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quarta-feira, 1 de abril de 2026

TCU abre investigação sobre participação de Janja em desfile no Carnaval do Rio

Quarta, 01 de abril de 2026

Foto: Reprodução

O TCU abriu investigação para apurar possível uso de recursos públicos envolvendo a participação da primeira-dama Janja em um desfile no Carnaval do Rio de Janeiro em 2026. A Corte deu prazo de 15 dias para que a Presidência da República preste esclarecimentos sobre a atuação de servidores e eventuais gastos relacionados ao evento na Marquês de Sapucaí.

A apuração começou após representação apresentada pelos deputados Adriana Ventura, Gilson Marques, Luiz Lima, Marcel van Hattem e Ricardo Salles, além do senador Eduardo Girão, todos do Partido Novo.

Segundo os parlamentares, há indícios de “uso indevido da máquina pública”, com possível utilização de estrutura de cerimonial, articulação institucional e apoio logístico de servidores do Executivo federal na organização de um carro alegórico.

De acordo com decisão do TCU, embora o pedido inicial para suspender o evento tenha perdido efeito — já que o desfile ocorreu em 15 de fevereiro de 2026 — os ministros decidiram, por unanimidade, analisar o caso.

O tribunal determinou que a Casa Civil e a Secretaria de Comunicação Social informem a relação nominal de servidores da Presidência que foram deslocados para o Rio de Janeiro entre 1º e 18 de fevereiro.

O TCU também solicitou relatório detalhado com os custos do deslocamento desses servidores, incluindo gastos com diárias, passagens, hospedagem e possíveis horas extras.

O processo foi anexado a outra investigação já em andamento na Corte, que apura possíveis repasses da Embratur para a mesma escola de samba que homenageou o presidente Lula em 2026. A relatoria do caso está com o ministro Augusto Nardes.

Nikolas questiona áudio vazado de ministro de Lula e encurrala Janja

Quarta, 01 de abril de abril de 2026



Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”. 

Nikolas Ferreira questionou:

"O ministro da Defesa do Lula dizendo que fez mais que todo o Ministério das Mulheres. 
Será que a Janja irá comentar sobre isso também?"

Veja:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Vaza áudio comprometedor de ministro de Lula em reunião

 Quarta, 01 de abril de 2026



Em diálogo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, Múcio afirmou que sua gestão teria feito “mais do que Ministério das Mulheres todinho”.

A fala repercutiu imediatamente, sobretudo por ter ocorrido em um evento público e institucional.

Veja:

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

URGENTE: Mendonça recebe "relatório secreto" e esquerda treme (veja o vídeo)

 Quarta, 01 de abril de 2026





Viana deixou claro: a CPMI cumpriu seu papel em seis meses, expondo gangues que roubaram idosos, viúvas e pensionistas. Agora, o trabalho continua com o monitoramento do Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal.

“Quem roubou os aposentados não vai ficar impune”, afirmou o senador. 

O relatório, elaborado pelo deputado Alfredo Gaspar, propõe o indiciamento de centenas de envolvidos em organização criminosa, lavagem de dinheiro e desvios bilionários. Apesar das tentativas de obstrução, quebra de sigilo e pressões políticas, o presidente da CPMI rejeitou pedidos para “proteger” nomes e manteve o texto independente. A entrega direta a Mendonça — relator de casos ligados ao escândalo no Supremo — representa um duro golpe contra quem tenta travar a apuração.

O caso tem potencial explosivo: pode derrubar reputações, expor conluios e abalar as bases da República ao revelar como o dinheiro dos aposentados foi sistematicamente saqueado. Enquanto a esquerda ataca o relator e o presidente da comissão, Viana avisa que a população saberá identificar quem protege os criminosos. Com ao menos 14 investigações abertas na PF, o escândalo está longe de acabar. 

Veja o vídeo: 

Fonte: Jornal da Cidade Online

Após decisão de Moraes, CPI retoma quebras de sigilo

Quarta, 01 de abril de 2026




A nova votação tornou-se necessária após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que invalidou deliberações anteriores por terem sido realizadas em bloco — procedimento considerado inadequado pela Corte. Situação semelhante também havia ocorrido no âmbito da CPMI do INSS, envolvendo outros alvos de investigação.

