martins em pauta

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Congresso derruba veto de Lula e mantém PL da Dosimetria

Quinta, 30 de abril de 2026

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados por tentativa de golpe de Estado ligados ao 8 de janeiro de 2023. O projeto de lei segue para promulgação.

No Senado, foram 49 votos favoráveis à derrubada do veto e 24 contrários Eram necessários 41 senadores para derrubar o veto presidencial.

Na Câmara dos Deputados, 318 parlamentares votaram para beneficiar os golpistas, enquanto 144 deputados votaram contra e cinco se abstiveram. Eram necessários 257 votos para derrubar o veto.

Antes da votação, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), fatiou a votação, excluindo os trechos que beneficiariam criminosos comuns ao reduzir o tempo para progressão de pena, mudança prevista no texto aprovado em dezembro de 2025.

O PL 2.162 de 2023 foi incluído como pauta única na sessão de hoje, entrando na frente de mais de 50 vetos, parciais ou totais, que aguardam na fila para análise do Parlamento.

O líder do governo na Câmara, deputado Pedro Uczai (PT-SC), pediu questão de ordem contra a votação do PL por entender que outros vetos teriam preferência, mas o apelo foi rejeitado por Alcolumbre.

“Nós estamos votando o tema da democracia e, portanto, o futuro de novas aventuras golpistas se derrubar este veto, uma vez que está defendendo um grupo determinado, que é o de Jair Bolsonaro, e os generais golpistas que tentaram implantar golpe no país”, disse a liderança governista.

Uczai lembrou ainda do plano de assassinatos contra o presidente eleito e o vice previsto na trama golpista.

“Não é esquerda ou direita. É se nós queremos democracia ou golpe ou ditadura, autoritarismo no Brasil. Liberdade, democracia, sim, ditadura nunca mais.”
A derrubada do veto foi defendida pelo senador Espiridião Amim (PP-SC), relator do PL, que justificou que o julgamento da trama golpista não teria sido justo.

“Eu quero, em primeiro lugar, dizer a todos os congressistas que estão aqui que este é um dia que pode permitir que se galgue ou se supere o primeiro degrau para a justiça e para a harmonia política no Brasil”, disse o parlamentar.

Agência Brasil

[VÍDEO] Preso em Mossoró suspeito de roubo de R$ 2,5 milhões que rastreou vítimas com GPS

Quinta, 30 de abril de 2026

Imagens: Reprodução/Instagram/Pádua Júnior

Um homem de 31 anos suspeito de participar de um roubo de joias avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões foi preso nesta quinta-feira (30) em Mossoró. Segundo a Polícia Civil, ele teria monitorado as vítimas com uso de GPS instalado em veículos antes de executar o crime. A prisão aconteceu durante a Operação Aurum, da Polícia Civil, que cumpriu mandados judiciais de prisão e busca e apreensão.

De acordo com a investigação, o suspeito detido foi localizado em um condomínio em Mossoró. No momento da abordagem, ele estaria armado e ainda tentou se desfazer de uma pistola e de um celular, jogando os objetos em um terreno próximo. Ambos foram recuperados pelos policiais.

O roubo ocorreu em novembro do ano passado, em um escritório no centro de Mossoró especializado na compra e venda de ouro e prata. Dois funcionários e uma cliente foram rendidos, amarrados e mantidos sob controle durante a ação criminosa.

Imagens de câmeras de segurança ajudaram a polícia a reconstruir a dinâmica do crime. Segundo o delegado responsável pelo caso, o investigado preso teria atuado de forma planejada, monitorando as vítimas dias antes da ação.

“Semanas antes, ele já estava monitorando as vítimas, colocou um GPS no carro delas. Ele acompanhou o deslocamento até Pau dos Ferros e Assú antes da execução do crime”, afirmou o delegado Paulo Torres, da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos (Defur).

Do local, foram levadas joias e celulares. O prejuízo total estimado chega a cerca de R$ 2,5 milhões. A Justiça também determinou o bloqueio de valores em contas ligadas aos investigados, no mesmo montante do prejuízo, a pedido da Polícia Civil.

Apesar da prisão, outro suspeito ainda não foi localizado. Segundo a polícia, ele já foi identificado e segue sendo procurado. “Ele já está identificado e está em Mossoró. Estamos em contato para que se entregue. Caso contrário, vamos encontrá-lo”, disse o delegado.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e tentar recuperar as joias roubadas.

