martins em pauta

sábado, 10 de outubro de 2026

A “revolta” dos marqueteiros de Lula

Sábado, 10 de 0utubro de 2026

Imagina nas últimas semanas antes do segundo turno, um áudio de Vorcaro na qual o banqueiro alega que o instituto Lula recebeu grana por fora, fazendo um comparativo com Flávio dizendo que o financiamento do filho 01 foi por meios legais, e o do Lula não?

Imagina o Lula tentando pegar a única petista ainda em evidência para ajudar na campanha dele, e descobrir que a mulher tem várias postagens pedindo para fechar igrejas no estilo Nicaragua. Acho que temos de parar de pagar os marqueteiros do Flávio, e começar a pagar os do Lula.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Lula sai desesperado atrás de líderes do centrão

Sábado, 10 de outubro de 2026

Sem conseguir arregimentar apoio de partidos políticos, todos inclinando para a candidatura de Flávio Bolsonaro, o petista Lula partiu para o desespero e corre atrás de apoios indivuduais.

É a maneira que encontrou de tentar oxigenar sua cambaleante candidatura.

Na quinta-feira (8), Lula recebeu o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), no Palácio da Alvorada. O encontro ocorreu um dia após o partido do parlamentar anunciar apoio ao candidato bolsonarista.

Enquanto isso, Flávio coleciona adesões de todos os partidos que estavam neutros no 1º turno e de todos os demais candidatos derrotados, com exceção de Ranan Santos, que adotou a postura de neutralidade.

Zema, Caiado e Augusto Cury já declararam apoio a Flávio.


Fonte: Jornal da Cidade Online

Propinoduto: Vorcaro pagou filme sobre Lula para fazer negociatas com o governo (veja o vídeo)

 

Sábado, 10 de outubro de 2026

Em declarações públicas recentes sobre o escândalo do Banco Master, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as investigações deveriam seguir até o fim, doa a quem doer. O jargão, usado para indicar equidistância e rigor, voltou ao ponto de partida em tom de ironia ministerial.

A revista VEJA (ed. 3016) detalha o conteúdo de áudios e anexos apresentados em junho à Procuradoria Geral da República pelo banqueiro Daniel Vorcaro. O material descreve um suposto esquema de propina e acesso aos bastidores do governo federal para alcançar os fundos de pensão de estatais.

Segundo o relato de Vorcaro, a aproximação com o núcleo do governo passou por nomes centrais do Partido dos Trabalhadores. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, teria aberto o contato inicial. Em seguida, o sócio do banco, Augusto Lima, teria tratado os detalhes operacionais com João Vaccari Neto, ex tesoureiro do PT. O ingresso no arranjo teria exigido cerca de R$ 30 milhões em espécie, encaminhados, via Paulo Okamotto, ao custeio do documentário de Oliver Stone sobre Lula, além de quantia não revelada destinada ao Instituto Lula. Ficou acertado um pedágio de 10% sobre qualquer captação nos fundos de pensão do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, da Petrobras e dos Correios. Nas contas de Vorcaro, a projeção apontava R$ 1 bilhão ao PT e R$ 9 bilhões ao operador.

No Palácio do Planalto, os contatos avançaram na Secretaria de Relações Institucionais. O ministro Alexandre Padilha teria indicado que conversas com Olavo Noleto, então secretário executivo, equivaliam a tratar diretamente com a chefia da pasta.

A proposta de acordo de Vorcaro foi recusada. Mensagens extraídas do celular do banqueiro, porém, registram a sequência dos fatos. Em 29 de abril de 2024, um intermediário identificado apenas como Júlio apresentou Vorcaro a Olavo Noleto. No mesmo dia, o Banco Master entrou na lista exaustiva, relação que credencia instituições financeiras a receber aportes dos fundos públicos.

Ainda em 29 de abril, Júlio cobrou R$ 500 mil pela intermediação. Dois dias depois da inclusão na lista, Vorcaro e o ministro Alexandre Padilha jantaram na casa do banqueiro. Em outubro, Júlio enviou mensagem ao banqueiro: o PR vai te receber.

As operações sofreram um solavanco em julho de 2024, depois que a imprensa divulgou a destituição de gerentes da Caixa contrários às operações do Master. Vorcaro sustenta que movimentações com fundos municipais renderam cerca de R$ 6 milhões ao grupo ligado a Padilha. Sobre transações paralelas sob investigação, o banqueiro resumiu a própria leitura: o do Lula foi por fora, foi errado. O do Flávio não foi.

