martins em pauta

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Grupo Globo demite diretor-geral Frederic Kachar após divulgação de conversas privadas com Vorcaro

Sábado, 16 de outubro de 2026

Foto: Reprodução

O Grupo Globo demitiu nesta quinta-feira (15) Fred Kachar, diretor-geral de mídia impressa e rádio, após analisar conversas privadas mantidas pelo executivo com Daniel Vorcaro, entre outubro de 2023 e julho de 2025.

Em comunicado, a empresa afirmou que as mensagens, às quais teve acesso na quarta-feira (14), revelam uma relação inadequada com um anunciante. A Globo também reafirmou seu compromisso com a ética, a transparência e a independência editorial, destacando a cobertura crítica e independente do caso Master.

Kachar trabalhou por 29 anos no grupo. O nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será anunciado em breve.

LEIA TAMBÉM: “VOU FALAR COM ELA”: Mensagens expõem CEO da Globo discutindo Malu Gaspar e falando de atrizes com Vorcaro

Leia a íntegra da nota divulgada pelo Grupo Globo:

O Grupo Globo comunicou hoje o desligamento do diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio, Frederic Kachar. O conteúdo das conversas privadas mantidas com Daniel Vorcaro entre outubro de 2023 e julho de 2025, às quais a empresa teve acesso ontem, revela uma relação inadequada do executivo com um anunciante.

A Editora Globo reforça seu compromisso com a ética e a transparência e reafirma a absoluta independência editorial do jornalismo de seus veículos, premissa essencial de sua atuação. O protagonismo da cobertura crítica, isenta e independente que tem feito do caso Master é a demonstração concreta do compromisso inegociável de seus veículos com os Princípios Editoriais do Grupo Globo.

A empresa reconhece os 29 anos de dedicação de Kachar ao desenvolvimento de seus negócios de mídia e informa que o nome de seu substituto à frente da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio será divulgado em breve.


DISPUTA JUDICIAL: Acordo defendido por Nunes Marques entre campanhas de Lula e Flávio trava por impasse sobre canais de Janones e Nikolas

Sábado, 16 de outubro de 2026

Presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reúne-se com representantes das campanhas presidenciais do 2º turno das Eleições 2026 — Foto: Luiz Roberto/TSE

A tentativa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, de firmar um acordo entre as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para reduzir ações judiciais perdeu força após divergências sobre canais de WhatsApp mantidos por apoiadores dos candidatos.

A equipe jurídica de Lula defende que canais administrados por terceiros, como o do deputado André Janones (Rede-MG), não precisem de vinculação formal às campanhas para funcionar. Sem consenso sobre o tema, integrantes do grupo petista avaliam que não há condições para assinar o compromisso.

A discussão ganhou força após Nunes Marques determinar a suspensão do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, sob o argumento de que o espaço não estava devidamente registrado na Justiça Eleitoral. A decisão provocou divergências entre ministros do TSE sobre a necessidade de registro de canais mantidos por apoiadores.

Na quarta-feira (14), representantes jurídicos das duas campanhas se reuniram no tribunal e relataram avanços em alguns pontos, mas não chegaram a uma solução para a controvérsia. A expectativa era formalizar o acordo nesta quinta-feira (15), com medidas para diminuir a judicialização da disputa presidencial.

A equipe de Flávio é contrária à desvinculação do canal de Janones. Aliados do senador argumentam que Lula incentiva a participação no grupo e já se referiu à iniciativa como sua. Como contraponto, afirmam que Flávio não estimula a adesão ao canal de Nikolas Ferreira (PL-MG) e que o único espaço ligado oficialmente à sua campanha é a “Tropa do Flávio”.

Sem entendimento sobre as regras para os canais de apoiadores, a tentativa de trégua judicial entre as duas campanhas segue indefinida.

[VÍDEO] Cadu afirma que, se for eleito, relação com eventual governo Flávio Bolsonaro será “institucional”

Sábado, 16 de outubro de 2026

Ao participar da sabatina promovida pela InterTV, nesta quinta-feira (14), Cadu de Lula (PT) afirmou que, se for eleito governador, sua relação com uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro (PL) será “institucional”. Ele, no entanto, ressaltou que acredita numa vitória do presidente Lula (PT).

“Eu tive essa experiência de participar do governo da professora Fátima por quatro anos, com um governo federal que era opositor, que era de outro lado político ao nosso e nós exercemos um papel institucional em todos os momentos e vamos fazer, se por ventura acontecer essa vitória do outro lado no dia 25 de outubro, mas a gente tem a convicção que vamos governar ao lado do presidente Lula”, declarou.


