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quinta-feira, 9 de abril de 2026

VÍDEO: “UNIÃO”: Nikolas encontra Flávio Bolsonaro após atritos no PL e diz: “Somos o mesmo time”

Quinta, 9 de abril de 2026

Imagens: Reprodução/Instagram/Nikolas Ferreira

O deputado federal Nikolas Ferreira se encontrou nesta quarta-feira (8) com o senador Flávio Bolsonaro em evento político do PL em Brasília, e afirmou que as candidaturas do partido em Minas Gerais estarão alinhadas ao projeto político de Flávio. O mineiro destacou a necessidade de união dentro do partido e disse que todos estão do mesmo lado na disputa política nacional.

“Somos o mesmo time, com posições diferentes, mas contra o mesmo inimigo”, afirmou Nikolas, segundo registro divulgado pelo próprio deputado nas redes sociais.

O encontro ocorreu dias depois de atritos públicos envolvendo Nikolas e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo havia criticado o parlamentar mineiro e o acusado de colocar Flávio em uma “espiral do silêncio”, questionando o nível de apoio ao senador dentro do grupo político.

Após a repercussão do episódio, Flávio Bolsonaro também comentou o tema e afirmou que o confronto público não ajuda o campo político que integra. Segundo ele, o momento exige que divergências internas sejam deixadas de lado para priorizar objetivos políticos

Zema "abre fogo" contra Moraes

Quinta, 09 de abril de 2026




A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

Após ver a notícia, o pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, abriu fogo contra Moraes:

"O cerco está se fechando, e o intocável supremo me parece saber de algo que a gente AINDA não sabe…
Esse país é uma piada. Enquanto não tiver um presidente capaz de dar um choque de moralidade nesse Supremo, pode esquecer qualquer chance de acabar com essa farra."

Fonte: Jornal da Cidade Online 

Uma pergunta a Moraes: 'Delação do MAURO CID será anulada também?'

Quinta, 09 de abril de 2026



A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

O comentarista político Henrique Oliveira questionou:

"Por que pautar uma ação de 2021 agora em 2026, com a delação de VORCARO a caminho?
E a delação do MAURO CID?
Será anulada também?"

Ex-ministro de Bolsonaro aposta na vitória de Flávio e aponta estratégias para resgatar o Brasil (veja o vídeo)

 Quinta, 09 de abril de 2026



Atuando na campanha do pré-candidato Flavio Bolsonaro, Onyx apontou os erros brutais do governo Lula e o que pode ser feito para botar o Brasil de novo no rumo certo do desenvolvimento. 

Com apresentação de experiente jornalista Diogo Forjaz, o JCO Entrevista se destaca por trazer sempre convidados de peso, que contribuem com análises necessárias sobre o Brasil e o mundo. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online!

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Moraes se desespera e autoriza julgamento que pode restringir delações em meio ao caso Master

 Quinta, 09 de abril de 2026



A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

Na ação apresentada ao Supremo, o PT sustenta que o objetivo é “evitar delações que ofendem as garantias fundamentais individuais”. O partido também afirma:

“Objetiva-se coibir interpretações inconstitucionais que conduzam a práticas arbitrárias quando da aplicação do instituto da colaboração premiada”.

Entre os pontos levantados, a legenda pede que o STF estabeleça que uma delação, isoladamente, não seja suficiente para embasar medidas cautelares, o recebimento de denúncias ou até mesmo uma condenação. Além disso, argumenta que o fato de uma delação confirmar outra não deve ser considerado, por si só, como prova corroborativa válida.

O partido ressalta ainda que não pretende revisar casos específicos, mas sim buscar o reconhecimento da “incompatibilidade entre entendimentos e interpretações reiteradas na esfera jurisdicional que atentam contra preceitos fundamentais”.

Outro aspecto destacado pelo PT é a ausência de critérios claros na legislação sobre os benefícios concedidos aos delatores. Segundo a sigla, essa lacuna normativa acabou permitindo práticas amplas nas negociações. Nesse sentido, o texto afirma:

“Esse eloquente silêncio da Lei das Organizações Criminosas apenas reforçou práticas que já ocorriam desde antes de 2013: na ausência de expressa limitação legal ao que pode ser negociado, toda espécie de benefícios passou a ser ajustada no momento da negociação, como se não estivéssemos a tratar de matéria penal, de caráter público”.

Dessa forma, o julgamento no STF poderá estabelecer parâmetros mais objetivos para o uso das delações premiadas, tema que segue no centro de debates jurídicos e políticos no país.

Fonte: Jornal da Cidade Online

No DF, Polícia prendeu homem com arma de fogo e paca morta no início do ano

 Quinta, 09 de abril de 2026


A equipe realizava um ponto de bloqueio quando avistou um veículo realizar uma manobra brusca de retorno ao notar a presença policial. Após a ordem de parada, o condutor obedeceu e foi submetido à abordagem.

