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sexta-feira, 13 de março de 2026

VÍDEO: Governo Lula anuncia que não cobrará PIS e Cofins sobre diesel e que taxará exportação de petróleo

Sexta, 13 de março de 2026

 

Diante da guerra no Oriente Médio e da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, governo anunciou nesta quinta-feira (12) a redução de impostos sobre o diesel.

Também foi anunciado o aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, subvenções (benefícios) aos produtores e importadores de diesel, além de medidas para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

Segundo o Planalto, a medida elimina os únicos dois impostos federais atualmente cobrados sobre o combustível, o que representa uma redução de R$ 0,32 do PIS e Cofins, e R$ 0,32 da subvenção. Dessa forma, a redução tem impacto de R$ 0,64 por litro.

De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o PIS, Pasep e a Cofins representam, que, juntos, cerca de 10,5% no valor do diesel comercializado.

“Os produtores que estão auferindo lucros extraordinários, vão contribuir com imposto de exportação extraordinário, e consumidores não serão afetados”, disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Um dos decretos assinados pelo presidente zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização, enquanto outro ato do governo eleva o imposto de exportação sobre petróleo.

Também foram assinadas medidas provisórias unindo o “armazenamento injustificado” e o “aumento abusivo do preço” dos combustíveis — que passarão a ser fiscalizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

“Essa coletiva é uma reparação para o que acontece no Brasil e no mundo, muito causado pela irresponsabilidade das guerras no mundo, o preço do petróleo está fugindo ao controle, isso significa aumento de combustível, e nos EUA já subiu 20%”, disse Lula em conversa com jornalistas.
“Estamos fazendo uma engenharia econômica para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo. Vamos fazer tudo o que for possível”, prosseguiu.

O governo avaliava alternativas para reduzir os impactos da volatilidade sobre o combustível, considerado estratégico para o transporte de cargas e para a inflação.

A preocupação no Planalto era de evitar repasses bruscos ao consumidor e ao setor produtivo, que podem pressionar os custos logísticos e afetar os preços de alimentos e outros produtos.

Além do ministro da Fazenda, os ministros Rui Costa, da Casa Civil; Wellington César Lima e Silva, da Justiça e Segurança Pública; e Alexandre Silveira, de Minas e Energia, também participaram da coletiva.

g1

Médico é encontrado morto dentro do carro ao lado do hospital, após participar de 11 cirurgias

Sexta, 13 de março de 2023



Segundo informações, o profissional passou praticamente o dia inteiro no centro cirúrgico e teria participado de 11 procedimentos cirúrgicos. Após finalizar o trabalho, ele deixou o hospital, mas não conseguiu retornar para casa.

A esposa do médico, que mora em Itapema, estranhou a falta de contato e decidiu ir até o hospital para saber o que havia acontecido. Ao chegar ao local, encontrou o marido morto dentro do carro.

A suspeita inicial é de que o médico tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória logo após sair do hospital. O caso gerou grande comoção entre colegas de trabalho e profissionais da saúde da região.

Julio Maurício de Lima era conhecido pelo comprometimento com a profissão e pela dedicação aos pacientes. A rotina exaustiva de trabalho parece ter sido fatal para esse trágico desfecho.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Parlamentares do PT são presos em operação envolvendo facção criminosa

Sexta, 13 de março de 2026





Entre os detidos está o presidente da Câmara Municipal de Morada Nova, Hilmar Sérgio Pinto da Cunha (PT). De acordo com informações apuradas junto à própria Câmara, também foram presos os vereadores Lucia Gleidevania Rabelo — conhecida como Gleide Rabelo (PT) —, Cláudio Roberto Chaves da Silva, o Cláudio Maroca (PT), José Regis Nascimento Rumão (PP) e José Gomes da Silva Júnior, chamado de Júnior do Dedé (PSB).

Apesar de ter sido eleito vereador em 2024, Júnior do Dedé não estava exercendo o mandato no momento da operação. Desde setembro de 2025, ele ocupa o cargo de secretário de administração da Prefeitura de Morada Nova. Até o momento, as defesas dos parlamentares não foram localizadas para comentar o caso.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) também determinou medidas judiciais contra o ex-vereador José Weder, que já havia perdido o mandato por decisão da Justiça Eleitoral. Para ele foram autorizadas ações de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais cautelares, mas não houve ordem de prisão.