Fonte: Blog do BG


[VÍDEO] Caso da adolescente brasileira em Portugal revela participação das duas famílias e fuga planejada por meses

Sábado, 16 de outubro de 2026


A influencer Urânia Pessoa publicou um vídeo nas redes sociais revelando novos detalhes sobre o caso da adolescente brasileira de 14 anos, filha do prefeito de Coronel Ezequiel, que viajou para Portugal para encontrar o namorado de 21 anos. De acordo com ela, a história envolve as duas famílias e a fuga teria sido planejada durante meses. A mãe, ainda segundo o relato, sabia do relacionamento e a família portuguesa recebeu a jovem em casa após sua chegada.

Em maio, o namorado entrou em contato com a mãe da adolescente para se apresentar. A reação dos pais no Brasil foi imediata: eles retiraram o celular da filha para interromper a comunicação. Mesmo assim, a jovem teria mantido o plano de viajar em segredo até embarcar para Portugal.

O rapaz mora com os pais no Seixal, trabalha com entregas por aplicativo e também ajuda o pai. Conforme o relato da influencer, a família tinha conhecimento das conversas e apoiou a recepção da adolescente, acreditando que se tratava de um namoro autorizado. A situação mudou com a entrada das autoridades no caso.

O jovem foi indiciado por suspeitas de subtração e potencial abuso de menor. A adolescente foi levada por um tio para a Espanha e aguarda o retorno definitivo ao Brasil.

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Fonte: Blog do BG

Quem é o eleitor do PT?

 Sábado, 15 de outubro de 2026

Os eleitores de Lula e do PT têm alguns traços de comportamento que podem ser nitidamente avaliados e percebidos em camadas ou em categorias.

A maior parte é composta por pessoas em situação de vulnerabilidade social. Essa massa se divide em duas grandes categorias: aqueles que efetivamente necessitam do Estado para suprir suas necessidades e aqueles que usam o Estado para suprir seu desinteresse pela prosperidade.

Ambas as categorias são ignoradas — e mantidas assim — pelo PT e por Lula, que, em vez de criar programas sociais para promover a ascensão dos miseráveis, promovem exatamente o contrário, atuando falsamente como “pai dos pobres”, fixando-os como ignorantes úteis no estado de pobreza e presos a um eterno estado de necessidade.

Dominados pelo medo ilusório de perder o pouco que têm, por vezes incapazes ou sem forças para lutar pelo próprio sustento, agarram-se com todas as forças a quem os trata como escravizados, sendo manipulados como massa de manobra eleitoralmente muito fiel.

Esse grupo também é usado e instrumentalizado politicamente – há décadas -  por lideranças que remontam das oligarquias e do coronelismo, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

No segundo grupo estão os recalcados. Pessoas que integram minorias de várias categorias e formatos sociais e que, em algum momento da vida, sofreram ou seguem sofrendo alguma forma de discriminação, seja intelectual, física, moral, familiar, econômica, cultural ou de muitas outras espécies. Gente que não supera suas próprias limitações e que não consegue sair do seu estado crônico de queixa íntima e que encontra no PT o ambiente propício para externar seu radical inconformismo com a vida, e suas adversidades, que, em muitos casos, são realmente cruéis.

Esse grupo de pessoas sofre de verdade e expressa sua revolta no entorno de uma fantasiosa luta ideológica. Alguns, mais radicais, integram a estrutura política do PSTU, que representa somente uma das várias avenidas de flagelados sociais infelizes que levam à praça pública, onde Lula se apresenta como o Rivotril dos angustiados, revoltados e infelizes, trazendo uma dependência de falso alívio, sem resolver a causa. No mais das vezes, em vez de buscarem aplacar suas frustrações, fazem delas sua razão de viver, transferindo para quem avaliam ser “normal” a culpa por suas mazelas e derrotas.

Em terceiro lugar vêm os mais perigosos: os aproveitadores. Pode olhar com atenção: atrás de um intelectual, artista, burocrata ou formador de opinião com estrutura intelectual que defende o lulopetismo, há um bom contrato, um bem articulado lobby ou o pagamento de favores presentes, pretéritos ou futuros, em que interesses econômicos ou institucionais se escondem atrás de um forte discurso ideológico.

