da chapa majoritária, imagina, só!

E qual é a importância deste achado na interseção? Quer ver? O candidato ao Senado pelo partido PL do presidenciável Flávio Bolsonaro, era o João Roma. Ele obteve 2.879.443 votos para o Senado Federal, enquanto Flávio obteve para a presidência 2.442.585 votos. Aqui nós encontramos o mesmo fenômeno, porém, inverso. Eleitores que votaram no senador do PL e que não votaram no presidenciável Flávio, somam 436.858 eleitores. 

Observe olhando para os votos da interseção e a diferença dos votos do Flávio e do João Roma. Apenas 28.708 votos separam as distintas diferenças. Esse número é tão raquítico no universo de votos somados do Lula e do Flávio - 8.107.356, que eles podem ser jogados na conta do acaso.

Ah… mas há de se pensar que algum número pode ter sido vitaminado? Ou não?

E, então? A PARADINHA merece um debate sério em um país que se diz sério, e que existe um antídoto para acabar com isso?

Pesquisa interna anima campanha e Flávio evita reagir à onda de ataques promovidos por Lula e aliados

Sábado, 10 de outubro de 2026

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Um levantamento interno da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o chamado tracking, aponta o senador com sete pontos percentuais de vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo segundo turno. Conforme informações obtidas pelo Metrópoles, o tracking realizado nesta semana registra 51% das intenções de voto para Flávio, contra 44% de Lula.

Com base nos números, integrantes da campanha avaliam que não é necessário reagir imediatamente aos ataques do petista, que passou a associar o “tesouraço” defendido pelo adversário a cortes em programas sociais.

No primeiro turno, realizado no domingo (4), Flávio obteve 47,03% dos votos, ante 45,16% de Lula. O senador recebeu cerca de 56,1 milhões de votos, enquanto o presidente somou 53,8 milhões, uma diferença de aproximadamente 2 pontos percentuais.

Veja dobra aposta e publica mais conversas de WhatsApp entre integrantes do governo Lula e Vorcaro

Sábado, 10 de outubro de 2026

A Revista Veja dobrou a aposta e divulgou novos trechos de conversas de integrantes do governo Lula e Daniel Vorcaro, após a Polícia Federal divulgar nota afirmando que o ex-banqueiro não havia citado em depoimentos repasse de R$ 30 milhões para produção de documentário sobre o Lula.

Entre os nomes citados estão o senador Jaques Wagner (PT-BA), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o advogado Walfrido Warde e Olavo Noleto, ex-secretário-executivo da Secretaria de Relações Institucionais.

Na confissão, Vorcaro conta que o então ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Alexandre Padilha, o então secretário-executivo da pasta, Olavo Noleto, e dois operadores ligados à dupla também atuaram no esquema.

Elas mostram que Júlio apresentou o banqueiro ao braço direito de Padilha no Planalto, Olavo Noleto. Essa aproximação foi exaltada numa mensagem de celular pelo empresário Walfrido dos Mares Guia, ex-ministro de Lula e parceiro de Vorcaro em outros negócios.

 


Contato : (84) 9 9151-0643

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