A operação impactou diretamente o funcionamento da Câmara Municipal, composta por 15 vereadores. Em comunicado divulgado nas redes sociais, o Legislativo informou a suspensão das atividades nesta quinta-feira após o cumprimento de mandados de busca e apreensão no prédio da instituição.

Segundo a vice-presidente da Câmara, vereadora Jane Martins, a sessão legislativa chegou a ser iniciada, porém foi encerrada pouco depois devido à ausência de quórum suficiente para dar continuidade aos trabalhos. Ela não comentou as prisões.

A Prefeitura de Morada Nova declarou, em nota oficial, que não é alvo da investigação e que não possui ligação com os fatos investigados. No comunicado, a administração municipal afirmou:

"A Prefeitura reafirma seu respeito às instituições e ao trabalho das autoridades responsáveis pela investigação, confiando que os fatos serão devidamente apurados dentro do devido processo legal".

Outro nome citado nas investigações é Marco Antônio de Araújo Bica Júnior, conhecido como "Marco da Ana" ou "Marco Bica". Ele atua atualmente como superintendente da Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra), órgão ligado ao Governo do Estado do Ceará. Apesar de estar entre os investigados, ele não foi preso.

Marco Antônio foi candidato à Prefeitura de Morada Nova pelo PT nas eleições de 2024, mas não conseguiu se eleger. Em sua trajetória política no município, também ocupou o cargo de vereador e presidiu a Câmara Municipal entre 2021 e 2022. Além disso, exerceu funções como procurador-geral do município, diretor do núcleo do Procon da Câmara e procurador-geral adjunto da União dos Vereadores do Ceará (UVC). Sua defesa também não foi localizada.

Em nota, a Sohidra informou que acompanha o caso e que realiza uma avaliação interna sobre a situação. Segundo o órgão, "as informações estão sendo avaliadas e, assim que houver definição sobre as medidas cabíveis, elas serão comunicadas oficialmente".

Conforme a Polícia Federal, a investigação aponta que campanhas eleitorais de 2024 teriam sido financiadas com recursos provenientes de uma facção criminosa. Em troca do apoio financeiro, os políticos investigados teriam oferecido benefícios políticos e institucionais aos integrantes da organização.

No total, a Operação Traditori cumpriu 16 mandados de prisão preventiva — cinco deles contra vereadores — além de 30 mandados de busca e apreensão em imóveis residenciais, empresas e também na sede da Câmara Municipal. As ordens judiciais foram expedidas pela 93ª Zona Eleitoral de Fortaleza.

As diligências ocorreram em diversos municípios do Ceará, incluindo Fortaleza, Chorozinho, Morada Nova, Limoeiro do Norte e Pedra Branca, além da cidade de São Paulo (SP).

Além das prisões, a Justiça determinou o afastamento dos vereadores de suas funções públicas. Também foi autorizado o bloqueio e o sequestro de bens e valores dos investigados. Segundo a Polícia Federal, a medida tem como finalidade interromper o fluxo financeiro da organização criminosa e garantir a efetividade das ações penais.

A investigação teve início após o compartilhamento de informações pela Delegacia de Morada Nova e pelo Departamento de Polícia do Interior Sul. Os dados indicavam possível atuação de uma facção criminosa no processo eleitoral do município em 2024.

De acordo com a Polícia Federal, o inquérito revelou a existência de um esquema estruturado de movimentação e ocultação de recursos de origem ilícita, posteriormente utilizados no financiamento de campanhas eleitorais. O objetivo, segundo os investigadores, seria ampliar a influência do crime organizado dentro da esfera pública municipal.

Os investigados podem responder por crimes como lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas e infrações eleitorais.

A operação contou com a participação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (Ficco-CE), composta pela Polícia Federal, Polícia Civil do Ceará, Polícia Militar do Ceará, Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado do Ceará, Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará e Perícia Forense do Estado do Ceará.