Nessa classe não escapa um. São os mamadores do erário que se agarram às gordas tetas do poder público para nutrir suas ambições e/ou seu status pessoal. De ideológicos não têm nada. Geralmente, junto com o discurso de “esquerda”, que brilha em fachos de um falso brilhante do interesse, vem um comportamento de “nababos burgueses”. Muitos deles, “alpinistas sociais”, gravitam em torno da máquina estatal e a controlam. A Lei Rouanet é um dos símbolos de identificação dessa gente, mas longe de ser o único.

Outra categoria, não menos perigosa, é a dos falsos apóstolos de São Francisco de Assis.

É a turma do anel de tucum da Teologia da Libertação, que, numa interpretação enviesada da doutrina social da(s) Igreja(s), vive e prega um devaneio teológico contraditório: valem-se do discurso ingênuo e até romântico de empobrecer os ricos para enriquecer os pobres.

Ou, o que é pior, em vez de buscar o socialismo na fartura, pregam a vida de todos na linha da miséria (ou na linha da m....).

Mas, se os olharmos bem de pertinho mesmo, veremos que vivem em casas confortáveis, com a despensa cheia, sempre com a cola dentro de um bom carro e na segurança das benesses de uma boa diocese, ordem religiosa, um templo, ou de uma confortável casa paroquial. Dividir o pão? É sempre obrigação alheia.

Não menos importante, há uma massa de poetas da vida fácil que não conhecem nem nunca viveram realmente sob a ditadura cruel de um bom regime de esquerda e que, por mera opção de teimosia, tratam o PT como se fosse um clube de futebol ou uma escola de samba onde o Lula é o “craque” ou o “rei momo”. Para esses, a identificação política é uma linguagem antropológica tribal.

Claro que, em menor número, há os burros de todos os gêneros. Mas, para esses, temos que dar um desconto.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Política [VÍDEO] PARA AJUDAR LULA: Alcolumbre tira PEC da Segurança de pauta e bate de frente com Rogério Marinho

Sábado, 16 de outubro de 2026

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou nesta quinta-feira (15) que retirou a PEC da Segurança Pública da pauta por decisão própria, sem atender a um pedido do governo. A declaração provocou um confronto com o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN).

Marinho questionou em que se baseava a decisão. Alcolumbre reiterou que a retirada ocorreu por determinação da Presidência do Senado. Diante da resposta, o senador do PL perguntou se a medida se apoiava apenas no arbítrio do presidente da Casa. “Exatamente”, respondeu Alcolumbre.

“É bom saber que a gente precisa mudar esse regimento”, rebateu Marinho, em crítica à condução dos trabalhos no Senado.

O episódio ocorre em meio à disputa em torno da PEC da Segurança Pública, enquanto o PL se prepara para ampliar sua força no Senado a partir de 2027, quando deverá contar com a maior bancada da Casa, com 28 parlamentares. Marinho é cotado para disputar a Presidência do Senado na próxima legislatura.

FIM DA ESCALA 6X1: CNI prevê demissões, inflação e prejuízo de R$ 267 bilhões com redução da jornada

Sábado, 16 de outubro de 2026

Foto: Iano Andrade/CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alertou que o fim da escala de trabalho 6×1 poderá provocar demissões, aumento da inflação e perdas econômicas no Brasil. A manifestação ocorreu após o Senado aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais.

Segundo a entidade, a medida poderá elevar os custos de produção em até R$ 267,2 bilhões e provocar uma queda de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a R$ 76,9 bilhões.

O levantamento da CNI também projeta aumento médio de 6,2% nos preços ao consumidor. As compras em supermercados poderão ficar 5,7% mais caras, enquanto os produtos industrializados terão alta média de 6%. No setor de roupas e calçados, o aumento poderá chegar a 6,6%.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, criticou a aprovação da proposta durante o período eleitoral e afirmou que os impactos econômicos não foram devidamente avaliados.

“Lamentamos que a votação tenha sido feita sem mais debates com a sociedade brasileira e entendemos que os impactos dessa medida não foram devidamente mensurados”, declarou.

Alban também defendeu que o Congresso reavalie a proposta caso sejam confirmados os efeitos negativos previstos pela entidade, como perda de competitividade e aumento da inflação.

A Confederação argumenta que a redução da jornada, sem diminuição dos salários, exigirá adaptações nas escalas de trabalho e reorganização dos processos produtivos, aumentando os custos das empresas em um cenário de baixa produtividade, juros elevados e alta carga tributária.

Com informações do Metrópoles

Pesquisa que quase acertou o 1º turno, mostra número aterrorizante para Lula

Sábado, 16 de outubro de 2026

Não há mais dúvida.. Flávio Bolsonaro é o favorito e está pronto para ser o novo presidente do Brasil.

