martins em pauta

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Vorcaro procura novo advogado visando terceira proposta de delação premiada

Segunda, 22 de junho de 2026

Foto: reprodução

Familiares de Daniel Vorcaro procuraram, na última semana, escritórios de advocacia em Brasília em busca de um novo advogado para assumir a defesa do empresário e dono do Banco Master.

Segundo informações da CNN, a estratégia tem como objetivo avançar nas negociações de um acordo de delação premiada. Vorcaro prepara uma terceira proposta de colaboração após duas tentativas terem sido rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.

Pessoas próximas afirmam que a possibilidade de retorno à prisão levou o empresário a buscar reforço jurídico e acelerar as tratativas com as autoridades, de acordo com informações do blog da jornalista Larissa Rodrigues, da CNN Brasil.

Atualmente, a defesa é conduzida por Sérgio Leonardo, ex-presidente da OAB de Minas Gerais. Antes dele, Vorcaro já havia trocado de advogado em outras duas ocasiões.

De acordo com aliados, a nova proposta deverá incluir documentos e informações considerados mais consistentes. A expectativa é de que o material seja entregue à Polícia Federal nos próximos dias.

Nos bastidores, Vorcaro avalia que houve resistência das autoridades em relação ao conteúdo apresentado até agora. Já investigadores afirmam que qualquer eventual acordo dependerá da apresentação de informações relevantes, comprovadas e abrangentes.

Integrantes da Polícia Federal também demonstram cautela sobre a possibilidade de a nova proposta trazer elementos inéditos em relação às tentativas anteriores.


Lula é encurralado por André Mendonça e vergonhosamente "recua"

Segunda, 22 de junho de 2026




A medida representa um recuo em relação ao movimento iniciado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para convocar de volta policiais federais cedidos a outros órgãos públicos. Conforme informações divulgadas pelo SBT News, o STF ficará temporariamente fora da lista de instituições que poderiam ser afetadas pela recomposição do efetivo da corporação.

Nos bastidores, integrantes do governo Lula afirmam que a permanência dos delegados no Supremo busca evitar impactos em investigações e análises processuais consideradas estratégicas. A avaliação é de que uma retirada imediata dos profissionais poderia comprometer a continuidade de trabalhos já em andamento.

A discussão teve início em abril, quando o Ministério da Justiça passou a revisar a situação de servidores da Polícia Federal que exercem funções fora da corporação. Oficialmente, a iniciativa foi apresentada como parte de um esforço para fortalecer o quadro operacional da PF, seguindo uma orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Entretanto, membros da Polícia Federal e do próprio Supremo interpretaram a movimentação de forma diferente. Entre as preocupações levantadas estava a possibilidade de afastamento do delegado Thiago Marcantonio Ferreira, assessor do gabinete do ministro André Mendonça desde 2025.

O delegado atua diretamente na análise de processos de grande repercussão, incluindo procedimentos relacionados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e investigações envolvendo o Banco Master. Sua eventual saída passou a ser vista como um dos principais pontos de tensão na discussão.

Além de Thiago Marcantonio Ferreira, outros quatro delegados da Polícia Federal permanecem cedidos ao STF. Eles exercem funções de assessoramento nos gabinetes dos ministros André Mendonça, Alexandre de Moraes e Luiz Fux.

Os ofícios encaminhados pelo Ministério da Justiça ao Judiciário solicitando o retorno de policiais federais ampliaram as especulações sobre os reais efeitos da medida. Nos bastidores, a iniciativa foi interpretada por alguns setores como uma possível tentativa de alterar a composição das equipes que atuam em investigações consideradas sensíveis.

Por outro lado, o governo sustenta que a decisão estava vinculada exclusivamente à necessidade de reforçar o efetivo da Polícia Federal em suas atividades institucionais. A justificativa, contudo, foi questionada pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).

A entidade argumentou que o número de delegados cedidos a outros órgãos é reduzido quando comparado ao contingente total da corporação e, por isso, teria impacto limitado na capacidade operacional da Polícia Federal.

Com o recuo do Planalto, os delegados atualmente lotados no Supremo permanecerão em suas funções enquanto o tema segue sendo analisado internamente pelo governo e pelas instituições envolvidas.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Bolsonaro entra em semana decisiva sobre manutenção de domiciliar; prazo de 90 dias vence na quarta-feira (24)

Segunda, 22  de junho de 2026

Foto: REUTERS/Mateus Bonomi

A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta questionamentos no STF (Supremo Tribunal Federal) a poucos dias do vencimento do prazo inicial de 90 dias, previsto para quarta-feira (24). A apreensão de uma arma registrada em seu nome colocou em dúvida a continuidade do regime concedido em março.

O recolhimento domiciliar humanitário foi autorizado após internação hospitalar para tratamento de broncopneumonia. Até então, a prorrogação era tida como possível, uma vez que não havia registros de descumprimentos significativos das condições impostas pelo Supremo.

Os desdobramentos do caso alteraram esse cenário. O principal dele foi a apreensão de uma pistola Glock, calibre 9 milímetros, registrada em nome de Bolsonaro, que estava em posse de um militar que atua no esquema de segurança do ex-presidente. A justificativa apresentada pelo militar durante a abordagem foi de que estaria levando o armamento para manutenção.

Na sexta-feira (19), o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso do STF, autorizou a PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) a colher o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre a arma.

A oitiva foi agendada para a próxima terça-feira (23), às 15h. Ao contrário da sugestão inicial da Polícia Civil, que havia acenado com a possibilidade de uma videoconferência, o ministro determinou que o ato seja realizado de forma presencial no endereço onde o ex-presidente cumpre a prisão domiciliar, em Brasília.

No despacho, Moraes assinalou que a modalidade presencial é obrigatória, visto que Bolsonaro tem restrição legal vigente para o uso de comunicações eletrônicas.

Além de marcar o depoimento, o ministro também abriu um prazo de 48 horas para que os advogados de Bolsonaro prestem esclarecimentos sobre as condições de cumprimento da prisão humanitária, concedida em março após internação por broncopneumonia.

A defesa deverá comprovar se houve a contratação de um profissional da área de saúde para o acompanhamento noturno do ex-presidente.

Os advogados também precisarão confirmar a informação de que os agentes de segurança oficiais cedidos a Bolsonaro por sua prerrogativa de ex-mandatário são dispensados diariamente no período da noite.

Na sexta-feira (19), o vice-líder do governo na Câmara, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), protocolou mais uma petição no STF pedindo a revogação imediata da prisão domiciliar e o retorno de Bolsonaro ao sistema prisional.

CNN Brasil

Soraya se encontra com petistas, diz "estou com vocês" e é escorraçada (veja o vídeo)

Segunda, 22 de junho de 2026

Em encontro com petistas ela foi escorraçada.

Mesmo dizendo "estou com vocês", a senadora foi xingada por militantes.

Veja: 

Contato : (84) 9 9151-0643

Contato : (84) 9 9151-0643