martins em pauta

terça-feira, 21 de julho de 2026

URGENTE: Queda de avião não deixa sobreviventes e transforma dia de celebração em dia de luto

Terça, 21 de julho de 2026




A tragédia aconteceu justamente no dia em que o país celebrava os 53 anos de independência. O primeiro-ministro Philip Davis lamentou o acidente e afirmou que a data, marcada por comemorações, se transformou em um dia de luto nacional.

Segundo a Autoridade de Investigação de Acidentes Aéreos das Bahamas, a aeronave, um Cessna 402, decolou do Aeroporto Internacional Lynden Pindling com destino ao Aeroporto de San Andros.

Durante o trajeto, o avião teria apresentado dificuldades ainda por motivos desconhecidos antes de cair em uma área de vegetação. As causas do acidente serão investigadas pelas autoridades.

De acordo com a comissária de polícia Shanta Knowles, havia nove passageiros e um piloto a bordo. Todos morreram em decorrência da queda.

O voo era operado pela Flamingo Air, companhia aérea regional sediada nas Bahamas. Após o acidente, o Ministério dos Transportes anunciou a suspensão do certificado de operador aéreo da empresa como medida preventiva enquanto as investigações são conduzidas.

Em nota à imprensa local, a Flamingo Air informou que ainda apura as circunstâncias da tragédia e afirmou que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.

Durante uma coletiva de imprensa, o primeiro-ministro Philip Davis prestou solidariedade às famílias das vítimas.

"Mais uma vez, um capítulo da história de nossa nação foi marcado por tragédia. Hoje é um dia de celebração, mas se tornou um dia de luto", declarou.

As autoridades ainda trabalham para esclarecer o que provocou a queda da aeronave.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Moraes nega visita de Milei a Bolsonaro e mesmo assim o presidente da Argentina amplia agenda no Brasil

 Terça, 21 de julho de 2026



No sábado (25), Milei estará presente na convenção do PL que vai oficializar a candidatura à presidência do senador Flávio Bolsonaro.

O reforço na agenda do presidente da Argentina será uma reunião com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

A iniciativa para o encontro partiu do governo argentino. A expectativa é que Milei desembarque no Brasil na noite anterior e encontre Tarcísio no Palácio dos Bandeirantes, seja em um café da manhã antes da convenção, seja após o evento, marcado para começar às 10h, no Mercado Pago Hall, no estádio do Pacaembu.

Às vésperas da eleição, Flávio Dino entra no "jogo"

Terça, 21 de julho de 2026



As legendas terão prazo de dez dias para responder aos questionamentos apresentados pelo magistrado.

A medida foi adotada no âmbito das discussões sobre transparência e controle na execução das emendas parlamentares. Segundo a decisão, os esclarecimentos deverão contribuir para o aperfeiçoamento dos mecanismos de fiscalização e da rastreabilidade dos recursos públicos destinados por meio dessas emendas.

Entre as informações solicitadas, o ministro busca identificar se os partidos possuem cotas, reservas ou qualquer outro mecanismo interno para distribuição de emendas parlamentares. Também deverão ser informados a finalidade desses procedimentos, quem autoriza sua utilização, qual o fundamento jurídico adotado, de que forma as decisões são formalizadas e quais critérios são empregados na definição da destinação dos recursos.

Na decisão, Flávio Dino afirma que os dados solicitados poderão “subsidiar a definição de providências eventualmente necessárias ao aperfeiçoamento dos mecanismos de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares”.

A iniciativa foi motivada por declarações do presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, concedidas em entrevista à GloboNews no dia 14 de julho. Durante a conversa, ao ser questionado sobre a participação dos dirigentes partidários na distribuição de emendas, Valdemar respondeu afirmativamente.

Ao mencionar a entrevista, o ministro destacou que Valdemar Costa Neto preside uma das maiores legendas do país e classificou suas declarações como relevantes para a apuração dos fatos. Na decisão, Dino observou que a existência de emendas “de titularidade ou ‘cedidas’ aos presidentes de partidos políticos” representa uma informação que merece esclarecimentos adicionais.

