martins em pauta

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

CASO MASTER: “Você é um anjo de luz em nossa vida”, disse Vorcaro ao presidente do Senado

Quarta, 30 de setembro de 2026

Fotos: Ton Molina/Agência Senado e Esfera Brasil/Reprodução

Uma conversa entre Daniel Vorcaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mostra o ex-banqueiro agradecendo pelo “carinho e apoio” e chamando o senador de “anjo de luz”. As mensagens foram trocadas pelo WhatsApp em 30 de março de 2025.

“Caro amigo, obrigado pelo carinho e apoio. Você é um anjo de luz em nossa vida”, escreveu Vorcaro.

Segundos depois, Alcolumbre enviou dois anexos, que não podem ser visualizados no conteúdo do celular de Vorcaro enviado pela Polícia Federal ao STF, e respondeu: “Sou seu irmão!!! Pra vida toda!!!”.

Vorcaro respondeu: “E eu seu. A qualquer tempo pra qualquer coisa. Nunca vou esquecer”.

O diálogo ocorreu dois dias depois de o BRB anunciar a compra de 58% do Banco Master. Segundo as informações, as primeiras mensagens encontradas pela PF entre Vorcaro e Alcolumbre são de outubro de 2023. Entre abril de 2024 e setembro de 2025, os dois também conversaram pelo menos oito vezes por chamadas de voz no WhatsApp.

MESMO SEM LULA: Flávio mantém ida ao debate da Globo apesar da pressão de aliados

Quarta, 30 de setembro de 2026

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) mantém a decisão de participar do debate da TV Globo, mesmo com a provável ausência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O confronto será realizado nesta quinta-feira (1º) e será o último antes do primeiro turno.

A decisão contraria aliados que defendem a ausência do candidato do PL caso Lula não compareça. A avaliação do grupo é que, sem o petista, Flávio poderá virar o principal alvo dos demais presidenciáveis e sofrer desgaste na reta final da campanha.

Apesar da pressão, o senador segue disposto a participar. “Até agora nós vamos ao debate”, afirmou Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio.

A Globo prevê manter uma cadeira vazia para cada candidato ausente. Pelas regras acertadas, os participantes poderão, inclusive, dirigir perguntas a quem não comparecer.

Com informações da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Nunes Marques vê ataque “inconsequente” de Lula ao TSE e manda remover vídeo após fala do presidente sobre “Tribunal Eleitoral querer falcatrua”

Quarta, 30 de setembro de 2026

Foto: AFP e Reprodução

O presidente do TSE, Nunes Marques, determinou a remoção de um vídeo de um comício em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o Tribunal Eleitoral poderia cometer uma “falcatrua”. A decisão atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Durante ato em Teresina, no dia 8 de setembro, Lula afirmou “que não venha, que não venha os americanos querer influir nas nossas eleições, que não venha o Tribunal Eleitoral querer falcatrua, porque a gente sabe o que eles são capazes”.

Para Nunes Marques, a declaração foi um ataque “inconsequente” à Justiça Eleitoral, em uma fala “vazia, desprovida de dados ou informações”. Segundo o ministro, Lula utilizou sua influência para “disseminar o descrédito” contra o TSE.

“A fala impugnada é vazia, desprovida de dados ou informações e se vale da influência do representado perante o grande público presente no comício para disseminar o descrédito contra a Justiça Eleitoral. Não há qualquer base fática nela”, afirmou Nunes Marques.

O presidente do TSE também afirmou que a declaração não se limitou a uma crítica à atuação do tribunal, mas representou uma “imputação implícita de conduta fraudulenta ao órgão responsável pela organização das eleições”.

A decisão é provisória. A campanha de Lula e o Ministério Público Eleitoral ainda terão prazo para se manifestar antes da análise definitiva do caso pelos demais ministros do TSE.

ROMBO: Governo central registra déficit de R$ 13,6 bilhões em agosto

Quarta, 30 de setembro de 2026

Foto: Adobe Stock

As contas do governo central fecharam agosto no vermelho, com déficit primário de R$ 13,6 bilhões, informou o Tesouro Nacional nesta terça-feira (29). O resultado reúne as contas do Tesouro, da Previdência Social e do Banco Central.

O déficit foi menor que o previsto pelo mercado, cuja mediana apontava resultado negativo de R$ 14,15 bilhões. Também houve melhora em relação a agosto de 2025, quando o déficit foi de R$ 15,6 bilhões.

Em agosto, as despesas do governo cresceram 1,9% acima da inflação em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto as receitas aumentaram 3,5%. A arrecadação com impostos e contribuições federais somou R$ 241,96 bilhões.

No acumulado de 2026 até agosto, o déficit primário chega a R$ 94,87 bilhões. Em 12 meses, o resultado negativo soma R$ 68,7 bilhões, equivalente a 0,53% do PIB.

A meta fiscal para 2026 prevê superávit primário de 0,25% do PIB, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para mais ou para menos.

