martins em pauta

sábado, 10 de janeiro de 2026

Sindicato que foi presidido por Fátima Bezerra e mais oito convocam protesto em frente à Governadoria por atraso no 13º salário

 Sábado, 11 de janeiro de 2026


Imagem: reprodução

O atraso no pagamento do 13º salário levou nove sindicatos a convocarem um ‘Ato Público Unificado’ contra o Governo do Rio Grande do Norte. A manifestação ocorrerá segunda-feira (12), às 9h, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo.

Entre os confirmadas estão o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (SINTE/RN), entidade que teve a governadora Fátima Bezerra como presidente por dois mandatos. Também confirmaram participação no ato Sindsaúde, Sinsp, Sinai, Astran, Sindppen, Aduern, Sinter/Sefaz e SINDPCI.

Embora o governo tenha prometido concluir o pagamento na sexta-feira (9), aposentados e pensionistas de diversas categorias afirmam não ter recebido o valor. O problema atinge, principalmente, servidores da Saúde e da Administração Indireta.

O Sindsaúde/RN classificou o atraso como “descaso e falta de respeito” com quem dedicou décadas ao serviço público. Já o Sinai-RN informou que cobrou explicações na Secretaria de Planejamento, mas não recebeu prazo para a regularização.

Segundo o Sinsp/RN, aposentados e pensionistas seguem sem previsão de pagamento. A presidente do sindicato, Janeayre Souto, afirmou que a situação reflete uma “escolha política” de desvalorização da categoria.

Os sindicatos reforçam que o protesto é aberto a ativos, aposentados, pensionistas e solidários, mesmo àqueles que já receberam o benefício.


Fonte: Blog do BG

Mais uma ditadura na corda bamba. Embaixada é invadida por manifestantes (veja o vídeo)

Sábado, 10 de janeiro de 2026

sígnio — quando o despotismo deixa de ser episódico e se transforma em método — resistir deixa de ser rebeldia e passa a ser dever.
Essa lógica repousa sobre um pressuposto ainda mais profundo, frequentemente esquecido: a soberania não pertence ao Estado, nem às instituições, nem aos cargos, mas ao povo enquanto titular originário do poder político. Como lembra Randy Barnett, governos não concedem direitos; são constituídos precisamente para protegê-los. A autoridade é fiduciária, não proprietária. Sua legitimidade não nasce do exercício continuado da força, mas da permanência do consentimento. Quando esse consentimento se dissolve — não por volubilidade, mas por violação sistemática dos fins para os quais o poder foi delegado — o problema deixa de ser administrativo e se torna moral e constitucional. O povo não rompe a ordem ao resistir; reage à ruptura prévia cometida por quem transformou um poder delegado em domínio próprio.
O regime iraniano parece já ter cruzado esse ponto. A repressão não é mais defensiva; é preventiva. Não reage apenas a atos, mas à possibilidade de dissenso. Quando o Estado precisa calar antes de ouvir, desligar antes de dialogar, ameaçar antes de julgar, ele já confessou sua falência moral. Pode sobreviver por algum tempo, mas já não se sustenta por legitimidade — apenas por inércia e medo.
A história oferece exemplos eloquentes desse processo. O Império Britânico, potência global, institucionalmente sofisticado e militarmente dominante, não perdeu a Índia para um exército rebelde. Perdeu-a para um homem franzino, desarmado e insistente. Gandhi não venceu Londres pela força, mas pela exposição do absurdo. Ao mostrar que o império só se mantinha à custa de violência contra civis pacíficos, retirou-lhe a última justificativa moral. Quando governar exige bater, prender e humilhar em escala crescente, o problema já não é de ordem pública — é de legitimidade.
Impérios e regimes caem quando o custo de mantê-los supera qualquer narrativa que os sustente. Quando obedecer já não parece razoável, mas apenas prudente por medo. E o medo, diferentemente do respeito, é sempre instável.
Esse padrão não é exclusivo de ditaduras teocráticas nem de impérios coloniais. Ele é estrutural. Sempre que uma instituição passa a confundir autoridade com infalibilidade, e poder com virtude, o caminho está traçado. A diferença está no ritmo, não no desfecho.
No Brasil, evidentemente, não se fala de um regime autocrático nem de um governo tirânico. O Supremo Tribunal Federal não é um governo, mas um dos três Poderes da República. Essa distinção importa — e muito. Mas ela não confere imunidade institucional. Nenhum poder se expande sozinho. A hipertrofia de um deles é sempre resultado da abdicação, do silêncio ou da conveniência de ao menos um outro. O desequilíbrio não surge por ruptura aberta, mas por erosão gradual: pela normalização do excepcional, pela renúncia reiterada ao dever de conter.
Quando decisões deixam de ser respostas a casos concretos e passam a operar como método; quando a exceção se converte em técnica recorrente; quando a urgência se transforma em estado permanente; quando a crítica é tratada como risco institucional e a divergência como deslealdade democrática, acende-se um alerta que não é ideológico, mas republicano. Não se trata de equiparar realidades distintas, nem de imputar ao Judiciário o papel que cabe a governos. Trata-se de reconhecer um padrão histórico bem conhecido: o momento em que a interpretação deixa de servir ao texto e passa a substituí-lo — e, com isso, o poder deixa de se conter.
O poder que precisa justificar-se cada vez menos pelo direito e cada vez mais pela força — ainda que simbólica, institucional ou retórica — caminha para o mesmo dilema de sempre: ou reencontra seus limites, ou será limitado pela realidade. A Declaração de 1776 não prometeu finais felizes. Apenas descreveu, com brutal honestidade, como o mundo funciona quando o consentimento se esvai.
E essa lição, ao que tudo indica, continua sendo aprendida — ou reaprendida — à custa de crises, protestos e ruínas morais. Como sempre.