A determinação também ocorre às vésperas da eleição e no contexto das investigações conduzidas pelo STF sobre a aplicação de emendas parlamentares. Em decisão proferida em 10 de julho, Flávio Dino suspendeu a execução de emendas que, segundo informações apresentadas pela Polícia Federal, teriam sido indicadas de forma irregular por Valdemar Costa Neto, que atualmente não exerce mandato parlamentar. Na mesma ocasião, o ministro determinou o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do dirigente partidário.

Valdemar Costa Neto nega qualquer irregularidade e contesta as suspeitas relacionadas à destinação das emendas parlamentares. Enquanto isso, as respostas dos partidos deverão subsidiar a continuidade das análises conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal sobre o tema.

O "jogo" começou...

Fonte: Jornal da Cidade Online

Pré-campanha de Flávio Bolsonaro diz ter identificado 20 mil perfis falsos contra a direita e entrega dados ao TSE

Terça, 21 de julho de 2026

Foto: Vittor Sales/Flickr Flávio Bolsonaro

O coordenador da campanha do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), senador Rogério Marinho (PL-RN), se reuniu, nesta segunda-feira (20), com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Nunes Marques, para pedir que os mais de 20 mil perfis falsos – com publicações impulsionadas que atacam nomes como Flávio, Tarcísio de Freitas e Jorginho Mello – sejam derrubados e iniciada uma investigação.

A equipe protocolou na última sexta-feira (17) uma representação sobre uma suposta rede digital criada para atacar o senador e pede que as ações sejam tomadas por meio de uma medida liminar.

“Nós acreditamos que é necessário essa agilidade do tribunal, porque são perfis que somem muito rapidamente nas redes sociais”, disse Marinho a jornalistas.

De acordo com o senador, o objetivo é identificar quem está por trás promovendo as postagens e quem está financiando. A avaliação preliminar do PL é de que as publicações tenham atingido quase 270 milhões de pessoas.

“Nós acreditamos na equidade, na paridade de armas. Nós acreditamos que em uma campanha eleitoral é necessário, sim, que haja um debate da inclusive críticas, por mais pesadas que elas possam ser, mas desde que identificadas”, comentou o senador.

A advogada do PL Maria Claudia Bucchianeri diz que perfis pequenos e recém-criados estavam fazendo contratação de impulsionamento de comunicados negativos contra Flávio Bolsonaro.

“Tem muita gente engajada. O DDD muito repetido é o 041, do Paraná. Não sabemos porque isso, Mas esperamos descobrir”, disse Maria Claudia.

A advogada acredita que as ações vêm de uma organização criminosa digital.

“Acho que é premaduro ficar cogitando e especulando quem é que está por trás, se tem partido, se tem político. Seria irresponsável da nossa parte fazer qualquer presunção”, avalia.

R7


Defesa de Jair Bolsonaro pede que Moraes reconsidere decisão que proibiu visitas de Flávio ao pai por 90 dias

Terça, 21 de julho de 2026

Foto: REUTERS/Diego Herculano

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu nesta segunda-feira (20) da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao pai.

Os advogados pedem que Moraes reveja a decisão. Caso isso não ocorra, solicitam que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do STF.

Segundo a defesa, a suspensão é “desproporcional” e Bolsonaro não tinha conhecimento de que Flávio divulgaria uma carta manuscrita em que o ex-presidente o autorizava a atuar como porta-voz durante a disputa eleitoral deste ano.

Os advogados afirmam ainda que não houve acordo prévio para a publicação do documento e defendem que, mesmo se a divulgação fosse considerada irregular, a proibição de contato entre pai e filho por 90 dias é excessiva.

Como alternativa, a defesa pede que Flávio possa visitar Bolsonaro na condição de advogado. O senador integra formalmente a equipe jurídica do ex-presidente, e os advogados argumentam que o direito de comunicação entre cliente e defensor não pode ser restringido em razão do vínculo familiar.



Eduardo Bolsonaro se manifesta após conseguir o green card

Terça, 21 de julho de 2026





Em declaração, Eduardo Bolsonaro agradeceu ao governo norte-americano pela concessão do documento e afirmou que cumpriu todas as exigências previstas no processo migratório. O ex-parlamentar também declarou que sua permanência nos Estados Unidos deixou de ser temporária em razão da situação política e jurídica que, segundo ele, enfrenta no Brasil.

