martins em pauta

domingo, 31 de maio de 2026

Aneel mantém bandeira amarela e conta de luz segue mais cara em junho

Domingo, 31 de maio de 2026

Foto: reprodução

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (29) a manutenção da bandeira tarifária amarela para o mês de junho. Com isso, os consumidores continuarão pagando um adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos na conta de luz.

Segundo a Aneel, a decisão foi motivada pela redução das chuvas em todo o país, o que diminui a geração de energia pelas hidrelétricas e aumenta a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado.

Apesar da piora nas condições de geração, a agência evitou a adoção da bandeira vermelha patamar 1, que elevaria a cobrança extra para R$ 4,463 a cada 100 kWh consumidos.

Entre janeiro e abril, vigorou a bandeira verde, sem cobrança adicional. No entanto, a expectativa de um possível fenômeno El Niño no segundo semestre, com menos chuvas e temperaturas mais altas, pode pressionar os custos da energia nos próximos meses.


Governo Fátima detalha contingenciamento de R$ 439,9 milhões no Orçamento; medida afeta secretarias, DER, UERN e Polícia Militar

Domingo, 31 de maio de 2026

Foto: reprodução

O Governo do Rio Grande do Norte oficializou um contingenciamento de R$ 439,9 milhões no Orçamento de 2026, alegando frustração de receitas registrada até o segundo bimestre deste ano. A medida foi publicada no Diário Oficial deste sábado (30).

Ao todo, a limitação de empenho no Estado soma R$ 497,4 milhões, dos quais R$ 439,9 milhões cabem ao Poder Executivo. O corte atinge a administração direta, autarquias, fundações, empresas dependentes e fundos estaduais.

Entre os órgãos mais afetados estão:

  • Departamento de Estradas de Rodagem (DER), com R$ 334,7 milhões contingenciados;
  • Secretaria da Fazenda (R$ 20,5 milhões);
  • Polícia Militar (R$ 13 milhões);
  • UERN (R$ 12,2 milhões);
  • Secretaria de Infraestrutura (R$ 8,4 milhões).

Segundo o governo, a medida busca adequar os gastos à arrecadação efetivamente realizada, preservando o equilíbrio das contas públicas.

O novo decreto substitui a norma publicada em abril, que já havia determinado um contingenciamento após a queda de receitas observada no primeiro trimestre do ano.

Veja o detalhamento do contigenciamento

Com informações de Tribuna do Norte / Blog do BG

Ator Bruno Montaleone viraliza com dura crítica ao governo: “O Brasil não é soberano. É um narcoestado”

Domingo, 31 de maio de 2026




A reação aconteceu após a divulgação de uma nota oficial em que o governo brasileiro contestou a medida adotada pelos norte-americanos. Na publicação, o Executivo afirmou considerar inadequadas ações de políticos brasileiros que buscam apoio estrangeiro para questões internas do país.

Nos comentários da postagem, Bruno Montaleone demonstrou insatisfação com a resposta do governo, classificando o posicionamento como equivocado e fazendo críticas à atual administração federal.

“Que piada. O Brasil não é soberano. É um narcoestado. Essa administração oportunista e mentirosa. Vocês são inimigos do povo.”

Enquanto o PCC e o Comando Vermelho são oficialmente declarados terroristas pelos EUA, o governo Lula corre para defender os bandidos e atacar a família Bolsonaro.

Em vez de proteger o povo brasileiro, essa administração prefere chamar de “intervenção estrangeira” a única atitude séria que alguém tomou contra o narcoterrorismo que domina nosso país.

Bruno Montaleone, que não é de direita, teve a coragem de falar a verdade:

Chega de proteger bandido. Chega de atacar quem luta pelo Brasil. O povo não aguenta mais essa vergonha internacional.

Lula diz que esquerda terá de usar verde e amarelo na Copa ‘para não deixar cores do Brasil serem tomadas’

Domingo, 31 de maio de 2026

Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (30) que a esquerda terá que aprender a usar as cores verde e amarelo na Copa do Mundo para “não deixar cores do Brasil serem tomadas”.

