martins em pauta

sábado, 29 de novembro de 2025

5 policiais do Choque do RJ são presos por grave suspeita de crime na megaoperação contra o CV

Sábado, 29 de novembro de 2025




A investigação, conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar, analisou imagens das câmeras corporais que revelaram indícios de furto de um fuzil apreendido após confronto. Além dos cinco detidos, outros cinco PMs do mesmo Batalhão são alvos de mandados de busca e apreensão.

A Polícia Militar do Rio afirmou em comunicado que "não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos". O sistema do Tribunal de Justiça do Rio ainda não indica os nomes dos advogados dos presos.

A decisão judicial que determinou as prisões descreve que um fuzil foi encontrado no chão após um tiroteio envolvendo agentes do Choque. As imagens mostram a arma sendo recolhida, porém sem registro formal nos documentos da operação. Os policiais se dirigiram a um estabelecimento comercial por volta das 10h33.

As gravações captaram um "diálogo sugestivo de tentativa de desmontagem, ocultação e transporte de objetos". Em uma das conversas, Coutinho diz a Amaral:

"Eu vou tirar e colocar na minha mochila de novo, está separado, pode botar nesse daí?". Depois acrescenta: "Vou colocar lá atrás do banco, valeu? Porque eu vou levar de novo, porque eu vou tirar e levar minha mochila de novo, está separado".

Em outro momento, Marcelo pergunta:

"Você colocou na sua mochila?"

Coutinho responde:

"Está dividido, eu desmontei".

Ao saírem, o sargento Souza sugere:

"Tem que ir para um lugar deserto, colocar na caçamba".

Coutinho afirma:

"Eu vou montar é novamente".

E Souza indica:

"Lá para cima, umas ruas desertas dessa aí".

O juiz Thales Nogueira Cavalcanti Venancio Braga observa o seguinte:

"As gravações não permitiram identificar o destino do fuzil arrecadado, tampouco se esclarece o encaminhamento das peças retiradas do veículo". Para o magistrado, a conduta revela "gravíssima violação aos deveres funcionais militares e potencial afronta aos princípios da legalidade, da moralidade e da transparência na atuação operacional, o que configura risco concreto à ordem pública militar".

O Batalhão de Choque realizou 27 prisões durante a megaoperação Contenção e registrou uma morte por intervenção policial. A unidade apreendeu oficialmente 22 fuzis, cinco pistolas, um revólver, carregadores, munições, drogas e R$ 787 em dinheiro. A operação contou com a participação de 210 policiais militares do Choque.

Os policiais investigados não estão entre aqueles que registraram formalmente as armas apreendidas na operação. A Promotoria do Rio de Janeiro anexou um relatório detalhado sobre o caso aos documentos enviados ao Supremo Tribunal Federal, no âmbito da ADPF 635.

  • Fonte: Jornal da Cidade Online

Adolf Hitler é reeleito na Namíbia e explica nome polêmico

Sábado, 29 de novembro de 2025

Foto: reprodução/FearedBuck

Adolf Hitler Uunona, político da Namíbia, foi reeleito como conselheiro regional no distrito de Ompundja, na região de Oshana. O nome curioso voltou a chamar atenção durante as eleições.

Em entrevista ao jornal The Namibian, Uunona afirmou que já retirou oficialmente “Hitler” de seus documentos. O político namibiano explicou que seu pai não sabia o significado histórico do nome – associado ao ditador alemão nazista – e que, durante sua infância, considerava um nome normal.

“Para mim, quando criança, era um nome perfeitamente normal. Só quando cresci é que entendi: este homem queria conquistar o mundo inteiro. Não tenho nada a ver com nada disso”, disse.

Apesar da polêmica, Uunona é um político popular no país. Esta é sua quinta reeleição. Em 2020, ele venceu com 85% dos votos.

Com informações de Metrópoles


BLACK FRIDAY: Problemas em entregas lideram reclamações

Sábado, 29 de novembro de 2025

Foto: Freepik

A Black Friday ainda nem chegou ao fim e os problemas de entrega já são a principal dor de cabeça dos consumidores. Segundo balanço preliminar do Reclame AQUI, referente aos dias 26 e 27 de novembro, esse tipo de queixa representa 25,29% das reclamações registradas na plataforma.

As falhas mais comuns envolvem promessas como “entrega em 2 horas”, “entrega no mesmo dia” e “frete express”, que, segundo o Reclame AQUI, seguem sendo usadas como chamariz publicitário, mas não se cumprem na prática — um padrão repetido em edições anteriores da Black Friday.

Logo atrás aparece o problema de “produto não recebido” (12,62%), quando o consumidor acredita estar diante de um simples atraso, mas descobre que o item nunca foi enviado ou sequer existia em estoque.

A propaganda enganosa ocupa a terceira posição, com 9,33% das queixas. São casos em que condições anunciadas mudam na hora da compra, como descontos que somem, regras confusas ou limitações escondidas.