Durante a busca veicular, os policiais localizaram uma carabina calibre .22, um carregador contendo sete munições intactas, além de uma munição deflagrada. No interior do automóvel, também foi encontrado um animal silvestre abatido (paca). O condutor assumiu a propriedade do armamento e foi encaminhado à 20ª Delegacia, onde foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e crime contra o meio ambiente. Veja: 


Há poucos dias, a primeira-dama Janja compartilhou um vídeo nas redes sociais em que aparece organizando um almoço de Páscoa ao lado do petista Lula. O destaque do cardápio foi justamente a carne de paca, um roedor de grande porte considerado um animal silvestre no país.

Internautas, autoridades e militantes da causa animal passaram a questionar a procedência da carne utilizada. Em resposta, Janja declarou que se tratava de um “presente de um produtor legalizado”. Porém, ela não apresentou qualquer prova e até o momento o Palácio do Planalto não se manifestou.

Rodrigo Maroni, um dos maiores defensores dos animais do país, soltou o verbo:

"Quem deveria dar exemplo… está em silêncio. A paca é um animal silvestre protegido por lei ambiental no Brasil.
Se não houver comprovação de origem legal, podemos estar diante de um possível crime ambiental.
Por isso, eu vou levar essa denúncia ao Ministério Público Federal, à Procuradoria-Geral da República e ao IBAMA.
Porque proteger a fauna brasileira não é escolha. É obrigação."

Veja:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Vazam novas informações sobre os pagamentos milionários do Banco Master

Sexta, 09 de abril de 2026


Os valores são chocantes...

Leia o artigo na íntegra:

Documentos enviados pela Receita Federal à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado apontam repasses milionários do Banco Master, de Daniel Vorcaro, a escritórios de advocacia e empresas ligadas a Michel Temer (MDB), Antônio Rueda (União Brasil), Ratinho Junior (PSD), ACM Neto (União Brasil) e os ex-ministros Guido Mantega, Fabio Wajngarten, Henrique Meirelles e Ricardo Lewandowski.

Os dados obtidos pela Folha indicam que, de 2024 a 2025, o Master pagou R$ 18,5 milhões a Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central nos primeiros mandatos de Lula (PT) e ex-titular da Fazenda de Temer, e R$ 14 milhões à Pollaris Consultoria, empresa de Guido Mantega, ex-ministro na pasta econômica em gestões petistas.

O banco também informou pagamento de R$ 10 milhões ao escritório de advocacia de Temer em 2025 e R$ 6,4 milhões, desde 2023, a dois escritórios de Rueda, presidente nacional do União Brasil.

Duas empresas do grupo da família Massa, do apresentador Ratinho e do governador do Paraná, Ratinho Junior, também aparecem nos dados. A Massa Intermediação, de Ratinho, recebeu R$ 21 milhões de 2022 até 2025. O apresentador era um dos garotos propaganda do cartão de consignado do banco, o CredCesta. Já a Gralha Azul Empreendimentos e Participações, que pertence ao Grupo Massa, recebeu R$ 3 milhões em 2022, segundo o Master.

Em nota, a assessoria de imprensa do Grupo Massa afirmou que "construiu uma trajetória pautada por práticas amplamente reconhecidas pelo mercado com rendimentos declarados à Receita Federal, incluindo campanhas publicitárias e parcerias com diversas marcas e empresas". Ratinho Junior não quis se manifestar a respeito do pagamento de R$ 21 milhões.

Já Meirelles afirmou que prestou consultoria ao Master e encerrou seu contrato em julho de 2025. Temer afirmou ter recebido uma quantia menor por serviços prestados. A reportagem enviou mensagens ao telefone de Mantega no final da manhã desta quarta-feira (8) e também tentou contato por ligação, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Rueda disse que não confirma "informações baseadas em dados fiscais supostamente vazados de forma ilícita" e que o serviço prestado teve caráter estritamente técnico. "Todos os serviços prestados pelos escritórios são legais, contratados regularmente e com plena conformidade tributária", declarou em nota.

Constam ainda nos documentos da Receita pagamentos de 2022 a 2025 no valor de R$ 12 milhões à BN Financeira, empresa de Bonnie Bonilha, nora do líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

O senador também aparece na lista com o pagamento de uma quantia menor, de R$ 289 mil, como pessoa física. Wagner afirma que o valor é referente a rendimento de aplicação em conta de pessoa física, que não possui CNPJ e que nunca recebeu qualquer pagamento do Master. A BN Financeira diz que prestou serviços ao Banco Master mediante emissão de nota fiscal, entre 2022 e 2025.