A frase foi dita após Lula avistar o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, vestido com um casaco da seleção brasileira amarelo.

Nesse momento, o presidente mencionou: “[saudar] o nosso prefeito Cavalieri, que está aqui, vestido de verde e amarelo. Você precisa colocar o verde e amarelo e colocar: não bolsonarista”.

“Essa é uma coisa que a esquerda vai ter que aprender a fazer: a gente vai ter que, nessa Copa do Mundo, andar de verde e amarelo para não deixar que as cores do Brasil sejam tomadas por nenhum fascista”, prosseguiu.

g1


Governo Lula detalha bloqueio de R$ 22,1 bilhões no Orçamento; ministérios da Defesa, Cidades e Educação são os mais afetados

Domingo, 31 de maio de 2026

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O governo federal publicou na noite desta sexta-feira (29) o decreto que detalha o bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento deste ano.

Somando ao bloqueio anteriormente realizado, a limitação em 2026 totaliza R$ 23,7 bilhões.

O bloqueio acontece por conta do limite de gastos do arcabouço fiscal, a regra para as contas públicas aprovada em 2023.

Os ministérios mais afetados pela medida são os da Defesa, das Cidades e da Educação, que concentram maior parte dos cortes.

Um bloqueio no orçamento é como um “freio de emergência” temporário nas finanças do governo. Ele acontece quando os gastos obrigatórios, como pagamento de aposentadorias, sobem mais do que o esperado. Quando isso acontece, o governo precisa reter parte do dinheiro de gastos não essenciais, como obras, para não ultrapassar o limite de gastos permitido.

Veja os ministérios que mais sofreram com o bloqueio:

  1. Defesa (R$ 4,363 bilhões);
  2. Cidades (R$ 3,320 bilhões);
  3. Educação (R$ 1,605 bi);
  4. Transportes (R$ 1,500 bi);
  5. Fazenda (R$ 1,396 bi); e
  6. Saúde (R$ 1,002 bi).

Além dos ministérios, o bloqueio alcançou as emendas parlamentares em R$ 4,9 bilhões.

As despesas discricionárias do Poder Executivo, aquelas destinadas ao custeio da máquina pública e a investimentos, sofreram uma contenção de R$ 18,7 bilhões.

Por outro lado, os ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Justiça e Segurança Pública ficaram de fora da medida e não tiveram recursos bloqueados em seus orçamentos.

g1

NO BOLSO DO CLIENTE: Dono da Havan diz que consumidor pagará o preço do fim da escala 6×1

Domingo, 31 de maio de 2026

Foto: Reprodução

O empresário Luciano Hang, fundador da Havan, acendeu um sinal de alerta para o comércio brasileiro.

Em entrevista à Folha de S.Paulo, o bilionário afirmou que a proposta do fim da escala 6×1 pode provocar uma “quebradeira” em massa, atingindo principalmente as pequenas e médias empresas do varejo nacional.

Segundo ele, a redução forçada da jornada de trabalho vai encarecer severamente a operação das empresas.

No caso da própria Havan, a estimativa é de uma alta de 15% a 20% nas despesas. Hang foi categórico ao alertar que o trabalhador e o consumidor final sentirão o impacto direto dessa conta através da inflação.

“O custo será repassado para os preços. Do couro sai a correia”, disparou.

Hang ironizou o avanço da pauta, afirmando que preferiria a adoção imediata da escala 4×3 para que o impacto no país ocorresse de forma acelerada.

Segundo a análise do empresário, o encarecimento generalizado dos produtos vai corroer o poder de compra, empurrando o cidadão a buscar uma segunda fonte de renda para fechar o mês.

O Foro de São Paulo: “...nós podemos fazer o diabo quando é a hora de eleição”

Domingo, 31 de maio de 2023

"...nós podemos fazer o diabo quando é a hora de eleição".