A pesquisa Palver - que na véspera do 1º turno apontou Flávio Bolsonaro com 47%, enquanto Lula registrava 43% (muito perto do resultado oficial 47,03% a 45,16%), acaba de lançar um novo levantamento.

Flávio registra 50% das intenções de voto enquanto Lula aparece com 49%.

Esta é a primeira rodada da Palver após o primeiro turno das eleições presidenciais. 

A pesquisa ouviu 5 mil pessoas por meio de questionários on-line, entre os dias 10 e 13 de outubro. O estudo tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08028/2026.

Fonte: Jornal da Cidade Onlinne

RETIRADA DE PAUTA: Impasse sobre maioridade penal trava votação da PEC da Segurança no Senado

Sexta, 16 de outubro de 2026

Marcos Oliveira/Agência Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), retirou da pauta desta quinta-feira (15) a PEC da Segurança. A votação foi adiada em meio à falta de acordo sobre propostas para incluir a redução da maioridade penal no texto.

A oposição quer permitir a responsabilização penal a partir dos 14 anos em determinados casos. Líderes do governo Lula ainda discutem como responder à iniciativa.

O senador Camilo Santana (PT-CE) apresentou uma emenda para reduzir a maioridade de 18 para 16 anos em crimes hediondos. A proposta, porém, também enfrenta resistência dentro do PT, onde parte dos parlamentares é contrária à inclusão da mudança neste momento.


Mercado eleva previsão de rombo do Governo para R$ 53 bilhões em 2026

Sábado, 16 de outubro de 2026

Reprodução

O mercado financeiro aumentou a previsão de déficit primário do Governo Federal para R$ 53,048 bilhões em 2026, segundo o Prisma Fiscal, divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Ministério da Fazenda. Em setembro, a estimativa era de R$ 52,27 bilhões. Na prática, a projeção indica que as despesas do governo devem superar a arrecadação em mais de R$ 53 bilhões, sem contar os juros da dívida pública.

O resultado importa porque, quando o governo gasta mais do que arrecada, precisa buscar recursos para cobrir a diferença, o que pode contribuir para o aumento da dívida pública. Uma dívida maior eleva a pressão sobre as contas futuras e pode dificultar a redução dos juros, além de limitar o dinheiro disponível para investimentos e serviços públicos.

O levantamento também aponta que a dívida bruta do Governo Feral deve alcançar 83,4% do PIB em 2026, acima da projeção de 83,2% feita no mês anterior. Para 2027, a estimativa é de 87% do PIB. O indicador mede o peso da dívida em relação ao tamanho da economia e ajuda a avaliar a capacidade do país de honrar seus compromissos.

Para o cidadão, a trajetória das contas públicas importa porque desequilíbrios persistentes podem aumentar o custo de financiamento do país e reduzir o espaço para gastos e investimentos no futuro.

Com informações da Revista Oeste

[VÍDEO] NO PROGRAMA ELEITORAL: Flávio expõe falas de Lula contra redução da maioridade penal

Sábado, 16 de outubro de 2026


O programa eleitoral de Flávio Bolsonaro exibido nesta quinta-feira (15) apostou no confronto direto com Lula ao resgatar declarações do presidente contrárias à redução da maioridade penal. A peça questiona a posição do petista diante de crimes cometidos por adolescentes e defende punições mais rigorosas para delitos graves.

O vídeo reúne falas de Lula em que ele critica a possibilidade de responsabilizar criminalmente jovens de 14, 15 e 16 anos como adultos. Em um dos trechos, o presidente afirma que apoiar a redução da maioridade penal seria “um crime contra o futuro deste país” e argumenta que adolescentes envolvidos em roubos não devem ser tratados simplesmente como bandidos.

Flávio Bolsonaro é defensor da redução da maioridade penal e que menores envolvidos em crimes como estupro, homicídio, sequestro e tráfico devem responder com punições proporcionais à gravidade dos atos, independentemente da idade.


O DESESPERO BATEU À PORTA: Diante do risco de derrota, governo Lula agora cogita propor redução da maioridade penal

Sábado, 16 de outubro de 2026

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Bastou o medo de perder a eleição bater à porta para fazer o PT abandonar uma velha bandeira do partido. A base do governo Lula avalia apoiar a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos, dentro da PEC da Segurança Pública.

