Domingo, 22 de março de 2026
O Estadão revelou que uma ala do STF passou a defender limites aos poderes das CPIs para quebrar sigilos — e o tema pode ser unificado em julgamento no plenário físico. O caso que vai nortear tudo é exatamente o de Lulinha — cuja quebra de sigilo foi suspensa por Dino e agora vai a julgamento a pedido de Gilmar.
O roteiro já está desenhado: Dino suspendeu "em bloco" as quebras da CPI do INSS. Gilmar anulou a quebra do fundo Arleen que ligava Toffoli a Vorcaro. Agora os dois querem que o plenário decida os limites das CPIs — usando o caso de Lulinha como base, mas criando regra que valerá para todos os investigados.
Na prática o STF usaria um caso específico para construir uma blindagem geral — que protegeria todos que têm amigos na Corte. Sem data marcada. Fachin decide quando pautar. Enquanto isso, a decisão de Dino permanece válida — e as investigações ficam paralisadas.
O Congresso eleito pelo povo tentando investigar. O STF não eleito por ninguém limitando, obstruindo. E quem paga o preço é o cidadão que queria saber o que aconteceu com seu dinheiro no INSS.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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