Quinta, 08 de março de 2026
Ou seja, a decisão do ministro Flávio Dino é completamente ilegal. Porém, o magistrado parece não ter nenhum apego a legislação. Essa história ainda vai render muito...
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Quinta, 08 de março de 2026

Ou seja, a decisão do ministro Flávio Dino é completamente ilegal. Porém, o magistrado parece não ter nenhum apego a legislação. Essa história ainda vai render muito...
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Quinta, 05 de março de 2026

No momento em que Vitor se aproximou da viatura, cercado por policiais, alguns populares avançaram. A polícia teve que ser ágil para garantir a segurança do rapaz.
O advogado da defesa, Ângelo Máximo, disse que Vitor Hugo desmente o envolvimento no estupro.
"Eu não acredito no ponto de conivência. O fato de ele estar junto não quer dizer que praticou. Vitor nega qualquer fato de cometimento do crime. Ele fala que não participou do fato. O Vitor não tem como negar que esteve no apartamento, mas o crime ele nega", argumentou.
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Quinta, 05 de março de 2026

A tentativa de suicídio ocorreu na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte. Mourão utilizou a própria camiseta para o ato enquanto estava na carceragem. Equipes da corporação prestaram os primeiros socorros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência transportou o detido até o Hospital João XXIII.
ATUAÇÃO NO ESQUEMA INVESTIGADO
Fontes da Polícia Federal informaram que Mourão atuava como intermediário entre operações de fraude financeira e ações de milícia. Documentos apontam que ele recebia pagamentos para realizar invasões de sistemas. As tentativas incluíam hackear o FBI e a própria Polícia Federal.
As investigações indicam que Mourão recebia ordens diretas de Vorcaro para executar agressões físicas, inclusive contra jornalistas. Ele era responsável pela distribuição de R$ 1 milhão mensais provenientes do caixa da milícia.
INVESTIGAÇÃO SOBRE AS CIRCUNSTÂNCIAS DA MORTE
A Polícia Federal instaurou procedimento de investigação oficial para apurar as circunstâncias da morte. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, foi formalmente comunicado sobre o ocorrido. A corporação se comprometeu a fornecer todas as gravações das câmeras de segurança instaladas na cela.
A morte de Mourão elimina a possibilidade de eventual acordo de delação premiada que poderia esclarecer detalhes do esquema investigado pelas autoridades. As investigações passam a depender exclusivamente de evidências digitais. Os rastros deixados nos aparelhos celulares apreendidos constituem agora a principal fonte de provas para a Justiça.
Quinta, 05 de março de 2026
Foto: Reprodução
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, movimentou R$ 19,3 milhões entre 2022 e 2025 em uma única conta bancária de pessoa física, aberta em uma agência do segmento Estilo do Banco do Brasil em São Paulo. Segundo informações da coluna Andreza Matais, do Metrópoles, o pico das transações ocorreu em 2024, com R$ 7,2 milhões, e caiu para R$ 3,3 milhões em 2025. Até 30 de janeiro de 2026, a movimentação somava R$ 205 mil.
A maior parte do dinheiro vem de créditos de suas próprias empresas: LLF Tech Participações (R$ 2,37 milhões) e G4 Entretenimento e Tecnologia (R$ 772 mil). O restante decorre de rendimentos de aplicações e transferências de terceiros. Segundo os investigadores, essa conta tem características de investimentos, com pagamentos direcionados a outras contas.
Além da movimentação financeira, Lulinha é investigado por suspeita de sociedade com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos principais investigados na chamada Farra do INSS — esquema de descontos ilegais de aposentadorias.
A defesa do filho do presidente nega qualquer envolvimento e afirma que ele prestará esclarecimentos ao STF, foro adequado para a investigação.
A quebra de sigilo analisada é apenas parte de um quadro maior de apuração financeira envolvendo Lulinha, que ainda inclui outras contas pessoais e empresariais. O desdobramento completo das investigações deve revelar novos detalhes sobre as movimentações e relações financeiras do filho do presidente.
Quinta, 05 de março de 2026

A defesa de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, entrou no STF para tentar derrubar a decisão da CPMI do INSS que determinou a quebra de seus sigilos fiscal e bancário. O pedido foi encaminhado ao ministro Flávio Dino, sorteado relator do caso.
Segundo a apuração, a iniciativa foi protocolada após decisão judicial desta quarta-feira (4) suspender a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha. A defesa sustenta que o mesmo entendimento adotado para ela deve ser estendido ao filho do presidente.
A quebra de sigilo — medida que permite acesso a dados fiscais e movimentações bancárias — havia sido aprovada pela CPMI do INSS em votação em bloco. O pedido agora é para que os efeitos dessa decisão sejam suspensos no caso de Lulinha.
Com o caso sob relatoria de Flávio Dino no STF, outros investigados atingidos na mesma votação também poderão recorrer à Corte para tentar suspender as medidas aprovadas pela comissão.
Quinta, 05 de março de 2025

Porém, o impacto pode ser revertido positivamente, se e somente se a situação for resolvida em poucos meses, a tempo dos resultados benefícios serem percebidos antes das eleições.
Então, os resultados possíveis dessa jogada são dois:
1 - Se o conflito se prolongar, Trump perde a maioria no Congresso, fica de mãos amarradas, sem meios de ação para resolver o problema, e a região fica desestabilizada permanentemente;
2 - Se a situação se resolve rápido, o povo reconhece que ele estava certo, ele amplia sua maioria no Congresso e governa com ainda mais poder.
Diante do cenário, vale a pena empregar o máximo de recursos disponíveis para liquidar essa fatura em poucos meses.
Ricardo Santi.
Fonte: Jornal da Cidade Online
Quinta, 05 de março de 2025

O ativitsa político Leandro Ruschel, definiu com perfeição:
“Velhinhas com Bíblia na mão, protestando contra o regime = ‘perigo imediato, prendam todas!’
Banqueiro bilionário mandando um jagunço apelidado de ‘Sicário’ para simular um assalto e quebrar os dentes de um desafeto = ‘não há nenhum perigo iminente’.
Eis o nosso procurador-geral...”

