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sexta-feira, 27 de março de 2026

Militar da Aman morre estranhamente durante treinamento físico em piscina (veja o vídeo)

Sexta, 27 de março de 2026




O mal-estar ocorreu durante a Avaliação Formativa de Treinamento Físico Militar. A atividade acontecia na piscina da Seção de Educação Física da academia. Pablo recebeu atendimento imediato no local. Uma ambulância foi acionada para prestar socorro.

O cadete foi levado para um hospital particular em Resende. Ele permaneceu internado até a quarta-feira. A Aman não divulgou detalhes sobre a causa do mal-estar ou sobre o quadro clínico que levou ao óbito.

A academia informou que a atividade seguia os protocolos de segurança da instituição. Havia guarda-vidas presentes no local durante o treinamento. Uma equipe de apoio de saúde também estava disponível para atender emergências.

A Academia Militar das Agulhas Negras instaurou um Inquérito Policial Militar para apurar as circunstâncias do ocorrido. A investigação busca esclarecer os detalhes do incidente. O inquérito analisará todos os procedimentos adotados durante a avaliação física e as condições em que a atividade foi realizada.

Em nota oficial, a Aman manifestou pesar pela morte de Pablo Carvalho da Silva. A instituição expressou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de curso do cadete.

"A Academia presta todo o apoio necessário à família, reafirmando seu compromisso com a assistência e o amparo neste momento difícil", declarou a Aman.

Veja o vídeo:

Mulher trans consegue na Justiça obrigar a Unimed a autorizar exame de próstata

Sexta, 27 de março de 2026



A operadora havia negado a cobertura. O argumento apresentado foi que os procedimentos seriam "incompatíveis" com o gênero feminino registrado no cadastro da segurada. A recusa baseou-se exclusivamente no registro civil feminino da paciente.

A negativa motivou recurso ao tribunal. A decisão reverteu entendimento de primeira instância contrário à paciente. Os desembargadores rejeitaram por unanimidade a tese da operadora de saúde.

O colegiado considerou a recusa abusiva. A determinação estabeleceu a cobertura imediata dos exames solicitados. O acórdão destacou que o acesso à saúde não pode sofrer limitações em razão do gênero registrado em documentos oficiais.

A fundamentação utilizou entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o tema. Segundo a decisão do STF citada pelo tribunal fluminense, o sistema de saúde brasileiro tem obrigação de garantir atendimento a pessoas trans. A garantia vale tanto para o sistema público quanto para o privado. O atendimento deve ocorrer sem constrangimentos ou restrições baseadas em identidade de gênero.

A Unimed Nacional deve autorizar imediatamente os exames de PSA solicitados. O descumprimento da determinação judicial acarretará aplicação de multa. A operadora pode apresentar recurso contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Juristas que acompanham o caso avaliam que a decisão representa avanço na consolidação de jurisprudência. A expectativa é que o entendimento contribua para coibir negativas de cobertura fundamentadas em identidade de gênero dos beneficiários de planos de saúde.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Lula atribui precariedade em hospitais federais do Rio à família Bolsonaro

Sexta, 27 de março de 2026

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu a precariedade dos hospitais federais do Rio de Janeiro à família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente esteve nesta quinta-feira (26) em Niterói, na abertura da Caravana Federativa do Governo Federal.

Lula fez referência ao Hospital Federal do Andaraí, municipalizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2024. Segundo o presidente, a gestão passada foi responsável pela pela “mercantilização” do setor hospitalar no estado.

“Os hospitais federais aqui do Rio de Janeiro estavam na mão da família Bolsonaro, que não cuidou desse hospital com o mínimo de respeito. A cozinha não funcionava, a UTI não funcionava, a emergência não funcionava. O que era mais grave: os funcionários do hospital Andaraí pagavam o estacionamento para colocar o carro pra ir trabalhar. O hospital tinha sido mercantilizado. E não sei que tipo de gente tomava conta daquele hospital”, afirmou o presidente.

Em outra visita à capital do estado, em fevereiro, Lula afirmou que os hospitais da região foram usados como “moeda de troca eleitoral” em momento de campanha.

Lula participou da abertura da Caravana Federativa do Governo Federal no Centro da cidade do Rio de Janeiro. O evento teve como objetivo ampliar o acesso a programas sociais, serviços e investimentos da União. Ele afirmou que o governo firmou um acordo com a Prefeitura da capital de repasse de recursos com a meta de transformar os hospitais federais em “centros de excelência”.

A CNN procurou o senador Flávio Bolsonaro para comentar as declarações do presidente e aguarda retorno.

CNN

Contato : (84) 9 9151-0643

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