De acordo com o presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES), a determinação do ministro Alexandre de Moraes possui efeito retroativo. Isso significa que todas as medidas aprovadas anteriormente poderiam ser consideradas nulas caso não fossem reavaliadas individualmente.

“Todas aquelas transferências “que nós aprovamos pelo órgão colegiado, com base em um requerimento fundamentado, estão sob pena de nulidade””, explicou.

Ainda segundo a decisão de Moraes, o acesso aos dados por parte da CPI depende do envio formal da requisição ao órgão responsável — como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) —, que deverá analisar a pertinência temática e a adequação dos fundamentos apresentados pela comissão antes de liberar as informações.

Contarato criticou o alcance da medida, afirmando que ela interfere diretamente na autonomia das comissões parlamentares de inquérito. Para ele, a decisão “ultrapassa o aspecto meramente operacional e atinge o núcleo da autonomia institucional das CPIs e CPMIs, bem como a própria arquitetura do sistema de freios e contrapesos prevista na Constituição."

Com o objetivo de evitar novos questionamentos judiciais, o senador determinou que todas as votações fossem refeitas de maneira nominal. Dessa forma, os parlamentares aprovaram novamente todos os requerimentos, reforçando a legalidade dos atos da comissão.

Apesar das críticas, Contarato ressaltou a relevância institucional do STF:

“A instituição Supremo Tribunal Federal tem importância central naquilo que chamo de espinha dorsal do Estado Democrático de Direito, que é a Constituição da República Federativa do Brasil”, reforçou. 
“Mas não podemos admitir certas situações.”

Entre as medidas aprovadas, destaca-se o pedido ao Coaf para envio do Relatório de Inteligência Financeira (RIF) referente aos sigilos bancário e fiscal de Fabiano Campos Zettel, no período de 1° de janeiro de 2022 a 2 de março de 2026. O requerimento foi apresentado pelo senador Humberto Costa (PT-PE).

Segundo o documento, há indícios da existência de uma rede de relações financeiras envolvendo fundos de investimento ligados a Zettel — como o fundo Arleen —, além da Reag Investimentos e do próprio Banco Master. “Os elementos colhidos até o momento apontam para a existência de uma rede de relações financeiras que envolve fundos de investimento sob influência de Zettel — a exemplo do fundo Arleen —, a Reag Investimentos e o Banco Master”, afirma o texto. “Sugerindo a possível utilização dessas estruturas como canais para a circulação e ocultação de recursos de origem ilícita.”

Os parlamentares destacam ainda que, embora as investigações estejam em fase inicial, os indícios já são considerados relevantes. “tais indícios, embora ainda em fase de apuração, são suficientemente relevantes para justificar a adoção de medidas que permitam esclarecer o alcance e a dinâmica dessas operações”.

Informações do Coaf apontam que Zettel movimentou R$ 99,2 milhões entre junho de 2021 e janeiro de 2022, valor considerado “incompatível com a capacidade financeira” do empresário.

Além disso, a CPI aprovou pedidos de quebra de sigilo envolvendo pessoas físicas e jurídicas, incluindo fundos de investimento, empresas e outros investigados, bem como solicitações de informações ao BNDES sobre operação de R$ 5,05 bilhões e à Força Aérea Brasileira, com foco em dados de voos que possam ajudar a mapear conexões entre os envolvidos.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Moraes marca o interrogatório de Eduardo Bolsonaro no STF

 Quarta, 01 de abril de 2026




Na mesma decisão, o magistrado determinou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Defensoria Pública da União (DPU), que deverão acompanhar a audiência, assegurando a regularidade do procedimento.

O avanço da ação penal foi autorizado após Moraes afastar a hipótese de absolvição sumária, permitindo a continuidade da fase de instrução do processo. Conforme consta no despacho, embora Eduardo Bolsonaro tenha sido citado por edital, não houve apresentação de defesa prévia, o que levou ao acionamento da DPU para garantir assistência jurídica.

A denúncia foi aceita em novembro do ano passado pela Primeira Turma do STF, com votos favoráveis dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo teriam articulado uma série de ações com o objetivo de interferir em processos judiciais, buscando favorecer o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: Jornal da Cidade Online

Contato : (84) 9 9151-0643

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