Fonte: Jornal da Cidade Online 

VÍDEO: ‘Não acho que será necessário’, diz Trump sobre a possibilidade de capturar Putin

 Sábado, 10 de janeiro de 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) que não vê necessidade de autorizar uma operação para capturar o presidente russo, Vladimir Putin, em meio à guerra na Ucrânia.

A declaração foi feita durante uma reunião com executivos do setor petrolífero, em Washington.

“Não acho que será necessário”, disse Trump ao ser questionado sobre a possibilidade de uma ação desse tipo.

O presidente afirmou manter um bom relacionamento com Putin e disse estar frustrado com a dificuldade de encerrar o conflito, que, segundo ele, parecia fácil de resolver no início.

Trump citou números de baixas recentes e a situação econômica da Rússia para sustentar sua avaliação. De acordo com ele, cerca de 31 mil pessoas morreram no último mês, muitas delas soldados russos.

“A economia russa está em má situação. Acho que vamos acabar resolvendo isso”, declarou.

Em outro momento, Trump afirmou que Putin não teme a Europa, mas tem receio do poder dos Estados Unidos sob sua liderança.

“Ele tem medo dos Estados Unidos da América, liderados por mim”, disse.

As declarações ocorrem enquanto representantes dos EUA, da Ucrânia e de países aliados participam de negociações em Paris para avançar em um possível acordo de paz. Desde o início do atual mandato, Washington passou a atuar como mediador no conflito, buscando um entendimento entre Kiev e Moscou.


Opinião dos leitores

    1. Recebedor de esmola do LULADRÃO detectado.recebe alguma esmola ou é integrante da quadrilha lulista adorador de traficantes.

Trump diz que seu poder global só é limitado por sua ‘própria moralidade’

Sábado, 10 de janeiro de 2026

Foto: Doug Mills/The New York Times

Em entrevista exclusiva ao New York Times na última quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que seu poder como comandante-em-chefe é limitado apenas por sua “própria moralidade”, ignorando o direito internacional e outros mecanismos de controle sobre sua capacidade de usar a força militar para atacar, invadir ou coagir nações ao redor do mundo.

Questionado sobre a existência de algum limite para seus poderes globais, Trump disse:

— Sim, há uma coisa. Minha própria moralidade. Minha própria mente. É a única coisa que pode me impedir — declarou o presidente. — Não preciso do direito internacional. Não quero ferir ninguém.

Quando pressionado sobre se seu governo precisava obedecer ao direito internacional, Trump disse: “Sim”. Mas deixou claro que ele seria o árbitro quando tais restrições se aplicassem aos Estados Unidos.

— Depende da sua definição de direito internacional — disse ele.