Fonte: Blog do BG

Inmet emite alerta laranja e coloca 55 cidades do RN sob risco com ventos de até 100 km/h e alagamentos

Quinta, 30 de abril de 2026

Foto: Reprodução

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja de perigo para 55 cidades do RN, indicando condições climáticas adversas com possibilidade de ventos intensos que podem chegar a 100 km/h, além de chuvas fortes e risco de alagamentos. O aviso é válido até as 23h59 desta sexta-feira (1º).

Segundo o Inmet, as áreas sob alerta podem registrar chuvas entre 30 e 60 mm por hora ou de 50 a 100 mm por dia, além de rajadas de vento entre 60 e 100 km/h. Nessas condições, há risco de queda de galhos de árvores, alagamentos em áreas urbanas, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas.

Além do alerta laranja, todas as 167 cidades do Estado seguem sob alerta amarelo de perigo potencial, com previsão de chuvas entre 20 e 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h. O Inmet reforça que, em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

A orientação é evitar abrigo sob árvores, não estacionar veículos próximos a torres ou placas e, se possível, desligar aparelhos elétricos durante tempestades mais fortes.

📍 Cidades em alerta laranja

Arez
Baía Formosa
Bento Fernandes
Bom Jesus
Brejinho
Canguaretama
Ceará-Mirim
Espírito Santo
Extremoz
Goianinha
Ielmo Marinho
Boa Saúde
João Câmara
Jundiá
Lagoa d’Anta
Lagoa de Pedras
Lagoa Salgada
Macaíba
Maxaranguape
Montanhas
Monte Alegre
Natal
Nísia Floresta
Nova Cruz
Parazinho
Parnamirim
Passa e Fica
Passagem
Pedra Grande
Pedro Velho
Poço Branco
Pureza
Riachuelo
Rio do Fogo
Santa Maria
Santo Antônio
São Bento do Norte
São Gonçalo do Amarante
São José de Mipibu
São José do Campestre
São Miguel do Gostoso
São Paulo do Potengi
São Pedro
Senador Elói de Souza
Senador Georgino Avelino
Serra Caiada
Serra de São Bento
Serrinha
Taipu
Tangará
Tibau do Sul
Touros
Várzea
Vera Cruz
Vila Flor

AO VIVO: Reprovação de Messias expõe armadilha e impõe a Lula a maior derrota política de sua vida (veja o vídeo)

Quinta, 30 de abril de 2026


Nos bastidores, a articulação conduzida por Davi Alcolumbre criou um cenário em que o governo entrou na disputa sem os votos necessários. E, pior: sem margem para recuo.

O resultado foi público, constrangedor e simbólico. Não se trata apenas de uma derrota. Trata-se de uma exposição.

Quando um governo envia um nome para sabatina, ele já deveria ter feito a contagem de votos. A aprovação, via de regra, é construída antes mesmo da sessão começar. Quando isso não acontece, o que se vê não é surpresa — é falha de articulação. E foi exatamente isso que ocorreu.

A base governista não conseguiu sustentar a indicação. O Senado, por sua vez, deixou claro que não atua mais como instância meramente homologatória. O recado político foi direto: o Executivo não controla o jogo.

A condução do processo indica algo ainda mais relevante. Ao permitir que a sabatina avançasse sem garantia de aprovação, o governo foi colocado dentro de uma armadilha institucional. Uma situação em que recuar seria admitir fraqueza — e avançar significaria correr o risco da derrota. Optou por avançar. E perdeu.

O episódio entra para a história como o momento mais constrangedor para uma indicação desse porte. Mas o impacto vai além do nome rejeitado.

A derrota atinge diretamente a autoridade política de Luiz Inácio Lula da Silva. Expõe fragilidade na articulação com o Congresso e levanta dúvidas sobre a capacidade de coordenação do governo em votações sensíveis. Mais do que isso: sinaliza uma mudança de ambiente.

O Senado demonstrou independência. E, ao mesmo tempo, deixou claro que o custo político de erros estratégicos será cobrado — publicamente.

Em política, derrotas acontecem. Mas algumas derrotas redefinem o jogo. Essa não foi apenas mais uma. Foi uma derrota que marca, simbolicamente, o início de uma fase em que o governo deixa de impor sua vontade e passa a reagir aos movimentos do Congresso.

