martins em pauta

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Comércio potiguar registra queda nas vendas pelo terceiro mês seguido

Sexta, 14 de agosto de 2026

Foto: Inter TV Cabugi/Reprodução

As vendas do comércio varejista do Rio Grande do Norte registraram queda de 0,1% em junho, na comparação com maio. Foi o terceiro mês consecutivo de recuo, após resultados negativos de 1,3% em maio e 0,2% em abril. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (13) pelo IBGE.

Apesar da sequência de quedas, o varejo potiguar cresceu 2,1% em relação a junho de 2025. No acumulado do primeiro semestre, a alta foi de 4,5%. Já em 12 meses, o crescimento chegou a 5,9%, a segunda maior variação do país, atrás apenas de Pernambuco, com 6,1%.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, materiais de construção e atacado de alimentos, as vendas recuaram 1,5% em junho. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, porém, houve alta de 1,4%. No acumulado de 2026, o varejo ampliado registra crescimento de 2,8%, enquanto em 12 meses a alta é de 3,2%.

MAIS UM: Oposição pede impeachment de Alexandre de Moraes após decisão que expôs fonte de jornalista

Sexta, 14 de agosto de 2026

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O líder da oposição na Câmara, deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), protocolou na quarta-feira (12) um novo pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

A iniciativa veio após a decisão do ministro que autorizou uma operação da Polícia Federal contra Raimundo Soares Cutrim e Diogo Diniz Lima, apontados como pessoas que forneceram informações ao jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, que publicou reportagens investigativas sobre o ministro Flávio Dino.

Para a oposição, a decisão de Alexandre de Moraes representa uma violação ao sigilo da fonte jornalística, direito garantido pela Constituição Federal. O pedido de impeachment sustenta que a medida afronta o artigo 5º, inciso XIV, que protege o sigilo da fonte quando necessário ao exercício profissional.

O pedido será encaminhado ao Senado Federal, responsável por processar e julgar ministros do STF em casos de crime de responsabilidade. A abertura de um eventual processo, no entanto, depende de decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).


ELEIÇÕES: Quase 800 candidatos mudam cor ou raça declarada ao TSE de 2022 para 2026

Sexta, 14 de agosto de 2026

Foto: Marri Nogueira / Agência Senado

Ao menos 786 candidatos registrados para as eleições de 2026 mudaram a informação de cor ou raça em relação ao que constava na Justiça Eleitoral em 2022. O número representa 4,5% das 17.413 candidaturas registradas até quarta-feira (12), segundo dados do TSE analisados pelo g1.

A mudança mais comum foi de branca para parda, em 308 casos. Em outros 262, candidatos passaram de parda para branca. Juntas, as duas alterações representam 72,5% dos registros identificados.

Entre os 786 candidatos, 419 se declararam pardos em 2026, 275 brancos, 76 pretos, nove indígenas e sete amarelos. A maioria das alterações ocorreu entre candidatos a deputado estadual, federal ou distrital, que concentram 753 registros, ou 95,8% do total.

A mudança na autodeclaração, isoladamente, não indica irregularidade. Entre as possíveis explicações estão erros de preenchimento, mudanças na percepção individual sobre cor ou raça e, em alguns casos, eventual interesse em acessar recursos destinados a candidaturas negras.

Nas eleições de 2026, partidos devem destinar pelo menos 30% dos recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário a candidatos pretos e pardos. Quando há divergência entre a autodeclaração atual e registros anteriores, o candidato e o partido podem ser chamados pela Justiça Eleitoral para confirmar a alteração.

Mudanças por partido

O Republicanos lidera em número absoluto de candidaturas com alteração, com 75 casos. Em seguida aparecem PL, com 70, MDB, com 62, e Podemos, com 60.

Republicanos: 75 mudanças
PL: 70
MDB: 62
Podemos: 60
PSD: 52
PT: 47
PSDB: 42
União Brasil: 42
PSB: 41
Novo: 37
PP: 35
PDT: 32
Avante: 32
PSOL: 32
Solidariedade: 19
Mobiliza: 18
PV: 18
PRD: 15
Agir: 14
Democrata: 12
DC: 8
PCdoB: 6
Rede: 6
Cidadania: 5
UP: 3
PSTU: 2
PCB: 1
Missão: 1

Os dados ainda são parciais. Partidos, federações e coligações têm até as 19h deste sábado (15) para apresentar os pedidos de registro.


Após Fachin erguer a voz, Moraes se revolta (veja o vídeo)

Sexta, 14 de agosto de 2026

Edson Fachin, atual presidente do STF, subiu o tom na Corte.

Ao prestar solidariedade a Flávio Dino, o ministro afirmou que investigação deve preservar a liberdade de imprensa e o sigilo de fonte - alvo de decisão de Alexandre de Moraes. A manifestação indica que decisão de Moraes para investigar jornalista deve ser levada ao plenário do STF.

Em resposta, Alexandre de Moraes - visivelmente alterado - diz que sigilo de fonte é uma “garantia constitucional consagrada” pelo STF, mas que “jamais se confundirá com o escudo protetivo para a prática de atividades ilícitas”.