Escudo das Américas: como a guerra ao narcoterror pode mudar o cenário político mundial

Quarta, 30 de setembro de 2026


O narcotráfico e o consumo de drogas ilícitas geram um prejuízo global estimado em centenas de bilhões de dólares anuais e são responsáveis por aproximadamente 600 mil mortes por ano no mundo. Segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) a expansão do mercado de drogas sintéticas e o fortalecimento de facções criminosas têm agravado os custos de saúde, segurança e economia global. Na prática, são milhões de famílias destruídas e um sistema que se retroalimenta com recursos do crime.

O Escudo das Américas, uma coalizão de segurança criada em março de 2026 sob a liderança de Donald Trump, é uma iniciativa para justamente tentar frear o avanço do narcoterror. A aliança reúne 19 países latino-americanos e caribenhos em torno de uma agenda comum de combate ao crime organizado, ao narcotráfico, à imigração irregular e à influência de potências externas na região, especialmente a China. Os países que integram a aliança são: Argentina, Bahamas, Belize, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Trinidad e Tobago; além dos Estados Unidos.

Brasil e México, as duas maiores economias da América Latina e comandados por governos de esquerda, foram contra a iniciativa e decidiram não aderir ao acordo, apesar de abrigarem organizações criminosas de grande porte em seus territórios.

Em setembro de 2026, o Escudo das Américas divulgou uma declaração conjunta designando 24 facções criminosas como narcoterroristas. Entre elas estão o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), as duas maiores organizações do crime organizado brasileiro. A lista inclui também cartéis de países como México, Venezuela e Equador. As medidas previstas incluem o congelamento de ativos, restrições de vistos e imigração para pessoas ligadas a esses grupos, e a responsabilização de quem oferecer apoio material ou logístico.

O documento também propõe levar o tema à Organização dos Estados Americanos (OEA) e discute a possível reativação do Tratado Interamericano de Assistência Mútua (TIAR), um acordo da Guerra Fria que trata agressão a um país do continente como agressão a todos.

‘Nossos criminosos’

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliou que a declaração do Escudo das Américas extrapola o combate ao crime organizado e abre brecha para ampliar a influência norte-americana na América Latina.

A leitura no Palácio do Planalto é de que o texto é muito grave e funciona como porta de entrada para uma reedição da doutrina Monroe. Há o entendimento de que o crime organizado é só o 1º tema a ser tratado dessa forma, abrindo precedente para Washington interferir em outras pautas estratégicas regionais, como a regulação de big techs, a presença chinesa na infraestrutura local e o controle sobre minerais críticos.

Horas antes de a declaração ser divulgada, Lula já havia respondido ao tema na abertura da Assembleia Geral da ONU. Disse que o Brasil tem seus próprios instrumentos contra o crime organizado – caso da Lei Antifacção e da operação Carbono Oculto – e rejeitou qualquer papel externo na segurança das fronteiras brasileiras.

https://www.poder360.com.br/poder-governo/governo-lula-ve-escudo-das-americas-como-brecha-para-os-eua-na-regiao/

Fonte: Jornal da Cidade Online

[VÍDEO] TODOS CONTRA O PT – “CHEGOU A HORA DE APOSENTAR LULA”: Pablo Marçal declara apoio a Flávio e entra na campanha

Quarta, 30 de setembro de 2026


Pablo Marçal declarou, nesta terça-feira (29), apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e anunciou que passará a integrar a campanha na reta final do primeiro turno.

“Chegou a hora de aposentar o Lula. Tem uma alternância de poder e hoje eu estou integrando a equipe com muita honra. Eu confio no Flávio”, afirmou Marçal durante um evento de jiu-jitsu, em São Paulo.

Flávio afirmou que tem “pontos de divergência” com Marçal, mas que são questões pequenas “diante do perigo que o Brasil corre com Lula”. “Estamos conversando com todo mundo que queria vestir a camisa do Brasil”, declarou.


Nunes Marques age diretamente nas pesquisas e aplica novas exigências

 Quarta, 30 de setembro de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alterou, neste mês, o questionário utilizado para o registro de pesquisas eleitorais. A medida foi adotada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, e estabelece novas exigências para a apresentação de informações metodológicas dos levantamentos.

As alterações entrarão em vigor em 5 de novembro, um dia após o primeiro turno das eleições. Segundo o TSE, o objetivo é tornar os dados das pesquisas mais padronizados e detalhados, permitindo maior transparência sobre os procedimentos empregados pelos institutos.

A partir da mudança, todos os levantamentos deverão seguir um questionário de nove páginas. Entre as novas informações exigidas estão os municípios nos quais as entrevistas foram realizadas e o registro preciso da data e do horário de início e término da coleta.

Os institutos também deverão apresentar dados relacionados à representatividade e à composição da amostra, incluindo a descrição da população pesquisada, a classificação do plano amostral, o tamanho projetado da amostra, o nível de confiança e a margem de erro máxima esperada.

Outro conjunto de exigências envolve os procedimentos de campo. Será necessário informar qual base ou método foi utilizado para alcançar os eleitores, além de indicar se a aplicação das entrevistas contou com recursos como áudios, vídeos ou imagens.

