martins em pauta

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Planalto "estremece" e tudo o que aconteceu nesse dia é revelado

 Segunda, 11 de maio de 2026



O silêncio nos corredores do Palácio do Planalto na última semana não era de reflexão, mas de choque. Em um intervalo de poucos dias, o governo Lula sofreu duas derrotas retumbantes que, somadas, representam muito mais do que um revés legislativo: são o sintoma de que o poder absoluto que o petismo tentava consolidar encontrou um limite intransponível na realidade política e na resistência institucional.

Fonte: Jornal da Cidade Online

PM usa bombas, ‘corredor polonês’ e gás para desocupar reitoria da USP

Segunda, 11 de maio de 2026

Foto: Guilherme Farpa/Divulgação

A Polícia Militar de São Paulo desocupou, na madrugada deste domingo (10), a reitoria da USP, ocupada por estudantes desde a última quinta-feira (7).

A operação começou por volta das 4h15 e contou com o uso de bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e cassetetes. Segundo vídeos divulgados e relatos dos estudantes, policiais militares formaram um tipo de “corredor polonês” na entrada principal da reitoria e agrediram alunos enquanto eles deixavam o saguão ocupado. Ao menos cinco alunos ficaram feridos.

Procuradas por email às 8h deste domingo, a PM e a SSP (Secretaria da Segurança Pública) ainda não se manifestaram a respeito da ação.

Cerca de 35 policiais militares participaram da ação, que durou aproximadamente 15 minutos. Quatro estudantes foram detidos e encaminhados ao 7º Distrito Policial. Após a desocupação, equipes da PM permaneceram dentro do prédio da USP.

Em nota, os estudantes afirmaram que o reitor Aluísio Segurado teria acionado a polícia, que “violentamente expulsou os estudantes que lutavam por melhores condições”.

“Com escudos, cacetetes, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, a polícia deixou dezenas de estudantes feridos (sic). Essa ação desmascara a fachada de democrático que o reitor tenta pintar. Os estudantes pediam pelo diálogo e uma mesa de negociação com o reitor e essa é a resposta que recebemos”, continuou o comunicado.

Em imagens divulgadas pelos estudantes, policiais militares aparecem formando um corredor na entrada principal da reitoria, golpeando alunos com cassetetes enquanto eles deixavam o saguão.

Segurado afirmou na sexta (8) que não iria reabrir negociações com os estudantes em greve após a invasão do prédio da reitoria.

“Abrir negociação novamente para uma proposta que já foi apontada como proposta final da universidade, do ponto de vista das suas possibilidades orçamentárias, não nos é possível fazer”, disse em entrevista a jornalistas.

Ainda na sexta, a Polícia Militar havia fechado os acessos da rua da Reitoria da USP (Universidade de São Paulo), cercado o prédio ocupado pelos estudantes e cortado a energia elétrica e a água do prédio.

Folhapress

[VÍDEO] “Supermaconha” avaliada em R$ 7 milhões é apreendida em mudança no Seridó

Segunda, 11 de maio de 2026

Imagens: Divulgação/PRF

Uma carga de aproximadamente 876,9 kg de skunk, conhecida como “supermaconha”, avaliada em cerca de R$ 7 milhões, foi apreendida durante uma operação conjunta da PRF, da Receita Federal e da Polícia Civil em Campo Redondo, no Seridó potiguar. A droga estava escondida em um caminhão de mudança.

O veículo transportava uma suposta mudança residencial oriunda do estado do Amazonas, pela BR-226, quando foi localizada pelos policiais durante a inspeção no compartimento de carga. No local, foram encontrados centenas de tabletes de skunk escondidos entre móveis e objetos domésticos.

O condutor do caminhão, um homem de 57 anos, foi preso em flagrante por tráfico interestadual de drogas. O caso segue sob investigação para identificação de outros possíveis envolvidos na logística do transporte.

O skunk é uma versão mais potente da maconha, com maior concentração de THC, o que eleva seu valor no mercado ilegal e torna a carga alvo de operações interestaduais do tráfico.

