Domingo, 18 de janeiro de 2026
O ministro Alexandre de Moraes, conhecido pelo rigor implacável em suas decisões, agora se vê diante de uma revelação que muda o jogo.
Imagine se fosse a mulher do presidente da República, ou do Senado, ou da Câmara, envolvida em um contrato milionário com o Banco Master. Seriam manchetes, investigações, passaportes retidos, tornozeleiras eletrônicas.
Seria o espetáculo da Justiça em sua forma mais dura.
Mas quando a notícia que explode é outra — que a mulher do contrato é justamente a dele, e que a visita ao Banco Central foi feita por ele próprio, meses antes da liquidação do Master — o silêncio se torna ensurdecedor.
O contraste é brutal. O homem que construiu fama pela mão pesada, pelo discurso de autoridade, agora aparece em cena com comportamento passivo, quase cúmplice.
As emissoras mostram, ao vivo, aquilo que não pode ser apagado: a incoerência entre o rigor aplicado aos adversários e a complacência diante de si mesmo.
O Brasil assiste. O país pergunta. E o povo enaltece e grita: fim da linha.
Jayme Rizolli
Jornalista.


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