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eis anos após iniciar as operações no Brasil, a CNN Brasil deve passar por uma mudança estrutural na atuação da empresa dentro do mercado de mídia nacional. A emissora, que até agora operava exclusivamente na TV por assinatura, caminha para também integrar o sistema de televisão aberta, movimento que a colocará em competição direta com as principais redes do setor.
A iniciativa representa uma das maiores reconfigurações desde o lançamento do canal e reposiciona a empresa em um novo patamar de concorrência, ao lado de nomes consolidados como Globo, SBT, Record e Band. Com isso, especialista analisam que a mudança não se limita apenas ao modelo de distribuição de conteúdo da CNN, mas também impacta diretamente o alcance e a estratégia comercial da marca no país.
A expansão é liderada pelo empresário Rubens Menin, fundador da construtora MRV, que conduz negociações com emissoras regionais em diferentes regiões do Brasil. Segundo a empresa, o objetivo é viabilizar uma rede nacional de transmissão em TV aberta, baseada em parcerias locais capazes de garantir capilaridade e distribuição do sinal em áreas estratégicas.
Dentro desse planejamento, já há acordos avançados com afiliadas das regiões Sul e Sudeste, consideradas prioritárias pelo peso em audiência e relevância publicitária, parcerias vistas como fundamentais para a fase inicial de implantação do projeto em escala nacional.
Segundo o portal Dol, a expectativa é de que CNN Brasil possa estrear esse novo modelo de transmissão ainda no segundo semestre deste ano, buscando ampliar a presença no período eleitoral, quando a demanda por informação tende a aumentar. Caso o cronograma não seja cumprido, a estreia pode ser adiada para o início de 2027.
Contudo, mesmo sem definição final de calendário, o projeto é tratado internamente como prioridade estratégica, por representar um passo importante na consolidação da marca além da TV por assinatura.
O plano inicial prevê a presença da emissora em cerca de 20 capitais do país, com foco em centros de maior relevância econômica e de audiência. Entre as cidades já incluídas nas negociações estão São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e Vitória, que aparecem entre as tratativas mais avançadas.
Além disso, a estratégia prevê uma entrada gradual, começando pelos principais centros urbanos, onde há maior potencial de retorno em audiência e publicidade, para só então avançar para outras regiões do país. A expectativa interna é que, com a execução completa do projeto, o alcance possa chegar entre 80 milhões e 100 milhões de pessoas em todo o território nacional.
Opinião dos leitores
Esquerda perdeu?
Logo acusam de fraude e tentam anular os locais que levaram a vitória da direita.
Essa é a “democracia” que aceita.
Tudo para se manter no poder.
Quatro ex-presidentes peruanos foram diretamente implicados ou presos por ligações com o esquema da Operação Lava Jato e os desvios da construtora Odebrecht (atual Novonor): Alejandro Toledo, Ollanta Humala, Pedro Pablo Kuczynski e Alan García (que cometeu suicídio ao receber voz de prisão).
A Lavajato acabou no Brasil, no PERU, não !!!!
O PERU é um país mais sério que o Brasil !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Se for utilizada a régua do TSE brasileiro, esse já está inelegível por muitos e muitos anos. Questionando urnas!!! Tá louco????
ESSA MALDIÇÃO, CHAMADA ESQUERDA, ESTÁ SENDO VARRIDA DAS AMÉRICAS. SÓ QUEM É MASOQUISTA, FEITO ALGUNS JUMENTOS BRASILEIROS, COM TODOS RESPEITO AOS QUADRÚPEDES, CONTINUAM A VOTAR EM CORRUPTOS.
Rotatividade de Motel.