A proposta surge depois de aliados de Flávio Bolsonaro (PL) apresentarem uma emenda mais ampla, reduzindo a maioridade para 16 anos em geral e para 14 em crimes hediondos. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, o movimento governista busca esvaziar a ofensiva da direita e evitar a perda de votos no segundo turno. A ideia, porém, divide os senadores petistas e ainda não tem consenso.

A ironia é que, há poucos meses, o discurso era bem diferente. Em março, o Ministério dos Direitos Humanos do governo Lula classificou a redução como “inconstitucional” e “ineficaz”. Em fevereiro, a bancada do PT afirmou que a mudança representava um “grave retrocesso jurídico, social e civilizatório”. Em 2015, todos os deputados petistas votaram contra a medida.

O engodo das pesquisas eleitorais prossegue no 2º turno: A “prostituição” dos institutos de pesquisa

 Sábado, 16 de outubro de 2026

George Gallup (1901-1984) é considerado o inventor da pesquisa de opinião moderna baseada em amostragem científica. Em 1936, acertou a vitória de Franklin Roosevelt contra Alf Landon, enquanto a concorrente "Literary Digest", que usava outros métodos, errou grosseiramente.

Desde então, a técnica de amostragem científica espalhou-se pelo mundo e tornou-se o padrão das pesquisas eleitorais. Mesmo assim, erros sistemáticos a favor de um lado do espectro político continuaram a ocorrer, especialmente a subestimação de candidatos de direita ou conservadores.

O que acontece quando as pesquisas erram? Nada, apenas perda de reputação e ceticismo do público. A imprensa tradicional não denuncia, desde que esses erros favoreçam a esquerda. Curiosamente, é um padrão que se repete no mundo inteiro.

Dá para confiar em pesquisas? Não há “punição” por errar a favor de um lado. Donald Trump foi subestimado nas eleições americanas em 2016, 2020 e 2024. Aqui no Brasil, quase todas as pesquisas erraram de 4 a 5 pontos a favor de Lula e contra Flávio Bolsonaro, em falhas sistemáticas relevantes. O padrão se repetiu em relação a 2018 e 2022.

A Quaest — que deu Marina e Tebet empatadas com Derrite e do Prado, que deu Benedita (que não conseguiu eleger-se) em primeiro lugar no Rio de Janeiro, que deu Eduardo Paes 10 pontos à frente de Douglas Ruas (que foi eleito no primeiro turno) — acaba de vaticinar, em 14 de outubro, empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno, tanto em votos totais como em votos válidos: Flávio Bolsonaro 46%, Lula 44%, branco/nulo 9%, indecisos 1% (e, nos votos válidos, 51% para Flávio e 49% para Lula). Usei o termo “vaticinar” porque esses institutos parecem favorecer a profecia à estatística.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) promete uma CPI dos institutos de pesquisa. No dia 5 de outubro de 2026, logo após o primeiro turno, ele postou no X:

“Em Minas, o Datafolha deu 5 pontos pra Lula na frente. Terminou Flávio 5 pontos na frente do Lula. Prometi e lutarei pra isso: faremos a CPI dos institutos de pesquisa ano que vem.”

Os institutos de pesquisas aqui no Brasil ignoram propositadamente o que já mudou no segundo turno. Partidos e lideranças que não haviam declarado apoio formal a Flávio no primeiro turno passaram a apoiá-lo no segundo, o que representa mais votos para ele. A União Brasil e o Progressistas (PP), que ficaram neutros no primeiro turno, formalizaram apoio por unanimidade das executivas. O Republicanos, que não integrava a coligação, anunciou adesão após o resultado, com articulação de Tarcísio de Freitas. O Novo, que tinha candidato próprio (Romeu Zema), formalizou o apoio depois da declaração individual de Zema. O Podemos, neutro no primeiro turno, também fechou com Flávio.

O MDB ficou dividido: 17 diretórios anunciaram apoio a Flávio e 10 ficaram com Lula. O PSD manteve neutralidade oficial, com o apoio individual mais relevante vindo de Ronaldo Caiado. Além deles, Augusto Cury (Avante) e Clariana Barão (DC) também se posicionaram a favor de Flávio.

No Norte, Flávio recebeu apoio de governadores eleitos ou candidatos no Pará (Dr. Daniel, do Podemos), Rondônia, Roraima, Acre e Tocantins (em ambos os casos, os dois candidatos ao governo), além da estrutura do PL no Amazonas. No Nordeste, o apoio se concentra na estrutura do PL e em aliados locais, como Cabo Gilberto Silva e Efraim Filho (PB), André Fernandes (CE) e Marcelo Queiroga (PB).