Fonte: Blog do BG

 

 

Um em cada cinco eleitores brasileiros já foi alvo de tentativa de compra de voto, diz pesquisa Ipsos-Ipec

Segunda, 11 de maio de 2026

Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senad

Pesquisa da Ipsos-Ipec mostra que 22% dos brasileiros afirmam já ter recebido oferta para vender o voto em algum período eleitoral. O levantamento foi encomendado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

Segundo a pesquisa, vereadores aparecem como os principais responsáveis pelas abordagens, citados por 59% dos entrevistados que relataram tentativa de compra de votos. Prefeitos foram mencionados por 43%.

O estudo também aponta que a prática é percebida como frequente por grande parte da população. Para 39% dos entrevistados, a compra de votos acontece “sempre” em suas cidades. Outros 30% afirmam que ocorre “frequentemente” ou “às vezes”.

Além da oferta direta de dinheiro, especialistas alertam que favores como consultas médicas, acesso facilitado a benefícios sociais, festas e distribuição de alimentos também podem configurar compra de votos, embora muitos eleitores não reconheçam essas práticas como crime.

O Nordeste apresentou o maior índice de pessoas que disseram já ter recebido propostas para vender o voto, com 32%, acima da média nacional.

A pesquisa revelou ainda que a maioria da população não sabe como denunciar o crime. Cerca de 62% afirmaram desconhecer os canais de denúncia, enquanto 52% disseram não se sentir seguros para relatar os casos às autoridades.

A compra de votos, chamada legalmente de “captação ilícita de sufrágio”, pode levar a pena de até quatro anos de prisão. As denúncias podem ser feitas por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, além de delegacias e Ministérios Públicos.

A pesquisa foi feita pelo Ipsos-Ipec entre 4 e 8 de dezembro do ano passado, com 2000 entrevistas em 131 municípios. O nível de confiança utilizado é de 95%. A margem de erro para as perguntas que englobam toda a amostra é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


Arco do Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis em Patu é demolido após ser atingido por veículo

Segunda, 11 de maio de 2026

Foto: Reprodução

O arco do Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, em Patu, precisou ser demolido na manhã de sábado (9) após ser atingido por um veículo.

Segundo a Guarda Civil Municipal de Patu, o acidente ocorreu por volta das 9h40. Quando as equipes chegaram ao local, o veículo já havia deixado a área. Moradores relataram que o automóvel envolvido seria um caminhão.

A estrutura, considerada um dos principais símbolos históricos e religiosos da cidade, sofreu danos que comprometeram sua estabilidade. Por risco de desabamento, a área foi isolada e o arco acabou demolido por questões de segurança.

Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte informou que orientou o isolamento do local e o acionamento da equipe de engenharia da prefeitura para avaliação da estrutura.

Moradores lamentaram a destruição do monumento, que dá acesso à barragem e à serra do município.

Segundo informações iniciais, o arco deverá ser reconstruído. Pedras da estrutura foram numeradas para preservar ao máximo as características originais do monumento durante a futura obra.

Fonte: Blog do BG

Decisão de suspender dosimetria expõe regime de exceção imposto por Moraes, denuncia advogado (veja o vídeo)

Segunda, 11 de maio de 2026



Ele lembrou que colocaram uma das figuras mais controversas da política nacional para ser o relator do projeto de anistia. 

“Paulinho da Força teve a audácia de esvaziar o significado do projeto aprovado e transformá-lo em dosimetria, com apoio de Aécio Neves e Michel Temer. 
E foram aconselhados por Moraes...”, apontou. 

Carmona questionou se ainda vivemos em uma democracia:

“É um regime de exceção. O objetivo não é jurídico, é a manutenção de uma hegemonia, tanto quanto um tribunal revolucionário, eles pegam processos e congelam, como o Inquérito das Fake News, que se arrasta há sete anos”, ressaltou. 

Veja o vídeo: 

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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