Domingo, 22 de março de 2026
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Ao invés de construírem espaços próprios e fortalecer a própria comunidade, se cria um cenário de confronto direto com outro grupo. Quando você força uma aceitação, não se gera respeito, e sim resistência, e resistência não é preconceito. Quando a vontade de maioria é ignorada, obviamente isso não é democracia, é autoritarismo. Quando temos um homem biológico gritando e ofendendo mulheres na cadeira da presidência de uma comissão feminina, está muito longe de ser avanço, é ofensa.
Com 84% rejeitando você roubar o espaço de uma mulher, você vai continuar? Ou vai ter a hombridade, a decência e o caráter de devolver o que não é seu, e começar a criar espaços para seu grupo?”, questiona a jornalista.
Veja o vídeo:

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