Veja: 

 

TSE manda restabelecer filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e determina que PF investigue filiação indevida ao Partido Missão

Sexta, 14 de agosto de 2026

Foto: Luiz Roberto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou a correção imediata do registro de filiação do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ao PL, anulando sua filiação ao Partido Missão.

A decisão atende a um pedido de urgência da campanha e também determina que a Polícia Federal investigue o caso.

Flávio apareceu filiado ao Missão, partido que já tem Renan Santos como candidato à Presidência. A mudança impedia o registro da candidatura do senador, cujo prazo termina neste sábado (15).

O Missão afirmou que foi alvo de um ataque e tentou alertar Flávio. Já o TSE informou que não houve invasão do sistema de filiação e que a alteração foi feita por alguém da legenda.

Fachin ergue a voz como nunca antes, atinge Moraes e o "caos" se espalha no Supremo (veja o vídeo)

Sexta, 14 de agosto de 2026

Edson Fachin chutou o pau da barraca...

O atual presidente do STF subiu o tom como nunca antes.

Ele afirmou que investigação deve preservar a liberdade de imprensa e o sigilo de fonte - alvo de decisão recente de Alexandre de Moraes.

Ao ver a manifestação, Dino quase teve um "treco". Já Moraes, visivelmente alterado, afirmou que que sigilo de fonte é uma “garantia constitucional consagrada” pelo STF, mas que “jamais se confundirá com o escudo protetivo para a prática de atividades ilícitas”.

Ao que tudo indica, a decisão de Moraes contra fonte de jornalista deve ser levada ao plenário do STF.

O "caos" toma conta da Corte...

Veja:

Mentira de Haddad sobre encontro com "traficante" vira tema da campanha em SP

 Sexta, 14 de agosto de 2026

No debate da Band, realizado no domingo (9), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacou o trabalho de sua gestão para combater o tráfico de drogas no estado. Por outro lado, o mandatário paulista que disputa a reeleição, ironizou o fato de Fernando Haddad, então ministro da Fazenda do governo Lula, ter compartilhado o palco de um evento na Favela do Moinho com a traficante Alessandra Moja, que na sequência acabou sendo presa pela polícia paulista.



Evidentemente, os tais dos ‘diálogos cabulosos’ voltam a ser lembrados.

Tarcísio disse o seguinte:

“Temos uma cena ruim, que é a cena de membros do poder, inclusive o doutor Fernando Haddad, no palco com a traficante que comandava o tráfico na Favela do Moinho”.

Haddad ficou visivelmente contrariado com a afirmação do governador, mas não desmentiu de pronto a fala.

“Eu lá vou saber quem é do tráfico”, disse o petista.

Nesta terça-feira (11), numa entrevista na RedeTV, Haddad teve a cara de pau de insinuar que Tarcísio estaria mentindo sobre o tal ‘encontro’ do petista com a traficante.

“Eu não localizei essa foto que ele se referiu, não localizei essa foto. Eu acho que ele tá mentindo, inclusive, porque ninguém achou isso aí. Ninguém achou essa foto. Possivelmente ele tá mentindo. Ele deve ter recebido essa informação de alguém, mas não apresentou isso”.

O jornalista Robson Bonin, do Radar da Veja, elucidou o caso e trouxe a verdade:

“A
imagem
existe e, na verdade, é um vídeo de uma transmissão oficial do próprio governo Lula, durante ato na Favela do Moinho, quando Alessandra foi chamada para o palco onde estava Haddad, Lula e outros ministros do governo.
Haddad aparece, inclusive, alheio ao evento, conversando lateralmente com Márcio França. O fato, aliás, foi amplamente noticiado no ano passado. Afinal, não é todo dia que a equipe do presidente da República permite que investigadas por tráfico de drogas compartilhem o mesmo palanque do chefe do Planalto e de seus ministros.
Se o serviço de inteligência do governo tivesse feito seu papel, nem Lula nem Haddad passariam por esse constrangimento de agora.”

Editoriais de Folha, Estadão e O Globo condenam atuação do STF contra liberdade de imprensa

Sexta, 14 de agosto de 2026

Jornais chamaram decisão de Moraes de “ataque”, “inconstitucional” e “afronta”. Montagem: Poder360

Os três veículos de maior circulação impressa no Brasil direcionaram duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) em seus editoriais publicados nesta quinta-feira (13). A reação dos jornais ocorreu após a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou mandado de busca e apreensão contra Raimundo Soares Cutrim, no Maranhão.

Cutrim, ex-secretário estadual de Assuntos Legislativos do Maranhão, foi apontado pela Polícia Federal como a fonte do jornalista Luís Pablo — responsável pelo Blog do Luís Pablo e que já havia sido alvo de uma operação policial há cinco meses.

O Veto Constitucional à Violabilidade da Fonte

Em suas manifestações, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo fundamentaram suas críticas no inciso XIV do artigo 5º da Carta Magna de 1988, que estabelece:

“É assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.”