Fonte: Jornal da cidade Online

URGENTE: Atitude de Moraes pode anular condenações de Bolsonaro

 Sexta, 13 de março de 2026

Eis o que diz o texto:

Na primeira hora da manhã desta quinta-feira, 12 de março, advogados de defesa do ex-Presidente Jair Bolsonaro reuniram-se com renomados juristas, que pediram anonimato à coluna (um deles em razão de perseguição ideológica universitária), para discutir os termos de uma ação de revisão criminal que poderá anular não apenas os autos do processo que condenou Bolsonaro como líder de uma trama golpista – desconstituindo, portanto, a sua condenação e, consequentemente, a reclusão do ex-mandatário brasileiro –, mas também toda investigação que precedeu e sustentou a denúncia do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet.

O provável pedido de revisão criminal da condenação transitada em julgado ao ex-Presidente Bolsonaro encontra fundamento em fato novo e recentíssimo: a nomeação, a pedido do próprio Ministro Alexandre de Moraes, do delegado Fábio Alvarez Shor, da Polícia Federal, para trabalhar em seu gabinete no Supremo Tribunal Federal; a nomeação foi subscrita pelo Presidente da Corte na terça-feira, 10 de março.

Shor foi o responsável pelo indiciamento de Bolsonaro, em novembro de 2024, como chefe de uma organização criminosa que tentou abolir, violentamente, o Estado Democrático de Direito, através da tentativa de golpe contra o Governo do recém-empossado Presidente Lula. Em outros termos, o delegado responsável pelo inquérito que levou Bolsonaro à condenação em ação penal relatada pelo Ministro Alexandre de Moraes é, agora, servidor no Gabinete do Ministro Relator desde o inquérito.

Tal fato novo, no entendimento dos juristas consultados, carrega consigo a mesma essência jurídica de um fato que, dentre sete fatos independentes e isoladamente suficientes para o reconhecimento de nulidade processual, levou à anulação, no STF, de todas as condenações de Lula sentenciadas pelo então juiz federal Sérgio Moro, hoje, Senador.

Em favor de Lula, há 5 anos, o STF acolheu a tese do então principal advogado de defesa de Lula, Cristiano Zanin Martins – hoje, Ministro do STF (nomeado para o cargo pelo ex-cliente, amigo íntimo e padrinho de casamento, que também é dindo de sua esposa e compadre de seu sogro, que apadrinha um dos seus filhos: o Presidente Lula) que, aliás, acompanhou o Relator Alexandre de Moraes na condenação de Bolsonaro (arqui-inimigo e rival de Lula).

A tese acolhida pelo Supremo – anuladora das condenações de Lula e, consequentemente, responsável por sua desinelegibilidade – se fundamenta em fato semelhante e, segundo a defesa do ex-Presidente, muito menos robusto que o atual fato novo capaz de anular as condenações (e também todos os atos processuais, bem como toda investigação criminal que a antecedeu e sustentou a denúncia) não apenas de Bolsonaro, mas de todos aqueles já condenados a partir de indiciamentos conduzidos pelo delegado Fábio Shor na chamada trama golpista.

Anulação das condenações de Lula

A partir da petição assinada pela esposa e sócia de Cristiano Zanin Martins, a advogada Valeska Teixeira Zanin Martins, foi impetrado, em 5 de novembro de 2018, o habeas corpus autuado no Supremo sob o número 164.493. Mais de 2 anos depois, em 23 de março de 2021 e, conforme registrado em ata, “presente à sessão pelo paciente [Luiz Inácio Lula da Silva] o Dr. Cristiano Zanin Martins”, o Supremo “concedeu a ordem em habeas corpus, determinando a anulação de todos os atos decisórios praticados pelo magistrado [Sérgio Moro] no âmbito da Ação Penal n. 5046512-94.2016.4.04.7000/PR [caso do triplex], incluindo os atos praticados na fase pré-processual, nos termos do voto do Ministro Gilmar Mendes, redator para acórdão, vencidos os Ministros Edson Fachin (Relator) e Nunes Marques.”

Três meses mais tarde, no dia 24 de junho de 2021, nos mesmos autos, o Ministro Relator, Gilmar Mendes estendeu “a decisão que concedeu a ordem neste Habeas Corpus às demais Ações Penais conexas (5021365-32.2017.4.04.7000/PR – Caso “Sítio de Atibaia” e 5063130-17.2016.4.04.7000/PR – Caso “Imóveis do Instituto Lula”), processadas pelo julgador declarado suspeito em face do paciente Luiz Inácio Lula da Silva, de modo a anular todos os atos decisórios emanados pelo magistrado, incluindo-se os atos praticados na fase pré-processual, nos termos do art. 101 do Código de Processo Penal.”

