Quarta, 11 de março de 2026
Nesse sentido, surge no universo um bom exemplo.
A filha e o genro do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, encerraram as atividades do escritório que mantinham no Paraná, especialista em contencioso.
Melina Fachin e Marcos Gonçalves comunicaram a decisão no mês passado, em meio à discussão sobre a elaboração de um Código de Ética para ministros da Corte e questionamentos a respeito da atuação de familiares de magistrados em tribunais. Ambos atuavam no Paraná, sem vínculo com a Suprema Corte.
Melina e Gonçalves vão agora atuar em "atividades próprias de consultoria jurídica estratégica, com foco em direitos fundamentais, governança, contratos complexos, contencioso estratégico e assessoria institucional". Os demais sócios deles constituíram outras bancas para seguir atuando no contencioso.
Fonte: Jornal da Cidade Online

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