Com o fim da URSS, após a Glasnost e a Perestroika de Gorbachev, a queda do muro de Berlim, os países satélites soviéticos da América Latina perderam o financiamento de sua "galinha dos ovos de ouro". Fidel nunca conseguiu transformar Cuba em um país autônomo.

O país só produzia rum, charutos, açúcar e a população entrou em estado de miserabilidade, após o golpe de Castro, contrastando com o país próspero da época pré-revolução comunista.

Fidel precisava conseguir dinheiro de alguma forma, no início da década de 90.

Foi assim que Fidel teve a "brilhante" ideia de tentar reunir todos os partidos e organizações de esquerda (legais e ilegais, como as FARCs p.ex.), para tentarem conquistar a hegemonia de poder na América Latina, substituindo a extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) pela URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina).

A URSAL, tratada como teoria da conspiração pela mídia amestrada, nunca existiu oficialmente, apesar de funcionar na prática através da UNASUL e do Foro de São Paulo (de explícito viés marxista), que sempre buscaram a união "política, social, cultural, econômica e de infraestrutura" entre os países membros da América Latina.

O Foro de São Paulo, criado por Fidel e Lula, no início dos anos 90, teve reuniões anuais durante toda a década, procurando dominar todos os países da região, atingindo seu ápice entre os anos 2000 e 2010, quando conquistaram o poder em 18 países ou 90% dos 20 países soberanos da AL.

O projeto sempre foi buscar a hegemonia do poder e a submissão das soberanias nacionais aos ditames do "Foro", conforme a dita "teoria da conspiração" da URSAL.

Segundo denunciou Juan Reinaldo Sanchez, ex-segurança de Fidel, em seu livro "A Face Oculta de Fidel Castro", o ditador já utilizava financiamento do narcotráfico como fonte de renda para seu regime.

Leonardo Coutinho, em seu livro "Hugo Chavez, o espectro: Como o presidente venezuelano alimentou o narcotráfico, financiou o terrorismo e promoveu a desordem global", narra como Chavez foi convencido por Fidel a se associar ao narcoterrorismo, com fins revolucionários, para combater o "imperialismo estadunidense".

"....podemos fazer o diabo..."

Lula perdeu 3 eleições presidenciais na década de 90, mas ajudou a criar uma das maiores e mais poderosas organizações marxistas-narcoterroristas do mundo: O Foro de São Paulo.

Pedro Possas. Médico.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Anvisa define que caneta de semaglutida brasileira terá teto de preço igual ao do Ozempic e do Wegovy

Domingo, 31 de maio de 2026

Foto: reprodução

A primeira caneta de semaglutida brasileira, o Ozivy, da EMS, deu o passo decisivo para chegar às farmácias: a Anvisa definiu o preço máximo que pode ser cobrado pelo medicamento. O teto fixado é o mesmo do Ozempic — R$ 803,44 sem o imposto. O valor permite que a EMS pratique preços próximos aos da concorrente estrangeira, mas a empresa afirmou que pretende cobrar 30% a menos.

A caneta foi anunciada nesta semana, após a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A definição do preço máximo é uma etapa obrigatória para que qualquer medicamento possa ser comercializado no Brasil. É a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão vinculado à Anvisa, quem estabelece esse teto e nenhuma farmácia pode cobrar acima dele.

Na decisão, a CMED enquadrou o Ozivy na chamada “categoria 4”, destinada a novas apresentações de medicamentos que já existem no mercado. Ou seja, o produto foi comparado ao Ozempic e ao Wegovy, e, por isso, pode praticar o mesmo preço máximo.

O preço máximo ao consumidor para as canetas de 1,5 ml — dosagem que a EMS também lançará — é de R$ R$ 803,44 sem ICMS.

O imposto varia entre os estados, o valor final muda conforme a região: em São Paulo, com alíquota de 18%, o teto chega a R$ 1.314,37; em Alagoas, onde a alíquota é de 19%, o limite sobe para R$ 1.330,60. Para as versões de 3 ml, que a EMS também vai trazer ao mercado, o preço máximo sem imposto é de R$ 1.399,72.


Contato : (84) 9 9151-0643

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