Lula, Alexandre Padilha e Olavo Noleto negam qualquer irregularidade ou favorecimento ao Banco Master. Até o momento, não há prova material de que o encontro com o presidente prometido por Júlio tenha ocorrido. O único registro confirmado no Palácio do Planalto data de 4 de dezembro de 2024, fora da agenda oficial, e tratou do andamento do Banco Master junto ao Banco Central.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Dez dos 15 jovens mais engajados nas redes são eleitos em 2026

Sábado, 10 de outubro de 2026

Reprodução

Dez dos 15 candidatos de até 29 anos com maior engajamento nas redes sociais no primeiro turno foram eleitos. O levantamento do Instituto Democracia em Xeque analisou 65,7 mil publicações de 691 candidatos em cinco plataformas (Instagram, no TikTok, no X, no Facebook e no YouTube).

Lucas Pavanato (PL-SP), de 28 anos, liderou o ranking e conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados. Eduarda Campopiano (PL-SP), de 23 anos, ficou em sétimo lugar e foi eleita deputada estadual com a maior votação do estado para o cargo.

Os dois publicaram conteúdos em parceria e contaram com a participação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), de 30 anos, que não entrou no recorte etário da pesquisa.

O estudo também identificou 59 eleitos entre os 831 jovens de até 29 anos que disputaram vagas legislativas, uma taxa de 7,1%, apontada pelo instituto como a maior das últimas quatro eleições.

Com informações da Revista Oeste

Vorcaro negocia entrevista com grande emissora

 Sexta, 09 de outubro de 2026

Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, estaria em negociação para conceder uma entrevista exclusiva a uma emissora de televisão sobre a crise que levou à liquidação do banco e terminou com sua prisão.

Pessoas ligadas ao ex-banqueiro teriam procurado a Globo para discutir a possibilidade da conversa. Ao mesmo tempo, Roberto Cabrini, da Record, também teria demonstrado interesse em entrevistar Vorcaro.

A realização da entrevista, no entanto, depende de autorização judicial. Como o ex-banqueiro está preso, a eventual gravação precisaria ocorrer dentro da unidade prisional e seguir as regras de segurança e as condições determinadas pelas autoridades responsáveis pelo caso.

De acordo com a publicação, a preferência de Vorcaro seria por uma entrevista com Roberto Cabrini, no programa “Domingo Espetacular”. A avaliação seria de que a Record teria maior disponibilidade de tempo na programação para uma conversa mais extensa.

A eventual entrevista poderia dar ao ex-banqueiro espaço para apresentar sua versão sobre as acusações e os acontecimentos envolvendo o Banco Master, mas qualquer gravação ainda depende do aval da Justiça.

Fonte: Jornal da Cidade Online

O dado mais importante da pesquisa Datafolha

 Sábado, 10 de outubro de 2026

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8), mostra que o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% dos votos válidos no segundo turno das eleições 2026, enquanto o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marca 48%.

Flávio ampliou a base que o elegeu no 1º turno, enquanto Lula não atraiu indecisos nem eleitores de terceiros.

A campanha petista - baseada em medo, judicialização e assistencialismo - não resiste à comparação com a proposta de mudança.

O eleitorado quer novo rumo, e a pesquisa espelha isso.a

 O Brasil tem a chance histórica de encerrar o ciclo do lulismo.

O Datafolha ouviu 2.520 eleitores entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança de 95%. O levantamento BR-02949/2026 foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Impeachment de Moraes é inegociável e Dino segue na mira

 Sábado, 10 de outubro de 2026

A equipe de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL), considera inegociável o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A campanha do presidenciável entende que o afastamento do magistrado é necessário para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes.

As críticas a Moraes se acumulam desde a abertura do Inquérito das Fake News, em março de 2019. O procedimento foi instaurado de ofício pelo então presidente do STF, Dias Toffoli, sem provocação da Polícia Federal (PF) nem do Ministério Público. Toffoli também designou diretamente Moraes para conduzir a investigação, sem distribuição por sorteio entre os ministros.

De lá para cá, Moraes ordenou o bloqueio de contas bancárias e de perfis em redes sociais, autorizou operações de busca e apreensão contra jornalistas, empresários e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e determinou a remoção de publicações. Algumas dessas medidas foram adotadas sem que os atingidos fossem ouvidos previamente.

Para aliados de Flávio, esses episódios integram o histórico que justifica a responsabilização do magistrado. A equipe considera que a ausência de uma reação efetiva do Senado permitiu a continuidade de decisões abusivas.

Quanto ao ministro Flávio Dino, sua situação também é extremamente delicada e, após a concretização do impeachment de Moraes, fatalmente será a bola da vez.

É a assepsia.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Em vídeo impactante, governadores e senadores eleitos na região Sul declaram apoio a Flávio (veja o vídeo)

Sábado, 10 de outubro de 2026

O movimento em prol da candidatura Flávio Bolsonaro está crescendo com muita força em todo o país.