“Só tenho a agradecer ao governo Trump pela consideração. Segui o processo, atendi os critérios e agora chegou o resultado. Eu vim para os EUA para passar apenas alguns dias e acabei tendo que me exilar aqui por conta da perseguição no Brasil. Sinto-me seguro, pois aqui os abusos do Alexandre não valem de nada“, declarar.

Eduardo também relacionou o atual cenário político brasileiro à disputa eleitoral de 2026 e defendeu a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Para ele, uma eventual vitória do irmão representaria a retomada daquilo que considera ser a normalidade democrática no país.

“É fundamental que o Flávio ganhe a eleição para que a normalidade democrática se restabeleça e o Brasil deixe de ter exilados políticos”, afirmou o ex-deputado.

As declarações ocorreram após a confirmação de que Eduardo Bolsonaro, sua esposa, Heloísa Bolsonaro, e os dois filhos do casal, Geórgia e Jair Henrique, receberam o green card do governo norte-americano. Os documentos foram entregues à família no início de julho.

A autorização de residência permanente permite que Eduardo Bolsonaro e seus familiares vivam, trabalhem e estudem legalmente nos Estados Unidos por tempo indeterminado. Além disso, a legislação americana prevê que, após cinco anos como residentes permanentes, eles poderão solicitar a cidadania dos Estados Unidos, desde que atendam aos requisitos estabelecidos pelas autoridades migratórias do país.

A concessão do green card ocorre em meio aos desdobramentos dos processos judiciais envolvendo o ex-deputado no Brasil e ao ambiente de tensão política entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e integrantes do Supremo Tribunal Federal.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Ditador Daniel Ortega declara fim de eleições na Nicarágua

Terça, 21 de julho de 2026

Foto: REUTERS/Leonardo Fernández Viloria

O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, afirmou que o país não realizará mais eleições, encerrando a possibilidade de novas disputas eleitorais após o fim de seu mandato, previsto para o próximo ano.

Durante discurso no domingo (19), em comemoração à Revolução Sandinista de 1979, Ortega declarou: “Não haverá mais eleições aqui para que eles tentem tomar o governo e o poder”.

Em seguida, o líder esquerdista acrescentou: “Os dias em que partidos apoiados pelos ianques e pelos somozistas voltariam ao poder acabaram. Nunca mais”.

No poder desde 2007, após também governar o país na década de 1980, Ortega não explicou como a medida será implementada.

Prisão de opositores e esposa nomeada como copresidente

A última eleição presidencial, realizada em 2021, foi amplamente contestada após a prisão de opositores e a repressão à dissidência. Em 2025, reformas constitucionais ampliaram ainda mais os poderes do regime, nomeando sua esposa, Rosario Murillo, como copresidente e estendendo o mandato presidencial para seis anos.

O governo ditatorial de Ortega é alvo de críticas internacionais. O Conselho de Direitos Humanos da ONU acusa o regime de transformar a Nicarágua em um Estado autoritário e de promover violações sistemáticas de direitos humanos. Desde a repressão aos protestos de 2018, mais de 300 pessoas morreram, segundo organismos internacionais.


Diante de inércia do Senado, STF entra em ação e dá 10 dias a Alcolumbre

Terça, 21 de julho de 2026




Segundo Girão, o mandado de segurança foi apresentado pelo fato de, segundo ele, não terem sido tomadas providências para a instalação do Conselho de Ética. O senador destacou que Cármen Lúcia, relatora do caso no STF, fez o pedido de informações ao Senado. 

"A relatora recebeu e determinou que o Senado fornecesse, no prazo de dez dias, informações sobre o teor da petição. 
Essa intimação chegou a esta Casa no dia 6 de julho. 
Estamos aguardando a tramitação normal do feito", afirmou.

O parlamentar também criticou o fechamento da possibilidade de as pessoas fazerem comentários nas publicações institucionais do Senado na rede X, durante o período eleitoral. Ele pediu o restabelecimento da participação dos cidadãos. Girão disse ter recebido reclamações de cidadãos que não conseguem fazer comentários. Na avaliação dele, a restrição prejudica a interação da sociedade nos debates da Casa.

O senador informou que encaminhou um ofício à Secretaria de Comunicação Social (Secom) solicitando esclarecimentos e pediu a liberação dos comentários na rede social.