Até o momento, nenhum partido ou candidato relevante que estava indeciso ou neutro anunciou apoio formal a Lula no segundo turno. Os apoios que Lula recebeu vieram de legendas de esquerda que já estavam alinhadas a ele (ou a seus candidatos) no primeiro turno.

Façam as contas. Dia 25 é 22.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Esvaziado nas urnas, Janones surta ao vivo com o alcance de Nikolas (veja o vídeo)

Sábado, 16 de outubro de 2026

O deputado André Janones (Rede-MG) reclamou nesta quarta-feira (14), em entrevista na TV, do alcance do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) nas redes.

Ao defender o “Exército do Lula”, seu canal no WhatsApp tirado do ar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Janones disse que Nikolas tem muito mais gente sob o seu comando.

Segundo ele, quando Nikolas usava esse poder contra a imprensa, a Justiça e o governo, “inventando mentiras sobre o PIX”, ninguém reclamava.

“Estava tudo bem”, ironizou.

Para Janones, agora que o lado dele reage, os adversários “tentam vencer no tapetão”. Ele também falou em “tratamento desigual” entre as campanhas.

O detalhe está nas urnas.

Em 4 de outubro, Nikolas recebeu 3.119.318 votos em Minas Gerais e foi o deputado federal mais votado. Janones se reelegeu com 78.777 votos, cerca de 67% a menos do que em 2022.

O alcance, pelo visto, incomoda.

Veja o vídeo:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

A casca de banana no caminho de Lula

 Sábado, 16 de outubro de 2026

A coragem de luladasilva é notória.

Dito isso, é provável que sua campanha deve estar planejando, para os próximos dias, uma queda de lula. Até sábado sem falta.

O velho bravateiro deverá escorregar na casca de banana plantada maldosamente por Flávio Bolsonaro em seu banheiro, bater violentamente a bunda no chão e lesionar as nádegas.

Como a dita casca foi aparecer milagrosamente no banheiro do reizinho ninguém sabe, mas é apenas detalhe descartável.

janjadasilva, cuidadora dedicada, levará correndo o gajo ao Sírio Libanês.

Lá, será constatado que a casca de banana veio completa, com banana e tudo, e a lesão pode ser mais profunda do que o imaginado.

Sendo assim, por ordem médica, será submetido a exames que durarão dois ou três dias, e deverá permanecer internado.

A internação deve durar, preferencialmente, até a próxima segunda feira.

Quando tiver passado o debate da Band.

Para dar o tom dramático, lula gravará videozinho berrando pelos corredores do hospital:

-Quero ir no debate!!!
-Quero ir no debate!!!

CASO MASTER: STF é alertado sobre possível desvio de R$ 12 milhões em recursos bloqueados

Sábado, 16 de outubro de 2026

Fotos: Reprodução

O STF foi alertado sobre uma possível dilapidação de patrimônio da Moriah Asset, empresa de Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro. Os ativos da empresa foram bloqueados durante as investigações da Polícia Federal sobre o banco. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (15) pela coluna Radar, da revista Veja.

A defesa da Moriah acionou o STF na quarta-feira (14), alegando que a participação da empresa na Prana Indústria e Comércio de Alimentos, avaliada em R$ 12 milhões, foi retirada indevidamente de seu patrimônio.

Segundo os advogados, a Prana teria aproveitado o bloqueio judicial dos ativos da Moriah para promover alterações societárias e excluir a empresa de seu quadro de sócios. A operação teria sido justificada como uma medida de simplificação administrativa, redução de custos e adequação das regras de governança.

A defesa sustenta que a exclusão ocorreu pouco mais de dois meses após a decisão do STF que determinou o bloqueio dos bens. Os advogados afirmam que a mudança resultou na apropriação de praticamente todo o valor patrimonial que a Moriah detinha na sociedade.

Ainda segundo a petição, a Prana teria criado regras de exclusão por justa causa com base nas investigações criminais em andamento, além de promover uma avaliação unilateral que reduziu o valor dos ativos da Moriah.

Diante da situação, os advogados pediram ao STF a suspensão dos efeitos da exclusão societária, o depósito judicial da diferença de valores e a nomeação de um administrador independente, sem vínculos com o Grupo Master, para proteger o patrimônio da empresa e garantir o cumprimento de obrigações trabalhistas.


