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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Lula sofre novas derrotas no Congresso e placar é vexatório

Sexta, 22 de maio de 2026

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira quatro vetos de Lula à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.

Um dos trechos da lei, que agora passa a valer, permite a doação de bens, valores ou benefícios pela administração pública nos três meses antes das eleições, nas situações em que há encargo para quem recebe.

Outro ponto restabelecido autoriza municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes a receber recursos federais.

Ainda foi liberado o uso de recursos federais para a construção e a manutenção de rodovias estaduais e municipais destinadas à integração de modais de transporte ou ao escoamento produtivo e para as despesas relativas à malha hidroviária brasileira.

Porém, o placar mais elástico foi registrado na derrubada do veto sobre o repasse de verbas aos municípios inadimplentes: 500 votos favoráveis e 22 contrários, além de sete brancos e uma abstenção.

Fonte: Jornal da Cidade Online

AO VIVO: Trump convida Flavio / Alcolumbre trava CPI do Master / Lula avança contra big techs (veja o vídeo)

 Sexta, 22 de maio de 2026


Davi Alcolumbre rejeita pedidos para ler requerimento de CPMI sobre o Banco Master. A quem o presidente do Senado está servindo?

Liberdade de expressão em risco total! Lula assinou novas regras para as big techs no Brasil. Na prática, censura e fiscalização direta do governo em ano eleitoral.

E o senador Flávio Bolsonaro viaja a Washington para encontro com o presidente Donald Trump.

É o momento de entender os bastidores, as manobras políticas e os rumos do país com quem não tem medo de falar a verdade. Para comentar os assuntos, a deputada federal Silvia Waiãpi, o advogado Maurício Fernandes e o professor Marcos Pizzolatto.

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Veja o vídeo:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

PARANÁ PESQUISAS: Tarcísio lidera com chance de reeleição no 1º turno

Sexta, 22 de maio de 2026

Foto: Reprodução

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira (21/5) mostra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), 13,8 pontos à frente do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) na corrida ao Palácio dos Bandeirantes, um desempenho suficiente para conquistar a reeleição ainda no primeiro turno.

No único cenário de primeiro turno simulado pela pesquisa, Tarcísio aparece com 47,3% das intenções de voto, contra 33,5% de Haddad, enquanto que Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB) não atingiram nem 5% cada (veja abaixo).

No geral, o percentual de Tarcísio supera a soma dos demais candidatos fora da margem de erro do levantamento, que é de 2,5 pontos, o que projeta mais da metade dos votos válidos ao atual governador, o suficiente para vencer no primeiro turno.

A pesquisa não detectou impacto na campanha de Tarcísio da crise envolvendo a relação do pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Aliado do governador, o senador teve um áudio vazado pedindo dinheiro ao dono do Banco Master para financiar o filme Dark Horse, cinebiografia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ao menos R$ 61 milhões teriam sido pagos pelo Master para a produção.

No levantamento anterior, feito em abril, Tarcísio tinha, nesse mesmo cenário, 47,8% das intenções de voto, contra 33,1% de Haddad. Ou seja, uma diferença numericamente menor, mas dentro da margem de erro.

Em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad, segundo a Paraná Pesquisas, a vantagem do atual governador de São Paulo contra o petista caiu para 15,1 pontos, mas se manteve próxima da pesquisa passada, que era de 16,1 pontos. Em fevereiro deste ano, a vantagem era de 26,3 pontos.

No segundo turno das eleições de 2022, Tarcísio derrotou Haddad por 55,27% a 44,73% dos votos.

Metrópoles

DÍVIDAS: Mais da metade dos lares brasileiros está no limite da insolvência, com situação pior no Nordeste

Sexta, 22 de maio de 2026

Foto: reprodução/Freepik

Quase três quartos dos lares brasileiros estão desconfortáveis com a sua situação financeira, e pouco mais da metade (54%) está no limite para virar insolvente. Nesse grupo de famílias inseguras com a própria condição, um quinto dos domicílios já está endividado ou com contas em atraso e, dessa parcela, quase 25% moram em cidades do Nordeste, principal reduto eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao mesmo tempo, no campo oposto, um quarto dos lares afirma estar em situação confortável financeiramente, e o maior percentual dessas casas está no Sul do Brasil (23%) e em Minas Gerais, Espírito Santo e no interior do Rio de Janeiro (20%), locais onde o poder de consumo é mais elevado do que a média nacional.

Os dados foram coletados em 2025 pela empresa de pesquisas NielsenIQ (NIQ) para o levantamento Homescan, um dos mais tradicionais do segmento, que obtém dados periódicos em 8,2 mil lares no país. Apenas 1 a cada 100 lares brasileiros afirma estar muito confortável com suas contas.

“Em relação às regiões, o destaque é a maior representatividade do Nordeste entre os lares mais impactados”, diz Gabriel Fagundes, diretor da NIQ, observando que o consumo na região cai a um ritmo superior ao da média do país nos últimos 15 meses, em termos de volume.

Fábio Bentes, economista-chefe da CNC, a Confederação Nacional do Comércio e Serviços, reforça que o Nordeste acaba no radar porque inclui áreas com renda mais baixa, penalizadas num cenário de piora do quadro macroeconômico, pressionado pelo crescimento do endividamento e da inadimplência desde 2025 e, agora, pela recente aceleração da inflação de alimentos.

Levantamento do Valor feito com base na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE mostra que, no acumulado de 12 meses até março, cinco dos dez Estados com menor crescimento em vendas, em volume, estão no Norte e Nordeste do país — Piauí, Tocantins, Amazonas, Roraima e Pará.

Pelo estudo da NIQ, consumidores com menor renda (até dois salários mínimos) destinam mais de 60% dos ganhos para alimentos e itens de higiene. Já na renda intermediária, há pressão crescente de despesas domésticas: contas do lar passaram a absorver mais de 50% do gasto nas famílias com rendimento de três a cinco salários mínimos.

Valor Econômico, por Adriana Mattos

Contato : (84) 9 9151-0643

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