E, nesse tipo de cenário, quem reage… normalmente já está em desvantagem. 

E tudo isso, em ano eleitoral…

Veja o vídeo:

Foto de Emílio Kerber Filho

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

Fonte: Jornal da Cidade Online

Mossoró lidera lista de cidades do RN com nota zero em transparência de emendas

Quinta, 30 de abril de 2026

Foto: Ilustrativa

Um levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) revela um cenário preocupante sobre a transparência das emendas parlamentares no Rio Grande do Norte. Nenhum dos 168 portais analisados, incluindo o do Governo do Estado e os das 167 prefeituras, atende integralmente às exigências estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para dar publicidade ao uso desses recursos.

Cidades como Mossoró, Extremoz, Canguaretama, Areia Branca e Guamaré estão na lista daquelas com nota 0. Outras grandes cidades, como Natal e Parnamirim, aparecem com desempenho baixo quanto à transparência sobre as emendas parlamentares.

O diagnóstico foi feito a partir da análise das plataformas oficiais sob o critério de transparência ativa, ou seja, aquilo que deve estar disponível de forma clara e acessível ao cidadão. E o resultado acende um alerta: se as falhas não forem corrigidas, a execução das emendas parlamentares pode ser comprometida já a partir de 2026.

Transparência incompleta

Embora a maioria das prefeituras — 76,2% — tenha criado uma área específica para divulgar informações sobre emendas, o conteúdo apresentado é, na prática, insuficiente. Em pontos considerados essenciais, a ausência de dados é generalizada.

Nenhum dos portais municipais informa, por exemplo, o cronograma de execução das emendas. Também não há identificação dos órgãos responsáveis pela execução dos recursos. Na prática, isso impede que o cidadão saiba quando uma obra começa, quem está executando e em que estágio ela se encontra.

Outro dado chama atenção: nenhum portal apresenta informações sobre emendas parlamentares municipais. Em um cenário em que esse tipo de recurso deveria ser cada vez mais transparente, a ausência completa de registros levanta dúvidas sobre a existência ou não dessas emendas — ou sobre sua divulgação.

Ranking da opacidade

Os dados do TCE permitem identificar, de forma objetiva, os municípios com pior desempenho em transparência sobre emendas parlamentares. No recorte mais crítico, dezenas de cidades aparecem com 0% de atendimento aos critérios avaliados, ou seja, não cumprem nenhum dos requisitos mínimos.

Abaixo, as maiores cidades do RN com os piores resultados:

  • Mossoró
  • Extremoz
  • Canguaretama
  • Areia Branca
  • Guamaré
  • Pedro Velho
  • Acari
  • Serra Negra do Norte
  • Lagoa de Pedras
  • Passagem

Na prática, esses municípios não oferecem ao cidadão qualquer informação estruturada sobre a destinação e execução de emendas parlamentares.

Além deles, cidades de maior peso também apresentam desempenho crítico. Mossoró, por exemplo, aparece com 0% de atendimento, enquanto Parnamirim registra apenas 12,5% e Natal, 43,8% — todos abaixo do mínimo esperado para garantir transparência efetiva.

Ranking baixo, mesmo entre os melhores

Mesmo entre as prefeituras com melhor desempenho, o nível de transparência ainda está longe do ideal. Os municípios de Ipueira e São Francisco do Oeste lideram o ranking do TCE, mas com apenas 56,2% de atendimento aos critérios avaliados.

O próprio Tribunal é direto ao afirmar que nenhuma prefeitura está apta, neste momento, a cumprir plenamente as exigências estabelecidas.

Estado também apresenta falhas

O portal do Governo do Estado apresenta um desempenho superior ao dos municípios, mas ainda assim incompleto. O levantamento aponta que cerca de 73,3% dos critérios são atendidos.

As lacunas, no entanto, são relevantes. Faltam informações sobre a vinculação das emendas à Lei Orçamentária, a indicação precisa das localidades beneficiadas e os prazos de execução. Também não há detalhamento de instrumentos jurídicos, como contratos ou convênios relacionados às despesas.

Essas ausências dificultam o rastreamento dos recursos e limitam o controle social sobre a aplicação do dinheiro público.