A estrutura do questionário também passará a ser detalhada. Os institutos deverão informar, por exemplo, a ordem em que as perguntas foram apresentadas aos entrevistados.

Em documento que formaliza as alterações, Kassio Nunes Marques afirmou que os “aprimoramentos” implementados no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais, conhecido como PesqEle, têm como finalidade ampliar a padronização e o nível de detalhamento das informações metodológicas.

Atualmente, a plataforma permite consultar informações como metodologia, período de realização do levantamento, tamanho da amostra, margem de erro, estatístico responsável e o questionário utilizado na pesquisa.

“Com a implementação das novas funcionalidades, as empresas continuarão realizando o preenchimento dos campos atualmente existentes no sistema e passarão a fornecer informações complementares destinadas a detalhar aspectos metodológicos das pesquisas registradas”, diz o documento assinado em 17 de setembro.

Entre os novos dados solicitados também estão a base utilizada para a realização do levantamento, eventuais limitações de cobertura e a utilização de recursos audiovisuais durante a aplicação do questionário.

A mudança, porém, gerou críticas entre empresas do setor. Em nota, a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) afirmou haver preocupação com a forma e o procedimento utilizados para implementar as novas exigências.

“Embora parte dessas informações esteja relacionada a obrigações já previstas na regulamentação eleitoral, o nível de detalhamento agora exigido representa, na prática, uma ampliação relevante do conteúdo atualmente prestado no registro das pesquisas e demanda adaptações técnicas e operacionais por parte dos institutos”, argumentou a entidade.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Mais uma pesquisa surge e o resultado é terrível para Lula

Quarta, 30 de setembro de 2026

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 45,2% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 44,7%, segundo pesquisa Vox Brasil divulgada nesta terça-feira (29).

A diferença de 0,5 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, que é de 2,15 pontos percentuais para mais ou para menos. Dessa forma, os números configuram um empate estatístico entre os dois candidatos.

No cenário estimulado apresentado aos entrevistados, 6,8% declararam que votariam em branco ou nulo. Outros 3,3% disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.

O levantamento foi realizado com 2.100 eleitores entre 26 e 28 de setembro. As entrevistas foram feitas presencialmente, nos domicílios dos participantes.

Segundo o instituto, a pesquisa tem intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 2,15 pontos percentuais. O estudo foi custeado com recursos próprios da Vox Brasil e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07553/2026.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Pablo Marçal chega na campanha de Flávio com o "pé na porta"

Quarta, 30 de setembro de 2026

O anúncio ocorreu durante uma declaração à imprensa, realizada ao lado de Marçal.

Pablo Marçal já começou com o "pé na porta" prometendo que um presidenciável vai apoiar Flávio ainda essa semana.

Veja: 

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Tiro pela culatra: clubes boicotam reunião do governo após ofensiva de Lula contra as bets (veja o vídeo)

 Quarta, 30 de setembro de 2026

A ofensiva do governo Lula contra as casas de apostas abriu uma nova frente de desgaste com alguns dos principais clubes do futebol brasileiro.

Uma reunião prevista para esta terça-feira (29), no Palácio do Planalto, acabou cancelada após clubes das Séries A a D articularem o esvaziamento do encontro. Flamengo e Palmeiras estiveram entre os protagonistas da movimentação. Oficialmente, o governo atribuiu o cancelamento a “questões logísticas”.

A reunião serviria para discutir os efeitos da proibição das bets no país, especialmente os impactos financeiros sobre os clubes. Entre as alternativas em análise estaria até a criação de uma linha de crédito para compensar parte das perdas com contratos de patrocínio.

A crise se intensificou depois que Lula endureceu o discurso contra as apostas e chegou a citar Flamengo e Corinthians ao defender o fim das empresas do setor.

No dia 25 de setembro, o discurso virou medida concreta, com a assinatura de uma medida provisória proibindo a atuação das casas de apostas.

A reação do futebol foi imediata.

Clubes passaram a discutir os efeitos sobre contratos, receitas e planejamento financeiro. O impacto potencial é elevado: 13 dos 20 clubes da Série A possuem casas de apostas como patrocinadoras máster, e dirigentes estimam perdas próximas de R$ 1 bilhão.

O governo argumenta que a medida busca combater o endividamento das famílias e os problemas relacionados ao vício em jogos. O setor, por sua vez, já levou a disputa ao Supremo Tribunal Federal.

Politicamente, porém, o episódio produziu uma situação delicada para o Planalto.

Depois de confrontar um modelo de financiamento que se tornou central no futebol brasileiro, o governo tentou abrir uma negociação para discutir os efeitos da própria medida — e encontrou resistência.

A reunião acabou retirada da agenda antes mesmo de acontecer.

A disputa em torno das bets, portanto, deixou de ser apenas uma discussão sobre apostas. Agora envolve grandes clubes, contratos milionários, milhões de torcedores e um novo foco de tensão política em plena reta final da eleição presidencial.

Veja o vídeo:

Contato : (84) 9 9151-0643

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