URGENTE: Prints vazam e revelam que Vorcaro editava textos do site Metrópoles antes de irem ao ar

Sexta, 16 de outubro de 2026

O portal UOL acaba de soltar uma bomba.

Segundo o artigo, Daniel Vorcaro editava textos do site Metrópoles antes de irem ao ar.

Eis o que diz o UOL:

A direção do portal Metrópoles submetia a Daniel Vorcaro reportagens antes de serem publicadas, atendia pedidos dele de edição nos textos e sugeria matérias que pudessem favorecer os negócios do Master, mostram mensagens extraídas pela PF (Polícia Federal) no celular do ex-banqueiro.

A linha direta entre Vorcaro e a CEO do grupo Metrópoles, Lilian Tahan, foi estabelecida em 2024, ano em que o Master fechou um contrato de publicidade de R$ 20 milhões com o portal.

Nos meses seguintes, o então banqueiro passou a ler e editar matérias sobre o Master antes de irem ao ar e ser consultado sobre o teor de reportagens que poderiam lhe interessar.

Pelo menos 14 textos do site foram enviados previamente a Vorcaro, segundo levantamento do UOL. E 11 deles foram alterados após pedidos feitos pelo então banqueiro. Há também registros de duas reportagens publicadas a pedido do dono do Master.

"Se tiver alguma incorreção, me avise!! Não publicarei sem nos falarmos", escreveu Lilian Tahan ao enviar a Vorcaro um perfil sobre ele, em abril de 2025.

Questionada sobre o envio de textos para Vorcaro ler, Lilian respondeu que "checar com a fonte se a matéria reflete o contexto passado para o veículo é uma prática que adoto com personalidades empresariais, da política e do Judiciário".

Lilian também afirma que o contrato de publicidade do Master com o Metrópoles não tinha nenhuma relação com a cobertura de interesse do banco: "Basta ver a quantidade de matérias publicadas pelo Metrópoles expondo a situação das empresas de Vorcaro, tais como Banco Master, Ambipar, Fictor, Oncoclínicas dentre outras", afirma.

"Coisa mais importante"

A relação entre o então banqueiro e o portal de notícias se iniciou em maio de 2024, quando Guilherme Barros, que então atuava como consultor de Vorcaro, levou Tahan a um café com ex-banqueiro.

"A Lilian gostou muito de vc. Foi muito bom ter te colocado com o Luis Estevão. Eu tenho o contato dele, mas acho melhor ela mesmo fazer essa ponte, concorda?", escreveu Barros no dia seguinte ao encontro, em referência ao dono do Metrópoles, o ex-senador Luiz Estevão — condenado a 31 anos de prisão por desvio de recursos públicos, o empresário passou ao regime aberto em 2021 após cumprir parte da pena.

Um mês depois da reunião com Tahan, o Master pagou R$ 1 milhão ao site. Em julho, acertou o pagamento de outros R$ 900 mil para financiar projetos de "educação financeira" de duas empresas do grupo do Master, a seguradora Kovr e o banco digital Will.

Em novembro, Lilian Tahan enviou uma nova proposta. O valor fechado, segundo a diretora de marketing, Ana Matos, foi de R$ 20 milhões.

"Tá caro esse Metrópoles", disse Ana Matos em mensagem a Vorcaro. "Coisa mais importante [da] nossa vida é esse Metrópoles", respondeu o então banqueiro.

Dois dias depois, ele avisou: "Dei ok pra Lilian". "O valor que fechamos com o Metrópoles (20 mi) eu faço todo no CNPJ banco ou divido com Kovr e Will?", perguntou Ana.

Em 2025, o valor foi quitado pelo Master, que pagou ao site em parcelas de R$ 5 milhões, indicam as mensagens.

"Tiramos"

Em 2 de abril de 2025, Vorcaro reclamou de uma informação publicada sobre uma suposta oferta de compra de ativos do Master por R$ 1. "Proposta de 1 real nunca existiu!", escreveu. "Tiramos", respondeu Tahan.

O Master já enfrentava graves dificuldades financeiras. Dias antes, o BRB, banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal, havia anunciado a compra de 58% do capital do Master, operação de salvamento que foi imediatamente alvo de severas críticas e ainda precisava passar pela aprovação do BC (Banco Central) para ser concretizada.

No dia 9 de abril, Tahan escreveu a Vorcaro dizendo que queria enviar a ele um documento que havia chegado ao time do Metrópoles. "Aí depois se quiser eu comento como chegou", disse a CEO, que combinou o envio de uma cópia física do documento.