Emendas “invisíveis”

Um dos pontos mais sensíveis do relatório é a ausência total de informações sobre emendas parlamentares municipais nos portais analisados. Apenas uma parcela mínima das prefeituras declara oficialmente que não recebeu esse tipo de recurso. Nos demais casos, não há qualquer informação.

Diante disso, o próprio TCE reconhece a necessidade de aprofundar a fiscalização para verificar se essas emendas de fato não existem ou se não estão sendo divulgadas. A situação abre margem para um cenário de opacidade que contraria diretamente as determinações do STF.

Risco para 2026

As falhas identificadas ganham ainda mais peso diante das regras que passam a valer a partir de 2026. Com base em decisão do STF que exige transparência total na execução das emendas — em reação ao chamado orçamento secreto —, o TCE estabeleceu que a liberação desses recursos dependerá de uma Certidão de Regularidade.

Sem essa certificação, estados e municípios podem ficar impedidos de executar emendas parlamentares. Na prática, isso significa risco direto para obras, investimentos e políticas públicas financiadas com esses recursos.

Pressão por adequação

Os gestores públicos têm até o fim de 2025 para corrigir as falhas e adaptar seus portais às exigências legais. O relatório recomenda ajustes imediatos, tanto na estrutura das plataformas quanto na qualidade das informações disponibilizadas.

O diagnóstico traça uma radiografia clara: há um problema estrutural de transparência no uso das emendas parlamentares no Rio Grande do Norte. Mais do que uma exigência legal, trata-se de um obstáculo ao controle social.

Se o cenário não mudar, o impacto pode ser concreto. Recursos podem deixar de ser executados não por falta de verba, mas pela incapacidade de demonstrar, de forma clara, como e onde estão sendo aplicados.

Blog Bruno Araújo

Tremor de terra é registrado no Rio Grande do Norte

Quinta, 30 de abril de 2026

Foto: Divulgação

Um tremor de terra de magnitude 2.6 foi registrado próximo aos municípios de Touros e Tibau, no Rio Grande do Norte, às 11h21 da manhã do dia 29 de abril. Até o momento, não há confirmação de que o evento tenha sido sentido pela população.

O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Laboratório Sismológico da UFRN (LabSis/UFRN). A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

O último tremor de terra registrado no Rio Grande do Norte havia ocorrido no dia 24 de abril, em Currais Novos, com magnitude 1.7.

Tremores de terra de baixas magnitudes são relativamente comuns no Brasil e ocorrem quase todas as semanas, mas a maior parte deles não é sentida pela população. Os sismos naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre.

Sobre a RSBR

Coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI), com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) é a organização pública responsável por monitorar a sismicidade do território nacional através de suas quase 100 estações sismográficas espalhadas pelo país, fornecendo dados essenciais para a compreensão da atividade sísmica e da estrutura interna da Terra. As estações são operadas pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (Obsis/UnB), Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) e Observatório Nacional (ON). Saiba mais.


Fonte: Blog do BG


Câmara derruba veto de Lula e abre caminho para reduzir pena de Bolsonaro; votação segue para o Senado

Quinta, 30 de abril de 2026

Foto: Reprodução/Youtube/TV Senado

A maioria dos deputados votou para derrubar o veto ao PL da Dosimetria.

A votação segue agora para o Senado.

Foram 318 votos a favor da derrubada do veto, 144 votos a favor dele e 5 abstenções.

O que muda com o projeto de dosimetria

O projeto estabelece novas regras para o cálculo das penas de condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito. Na prática, a proposta permite a redução das punições aplicadas a envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.

Entre os pontos previstos no texto, está a proibição da soma das penas para os crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito quando praticados no mesmo contexto. Nesses casos, passa a valer a pena do crime mais grave, com aumento que pode variar de um sexto até a metade.

A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços para crimes cometidos em contexto de multidão, desde que o condenado não tenha exercido papel de liderança ou financiamento dos atos.

Outro ponto altera as regras de progressão de regime. O texto permite a saída do regime fechado após o cumprimento de um sexto da pena, além de estabelecer percentuais específicos para outros tipos de crime.

O projeto havia sido vetado integralmente pelo presidente Lula. Na mensagem enviada ao Congresso, o governo argumentou que a proposta poderia reduzir a resposta penal a crimes contra a democracia e representar retrocesso no processo de redemocratização, além de contrariar princípios constitucionais.

g1

Opinião dos leitores


Contato : (84) 9 9151-0643

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