Tudo leva a crer que a direita vai obter uma vitória completa nas eleições brasileiras e com isso o país também vai passar a integrar o Escudo da Américas.

Isso significa mais segurança para a população e combate direto as facções criminosas, que serão tratadas como organizações terroristas.

O Brasil vai vencer.

Veja o vídeo:

URGENTE: Fachin diz "não" a Fux

Sábado, 10 de outubro de 2026

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou o acesso integral e imediato solicitado pelo ministro Luiz Fux ao conteúdo do inquérito das fake news. Segundo a Presidência da Corte, ainda existem documentos e procedimentos pendentes de análise antes que o material possa ser disponibilizado publicamente.

Em despacho, Fachin explicou que foram identificados 104 procedimentos relacionados à investigação, incluindo petições e apurações preliminares que ainda aguardam avaliação. A conclusão dessa etapa permitirá definir as providências cabíveis e encaminhar o inquérito para o “arquivamento definitivo”, quando, segundo a Presidência do STF, o acesso integral aos documentos será garantido.

A decisão ocorre após Fux determinar, na quinta-feira (8), que a área técnica do tribunal liberasse, no prazo de até 48 horas, o acesso de seu gabinete a investigações sigilosas em tramitação na Suprema Corte. Entre os casos estão apurações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados.

Além do inquérito das fake news, o ministro pretende examinar os autos relacionados às milícias digitais, às investigações que resultaram nas condenações de Bolsonaro e aliados pela suposta golpista e à apuração sobre a falsificação de cartões de vacina.

Em resposta à determinação, a Presidência do STF informou que três dos quatro procedimentos mencionados já são públicos e podem ser consultados imediatamente por Fux. A restrição, portanto, concentra-se no inquérito das fake news, cujo acesso depende da conclusão da análise dos documentos que permanecem sob sigilo.

Fachin ressaltou que os 104 procedimentos ainda passam por uma etapa de organização e avaliação. Somente após essa fase será possível estabelecer quais medidas deverão ser adotadas em cada caso. Caberá à Procuradoria-Geral da República (PGR) examinar as providências pertinentes, que podem incluir o oferecimento de denúncia ou um pedido de arquivamento.

O presidente do Supremo afirmou que pretende concluir a análise do material pendente e cumprir as etapas processuais necessárias antes de determinar o encerramento definitivo do inquérito. Conforme a posição apresentada pela Presidência, a disponibilização integral dos documentos ocorrerá após a conclusão desse processo.

Pedido de Fux envolve ação apresentada pelo PP

A determinação de Fux para obter acesso aos documentos foi proferida no âmbito de uma ação apresentada pelo Progressistas (PP) em abril de 2024. A legenda, que apoia o senador Flávio Bolsonaro na candidatura à Presidência da República, questiona uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, responsável pela relatoria dos casos.

O partido contesta a determinação de Moraes de apurar separadamente e sob sigilo, por meio de uma petição, os fatos que deram origem à operação Tempus Veritatis. A investigação apurou uma suposta tentativa de golpe envolvendo integrantes da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na ação, o PP sustenta que a condução do caso viola princípios constitucionais, entre eles a dignidade da pessoa humana, o juiz natural, a segurança jurídica, a proibição de juízos de exceção, o devido processo legal e o contraditório.

A legenda também questiona a escolha de Moraes como relator das investigações e aponta a existência de centenas de decisões e despachos sigilosos adotados ao longo dos anos. Fux, por sua vez, argumentou que parte do material já deixou de tramitar sob sigilo e foi disponibilizada aos advogados das partes.

Para o ministro, o acesso aos documentos é necessário para que possa analisar os pedidos apresentados pelo partido. Ao justificar sua determinação, Fux escreveu:

"Se a defesa tem acesso aos elementos documentados, a fortiori o tem o ministro desta Corte a quem incumbe decidir sobre a constitucionalidade do procedimento. O Tribunal não pode saber menos do que as partes sobre o que o Tribunal faz".

Fux também fez questão de esclarecer que sua decisão não representa uma avaliação antecipada do mérito da controvérsia. Segundo ele, ainda não há conclusão sobre a validade do ato questionado, a eventual conexão entre os processos, a competência do STF para conduzir as investigações ou a admissibilidade da ação apresentada pelo PP.

"Nada do que aqui se decide antecipa juízo sobre a validade do ato impugnado, sobre a existência de conexão entre os feitos, sobre a competência desta Corte para as investigações ou sobre o cabimento da arguição. São questões que serão enfrentadas, se for o caso, depois de instruído o feito", afirmou o ministro.

Com isso, o acesso integral de Fux ao inquérito das fake news permanece condicionado à análise dos procedimentos pendentes, enquanto a ação apresentada pelo PP aguarda o exame das questões jurídicas levantadas pela legenda.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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