Sábado, 25 de abril de 2026
A constatação é da jornalista Mônica Bergamo. Confira:
“O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AC), manteve até agora a queda de braço com Lula e não liberou seu grupo mais próximo de parlamentares a declararem voto em Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal).
Senadores afirmam que sim, votariam em Messias —mas apenas depois do aval de Alcolumbre. O presidente do Senado até hoje não recebeu o advogado-geral da União para uma conversa.
A sabatina de Messias, indicado por Lula para a Corte, está marcada para o dia 29. Mas a postura de Alcolumbre diminui a margem de segurança desejável no número de votos para a aprovação do nome dele para o cargo.
Ministros do STF, senadores e integrantes do governo já tentaram convencer o presidente do Senado a se posicionar claramente a favor de Messias. Ele, no entanto, vem desconversando. Não faz carga contra, mas tampouco declara apoio.
Com isso, coloca dificuldades adicionais no caminho de Messias. Pelos cálculos de apoiadores do advogado-geral da União, ele já tem 48 votos favoráveis —ou sete a mais do que os 41 necessários para a aprovação.
O ideal para eles, no entanto, seria ter o apoio de Alcolumbre e garantir desde já uma vantagem mais larga. Isso evitaria surpresas, já que o voto é secreto. Além de senadores, Messias tem o apoio de diversos ministros do STF, como André Mendonça, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes.
Conta também com o engajamento de lideranças evangélicas. Nesta semana, os apóstolos Estevam Hernandes, da igreja Renascer em Cristo, e César Augusto, da Igreja Fonte da Vida, decidiram abrir à coluna seu apoio a Messias, que é diácono da Igreja Batista Cristã de Brasília.”
Fonte: Jornal da Cidade Online


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