A avaliação de Trump sobre sua própria liberdade de usar qualquer instrumento de poder militar, econômico ou político para consolidar a supremacia americana foi o reconhecimento mais direto até o momento de sua visão de mundo. Em sua essência, está o conceito de que em vez de leis, tratados e convenções, a força nacional deve ser o fator decisivo quando as potências colidem.

Ele reconheceu algumas limitações internas, mesmo enquanto perseguia uma estratégia maximalista de punir instituições de que não gosta, exigir retribuição contra oponentes políticos e mobilizar a Guarda Nacional para cidades, apesar das objeções de autoridades estaduais e locais.

Planos para a América Latina

Ele deixou claro que usa sua reputação de imprevisibilidade e sua disposição para recorrer rapidamente à ação militar, muitas vezes a serviço da coerção de outras nações. Durante a entrevista ao Times, ele recebeu um longo telefonema do presidente Gustavo Petro, da Colômbia, que estava claramente preocupado após repetidas ameaças de que Trump estaria considerando um ataque ao país semelhante ao sofrido pela Venezuela.

— Bem, estamos em perigo — disse Petro em uma entrevista ao NYT pouco antes da ligação. — Porque a ameaça é real. Foi feita por Trump.

A ligação entre os dois líderes, cujo conteúdo não foi divulgado oficialmente, foi um exemplo de diplomacia coercitiva em ação. E ocorreu poucas horas depois de Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, terem retirado os Estados Unidos de dezenas de organizações internacionais destinadas a fomentar a cooperação multinacional.

Com informações do O Globo

Venezuelanos são 9 em cada 10 refugiados reconhecidos no Brasil nos últimos 5 anos

Sábado, 10 de janeiro de 2026

Foto: Reuters

O Brasil concedeu o status de refugiado a 164 mil pessoas entre 2019 e 2024, segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare). Deste total, 148 mil são venezuelanos, o que representa cerca de 90% dos reconhecimentos no período.

O predomínio dos venezuelanos nas estatísticas migratórias é uma tendência constante: em 2020, 96% dos refugiados reconhecidos eram do país vizinho; em 2023, o percentual chegou a 97%.

O número de venezuelanos residentes no Brasil também cresceu muito nas últimas décadas, passando de cerca de 2,8 mil em 2010 para mais de 271 mil em 2022, de acordo com o último censo do IBGE.

Para obter refúgio no país, o solicitante deve comprovar medo de perseguição por motivos como raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opinião política, ou ter deixado seu país por grave e generalizada violação de direitos humanos, conforme previsto na Lei de Refúgio.

O Conare, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, analisa os pedidos, conduz entrevistas e decide sobre a concessão do status. Somente os casos deferidos entram nas estatísticas oficiais de refugiados reconhecidos.

O avanço da crise na Venezuela e eventos recentes têm levado o governo brasileiro a monitorar um possível aumento no fluxo migratório, especialmente pela fronteira de Roraima, principal porta de entrada.

Lula nomeia ministro interino da Justiça após saída de Lewandowski, até escolha do novo titular do ministério

Sábado, 10 de janeiro de 2026

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi oficializada em edição extra do Diário Oficial da União desta sexta-feira (9).

O secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto assumiu o comando da pasta de forma interina, até que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defina o novo ministro.

Entre os nomes cotados está Wellington César Lima e Silva, jurista com boa relação com Lula e com a ala baiana do governo. Ele já chefiou o ministério em 2016, no governo Dilma Rousseff, e atualmente era secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.

Outro nome lembrado é o do ministro da Educação, Camilo Santana, um dos principais quadros do PT e aliado próximo do presidente. Ele se reuniu com Lula na quinta-feira (8), mas o conteúdo do encontro não foi divulgado.

Lewandowski entregou a carta de demissão ao presidente na quinta-feira (8), antes da cerimônia dos atos de 8 de Janeiro. No documento, afirmou que deixa o cargo por motivos pessoais e familiares. Ele estava à frente da pasta desde fevereiro de 2024, após se aposentar do STF.

Pelo menos 61 pessoas são presas na Nicarágua do ditador Daniel Ortega por comemorarem prisão de Maduro nas redes sociais

Sábado, 10 de janeiro de 2026

Foto: EFE/ Imprensa Miraflores

Pelo menos 61 pessoas foram presas na Nicarágua por comemorarem ou demonstrar apoio à captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro nas redes sociais, informou nesta sexta-feira (9) o grupo de direitos humanos Monitoreo Azul y Blanco.