Qual foi o mais destacado fato que fundamentou, juridicamente, as anulações das condenações que pesavam contra Lula?

Nas palavras do Ministro Gilmar, o “fato indicativo da perda de imparcialidade do magistrado consiste no fato de haver aceitado o cargo de Ministro da Justiça após a eleição do atual Presidente da República, Jair Bolsonaro, que há muito despontava como principal adversário político do paciente. Sergio Moro decidiu fazer parte do Governo que se elegeu em oposição ao partido cujo maior representante é Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-juiz foi diretamente beneficiado pela condenação e prisão do paciente. A extrema perplexidade com a aceitação de cargo político no Governo que o ex-magistrado ajudou a eleger não passou despercebida pela comunidade acadêmica nacional e internacional.”

Conforme decidido pelo STF, tal fato, por si só, seria bastante e suficiente para reconhecer a nulidade de toda a persecução criminal regida por Sérgio Moro contra Lula. Um fato de tamanha gravidade que tornou desnecessária a utilização dos “diálogos apreendidos na Operação Spoofing, que, nos últimos doze meses, foram objeto de intensa veiculação pelos portais jornalísticos, destacam conversas entre acusadores e o julgador – Procuradores da República e o ex-Juiz Sergio Moro.”

Revisão criminal de Bolsonaro seguirá os mesmos termos

Nesse sentido, um pedido de revisão criminal de Jair Bolsonaro já vem sendo minutado nos mesmos termos da tese criada e defendida por Cristiano Zanin Martins e também nos exatos termos dos votos que concederam liberdade e elegibilidade plenas a Lula em 2021, especialmente através das mesmas palavras utilizadas por Gilmar Mendes “tendo em vista a identidade fática e jurídica” da atual nomeação de Shor no Gabinete de Moraes a pedido do próprio Ministro.

Abaixo, publicamos, com exclusividade, o trecho de uma das versões estudadas para a revisão criminal que poderá anular as condenações que pesam contra Bolsonaro na chamada trama golpista – texto que, como se pode notar a partir das citações supra do caso de Lula, repete, com fidedignidade, os argumentos fáticos e jurídicos que favoreceram o atual mandatário da República há exatos 5 anos:

“Fato indicativo da perda de imparcialidade tanto do delegado condutor do inquérito criminal quanto, simultaneamente, do Ministro Relator, Alexandre de Moraes, consiste no fato de aquele haver aceitado o cargo oferecido por este em seu gabinete no Supremo Tribunal Federal. O Ministro Relator Alexandre de Moraes pediu e o Delegado Fábio Shor, que indiciou Bolsonaro e forneceu elementos para a denúncia que, tornada ação penal relatada por Moraes, levou à condenação do ex-Presidente, aceitou fazer parte do Gabinete do Ministro que coroou o trabalho de maior destaque em toda a sua carreira na Polícia Federal.
O Ministro, diretamente, beneficiou o delegado que construiu a base de elementos sem os quais inexistiriam denúncia, ação, condenação e prisão de Jair Messias Bolsonaro. A extrema perplexidade com o pedido e com a aceitação ao cargo no Gabinete ministerial que protagonizou a condenação de Bolsonaro não passou despercebida pela comunidade acadêmica nacional e internacional.
Tamanha perplexidade que torna desnecessária a demonstração da absoluta parcialidade do Ministro Alexandre de Moraes quando ele, conforme intensa veiculação pelos portais jornalísticos, em 25 de abril de 2024, confraternizou com aquele que seria o acusador de Bolsonaro, o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, degustando um dos single malts mais badalados e caros do mundo, o Macallan, na sede do exclusivo George Club em Londres – confraternização que, à época, custou mais de três milhões de reais.”


Fonte: Jornal da Cidade Online 

É medo? Lula arranja desculpa esfarrapada e cancela encontro com Trump em março

Sexta, 13 de março de 2026


A viagem estava programada para a segunda quinzena de março. O deslocamento aos Estados Unidos fazia parte da agenda internacional do governo brasileiro para este mês.

A situação no Irã foi apontada como o fator determinante para a suspensão do compromisso diplomático.

Mera desculpa esfarrapada.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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