Entre as práticas que mais geram frustração estão:

– “descontos agressivos” com restrições pouco claras;
– ofertas válidas apenas em regiões específicas;
– exigência de formas de pagamento que anulam o benefício prometido.

Segundo o Reclame AQUI, muitos consumidores acabam passando por cima dessas entrelinhas devido ao ritmo acelerado das promoções.

A plataforma recomenda atenção redobrada: verificar prazos, pesquisar a reputação das lojas, tirar prints do carrinho e revisar o pagamento final para evitar surpresas.

Com informações de Agência Brasil

Estado falha, preso morre e contribuinte paga a conta: Justiça condena RN a pensão

Sábado, 29 de novembro de 2025

Foto: Reprodução

Justiça do RN determinou que o Estado pague pensão mensal à filha menor de um detento morto dentro do Complexo Penal Dr. João Chaves, em Natal. O juiz Geraldo Antônio da Mota, da 3ª Vara da Fazenda Pública, reconheceu que o governo estadual falhou no dever básico de proteger quem está sob custódia — obrigação prevista na Constituição e na Lei de Execução Penal. O preso morreu após uma briga no Pavilhão B, em 2019.

Na decisão, Mota afirmou que não houve ação efetiva dos agentes penitenciários para impedir a agressão que tirou a vida do interno. Como o Estado é responsável direto pela integridade física de quem está detido, ficou reconhecida a responsabilidade civil — e o dever de indenizar. A filha da vítima, representada pela mãe, acionou a Justiça alegando perda material e dano moral.

governo do RN tentou se livrar da culpa dizendo que não pode responder por todos os incidentes dentro das cadeias. Mas o juiz foi claro: se o crime aconteceu dentro da unidade prisional, sob vigilância do Estado, a falha é do próprio Estado — que, mais uma vez, não garante nem segurança dos presos, nem da população.

Com isso, o RN foi condenado a pagar pensão mensal de um salário mínimo, descontando um terço referente às despesas pessoais do falecido. O benefício deve ser pago até a filha completar 18 anos, com possibilidade de extensão até os 24, caso esteja cursando ensino superior.

Uma conta que acaba sobrando para o contribuinte potiguar enquanto o governo Fátima segue colecionando decisões judiciais por falhas na segurança pública.


Fonte: Blog do BG


Lula dá escolta policial ao MST e abre brecha até para financiamentos com recursos públicos

 Sexta, 29 de novembro de 2025



A proposta foi vista como um avanço para garantir maior segurança jurídica no campo.

Paralelamente, um decreto do petista Lula instituiu um plano de proteção ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). 

O texto, segundo críticos, pode criar brechas para oferecer escolta policial e até financiamento com recursos públicos ao grupo, levantando questionamentos sobre a abrangência das medidas e seus potenciais impactos na dinâmica das ocupações rurais.

Um absurdo!

Reviravolta na prisão de Bolsonaro avança no Congresso

Sábado, 29 de novembro de 2025




Na quarta-feira (26), Viana havia protocolado o pedido de urgência para o PL 5977/2025. A proposta tem como eixo central a derrubada de dispositivos da lei que define crimes contra o Estado Democrático de Direito — os mesmos que embasaram condenações relacionadas aos eventos de 8 de janeiro de 2023. Segundo o senador, a modificação busca garantir maior estabilidade normativa, sem alterar fatos, mas reorganizando o entendimento legal.

Ao abordar os possíveis efeitos práticos da mudança, Viana e seus apoiadores observam que o projeto pode reduzir algumas das penalidades atualmente previstas e, por consequência, impactar processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Uma reviravolta!

Para o parlamentar, há “insegurança jurídica” no desenho vigente, argumento que reforça a necessidade de reformulação imediata, especialmente em um ambiente político que cobra clareza na aplicação da lei.

Parlamentares próximos afirmam que Carlos Viana mantém diálogo direto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para acelerar a apreciação da matéria. Com o regime de urgência confirmado, o texto passa a tramitar de forma mais rápida, pulando etapas intermediárias e seguindo diretamente para votação no Plenário — um movimento que tem sido visto como sinal de prioridade.

Em publicação no X, Viana comemorou o respaldo obtido:

"URGENTE! 58 assinaturas. Fim dos exageros. Esse é o número oficial registrado hoje no requerimento de urgência do PL 5977/2025 no Senado Federal. O Senado reconhece a importância de revisar dispositivos da Lei 14.197 que geraram insegurança jurídica e interpretações questionadas por especialistas e pela sociedade", escreveu o senador.

Logo depois, acrescentou:

"O objetivo é restabelecer clareza, limites e precisão no texto legal. Com o apoio consolidado, o requerimento segue agora para os próximos passos regimentais e deverá ser apreciado pelo Plenário com a celeridade que o Brasil espera. A esperança está viva!"


Fonte: Jornal da Cidade Online 

Contato : (84) 9 9151-0643

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