Os dados da Receita mostram valores pagos pelo Master desde 2022, sem correção pela inflação, incluindo cerca de R$ 80 milhões em 2024 e 2025 para o escritório da mulher do ministro do STF Alexandre de Moraes, o Barci de Moraes Sociedade de Advogados, como revelou a Folha. Parte dos valores repassados pelo Master às empresas e políticos ficou retido por cobrança de impostos retidos na fonte.

A defesa de Vorcaro foi procurada, mas não se manifestou até a publicação deste texto.

A Lewandowski Advocacia recebeu ao menos R$ 6,1 milhões em pagamentos, que começaram em novembro de 2023. O escritório tem como sócios um filho e a mulher de Ricardo Lewandowski, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e da Justiça do governo Lula. Ele deixou a sociedade em janeiro de 2024, dias antes de entrar no governo. O ex-ministro diz que o escritório prestou serviços de consultoria jurídica ao Master.

O banco de Vorcaro pagou ainda R$ 5,45 milhões para a A&M Consultoria Ltda, empresa do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto, de 2023 até o último ano. A consultoria afirma que os serviços foram devidamente prestados e que não pode validar os valores mencionados.

A WF Comunicação, que pertence ao ex-secretário de Comunicação Social do governo de Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, recebeu ao menos R$ 3,8 milhões do banco de Vorcaro em 2025. Ele também é considerado por Aldo Rebelo (DC) como possível vice em uma chapa à Presidência. Wajngarten diz que integra a equipe de defesa de Vorcaro e que presta serviços para o ex-banqueiro.

A Folha procurou todos os nomes citados na reportagem como beneficiários de pagamentos declarados pelo Master. Temer afirmou que prestou serviços de mediação ao ser contratado pelo banco e que recebeu dois pagamentos, de R$ 5 milhões e de R$ 2,5 milhões.

A assessoria de Rueda foi contatada por meio de mensagens às 7h30 e às 9h39. O presidente do União Brasil também foi procurado por ligações entre 9h30 e 10h, mas não respondeu.

Meirelles afirmou que seu contrato tinha o objetivo de prestar consultoria em assuntos de macroeconomia e de mercado financeiro. "Eu não tinha o menor conhecimento das operações do banco, fiquei sabendo pelos jornais. No começo, eles demandavam mais meus serviços, depois passaram a demandar pouco e eu rescindi o contrato em julho de 2025", disse.

Em nota, a assessoria do ex-ministro Lewandowski diz que ele retornou à advocacia após deixar o STF, em abril de 2023, e se retirou do escritório ao assumir o Ministério da Justiça no ano seguinte. O escritório passou a ser controlado por sua família e manteve contrato com o Master.

"Além de vários outros clientes, prestava serviços de consultoria jurídica ao Banco Master. Ao ser convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Justiça de Segurança Pública, em janeiro de 2024, Lewandowski retirou-se de seu escritório de advocacia e suspendeu o seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil, como determina a legislação vigente", afirma.

A assessoria da empresa de ACM Neto, a A&M Consultoria, afirma que "os serviços mencionados pelo jornal foram contratados de maneira lícita, transparente, e devidamente prestados" e que não pode confirmar os valores "supostamente declarados à Receita Federal por não ter tido acesso a esses dados".

A nota afirma ainda que o contrato foi firmado quando os sócios da A&M não ocupavam cargos públicos. "Foi apresentada petição à PGR (Procuradoria-Geral da República) e ao STF na qual a A&M se coloca à disposição para prestar eventuais esclarecimentos e detalhes dos serviços prestados, assim como requereu que se apurasse o vazamento de dados fiscais sigilosos", diz.

Wajngarten afirmou à Folha que foi apresentado a Vorcaro no primeiro semestre de 2025 por meio dos advogados do ex-banqueiro dele e passou a integrar a equipe de defesa, da qual faz parte até o momento. O contrato tem cláusula de confidencialidade e, por isso, não foi tornado público.

A empresa de Bonnie Bonilha, BN Financeira, afirma que os serviços ao Master "tiveram por objetivo a prospecção e indicação de operações e convênios de crédito público e privado", mediante prestação de nota, e que os dois únicos sócios são Moisés Dantas e Bonnie Bonilha.

"Não existe qualquer investigação ou apuração policial quanto ao tema, pois não existe qualquer irregularidade. ⁠⁠Todos os recursos recebidos pela BN Financeira se deram de forma oficial, contabilizada e mediante emissão de nota fiscal, distribuídos formalmente aos sócios e declarados à Receita Federal", afirma em nota.

Vorcaro foi preso pela segunda vez no começo de março pela Polícia Federal sob suspeita de comandar um esquema de fraude e ameaças. Ele negocia um acordo de delação premiada.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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