Maduro foi detido por forças dos Estados Unidos em Caracas no último sábado (3) e levado a Nova York para ser julgado por acusações de tráfico de drogas e outros crimes.

Segundo a ONG, as detenções ocorreram de forma arbitrária e sem ordem judicial, baseadas apenas em publicações online, comemorações privadas ou recusa em divulgar a propaganda oficial.

As prisões foram registradas em pelo menos oito departamentos do país, incluindo Managua, Matagalpa, Chontales, Jinotega, Chinandega, Estelí, Granada e Masaya, além das regiões do Caribe Norte e Sul.

Do total, 49 continuam detidos sem informações sobre sua situação legal, nove foram liberados após a prisão e três permanecem temporariamente retidos.

A organização denunciou que a repressão constitui violação dos direitos humanos e fez apelo à comunidade internacional para atenção ao caso.

Aposentados e pensionistas do Governo do Estado revoltados por não terem recebido o 13º salário

Sábado, 10 de janeiro de 2026

Foto: Pixabay

Aposentados e pensionistas do Governo do Estado estão revoltados na manhã deste sábado (10) e não param de enviar mensagens ao BLOGDOBG, afirmando que até o momento não receberam o 13º salário, prometido pelo governo Fátima para sexta-feira, 9 de janeiro.

É atraso por cima de atraso. O governo estadual não consegue cumprir prazos e nem promessas.

Sindicatos já estão organizando protesto próxima segunda-feira (12), em frente à Governadoria para cobrar o recebimento do 13º salário.


Opinião dos leitores

  1. Esse desgoverno atual do RN quando assumiram disseram que encontram o governo desorganizado na área contábil e financeira. A verdade é que a desorganização é nesse governo petrála (8 anos). Isso sim é a verdade. Taí o cãos administrativo e financeiro. FORA em 2027.

  2. Como não existe punição severa ao gestor, fica alavantur, se tivesse cadeia pra esse tipo de situação, não honrar as leis e muito mais, quem contribuiu põe anos e hj passar por um vexame desses, é triste, lamentável, inoportuno, vergonhoso e uma pessoa dessa se oferece pra exercer a função de senadora, VCS ESTAO CEGO, SURDO E MUDO QUEM APOIOU UMA TRASTE DESSA ? VCS Q BOTARAM ESSA MULHER ONDE ESTÁ, ESTAO PAGANDO CARO E VAI PIORAR PRA VCS, AGUARDEM.

  3. E pra quê dinheiro?
    Tem que ajudar o estado e o governo federal. Se todo mundo doar só o 13⁰ já fica mais legal o país. Vote 13!

  4. Estou com saudades do governo de Robinson Faria que atrasou 4 meses de salário e mais 2 salários do 13.o!

    1. Dê uma leve pesquisada sobre o que receberam Robinson e Fátima, pra vc ser mais justo no seu comentário.

    2. Fátima fez campanha prometendo priorizar o salário dos servidores. Continua atrasando. Os prestadores de serviços, os fornecedores, médicos cooperados, todos há meses sem receber. Nunca pagou o décimo em dia. Só tem blá blá blá. Como alguém vota nessa mulher? Já está chegando ao fim do seu segundo mandato. Quebrou o Estado de um jeito que nem o vice governador e nem o Presidente da ALRN querem assumir o governo. O desastre é gigantesco. A gestão Fátima já é considerada a pior de todos os tempos.

  5. Todo esse pessoal revoltado por falta de salário ainda vão votar nela. Aí eu pergunto, q nível de inteligência tem esse povo??

    1. A PTzada quer mais aumento de impostos; atrasos; falta de manutenção dos imóveis públicos; impedir que a PMN faça obras em prol da população, através do IDEMA e outros órgãos, aumento dos cargos comissionados para os seus apadrinhados; bolsas para menores infratores, fazendo apologia ao crime; apoio às invasões de propriedades alheias; falta de medicamentos na UNICAT para a população carente; falta de estrutura na saúde, em especial no HWG…

Contato : (84) 9 9151-0643

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