"Faço um apelo para que [os comentários] sejam abertos, porque isso não é democrático da Casa que deveria representar também a democracia do povo, uma Casa que existe há 200 anos", disse.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Morte brutal de bebê de apenas 10 meses faz a pena de morte voltar ao debate no Senado

 Terça, 21 de julho de 2026




Como a vedação à pena de morte é considerada cláusula pétrea da Constituição — ou seja, não pode ser alterada por emenda —, exceto em caso de guerra declarada, Cleitinho aventou a possibilidade de que o tema seja discutido em uma nova Constituição. 

"Temos que debater isso urgentemente e fazer uma nova Constituição para permitir a pena de morte", propôs. 

6x1

Como fez em discursos anteriores, Cleitinho voltou a defender a aprovação da proposta de emenda à Constituição que extingue a escala de trabalho 6x1, em que se trabalham seis dias para folgar um. A PEC 221/2019, já aprovada pela Câmara dos Deputados, está em análise no Senado.

O senador comparou a jornada dos trabalhadores ao calendário de atividades do Congresso Nacional. Segundo seus cálculos, um trabalhador submetido à escala 6x1 trabalhará cerca de 313 dias em 2026, enquanto parlamentares teriam bem menos dias de trabalho, em razão dos recessos legislativos e do período de campanha eleitoral.

"Enquanto vocês [trabalhadores] ralam para trabalhar nessa escala, nós estaremos, a partir da semana que vem, de recesso. Em agosto começa o período eleitoral, e muitos dos que vão pedir voto para vocês não vão votar [o fim da] escala 6x1", afirmou.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Quando questionar passou a ser proibido

 Terça, 21 de julho de 2026

Durante anos, qualquer cidadão que ousasse levantar dúvidas sobre sistemas eletrônicos de votação passou a correr um risco imediato: ser rotulado como conspiracionista, negacionista ou inimigo da democracia.

A simples palavra "auditoria" tornou-se, em muitos ambientes, quase um crime de opinião.

Mas os acontecimentos desta semana nos Estados Unidos colocaram um ingrediente novo nessa discussão.

O presidente Donald Trump anunciou a desclassificação de documentos produzidos pela CIA envolvendo estudos sobre vulnerabilidades em sistemas eletrônicos de votação e sobre métodos atribuídos ao regime venezuelano para alterar resultados eleitorais por meios tecnológicos.

Segundo Trump, esse material demonstra que existia conhecimento acumulado dentro da inteligência americana acerca de técnicas capazes de interferir em processos eleitorais eletrônicos.

É importante registrar que a divulgação desses documentos não encerra o debate.

Os próprios relatórios apresentam limitações e não constituem prova definitiva de fraude em eleições específicas nem em outros países.

Mas há uma pergunta que permanece.

Se uma das maiores agências de inteligência do planeta dedicou anos estudando essas possibilidades, por que em determinados países qualquer discussão semelhante passou a ser tratada como tabu?

Essa talvez seja a questão mais importante de todas.

Não se trata apenas da Venezuela.

A Smartmatic, empresa nascida na Venezuela e frequentemente citada nos debates internacionais sobre tecnologia eleitoral, voltou ao centro das discussões após aparecer mencionada no material divulgado pela Casa Branca.

Independentemente das conclusões jurídicas que venham a surgir, o simples fato de documentos oficiais tratarem do tema demonstra que a discussão nunca foi fruto apenas de teorias espalhadas na internet.

Notadamente porque a própria inteligência norte-americana considerou o tema suficientemente relevante para produzir análises técnicas sobre sistemas eletrônicos de votação e suas vulnerabilidades.

Esse fato, por si só, demonstra que discutir mecanismos de auditoria e transparência não deveria ser tratado como afronta à democracia, mas como instrumento para fortalecê-la.

Democracias maduras não têm medo de auditorias. Elas as incentivam.

Auditar um sistema não significa acusá-lo de fraude. Significa justamente fortalecer sua credibilidade.

Nenhum banco se recusa a ser auditado. Nenhuma grande empresa considera ofensiva uma fiscalização externa. Nenhum laboratório sério rejeita a revisão de seus procedimentos.

Por que seria diferente com eleições?

Foto de Jayme Rizolli

Jayme Rizolli

Jornalista.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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