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domingo, 31 de agosto de 2025

A grande farsa jurídica do julgamento de Jair Bolsonaro

 Domingo, 31 de agosto de 2025






“O poder sem moral transforma-se em tirania.” (James Balmes (1810-1848), filósofo espanhol)

Mesmo sem foro privilegiado, algumas pessoas - dependendo só da vontade imperial de Alexandre, e o sadismo do Ditador Judicial da República - são julgadas pelo STF, sem direito ao Duplo Grau de Jurisdição, ou seja, sem direito a recurso à instância superior. Este é o caso dos envolvidos nos eventos de 08/01/2023, inclusive Jair Bolsonaro, ex-presidente da República.

Já o mega-corrupto Lula da Çilva começou a ser julgado na primeira instância (Curitiba), teve recurso julgado na segunda instância (Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4, Porto Alegre) e ainda impetrou recurso na terceira instância (Superior Tribunal de Justiça (STJ, Brasília). Não bastasse isso, Lula teve vários recursos (habeas corpus) julgados no Supremo Tribunal Federal (STF, Brasília) até que, finalmente, Edson Fachin “descobriu” um suposto erro de CEP (o Juízo original, de Curitiba) e anulou todos os custosos julgamentos que haviam condenado, sempre por UNANIMIDADE, o ‘Princeps corruptorum’ da política ocidental. Este direito a recursos é a essência jurídica da cartilha constitucional e o que prescreve o Código de Processo Penal (CPP). Pois é este direito essencial que Alexandre de Moraes e seus camaradas estão a negar às vítimas do 08/01, inclusive a Jair Bolsonaro. Tirania maior é impossível!

Alexandre, parecendo um psicopata (ausência absoluta de empatia), sempre escudado pelos seus cúmplices no STF, limpou o rabo com a Constituição e com o CPP no caso das vítimas de 08/01, inclusive de Bolsonaro. Eis aí a implantação da ditadura da Venezuela sendo reprisada no Brasil.

Pergunta que não cala: quem é o maior inimigo de Jair Bolsonaro? Resposta óbvia: O ladrão confirmado na Justiça, Lula da Çilva. Quem irá julgar Bolsonaro na tristemente notória Primeira Turma do STF? Eis a lista, nada republicana, de “julgadores”:

1. Cristiano Zanin, afilhado de casamento de Lula, ex-advogado de Lula e togado no gabinete corrupto de Lula;
2. Flávio Dino, comunista como Lula, ex-ministro da Justiça de Lula e também togado no gabinete corrupto de Lula;
3. Carmén Lúcia, personagem de votações vergonhosas no TSE e STF, uma espécie de cobra-mandada de Gilmar Mendes e, pior, também togada no gabinete fétido de Lula da Çilva;
4. Alexandre de Moraes, inimigo público de Jair Bolsonaro, cuja péssima reputação de perseguidor implacável já ultrapassa as fronteiras nacionais e, por seu total desrespeito aos direitos humanos fundamentais, já conquistou uma vaga na Lata de Lixo da Lei Magnitsky, junto com ditadores e narcotraficantes. Vergonha para o Brasil!
5. Luiz Fux, togado no gabinete nada republicano de Dilma Rousseff – esta, por sua vez, criatura e poste de Lula -; mesmo assim é a única esperança de voto honesto e jurídico (os demais apenas usarão da oportunidade para vingarem-se de Bolsonaro) e única esperança de julgamento justo, ou seja, inocentando o inocente Jair Messias Bolsonaro.

Com esse corpo de “juízes” para “julgar”, Bolsonaro entra na Primeira Turma já condenado, provavelmente pelo placar de 4 a 1. A menos, claro, que a espada - não a de Dâmocles - de Trump, faça esses “julgadores” de araque tremer de medo e perder o interesse pela sanha criminosa de condenar um inocente, Jair Bolsonaro.

Não há como não associar este corpo de “julgadores” com o famigerado Tribunal Popular (‘Volksgerichtshof’), instituído pela besta Adolf Hitler e presidido por outra besta, fanática, psicopata e sádica: o monstro nazista Roland Freisler.

Roland Freisler foi, em boa hora, morto em bombardeio da Força Aérea Norte-Americana, tendo sido esmagado pelos escombros de seu próprio infame tribunal.

Esperemos que, também em boa hora, os planos malignos da Primeira Turma sejam contidos pela ameaça de bombardeio da Lei Magnitsky, sob o comando de Donald Trump.

De qualquer forma, este tribunal de exceção (Primeira Turma do STF) tem tanta credibilidade quanto uma nota de três reais, ou quanto o infame Tribunal Popular de Roland Freisler.

Foto de José J. de Espíndola

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.


Fonte: Jornal da Cidade Online

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