O dispositivo assegura a jornalistas, advogados e outros profissionais o direito legal de não revelar suas origens de informação, impedindo que o Poder Judiciário atue para expor esses contatos. Essa garantia permite que cidadãos repassem dados sigilosos e de interesse público à imprensa sob a certeza do anonimato. A quebra desse preceito, segundo os jornais, constitui infração constitucional e inibe o envio de denúncias aos meios de comunicação.

O Posicionamento dos Editoriais

Folha de S.Paulo

A Folha de S.Paulo sustentou que a determinação de Moraes “afronta a liberdade de imprensa” e colocou em xeque a competência do STF para julgar o caso, acusando os magistrados da Corte de colocarem o “corporativismo acima da Constituição”.

“O caso está sob sigilo, o que já é questionável. Causa espécie, sobretudo, que ele tramite no Supremo, dado que o investigado não tem foro privilegiado – e o foro da suposta vítima não atrai, por si só, a competência do STF. Trata-se, assim, de possível violação da garantia fundamental do juiz natural. Se o jornalista é suspeito de cometer infrações, em princípio caberia à 1ª Instância da Justiça conduzir o caso”, destacou a publicação.

O editorial acrescentou ainda que o ministro, “sempre tão zeloso quando se trata de proteger a democracia brasileira daquilo que ele enxerga como ameaça, golpeou, ele mesmo, o Estado Democrático de Direito em um de seus mais valiosos fundamentos: a liberdade de imprensa”.

O Estado de S. Paulo

Em seu posicionamento, O Estado de S. Paulo afirmou que o Inquérito das Fake News — sob relatoria de Moraes — transformou-se em um “instrumento de intimidação de qualquer um que ouse contrariar interesses de Suas Excelências – em particular jornalistas e empresas de comunicação”.

“Se um dia esse inquérito serviu ao País como resposta ao maior ataque contra a democracia brasileira na Nova República, hoje é a marreta com a qual Moraes golpeia os mesmos princípios democráticos que ele diz defender”, pontuou o Estadão.

O Globo

Por sua vez, O Globo classificou a violação do sigilo de fonte pela Polícia Federal como “inconstitucional” e alertou para a criação de um “precedente perigoso”. O jornal também questionou a permanência do processo no STF e defendeu o arquivamento do Inquérito das Fake News.

“A investigação sobre Pablo nem sequer deveria estar no STF, pois os acusados não têm prerrogativa de foro. Causa estranheza também que tenha sido distribuída a Moraes por conexão com o inquérito das fake news, investigação sem objeto definido que já deveria ter sido encerrada há muito tempo”, registrou o editorial de O Globo.

Com informações do Poder360

VIOLAÇÃO DO SIGILO DA FONTE: Jornalista maranhense diz que decisão de Alexandre de Moraes expôs fontes e cria ameaça à imprensa

Sexta, 14 de agosto de 2026

Fotos: Reprodução redes sociais e Rosinei Coutinho/SCO/STF

O jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, alvo de investigação autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, afirmou à Folha de S.Paulo que não monitorou o ministro Flávio Dino nem seus familiares e classificou as medidas contra ele como um grave precedente para a liberdade de imprensa.

Luís Pablo teve computador e celular apreendidos pela Polícia Federal e diz que o acesso às suas conversas acabou expondo fontes jornalísticas. Ele afirmou que a situação pode comprometer seu trabalho e intimidar pessoas que poderiam fornecer informações à imprensa.

O jornalista investigava o uso de veículos oficiais pelo ministro e sua família. Ele nega ter perseguido Dino, recebido dinheiro para publicar reportagens ou cometido qualquer irregularidade.

Entidades como a Fenaj e a Abraji criticaram as decisões e alertaram para os riscos ao sigilo da fonte e ao exercício do jornalismo. A defesa de Dino e o Tribunal de Justiça do Maranhão negam irregularidades no uso dos veículos.

Com informações da Folha de S.Paulo

Lulinha em “condições precárias”? Empresa no endereço mais caro de Madri desmente vice-presidente do PT

Sexta, 14 de agosto de 2026

Quem investiga Lulinha por corrupção e tráfico de influência não leva a sério a lorota do vice-presidente nacional do PT, de nome Quaquá, de que o filho de Lula (PT) viveria em “condições precárias” em Madri, de acordo com o jornalista Claudio Humberto, do site Diário do Poder. 

O próprio Lulinha deixou claro como isso é falso. Em janeiro, ele instalou sua “empresa de consultoria” Synapta SL no Paseo de la Castellana, endereço mais caro de Madri, onde o metro quadrado de aluguel, 30 euros em média, é o dobro do valor cobrado em aluguéis na rica Avenida Paulista, por exemplo.

Paseo de la Castellana é o coração financeiro de Madri, avenida mais emblemática do mercado corporativo espanhol, sede de multinacionais.

Suspeitam que Lulinha usa a empresa para justificar o padrão de vida, bancado por empreiteira de contratos bilionários com o governo do pai.

A revista Veja diz que dossiê entregue à PF descreve ligação de Lulinha à empreiteira, seguindo no mesmo padrão descoberto pela Lava Jato.

A Synapta SL, empresa de Lulinha, realizaria “serviços de tecnologia em sentido amplo” em Madri. Ignoram-se seus clientes e até se existem.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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