Tahan voltou a procurar o banqueiro pelo WhatsApp no dia seguinte com uma sugestão de pauta. "Me diga o que acha: um comparativo entre o balanço dos bancos. Ajuda ou atrapalha?", perguntou a Vorcaro, referindo-se a uma reportagem que trouxesse os dados de Master e BRB. "Pode ser bom! Eu conseguiria dar uma olhada antes pra checar os dados", respondeu o ex-banqueiro. "Claro!", afirmou Tahan. O texto foi publicado no mesmo dia após ser submetido a Vorcaro.

Em maio, Tahan enviou a ele o texto de uma reportagem sobre a venda de ativos do banco ao BTG Pactual. "Pode retirar Hapvida do texto?", pediu Vorcaro. Tahan aceitou.

Vorcaro também opinou sobre reportagens a respeito de Renato Gomes, diretor do BC responsável naquele momento por analisar a compra do Master pelo BRB - com visão crítica, Gomes posicionou-se mais tarde contra a operação, o que empurrou o Master para a liquidação extrajudicial.

Em agosto de 2025, Tahan mandou a Vorcaro uma entrevista com o ex-presidente do BC Roberto Campos Neto, que citava Gomes. "Acho que o texto ta otimo. Mas eu nao falaria tanto do renato, concentraria essa materia no roberto. Senao perdemos o suspense da batida dele! Guardaria essa parte do texto sobre o renato pra materia dele!". O pedido foi atendido.

Dias depois, Tahan enviou um perfil do diretor, intitulado "Técnico ou político? Quem é Renato Gomes". "Eu retiraria a parte de falência do banco", escreveu Vorcaro. Ele também sugeriu dizer "que há um racha no Bacen e Renato estaria contra".

O banqueiro propôs ainda incluir "especulações de que, após seu mandato, estaria de malas prontas pra um dos bancões". Todas as solicitações foram atendidas. "Vamos publicar, ok??", respondeu Tahan.

No dia seguinte, ela mandou a Vorcaro um texto sobre um projeto que permitiria ao Congresso demitir diretores do BC. "Tiraria a última frase", respondeu ele.

Questionada sobre quem sugeriu a reportagem sobre Gomes, Lilian afirmou que ele "tornou-se personagem relevante por ter se posicionado de forma contrária à aquisição do Master pelo BRB, valendo lembrar que o BRB é o banco estatal de Brasília e o assunto sempre foi de grande interesse para um veículo que, prioritariamente, cobre os assuntos da capital federal."

"Deixa comigo"

Ainda em agosto de 2025, Vorcaro pediu a Tahan que reduzisse a cobertura do Metrópoles sobre Ricardo Cappelli, pré-candidato da oposição ao governo do DF que criticava a compra do Master pelo BRB.

"Esse Cappelli, você não consegue dar uma freada essa semana? Depois ele volta!", escreveu. "Deixa comigo", escreveu a diretora do Metrópoles.

Perguntada sobre esse episódio, Lilian disse que Luiz Estevão "sempre foi um crítico ferrenho da compra do Master pelo BRB e, inclusive, forneceu a Cappelli várias análises sobre problemas detectados em balanços do BRB que demonstravam a inviabilidade da operação".

Em 17 de novembro de 2025, dia em que Vorcaro foi preso, Lilian mandou ao então banqueiro uma última mensagem. Eram textos sobre a venda do Master à Fictor antes que fossem ao ar. "Publicada hahahaha", escreveu a CEO do Metrópoles, após atender os pedidos de Vorcaro e mexer no texto.

Você pode ver os prints no UOL.

Fonte: Jornal da Cidade Online


Aliados aconselham Flávio a fazer mais críticas a Moraes e Lulinha na campanha

Sábado, 16 de outubro de 2026

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) foi aconselhado por aliados a voltar a citar Alexandre de Moraes e Lulinha, filho do presidente Lula (PT), nos discursos do segundo turno. De acordo com a coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles, a orientação busca manter os apoiadores mobilizados e fazer o candidato pautar o debate eleitoral.

Uma ala do bolsonarismo reclama que o resultado do primeiro turno criou um clima de “já ganhou” em parte da campanha. Na avaliação desses aliados, enquanto Lula apresenta propostas como o fim da escala 6×1, Flávio tem concentrado esforços em responder a ataques.

De acordo com a coluna, o senador sinalizou que pretende seguir o conselho na agenda desta quinta-feira (15), em Minas Gerais, durante o chamado “Bloquinho do 22”.


Contato : (84) 9 9151-0643

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